Monday, April 13, 2026
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Samsung Heavy Industries plans to build floating platform in the Rovuma Basin

Plataforma

Mozambique is about to take a significant step forward in the gas industry, with the construction of a second floating platform for the extraction of liquefied gas in the Rovuma Basin. An agreement signed between Samsung Heavy Industries, from South Korea, and the Mozambican government during President Filipe Nyusi’s visit to the country, was announced by the newspaper O País on Monday, June 3.

The meeting between Filipe Nyusi and the vice-president of Samsung Heavy Industries, Young Kyu Han, resulted in the decision to build the second floating liquefied gas exploration platform, following the success of the first platform already installed in Cabo Delgado.

The new platform, built in collaboration with Technique of France and JDC of Japan, will have an annual production capacity of 3.4 million metric tons. However, the start of construction is subject to approval of the development plans by the Mozambican government.

The vice-president of Samsung Heavy Industries expressed his expectations regarding the approval of the development plans, indicating that, if approved this semester, construction of the platform could begin as early as the third quarter of 2024.

In addition to the construction of the platform, other possibilities for cooperation between Samsung and Mozambique were discussed, with a focus on heavy industry. Samsung, a renowned company in shipbuilding and floating platforms, has shown interest in expanding its presence in the country.

The meeting between President Nyusi and representatives of DAEWO, also involved in the gas exploration project, and Kogas, a partner company in Area 4 of the Rovuma basin, demonstrates Mozambique’s ongoing commitment to promoting investment and development in the energy sector.

Kogas reafirma compromisso de investimento no projecto de GNL na Bacia do Rovuma

Kogas

A presidente do Conselho de Administração (PCA) da companhia petrolífera sul-coreana Kogas, Yeon-Hye Choi, manifestou  o seu compromisso de continuar a investir no projecto de exploração e produção de gás natural liquefeito (GNL) em curso na Área 4 da bacia do Rovuma, na província de Cabo Delgado, norte de Moçambique.

Intervindo após um encontro com o chefe do Estado, Filipe Nyusi, em Seul, capital da Coreia do Sul, a responsável avançou que a região onde está implantado o projecto está estável em termos de segurança, acrescentando que teve uma interacção “muito frutífera”, durante a qual ambas as partes compartilharam uma grande visão para o futuro.

Já o vice-ministro dos Recursos Minerais e Energia, António Saíde, que também participou na reunião, explicou que as partes avaliaram o progresso dos projectos na Área 4 e transmitiram, com muita clareza, o que se fez na área de segurança ao nível da região onde a Kogas é parceira.

“A Kogas afirmou estar confiante no mercado moçambicano porque pode contribuir para a estabilidade energética a nível mundial, daí que vão continuar neste projecto de gás natural”, frisou.

O responsável fez saber que as partes também abordaram o desenvolvimento do projecto de distribuição de gás natural canalizado nas cidades da Matola e Maputo e, neste contexto, reiterou-se o compromisso de continuar a trabalhar com a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH).

“Aquilo que foi projectado para canalização doméstica andava na ordem das 500 ligações, mas já foram realizadas cerca de 350, sendo que queremos acreditar que as restantes poderão ser feitas nos próximos tempos”, frisou.

Ao nível dos grandes consumidores, Saíde referiu a existência de 30 indústrias ligadas à rede de distribuição de gás natural, sublinhando que “o Governo introduziu um novo paradigma para o aproveitamento do gás natural canalizado, que consiste na provisão de gás natural no desenho de futuras infra-estruturas e cidades que o País vai desenvolver, ara garantir que sejam incorporados estes projectos”.

A Kogas é parceira na Área 4 da bacia do Rovuma, operada pela Mozambique Rovuma Venture (MRV), em co-propriedade com a ExxonMobil, Eni e CNPC (China), que detém 70% de interesse participativo no contrato de concessão. A Kogas, Galp e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos detêm, cada, uma participação de 10%.

Kogas reaffirms commitment to invest in Rovuma Basin LNG project

Kogas

The Chairwoman of the Board of Directors of South Korean oil company Kogas, Yeon-Hye Choi, expressed her commitment to continue investing in the liquefied natural gas (LNG) exploration and production project underway in Area 4 of the Rovuma basin, in Cabo Delgado province, northern Mozambique.

Speaking after a meeting with the head of state, Filipe Nyusi, in Seoul, the capital of South Korea, she said that the region where the project is located is stable in terms of security, adding that they had a “very fruitful” interaction, during which both parties shared a great vision for the future.

The Deputy Minister for Mineral Resources and Energy, António Saíde, who also took part in the meeting, explained that the parties assessed the progress of the projects in Area 4 and conveyed very clearly what had been done in the area of security in the region where Kogas is a partner.

“Kogas said it was confident in the Mozambican market because it can contribute to energy stability worldwide, which is why they are going to continue with this natural gas project,” he said.

The official said that the parties also discussed the development of the piped natural gas distribution project in the cities of Matola and Maputo and, in this context, reiterated their commitment to continue working with the National Hydrocarbons Company (ENH).

“What was planned for domestic plumbing was around 500 connections, but around 350 have already been made, and we want to believe that the rest can be made in the near future,” he said.

In terms of large consumers, Saíde mentioned the existence of 30 industries connected to the natural gas distribution network, stressing that “the government has introduced a new paradigm for the use of piped natural gas, which consists of providing natural gas in the design of future infrastructures and cities that the country is going to develop, to ensure that these projects are incorporated”.

Kogas is a partner in Area 4 of the Rovuma basin, operated by Mozambique Rovuma Venture (MRV), in co-ownership with ExxonMobil, Eni and CNPC (China), which holds a 70% stake in the concession contract. Kogas, Galp and Empresa Nacional de Hidrocarbonetos each hold a 10% stake.

Fórum de Negócios Moçambique – Itália promove oportunidades de investimentos para empresas moçambicanas

O BCI acolheu, nesta segunda-feira, 3 de Junho, no seu auditório, em Maputo, o Fórum de Negócios Moçambique – Itália, um encontro empresarial que promoveu intercâmbio e exploração de oportunidades de investimentos entre as empresas moçambicanas e italianas de diversos sectores, sendo de destacar os de energia, infraestruturas, logística, construção civil e agricultura.

Como referiu o Presidente da Câmara de Comércio Moçambique Itália (CCMI), Simone Santi, o evento envolveu 15 empresas novas que vêm a Moçambique, com 18 participantes, juntando-se às cerca de 30 empresas italianas já presentes no país, na sua maioria membros da CCMI.

“Só as que participam nesta missão empresarial, calculando o volume de produção do ano passado (2023), acumulam um valor de US 91,889 milhões”, disse, considerando que se trata de um grupo de empresas que representa a maior parte do sector industrial, empresarial e tecnológico italiano.

Do conjunto de quatro painéis, o BCI integrou o segundo, que discutiu a inovação de conteúdo local e financiamento para a criação de valor em Moçambique. Na ocasião, o Administrador do Banco, Raul Almeida, fez uma abordagem sobre a pertinência deste fórum e das perspectivas que se abrem para os dois países, tendo reiterado o continuado apoio do Banco ao tecido empresarial.

“Do nosso lado, o que podemos dizer é que estamos preparados”. Se houver oportunidade de mais negócio, mais investimento, seguramente o BCI vai contribuir para o desenvolvimento do país, concluiu o administrador do BCI.

Intervindo, o Secretário Permanente do Ministério dos Recursos Minerais e Energia, António Manda, considerou que entre os grandes projectos electrónicos do país podem ser identificadas as maiores oportunidades para a transição energética limpa na África Austral, resultando em reduções de emissões de 25 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano.

Desafiou, assim, o sector privado a dar o seu contributo no estabelecimento de infraestruturas que apoiem na concretização deste desiderato, designadamente no que diz respeito às infraestruturas internacionais de ligação: “esperamos que este Fórum reflicta sobre estes desafios e traga respostas sobre o financiamento aos projectos estruturantes, e apelamos à participação das pequenas e médias empresas de forma competitiva”.

Missão Empresarial – Moçambique Houston, Lousiana e Washington DC

Os EstadosUnidosdaAmérica, EUA, têm se tornado, cada vez mais, um parceiro estratégico, tanto em comércio, assim como em investimentos. As exportações para os Estados Unidos cresceram cerca de 37% nos últimos 5 anos. Hoje, abre-se um novo quadro de oportunidades alavancadas pelas perspectivas dos investimentos no sector energético que podem ascender 46 biliões de dólares, do programa dos dois Governos, o MillenniumChallengeAccount MCA estimado em 500 milhões de dólares e a continuidade do AGOA.

Estes eventos, motivaram a CTA, em parceria com a Câmara de Comércio Moçambique – EUA (CCMUSA) e a ExxonMobil, a realizar a Missão Empresarial aos EUA, de 18 a 22 de Novembro próximo.

Concretamente, a delegação irá escalar Houston, Louisiana e WashingtonDC, onde para além do Business Forum EUA-Moçambique, está programado:
·       Visita à base da Exxon Mobil
·       Reuniões com fornecedores do sector energético, com destaque da Exxon Mobil
·       Visita ao local de construção da plataforma modular de LNG
·       Encontros com investidores em biocombustíveis e matérias-primas relacionadas
·       Reuniões com entidades financeiras do sector de Petróleo e Gás
·       Reuniões com entidades governamentais

Não perca esta oportunidade de gerar novas parcerias, oportunidade de procurement e representação de marcas em sectores de Petróleo e Gás, Agroindústria, Transporte e Logística, Energias Renováveis, Finanças e Serviços.

Inscrição: https://bit.ly/4dWe1ZO

Puma Energy confirma avanços na redução da dívida do governo moçambicano

Puma Energy confirma avanços na redução da dívida do governo moçambicano

O director-geral da Puma Energy Moçambique, Danilo Correia, garantiu que o Governo está em processo de pagamento da dívida acumulada com as petrolíferas responsáveis pela importação e distribuição de combustíveis líquidos no país.

Durante uma conferência de imprensa dedicada à apresentação de um relatório sobre segurança energética e desenvolvimento de infra-estruturas, Correia explicou que a dívida, que atingiu seu pico em Março de 2021 devido aos efeitos da guerra entre Rússia e Ucrânia, está sendo reduzida significativamente. O montante devido à empresa que ele lidera já diminuiu consideravelmente, passando de 50 milhões de dólares para 14 milhões.

O director-geral expressou confiança de que, se os preços internacionais se mantiverem estáveis nos próximos meses, a dívida poderá ser totalmente resolvida em breve. Ele destacou o trabalho colaborativo entre o Governo e as empresas nos últimos meses como um factor-chave nesse progresso.

Além disso, Correia enfatizou que o processo de pagamento da dívida não está limitado à Puma Energy, mas se estende a todas as petrolíferas envolvidas, reconhecendo que cada caso é único.

Em Março do ano passado, a Confederação das Associações Económicas (CTA) de Moçambique relatou um aumento significativo na dívida do Governo com as empresas petrolíferas, saindo de 120 milhões para cerca de 450 milhões de dólares. Este cenário preocupante foi identificado como uma ameaça à estabilidade financeira do sector.

A falta de resolução para essa dívida já resultou no colapso de algumas importadoras. Em Abril de 2022, a Associação Moçambicana de Empresas Petrolíferas afirmou que pelo menos 15 das 30 empresas associadas foram afectadas pela dívida relacionada ao conflito entre Rússia e Ucrânia.

Puma Energy confirms progress in reducing Mozambican government debt

Puma Energy confirma avanços na redução da dívida do governo moçambicano

The managing director of Puma Energy Mozambique, Danilo Correia, assured that the government is in the process of paying off the debt accumulated with the oil companies responsible for importing and distributing liquid fuels in the country.

During a press conference dedicated to the presentation of a report on energy security and infrastructure development, Correia explained that the debt, which peaked in March 2021 due to the effects of the war between Russia and Ukraine, is being significantly reduced. The amount owed to the company he leads has already fallen considerably, from 50 million dollars to 14 million.

The managing director expressed confidence that, if international prices remain stable in the coming months, the debt could soon be fully resolved. He highlighted the collaborative work between the government and companies in recent months as a key factor in this progress.

In addition, Correia emphasized that the debt payment process is not limited to Puma Energy, but extends to all the oil companies involved, recognizing that each case is unique.

In March last year, Mozambique’s Confederation of Economic Associations (CTA) reported a significant increase in the government’s debt to oil companies, from 120 million to around 450 million dollars. This worrying scenario has been identified as a threat to the sector’s financial stability.

The lack of resolution to this debt has already resulted in the collapse of some importers. In April 2022, the Mozambican Association of Oil Companies said that at least 15 of its 30 member companies were affected by debt related to the conflict between Russia and Ukraine.

Moçambique registou um aumento na transferência de recursos para as comunidades hospedeiras 

Mineracao

Moçambique testemunhou um notável aumento nas transferências de recursos para suas províncias, conforme indicado pelos dados mais recentes. Em particular, a província de Tete se destacou, com um aumento impressionante de 8,1 milhões de meticais em 2022 para 23,8 milhões de meticais em 2023. Cabo Delgado também registou um crescimento significativo, com as transferências subindo de 12,3 milhões de meticais para 23,6 milhões no mesmo período.

No entanto, é notável que a província de Maputo continua a receber quantias relativamente baixas, com apenas 500 mil meticais em 2023, em comparação com os 300 mil meticais em 2022.

Este aumento nas transferências está em consonância com disposições legais importantes, como o artigo 20 da Lei n.º 20/2014 (Lei de Minas) e o artigo 48 da Lei n.º 21/2014 (Lei de Petróleos). Esses artigos estipulam a devolução anual de 2,75% do Imposto sobre a Produção Petrolífera e Mineira às comunidades impactadas pelos projectos da indústria extractiva. Os valores transferidos foram calculados com base nas receitas de 2021, demonstrando o compromisso do Governo em promover o desenvolvimento sustentável e em beneficiar directamente as comunidades locais.

Além disso, essa medida ressalta o esforço contínuo para garantir que os benefícios da indústria extractiva alcancem as comunidades afectadas, contribuindo para uma distribuição mais equitativa da riqueza gerada por esses sectores.

Mozambique has seen an increase in the transfer of resources to host communities

Mineracao

Mozambique has witnessed a notable increase in resource transfers to its provinces, as indicated by the latest data. In particular, the province of Tete stood out, with an impressive increase from 8.1 million meticais in 2022 to 23.8 million meticais in 2023. Cabo Delgado also saw significant growth, with transfers rising from 12.3 million meticais to 23.6 million in the same period.

However, it is notable that Maputo province continues to receive relatively low amounts, with only 500,000 meticais in 2023, compared to 300,000 meticais in 2022.

This increase in transfers is in line with important legal provisions, such as article 20 of Law No. 20/2014 (Mining Law) and article 48 of Law No. 21/2014 (Petroleum Law). These articles stipulate the annual return of 2.75% of the Petroleum and Mining Production Tax to the communities impacted by extractive industry projects. The amounts transferred were calculated on the basis of 2021 revenues, demonstrating the government’s commitment to promoting sustainable development and directly benefiting local communities.

In addition, this measure highlights the ongoing effort to ensure that the benefits of the extractive industry reach the affected communities, contributing to a more equitable distribution of the wealth generated by these sectors.

MozParks apresenta o seu modelo de funcionamento para parques industriais em Maputo

A Província de Cabo Delgado organizou uma série de eventos de 22 a 24 de maio em Maputo, apresentando oportunidades de investimento e promovendo o desenvolvimento económico na região de Cabo Delgado. Estes eventos incluíram reuniões de alto nível e uma mesa redonda abrangente centrada no papel da indústria extractiva na estabilização e dinamização da economia local.

A mesa redonda foi liderada por Valige Tauabo, Governador da Província de Cabo Delgado. A ele se juntaram Silvino Moreno, Ministro da Indústria e Comércio, e Moisés Paulino, Director Nacional de Hidrocarbonetos e Combustíveis do Ministério dos Recursos Minerais e Energia, bem como representantes de outras partes interessadas.

“Cabo Delgado é uma região rica em recursos minerais e tem um potencial de desenvolvimento significativo, mas precisamos do apoio dos nossos parceiros para nos ajudar a desenvolver a economia, criar mais empregos e garantir um futuro melhor para o povo de Cabo Delgado e de todo o Moçambique”, afirmou o Governador Tauabo.

O Ministro Moreno destacou que as indústrias extractivas em Moçambique requerem uma cadeia de abastecimento estruturada para apoiar o processo de industrialização do país.

Moisés Paulino, Director Nacional de Hidrocarbonetos e Combustíveis, destacou a riqueza da região em recursos energéticos e minerais: “Cabo Delgado é rico em recursos minerais, incluindo minerais sólidos, rubi, ouro, grafite e gás. Estes recursos podem ajudar a impulsionar o desenvolvimento socioeconómico da região”, observou Paulino.

Onorio Manuel, Director Geral da MozParks, destacou as oportunidades de desenvolvimento na região de Cabo Delgado e apresentou o modelo e as vantagens da Cabo Delgado Parks, uma rede de parques industriais nos distritos de Montepuez, Balama, Ancuabe e Palma, juntamente com uma base logística em Pemba. Esta rede, operada pela MozParks, visa acelerar o desenvolvimento económico, promover o emprego dos jovens e desenvolver a economia verde. Em colaboração com a Fundação MozYouth, já foi desenvolvida uma série de programas.

“A MozParks opera dois parques industriais no país. Os nossos parques funcionam em torno de empresas-âncora que atraem outros projectos, trabalhando em conjunto para desenvolver a região através da criação de novos empregos e do apoio às PME. Este é um modelo comprovado e a nossa missão é continuar a desenvolver outras regiões de Moçambique com base neste modelo. Mas, para isso, é importante trazer e manter os fornecedores em Cabo Delgado, onde as operações estão a decorrer”, disse Manuel.

Os parques em Cabo Delgado oferecerão diversas instalações, incluindo agro-processamento, construção, logística, energia renovável, apoio às PME, formação, segurança, assistência à certificação, conservação, espaços para ONGs, armazéns frigoríficos, áreas comerciais, uma praça de alimentação, instalações desportivas e residências para promover um ambiente de negócios holístico e sustentável.

Geert Klok, Presidente da Câmara de Minas de Moçambique, classificou a iniciativa dos Parques de Cabo Delgado como vantajosa para todas as partes interessadas. “O desenvolvimento económico local pode beneficiar todas as partes interessadas. Os parques industriais situados perto de indústrias âncora, como a mineração, podem proporcionar emprego para as comunidades anfitriãs e oportunidades para os empresários locais”, afirmou Klok.

Um destaque significativo da mesa redonda foi o lançamento oficial do sítio Web dos Parques de Cabo Delgado, uma nova plataforma dedicada a promover e facilitar o investimento nos parques industriais da região. O sítio Web foi inaugurado pelo Governador da Província de Cabo Delgado e pelo Ministro Moreno, marcando o início da mesa redonda.

Esta nova plataforma digital visa aumentar a transparência, fornecer informações actualizadas sobre oportunidades de investimento e apoiar o desenvolvimento estratégico dos parques industriais em Cabo Delgado. O lançamento marca um passo fundamental nos esforços da província para atrair investidores globais e impulsionar o crescimento económico sustentável.

Sobre a MozParks

A MozParks é um promotor e operador de Zonas Económicas Sustentáveis, estabelecido como uma parceria público-privada entre a Agência Governamental Moçambicana para a Promoção do Investimento e Exportação (APIEX) e investidores suíço-moçambicanos. Sendo o único operador de parques industriais em Moçambique, a MozParks gere parques em Beluluane e Nampula, com planos de expansão para a província de Cabo Delgado. Até à data, a MozParks atraiu mais de 50 empresas de 18 países, assegurando mais de USD 3 mil milhões em investimentos no parque de Beluluane, na província de Maputo.