Sunday, June 21, 2026
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Mozambique proposes adapted approach to energy transition for developing countries

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Mozambique argues that global targets for reducing greenhouse gas emissions by 2050 should take into account the specific contexts and challenges of developing countries. During a congress held in Italy, the permanent secretary of the Ministry of Mineral Resources and Energy, António Saínda, presented this position at a high-level panel.

António Saínda emphasized the importance of coordinated international action to reduce emissions of environmentally harmful gases, in line with the 2021 Paris Agreement. However, he stressed the need for these targets to be realistic, considering the current economic difficulties and the development needs of African countries such as Mozambique.

One of the main challenges pointed out by Saínda includes access to climate finance, human resource training and technology transfer, crucial elements if developing countries are to achieve their energy targets. He stressed that financing can meet domestic energy needs and consolidate Mozambique’s position as a producer and supplier of green energy in the southern African region.

Mozambique has significant energy potential, with estimates including 18 Gigawatts of hydroelectric sources, 185 Tcf of natural gas, 25 billion tons of coal reserves, 23,000 Gigawatts of solar energy and 5.6 Gigawatts of wind energy. The country is currently implementing renewable energy projects with a capacity of 100MWp, such as Mphanda Nkuwa, Boroma and Lupata, as well as building small floating photovoltaic plants to supply energy to communities on several of the country’s islands.

During the congress in Milan, Mozambique reaffirmed its facilitating role in the global energy transition, especially through gas, positioning itself as a generating energy center in the southern African region and boosting its own energy transition. Government representatives also met with global leaders such as former British Prime Minister Tony Blair and former US Secretary of State John Kerry to discuss financing and the transition to green energy.

The event was also attended by ministers of mineral resources from countries such as Azerbaijan, Pakistan, Sierra Leone and Ghana, who discussed strategies to promote an inclusive energy transition adapted to the realities of developing countries.

Cabo Delgado revokes idle mining licenses to stimulate new investment

Cabo Delgado revoga licenças mineiras ociosas para estimular novos investimentos

Authorities in Cabo Delgado province are canceling mineral exploration licenses that have not been used after years of being granted, in order to make room for new investments. The director of the Provincial Infrastructure Service, Norte Luali, revealed that of the 595 mining licenses initially granted, approximately 200 have been withdrawn due to their idleness. Currently, only eight concessions are operational in the region, despite the previous interest of several companies in exploiting resources such as ruby, gold and tourmalines.
The measure aims to reactivate the mining sector in Cabo Delgado, allowing new interested companies to invest and contribute to local economic development. The region has been an attraction for business groups, especially after the increase in requests for licenses, coinciding with a period marked by terrorist activities, as pointed out by studies by the Center for Public Integrity (CIP) and the Rural Environment Observatory (OMR).

It should be noted that reserve general Raimundo Pachinuapa is one of the main license holders in the region, including Mwiriti Mining Limitada, where he holds 60% of the shares. The initiative to cancel idle licenses is seen as a strategy to optimize the use of natural resources and foster sustainable development in Cabo Delgado, and it is hoped that the measure will result in economic and social benefits for the province.

Cabo Delgado revoga licenças mineiras ociosas para estimular novos investimentos

Cabo Delgado revoga licenças mineiras ociosas para estimular novos investimentos
Autoridades da província de Cabo Delgado estão cancelando licenças de exploração mineral que não foram utilizadas após anos de sua concessão, visando abrir espaço para novos investimentos. O director do Serviço Provincial de Infra-estruturas, Norte Luali, revelou que das 595 licenças mineiras inicialmente concedidas, aproximadamente 200 foram retiradas devido à sua ociosidade. Actualmente, apenas oito concessões estão operacionais na região, apesar do interesse anterior de várias empresas em explorar recursos como rubi, ouro e turmalinas.

A medida visa reactivar o sector mineral em Cabo Delgado, permitindo que novas empresas interessadas possam investir e contribuir para o desenvolvimento económico local. A região tem sido um atractivo para grupos empresariais, especialmente após o aumento das solicitações de licenças, coincidindo com um período marcado por actividades terroristas, conforme apontado por estudos do Centro de Integridade Pública (CIP) e do Observatório do Meio Rural (OMR).

Destaca-se que o general na reserva Raimundo Pachinuapa é um dos principais detentores de licenças na região, incluindo a Mwiriti Mining Limitada, onde detém 60% das acções. A iniciativa de cancelar as licenças ociosas é vista como uma estratégia para optimizar o uso dos recursos naturais e fomentar um desenvolvimento sustentável em Cabo Delgado, esperando-se que a medida resulte em benefícios económicos e sociais para a província.

Banco Mundial destina 150 Milhões de dólares para impulsionar o sector energético em Moçambique

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O Banco Mundial vai canalizar  150 milhões de dólares em Moçambique para implementar o Projecto de Melhoria da Qualidade e Eficiência Energética (PERIP). Este projecto visa fortalecer as infra-estruturas eléctricas em várias províncias, incluindo Maputo, com o objectivo principal de aumentar a eficiência e a confiabilidade do sistema eléctrico.

Nilsa Pelembe, directora nacional de Operação do Sistema na Electricidade de Moçambique (EDM), explicou que o PERIP já começou a instalar novos equipamentos em subestações para melhorar o fornecimento de energia às famílias na cidade de Maputo. Além disso, o projecto inclui a reparação de 16 subestações e oito linhas de transmissão, bem como a construção de seis novas linhas para reforçar a capacidade e a robustez do sistema eléctrico.

A iniciativa não se limita a Maputo; também abrangerá outras regiões como Nampula, Zambézia e Niassa, alinhando-se com os esforços do governo para ampliar o acesso à electricidade em todo o país. Pelembe ressaltou que o objectivo é melhorar significativamente a qualidade de vida da população, atendendo aos desafios presentes e futuros no fornecimento de energia.

Recentemente, a EDM revelou que os custos anuais com iluminação pública em todo o país chegam a 20 milhões de dólares, destacando a necessidade urgente de eficiência na gestão dos recursos energéticos. Com um aumento de cerca de 50% na demanda energética nos últimos três anos devido ao crescimento no número de consumidores, esses investimentos se tornam ainda mais cruciais para o desenvolvimento sustentável de Moçambique.

O investimento do Banco Mundial no PERIP representa um passo significativo para fortalecer a infra-estrutura energética do país, promovendo uma melhoria substancial na qualidade de vida dos cidadãos e apoiando os objectivos estratégicos do governo de expandir o acesso à electricidade.

World Bank earmarks 150 million dollars to boost Mozambique’s energy sector

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The World Bank will channel 150 million dollars into Mozambique to implement the Energy Quality and Efficiency Improvement Project (PERIP). This project aims to strengthen the electricity infrastructure in several provinces, including Maputo, with the main objective of increasing the efficiency and reliability of the electricity system.

Nilsa Pelembe, national director of System Operation at Electricidade de Moçambique (EDM), explained that PERIP has already started installing new equipment in substations to improve the energy supply to families in Maputo city. In addition, the project includes the repair of 16 substations and eight transmission lines, as well as the construction of six new lines to strengthen the capacity and robustness of the electricity system.

The initiative is not limited to Maputo; it will also cover other regions such as Nampula, Zambézia and Niassa, in line with the government’s efforts to expand access to electricity throughout the country. Pelembe stressed that the aim is to significantly improve the population’s quality of life, meeting the present and future challenges in energy supply.

EDM recently revealed that annual costs for public lighting across the country amount to 20 million dollars, highlighting the urgent need for efficiency in the management of energy resources. With an increase of around 50% in energy demand over the last three years due to the growth in the number of consumers, these investments become even more crucial for Mozambique’s sustainable development.

The World Bank’s investment in PERIP represents a significant step towards strengthening the country’s energy infrastructure, promoting a substantial improvement in citizens’ quality of life and supporting the government’s strategic objectives of expanding access to electricity.

Não há inclusão financeira e transição digital sem caracterizar o comportamento do consumidor ou cliente dos serviços financeiros

A inclusão financeira e a transição digital são temas cruciais para o desenvolvimento de Moçambique. No entanto, para alcançar esses objectivos, é essencial entender o comportamento do consumidor e do cliente dos serviços bancários e financeiros no país.

A inclusão e literacia financeira são desafios persistentes. Em Moçambique, 48% da população adulta possui uma conta bancária, com uma pontuação global de literacia financeira de 51,48 para a população adulta (15 anos ou mais). Estes números mostram que, embora quase metade da população adulta tenha acesso a serviços bancários, há muito espaço para melhorar a literacia financeira e digital.

A penetração de tecnologia móvel é significativa, com 77% dos agregados familiares possuindo um telemóvel. Em 2022, 83% da população adulta tinha uma conta de moeda eletrónica, totalizando 11,9 milhões de contas. No início de 2023, Moçambique atingiu 6,92 milhões de utilizadores de internet móvel. Esses dados reflectem uma crescente adoção de soluções digitais no país.

Apesar da rentabilidade e dos esforços para promover a inclusão financeira, o sector bancário em Moçambique enfrenta desafios significativos, tais como:

  • Aumento do risco no cumprimento da legislação contra o branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo: A conformidade com regulamentos é crucial para manter a integridade do sistema financeiro.
  • Falta de registos financeiros de qualidade e deterioração da qualidade da carteira de crédito: A gestão eficiente e transparente das finanças é vital para a confiança e estabilidade do sector.
  • Capacidade de poupança: A baixa capacidade de poupança limita o crescimento económico e a segurança financeira das famílias.
  • Risco cibernético e fraudes: A segurança digital é uma preocupação crescente com o aumento das transações online e mobile.

A digitalização da economia moçambicana é uma realidade cada vez mais presente. O número de contas e o volume de operações efectuadas pelas Instituições de Moeda Eletrónica (IME) têm crescido significativamente:

  • Contas nas IME: O número de contas de mobile money aumentou de 11,4 milhões em 2021 para 11,9 milhões em 2022, e atingiu 16,5 milhões em 2023.
  • Operações financeiras: Foram realizadas 400 milhões de operações pelas instituições de IME, refletindo a crescente utilização e número de contas nos últimos três anos.

A digitalização traz inúmeras oportunidades para a inclusão financeira e a literacia financeira:

  • Capacidade instalada de Contas em Moeda Eletrónica: Facilita a construção da literacia financeira e gestão de poupanças.
  • Desafios da literacia financeira: Embora a taxa de literacia financeira e a percentagem da população com contas bancárias activas estejam a melhorar, ainda há um longo caminho a percorrer.
  • Exclusão dos principais produtos e serviços bancários: A população com acesso a contas de mobile money frequentemente fica excluída de produtos bancários essenciais como crédito, que são relevantes para o desenvolvimento económico.

O apetite por plataformas tecnológicas é evidente entre os consumidores moçambicanos, particularmente os jovens. Isso representa uma grande oportunidade para captar novos clientes e melhorar a experiência do cliente através de:

  1. Implementação de soluções de mobile banking: Facilita o acesso a serviços financeiros de maneira conveniente e segura.
  2. Implementação de workflows de processos: Optimiza a eficiência operacional e melhora o atendimento ao cliente.

Em resumo, a inclusão financeira e a transição digital em Moçambique dependem de uma compreensão profunda do comportamento dos consumidores. Ao abordar os desafios e aproveitar as oportunidades, o país pode construir um sistema financeiro mais inclusivo, seguro e eficiente.

Workshop de facilitação de acesso ao financiamento para MPMEs em Nampula

A cidade de Nampula foi palco de um evento transformador nesta quinta-feira (04), promovido pelo projecto FTF Premier-Oholo (PRO), uma iniciativa financiada pela USAID e pela SDC. O workshop visou conectar as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) com serviços de desenvolvimento empresarial (BDS) e instituições financeiras que operam no Corredor de Nacala.

Durante o workshop, mais de 40 MPMEs tiveram a oportunidade de descobrir novos produtos financeiros, entender os perfis de mutuários desejados e aprender sobre os critérios de elegibilidade para crédito. Espera-se que essas interações resultem em novas parcerias e num mercado local mais forte.

Estas MPMEs são fruto de uma intervenção integrada do projecto PRO que incluiu capacitações em habilidades de gestão empresarial, mentoria, preparação de planos de negócios e networking. Hoje, estão prontas para aderir de forma competitiva e sustentável às soluções de financiamento disponíveis no Corredor de Nacala.

Participaram deste workshop seis instituições financeiras, seis prestadores de BDS, representantes de projectos parceiros, autoridades locais e organizações da sociedade civil. Este foi um passo crucial para criar um sistema de mercado mais inclusivo e sustentável.

Segundo Muhamad Hanif, Director do projecto FTF Premier-Oholo, o objetivo é “garantir que essas empresas tenham acesso aos recursos financeiros necessários para prosperar e contribuir para a redução da pobreza e o aumento da segurança alimentar no norte de Moçambique, com principal enfoque no Corredor de Nacala.”

O projecto FTF Premier-Oholo intervém no Corredor de Nacala, que começa no porto de Nacala e abrange toda a província de Nampula, bem como os distritos adjacentes da Zambézia, Niassa e Cabo Delgado. O PRO é um projecto de 32,2 milhões de dólares, implementado ao longo de cinco anos, com a colaboração conjunta da Agência dos Estados Unidos da América para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e da Agência Suíça para Desenvolvimento e Cooperação (SDC) nos últimos 3,5 anos.

Maputo acolhe debate sobre Transparência e Gestão da Indústria Extractiva

Maputo vai acolher um encontro significativo no qual representantes de Angola e Moçambique se reúnem para discutir questões de transparência e gestão na indústria extractiva. Durante uma semana, a delegação angolana do Comité de Coordenação da Iniciativa de Transparência na Indústria Extractiva (EITI) trocará experiências com os seus homólogos moçambicanos, focando-se na fiscalização e nos benefícios destinados às comunidades envolvidas nos projectos minerais, segundo O País.

Moçambique, com 15 anos de experiência no Comité de Coordenação da EITI, partilhará o seu vasto conhecimento e práticas consolidadas com Angola, que está há apenas dois anos na organização. “Este intercâmbio de experiências visa fortalecer a capacidade angolana em gerir e fiscalizar os benefícios resultantes dos recursos minerais, assegurando que as comunidades abrangidas sejam devidamente assistidas e beneficiadas”, destacou a fonte.

A gestão transparente dos recursos naturais e o impacto positivo nas comunidades são questões cruciais para países em desenvolvimento. Moçambique tem seguido rigorosamente a legislação desde 2013, garantindo que os benefícios dos recursos naturais são distribuídos de forma justa e equitativa. Angola, por sua vez, aguarda a validação do seu primeiro relatório de transparência e tem demonstrado um progresso significativo na fiscalização do sector extractivo, que contribui com mais de 90% para o Orçamento Geral do Estado.

O encontro em Maputo, que se prolonga até sexta-feira (5), reunirá técnicos e investigadores das áreas de gás e petróleo, proporcionando uma plataforma para a troca de conhecimentos e o desenvolvimento de estratégias conjuntas que promovam a transparência e a gestão eficiente dos recursos naturais nos dois países. Esta iniciativa, tal como salientado pelo jornal O País, sublinha a importância da cooperação regional para a melhoria das práticas de governação no sector dos recursos naturais.

Moçambique entre os seis países africanos que repartirão US$ 94 milhões concedidos pela Noruega

A Noruega acaba de assumir um compromisso para alocar cerca de 94 milhões dólares americanos, para o apoio a pequenos produtores de seis países africanos, incluindo Moçambique.

Deste pacote, 19 milhões de dólares irão financiar o trabalho da Real Sociedade Norueguesa para o Desenvolvimento (Norges Vel) em Moçambique e na Tanzânia durante os próximos cinco anos.

“Moçambique é um importante parceiro da Noruega na luta pela melhoria da segurança alimentar, actualmente com um pacote de ajuda orçado em aproximadamente 75 milhões de dólares em vários programas e projectos em curso”, refere um comunicado do Governo norueguês.

Com o apoio recentemente anunciado, 75.000 pequenos agricultores moçambicanos terão acesso a mudas de cajueiro e receberão formação em agro-florestação.

“O objectivo é aumentar a produção de alimentos nos períodos em que normalmente a produção de alimentos é baixa e produzir castanha de caju como fonte de renda. O objectivo é que a maior diversidade na produção resulte tanto em aumento de rendimento como em maior resiliência”, explica.

No âmbito do novo acordo, segundo o comunicado, o movimento cooperativo no país também será apoiado na organização dos agricultores para o desenvolvimento da cadeia de valor do caju, com especial atenção para as mulheres.

“Elas também contribuirão para a produção de alimentos seguros, sem aflatoxinas, através da produção e distribuição de AflaSafe. As aflatoxinas representam um risco para a saúde por serem cancerígenas e retardarem o crescimento e desenvolvimento mental das crianças. Ao tornar os alimentos mais seguros, podem ser obtidos importantes ganhos para a saúde dos moçambicanos”, indica.

Ainda no âmbito deste pacote, a Norges Vel, em parceria com a NORCAP (uma iniciativa do Conselho Norueguês para Refugiados – NRC), irá desenvolver e disponibilizar serviços meteorológicos e financeiros, tornando os pequenos produtores de alimentos mais resilientes às mudanças climáticas.

A Norges Vel trabalha em Moçambique, desde 2003 na Zambézia, em colaboração com a Clusa. É também parceira da AMPCM (Associação Moçambicana para a Promoção do Cooperativismo Moderno), desde 2015, em Nampula, e, mais recentemente, na Zambézia e no Niassa.

MPDC lança concurso EPC para o projecto de expansão do terminal de contentores do Porto de Maputo

A Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC) acaba de lançar o concurso de EPC (Engineering, Procurement and Construction) para a fase I de expansão do terminal de contentores do porto de Maputo, operado por um consórcio liderado pela DP World, líder global de supply chain e logístic.

Com o lançamento do concurso dá-se o início das obras de expansão, que foram anunciadas em Fevereiro deste ano, na sequência da extensão do contrato de concessão do Porto de Maputo das actuais 255.000 unidades equivalentes a vinte pés (TEUs) para 530.000 TEUs.

De acordo com o comunicado da MPDC, o concurso, alargado aos contratantes pré-seleccionados, o plano do projecto envolve um desenvolvimento abrangente em várias áreas-chave, designadamente, infra-estruturas civis, mecânicas, eléctricas e de canalização: reabilitações abrangentes para modernizar e melhorar a eficiência das instalações existentes; equipamento de cais e parque de contentores: fornecimento e instalação de equipamento de cais e de parque de contentores de última geração para aumentar a capacidade operacional e, Obras auxiliares: desenvolvimento de estradas de acesso, complexos de portões e outras estruturas de apoio essenciais para facilitar as operações.

A MPDC detalha que o novo cais irá sofrer um alargamento significativo e uma expansão para oeste do cais de carvão existente, resultando num comprimento total de cais de 650 metros para a Fase 1. Esta extensão irá permitir a instalação de três guindastes Ship-to-Shore (STS) Super Post Panamax, aumentando significativamente a capacidade de manuseamento do terminal.

“Uma parte integrante do projecto é o aprofundamento do cais para -16m (cais 11 e 12). O cais 10 permanece a -12m. Esta melhoria é crucial para acomodar navios maiores, aumentando assim a capacidade de movimentação do terminal”. Refere o comunicado da MPDC

Após a conclusão, que se espera que aconteça antes do final de 2026, o terminal expandido terá uma capacidade de 530.000 TEUs, posicionando Maputo como um hub na rede marítima regional.

Para a MPDC, a expectativa é que, a expansão projectada, impulsione o crescimento económico, melhore as capacidades comerciais e crie numerosas oportunidades de emprego.