Monday, April 13, 2026
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CNOOC expands operations in Mozambique with new offshore contracts

GAS

The China National Offshore Oil Corporation (CNOOC), a leading multinational in the oil sector, has consolidated its presence in Mozambique with the acquisition of five offshore blocks off the country’s coast. The agreement, formalized on Thursday 23 May in a document signed with the Mozambican government, represents a significant step in strengthening bilateral relations and developing the African country’s energy sector.

The oil exploration and production blocks, located in the Angoche and Save sedimentary basins in northern and central Mozambique, offer CNOOC a strategic opportunity to carry out research and production activities in deep-water areas. The Minister of Mineral Resources and Energy, Carlos Zacarias, highlighted the importance of this milestone, stressing that the contract will allow CNOOC to explore new oil resources, thus contributing to the country’s economic growth.

Zacarias expressed optimism about the results of future research, emphasizing that this partnership strengthens ties between Mozambique and China on the global energy scene. For his part, the president of the National Petroleum Institute (INP), Nazário Bangalane, stressed that CNOOC now has eight years to carry out research activities, with the contract subject to review in the event of a lack of oil or gas discoveries.

This agreement marks another step forward in the Mozambican government’s efforts to boost the country’s energy sector and attract foreign investment. With a growing demand for energy and natural resources, Mozambique has become an attractive destination for international oil companies looking for exploration and production opportunities.

CNOOC, which already has a history of collaboration in Mozambique, including a long-term agreement for the purchase and sale of liquefied natural gas (LNG) from the onshore project in Area 1 of the Rovuma basin, reaffirms its commitment to the country and its interest in expanding its oil reserves and production.

With this new contract, Mozambique continues to assert its role as one of the main destinations for investments in the energy sector, taking advantage of its vast natural resource potential and its strategic location on the east coast of Africa.

Coca-Cola celebra 30 anos em Moçambique

É com orgulho que a Coca-Cola SABCO Moçambique (CCSM) celebra este ano, três décadas da sua presença no país.

A CCSM, uma subsidiária da Coca-Cola Beverages Africa (CCBA), iniciou as operações na sua primeira fábrica a 25 de maio de 1994 na Machava, província de Maputo. Este acto marcou o início da produção de Coca-Cola em Moçambique.

Nos últimos 30 anos, a empresa estabeleceu-se como líder na indústria de refrigerantes de Moçambique, fornecendo produtos amplamente consumidos em todo o país. Desde a sua criação, as operações expandiram-se, incluindo o estabelecimento de novas linhas de produção de garrafas de vidro no Chimoio em 1997 e Nampula em 2001.

Em 2016, uma instalação de engarrafamento de classe mundial foi inaugurada na Matola Gare, Província de Maputo. A fábrica foi construída num período de três anos com um custo de 130 milhões de Dólares Americanos.

Hollard expande benefícios a trabalhadores de PMEs

Hollard Moçambique está a expandir a sua oferta de benefícios aos trabalhadores, introduzindo novos produtos ao mercado de seguros, destinado a atender às Pequenas e Médias Empresas em Moçambique.

A empresa está a inovar o portfólio existente ao oferecer benefícios adicionais por um prémio de valor mais acessível. Através do esquema de cobertura três em um, oferece um benefício por morte, um benefício por invalidez e um benefício por funeral para além da cobertura obrigatória de acidentes de trabalho.

Bruna Quintas, Gerente Geral da Divisão de Benefícios a Trabalhadores referiu a propósito que “a cobertura de acidentes de trabalho e doenças profissionais é legislada e é obrigatória, contudo nós a incluímos com benefícios adicionais por morte, invalidez e funeral, para trazer uma solução abrangente e acessível, principalmente para as PMEs”.

Reconhecendo que as necessidades das PMEs variam amplamente, a empresa oferece soluções personalizadas que podem ser adaptadas às circunstâncias e preferências individuais. Seja ajustando os níveis de cobertura, adicionando benefícios opcionais ou modificando os planos de pagamento, as PMEs têm a liberdade de escolher o pacote de seguros que melhor atende às suas necessidades.

Access Bank premiado em quatro categorias pela World Economic Magazine Awards

O Access Bank Mozambique foi distinguido com quatro prémios, atribuídos pela World Economic Magazine Awards. Estes prémios reflectem a aposta do Banco na excelência e na inovação, bem como o compromisso contínuo com a satisfação dos Clientes.

A World Economic Magazine Awards é uma prestigiada revista que reconhece e homenageia as empresas com um percurso consistente no mercado financeiro global. Os prémios são atribuídos por mérito e realçam factores como o sucesso no mercado, a sustentabilidade, o crescimento do negócio e a inovação. Critérios que marcam o percurso do Access Bank Mozambique enquanto Banco responsável, atento e comprometido com o desenvolvimento sustentável de Moçambique.

Na presente edição, o Access Bank foi galardoado com os prémios de Melhor Banco em Responsabilidade Social Corporativa 2024, que destaca as acções de sustentabilidade que tem vindo a desenvolver e o seu compromisso com o bem-estar da comunidade; Melhor Banco para as Mulheres Empreendedoras 2024, que reflecte o seu empenho com o desenvolvimento de iniciativas de capacitação e inclusão das mulheres na sociedade; Melhor Banco em Inclusão Financeira 2024, pela sua constante contribuição para a literacia financeira no país, em especial junto das camadas mais jovens; e ainda o prémio de Melhor Banco em Atendimento ao Cliente 2024, pelo seu empenho em prestar cada vez mais um atendimento e serviço de qualidade.

“Somos mais que um Banco. Somos um Banco responsável, atento às necessidades das Mulheres, preocupado em garantir um serviço de qualidade ao cliente e consciente da importância de promover a literacia financeira no país”, realça Marco Abalroado, Administrador Delegado do Access Bank Mozambique. “Para nós é um orgulho sermos distinguidos com estes prémios que reflectem o esforço e uma forte aposta em trazer inovação para o mercado financeiro nacional”, considera o mesmo responsável. “Sentimo-nos honrados pelo facto de sermos reconhecidos, não só pelos serviços financeiros que oferecemos, mas também pela nossa aposta na sustentabilidade, no empoderamento das mulheres, na inclusão financeira e na promoção da qualidade do atendimento ao cliente”, acrescentou ainda o Administrador Delegado do Access Bank Mozambique que dedica estes prémios às equipas do Banco, “altamente empenhadas em prestar serviços de excelência”.

Novo Código Comercial: Entidades Legais devem registar beneficiário efectivo até 6 de Junho de 2024

Informe | Artigo 99˚ do Código Comercial

Até 6 de Junho de 2024, todas as entidades legais em Moçambique, incluindo sociedades empresariais, consórcios, representações de entidades nacionais ou estrangeiras, associações, fundações, confissões religiosas e outras previstas por Lei, devem proceder ao registo do beneficiário ecfetivo junto da Conservatória de Registo das Entidades Legais.

O não cumprimento desta obrigação resultará na suspensão da capacidade de praticar outros atos de registo na Conservatória de Registo das Entidades Legais até que a situação seja regularizada. Além disso, o incumprimento prolongado poderá levar ao cancelamento das matrículas das entidades envolvidas.

Fundo de Resiliência disponível para microfinanceiras

Os membros da AMOMIF – Associação Moçambicana de Operadores de Microfinanças passam a dispôr de uma linha de crédito para financiarem micronegócios e reforçarem as suas actividades.

A disponibilização desta facilidade resulta de um acordo de cooperação entre esta associação e a Gapi, firmado, recentemente, em Maputo.

Esta linha de crédito – Microfin-Resiliente — é mais uma janela de financiamento aberta pela Gapi com apoio do Fundo de Resiliência, financiado pela USAID.

No acto de assinatura deste acordo, Nância Macaringue, coordenadora do Fundo de Resiliência, sublinhou a importância de se “assegurar que os recursos disponibilizados pelo Povo Americano através da USAID e pelos Accionistas da Gapi sejam bem geridos. E ser bem geridos significa principalmente duas coisas: (i) cumprir com as normas acordadas e haver transparência na prestação de contas; e (ii) ter impacto positivo na vida das famílias das zonas do país a que estes recursos se destinam através da recuperação e relançamento de micro e pequenas empresas que geram empregos e melhorem os rendimentos das famílias nessas zonas”.

O acordo de cooperação estabelecido entre a Gapi e a AMOMIF define esta linha de crédito como um projecto-piloto do qual se pretende colher ensinamentos para a constituição de um instrumento de financiamento mais abrangente e que permita a consolidação e expansão da rede microfinanceira a nível de todo o país.

“Os ciclones, epidemias, cheias, secas e muitos outros fenómenos da natureza ou causados pelo ser humano têm como primeiras vítimas os que são mais frágeis. E sabemos que os mais frágeis são as micro e pequenas empresas, assim como as famílias cuja subsistência depende desses micronegócios. E, além disso, sabemos também que os menos protegidos são as mulheres que, muitas vezes, constituem o único suporte da subsistência diária das famílias com crianças”, disse ainda Macaringue.

Por isso, “este é um projecto-piloto que oferece novos caminhos para que outras instituições genuinamente preocupadas com um desenvolvimento sustentável e inclusivo em Moçambique encontrem neste exemplo uma oportunidade para valorizarem o potencial impacto dos recursos à sua disposição” – concluiu a coordenadora do Fundo de Resiliência.

Maria Isabel Lubrino, vice-Presidente da AMOMIF e co-signatária do memorando, considerou que “este vai permitir, uma maior visibilidade da AMOMIF, vai ser benéfico aos membros, dado que servirá para reforçar as suas necessidades de tesouraria”.

Access Bank Mozambique e ACLM firmam acordo para impulsionar crescimento económico e apoiar PME’s

O Access Bank Mozambique e a Associação de Conteúdo Local de Moçambique (ACLM) assinaram um Memorando de Entendimento com o objectivo de desenvolver e fortalecer iniciativas que promovam o crescimento económico sustentável e a prosperidade das empresas moçambicanas.

O acordo foi formalizado, na terça-feira, 21 de Maio, pelo Administrador Delegado do Access Bank, Marco Abalroado, e pelo Presidente da ACLM, Elthon Chemane, estabelecendo uma base sólida para a cooperação entre as duas entidades em diversas áreas estratégicas.

O memorando tem como objectivo principal estimular o crescimento económico das comunidades locais, apoiando empreendimentos locais, pequenas e médias empresas, e fomentando o desenvolvimento de cadeias de suprimentos regionais. Além disso, visa promover a colaboração dentro da indústria de Petróleo e Gás e outras indústrias relevantes no contexto de conteúdo local.

No âmbito deste acordo, o Access Bank compromete-se a desenvolver e implementar instrumentos financeiros para apoiar empréstimos com redução de risco para agentes económicos moçambicanos. O Banco irá fornecer, ainda, apoio a programas de literacia financeira, através de iniciativas de capacitação para melhorar as competências de gestão financeira das empresas e comunidades locais. Serão, também, concebidos e implementados programas de empréstimo digital. Através do balcão de Pemba será prestado apoio directo às empresas e à comunidade local, com foco no desenvolvimento de conteúdo local.

Por sua vez, a ACLM irá apoiar o Access Bank no alinhamento das iniciativas de conteúdo local do Banco, garantindo que cumprem os padrões da indústria e os requisitos regulamentares. A Associação fornecerá, ainda, dados e informações relevantes de conteúdo local sobre beneficiários elegíveis para diversas iniciativas, auxiliando na concepção e implementação de programas, além de outras disposições regentes do acordo.

Após a assinatura do memorando, Marco Abalroado afirmou que “o Banco está comprometido com o crescimento económico das comunidades e acredita no potencial do empreendedorismo local”. “Estamos entusiasmados em unir forças com a Associação de Conteúdo Local. Esta colaboração demonstra o compromisso partilhado com a comunidade e com um futuro mais justo e próspero para todos”, acrescentou o Administrador Delegado do Access Bank.

Elthon Chemane, Presidente da ACLM, destacou que este acordo “resultará no desenvolvimento económico sustentável, na medida em que permitirá reduzir assimetrias de informações e garantir que os bancos sejam mais flexíveis a liberar o financiamento às PME”. “Através desta parceria com o Access Bank, pretendemos criar um ambiente mais favorável para as pequenas e médias empresas, proporcionando-lhes as ferramentas necessárias para crescer e prosperar. Estamos confiantes de que esta colaboração trará benefícios significativos para as comunidades locais e contribuirá para um ambiente de negócios mais inclusivo em Moçambique”, sublinhou o Presidente da ACLM.

Com a assinatura deste Memorando de Entendimento, o Access Bank reafirma o seu compromisso na promoção do desenvolvimento económico sustentável e no apoio ao empreendedorismo e produção de bens e serviços de origem local.

Emose obteve lucro de mais de 40 milhões de Meticais em 2023

O resultado líquido da Empresa Moçambicana de Seguros (Emose) foi de 43,46 milhões de Meticais, e o resultado técnico de 112,34 milhões no seu último exercício económico, revelou o Conselho de Administração da empresa em comunicado.

Com o resultado, a empresa diz ter consolidado a sua robustez financeira, estando actualmente com uma taxa de cobertura da margem de solvência de 756,27%.

“A rendibilidade dos capitais próprios, assim como do activo, melhorou significativamente, saindo de uma negatividade de 0,90% para 4,4% positivo e de 0,28% negativo para 1,43% positivos respectivamente, quando comparado com o período homólogo”, refere o comunicado de imprensa da Emose.

No documento, a empresa reconhece que os resultados ainda estão abaixo do desejado. “Acreditamos que, com o compromisso que temos de melhor servir os nossos clientes e agregar valor a cada centavo investido pelos accionistas a curto e médio prazo, poderemos alcançar os resultados pretendidos”, refere o comunicado, citando o Conselho de Administração liderado por Janfar Abdulai. (JP)

Feira Internacional no Maláui: Moçambique exibe potencialidades económicas e atrai Investidores

Cererais

A presença de Moçambique na 34.ª Feira Internacional de Comércio no Maláui destaca o compromisso do país em promover o comércio e o investimento na região. Organizada pela Agência para a Promoção de Investimento e Exportação (APIEX), a participação moçambicana visa explorar oportunidades de negócios e estabelecer parcerias que impulsionem o desenvolvimento económico de ambos os países.

Segundo informações da Rádio Moçambique, a feira multissectorial, que se realiza anualmente, tem como objectivo principal desenvolver os mercados de exportação para produtos e serviços locais e atrair investimentos estrangeiros. A APIEX está aproveitando este evento para destacar as potencialidades das províncias de Sofala, Manica e Tete, visando atrair investidores e promover o intercâmbio comercial entre Moçambique e o Maláui.

Além disso, a participação de Moçambique na feira demonstra o empenho do país em fortalecer a cooperação económica e a integração regional, utilizando os sistemas preferenciais de acesso aos mercados para impulsionar as exportações e promover os produtos moçambicanos nos mercados internacionais.

A Feira Internacional de Comércio, organizada pela Confederação das Câmaras de Comércio e Indústria do Maláui, é uma oportunidade para Moçambique mostrar ao mundo as suas vantagens competitivas e atrair investimentos estrangeiros. Com a presença de representações de 177 empresas e países, o evento promete facilitar o contacto entre os empresários internacionais e estimular o crescimento económico da região.

International Fair in Malawi: Mozambique showcases economic potential and attracts investors

Cererais

Mozambique’s presence at the 34th International Trade Fair in Malawi highlights the country’s commitment to promoting trade and investment in the region. Organized by the Agency for the Promotion of Investment and Exports (APIEX), Mozambique’s participation aims to explore business opportunities and establish partnerships that will boost the economic development of both countries.

According to information from Rádio Moçambique, the multi-sector fair, which is held annually, has the main objective of developing export markets for local products and services and attracting foreign investment. APIEX is taking advantage of this event to highlight the potential of the provinces of Sofala, Manica and Tete, with the aim of attracting investors and promoting trade between Mozambique and Malawi.

In addition, Mozambique’s participation in the fair demonstrates the country’s commitment to strengthening economic cooperation and regional integration, using preferential market access systems to boost exports and promote Mozambican products on international markets.

The International Trade Fair, organized by the Malawi Confederation of Chambers of Commerce and Industry, is an opportunity for Mozambique to show the world its competitive advantages and attract foreign investment. With the presence of representatives from 177 companies and countries, the event promises to facilitate contact between international businesspeople and stimulate economic growth in the region.