Sunday, June 21, 2026
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Conheça os sectores que influenciaram nos níveis da inflação no mês de Maio

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Moçambique testemunhou uma redução na taxa de inflação, que caiu para 3% no mês de Maio, conforme dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O relatório do Índice de Preços no Consumidor (IPC) destacou aumentos nos preços dos sectores de educação, restauração e alimentação, enquanto o país experimentou uma diminuição geral nos preços durante o período em análise.

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), a inflação em Moçambique diminuiu para 3% em Maio, representando uma queda em comparação com os meses anteriores, que registaram taxas de 4,19% em Janeiro, 4% em Fevereiro, 3,03% em Março e 3,26% em Abril.

O relatório do IPC destacou que as divisões de educação, restauração, hotéis, cafés e similares, bem como alimentação e bebidas não alcoólicas, foram os sectores que apresentaram os maiores aumentos de preços, variando entre 10,57%, 5,06% e 4,91%, respectivamente.

Além disso, o documento revelou uma queda nos preços em Maio, com uma diminuição de 0,38% em relação ao mês anterior, quando se registou um aumento de 0,37% em Abril.

Dados anteriores do INE indicaram que a inflação homóloga em Moçambique, medida ao longo de 12 meses, foi de 5,30% em 2023, com uma média anual de 7,1%, superando as previsões governamentais. O crescimento económico do país em 2023 foi de 5%, impulsionado por diversos sectores, incluindo as Indústrias Extractivas, Turismo, Agricultura, Transporte e Comunicações.

Segundo Ludovina Bernardo, porta-voz do Executivo, as políticas e reformas implementadas durante o ano, especialmente aquelas voltadas para a dinamização do sector privado e a atracção de investimentos, contribuíram significativamente para esse crescimento. A inflação média ficou em 7,1%, em contraste com a previsão inicial de 11,5%, demonstrando uma tendência positiva na economia. As Reservas Internacionais Líquidas também se mantiveram robustas, superando as projecções e fortalecendo a credibilidade económica do país.

A queda na taxa de inflação em Maio reflete uma dinâmica económica em evolução em Moçambique, com políticas e reformas direccionadas para promover o crescimento e estabilidade económica. O governo continua comprometido em fortalecer a economia do país, impulsionando sectores-chave e garantindo uma gestão eficaz dos recursos financeiros para o benefício de toda a população.

Find out which sectors influenced inflation levels in May

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Mozambique witnessed a reduction in the inflation rate, which fell to 3% in May, according to data released by the National Statistics Institute (INE). The Consumer Price Index (CPI) report highlighted price increases in the education, restaurant and food sectors, while the country experienced a general decrease in prices during the period under review.

According to the National Statistics Institute (INE), inflation in Mozambique fell to 3% in May, representing a drop compared to the previous months, which recorded rates of 4.19% in January, 4% in February, 3.03% in March and 3.26% in April.

The CPI report highlighted that the education, catering, hotels, cafés and similar divisions, as well as food and non-alcoholic drinks, were the sectors that showed the biggest price increases, ranging from 10.57%, 5.06% and 4.91%, respectively.

In addition, the document revealed a drop in prices in May, with a decrease of 0.38% compared to the previous month, when there was an increase of 0.37% in April.

Previous INE data indicated that year-on-year inflation in Mozambique, measured over 12 months, was 5.30% in 2023, with an annual average of 7.1%, exceeding government forecasts. The country’s economic growth in 2023 was 5%, driven by various sectors, including Extractive Industries, Tourism, Agriculture, Transportation and Communications.

According to Ludovina Bernardo, spokesperson for the Executive, the policies and reforms implemented during the year, especially those aimed at boosting the private sector and attracting investment, contributed significantly to this growth. Average inflation stood at 7.1%, in contrast to the initial forecast of 11.5%, demonstrating a positive trend in the economy. Net International Reserves also remained robust, exceeding projections and strengthening the country’s economic credibility.

The fall in the inflation rate in May reflects an evolving economic dynamic in Mozambique, with policies and reforms aimed at promoting economic growth and stability. The government remains committed to strengthening the country’s economy, boosting key sectors and ensuring effective management of financial resources for the benefit of the entire population.

MEF: Sector mineiro registou um crescimento 33% no primeiro trimestre de 2024

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O Ministério da Economia e Finanças (MEF) anunciou um aumento na produção de ouro em Moçambique, com mais de 461 quilogramas registados no primeiro trimestre deste ano, marcando um aumento de 33% em comparação com o mesmo período de 2023.

Segundo informações divulgadas pelo MEF, a produção de ouro no país no primeiro trimestre de 2024 superou os 461 quilogramas, representando um notável crescimento em relação aos 346,3 quilogramas registados no mesmo período do ano anterior. Este marco corresponde a cerca de 29% da produção total de 1,5 toneladas projectadas para o ano de 2024.

O relatório elaborado pela instituição destaca ainda que o valor de cada quilograma de ouro no mercado internacional está estimado em cerca de 68 mil euros, o que coloca a produção total moçambicana do período em referência em aproximadamente 31,5 milhões de euros.

Além disso, dados recentemente divulgados pelo Banco de Moçambique (BdM) revelam que as reservas de ouro do país aumentaram em 13,4% no ano de 2023, atingindo um valor superior a 261,1 milhões de dólares. Essas reservas, que incluem ouro amoedado, em barra ou lingote, fazem parte das reservas cambiais do banco central.

Ao final de 2023, as reservas cambiais moçambicanas totalizavam mais de 229,6 mil milhões de meticais, mostrando uma diminuição em relação ao ano anterior. Esse dado reflete uma tendência de variação no valor das reservas ao longo do tempo, influenciada por factores económicos globais e locais.

O aumento na produção de ouro em Moçambique sinaliza uma tendência positiva para a economia do país, fortalecendo as reservas cambiais e contribuindo para o crescimento económico. O governo e as autoridades relevantes continuam a monitorar de perto esses desenvolvimentos, visando promover um ambiente propício para o sector minerador e garantir benefícios duradouros para a população moçambicana.

MEF: Mining sector grew 33% in the first quarter of 2024

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The Ministry of Economy and Finance (MEF) has announced an increase in gold production in Mozambique, with more than 461 kilograms recorded in the first quarter of this year, marking a 33% increase compared to the same period in 2023.

According to information released by the MEF, gold production in the country in the first quarter of 2024 exceeded 461 kilograms, representing a notable increase on the 346.3 kilograms recorded in the same period of the previous year. This milestone corresponds to around 29% of the total production of 1.5 tons projected for 2024.

The report prepared by the institution also highlights that the value of each kilogram of gold on the international market is estimated at around 68,000 euros, which puts total Mozambican production for the period in question at approximately 31.5 million euros.

In addition, data recently released by the Bank of Mozambique (BdM) reveals that the country’s gold reserves increased by 13.4% in 2023, reaching a value of over 261.1 million dollars. These reserves, which include gold bullion, bars and ingots, are part of the central bank’s foreign exchange reserves.

At the end of 2023, Mozambican foreign exchange reserves totaled more than 229.6 billion meticais, showing a decrease on the previous year. This figure reflects a trend of variation in the value of reserves over time, influenced by global and local economic factors.

The increase in gold production in Mozambique signals a positive trend for the country’s economy, strengthening foreign exchange reserves and contributing to economic growth. The government and relevant authorities continue to monitor these developments closely, with a view to promoting an enabling environment for the mining sector and ensuring lasting benefits for the Mozambican population.

Kenmare investe em modernização para ampliar a produção de ilmenite em Moçambique

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A empresa de mineração Kenmare está avançando com um ambicioso projecto de modernização e transição em Moçambique, visando ampliar significativamente sua produção de ilmenite, um mineral essencial na fabricação de tintas, plásticos e produtos cosméticos. A transição do WCP A para a mina de Nataka está prevista para fins de 2025, abrindo as portas para a exploração dos vastos recursos minerais de Moma e prometendo garantir décadas de actividade produtiva.

Em 2023, a Kenmare já produziu quase um milhão de toneladas de ilmenite. Com a modernização e transição do WCP A, espera-se que a produção aumente para 1,2 milhões de toneladas por ano, impulsionando ainda mais a posição da empresa no mercado global. Michael Carvill, diretor-geral da Kenmare, enfatizou que o investimento está alinhado com os objectivos estratégicos da mineradora e seu compromisso com o desenvolvimento da comunidade local por meio da Kenmare Moma Development Association (KMAD).

O investimento significativo inclui não apenas a actualização das instalações, mas também a infra-estrutura adicional necessária. Um estudo de viabilidade definitivo está previsto para ser concluído antes do final do segundo trimestre, fornecendo uma visão clara dos custos e benefícios do projecto.

Carvill destacou que a confiança na equipe e nos activos em Moçambique impulsionou esse investimento. Até o momento, a Kenmare já investiu cerca de 88,4 mil milhões de meticais (1,4 mil milhões de dólares) em Moma, reforçando seu compromisso com o crescimento sustentável e o desenvolvimento económico da região.

Com essa iniciativa, a Kenmare não apenas visa fortalecer sua posição como uma das principais fornecedoras globais de ilmenite, mas também aprofundar seus laços com as comunidades locais e contribuir para o progresso económico de Moçambique.

Kenmare invests in modernization to expand ilmenite production in Mozambique

Minerio

The Kenmare mining company is moving ahead with an ambitious modernization and transition project in Mozambique, aimed at significantly expanding its production of ilmenite, an essential mineral in the manufacture of paints, plastics and cosmetic products. The transition from WCP A to the Nataka mine is scheduled for the end of 2025, opening the door to the exploitation of Moma’s vast mineral resources and promising to guarantee decades of productive activity.

In 2023, Kenmare already produced almost one million tons of ilmenite. With the modernization and transition of WCP A, production is expected to increase to 1.2 million tons per year, further boosting the company’s position in the global market. Michael Carvill, Kenmare’s managing director, emphasized that the investment is in line with the mining company’s strategic objectives and its commitment to local community development through the Kenmare Moma Development Association (KMAD).

The significant investment includes not only upgrading the facilities, but also the additional infrastructure required. A definitive feasibility study is scheduled to be completed before the end of the second quarter, providing a clear picture of the project’s costs and benefits.

Carvill stressed that confidence in the team and the assets in Mozambique had driven this investment. To date, Kenmare has invested around 88.4 billion meticais (1.4 billion dollars) in Moma, reinforcing its commitment to sustainable growth and economic development in the region.

With this initiative, Kenmare not only aims to strengthen its position as one of the main global suppliers of ilmenite, but also to deepen its ties with local communities and contribute to Mozambique’s economic progress.

Prémio de melhor CEO do sector bancário atribuído ao PCE do BCI

Francisco Costa, Presidente da Comissão Executiva (PCE) do BCI, conquistou o prémio de melhor CEO do sector bancário “Best CEO Banking”, atribuído pela International Finance Magazine (IFM), com sede em Londres.

A distinção foi atribuída em reconhecimento ao desempenho do PCE do BCI, que lidera a organização com uma estratégia visando torná-la referência no sistema financeiro. É ainda justificada pelos excelentes resultados do BCI, banco que mantém a implementação da sua estratégia de reforço da qualidade e diversidade dos produtos e serviços disponibilizados às famílias, empresas e às comunidades, em geral.

Com os prémios atribuídos, após o processo de avaliação por consultores especializados, o IFM reconhece profissionais e instituições excepcionais que proporcionam elevados padrões de inovação, crescimento, e contribuem para o desenvolvimento das organizações.

Atribuídos por uma prestigiosa publicação, que tem como público-alvo os principais decisores financeiros do mundo, os prémios IFM são concebidos para celebrar a excelência na indústria financeira internacional, fazendo uma diferença significativa, e acrescentando valor através de inovação, liderança no mercado e desempenho exemplar.

Esta atribuição inclui iniciativas relacionadas com responsabilidade social corporativa, governança corporativa, entre outras, que têm impacto positivo na comunidade.

Amantes da Liga dos Campeões vivem emoções da final em Maputo

A Liga dos Campeões da UEFA, a chamada liga milionária, juntou na capital do país, Maputo, cerca de 850 espectadores que, de perto, viveram com paixão e entusiasmo a final da prova, conquistada pela equipa espanhola do Real Madrid, após vencer os alemães do Borusia Dortumund por 0-2.

O Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM) foi a catedral desta importante competição europeia, num evento organizado pela HEINEKEN Moçambique, no âmbito de uma acção global levada a cabo pelo Grupo.

Esta é a décima quinta vez (15a) que os Merengues conquistaram este prestigiado torneio, reafirmando, deste modo, a sua posição de clube com mais títulos nesta prova. Os Auri-Negros buscavam o seu segundo troféu, depois de terem conquistado, pela última vez, na época 1996/97.

“Foi uma final épica e à dimensão desta competição que se chama: Liga dos Campeões. Conseguimos, ao estilo que nos é característico, proporcionar aos amantes desta lendária prova, uma final verdadeiramente de sonho. A “Final de Maputo” foi concebida tendo no horizonte os verdadeiros fãs, pois, estes é que dão brilho e simbolismo a esta prestigiada competição”, disse Filipa Neves, Directora de Marketing da HEINEKEN Moçambique.  

A HEINEKEN Moçambique proporcionou uma experiência sem igual aos aficionados pela prova, num ano em que as atenções estão centradas nos “verdadeiros fãs” desta lendária prova.

O jogo da final foi disputado no mítico estádio do Wembley, em Londres, Reino Unido. Esta foi a oitava vez em que este magnífico estádio acolheu a fase final do torneio.

Para alcançar a final, a equipa do Real Madrid derrotou, nas meias-finais, os alemães do Bayern de Munique. O Burusia Dortumund deixou para trás a toda poderosa equipa do Paris Saint-Germain, numa meia-final verdadeiramente eletrizante. Esta foi a última edição em que a Liga dos Campeões da UEFA foi disputada no formato de fase de grupos.

A realização do evento da final em Maputo faz parte de um conjunto de iniciativas que a HEINEKEN Moçambique tem levado a cabo com vista a aproximar cada vez mais a marca aos consumidores bem assim reforçar a sua presença no mercado moçambicano.

Importa salientar que, em 2022, a multinacional holandesa levou, pela primeira vez, às ruas de Maputo, a Taça (a orelhuda) da Liga dos Campeões, no âmbito da iniciativa Trophy Tour.

A edição passada (2022-2023) da mais importante prova futebolística do calendário europeu foi conquistada pela equipa do Manchester City, após derrotar, na final, a Inter de Milão.

Moçambique e Brasil firmam acordo para impulsionar biocombustíveis e desenvolvimento económico

Refueling the car with biofuel

Durante o Fórum Biodiesel realizado esta semana em São Paulo, Brasil, Moçambique e Brasil deram um passo significativo no sentido do desenvolvimento conjunto de biocombustíveis ao assinarem um memorando de entendimento (MoU). O evento, centrado no tema “Tecnologia e Inovação”, foi descrito como um marco importante na cooperação entre os dois países.

O MoU foi formalizado entre a União Brasileira dos Produtores de Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio) e o Gabinete do Pacote de Estímulo Económico (PAE) de Moçambique, representado por João Macaringue, conforme divulgado pelo Further Africa. Este acordo reforça a medida 10 do pacote do país, que estabelece a obrigatoriedade da mistura de combustíveis importados com biocombustíveis.

Com o Brasil liderando o mercado mundial de biocombustíveis, sustentado por vastos recursos agrícolas e políticas governamentais favoráveis, a parceria entre os dois países é estratégica. O Brasil se destaca como principal produtor global de etanol e biodiesel, beneficiando-se de tecnologia avançada, elevados investimentos em pesquisa e desenvolvimento, e uma forte procura interna e externa.

Moçambique, com condições climáticas, geográficas e de uso da terra semelhantes às do Brasil, é considerado um parceiro ideal para essa iniciativa. A parceria visa promover o desenvolvimento e a adoção de biocombustíveis, alinhando-se com as metas de transição energética de Moçambique apresentadas na COP 28.

Prevê-se que o MoU atraia investimentos substanciais do Brasil para Moçambique, impulsionando a pesquisa, o desenvolvimento e a capacidade produtiva no setor dos biocombustíveis. Este influxo de capital representa uma oportunidade promissora para investidores, potencialmente aumentando a lucratividade das empresas de biocombustíveis e valorizando as suas ações. Além disso, o acordo deverá criar empregos em Moçambique, especialmente na indústria de biocombustíveis, com o suporte e a expertise do setor privado brasileiro. A expansão de fábricas e instalações exigirá mão-de-obra qualificada, impulsionando o crescimento económico nas áreas envolvidas.

Governo implementa medidas para impulsionar economia, mas sector mineiro requer atenção específica

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Em 2022, o Governo lançou o Pacote de Medidas de Aceleração Económica (PAE) com o objectivo de aprimorar o ambiente de negócios, visando reduzir a burocracia e aumentar a eficiência económica. Apesar dos esforços, iniciativas adicionais são necessárias para fortalecer o setor mineiro, conforme destacado pelo Conselho de Ministros de Moçambique (CMM), que instou à inclusão da indústria mineira em futuros pacotes económicos, reconhecendo a importância de abordar os desafios específicos enfrentados pelo setor.

Embora as empresas mineiras tenham recebido positivamente os esforços do Governo para melhorar o ambiente empresarial, persistem preocupações quanto à implementação de certas medidas. Por exemplo, o decreto de preços de referência para as exportações de recursos naturais, introduzido em 2023, gerou controvérsias. Nesse sentido, a CMM ressaltou a necessidade de um cadastro mineiro mais eficiente e a resolução de questões fiscais, como os reembolsos do imposto sobre o valor acrescentado e os estrangulamentos dos preços de referência.

“Melhorias no cadastro mineiro do Instituto Nacional de Minas (INAMI) são essenciais para agilizar os processos de pedido de licenças, reduzir as taxas e simplificar as aprovações de transferência de ações”, enfatizou Geert Klok, referindo-se à urgência de medidas para impulsionar o setor mineiro e maximizar seu potencial contributivo para a economia nacional.