Wednesday, April 22, 2026
spot_img
Home Blog Page 215

March prime rate cut to 23.10%

As part of the agreement on the Single Index of the Mozambican Banking System, the Mozambican Banking Association (AMB) announced the rates to be in force in March 2024. According to the AMB, the Single Index, the Cost Premium and the Prime Rate of the Mozambican Financial System were set as follows:

Single Index Rate (calculated by Banco de Moçambique – BM): 16.90%
Cost Premium (calculated by AMB): 6.20%
Prime Rate of the Mozambican Financial System: 23.10%

The Single Index, calculated on the basis of information for the period from the 26th of each month to the 25th of the following month, represents the average rate of transactions carried out on the Interbank Money Market for a maturity of one working day. The Cost Premium is the margin that reflects the risk elements of banking activity not included in interbank market operations.

The Prime Rate of the Mozambican Financial System is the single reference rate for variable interest rate credit operations and results from the sum of the Single Index and the Cost Premium. This rate applies to credit operations contracted between credit institutions and financial companies and their customers, with the addition or subtraction of a spread according to the risk analysis of each specific credit category or operation.

The Agreement on the Single Index for the Mozambican Banking System aims to promote transparency in the process of setting variable interest rates and improve the monetary policy transmission mechanism.

In addition, credit institutions must widely disclose to their clients and the general public the standardized interest rate spreads for each category of credit product. For March 2024, the standardized credit spread for each category of credit product will be added to the Prime Rate.

The spread shown in the table is indicative only, and the granting of financing is subject to each bank’s internal risk analysis, in order to assess the borrower’s debt capacity. Each bank reserves the right to apply different additional conditions, depending on the risk profile, commercial and credit history and any protocols signed with the client or their institution. The term, degree of collateral coverage and length of business relationship in all credit categories may vary depending on the risk assessment carried out by each bank.

The spread shown in the table above is only indicative and is fixed for new operations, and the granting of financing is subject to each institution’s internal risk analysis as a way of assessing the borrower’s debt capacity and the associated risk of the operation. Each institution reserves the right to apply different additional conditions depending on its risk profile, commercial and credit history and any protocols signed with the client or their institution.
The term, degree of collateral coverage and length of commercial relationship in all credit categories may vary depending on the risk assessment to be carried out by each institution.

Ignite Power e SIMA Funds reforçam parceria para energia solar em Moçambique

Ignite Power e SIMA Funds reforçam parceria para energia solar em Moçambique

A Ignite Power, empresa líder em soluções de energia solar na África, anunciou uma expansão da sua colaboração com a SIMA Funds Moçambique para o desenvolvimento de projectos de electrificação solar no país. Essa parceria estratégica visa acelerar a implantação de soluções energéticas limpas e acessíveis em comunidades carentes, oferecendo energia confiável, sustentável e acessível a milhões de pessoas.

A SIMA Funds desempenha um papel fundamental na missão da Ignite Power de proporcionar acesso à energia sustentável às comunidades moçambicanas. Em 2023, foram conectadas com sucesso 50 mil residências, impactando directamente a vida de 250 mil pessoas e consolidando a posição da empresa como principal fornecedora de energia solar fora da rede.

Arthur Houston, director-geral da Ignite Moçambique, destacou que a nova parceria permitirá à empresa expandir suas operações e presença no território nacional, contribuindo para um futuro inclusivo e sustentável. Ele ressaltou que os sistemas solares domésticos fora da rede têm se mostrado a solução mais sustentável, acessível e escalável para projectos de electrificação rural em grande escala, e agradeceu à SIMA por compartilhar desses valores e apoiar essa missão.

A Ignite Power é reconhecida por sua liderança em tecnologia climática, focada em fornecer acesso à energia limpa, confiável e acessível a 100 milhões de pessoas em toda a África. A empresa está na vanguarda da inovação energética sustentável, criando um impacto significativo e promovendo um futuro mais limpo e inclusivo para África e para o mundo.

Ignite Power and SIMA Funds strengthen partnership for solar energy in Mozambique

Ignite Power e SIMA Funds reforçam parceria para energia solar em Moçambique

Ignite Power, a leading company in solar energy solutions in Africa, has announced an expansion of its collaboration with SIMA Funds Mozambique for the development of solar electrification projects in the country. This strategic partnership aims to accelerate the deployment of clean and affordable energy solutions in underserved communities, offering reliable, sustainable and accessible energy to millions of people.

SIMA Funds plays a key role in Ignite Power’s mission to provide access to sustainable energy for Mozambican communities. In 2023, 50,000 homes were successfully connected, directly impacting the lives of 250,000 people and consolidating the company’s position as the leading provider of off-grid solar energy.

Arthur Houston, managing director of Ignite Mozambique, pointed out that the new partnership will allow the company to expand its operations and presence in the national territory, contributing to an inclusive and sustainable future. He pointed out that off-grid solar home systems have proven to be the most sustainable, affordable and scalable solution for large-scale rural electrification projects, and thanked SIMA for sharing these values and supporting this mission.

Ignite Power is recognized for its leadership in climate technology, focused on providing access to clean, reliable and affordable energy to 100 million people across Africa. The company is at the forefront of sustainable energy innovation, creating a significant impact and promoting a cleaner, more inclusive future for Africa and the world.

Presidente da República participa da cimeira de países exportadores de gás

Presidente da República participa da cimeira de países exportadores de gás

O Presidente da República, Filipe Nyusi, iniciou uma visita de trabalho de quatro dias à Argélia, onde participará na 7.ª Cimeira de chefes de Estado e de Governo do Fórum dos Países Exportadores do Gás (FPEG/GECF). Nyusi irá manter conversações com governantes argelinos para reforçar as relações de amizade e cooperação, além de visitar locais de interesse económico, histórico e cultural.

A cimeira terá como tema “Fazer do Gás Natural o Recurso Central de um Desenvolvimento Inclusivo e Sustentável”, abordando as tendências e dinâmicas do sector para promover um ambiente global sustentável e fortalecer o papel dos países exportadores de gás.

Moçambique possui vastas reservas de gás natural, com potencial para se tornar um dos dez maiores produtores mundiais até 2040, responsável por 20% da produção de África. Estima-se que as reservas representem receitas potenciais de 100 mil milhões de dólares, destacando a importância do país na transição energética internacional.

Os projectos de desenvolvimento das reservas de gás natural na bacia do Rovuma em Moçambique estão entre os maiores do mundo, com destaque para os projectos liderados pela TotalEnergies e ExxonMobil/Eni. Estes projectos têm o potencial de impulsionar significativamente a economia moçambicana e posicionar o país como um importante jogador no mercado global de gás natural.

President of the Republic attends summit of gas exporting countries

Presidente da República participa da cimeira de países exportadores de gás

The President of the Republic, Filipe Nyusi, has begun a four-day working visit to Algeria, where he will take part in the 7th Summit of Heads of State and Government of the Gas Exporting Countries Forum (FPEG/GECF). Nyusi will hold talks with Algerian leaders to strengthen relations of friendship and cooperation, as well as visiting places of economic, historical and cultural interest.

The summit’s theme will be “Making Natural Gas the Central Resource for Inclusive and Sustainable Development”, addressing the trends and dynamics of the sector to promote a sustainable global environment and strengthen the role of gas exporting countries.

Mozambique has vast reserves of natural gas, with the potential to become one of the world’s top ten producers by 2040, accounting for 20% of Africa’s production. It is estimated that the reserves represent potential revenues of 100 billion dollars, highlighting the country’s importance in the international energy transition.

The projects to develop the natural gas reserves in Mozambique’s Rovuma basin are among the largest in the world, with the projects led by TotalEnergies and ExxonMobil/Eni standing out. These projects have the potential to significantly boost the Mozambican economy and position the country as an important player in the global natural gas market.

Por que investir no mercado de oleaginosas e como exportar para União Europeia?

Por que investir no mercado de oleaginosas e como exportar para União Europeia?

O mercado de amêndoas e oleaginosas tem despertado o interesse de investidores e produtores agrícolas devido ao seu potencial lucrativo e à crescente demanda por produtos naturais e saudáveis. As amêndoas, em particular, são amplamente utilizadas na indústria alimentícia, farmacêutica e de cosméticos, além de serem usadas para o consumo.

A União Europeia (UE) é um dos principais mercados consumidores desses produtos, oferecendo oportunidades significativas para exportadores que desejam expandir seus negócios internacionalmente. No entanto, entrar nesse mercado altamente regulamentado requer conhecimento e preparação.

Neste artigo, exploraremos as razões para investir no mercado de amêndoas e oleaginosas e apresentamos as potencialidades que Moçambique apresenta para entrada no sector.

Sector de amêndoas e oleaginosas: crescimento e evolução

De acordo com a INC, a produção de amêndoas concentrou-se principalmente em
economias de rendimento elevado e médio durante a última década. Entre 2013 e 2022,
a produção mundial aumentou quase seis vezes, passando de 3343 para 5374 mil
toneladas. Durante este período, registou-se uma taxa de crescimento anual composta
de 5,8 %, o que significou um aumento médio anual da produção de 250,600 toneladas.
Em 2022, as amêndoas representaram 27% e 22% do volume de produção mundial, respetivamente, seguidos de castanha de cajú (20%), pistácios (14%) e avelãs (11%). Pinhões, macadâmias, amêndoas do pinheiro e castanha do Pará juntos representaram os restantes 6%.
No mesmo ano, o valor da produção foi estimado em 32,083 milhões de euros, dos quais
o cajú ocupava a maior parte dos 22% (6,962 milhões de euros)

Países exportadores.

Os EUA assumiram a maior parte da produção mundial de amêndoas, com uma quota
média de 36% nas últimas cinco épocas (2018/19-2022/23). As amêndoas, pistácios e
amêndoas foram as culturas mais cultivadas, representando 59 %, 22 % e 15 % da
produção de amêndoas de árvores dos EUA, respetivamente.
A Turquia é o segundo maior produtor e representa 11 % da produção mundial, com as
avelãs a 63 % e os pistácios a 30%.
A produção de amêndoas no grupo «Outros países Africanos» era principalmente
castanha de cajú nos países da África Ocidental e Oriental (Costa do Marfim, Burquina
Faso, Moçambique e Tanzânia), ao passo que a África do Sul era um importante produtor
de Macadamia e de amêndoas. As taxas de crescimento anual mais elevadas entre 2013 e 2022 foram observadas para as amêndoas e macadâmia em 9% cada, seguidas da castanha de cajú (7%). A produção de pistácios e pinhões aumentou em média 5% ao ano, enquanto as amêndoas e avelãs cresceram a uma taxa anual de 3%.

Crescimento no mercado mundial de amêndoas e oleaginosas
Em 2022, o mercado global de amêndoas foi estimado em 44,172 mil toneladas, o que
representa um valor de 55,532 milhões de EUR. O amendoim representou a maior parte
(87,4%) do mercado mundial de amêndoas em volume.

Crescimento do sector

As amêndoas representavam 72 % do mercado em valor, sendo vendidas principalmente em países ocidentais. Na última década, o mercado global de amêndoas tem crescido de forma constante. Houve mudanças nos hábitos alimentares dos consumidores na América do Norte, Europa e Ásia, com um número crescente de vegetarianos e flexitarianos a usar
amêndoas como substituto da carne. Além disso, a crescente popularidade das mistura
de amêndoas como um lanche/aperitivo On-The-Go com propriedades saudáveis
também aumentou o crescimento da indústria de amêndoas. Entre 2020 e 2022, o
mercado mundial aumentou a um CAGR de 4,2 %, passando de 50,286 EUR para
55,532 milhões de EUR.

Crescimento do mercado de amêndoas

Mercado mundial de amêndoas
Em termos de valor, as amêndoas representavam 72 % do mercado mundial de
amêndoas. Em 2022, este mercado ascendeu a 39,983 milhões de EUR. O consumo de
frutos secos concentra-se principalmente nos países de rendimento elevado e médio, de
acordo com a INC.
As amêndoas mais populares incluem amêndoas que representam um quarto do
mercado em termos de valor. As amêndoas foram seguidas por castanha de cajú (18 %), amêndoas (17%), pistácios (14%), avelãs (13%), macadâmia, pinhões, amêndoas de pinheiros e castanha do Pará.
Em termos de volume, foram registados os seguintes volumes e quotas de mercado em
2022:
• Amêndoas – 1571 mil toneladas (31%)
• Amêndoas – 977 mil toneladas (19%)
• Castanha de Cajú – 965 mil toneladas (19%)
• Pistácios – 768 mil toneladas (14%)
• Avelãs – 549 mil toneladas (11%)
• Pinhões – 147 mil toneladas (3%)
• Macadâmias – 64 mil toneladas (1%)
• Amêndoas de pinheiros – 48 mil toneladas (1%)
• Castanha do Pará – 8 mil toneladas (1%)

Mercado mundial de amêndoas

Oportunidades para Moçambique nos mercados da UE
Em 2020, de acordo com o Banco Mundial, as terras agrícolas (% da superfície terrestre)
em Moçambique atingiram 52,7 % em 2020. Moçambique tem enormes extensões de
terras agrícolas férteis e uma população rural muito grande que vive sob os níveis de
pobreza, exigindo recursos e modos de vida. A agricultura representou mais de 25 % do PIB de Moçambique em 2019 e empregava
quase 4,3 milhões de famílias, representando mais de 70 % da força de trabalho do país.
Os meios de subsistência rurais em Moçambique dependem predominantemente da
agricultura. A maioria dos produtores são pequenos agricultores e a maioria das suas
culturas é alimentada pela chuva, o que a torna suscetível ao aumento das temperaturas
e à precipitação variável.

Tipos de oleaginosas em Moçambique
A superfície total colhida em Moçambique para as três principais culturas — castanha
de cajú em bruto (RCN), amendoim e gergelim — totalizou 706 mil ha em 2021. Cerca
de 54 % foram utilizados para amendoim, de acordo com a FAO. As superfícies colhidas
de castanha de cajú em bruto (RCN) e gergelim representaram cerca de 23 % deste
total. A área colhida para macadâmias é estimada entre 6 e 10 mil ha. Amêndoas
mediterrânicas e pinhões também são cultivadas em Moçambique, embora numa escala
limitada.
A produção estimada de castanha de cajú em bruto (RCN) foi de 135 mil toneladas.
Como mostra a Figura 30, ao comparar a produção com a área colhida, os valores de
produção de oleaginosas de RCN e de gergelim foram significativamente mais elevados
do que os de amendoim. Uma das principais razões é que, em geral, são necessárias
superfícies mais vastas para produzir uma tonelada de amendoim.

Potencialidade do mercado de oleaginosas para Moçambique

Amendoim
A maior parte do amendoim (em casca) é produzido nas províncias do norte de Nampula,
Zambézia e Cabo Delgado e nas províncias meridionais de Inhambane, Gaza e Maputo.
Variedades de amendoim
Existem milhares de cultivares de amendoim, sendo os quatro grupos de mercado mais
prevalentes:
• Espanhol
• Runner
• Virgínia
• Valência.

Consumo e importações de amêndoas por tipo em países-chave da UE
Com base na sua dimensão e boas perspectivas de crescimento, são selecionados os
seguintes mercados:
• Alemanha
• França
• Espanha
• Itália
• Países Baixos
• Bélgica
• Grécia
• Polónia

Volume de produção
Em 2021, Moçambique produziu cerca de 130 mil amendoim (em casca) com um valor aproximado de 26,000 EUR. A produção de amendoim representava um terço da produção total das três culturas, que era de 390 mil toneladas. Desde 2018, a produção de amendoim aumentou a um CAGR de 1,1 %. O declínio em 2020 pode ser atribuído ao ciclone Eloise. A maioria do amendoim produzido é utilizada para extrair óleo para consumo interno e para exportação. Como um óleo de cozinha de alta qualidade, é uma fonte de proteína essencial tanto para os seres humanos como para os animais. Além disso, o petróleo fornece moeda estrangeira muito necessária. A produção de óleo de amendoim mais do que triplicou entre 2018 e 2020, passando de 4633 para 15,010 toneladas.

crescimento de acordo com os últimos anos

Para mais informações, veja o estudo completo em: https://bit.ly/3I7RMkQ

Why invest in the oilseeds market and how to export to the European Union?

Por que investir no mercado de oleaginosas e como exportar para União Europeia?

The almond and oilseed market has aroused the interest of investors and agricultural producers due to its lucrative potential and the growing demand for natural and healthy products. Almonds, in particular, are widely used in the food, pharmaceutical and cosmetics industries, as well as being used for consumption.

The European Union (EU) is one of the main consumer markets for these products, offering significant opportunities for exporters wishing to expand their business internationally. However, entering this highly regulated market requires knowledge and preparation.

In this article, we will explore the reasons for investing in the almond and oilseed market and present the potential that Mozambique presents for entry into the sector.

Almonds and oilseeds sector: growth and evolution

According to the INC, almond production has been concentrated mainly in high- and middle-income
high and middle income economies over the last decade. Between 2013 and 2022,
world production increased almost sixfold, from 3343 to 5374 thousand
tons. During this period, there was a compound annual growth rate of
of 5.8%, which meant an average annual increase in production of 250,600 tons.
In 2022, almonds accounted for 27% and 22% of the world’s production volume, respectively, followed by cashew nuts (20%), pistachios (14%) and hazelnuts (11%). Pine nuts, macadamias, pine kernels and Brazil nuts together accounted for the remaining 6%.
In the same year, the value of production was estimated at 32.083 million euros, of which
cashew nuts took the lion’s share of 22% (6.962 million euros)

produção de oleaginosas

The US has taken over most of the world’s almond production, with an average share of 36% over the last five seasons (2018/19-2022/23).
share of 36% over the last five seasons (2018/19-2022/23). Almonds, pistachios and
almonds were the most cultivated crops, accounting for 59 %, 22 % and 15 % of the world’s
US tree almond production, respectively.
Turkey is the second largest producer and accounts for 11 % of world production, with hazelnuts accounting for 63 % and pistachios for 15 %.
hazelnuts at 63% and pistachios at 30%.
Almond production in the “Other African countries” group was mainly
cashew nuts in West and East African countries (Ivory Coast, Burkina Faso, Mozambique and Tanzania).
Faso, Mozambique and Tanzania), while South Africa was an important producer of Macadamia and
Macadamia nuts and almonds. The highest annual growth rates between 2013 and 2022 were observed for almonds and macadamia at 9% each, followed by cashew nuts (7%). The production of pistachios and pine nuts increased by an average of 5% per year, while almonds and hazelnuts grew at an annual rate of 3%.

níveis de crescimento no sector

Growth in the world market for almonds and oilseeds

In 2022, the global market for almonds was estimated at 44,172 thousand tons, which
55.532 million. Peanuts accounted for the largest share
(87.4%) of the world almond market by volume.

Almonds accounted for 72 % of the market by value, and were sold mainly in Western countries. Over the last decade, the global almond market has grown steadily. There have been changes in consumers’ eating habits in North America, Europe and Asia, with an increasing number of vegetarians and flexitarians using
almonds as a meat substitute. In addition, the growing popularity of
as an on-the-go snack with healthy properties has also increased the growth of the almond industry.
has also increased the growth of the almond industry. Between 2020 and 2022, the
global market increased at a CAGR of 4.2 %, from EUR 50,286 million to EUR
55,532 million.

World almond market
In terms of value, almonds accounted for 72 % of the world almond market.
almonds. In 2022, this market amounted to 39.983 million euros. The consumption of
nuts is mainly concentrated in high- and middle-income countries, according to the INC.
according to the INC.
The most popular nuts include almonds, which account for a quarter of the market in terms of value.
market in terms of value. Almonds were followed by cashew nuts (18 %), almonds (17 %), pistachios (14 %), hazelnuts (13 %), macadamia nuts, pine nuts, pine kernels and Brazil nuts.
In terms of volume, the following volumes and market shares were recorded in
2022:
– Almonds – 1571 thousand tons (31%)
– Almonds – 977 thousand tons (19%)
– Cashew nuts – 965 thousand tons (19%)
– Pistachios – 768 thousand tons (14%)
– Hazelnuts – 549 thousand tons (11%)
– Pine nuts – 147 thousand tons (3%)
– Macadamias – 64 thousand tons (1%)
– Pine kernels – 48 thousand tons (1%)
– Brazil nuts – 8 thousand tons (1%).

Opportunities for Mozambique in EU markets
In 2020, according to the World Bank, agricultural land (% of land area) in Mozambique reached 52.7
in Mozambique reached 52.7% in 2020. Mozambique has huge tracts of
fertile agricultural land and a very large rural population living under poverty levels, requiring
poverty levels, demanding resources and ways of life. Agriculture accounted for more than 25% of Mozambique’s GDP in 2019 and employed
almost 4.3 million families, representing more than 70% of the country’s workforce.
Rural livelihoods in Mozambique depend predominantly on agriculture.
agriculture. The majority of producers are small-scale farmers and most of their
rain-fed, which makes it susceptible to rising temperatures and variable rainfall.
and variable rainfall.

Types of oilseeds in Mozambique
The total area harvested in Mozambique for the three main crops – cashew nuts
(RCN), peanuts and sesame – totaled 706,000 ha in 2021. Around
54 % were used for groundnuts, according to the FAO. The areas harvested
of raw cashew nuts (RCN) and sesame accounted for around 23 % of this total.
total. The area harvested for macadamias is estimated at between 6 and 10 thousand ha. Mediterranean
almonds and pine nuts are also grown in Mozambique, although on a limited scale.
limited scale.
The estimated production of raw cashew nuts (RCN) was 135,000 tons.
As shown in Figure 30, when comparing production with the area harvested, the figures for
production of RCN oilseeds and sesame were significantly higher than those of peanuts.
than those of peanuts. One of the main reasons for this is that, in general, it takes
to produce one ton of groundnuts.

Groundnuts
Most groundnuts (in shell) are produced in the northern provinces of Nampula,
Zambézia and Cabo Delgado and in the southern provinces of Inhambane, Gaza and Maputo.
Peanut varieties
There are thousands of peanut cultivars, with the four most prevalent market groups being
prevalent:
– Spanish
– Runner
– Virginia
– Valencia.

Consumption and imports of almonds by type in key EU countries
Based on their size and good growth prospects, the following markets are selected
markets are selected:
– Germany
– France
– Spain
– Italy
– Netherlands
– Belgium
– Greece
– Poland

Production volume
In 2021, Mozambique produced around 130,000 peanuts (in shell) with an approximate value of 26,000 EUR. Peanut production represented a third of the total production of the three crops, which was 390,000 tons. Since 2018, peanut production has increased at a CAGR of 1.1 %. The decline in 2020 can be attributed to Cyclone Eloise. Most of the peanuts produced are used to extract oil for domestic consumption and for export. As a high-quality cooking oil, it is an essential source of protein for both humans and animals. In addition, the oil provides much-needed foreign currency. Peanut oil production more than tripled between 2018 and 2020, from 4633 to 15,010 tons.

For more information, see the full study at: https://bit.ly/3I7RMkQ

Bento Machaila: “Incentivamos a formação de consórcios para adesão aos Mega-Projectos”

Bento Machaila

Numa grande entrevista ao Profile, o presidente da Federação Moçambicana de Empreiteiros – FME, Bento Machaila, destaca os vários papéis desempenhados pela agremiação ao nível do sector de obras públicas.

Profile Mozambique: Em jeito de começo, pode descrever o que é a Federação Moçambicana de Empreiteiros e qual é a sua relevância no sector da construção?

 Bento Machaila: A Federação Moçambicana de Empreiteiros é uma organização que congrega associações de empreiteiros de todas as províncias de Moçambique, permitindo a associação de todas as empresas de construção, quer nacionais, assim como estrangeiras, desde que operem no território nacional. A Confederação Moçambicana de Empreiteiros é também um parceiro do Governo, tendo, portanto, participação e representação na Comissão de Licenciamento de Empreiteiros que está subordinada ao Ministério das Obras Públicas.

A relevância da FME no domínio do sector da construção é bastante significativa. Através da sua actuação, a FME contribui para a promoção de boas práticas no sector através da promoção da concorrência justa e a melhoria da qualidade das obras realizadas no país.

PM: Que avaliação podemos fazer do actual panorama das empresas de construção civil em Moçambique, levando em consideração o contexto financeiro do país?

BM: A actividade de empreiteiros é desenvolvida através de contratos de prestação de serviços. O Estado é o principal contratante dos empreiteiros, pois precisa construir escolas, hospitais, centros de saúde, sistemas de abastecimento de água, sistemas de fornecimento de energia, entre outros serviços. No entanto, como sabemos, o Estado moçambicano tem enfrentado problemas financeiros, resultando na dificuldade em financiar a maioria dos projectos sociais. Quando temos um Estado como cliente base no sector da construção a enfrentar problemas financeiros, teremos, de forma imediata, um decréscimo em termos de crescimento do próprio sector. Portanto, a capacidade técnica e financeira das empresas do sector ainda não está no nível desejado. 

PM: Quais são as principais barreiras enfrentadas pelas empresas do ramo de construção em relação à contratação para projectos de infraestrutura em Moçambique?

BM: Primeiramente, é preciso referenciar que estamos em uma economia de mercado onde sobrevivem os mais fortes, e os mais fracos, naturalmente são sufocados. Acredito que a principal barreira seja a ausência de protecção do Estado para com as empresas nacionais. A protecção seria o Estado garantir a igualdade de critérios nos concursos públicos. Sucede que o Estado, favorece empresas estrangeiras. No âmbito da contratação estatal para a execução de obras públicas, selecionam empresas que dispõem de condições financeiras para a execução completa da obra. Essa estratégia, de certa forma, elimina empreiteiros nacionais da concorrência porque não temos empresas nacionais com a capacidade de custear uma obra de grande dimensão até sua finalização sem a alocação dos recursos do Estado. O Estado devia permitir que as empresas concorressem em pé de igualdade. Repito, proteger não é favorecer. Em todo o mundo, o que é nacional deve ser protegido. Porque as empresas que vêm de fora são agressivas em termos de capacidade de investimento e quando não há protecção, corremos o risco de eliminar empresas nacionais do mercado.

PM: Ajuste directo: Ajuste directo tornou-se uma das principais preocupações dos empreiteiros. Que intervenções têm sido feitas pela FME no sentido de tornar as contratações mais justas?

BM: Há 12 anos, começamos um processo de negociação com o Estado para garantir por lei que projectos acima de 100 milhões de meticais obriguem as empresas vencedoras a subcontratar empresas nacionais em pelo menos 20%. Isso visa permitir que empresas que não consigam acessar as grandes obras possam participar por meio da subcontratação. Quando começamos essa abordagem, o país estava planeando a construção da estrada circular e da ponte Maputo-Katembe. Começamos a fazer pressão para garantir a participação das empresas nacionais nesses projectos. No entanto, durante a execução desses projectos, não conseguimos assegurar a entrada efectiva das empresas nacionais.

Actualmente, existe um decreto que obriga a subcontratação de empresas nacionais para projectos avaliados com mais de 100 milhões de meticais, mas ainda há preocupações da Federação, pois não há muita clareza sobre as formas de contratação de pequenas e médias empresas pelas grandes empresas. Temos alertado o Estado por meio da Unidade Funcional de Supervisão de Aquisições, subordinada ao Ministério da Economia e Finanças, que se não prestarmos atenção aos mecanismos de subcontratação do empreiteiro principal, isso afectará a qualidade das obras públicas. O empreiteiro subcontratado, caso não seja contratado em condições justas, não terá capacidade para entregar uma obra de qualidade.

Um exemplo claro ocorreu durante a pandemia da Covid-19, quando houve a polémica na construção de sanitários nas escolas. O Estado fez ajuste directo a um grupo de empresas que por sua vez, subcontratou empresas nacionais, mas os valores pagos às empresas nacionais foi muito baixo, o que resultou em obras de baixa qualidade e abandono de algumas obras.  Portanto, se o Estado não prestar atenção aos preços praticados nas subcontratações, acabará prejudicado no resultado das obras.

PM: Que elementos justificam o nível da qualidade das obras públicas no país?

BM: A qualidade das obras está directamente ligada à parte financeira. O Estado tem adoptado um elemento bastante prejudicial para a adjudicação das obras, chamado “menor preço”, que está descrito no próprio decreto. Em uma situação em que dez empresas concorrem, primeiro são analisados elementos relacionados à capacidade técnica e experiência. Após essa análise, suponhamos que apenas cinco empresas tenham sido aprovadas no primeiro teste. A análise subsequente é sempre baseada no critério de menor preço.

Actualmente, estamos em um cenário em que empresas nacionais não conseguem ganhar obras públicas, inclusive as empresas que possuem experiência no mercado construtor. Quando surgem concursos e as empresas sabem que o critério para a conquista das obras, irá se basear na política do menor preço, acabam reduzindo os preços. Ao reduzir os preços de certeza que terão de recorrer a serviços de baixa qualidade ou, em algumas situações, a adendas que ultrapassam muitas vezes a margem de 25% estabelecida por lei.

Além disso, é importante considerar que os custos de construção devem analisados de acordo com as regiões. Construir na zona sul não é o mesmo que construir na zona Norte do país. Esses são elementos são descartados pelo Estado. Portanto, se quisermos infra-estruturas de qualidade, é necessário investir na qualidade

PM: Mega-projectos: será que temos hoje empresas de construção no domínio nacional, capazes de responder a demanda e exigências dos mega-projectos?

BM: Essa é uma pergunta muito pertinente. Primeiro, para as empresas acederem aos mega-projectos, têm enfrentado muitas barreiras. Vou dar um exemplo. Existem situações em que os mega-projectos exigem que as empresas concorrentes apresentem um volume de facturação de 50 milhões de dólares nos últimos três anos. Se retrocedermos aos últimos três anos, obviamente vamos chegar aos anos de 2020 e 2021, anos afectados pelos efeitos da pandemia da Covid-19 e posteriormente uma crise económica.

Nessas condições, é quase impossível que uma empresa tenha esse nível de facturação, e não estamos falando apenas de empresas nacionais, mas também de empresas estrangeiras que, por operarem no país há mais de dez anos e são consideradas nacionais. No âmbito dos mega-projectos, essas empresas enfrentam vários desafios, pois são impostas grandes exigências e níveis de certificação internacional que são impossíveis as empresas nacionais.

PM: Com base na importância da participação das empresas nacionais em grandes projetos e nas sabendo das limitações, quais estratégias a FME tem desenhado?

BM: A subcontratação continua sendo uma estratégia eficiente para essas situações, pois permite a participação de empresas nacionais em mega-projectos liderados por empresas internacionais. No entanto, também incentivamos a adesão aos consórcios como uma alternativa viável. Ao se agruparem, empresas com diferentes níveis de experiência e capacidade, podem se complementar, aumentando suas chances de responder aos requisitos exigidos e assim concorrer aos grandes investimentos.

PM: Quais são as expectativas da FME 2024, em termos de crescimento e influência no sector de construção em Moçambique?

BM: Como Presidente da Federação Moçambicana de Empreiteiros, temos grandes projectos para o presente ano. Primeiro devo destacar que tivemos eleições recentemente ao nível da Federação neste mandato, estamos focados na difusão do Decreto 79-2022, de 30 de Dezembro, que estabelece os mecanismos de contratação para obras públicas. Esta legislação traz inovações importantes para o sector da construção, o que representa um avanço significativo para a nossa federação e seus membros.

É importante destacar que estamos a enfrentar desafios no sector da construção, mas vemos esses desafios como oportunidades de crescimento e desenvolvimento. Estamos a trabalhar no sentido de garantir a existência de práticas justas no sector, promovendo a transparência nos processos de contratação. Além disso, estamos empenhados em aumentar a participação dos empreiteiros nacionais em projectos de grande dimensão através da abertura dos membros em aderir aos consórcios.  Em resumo, as perspectivas para o sector da construção em Moçambique no presente ano, são promissoras.

 

Awards ceremony + employment

Cerimónia de premiação + emprego

Take part in the awards ceremony for the winning companies in the Company + EMPLOYMENT Campaign and the Woman Entrepreneur + EMPLOYMENT award.
The award aims to give visibility and recognition to SMEs in Cabo Delgado that value Social and Environmental Responsibility and Corporate Governance (ESG), promoting the employability of young people in the province and the community in which they operate and taking a stance of social and corporate responsibility.

Confirm your attendance by March 20, 2024. Places are limited!

Exness Seminar Maputo — March 23, 2024

Seminário Exness Maputo -- 23 de Março de 2024

On March 23, 2024, at 12 noon, Exnessportugues will hold an Exness seminar with the aim of providing valuable insights for professionals in the sector. The event will be attended by renowned experts who will share their knowledge and experience, addressing relevant and current topics in the financial market.

During the seminar, participants will have the opportunity to learn from the best professionals in the sector, obtain exclusive information on market trends and discuss effective trading strategies. In addition, the event will provide a unique platform for networking, allowing participants to interact with other professionals and expand their network of contacts.