Wednesday, April 29, 2026
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Prime Rate de janeiro reduz para 23,50%

A taxa de juro de referência (‘prime rate’) para as operações de crédito em Moçambique vai baixar em Janeiro para 23,50%, após seis meses consecutivos em máximos de 24,10%, anunciou a Associação Moçambicana de Bancos (AMB).

No quadro da implementação do Acordo sobre o Indexante Único do Sistema Bancário Moçambicano, a Associação Moçambicana de Bancos (AMB) comunica o Indexante Único, o Prémio de Custo e a Prime Rate a vigorar no mês de Janeiro de 2024.

O crédito teve os seus máximos em cerca de 37.89pp, tendo registado maior concentração e alocação do volume total, os sectores de Comércio Geral (Cerca de 10.5pp), Comunicação de transportes (Cerca de 10.2pp) e Indústria transformadora (Cerca de 10.1pp).

Desde 2018 que a ‘prime rate’ estava em queda, até ao mínimo de 15,5% em Fevereiro de 2021, quando a tendência se inverteu e a taxa começou a subir até atingir 23,50% em Abril, e depois 24,10% em Julho, que se manteve em todos os meses seguintes.

Em Janeiro de 2024 a taxa regressa, assim, aos valores de Abril último.

Os aumentos da ‘prime rate’ têm estado associados à subida da taxa de juro de política monetária (taxa MIMO, que influencia a fórmula de cálculo da ‘prime rate’) pelo Banco de Moçambique (BdM), por forma que controle a inflação.

Nesse mesmo sentido, o banco central moçambicano manteve anteriormente a taxa MIMO em 17,25%, o mesmo acontecendo com as reservas obrigatórias exigidas aos bancos comerciais.

A criação da ‘prime rate’ foi acordada em 2017 entre o BdM e a AMB para eliminar a proliferação de taxas de referência no custo do dinheiro. Na altura, foi lançada com um valor de 27,75%.

O objectivo é que todas as operações de crédito sejam baseadas numa taxa única, “acrescida de uma margem (‘spread’), que será adicionada ou subtraída à ‘prime rate’ mediante a análise de risco” de cada contrato, explicaram os promotores.

January Prime Rate reduced to 23.50%

The prime rate for credit operations in Mozambique will fall in January to 23.50%, after six consecutive months of highs of 24.10%, announced the Mozambican Banking Association (AMB).

As part of the implementation of the Agreement on the Single Index for the Mozambican Banking System, the Mozambican Banking Association (AMB) announces the Single Index, the Cost Premium and the Prime Rate to come into force in January 2024.

Credit peaked at around 37.89pp, with the highest concentration and allocation of total volume in the General Trade (around 10.5pp), Transport Communication (around 10.2pp) and Manufacturing (around 10.1pp) sectors.

The prime rate had been falling since 2018, until it reached a low of 15.5% in February 2021, when the trend reversed and the rate began to rise until it reached 23.50% in April, and then 24.10% in July, which was maintained in all the following months.

In January 2024, the rate will return to the values of last April.
The increases in the prime rate have been associated with the increase in the monetary policy interest rate (MIMO rate, which influences the formula for calculating the prime rate) by the Bank of Mozambique (BdM), in order to control inflation.

In the same vein, the Mozambican central bank previously kept the MIMO rate at 17.25%, as well as the mandatory reserves required of commercial banks.

The creation of the ‘prime rate’ was agreed in 2017 between the BdM and AMB to eliminate the proliferation of reference rates on the cost of money. At the time, it was launched at 27.75%.

The aim is for all credit operations to be based on a single rate, “plus a margin (‘spread’), which will be added to or subtracted from the ‘prime rate’ according to the risk analysis” of each contract, the promoters explained.

Moçambique exportou em nove meses mais do dobro de gás natural que em todo 2022

As vendas de gás natural por Moçambique ascenderam a US$ 1.177 milhões de dólares até Setembro, mais do dobro de todo o ano de 2022, aproximando-se do carvão, que continua como principal produto de exportação.

De acordo com um relatório detalhado do Banco de Moçambique sobre o volume das exportações do país, compulsados pela Lusa, e que estamos a citar, com dados dos três trimestres de 2023 e ao qual a Lusa teve hoje, 29 de Dezembro acesso, a exportação de gás natural bateu o recorde no terceiro trimestre, ultrapassando os US$ 500 milhões de dólares, contra os mais de US$ 335 milhões de dólares no anterior.

Em todo o ano de 2022, as exportações de gás natural de Moçambique ascenderam a US$ 541 milhões de dólares e a cerca de metade no ano anterior, segundo o histórico disponibilizado pelo Banco de Moçambique.

Ainda no terceiro trimestre, Moçambique exportou mais de US$ 574 milhões de dólares em carvão mineral, que ainda se mantém na liderança dos produtos vendidos pelo país africano ao exterior. No total dos três trimestres, Moçambique exportou quase US$ 1.619 milhões de dólares em carvão e em todo o ano de 2022 cerca de US$ 2.852 milhões de dólares, o dobro face a 2021.

Globalmente, as exportações moçambicanas somaram US$ 3.714,9 milhões de dólares de Janeiro a Setembro, mas em 2022 tinham batido o recorde, com mais de US$ 8.280,9 milhões de dólares em vendas ao exterior, impulsionadas pelo carvão.

O aumento nas exportações de gás natural é explicado pelo arranque, no final de Outubro de 2022, da operação na Área 4, pela Mozambique Rovuma Venture (MRV), uma ‘joint venture’ em co-propriedade da ExxonMobil, Eni e CNPC (China), que detém 70% de interesse participativo no contrato de concessão, cuja produção de gás natural arrancou em 2022. A Galp, Kogas (Coreia do Sul) e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (Moçambique) detêm cada uma participação de 10%.

A Eni, concessionária da Área 4 do Rovuma, já discute com o Governo moçambicano o desenvolvimento de uma segunda plataforma flutuante, cópia da primeira e designada Coral Norte, para aumentar a extracção de gás, disse à Lusa, no mês passado, fonte da petrolífera italiana.

Este plano envolve, nomeadamente, a aquisição de uma segunda plataforma flutuante FNLG, para a área Coral Norte, idêntica à que opera na extracção de gás, desde meados de 2022, na área Coral Sul.

“A Eni está a trabalhar para o desenvolvimento do Coral Norte através de uma segunda FLNG em Moçambique, aproveitando a experiência e as lições aprendidas na Coral Sul FLNG, incluindo as relacionadas com custos e tempo de execução”, acrescentou a mesma fonte da petrolífera, operador delegado daquele consórcio.

Um documento divulgado anteriormente, elaborado pela firma moçambicana Consultec para a petrolífera Eni, aponta tratar-se de um investimento de US$ 7 mil milhões de dólares, sujeito a aprovação do Governo moçambicano.

Se o cronograma correr como previsto, a plataforma começará a produzir no segundo semestre de 2027, ou seja, poderá arrancar ainda antes dos projectos em terra, que dependem de implicações de segurança devido à insurgência armada em Cabo Delgado.

A Coral Norte ficará estacionada 10 quilómetros a norte da Coral Sul cuja produção arrancou em Novembro do ano passado, tornando-se no primeiro projecto a tirar proveito das grandes reservas da bacia do Rovuma.

Mozambique exported more than twice as much natural gas in nine months than in the whole of 2022

Sales of natural gas by Mozambique amounted to US$1.177 billion up to September, more than double that of the whole of 2022, coming close to coal, which continues to be the main export product.

According to a detailed report by the Bank of Mozambique on the volume of the country’s exports, compiled by Lusa, and which we are quoting, with data for the three quarters of 2023 and to which Lusa had access today, December 29, natural gas exports hit a record in the third quarter, exceeding US$500 million, compared to more than US$335 million in the previous quarter.

In the whole of 2022, Mozambique’s natural gas exports amounted to US$541 million and about half that of the previous year, according to the record provided by the Bank of Mozambique.

Also in the third quarter, Mozambique exported more than US$574 million in mineral coal, which is still the leading product sold abroad by the African country. In the total of the three quarters, Mozambique exported almost US$1.619 billion in coal and in the whole of 2022 around US$2.852 billion, double the figure for 2021.

Overall, Mozambican exports totaled US$ 3,714.9 million from January to September, but in 2022 they broke the record, with more than US$ 8,280.9 million in sales abroad, driven by coal.

The increase in natural gas exports is explained by the start-up, at the end of October 2022, of operations in Area 4, by Mozambique Rovuma Venture (MRV), a joint venture co-owned by ExxonMobil, Eni and CNPC (China), which has a 70% stake in the concession contract, with natural gas production starting in 2022.

Galp, Kogas (South Korea) and Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (Mozambique) each hold a 10% stake. Eni, the concessionaire for Rovuma Area 4, is already discussing with the Mozambican government the development of a second floating platform, a copy of the first and called Coral Norte, to increase gas extraction, a source from the Italian oil company told Lusa last month.

This plan involves the acquisition of a second FNLG floating platform for the Coral Norte area, identical to the one that has been extracting gas in the Coral Sul area since mid-2022.

“Eni is working towards the development of Coral Norte through a second FLNG in Mozambique, taking advantage of the experience and lessons learned in the Coral Sul FLNG, including those related to costs and execution time,” added the same source from the oil company, the delegated operator of that consortium.

A previously released document, drawn up by the Mozambican firm Consultec for the oil company Eni, points to an investment of US$7 billion, subject to approval by the Mozambican government.
If the schedule goes according to plan, the platform will begin production in the second half of 2027, meaning it could start up even before the onshore projects, which depend on security implications due to the armed insurgency in Cabo Delgado.

Coral Norte will be stationed 10 kilometers north of Coral Sul, which started production in November last year, making it the first project to take advantage of the large reserves in the Rovuma basin.

Chinesa Huati Lighting Technology investirá 3 milhões de dólares em projecto minerador de lítio na Zambézia

A empresa chinesa Huati Lighting Technology anunciou a 27 de Dezembro, que pretende investir um total de 3 milhões de dólares na compra de uma participação na mina de lítio localizada no distrito de Gilé, na província da Zambézia, no centro de Moçambique.

“A Huati Lighting vai adquirir 85% da mina de lítio pertencente a Kyushu Resources, que foi criada em Agosto e que detém o direito de exploração n.º 116 82. Serão investidos 3 milhões de dólares para a compra do controlo accionista da empresa”, avançou a entidade citada no site Yicai Global.

De acordo com as informações, numa primeira fase, “a Huati Lighting começará a extrair minérios por conta própria ou com ajuda de terceiros profissionais. A empresa enviará os concentrados de lítio processados ​​através do porto de Nacala, a cerca de 350 quilómetros de distância, para Xangai”.

O provável investimento em activos fixos e capital de giro do projecto será de até 10 milhões de dólares.

Chinese company Huati Lighting Technology to invest 3 million dollars in lithium mining project in Zambezia

The Chinese company Huati Lighting Technology announced on Wednesday, December 27, that it intends to invest a total of 3 million dollars in the purchase of a stake in the lithium mine located in the district of Gilé, in the province of Zambézia, in central Mozambique.

“Huati Lighting will acquire 85% of the lithium mine belonging to Kyushu Resources, which was created in August and which holds exploration right no. 116 82. 3 million dollars will be invested to buy a controlling stake in the company,” said the entity quoted on the Yicai Global website.

According to the information, in the first phase, “Huati Lighting will start extracting minerals on its own or with the help of professional third parties. The company will ship the processed lithium concentrates through the port of Nacala, some 350 kilometers away, to Shanghai.”

The likely investment in fixed assets and working capital for the project will be up to 10 million dollars.

Inhambane: Aiteo Group adquire participação no bloco de gás de Mazenga

Inhambane: Aiteo Group Adquire Participação no Bloco de Gás de Mazenga

A companhia petrolífera nigeriana, Aiteo Group, acaba de marcar uma expansão significativa no seu portefólio energético global ao adquirir uma participação importante no bloco de gás Mazenga, a maior reserva de gás onshore em África, situada na província de Inhambane, no sul de Moçambique.

De acordo com uma informação divulgada pelo site de notícias Business Insider, a aquisição foi possível através de acordos assinados com a petrolífera moçambicana, Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH).

“A Aiteo já lançou um programa de desenvolvimento abrangente, que inclui estudos geológicos aeromagnéticos e gravitacionais, pesquisas de campo e o reprocessamento de dados existentes”, avançou o site.

Citado na notícia, o CEO da Aiteo, Benedict Peters, explicou que esta aquisição faz parte da estratégia da empresa de aumentar a presença no mercado global de gás, à medida que continua a sua trajectória para se tornar um líder na indústria energética internacional.

“Os activos em que estamos a investir estão situados numa das áreas de produção de gás mais promissoras de Moçambique. Esta iniciativa reflecte a nossa estratégia de estarmos activamente envolvidos em projectos energéticos únicos em toda a África, e a nossa meta não é só aumentar o portefólio global de recursos de gás, mas também estabelecermo-nos como líderes da indústria no continente”, descreveu. 

A fonte disse ainda que a entrada da Aiteo no promissor sector do gás de Moçambique é um passo notável na estratégia mais ampla de expansão em África. “A empresa, que já é um importante contribuidor para a produção de petróleo a nível mundial, com uma produção de quase 100 mil barris por dia, estende a sua influência para além da bacia do Delta do Níger e do Benue Trough, fortalecendo a sua presença no panorama energético regional e internacional”.

Moçambique, um interveniente significativo no mercado energético global, é conhecido pelas suas extensas reservas de gás natural, particularmente na bacia do Rovuma, em Cabo Delgado. 

Com reservas que ultrapassam os 100 mil milhões de pés cúbicos, o País tornou-se um íman para gigantes petrolíferos globais como a TotalEnergies, a Eni e a ExxonMobil, todas envolvidas em grandes projectos de extracção e exportação de gás natural liquefeito.

O bloco de gás Mazenga, localizado na prolífica bacia sedimentar de Moçambique, cobre uma área de aproximadamente 23 mil quilómetros quadrados e estima-se que contenha 19 mil milhões de pés cúbicos de gás. 

Inhambane: Aiteo Group Acquires Stake in Mazenga Gas Block

Inhambane: Aiteo Group Adquire Participação no Bloco de Gás de Mazenga

The Nigerian oil company, Aiteo Group, has just marked a significant expansion in its global energy portfolio by acquiring a major stake in the Mazenga gas block, the largest onshore gas reserve in Africa, located in the province of Inhambane, in southern Mozambique.

According to information published by the Business Insider news website, the acquisition was made possible through agreements signed with the Mozambican oil company, Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH).

“Aiteo has already launched a comprehensive development program, which includes aeromagnetic and gravitational geological studies, field research and the reprocessing of existing data,” said the website.
Quoted in the news, Aiteo’s CEO, Benedict Peters, explained that this acquisition is part of the company’s strategy to increase its presence in the global gas market, as it continues on its path to becoming a leader in the international energy industry.

“The assets we are investing in are located in one of Mozambique’s most promising gas production areas. This initiative reflects our strategy of being actively involved in unique energy projects across Africa, and our goal is not only to increase the overall portfolio of gas resources, but also to establish ourselves as industry leaders on the continent,” he described.

The source also said that Aiteo’s entry into Mozambique’s promising gas sector is a notable step in its broader strategy to expand in Africa. “The company, which is already a major contributor to global oil production with output of almost 100,000 barrels per day, extends its influence beyond the Niger Delta basin and the Benue Trough, strengthening its presence on the regional and international energy scene.”
Mozambique, a significant player in the global energy market, is known for its extensive natural gas reserves, particularly in the Rovuma basin in Cabo Delgado.

With reserves exceeding 100 billion cubic feet, the country has become a magnet for global oil giants such as TotalEnergies, Eni and ExxonMobil, all involved in major projects to extract and export liquefied natural gas.
The Mazenga gas block, located in Mozambique’s prolific sedimentary basin, covers an area of approximately 23,000 square kilometers and is estimated to contain 19 billion cubic feet of gas.


Governo propõe novo voo para facilitar deslocamento de mineiros entre Moçambique e África do Sul

LAM Reinicia voos directos Maputo-Lisboa após 12 anos de paralisação

O ministro moçambicano dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, explicou nesta sexta-feira, 22 de Dezembro, que o voo entre Lanseria, na África do Sul, e Xai-Xai, em Gaza, é uma alternativa “viável” e rápida para os mineiros, pois vai facilitar a sua deslocação.

“Com este voo, colocamos à disposição dos nossos compatriotas uma alternativa viável para uma ligação regular com o solo pátrio, ao mesmo tempo que abrimos uma oportunidade para o transporte rápido e mais ajustado de turistas sul-africanos que demandam as praias moçambicanas”, afirmou o governante.

Intervindo durante o voo inaugural dedicado especialmente a mineiros, o ministro revelou que viajaram numa primeira fase cerca de 180 moçambicanos trabalhadores nas minas da Africa

“A pensar nos mineiros, as Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) duplicaram para 46 quilos o limite de bagagem por passageiro, além de se ter alcançado um acordo que assegura o transporte de bens dos mineiros até às suas residências. Vamos introduzir brevemente o transporte aéreo de carga e aí vamos dar mais valor, atenção, cuidado e mais carinho aos nossos mineiros”, declarou o governante.

Mateus Magala manifestou a intenção de se aumentar a frequência de voos para mais de um por semana, pedindo, por isso, a criação de iniciativas para atrair maior tráfego para o Aeroporto Filipe Jacinto Nyusi e a maximização de oportunidades de negócio proporcionados pela nova rota.

“Para o Aeroporto Filipe Jacinto Nyusi exortamos para que se prossiga o trabalho em curso para a mobilização de mais tráfego para esta infra-estrutura, sendo nossa convicção que estão lançadas as bases para a província de Gaza viabilizar várias iniciativas que demandam a disponibilidade regular do transporte aéreo”, disse.

O aeroporto Filipe Jacinto Nyusi foi inaugurado em 11 de Novembro de 2021, mas, desde então, não tem, praticamente, tido actividade comercial, sendo esta a primeira grande operação da infra-estrutura.

Government proposes new flight to make it easier for miners to travel between Mozambique and South Africa

LAM Reinicia voos directos Maputo-Lisboa após 12 anos de paralisação

The Mozambican Minister of Transport and Communications, Mateus Magala, explained on Friday, December 22, that the flight between Lanseria, in South Africa, and Xai-Xai, in Gaza, is a “viable” and fast alternative for miners, as it will make it easier for them to travel.

“With this flight, we are providing our compatriots with a viable alternative for a regular connection with home soil, while at the same time opening up an opportunity for fast and more suitable transportation for South African tourists who come to Mozambican beaches,” said the government official.

Speaking during the inaugural flight dedicated especially to miners, the minister revealed that around 180 Mozambicans working in Africa’s mines had traveled in the first phase.

“With the miners in mind, Mozambique Airlines (LAM) has doubled the luggage limit per passenger to 46 kilos, and an agreement has been reached to ensure that miners’ goods are transported to their homes. We’re going to introduce air cargo transportation soon and then we’re going to give more value, attention, care and affection to our miners,” he said.

Mateus Magala expressed his intention to increase the frequency of flights to more than one a week, and therefore called for initiatives to attract more traffic to Filipe Jacinto Nyusi Airport and to maximize the business opportunities provided by the new route.

“For Filipe Jacinto Nyusi Airport, we urge the ongoing work to mobilize more traffic to this infrastructure to continue, and we are convinced that the foundations have been laid for Gaza province to make various initiatives viable that require the regular availability of air transport,” he said.

Filipe Jacinto Nyusi airport was inaugurated on November 11, 2021, but since then it has had practically no commercial activity, this being the first major operation at the infrastructure.