Wednesday, September 23, 2026
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FIKANI 2023: Maputo hosts the 9th edition of the international tourism fair

FIKANI 2023: Maputo recebe a 9.ª edição da feira internacional do turismo

The city of Maputo will become the epicentre of international tourism from today, 30 November, until 3 December, with the opening of the 9th edition of the international tourism fair (FIKANI). Under the suggestive theme “FIKANI – For Sustainable Tourism”, the event promises to be a catalyst for discussions on responsible and conscious tourism practices.
With more than 200 national and foreign exhibitors confirmed, FIKANI 2023 is a reflection of the vigour of the tourism sector, driven by government measures that have leveraged and boosted tourism in the country. The director of Investment and Development at the National Tourism Institute, Nuno Fortes, expressed his satisfaction with the significant increase in participants, both in terms of countries represented and attendance.

“The increase in the number of countries and people taking part is satisfactory for the country as a whole. Government measures are boosting and dynamising the tourism sector,” said Fortes, emphasising the importance of the event for promoting sustainable tourism in Mozambique.
In addition to the more than 200 exhibitors, the fair expects to welcome more than 6,000 visitors, including tourism and cultural service providers, representatives of travel agencies, accommodation and catering establishments, as well as public and private institutions. The diversity of participants reflects FIKANI’s scope as the government’s main platform for promoting the meeting of professionals from the hospitality, tourism and culture sectors.

FIKANI is not only a showcase for business, but also a forum for publicising investment, business and leisure opportunities. With an unequivocal focus on sustainable tourism, this year’s fair aims to inspire practices that respect the environment, local culture and contribute to the country’s socio-economic development.
The 9th edition of FIKANI promises to be a milestone in Mozambique’s tourism calendar, highlighting the importance of the sector as a crucial vector for the country’s sustainable economic growth. The event will not only attract the attention of investors and entrepreneurs, but will also consolidate Mozambique’s position as a leading tourist destination committed to environmental preservation and community development.

Taxa de juro de política monetária mantém-se em 17,25%

Taxa de juro de política monetária mantém-se em 17,25%

O Comité de Política Monetária (CPMO) do Banco de Moçambique decidiu manter a taxa de juro de política monetária, taxa MIMO, em 17,25%. Esta decisão é sustentada pelo surgimento de novos riscos e incertezas associados às projecções da inflação, com destaque para o potencial impacto do actual conflito no Médio Oriente sobre os preços internacionais de combustíveis e alimentos.

As perspectivas da inflação mantêm-se em um dígito no médio prazo. Em Outubro de 2023 a inflação anual aumentou para 4,8%, depois de 4,6 % em Setembro. Esta evolução é explicada, fundamentalmente, pelo aumento dos preços de bens alimentares e bebidas alcoólicas. A inflação subjacente, que exclui as frutas e vegetais e bens com preços administrados, também aumentou. Para o médio prazo, mantêm-se as perspectivas de uma inflação de um dígito, reflectindo, sobretudo, a estabilidade do Metical e o impacto das medidas que vêm sendo tomadas pelo CPMO.

Os riscos e incertezas subjacentes às projecções da inflação continuam a agravar-se. A nível interno, prevalecem a pressão sobre as finanças públicas e as incertezas quanto à evolução e efeitos de eventos climáticos extremos. Na envolvente externa, para além do conflito entre a Rússia e a Ucrânia, destacam-se as incertezas quanto ao prolongamento e alastramento do actual conflito no Médio Oriente e os seus impactos sobre os preços internacionais do petróleo e de bens alimentares.

Para o médio prazo, excluindo o gás natural liquefeito (GNL), perspectiva-se a manutenção de um crescimento económico moderado. No terceiro trimestre de 2023, excluindo o GNL estima-se que o produto interno bruto (PIB) tenha crescido 3,3%, depois de 3,1 % no trimestre anterior. Incluindo o GNL, o crescimento do PIB acelerou para 5,9%, após 4,7%. No médio prazo antevê-se que a actividade económica, excluindo a produção de GNL, continuará a recuperar, não obstante as incertezas associadas aos impactos dos prováveis eventos climáticos na produção agrícola e em infra-estruturas diversas. Entretanto, a indústria extractiva continuará a contribuir para a aceleração do crescimento económico.

A pressão sobre o endividamento público interno continua a aumentar. O endividamento público interno, excluindo os contratos de mútuo e de locação e as responsabilidades em mora, situa-se em 334,4 mil milhões de meticais, o que representa um aumento de 59,3 mil milhões em relação a Dezembro de 2022.

O CPMO continuará a monitorar a evolução dos riscos e incertezas associados às projecções da inflação, e tomará as medidas que se mostrarem adequadas ao contexto.

Monetary policy interest rate remains at 17.25%

Taxa de juro de política monetária mantém-se em 17,25%

The Monetary Policy Committee (CPMO) of the Bank of Mozambique decided to maintain the monetary policy interest rate, MIMO, at 17.25 per cent. This decision is underpinned by the emergence of new risks and uncertainties associated with inflation projections, particularly the potential impact of the current conflict in the Middle East on international fuel and food prices.
The inflation outlook remains in the single digits over the medium term. In October 2023, annual inflation rose to 4.8 per cent, after 4.6 per cent in September. This development is mainly explained by the increase in the prices of food and alcoholic beverages. Underlying inflation, which excludes fruit and vegetables and goods with administered prices, also increased. For the medium term, the outlook is for single-digit inflation, reflecting above all the stability of the Metical and the impact of the measures being taken by the CPMO.

The risks and uncertainties underlying inflation projections continue to worsen. Domestically, pressure on public finances and uncertainties about the evolution and effects of extreme weather events prevail. On the external front, in addition to the conflict between Russia and Ukraine, there are uncertainties about the prolongation and spread of the current conflict in the Middle East and its impact on international oil and food prices.
For the medium term, excluding liquefied natural gas (LNG), moderate economic growth is expected to continue. In the third quarter of 2023, excluding LNG, gross domestic product (GDP) is estimated to have grown by 3.3 per cent, after 3.1 per cent in the previous quarter. Including LNG, GDP growth accelerated to 5.9 per cent, after 4.7 per cent. In the medium term, it is expected that economic activity, excluding LNG production, will continue to recover, despite the uncertainties associated with the impacts of probable climatic events on agricultural production and various infrastructures. Meanwhile, the extractive industry will continue to contribute to the acceleration of economic growth.

The pressure on domestic public debt continues to increase. Domestic public indebtedness, excluding loan and lease contracts and outstanding liabilities, stands at 334.4 billion meticais, which represents an increase of 59.3 billion compared to December 2022.
The CPMO will continue to monitor the evolution of the risks and uncertainties associated with inflation projections, and will take the measures that are appropriate to the context.

Barragem de Cahora Bassa registou a maior produção eléctrica dos últimos cinco anos

Barragem de Cahora Bassa registou em 2022 a maior produção eléctrica dos últimos cinco anos

A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), em Moçambique, alcançou em 2022 a maior produção eléctrica dos últimos cinco anos, crescendo 5,1% em relação a 2021, totalizando 15.753 GigaWatt-hora (GWh), conforme revelado no relatório e contas da empresa.

Segundo o documento disponibilizado aos investidores e obtido pela Lusa nesta Terça-feira, 28 de Novembro, o pico de produção da hidroeléctrica em 2022 compara-se ao registado em 2015, quando atingiu 16.978 GWh, marcando um significativo marco de eficiência operacional.

No mesmo período, a HCB gerou receitas superiores a 27 mil milhões de meticais, contribuindo significativamente para a economia moçambicana. Desse montante, cerca de 2,7 mil milhões de meticais foram destinados ao Estado em forma de ‘fees’ de concessão, aproximadamente 5,1 mil milhões de meticais em impostos, e mais de 3,7 mil milhões de meticais em dividendos foram distribuídos aos accionistas da série A e B, valores superiores à percentagem recomendada pelos estatutos da empresa.

A HCB encerrou o ano de 2022 com 780 trabalhadores e um lucro de 9,2 mil milhões de meticais, representando um aumento de 9,3% em relação a 2021.

O presidente do conselho de administração da HCB, Boavida Muhambe, destaca o papel preponderante da barragem como dinamizador da matriz energética nacional e regional, contribuindo para o desenvolvimento de Moçambique.

Cahora Bassa Dam records highest electricity production in five years

Barragem de Cahora Bassa registou em 2022 a maior produção eléctrica dos últimos cinco anos

Cahora Bassa Hydroelectric (HCB), in Mozambique, achieved its highest electricity production in the last five years in 2022, growing by 5.1% compared to 2021, totalling 15,753 GigaWatt-hours (GWh), as revealed in the company’s report and accounts.
According to the document made available to investors and obtained by Lusa on Tuesday 28 November, the hydroelectric plant’s peak production in 2022 compares to that recorded in 2015, when it reached 16,978 GWh, marking a significant milestone in operational efficiency.
In the same period, HCB generated revenues of over 27 billion meticais, making a significant contribution to the mozambican economy. Of this amount, around 2.7 billion meticais went to the state in the form of concession fees, approximately 5.1 billion meticais in taxes, and more than 3.7 billion meticais in dividends were distributed to series A and B shareholders, higher than the percentage recommended by the company’s articles of association.
HCB ended 2022 with 780 employees and a profit of 9.2 billion meticais, representing an increase of 9.3 per cent compared to 2021.

The chairman of HCB’s board of directors, Boavida Muhambe, emphasises the dam’s leading role in boosting the national and regional energy matrix, contributing to Mozambique’s development.

Moçambique foca na COP28 para destacar projecto Mphanda Nkuwa

Moçambique foca na COP28 para destacar projeto Mphanda Nkuwa

Moçambique intensifica seus esforços para posicionar o projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa no centro das atenções globais durante a 28.ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28) em Dubai.

Anunciado como peça central do roteiro de energias renováveis do país, o projecto Mphanda Nkuwa tem o potencial de gerar 1500 MW, promovendo não apenas o aumento da capacidade interna de geração de energia, mas também a consolidação de Moçambique como um importante exportador de energia limpa na África Austral.

De acordo com fontes locais, o país está apostando nesse projecto multimilionário para catalisar sua tão desejada transição energética e impulsionar a integração regional. A iniciativa visa acelerar os objectivos de descarbonização, proporcionando energia hidroeléctrica flexível e acessível.

A publicação desta Terça-feira no portal Further Africa destaca a posição única de Moçambique, que, em menos de dez anos, poderá fornecer 3500 MW de energia firme e limpa a um custo atractivo para impulsionar a industrialização verde, exportações e alcançar o acesso universal sustentável.

Um painel de alto nível para discutir sobre os grandes projectos hidroeléctricos, incluindo Mphanda Nkuwa, e seu papel na transição energética, está programado para o dia 5 de Dezembro em um dos pavilhões da COP28. Neste encontro, os decisores políticos esperam avançar no envolvimento das instituições financeiras para impulsionar esses projectos estratégicos.

A presença marcante de Moçambique e o destaque do projecto Mphanda Nkuwa durante a COP28 reflectem o compromisso do país em liderar iniciativas de sustentabilidade e moldar seu futuro energético de maneira significativa.

Mozambique focuses on COP28 to highlight Mphanda Nkuwa project

Moçambique foca na COP28 para destacar projeto Mphanda Nkuwa

Mozambique is stepping up its efforts to position the Mphanda Nkuwa hydroelectric project at the centre of global attention during the 28th United Nations Climate Change Conference (COP28) in Dubai.
Announced as the centrepiece of the country’s renewable energy roadmap, the Mphanda Nkuwa project has the potential to generate 1500 MW, promoting not only an increase in domestic power generation capacity, but also the consolidation of Mozambique as an important exporter of clean energy in southern Africa.
According to local sources, the country is betting on this multi-million dollar project to catalyse its much-desired energy transition and boost regional integration. The initiative aims to accelerate decarbonisation objectives by providing flexible and affordable hydropower.

This Tuesday’s publication on the Further Africa portal highlights Mozambique’s unique position, which, in less than ten years, could provide 3500 MW of firm, clean energy at an attractive cost to boost green industrialisation, exports and achieve sustainable universal access.
A high-level panel to discuss large hydroelectric projects, including Mphanda Nkuwa, and their role in the energy transition, is scheduled for 5 December in one of the COP28 pavilions. At this meeting, political decision-makers hope to make progress in involving financial institutions to boost these strategic projects.
Mozambique’s strong presence and the prominence of the Mphanda Nkuwa project during COP28 reflect the country’s commitment to leading sustainability initiatives and shaping its energy future in a meaningful way.

Tempus Global Group revela Pesquisa Nacional de Benefícios e Gestão de Capital Humano e as tendências para empresas em 2023

A Tempus Global Group divulgou esta terça-feira (28) os resultados da Pesquisa Nacional de Benefícios e Gestão de Capital Humano de 2023, revelando insights valiosos sobre as práticas de RH nas empresas moçambicanas. O estudo, que iniciou em 2021 com 140 organizações participantes, atingiu um marco significativo neste ano, alcançando 200 empresas.

A pesquisa focou em cinco pilares: Compensação e Benefícios, Carreira, Ambiente de Trabalho, Cultura e Equilíbrio entre Vida Profissional e Pessoal. Além disso, foram destacadas as mudanças e adições na pesquisa de 2023, incluindo o aumento na participação de organizações do sector privado e ONGs.

No pilar de equilíbrio entre vida profissional e pessoal, 68% das organizações têm políticas formais que abordam essa questão. Entre essas políticas, estão a flexibilidade de horários de trabalho (60%), a oferta de dias de repouso (53%), e a possibilidade de trabalho remoto (49%). Além disso, 41% das organizações realizam acções específicas para promover o equilíbrio entre vida profissional e pessoal com base nos resultados da pesquisa.

Finalmente, sobre a experiência do colaborador, 76% das organizações participantes afirmam medir a satisfação dos colaboradores. Dentre essas, 46% realizam pesquisas internas de satisfação anualmente, 32% a cada dois anos, 10% trimestralmente e 5% semestralmente. Entre as organizações que medem a satisfação dos colaboradores, 67% afirmam que a pesquisa é realizada de forma anónima para garantir a honestidade nas respostas.

Vanessa Tavares, Gestora de Projectos da Tempus Unity, destacou que a empresa evoluiu para oferecer soluções holísticas em três áreas principais: pesquisa, consultoria e gestão de benefícios. Afirmou que todas as soluções são orientadas por dados, reflectindo a filosofia da empresa na tomada de decisões.

Ao apresentar os resultados, a Tempus abordou questões cruciais, como a representatividade dos sectores público e privado, diversidade nas áreas de actuação e a experiência dos profissionais de RH. O destaque foi dado ao aumento na participação das organizações na pesquisa, evidenciando a relevância crescente do estudo.

A relatório incluiu uma análise detalhada dos pilares da pesquisa, como Compensação e Benefícios, onde foi notado um aumento na importância do seguro de saúde como benefício. O pilar de Carreira revelou dados sobre investimentos em formação e programas de desenvolvimento, destacando uma tendência de foco na liderança.

Em conclusão, a cerimónia de divulgação contou com a presença de representantes de várias organizações, e a Tempus Global Group expressou a importância contínua do estudo na promoção de melhores práticas de gestão de capital humano em Moçambique, permitindo desta feita uma análise mais aprofundada e a implementação de melhorias estratégicas com base nos insights fornecidos.

Tempus Global Group reveals National Benefits and Human Capital Management Survey and trends for companies in 2023

Tempus Global Group reveals National Benefits and Human Capital Management Survey and trends for companies in 2023

Tempus Global Group released the results of the 2023 National Benefits and Human Capital Management Survey this Tuesday (28), revealing valuable insights into HR practices in Mozambican companies. The study, which began in 2021 with 140 participating organizations, reached a significant milestone this year, reaching 200 companies.

The survey focused on five pillars: Compensation and Benefits, Career, Work Environment, Culture and Work-Life Balance. In addition, changes and additions to the 2023 survey were highlighted, including an increase in the participation of private sector organizations and NGOs.

In the work-life balance pillar, 68% of organizations have formal policies that address this issue. These policies include flexible working hours (60%), offering days off (53%), and the possibility of remote working (49%). In addition, 41% of organizations carry out specific actions to promote work-life balance based on the survey results.

Finally, with regard to the employee experience, 76% of the participating organizations claim to measure employee satisfaction. Of these, 46% carry out internal satisfaction surveys annually, 32% every two years, 10% quarterly and 5% every six months. Among the organizations that measure employee satisfaction, 67% say that the survey is carried out anonymously to ensure honesty.

Vanessa Tavares, Project Manager at Tempus Unity, pointed out that the company has evolved to offer holistic solutions in three main areas: research, consulting and benefits management. She said that all the solutions are data-driven, reflecting the company’s philosophy on decision-making.

In presenting the results, Tempus addressed crucial issues such as the representativeness of the public and private sectors, diversity in the areas of activity and the experience of HR professionals. The highlight was the increase in the participation of organizations in the survey, highlighting the growing relevance of the study.

The report included a detailed analysis of the survey’s pillars, such as Compensation and Benefits, where an increase in the importance of health insurance as a benefit was noted. The Career pillar revealed data on investments in training and development programs, highlighting a trend towards a focus on leadership.

In conclusion, the unveiling ceremony was attended by representatives from various organizations, and Tempus Global Group expressed the continued importance of the study in promoting better human capital management practices in Mozambique, thus allowing for more in-depth analysis and the implementation of strategic improvements based on the insights provided.

British International Investment explora financiamento para projectos energéticos em Moçambique

British International Investment explora financiamento para projectos energéticos em Moçambique

O British International Investment (BII), banco de desenvolvimento do Reino Unido, expressou seu interesse em financiar mais projectos energéticos baseados em gás natural em África. O CEO do BII, Nick O’Donohoe, destacou a intenção do banco em aumentar o acesso à electricidade no continente, especialmente em meio às crescentes pressões globais para reduzir o apoio a projectos de combustíveis fósseis.

O anúncio ocorreu em um momento estratégico, à medida que o mundo se prepara para a 28.ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28), agendada para ocorrer no Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. O CEO O’Donohoe observou que, embora exista uma pressão para reduzir o apoio a combustíveis fósseis, o desafio é encontrar um equilíbrio que atenda às necessidades de mais de 600 milhões de pessoas na África que enfrentam a falta de acesso à energia confiável.

Um dos projectos mencionados é a central térmica de Temane, de 450 megawatts, em desenvolvimento pela Globeleq em Moçambique. Prevista para iniciar a produção de electricidade em 2024, a usina atenderá a demanda de 1,5 milhão de residências, utilizando gás proveniente dos campos operados pela Sasol.

O CEO destacou que o BII está comprometido em manter uma abordagem flexível, oferecendo suporte a projectos sustentáveis em diversas regiões africanas, incluindo Moçambique. Ele também mencionou que a Globeleq já iniciou operações comerciais na central de armazenamento solar e de baterias de Cuamba, na província do Niassa, Norte do país, e está avaliando outros projectos eólicos e solares.

Para impulsionar o desenvolvimento na região, o banco delineou um investimento significativo de cerca de 6 bilhões de dólares em áreas que abrangem desde energia renovável até apoio a empresas lideradas por mulheres. Este movimento reflecte o compromisso do BII em contribuir para o avanço sustentável e inclusivo em África