Sexta-feira, Outubro 18, 2024
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Banco Mundial: 2022 poderá ser um ano promissor para Moçambique

De acordo com o Banco Mundial espera-se que a economia de Moçambique se recupere gradualmente a partir de 2021, mas permanecem riscos substanciais de baixa devido à incerteza em torno da trajectória da pandemia de COVID-19 (coronavírus).

O relatório revela que o Banco de Moçambique promulgou medidas de estímulo, incluindo o corte da taxa de política monetária e a adopção de políticas destinadas a garantir a estabilidade do setor financeiro.

Segundo o director do Banco Mundial para Moçambique, Idah Z.Pswarayi-Riddihough, o sector informal foi o mais atingido. Embora o impacto seja significativo em todas as áreas, Pswarayi aponta a região Norte e as pequenas empresas como as mais afectadas.

A COVID-19 (coronavírus) atingiu a economia moçambicana enquanto se recuperava da crise da dívida e dos ciclones tropicais de 2019, mas segundo os analistas do Banco Mundial as autoridades moçambicanas promulgaram políticas fiscais e monetárias robustas, destinadas a proteger as empresas e os mais vulneráveis.

Esta informação foi tornada pública na 6ª edição do Relatório Económico de Moçambique do Banco Mundial: Preparando o Caminho para a Recuperação, divulgado esta semana.

Com esta acção o Banco Mundial considera que o Governo de Moçambique respondeu rapidamente às necessidades das empresas moçambicanas.

Um factor crucial de intervenção do regulador moçambicano, incluiu as linhas de crédito com desconto para aliviar as dificuldades financeiras das empresas.

Os bancos comerciais também tomaram medidas para reestruturar os empréstimos existentes, estendendo os vencimentos e oferecendo períodos de carência para os titulares dos empréstimos.

Várias outras medidas fiscais foram tomadas para apoiar as pequenas empresas e negócios.

O relatório reconhece que o governo tomou medidas sanitárias rápidas, consideradas muito bem-sucedidas em manter os casos e mortes no lado inferior durante a primeira onda.

Como por exempo os analistas sugerem intervenções direcionadas para apoiar as mulheres e aliviar as desigualdades de género, bem como para aproveitar o poder da tecnologia móvel, apoiam o crescimento sustentável e inclusivo a médio prazo.

Além disso, apela o reforço nesta fase com base em políticas voltadas à transformação económica e à criação de empregos, especialmente para os jovens.

Embora a economia tenha registado sua primeira contração em 2020 em quase três décadas – Estima-se que o Produto Interno Bruto (PIB) real do país tenha diminuído 1,3 por cento em 2020, – espera-se que o crescimento se recupere no médio prazo, atingindo cerca de 4% em 2022.

Fonte: https://moderndiplomacy.eu/2021/03/07/mozambique-growth-expected-to-rebound-by-2022/

 

Sobre o Banco Mundial

O Banco Mundial é uma instituição financeira internacional que efetua empréstimos a países em desenvolvimento.

É o maior e mais conhecido banco de desenvolvimento no mundo, além de possuir o estatuto de observador no Grupo de Desenvolvimento das Nações Unidas e em outros fóruns internacionais, como o G-20 financeiro.

A sede do banco está situada em Washington, D.C., Estados Unidos da América. O Banco Mundial é parte do Grupo do Banco Mundial.

A missão do banco é alcançar o duplo objetivo de erradicar a pobreza extrema e de construir uma prosperidade compartilhada.

O Banco Mundial é composto por duas organizações que funcionam sob uma mesma estrutura: o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (IBRD ou BIRD) e a Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA ou AID).

 

 

Vale agrava prejuízos em Moçambique

As principais minas de carvão de Moçambique perderam um terço da produção e mais de metade das receitas de venda, agravando o prejuízo em 2020 , face ao ano anterior.

A produção anual situa-se em 5,9 milhões de toneladas, refletindo os impactos da pandemia da covid-19.

Segundo os resultados financeiros da Vale relativos a 2020, a receita líquida de vendas de carvão caiu de mil milhões de dólares (857 milhões de euros) em 2019 para 473 milhões de dólares (397 milhões de euros), uma queda de 54%.

O prejuízo do segmento de carvão agravou-se em 74%, de 533 milhões de dólares (447 milhões de euros) em 2019 para 931 milhões de dólares (782 milhões de euros), segundo os resultados operacionais (EBITDA) ajustados.

Além do impacto da covid-19, “a produção desacelerou no quatro trimestre devido ao início do projeto de manutenção geral do complexo mineiro”, em Moatize, província de Tete, no interior centro de Moçambique.

A Vale anunciou em janeiro que está a procurar um comprador para deixar a operação em Moçambique e pretende entregar as minas com maior capacidade de produção.

O carvão é um dos principais produtos de exportação de Moçambique e a Vale emprega cerca de 8.000 pessoas, perto de 3.000 trabalhadores próprios e os restantes subcontratados.

Para mais detalhes: Brasileira Vale agrava prejuízo nas minas de carvão em Moçambique (lusa.pt)

Fonte: https://www.lusa.pt/   

Linhas Aéreas de Moçambique fecham parceria com a Total

As Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) assinaram um acordo com a petrolífera francesa Total para prestar transporte na rota Maputo-Pemba-Afungi, anunciou hoje a companhia de aviação estatal.

Pemba é a capital da província nortenha de Cabo Delgado e Afungi é a península daquela região onde a petrolífera está a construir um complexo industrial de extração e liquefação de gás natural, o maior investimento privado em curso em África no valor de 20 mil milhões de euros.

O contrato de três anos prevê que a LAM dedique à Total uma aeronave Bombardier Q400, modelo que segundo o fabricante pode transportar até 70 pessoas.

João Jorge, diretor-geral da LAM classifica o acordo como uma oportunidade “capaz de projetar a companhia” e permitir “alargar a carteira de clientes”, realçando que a Total lida com passageiros de diferentes origens geográficas.

À companhia caberá garantir “mobilidade rápida dos profissionais que estão envolvidos na concretização do projeto de gás no país”, concluiu.

Fonte: Jornal Notícias

 

Sobre a LAM

A LAM – Linhas Aéreas de Moçambique foi criada no dia 14 de Maio de 1980, ao abrigo do Decreto nº 8/80 de 19 de Novembro, e assumiu todos os direitos e obrigações resultantes de actos ou contratos praticados ou celebrados pela sua antecessora, a DETA – Direcção de Exploração do Transporte Aéreo – que esteve em actividade desde 1936Estrutura Presente

A LAM foi transformada numa Empresa Limitada, adoptando a designação de LAM – Linhas Aéreas de Moçambique por Decreto nº 69/98 de 23 de Dezembro de 1998.

O Estado detém 91% das acções da nova companhia, sendo que os gestores, técnicos e trabalhadores da LAM detêm os restantes 9% das acções.

Em finais de 1999, foi formada, em Moçambique, uma Sociedade limitada incorporada por estatuto.

A sede da LAM situa-se em Maputo. Emprega actualmente 695 trabalhadores e dispõe de escritórios, ou outras formas de representação no país e no estrangeiro. Beneficia de autonomia administrativa e financeira.

A missão da LAM é transportar por via aérea passageiros, carga e correio no serviço doméstico, regional e intercontinental, com carácter regular e não regular, máxima segurança, conforto adequado e qualidade, que satisfaçam os Clientes.

 

ExxonMobil volta a adiar decisão final sobre GNL de Rovuma

A petrolífera norte-americana Exxon adiou pelo terceiro ano consecutivo a Decisão Final de Investimento sobre o projeto de exploração de gás natural em Moçambique, colocando em dúvida o investimento de 30 mil milhões de dólares.

De acordo com a agência de notícias Bloomberg, que cita o vice-presidente sénior da empresa, Neil Chapman, durante uma conversa com analistas, não há previsão de quando será tomada a decisão de investimento sobre a central de gás natural na bacia de Rovuma, uma vez que a petrolífera precisa de garantir o fornecimento de energia da central vizinha, operada pela francesa Total.

A Exxon também precisa de avaliar as condições gerais do mercado, disse o responsável, sem explicar ao que se referia, especificamente. Ainda assim, a falta de indicação sobre o prazo para a decisão pode indicar que o projeto está em risco de deixar a lista de investimentos prioritários da empresa norte-americana, noticiou a Bloomberg.

O Governo de Moçambique está a contar com o investimento da petrolífera norte-americana para começar a exportar gás natural liquefeito para equilibrar as finanças públicas e financiar o desenvolvimento económico.

A Exxon lidera o consórcio, incluindo a Eni, a China National Petroleum, a Kogas, a Portuguesa Galp e a National Hydrocarbons Company, e tem contratos de venda de gás assinados com clientes estrangeiros desde 2018. Em 2019, recebeu ‘luz verde’ do Governo moçambicano.

O analista da Bloomberg Intelligence, citado no artigo, disse que a aprovação do projeto Rovuma LNG está altamente dependente da redução de custos, da situação de segurança e de um potencial acordo de partilha de recursos com a Total, e se está ou não na lista de projetos de alta prioridade para a empresa.

Para mais detalhes: https://clubofmozambique.com/news/mozambique-exxonmobil-again-postpones-final-decision-on-rovuma-lng-185917/  

Fonte: https://clubofmozambique.com 

FACIM 2021 será em formato virtual

Filimão Suaze, anunciou na passada semana que a 56.ª edição da FACIM, está prevista para 30 de Agosto a 5 de Setembro, mas em forma virtual.

Acredita-se que no mecanismo virtual, ainda é possível realizar as mesmas atividades que normalmente ocorrem em feiras físicas onde as interações são presenciais.

Os produtos poderão estar em exposição, e será possível estabelecer parcerias e assinar contratos remotamente.

” Noutras partes do mundo mostram que é possível realizar estas feiras com grande sucesso, e mesmo com uma redução de alguns custos” declarou Suaze.

Suaze acrescentou que, se as estatísticas mostrarem uma redução significativa das infeções do Covid-19, “pode haver uma mistura, uma feira que pode estar a acontecer virtualmente, mas que também pode incorporar um componente de uma feira física”.

Para mais detalhes:  https://youtu.be/wLxAPo2PRfk 

Fonte: TVM

Conheça a Banca em Moçambique e escolha com que instituição irá trabalhar em 2021

Seja um empresário, empreendedor ou estando a trabalhar numa empresa que faz negócios em Moçambique é garantido que terá uma relação com uma instituição bancária.

Mas o cenário da banca no país é vasto. Da pesquisa que realizamos identificamos 15 instituições que actuam como banca comercial. Face a tantas opções qual será a melhor para o seu negócio?

Para o ajudar a escolher, listamos as instituições bancárias que actuam em Moçambique e fornecemos algumas informações e contactos que o ajudarão a clarificar as opções existentes e ajudá-lo nesta busca.

Lista de Bancos

AbsaBancABCAccess BankBCIFirst Capital BankFNBLetshegoBanco MaisMillennium bimMozabancoSocremoSociete GeneraleStandard BankUBABanco Único

 

ABSA

Absa Bank

O Absa Bank Moçambique é parte do Absa Group Limited, um grupo Africano de serviços financeiros com a ambição de ser o orgulho do continente.

O banco está cotado na Bolsa de Valores de Johannesburg na África do Sul e é um dos maiores e mais diversificados grupos financeiros em África, com presença em 12 países no continente e com cerca de 42 000 colaboradores.

Segundo o banco estão em posição de oferecer aos seus Clientes uma variedade de soluções de retalho, de negócio, corporativas e de investimento, e soluções de gestão de património, bem como, assegurar um impacto positivo em todos os países onde opera.

Contactos

Telefone – Rede móvel: 1223

Internacional: +258 21 344 400

Email: linhacliente@absa.africa

Website: https://www.absa.co.mz

Fonte: www.absa.co.mz


BancABC

BancABC

BancABC Moçambique é uma subsidiária integral da ABC Holdings Limited (ABCH).

BancABC em Africa

O BancABC esta presente em 6 países africanos: Moçambique, Zâmbia, Zimbabwe, Tanzania, Africa do Sul e Botwana.

BancABC em Moçambique

O BancABC em Moçambique possui 10 balcões nas províncias abaixo e o serviço de Agentes Bancários, disponiveis em 654 agentes do BancABC a nivel nacional.

Missão e Valores

O BancABC promove relações únicas com os seus clientes, fundamentada pelos nossos valores fundamentais Comprometimento, Parceria, Coragem, Integridade e Respeito.

Para garantir que estas relações resultem na prestação de serviços de qualidade superior, segue uma abordagem holística. Não são apenas as nossas equipas altamente competentes e comprometidas, que tem uma riqueza de experiência de mercado, mas também com uma visão local insuperável.

Áreas onde o Banco se distingue

  • Digitalização das operações;
  • Acessibilidade e flexibilidade na forma de fazer negócios e atender os nossos clientes;
  • Inovação no desenho de productos e serviços;
  • Gestão de relacionamento personalizado ao cliente de todos os segmentos;
  • Gestão da qualidade de serviço;
  • Parcerias inovadoras.

O BancABC tem trabalhado arduamente para chegar a uma gama de produtos inovadores, fáceis de compreender soluções que se complementam para adicionar um enorme valor às suas ofertas de produto padrão.

Balcões com design moderno, incluindo 24 horas de serviços bancários, zonas de transacção para uma maior comodidade, um sistema de gestão de filas.

É um banco focalizado no cliente, cada cliente tem um Gestor de Conta dedicado, que analisa cuidadosamente o seu portfolio para assegurar que este recebe o melhor serviço possível, bem como para garantir a sugestão de produtos complementares e certificar-se que o cliente é bem atendido.

O BancABC está comprometido com a qualidade, como é evidente a partir de Acordos de Nível de Serviço do Banco para todos os ramos.

Isso permite que os clientes saibam que está comprometidos a 100% com à oferta de soluções rápidas e de processamento de qualidade, atendimento eficiente e competente ao cliente em todos os momentos.

 

Contactos

Nacional: 92264

Internacional: +258 21 48 199

Email: mz_callcenter@bancabc.com

Facebook: facebook.com/bancabcmocambique

Whatsapp: +258 85 55 58 555

Website: https://www.bancabc.co.mz/

Fonte: www.bancabc.co.mz


access

Access Bank

O Access Bank Mozambique SA. é uma subsidiária do Access Bank Plc, classificado entre os 20 primeiros bancos da África por activos e capital.

A posição de liderança do Access Bank Plc foi recentemente validada por uma actualização das suas classificações de risco por agências internacionais e nacionais de renome: S&P (ngA- a ngA); Classificações da Fitch (B- a B); e Augusto & Co (BBB para A-), que é atribuível pela sua melhorada posição no mercado, forte capitalização, forte perfil de liquidez e maior rede de distribuição.

Como parte da sua estratégia de crescimento contínuo, o Access Bank está focado na integração de práticas comerciais sustentáveis ​​em suas operações.

O Access Bank foi premiado por organizações nacionais e globais de renome pela sua actividade em todo o continente africano. Abaixo destacamos as premiações mais recentes:

  1. 2019 – World Finance Award – “Melhor Banco Digital da Nigéria”
  2. 2019 – World Finance – “Melhor aplicativo móvel na Nigéria”
  3. 2019 – Karlsruhe Sustainable Finance Awards – “Realização excepcional de sustentabilidade dos negócios”
  4. 2018 – Euromoney Private Banking – “Melhores Capacidades de Banca Comercial”
  5. 2018 – Euromoney – “Melhor Banco da África para Responsabilidade Social”
  6.  2018 – Central Bank of Nigeria – “Banco Sustentável do Ano”

O Access Bank Plc iniciou a sua actividade como um banco nigeriano pequeno e, hoje, é uma instituição financeira africana de classe mundial.

Originalmente um banco corporativo, a organização adquiriu plataformas bancárias pessoais/ negócios do Banco Comercial Internacional da Nigéria, em 2012, e é actualmente um dos cinco maiores bancos da Nigéria em termos de activos, empréstimos, depósitos e rede de agências.

Com a fusão do grupo ao Diamond Bank, o Access revelou o seu novo logótipo, sinalizando o início de uma nova entidade bancária alargada, tornando-se assim o maior banco em África.

Como parte da sua estratégia de crescimento contínuo, o Access Bank está focado na integração de práticas comerciais sustentáveis nas suas operações.

O Banco esforça-se para proporcionar um crescimento económico sustentável que seja lucrativo, ambientalmente responsável e socialmente relevante.

Visão

Ser o banco africano mais respeitado no mundo.

Missão

Definir padrões para práticas de negócio sustentáveis que estimulam e libertam o talento dos nossos colaboradores, agregam valor superior para os nossos clientes, proporcionam soluções inovadoras para os mercados e comunidades que servimos.

Valores

  1. Liderança
  2. Excelência
  3. Colaboradores autónomos
  4. Paixão pelos clientes
  5. Profissionalismo
  6. Inovação

Contactos

Access Bank Mozambique
Maputo Business Tower
Rua dos Desportistas no. 480, 17 / 18º
Telefone:
email: customerexperienceunit.moz@accessbankplc.com
email: contactcenter.moz@accessbankplc.com
website: mozambique.accessbankplc.com



BCI

O BCI foi constituído no dia 17 de Janeiro de 1996 por um Grupo de Accionistas Moçambicanos, inicialmente como um pequeno Banco de Investimentos designado por AJM – Banco de Investimentos e com um Capital de 30 Milhões de Meticais, subscrito e realizado principalmente por investidores moçambicanos.

A designação inicial foi alterada em Junho do mesmo ano para Banco Comercial e de Investimentos, SARL, mantendo-se as actividades circunscritas na área da Banca de Investimentos.

A 18 de Abril de 1997 a estrutura accionista do BCI foi modificada com a entrada da Caixa Geral de Depósitos, depois de um aumento de capital de 30 para 75 Milhões de Meticais.

A CGD assumiu uma participação de 60%. Dos restantes 40%, a SCI – Sociedade de Controlo e Gestão de Participações, SARL, a empresa que agrupava a maior parte dos investidores iniciais, assumiu 38,63%, e os restantes 1,37% foram distribuídos por pequenos accionistas.

A 24 de Abril do mesmo ano, o BCI começou a operar como Banco Comercial através da sua Agência Pigalle.

Em Dezembro de 2003, o BCI fundiu-se com o Banco de Fomento (BF) através da integração de todos os activos do BF no BCI e a extinção do BF.

De seguida, o Banco adoptou a designação comercial BCI Fomento. Esta situação tornou possível a entrada de um novo grande accionista, a Grupo BPI, com 30% das acções.

Em Novembro de 2007, a estrutura accionista do BCI foi alterada com a saída do Grupo SCI e a entrada do Grupo INSITEC, com 18,12% das acções.

A participação da CGD passou para 51% e a do Grupo BPI passou para 30% das acções. Os restantes 0,88% pertenciam a pequenos accionistas individuais, principalmente colaboradores do BCI.

Em Dezembro de 2017 a estrutura accionista do BCI foi alterada com a saída do Grupo INSITEC.

A participação da CGD passou para 61.50% e a do Grupo BPI passou para 35.67% das acções. Os restantes 2,83% pertencem a pequenos accionistas individuais, principalmente colaboradores do BCI.

O BCI tem centrado a sua actuação ao longo dos últimos anos na orientação para o cliente.

Esta estratégia apoiada nas mais recentes tendências do mercado permite o aperfeiçoamento do conhecimento das necessidades dos clientes, e consequentemente uma adequação dos produtos e serviços a essas mesmas necessidades.

Banca Comercial

É a área de negócio predominante na actividade do BCI, tanto em termos de volume de negócios como em resultados. Esta área encontra-se subdividida em dois segmentos fundamentais que podem ser diferenciados de acordo com a caracterização tradicional:

Depósitos

A oferta do BCI inclui as linhas para a gestão do quotidiano e para a gestão de poupanças. No caso dos particulares foram criadas não só as contas à ordem remuneradas, mas no que diz respeito às aplicações a prazo, foram previstas formas de constituição, reforços e mobilizações antecipadas diferentes por forma a permitir ao cliente personalizar os seus depósitos a prazo da forma que mais lhe convier. Quanto às empresas têm à sua disposição um conjunto de produtos que lhe permitirá, não só fazer a gestão da sua tesouraria de uma forma mais cómoda e rápida mas ainda ter a garantia que as aplicações estão a ser altamente rentabilizadas.

Crédito

Crédito a particulares: o crescimento económico que se tem verificado em Moçambique, tem levando aos particulares a procurarem junto do BCI, produtos específicos que satisfaçam as suas necessidades igualmente crescentes. O crédito à habitação e ao consumo têm sido os mais procurados e igualmente os mais oferecidos pelo BCI. Crédito a empresas: os sectores de actividade mais privilegiados no crédito concedido as empresas nos últimos anos foram o comércio e a agricultura.

Cartões de Débito e Crédito

O enfoque estratégico no cliente tem levando o BCI a investir em nos novos canais e meios electrónicos de distribuição, exigindo esforços adicionais no sentido de incentivar os clientes a utiliza-los. O alargamento da rede de Caixas Automático e Terminais de Pagamento Automático Ponto 24 e a actualização de Caixas Automático no sentido de aceitarem cartões ligados à Rede VISA Internacional evidenciam claramente esta aposta.

Missão

Contribuir activamente para o desenvolvimento económico e social de Moçambique, criando valor e gerando satisfação para Clientes, Accionistas, Colaboradores, Parceiros e Comunidade em geral, de modo socialmente responsável e sustentável.

Visão

Ser um Banco de cultura moçambicana e uma referência para o sistema financeiro no espaço da África Subsariana, ao nível da aplicação das melhores práticas, da competitividade, da inovação e da qualidade de serviço, visando alcançar a liderança do mercado nacional.

Identidade 

A identidade do BCI é marcada pela cultura financeira e empresarial dos Grupos Caixa Geral de Depósitos e Banco Português de Investimento. Os traços essenciais dessa cultura são a independência da gestão, a flexibilidade organizativa, o trabalho de equipa, a capacidade de antecipação e inovação, a rigorosa administração de riscos e a criação segura de valor.

Posicionamento

Proximidade – Estar cada vez mais próximos dos nossos Clientes e potenciais Clientes, através de uma rede de pontos de venda capilar nos principais centros urbanos e presente nas zonas rurais;

Acessibilidade – Disponibilizar permanentemente canais de acesso simples e fáceis de utilizar, permitindo a cada Cliente escolher o mais adequado a si, em cada momento;

Qualidade – Oferecer um nível de serviço adequado a cada Segmento, promovendo, aferindo e melhorando a satisfação dos Clientes;

Simpatia – Ser reconhecidos, pelo elevado profissionalismo, cordialidade e simpatia dos nossos Colaboradores;

Ética e transparência – Agir com integridade, honestidade e transparência, para a preservação dos interesses do Banco, dos nossos Clientes e da sociedade em geral. Os colaboradores do BCI comprometem-se a cumprir com o código ético e deontológico da instituição

Sede

Av. 25 de Setembro, nº4.

Maputo – Moçambique

Contactos

Telefone: +258 21353700

Email: bci@bci.co.mz

Apoio ao Cliente

Fala daki através dos números:

+258 82 999 1224

+258 84 092 1224

+258 87 092 1224

website: www.bci.co.mz

Fonte: www.bci.co.mz


 

First Capital Bank

First Capital Bank

O First Capital Bank SA começou a operar em Moçambique em Julho de 2013, quando assumiu as operações do International Commercial Bank.

O First Capital Bank SA é propriedade conjunta do FMBcapital Holdings plc (Grupo FMBCH) e de accionistas estrangeiros.

O FMBcapital Holdings tem uma forte presença regional com operações bancárias em Moçambique, Botswana, Malawi, Zambia, e Zimbabwe.

Com uma abordagem centrada no cliente, flexível e inovadora, a crescente rede de agências oferece uma gama completa de serviços bancários tradicionais e internacionais para os clientes particulares, corporativos e institucionais.

O Grupo apresenta uma forte liquidez e capital com todas as suas entidades operacionais mantendo níveis de liquidez e capital acima dos mínimos regulatórios.

Com presença regional em 5 países da SADC, o Grupo encontra-se posicionado para facilitar o comércio transfronteiriço sem descontinuidades e oferecer aos clientes soluções em toda a região.

O banco concentra-se nas necessidades dos seus clientes, garantindo os mais elevados padrões nos serviços prestados, mantendo canais de entrega eficientes.

Existe uma análise personalizada de cada situação e a resposta ao cliente é dada de forma rápida, eficiente e personalizada.

Preocupamo-nos, essencialmente, que as necessidades dos nossos clientes sejam satisfeitas e que estes obtenham uma experiência de excelência com o Banco.

Inovação

O Grupo alavanca as suas parcerias e tecnologia para introduzir uma série de produtos e serviços projectados para tornar o sistema bancário mais conveniente, acessível e inclusivo.

Pessoas e Formação

A equipa é composta por um misto de profissionais técnicos e funcionais com capacidade para cumprir os objetivos estratégicos. O Grupo opera uma estratégia definida de gestão de talentos, retenção e formação para garantir as melhores competências.

Experiência e Competência

O Grupo dispõe de vasta experiência em todas as áreas de negócios, o que lhe permite cumprir com a sua estratégia, eficaz e eficientemente.

Governação Forte

O Banco orienta-se por um rigoroso código de governação corporativa administrado por uma estrutura de governação forte e robusta.

Sede

Av.25 de Setembro,

Aterro do Maxaquene,

Edifício Maryah, 7º Andar,

Maputo Moçambique

Contactos

Telefone: + 258 21 320 760 / +258 84 3117 680

Email: suporte.ao.cliente@firstcapitalbank.co.mz

Website: www.firstcapitalbank.co.mz

Fonte: www.firstcapitalbank.co.mz


FNB

FNB

O FNB Moçambique é membro do FirstRand Bank Limited, o maior grupo financeiro de África por capitalização bolsista e uma das maiores instituições listadas na Bolsa de Valores de Johanesburgo, na África do Sul, com presença em 11 países africanos, na Inglaterra, Emirados Árabes Unidos, Índia e China.

O FNB Moçambique é detido pela FirstRand Moçambique Holding Limitada, pela GCP – Sociedade de Gestão e Controle de Participações, S.A. e pela FirstRand Investment Holding e opera no mercado nacional desde 2007, com enfoque na prestação de serviços financeiros ao sector empresarial moçambicano, a respectiva cadeia de valor bem como as pessoas singulares.

Tel: +258 21 355 999

email: call.center@fnb.co.mz

website: https://www.fnb.co.mz/


Banco Letshego

Letshego é um termo Setswana que significa “suporte”. A Letshego, oferece suporte financeiro aos seus clientes.

A nova marca é uma representação mais forte, mais ousada e mais moderna do tripé Letshego – ela representa o “delta” ou diferença que oferece, baseada em três princípios:

Uma base forte

Isso representa o fato de as  operações são construídas sobre uma base sólida de experiência operacional e estabilidade.

Movimento para cima e para frente

Comprometimento com os clientes e como objetivo aumentar a franquia para obter sucesso financeiro e melhorar a vida por meio do fornecimento de soluções simples, adequadas e acessíveis.

Parcerias com Stakeholders

Uma abordagem ao crescimento baseia-se no fomento de parcerias com as partes interessadas que são fundamentais para nos permitir alcançar a visão de ser um fornecedor líder de serviços financeiros em África.

 Visão e estratégia

Foco constante no alinhamento das metas de negócios em todos os mercados.

Em última análise, esses três imperativos apóiam a visão e agenda financeira inclusiva, colocando nosso cliente no centro de tudo o que fazemos.

A entrega bem-sucedida dos pilares estratégicos é em grande parte devido a parcerias estratégicas impactantes, que ajudam a acelerar em direção aos objetivos de tornarmos o Letshego um grupo financeiro inclusivo líder da África.

Sede

Letshego Place, Plot 22, Khama Crescent

  1. O. Box 381, Gaborone, Botswana

Contactos

+267 3643300

+267 3190416

email: info@letshego.com

Website: https://www.letshego.com/mozambique


 

banco mais

Banco Mais

O Banco MAIS é um banco comercial vocacionado para apoiar o desenvolvimento do tecido empresarial moçambicano, que presta serviços de elevada qualidade com uma oferta global de soluções financeiras para particulares e empresas, através da sua rede de Unidades de Negócios presentes em Maputo, Boane, Xai-Xai, Chimoio e Tete.

Missão
Garantir a qualidade, rapidez e rigor na entrega de Produtos e Serviços financeiros, maximizando o valor para os clientes, colaboradores e acionistas, através da inovação e eficiência operacional.

Visão
Ser o Banco de referência, ao nível nacional, na qualidade de serviços prestados aos Clientes e eficiência operacional.

Valores
Transparecer em todos comportamentos, atitudes e decisões os princípios que servem de guia no exercício das responsabilidades e conquistas dos objectivos do Banco:

Orientação ao Cliente, Rigor, Confiança, Transparência e Trabalho em equipa.

Av. Julius Nyerere n.º2385,

Cidade de Maputo,
Moçambique

Telefone: 82 30 58 130

Email: info@bancomais.co.mz

Website: www.bancomais.co.mz


Millennium bim

Millennium Bim

O Millennium bim nasceu em 1995 de uma parceria estratégica entre o Banco Comercial Português, actualmente Millennium bcp, e o Estado Moçambicano.

O Millennium bim desde sempre se posicionou como um Banco inovador na capacidade de satisfazer as necessidades dos seus Clientes, marcando em diversos períodos o ritmo de desenvolvimento do sector bancário em Moçambique.

O Millennium Bem tem mais de um milhão de Clientes e líder de mercado tanto nos Activos Totais, como no Crédito e nos Depósitos de Clientes.

O Banco foi pioneiro na introdução de ATM, POS, cartões de débito e crédito e introduziu assim como numa nova forma de estar e de atendimento ao Balcão, providenciando aos seus Clientes um atendimento personalizado.

Em 2000 o Banco Comercial Português (BCP) tornar-se o accionista de referência do Banco Comercial de Moçambique (BCM) e do Banco Internacional de Moçambique (BIM).

Esta evolução determinou a necessidade de uma fusão e de projectos de racionalização e unificação das duas entidades comerciais (BCM e BIM), ficando com a designação Banco Internacional de Moçambique, SA.

Em 2001 o Banco Internacional de Moçambique tornou-se no maior e mais moderno Banco a operar no mercado nacional.

Com duas seguradoras a operar na esfera dos dois Bancos a fusão era inerente e nasce a maior seguradora privada a actuar no mercado nacional com a designação de Seguradora Internacional de Moçambique, ficando a Ímpar uma marca comercial.

Em 2006 o Banco Comercial Português assume a marca Millennium em todas as geografias onde estava presente. Em alinhamento, o Banco Internacional de Moçambique passa a assumir Millennium bim como marca comercial.

Em 2014 o Banco inaugurou a nova sede, idealizada de acordo com os padrões mais elevados da banca internacional com o objectivo de oferecer aos seus Clientes e Colaboradores uma estrutura moderna e eficiente, assegurando as melhores condições para um desempenho de excelência dos seus diferentes serviços. ​​

Visão

O Millennium bim é um Banco universal, que aposta na criação de valor a todos os segmentos de mercado, procurando ter uma presença assente na excelência, qualidade e inovação na distribuição de produtos e serviços financeiros.

Procura ser um Banco de referência no serviço ao Cliente e tem como um dos seus principais objectivos atingir um nível de eficiência superior, traduzido no compromisso de continuar a melhorar o seu rácio de eficiência através de uma gestão criteriosa do capital e dos custos.

Missão

Contribuir para a modernização e desenvolvimento do sistema financeiro e da economia moçambicana, mediante a comercialização de produtos e serviços financeiros inovadores e personalizados, concebidos para satisfazer as necessidades e expectativas financeiras dos diferentes segmentos de mercado, com padrões de qualidade e de especialização superiores.

Valores

O Grupo Millennium bim rege-se pelo Respeito pelas pessoas e instituições, operando com Vocação de Excelência numa óptica contínua de Enfoque no Cliente, numa relação mútua de Confiança e seguindo claros padrões de Ética e Responsabilidade.

website – https://millenniumbim.co.mz

Fonte: www.millenniumbim.co.mz


Moza – Mozabanco

O Mozabanco abriu as portas em 2008. Em 2011, o Banco Espírito Santo África (BES África), atual Novo Banco África, passou a integrar a estrutura accionista do Moza com 25,1% do capital social, tendo a Moçambique Capitais (accionista fundador) mantida a sua posição de principal accionista, com 51%.

Ainda em 2011, uma prestigiada revista, “The Banker”, do grupo Financial Times, classificou o Moza Banco como o quinto Banco em África com o mais rápido crescimento em relação aos ativos.

Já em 2013, o accionista BES África (actual Novo Banco África) procedeu à aquisição de mais 23,9% do capital social de Moza, passando a deter 49%.

Em 2014 o banco iniciou um programa de expansão, com o intuito de aumentar a acessibilidade aos nossos serviços e estar mais próximos dos seus clientes e público em geral, assumindo o desafio de se tornar no “Banco Universal de Retalho” de referência em Moçambique.

No mesmo ano, em 2014, a prestigiada publicação “Global Banking and Finance Review” premiou o Moza como o  Banco comercial a operar em Moçambique com o mais rápido crescimento no ano de 2014 ;

No início de 2015, a prestigiada revista “Banker Africa”, considerada o Moza como o  Banco mais inovador da África Austral.

O Banco assegurou uma cobertura nacional total, marcando a presença em todas as províncias de Moçambique.

Em finais de 2015 o Banco, fruto da conjuntura e de um desempenho económico adverso, apresentou os primeiros sinais de menor estabilidade da sua economia econômica e financeira.

Em Setembro de 2016, em resultado da degradação contínua dos indicadores econômicos, financeiros e da situação prudencial do Banco, o Banco de Moçambique procedeu à intervenção no Moza Banco, com o objetivo de proteger os interesses dos depositantes e partes especificadas.

Nessa altura foi designado um Conselho de Administração Provisório que empreendeu como exigências à recuperação da atividade e resgate da confiança do Banco no setor e mercado.

Em Junho de 2017, no âmbito do processo de recapitalização do Banco, a Kuhanha (Sociedade Gestora do Fundo de Pensões do Banco de Moçambique) passou a integrar uma estrutura accionista do Banco. A sociedade injectou o capital de MZN 8.170 Milhões, correspondendo a uma participação de 79,3%.

De referir que após o aumento do capital, o Moza Banco restabeleceu os níveis de rácios prudenciais, tendo o regulador no dia 28 de Julho de 2017 determinado o fim das providências extraordinárias de saneamento impostas ao Moza Banco.

Na mesma data, os accionistas da Instituição em Assembleia Geral procederam à nomeação dos novos órgãos sociais passando o Banco a funcionar normalmente com órgãos próprios;

Em Dezembro de 2017, os accionistas do Moza Banco realizaram mais uma operação de reforço do Capital Social no montante de MZN 3.542 Milhões.

Foi proporcionado assim uma maior resiliência e sustentabilidade ao modelo de negócio do Moza, em linha com o plasmado no Plano Estratégico 2017- 2021.

Como corolário da estratégia de recuperação encetada pelo Banco, em 2018, foi distinguido pela KPMG, como a instituição que registou a  Maior Variação do Volume de Negócios no Sector de Actividades Financeiras e Seguros em 2017 , no âmbito da 20ª Edição da pesquisa das 100 maiores Empresas de Moçambique.

Em Dezembro de 2018, a  Arise, passou a integrar uma estrutura accionista do Moza, com uma participação de 29,80%.

Ainda em Dezembro de 2018, o Moza materializou o objetivo de aquisição de 100% das ações do Banco Terra Moçambique (BTM), com o objetivo de uma fusão posterior entre as 2 instituições.

O bem-sucedido programa de reorganização e localização financeira implementado pelo Banco, após a intervenção do Banco Central, fez com que o Moza voltasse a posicionar-se entre os 5 maiores Bancos do País.

Em 2019, alvo de reconhecimento pela revista “ O Banker ”- uma publicação prestigiada internacional de especialidade na área financeira, do grupo Financial Times, que atribuiu ao Moza o PrêmioDeal of the Year 2019 for reestructuring in Africa ”, ou seja, A  melhor Operação de Restruturação Financeira do Ano 2019, a nível do continente africano.

A 26 de Agosto de 2019 após a necessidade de aprovação da Entidade Reguladora e de Supervisão, concretizou-se formalmente a fusão entre o Moza Banco e o Banco Terra SA.

Nesta altura abriu-se uma nova página assinalando um passo determinante no sentido da construção e união não só da Instituição como do próprio Sistema Financeiro, que se pretende mais robusto e ao serviço da economia nacional.

Em Agosto desse ano, a instituição foi eleita Melhor Banco da África Austral, pela prestigiada publicação African Banker Magazine nos African Banker Awards, evento organizado sob chancela do Banco Africano de Desenvolvimento.

Pesou para esta distinção a extraordinária evolução dos indicadores da actividade comercial que o Banco tem vindo a registar, a expansão da rede de balcões, a qualidade de serviço prestado, consubstanciada pela disponibilização de produtos e serviços de valor acrescentado.

O Moza Banco conta atualmente com a 3ª maior rede de distribuição composta por cerca de 70 Unidades de Negócio espalhadas por todo o país.

O objectivo é continuar a crescer, com solidez e sustentabilidade, com o objetivo de disponibilizar serviços financeiros a um mercado de Clientes cada vez mais alargado.

Sede

Rua dos Desportistas

Edifício JAT 6.2 n 713

Cidade de Maputo – Mocambique

Contactos

Tel.: + 258 21 342 000

Fax: + 258 21 342 001

Call Center Moza: 82 20 20, 84 20 20 e 21 34 20 20.

Website – www.mozabanco.co.mz


 

Socremo

Socremo

Em 26 de Maio de 1998, o Socremo estabeleceu-se em Maputo com a designação de Sociedade de Créditos de Moçambique.

O Socremo foi o culminar de um longo processo, liderado pelo então Gabinete de Promoção do Emprego (GPE).

O objectivo foi a de transformar um projecto de apoio social do GPE, numa instituição de crédito virada para prestar serviços financeiros a população de baixa renda.

Essa populção não tinha acesso aos serviços financeiros na banca comercial, porque era desprovida dos requisitos normalmente exigidos nesse sector.

Abraçaram o projecto nessa altura três instituições, nomeadamente o GPE, o Conselho Cristão de Moçambique (CCM) e a União Geral das Cooperativas agro-pecuárias de Maputo (UGC).

Cinco anos apos a sua constituição e fruto de um crescimento sólido a então Sociedade de Crédito de Moçambique, transformou-se num Banco Comercial denominado SOCREMO – Banco de Microfinanças.

O Banco Socremo apresentou-se ao mercado como um Banco especialista em Microfinanças oferecendo uma gama variada de produtos e soluções financeiras viradas para atender as necessidades das micro, pequenas e medias empresas.

Actualmente o Socremo conta com uma rede de 13 balcões distribuídos pelas províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Sofala, Manica e Tete e, num futuro breve pretende estender as suas operações para a região norte do país.

Sede

Avenida 24 de Julho, Nº 426

Contactos

Telefone: +258 21 499 543

Telemóvel: +258 843987695 / +258 823058710

Email: secretariado@socremo.com

website: http://www.socremo.com/


 

societe generale

Societê Generale

SOCIETE GENERALE MOCAMBIQUE faz parte do Banks & Credit Unions Industry. SOCIETE GENERALE MOCAMBIQUE tem 109 funcionários em Moçambique e gera $18.40 milhões em vendas (USD). (Fonte: www.dbn.com)

 

Banco SG Moçambique é uma companhia limitada com capital social de 357 714 300 MZN

Banco SG Moçambique NUIT: 400066183

Head office: Av. Julius Nyerere, nº 140, 4º andar – Maputo – Moçambique. Caixa postal 1568

Legal representative: Mr. Laurent Thong Vanh

Director of the publication: Ana Russo

 

Sede

Av. Julius Nyerere, nº 140, 4º Andar – Maputo

Telefone: +25821 481 900

Linha do cliente

Telefone: +25821 481 915/00

Em caso de perda de cartão

Telefone: +25821313222 ou +25882 22 40 224/82 024

email: sgmoz-apoio.cliente@socgen.com

website: https://societegenerale.co.mz


Standard BankStandard Bank

O Grupo Standard Bank (“GSB”) é a maior instituição bancária e financeira em África no sector dos serviços financeiros.

O Grupo Standard Bank oferece serviços internacionais de banca de investimento. As principais subsidiárias que operam a nível internacional são o Standard Bank Londres, o Standard Bank Ásia, o Standard Nova Iorque e entidades de banca de particulares no seio do Grupo Standard Bank Offshore.

Moçambique

O Standard Bank SARL (“SBM”) tem um vasto historial e é considerado um dos líderes locais do mercado. Já desenvolve actividades em Moçambique há 121 anos.

Rede

A rede do Standard Bank é uma das maiores do país. Cobre todas as principais cidades e aglomerações urbanas de Moçambique, tendo 44 agências.

Rede Global

O Grupo Standard Bank (“GSB”) é a maior instituição bancária e financeira em África no sector dos serviços financeiros..

A casa-mãe está sedeada em Joanesburgo.

Rede em África

O Grupo Stanbic Africa Bank (“Stanbic Africa”) tem bancos em 19 países africanos para além da África do Sul, o que o torna um dos maiores grupos bancários a operar neste continente.

Os serviços prestados pelas várias entidades do Stanbic Africa vão desde a banca de retalho à banca de empresas, passando pelo financiamento de projecto, operações de tesouraria, financiamento do comércio internacional e banca comercial.

Visão e Valores Standard Bank

O SB está empenhado em fazer a diferença nos serviços financeiros em Moçambique e noutros mercados emergentes.

Procura assegurar uma sustentabilidade de longo prazo através da harmonização das necessidades dos seus clientes, dos seus colaboradores e dos seus accionistas, bem como desempenhar um papel relevante nas sociedades em que exerce a nossa actividade.

Contactos

Linha Verde (Grátis): 800 412 412

Linha fixa: +258 21 329777

Fax: +258 21 300 662

e-mail: linhadocliente@standardbank.co.mz

website: https://www.standardbank.co.mz


United Bank For Africa – UBA

O United Bank for Africa (UBA) PLC é uma instituição pan-africana líder em serviços financeiros com presença global com mais de 65 anos de fornecimento de operações bancárias ininterruptas, desde 1948, quando a British and French Bank Limited (BFB) iniciou seus negócios na Nigéria.

A BFB era uma subsidiária do Banque Nationale de Crédit (BNCI), Paris, que transformou sua filial em Londres em uma subsidiária separada chamada British and French Bank, com ações detidas pelo Banque Nationale de Crédit e duas firmas de investimento britânicas, SG Warburg and Company e Robert Benson and Company.

A UBA iniciou suas operações na Nigéria em 1949, como o British and French Bank Limited (BFB), foi constituída como uma sociedade de responsabilidade limitada em 1961 sob a Portaria de Empresas (CAP 37) 1922 e foi listada na Bolsa de Valores da Nigéria em 1970, tornando-se a primeiro banco nigeriano a fazer uma oferta pública inicial. O UBA também foi o primeiro banco nigeriano a emitir Global Depository Receipts (GDRs).

A UBA tem uma grande presença em todo o mundo, operando em 20 países africanos: República do Benin, Burkina Faso, Camarões, Congo Brazzaville, RDC no Congo, Costa do Marfim, Gabão, Gana, Guiné, Quênia, Libéria, Mali, Moçambique, Nigéria, Senegal, Serra Leoa, Tanzânia, Chade, Uganda e Zâmbia.

O Banco também opera no Reino Unido, Estados Unidos da América e com presença em Paris.

O UBA foi fundido com o Standard Trust Bank (STB) em 2005, na maior fusão da história dos mercados de capitais da Nigéria. Hoje, a UBA é um dos maiores grupos de serviços financeiros do continente africano.

O banco fornece serviços bancários corporativos, comerciais, PME, consumidor e pessoal (varejo) a mais de 17 milhões de clientes, atendidos por diversos canais: mais de 1.000 escritórios e pontos de contato de clientes (2.400 caixas eletrônicos, 15.670 PoS, banco on-line robusto e banco móvel , mídia social etc). Além disso, a UBA oferece custódia de pensão e serviços relacionados.

O UBA tem experiência e capacidade comprovadas em setores-chave das economias em toda a África, especialmente em Petróleo e Gás, Finanças de Infra-Estrutura, Agrícola e Commodity / Export.

A presença em África posiciona-o como um parceiro preferido para soluções estruturadas para os principais governos e empresas que operam em África.

A equipe de gestão do grupo é formada por uma safra de profissionais experientes e reconhecidos no setor, com habilidades diversas (mas complementares) em vários contextos, bem como profundidade de experiência (adquirida de instituições nacionais e internacionais).

Sobre a marca UBA

O logotipo da UBA é distintivo, simples, elegante, vibrante e memorável, combinando o legado de sementes de mostarda do Standard Trust Bank com o exclusivo logotipo tipográfico da UBA em predominante vermelho sobre branco.

Missão

Ser um modelo para as empresas africanas, criando valor superior para todos os nossos stakeholders, respeitando os padrões profissionais e éticos, e construindo uma instituição duradoura.

Visão

Ser a instituição de serviços financeiros líder e dominante indiscutível na África.

 

Sede

Praça 16 de Junho, 312 Malanga – Maputo

 

Contacto

+258 800 300 555

cfcmozambique@ubagroup.com

website – www.ubamozambique.com


banco único

 

#banco-unico

Banco Único não é só um nome, é uma ideia, uma forma de estar, pensar e acima de tudo de actuar.

O Banco Único nasce da inspiração, de quem com a sua iniciativa e visão faz a diferença, de quem direcciona o seu potencial e talento para a sua realização pessoal e com isso para o desenvolvimento de uma sociedade melhor.

O banco acredita em quem tem a força e a coragem para mudar. Quem é único merece um Banco à sua altura e isso muda tudo.

Valorizando a Unicidade de cada Cliente

Prestar serviços caracterizados pela excelência, numa relação de proximidade, confiança e permanente acompanhamento de cada Cliente.

Garantir um atendimento personalizado e o acesso aos nossos serviços a qualquer hora e lugar.

Construir com cada Cliente uma solução de valor diferenciado e flexível, capaz de responder de forma distintiva às suas necessidades.

Potenciar a unicidade de cada Cliente, particular, empresarial ou institucional, e com isso contribuir de forma activa e aprofundada para o desenvolvimento social, cultural e ambiental do País.

A Atitude que define o Banco Único

O que o torna único é a forma como pensa, se expressa e se relaciona.

É isto que define as suas escolhas, as suas opções, e saber o que se pode esperar de alguém é o que constrói uma relação forte e duradoura.

A segurança,  a excelência, a inovação e o rigor regem a actividade do Banco. A segurança só vem com o rigor e a excelência vem da capacidade de acompanhar, antever e exceder expectativas, criando novas soluções.

A proximidade, a simplicidade e a conveniência definem a forma como o Banco constroi e desenvolve os seus serviços. Para cada cliente, com eficiência e no momento certo.

A disponibilidade, a proximidade e a elegância fazem parte da essência do Banco. A vontade de ajudar, de fazer a diferença, de estar sempre presente e ser alguém com quem se pode contar. E isso muda tudo.

email: comunicacao@bancounico.co.mz

website: http://www.bancounico.co.mz/

 

Anje lança programa Moçambique Empreendedor

Anje lança programa para divulgar jovens empreendedores. O objectivo é dar exemplos locais de empreendedores com iniciativas, projectos ou negócios de impacto.

Por impacto a instituição refere-se a prestar serviços ou vender produtos úteis, criar emprego, pagar impostos, gerar lucros, inovar e/ou mudar a vida das comunidades.

Inspiração vem sempre em empresas e empreendedores estrangeiros, sobretudo americanos cuja realidade em muitos casos é muito distante da nossa.

Mas acima de tudo vem de pessoas cuja realidade, história e perfil desconhecemos.

Os nossos empreendedores são anónimos, por vezes vistos como elitistas e seus percursos, estratégias e habilidades são secretas para a maioria.

A partir desta 6a feira, as 18h, Juscelina Guirengane irá apresentar o programa Moçambique Empreendedor através do canal Zoom da ANJE e https://lnkd.in/djSQKpG.

Serão uma série de entrevistas com empreendedores que vale a pena conhecer.

A estreia será com Lineu Candieiro proprietário do Grupo Lin, como convidado.

Sobre Juscelina Guirengane

Juscelina Guirengane é especialista em negócios e empreendedorismo, Presidente da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE).

É fundadora e CEO da Sahane Consultoria & Serviços Lda., Diretora Geral da Global Entrepreneurship Network em Moçambique.

Juscelina é também ativista social, formadora de negócios e consultora com cerca de 10 anos de experiência profissional em Moçambique e no estrangeiro.

Ela tem um diploma de Sistemas de Informação de Comércio Comercial / Finanças pela Universidade de KwaZulu Natal (África do Sul).

Vasta experiência em lidar com Jovens (Empreendedores), Funcionários do Governo, Multinacionais, Agências de Doadores, Sociedade Civil e o Setor Privado em geral.

Participou de programas internacionais como a Global Women In Management (Counterpart International / ExxonMobil), Mandela Washington Fellowship YALI (Governo dos EUA),

E também Stockholm Internet Forum (Governo Sueco / SIDA), Global Entrepreneurship Congress (GEN Global), entre outros.

Ministério da Terra e Ambiente aposta numa nova plataforma de comunicação

O Ministério da Terra e Ambiente (MTA) conta com um novo website com informações sobre as áreas de Terra, Ambiente, Florestas, Conservação e Mudanças Climáticas.

Disponível em www.mta.gov.mz, a plataforma insere-se no quadro do alargamento de espaço de interacção e partilha de informação.

Pretende-se ainda, com esta iniciativa, garantir a oferta das mesmas oportunidades e opções de desenvolvimento às novas gerações.

Segundo a Ministra Ivete Maibaze, o website permitirá o acesso à informação sobre actividades económico-produtiva ou social, que se enquadrem no domínios sob a gestão do Ministério.

Saiba mais sobre o MTA nas seguintes redes sociais

Facebook: @MTAmbinete

www.facebook.com/MTAmbiente

Twitwer: Ministério da Terra e Ambiente (@MTAmbiente)

https://twitter.com/MTAmbiente?s=03

Instagram: mtambiente

https://www.instagram.com/p/CL3qspEnGKK/?igshid=nlav9qyb5yhj

Sobre o MTA

O Ministério da Terra e Ambiente é o órgão central do aparelho de Estado.

De acordo com os princípios, objectivos e tarefas definidos pelo Governo, dirige, planifica, coordena, controla e assegura a execução de políticas.

Domínios: Administração e gestão de Terra e Geomática, Florestas e Fauna Bravia, Ambiente, Mudanças Climáticas e Áreas de Conservação.

O MTA tem a responsabilidade de garantir que o património natural, pertença dos moçambicanos, seja usado de forma racional e responsável.

Assegurando que as gerações futuras, tenham, no mínimo, as mesmas oportunidades e opções de desenvolvimento os seus antecessores.

Masterclass sobre Petróleos, Conteúdo Local, Investimento e Legislação Tributária

African Influence Exchange realizará uma masterclass virtual no próximo dia 6 Abril.

A masterclasse é Intitulada Moçambique Lei dos Petróleos, Conteúdo Local, Investimento & Legislação Tributária 2021.

Serão discutidos temas como Lei dos Petróleos, Regulamentos de Conteúdo Local, Regime Fiscal e Tributário, Política de Investimento e Regulamentos de Controlo Cambial.

O evento será  apresentado por Pedro Couto da Couto, Graça e Associados e servirá para esclarecer todas as leis, regulamentos e políticas aplicáveis à indústria petrolífera.

Esta é uma oportunidade de partilha de experiência e conexão entre diversas individualidades da indústria petrolífera em Moçambique.

Agenda do evento:
  • Últimos desenvolvimentos na Indústria;
  • Visão Estratégica da Lei dos Petróleos e seus Regulamentos;
  • Contratação de Cidadãos de Nacionalidade Estrangeira no Sector Petrolífero;
  • Decreto-Lei da Bacia do Rovuma;
  • Regulamentos e Políticas de Investimento Privado a Montante e a Jusante;
  • Política Fiscal e Regime Tributário;
  • Regulamento de Controlo de Câmbio para a Indústria Petrolífera;
  • Responsabilidade Social Empresarial (SER) e Política de Conteúdo Local;
  • Ambiente, Saúde e Segurança (AS&S) para a Indústria Petrolífera;
  • Organismos reguladores;
  • Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH).

Os sectores que poderão ter interesse em participar desta Masterclass são:

  • Petróleo, Gás e Energia – Operadores, Pesquisa, Produção;
  • Empreendedores de Projectos;
  • Financiadores e Bancos Comerciais;
  • Empresas de Contabilidade, Auditoria e Impostos
  • Corretores de Negociações
  • Escritórios de Advocacia
  • Fornecedores da Indústria de Petróleo e Gás
  • Empresas EPC

A masterclass será transmitida em português no dia 6 de Abril e no dia 8 de Abril haverá uma masterclass em versão inglesa.

Clique no link abaixo e registre-se  a um custo de  USD 490 por pessoa.

https://bit.ly/2ZMEnZt

Fonte: http://www.africaninfex.com/

Sobre a Africaninfex

Objectivo da AIE é pesquisar e fornecer informações estratégicas para empresas e indivíduos sobre oportunidades de negócios actuais e futuras do mercado.

A missão na AIE é tornar o compartilhamento confiável de informações na África, prontamente disponível, transparente e fornecer plataformas de rede.

A AIE faz isso por meio de briefings de mercado, painéis de discussão e webinars usando um banco de dados com acesso a mais de 100.000 pessoas e organizações.

A AIE empanha-se em apresentar o assunto de maneira interativa e eficaz, por meio de palestrantes e apresentadores convidados que são especialistas em seus campos específicos.

A rede de contatos estende-se além da África do Sul, passando por Moçambique, Tanzânia, Quênia e África Subsaariana.

O portfólio de produtos inclui:

Market Briefing Exchange

Intercâmbio de Liderança

Intercâmbio de Treinamento

Troca de café da manhã

Troca de eventos gerenciados

Webinars

Onde opera:

África do Sul

Moçambique

Tanzânia

Quênia

Botswana

Namibia

e África Subsaariana

A região subsaariana da África está a mudar rapidamente de muitas maneiras e espera-se que o ambiente de negócios seja significativamente diferente nos próximos 10 anos.

Os economistas acreditam que a África fornecerá os recursos minerais para a próxima recuperação econômica.

Com mais de 20 anos de experiência na indústria de eventos, a AIE está posicionada para fornecer uma visão incomparável e plataformas exclusivas dando vantagem competitiva nos mercados globais cada vez mais complexos.

 

Africa Business Communities organiza Concursos de Startups no continente

Os concursos serão para empresas africanas que actuam em diversos sectores da indústria incluindo FinTech, Energias Renováveis, Saúde e Educação.

Na fase inicial, poderão participar 5 países africanos nomeadamente: Quénia, Nigéria, Gana, Uganda e África do Sul.

Com uma longa história de publicação de entrevistas com startups africanas, a comunidade procura por parceiros e patrocinadores para estes concursos.

A comunidade mantém a conexão às startups e aos actores do capital de risco e capital privado africanos e possui o maior grupo LinkedIn para startups africanas (13.300 membros).

Se estiver interessado em patrocinar um dos concursos envia um email para

A Africa Business Communities é uma prestigiada editora B2B 180 grupos do LinkedIn africano com mais de 2 milhões de membros.

Contacto:bas@africabusinesscommunities.com