Friday, June 5, 2026
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BAD Assegura Financiamento de 162 M$ Para Participação da EDM no Projecto Mphanda Nkuwa

BAD Assegura Financiamento de 162 M$ Para Participação da EDM no Projecto Mphanda Nkuwa

BAD Assegura Financiamento de 162 M$ Para Participação da EDM no Projecto Mphanda Nkuwa

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) manifestou interesse em financiar, na ordem dos 162 milhões de dólares, em termos concessionais e não reembolsáveis, a participação da Electricidade de Moçambique (EDM) no projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa, em Tete.

A instituição financeira também se comprometeu a disponibilizar outros 300 milhões de dólares de garantias e capital para o sector público, em termos competitivos, para o investimento na central hidroeléctrica.

O interesse surgiu durante a participação do Gabinete de Implementação do Projecto Hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa (GMNK) no Fórum Africano de Investimento 2023 (AIF), que decorreu entre os dias 8 a 10 de Novembro, em Marraquexe, Marrocos.

O AIF é uma plataforma dedicada a promover oportunidades de investimento em todo o continente africano. O evento reuniu investidores, governos e empresas para promover e facilitar negócios e investimentos em vários sectores, como o da energia, infra-estruturas e agricultura.

Durante o Fórum, dados partilhados pelo director do GMNK, Carlos Yum, indicaram que Mphanda Nkuwa foi um dos projectos de investimento seleccionados pelo Comité de Investimento, sob os auspícios do BAD. Os critérios incluem, entre outros aspectos, a estrutura organizativa de implementação, de viabilidade técnica, económica e financeira, impacto social e ambiental, bem como os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Neste contexto, o projecto de investimento foi apresentado numa sessão designada de “BoardRoom de Investimento”, na qual os empreendimentos seleccionados tiveram a oportunidade de apresentar, em detalhe, a proposta de investimentos às instituições financeiras internacionais, agências de exportação de crédito e de seguro, no âmbito do Fórum de Investimento, organizado pelo BAD.

Em Marrocos, o GMNK manteve, igualmente, encontros com o Banco Islâmico de Desenvolvimento e a Agência Multilateral de Garantia de Investimentos (MIGA), membro do Grupo Banco Mundial.

Mozambique Expects to Receive 4.2 MM Meticais in Natural Gas Tax Revenues in 2024

Moçambique Prevê Encaixar 4,2 MM de Meticais em Receitas Fiscais de Gás Natural em 2024

Mozambique Expects to Collect 4.2 MM Meticais in Natural Gas Tax Revenue in 2024

The Mozambican state expects to receive 4.2 billion meticais in tax revenues from natural gas next year, according to the documents supporting the proposal for the Economic and Social Plan and State Budget (PESOE) for 2024.

According to the proposal, these revenues, from Liquefied Natural Gas (LNG) from the Coral Sul project in the Rovuma basin, represent only 0.3% of the Gross Domestic Product (GDP) expected for 2024.

A few days ago, the Bank of Mozambique (BdM) revealed that the country’s natural gas exports soared 80.9% in volume in the second quarter compared to 2022, bringing in 336 million dollars.

According to the institution’s report on the national balance of payments in the second quarter, this is an inflow of 238.1 million dollars, higher than in the same period in 2022, essentially explained by “the increase in the volume exported”.

“This was justified by the start of exploration and export of gas from Area 4 of the Rovuma basin, given that the international price fell by 64.1%,” the document reads.

However, despite this increase, natural gas did not dethrone coal as Mozambique’s main export product, which earned the country 583.4 million dollars in the second quarter.

Area 4 in the Rovuma basin, in the north of the country, is operated by Mozambique Rovuma Venture (MRV), a joint venture co-owned by ExxonMobil, Eni and CNPC (China), which has a 70% stake in the concession contract, with natural gas production starting in 2022. Galp, Kogas (South Korea) and Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (Mozambique) each hold a 10% stake.

Eni, the concessionaire for Rovuma Area 4, is already discussing with the Mozambican government the development of a second floating platform, a copy of the first and called Coral Norte, to increase gas extraction, a source from the Italian oil company told Lusa at the beginning of October.

This plan involves the acquisition of a second FNLG floating platform for the Coral Norte area, identical to the one that has been extracting gas in the Coral Sul area since mid-2022.

“Eni is working towards the development of Coral Norte through a second FLNG in Mozambique, taking advantage of the experience and lessons learned in the Coral Sul FLNG, including those related to costs and execution time,” added the same source from the oil company, the delegated operator of that consortium.

Moçambique Prevê Encaixar 4,2 MM de Meticais em Receitas Fiscais de Gás Natural em 2024

Moçambique Prevê Encaixar 4,2 MM de Meticais em Receitas Fiscais de Gás Natural em 2024

Moçambique Prevê Encaixar 4,2 MM de Meticais em Receitas Fiscais de Gás Natural em 2024

Estado moçambicano prevê encaixar, no próximo ano, 4,2 mil milhões de meticais em receitais fiscais de gás natural, segundo os documentos de suporte à proposta do Plano Económico e Social e Orçamento do Estado (PESOE) para 2024.

De acordo com a proposta, essas receitas, provenientes do Gás Natural Liquefeito (GNL) do projecto Coral Sul na bacia do Rovuma, representam, contudo, apenas 0,3% do Produto Interno Bruto (PIB) esperado para 2024.

Há dias, o Banco de Moçambique (BdM) revelou que as exportações de gás natural do País dispararam, em volume, 80,9%, no segundo trimestre, face a 2022, rendendo 336 milhões de dólares.

Segundo o relatório da instituição sobre a balança de pagamentos nacional no segundo trimestre, trata-se de um encaixe 238,1 milhões de dólares, superior ao do período homólogo de 2022, explicado essencialmente “pelo incremento do volume exportado”.

“A justificar, o início da exploração e exportação do gás da Área 4 da bacia do Rovuma, visto que o preço internacional caiu 64,1%”, lê-se no documento.

Entretanto, apesar deste incremento, o gás natural não destronou o carvão mineral enquanto principal produto de exportação de Moçambique, que rendeu ao País 583,4 milhões de dólares no segundo trimestre.

A Área 4 na bacia do Rovuma, norte do País, é operada pela Mozambique Rovuma Venture (MRV), uma ‘joint venture’ em co-propriedade da ExxonMobil, Eni e CNPC (China), que detém 70% de interesse participativo no contrato de concessão, cuja produção de gás natural arrancou em 2022. A Galp, Kogas (Coreia do Sul) e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (Moçambique) detêm, cada, uma participação de 10%.

A Eni, concessionária da Área 4 do Rovuma, já discute com o Governo moçambicano o desenvolvimento de uma segunda plataforma flutuante, cópia da primeira e designada Coral Norte, para aumentar a extracção de gás, disse à Lusa, no início de Outubro, fonte da petrolífera italiana.

Este plano envolve, nomeadamente, a aquisição de uma segunda plataforma flutuante FNLG, para a área Coral Norte, idêntica à que opera na extracção de gás, desde meados de 2022, na área Coral Sul.

“A Eni está a trabalhar para o desenvolvimento do Coral Norte através de uma segunda FLNG em Moçambique, aproveitando a experiência e as lições aprendidas na Coral Sul FLNG, incluindo as relacionadas com custos e tempo de execução”, acrescentou a mesma fonte da petrolífera, operador delegado daquele consórcio.

Pesquisa revela que as concessionárias investiram, em cinco anos, 18,4 mil milhões de dólares na exploração de petróleo e gás em Moçambique

Exploração de Hidrocarbonetos em Moçambique

As concessionárias investiram, em cinco anos, 18,4 mil milhões de dólares na exploração de hidrocarbonetos, mas em 2022 esse investimento caiu para menos de metade, indicam dados oficiais.

Um relatório sobre “Estatísticas de Investimento em Petróleo e Gás em Moçambique de 2018-22”, divulgado esta Terça-feira, 14 de Novembro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), contabiliza que as concessionárias investiram, desse total, 15,3 mil milhões de dólares em trabalhos de desenvolvimento de campo, e o restante em pesquisa, avaliação, estudos e produção e ainda na desmobilização e abandono de poços.

Globalmente, nesses trabalhos, as concessionárias investiram mais de 2,1 mil milhões de dólares em 2022, menos de metade do recorde de quase 4,6 mil milhões de dólares em 2021 ou dos 4,5 mil milhões de dólares em 2020.

“Esta queda é justificada, em parte, pelo início, no segundo semestre de 2022, da produção do gás ‘offshore’ na bacia do Rovuma, dado que baixaram significativamente os custos com capital, sobretudo relacionados com a plataforma flutuante de gás natural liquefeito (FLNG)”, explica o INE.

O relatório recorre a informações do Instituto Nacional de Petróleos (INP) e abrange todas as licenças activas de exploração de hidrocarbonetos em Moçambique até 2022.

“Em 2022, as despesas realizadas na fase de produção atingiram um total de 368,9 milhões de dólares, quase o triplo do registado em 2021 e é igualmente o valor mais alto desde 2018. Esta tendência é explicada principalmente pelo início da produção e exportação do gás em Cabo Delgado, no projecto offshore na bacia do Rovuma, no projecto Coral Sul”, acrescenta o INE.

A Área 4 na bacia do Rovuma, Norte do País, é operada pela Mozambique Rovuma Venture (MRV), uma ‘joint-venture’ em co-propriedade da ExxonMobil, Eni e CNPC (China), que detém 70% de interesse participativo no contrato de concessão, cuja produção de gás natural arrancou em 2022. A Galp, Kogas (Coreia do Sul) e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (Moçambique) detêm, cada, uma participação de 10%.

Mozambique’s economy remained resilient in the first half of the year

Economia moçambicana manteve-se resiliente

First National Bank (FNB) Mozambique, a subsidiary of the South African group FirstRand, believes that the Mozambican economy was resilient during the first half of the year, with growth of around 4.6%, much in line with initial forecasts.

According to Alfredo Mondlane, head of Economics and Market Research at the FNB, who was speaking a few days ago during a debate on Sustainable Financing, despite the various constraints – including the climatic events that affected the country at the start of the year – the Mozambican economy continued to show growth strength, highlighting that Liquefied Natural Gas (LNG) will be the major driver of the extractive sector by the end of the year.

“This year, LNG will be the driving force behind at least 90% of the growth in the extractive sector, which is mostly due to Floating Liquefied Natural Gas (FLNG), which was not produced in October last year,” he explained, quoted in a statement released by the FNB.

As for the financial sector, Alfredo Mondlane reported growth of 7% in the period in question. However, following the increase in mandatory reserve rates from 10% to 39%, the sector is now facing a liquidity challenge. “And this has translated into an additional cost of financing the economy. As a result, the sector slowed its growth in the second quarter. However, even with this slowdown, the financial sector is expected to remain resilient and continue to grow,” he stressed.

With regard to inflation, the economist expects it to worsen somewhat, but without reaching double digits, i.e. “the expectation by the end of the year is that it will be below 7%”.

Economia moçambicana manteve-se resiliente no primeiro semestre

Economia moçambicana manteve-se resiliente

FNB: Economia Moçambicana Manteve-se Resiliente no Primeiro Semestre

O First National Bank (FNB) Moçambique, subsidiária do grupo sul-africano FirstRand, considera que a economia moçambicana foi resiliente durante o primeiro semestre, tendo apresentado um crescimento na ordem dos 4,6%, muito em linha com o inicialmente previsto.

Segundo o responsável de Economia e Pesquisa de Mercado do FNB, Alfredo Mondlane, que falava há dias, durante um debate sobre Financiamento Sustentável, apesar dos vários constrangimentos – entre eles, os eventos climáticos que afectaram o País no início do ano a economia moçambicana continuou a demonstrar força de crescimento, destacando que o Gás Natural Liquefeito (LNG, na sigla em inglês) será o grande impulsionador do sector extractivo até ao final do ano.

“Este ano, o LNG será o motor de, pelo menos, 90%, do crescimento do sector extractivo, o que se deve, na maioria, ao Gás Natural Liquefeito Flutuante (FLNG, na sigla em inglês), cuja produção não aconteceu em Outubro do ano passado”, explicou o responsável, citado numa nota divulgada pelo FNB.

Quanto ao sector financeiro, Alfredo Mondlane referiu um crescimento de 7% no período em referência. Contudo, após o aumento das taxas de reservas obrigatórias de 10% para 39%, o sector enfrenta agora um desafio de liquidez. “E isso traduziu-se num custo adicional de financiamento da economia. Assim, o sector abrandou o seu crescimento no segundo trimestre. No entanto, mesmo com este abrandamento, é de prever que o sector financeiro se mantenha resistente e continue a crescer”, realçou.

Em relação à inflação, o economista espera que haja algum agravamento, mas sem atingir os dois dígitos, ou seja, “a expectativa, até ao final do ano, é que fique abaixo dos 7%”.

Mozambique is One of the Ten African Countries with the Fastest GDP Growth in 2023

Crescimento do PIB

Gross Domestic Product (GDP) projections are a significant factor in determining the economic plans and policies of nations around the world.

These forecasts are important for African countries, as they provide insight into the overall development trajectory, growth potential and economic health of the continent.

As Africa continues to navigate its economic landscape, harnessing knowledge from Gross Domestic Product (GDP) projections is key to shaping a resilient and inclusive future.

The news portal Business Insider Africa, in an article published on Friday, November 10, notes that the International Monetary Fund, in its October World Economic Output (WEO) report, detailed the real GDP (annual percentage change) of each country.

According to the IMF’s baseline scenario, quoted by the website, inflation continues to fall as central banks continue to adopt a restrictive stance. The baseline scenario does not include a decline in real GDP per capita worldwide, which often occurs during a global recession.

Compared to the WEO’s April 2023 forecast, growth and employment in the first half of the year continued to be more robust. Although the world average projection has remained virtually unchanged from the July 2023 WEO update, there are several changes in growth and inflation expectations in the various countries.

African countries with the highest GDP projections for 2023

In this context, among the top ten African countries with the highest GDP projection for 2023, as the year draws to a close, are: in first place, Mozambique with 7% of GDP; in second place, the Democratic Republic of Congo with a projection of 6.7% of GDP; Ivory Coast comes third with a projection of 6.2% of GDP; in fourth place comes Rwanda with a projection of 6.2% of GDP; Ethiopia comes fifth with a projection of 6.1% of GDP; in sixth place comes Guinea with a projection of 5.9% of GDP; in seventh place is The Gambia with a projection of 5.6% of GDP; Benin comes in eighth place with a projection of 5.5% of GDP; Togo comes in ninth place with a projection of 5.4%; and lastly, Tanzania comes in tenth place with a projection of 5.2% of GDP.

Salim Valá: “Global instability has affected the performance of companies and investors in Mozambique”

Salim Valá: “A instabilidade global afectou o desempenho das empresas e dos investidores em Moçambique”

The PCA of the Mozambique Stock Exchange (BVM), Salim Valá, said that global instability has affected the performance of national companies and investors, stressing that even in the face of adversity, the Mozambican capital market is “performing positively”.

“The consequences of the pandemic, price fluctuations in international markets, the blockage in global distribution chains, strong inflationary pressures resulting from economic restrictions due to the conflict in Eastern Europe, have brought more risks and uncertainties to an economic climate that was already turbulent,” he said during his presentation at the Economic Briefing, which took place last Thursday, November 9, in Maputo.

According to the BVM chairmen, Mozambique “continues to be influenced by trends in the global economy, where the decrease in demand and the consequent fall in the prices of the main commodities exported end up having a negative impact on the level of the country’s exports.

Therefore, fears of extreme weather phenomena and the consequences of geostrategic conflicts in sensitive areas of the world, with the risk of rising prices for basic goods such as fuel, transport and food, which are shaking international markets, have affected the economy,” he said.

However, moving on from the global macroeconomic context to a more local view, Salim Valá noted that, “even in the face of these dilemmas, Gross Domestic Product (GDP) growth has evolved positively, and the inflation rate has maintained a downward trend”, also highlighting “the stability of the metical against the dollar”.

Looking at the state of the Mozambican financial system, he underlined “the resilience of the banking sector, which has shown itself to be solid and well capitalized, with the solvency ratio set at 24% in September 2023, corresponding to 12.0 percentage points above what was recommended,” he concluded.

Area 1: TotalEnergies Expects to Restart LNG Project in January

O gigante francês do petróleo e do gás, pretende retomar as suas operações no projecto de gás natural liquefeito (GNL) da Área 1 da Bacia do Rovuma, em Moçambique.

TotalEnergies, the French oil and gas giant, intends to resume operations at the Area 1 liquefied natural gas (LNG) project in Mozambique’s Rovuma Basin as early as January 2024, if security conditions permit, the Rede BNN news portal reported on Monday, November 13.

Without providing more specific information on the subject, the website, which quotes the director-general of the multinational, Patrick Pouyanné, says that the relationship will depend on the re-establishment of peace and stability in Cabo Delgado province and the provision of adequate security measures by the Mozambican authorities and regional forces.

The Mozambican government has also expressed its commitment

Patrick Pouyanne, quoted by the portal, also said that the company is working on the basis of a revised budget and timetable for the project, which will be announced in due course in 2023.

After the Mozambican government, together with regional blocs such as the Southern African Development Community (SADC) and the Rwandan government, sent troops and resources to fight the insurgency and protect the LNG areas in Afungi, a military intervention has been taking effect, with the militants regaining control of several strategic locations, including Palma.

The Mozambican government has also expressed its commitment and support for the project, guaranteeing cooperation and collaboration to TotalEnergies and its partners.

The Project

The project involves the development of offshore gas fields in the Rovuma basin and the construction of an onshore LNG plant and export terminal on the Afungi Peninsula. The project is expected to generate significant revenues and benefits for the Mozambican economy and people, and to contribute to the global energy transition and security.

TotalEnergies is the operator and largest shareholder in the project, with a 26.5% stake. The other partners include the Mozambican public company ENH, the Japanese company Mitsui, the Thai company PTTEP and the Indian companies ONGC Videsh, Bharat Petroleum and Oil India. The project has secured long-term contracts with buyers in Asia and Europe, such as the China National Offshore Oil Corporation, Tokyo Gas, Centrica and Shell.

Moçambique é um dos dez países africanos com maior crescimento do PIB em 2023

Crescimento do PIB

As projecções do Produto Interno Bruto (PIB) são um factor significativo na determinação dos planos e políticas económicas das nações de todo o mundo.

Estas previsões são importantes para os países africanos, uma vez que permitem conhecer a trajectória geral do desenvolvimento, o potencial de crescimento e a saúde económica do continente.

À medida que África continua a navegar na sua paisagem económica, o aproveitamento dos conhecimentos das projecções do Produto Interno Bruto (PIB) é fundamental para moldar um futuro resiliente e inclusivo.

O portal de notícias Business Insider África, num artigo publicado sexta-feira, 10 de Novembro, refere que o Fundo Monetário Internacional, no seu relatório sobre a produção económica mundial (WEO) de Outubro, apresentou em pormenor o PIB real (variação percentual anual) de cada país.

De acordo com o cenário de base do FMI, citado pelo site, a inflação continua a baixar, uma vez que os bancos centrais continuam a adoptar uma postura restritiva. O cenário de base não inclui uma diminuição do PIB real per capita mundial, que ocorre frequentemente durante uma recessão mundial.

Em comparação com a previsão do WEO de Abril de 2023, o crescimento e o emprego no primeiro semestre do ano continuaram a ser mais robustos. Embora a projecção média mundial tenha permanecido praticamente inalterada em relação à actualização do WEO de Julho de 2023, observam-se várias alterações nas expectativas de crescimento e inflação nos vários países.

Países africanos com a maior projecção do PIB em 2023

Neste contexto, entre os dez principais países africanos com a maior projecção do PIB para 2023, à medida que o ano termina, estão: em primeiro lugar, Moçambique com 7% do PIB; em segundo lugar, a República Democrática do Congo com uma projecção de 6,7% do PIB; Costa do Marfim vem em terceiro lugar com uma projecção de 6,2% do PIB; em quarto lugar vem o Ruanda com uma projecção de 6,2% do PIB; Etiópia vem em quinto lugar com uma projecção de 6,1% do PIB; em sexto lugar vem Guiné com uma projecção de 5,9% do PIB; em sétimo lugar está a Gâmbia com uma projecção de 5,6% do PIB; Benim aparece em oitavo lugar com uma projecção de 5,5% do PIB; Togo vem em nono lugar com uma projecção de 5,4%; e, por último, está a Tanzânia em décimo lugar com uma projecção de 5,2% do PIB.