Friday, June 5, 2026
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First Niassa Investment Forum approves funding for 30 projects

Primeiro Fórum de Investimento

Organized by the Niassa government and its partners, the Economic Forum held last Friday made thirty (30) development projects possible, which will be financed by national and foreign players. To make them a reality, 42 million dollars are needed, mobilized by the Mozambican Chamber of Commerce, as well as funding from the African Development Bank (AfDB).

The ADB’s resident director in Mozambique, César Augusto Abogo, said that the financial institution is open to training economic agents in the light of its new strategy to boost development in Niassa.

The projects in the spotlight concern soybean, macadamia and wheat production, the financing for which will allow for increased production, processing and marketing.

The Secretary of State, Lina Portugal, and the governor of Niassa, Elina Massangele, guaranteed that they will do everything they can to make all the projects viable, providing all kinds of support to local and foreign businesses to make the investments a reality.

Primeiro Fórum de Investimento do Niassa aprova financiamento de 30 projectos

Primeiro Fórum de Investimento

O Primeiro Fórum de Investimento organizado pelo governo do Niassa e seus parceiros, decorreu na última sexta-feira, onde cerca trinta (30) projectos de desenvolvimento, serão financiados por actores nacionais e estrangeiros.

Para a sua materialização, são necessários 42 milhões de dólares, mobilizados pela Câmara de Comércio de Moçambique, além do financiamento do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD).

O diretor residente do BAD em Moçambique, César Augusto, disse que uma instituição financeira está aberta para capacitar os agentes económicos convista a contribuir para o desenvolvimento do Niassa.

Os projectos em destaque dizem respeito à produção de soja, macadâmia e trigo, cujo financiamento vai permitir o incremento da produção, processamento e comercialização.

A Secretária do Estado, Lina Portugal, e a governadora do Niassa, Elina Massangele, garantiram que farão de tudo para que todos os projectos sejam viabilizados, dando todo o tipo de apoio ao empresariado local e estrangeiro para a materialização dos investimentos.

The cost of servicing Mozambique’s debt will grow by 18% in 2024

Custo Com o Serviço da Dívida

The cost of servicing Mozambique’s debt will grow by 18% in 2024, to more than 116.6 billion meticais, according to figures from the Mozambican government.

According to the documents supporting the proposal for the Economic and Social Plan and State Budget (PESOE) for 2024, under discussion in Parliament, it is estimated that the cost of servicing Mozambique’s debt – interest payments and repayment of capital – will be equivalent next year to 7.6% of the estimated Gross Domestic Product (GDP).

For this year, the government’s forecast for the cost of servicing the debt is 98.8 billion meticais, equivalent to 7.5% of the GDP expected for 2023. The previous year, it was 72.3 billion meticais, with a weight of 6.1% of GDP.

“The acceleration in capital repayment is related to the framework of the external debt Restructuring Agreement, with maturities to be verified in 2024. In addition, a change in the external debt interest rate is expected for securities maturing in 2024,” the document reads.

Half the public debt will be amortized in 2024
As a result, more than half of the cost of servicing Mozambique’s public debt next year will be capital repayments, amounting to 60.9 billion meticais, and 55.7 billion meticais in interest payments, of which 41.4 billion meticais relates to debt issued domestically, through Treasury bonds and bills.

Meanwhile, this month, the governor of the Bank of Mozambique acknowledged “the strong pressure on public spending” in the country, “in a context of weak revenue collection and limited sources of external financing”, which “is contributing to an increase in fiscal risk and domestic indebtedness”.

“The increase in spending is mainly due to the implementation of the salary reform and spending related to the electoral cycle,” warned Rogério Zandamela on November 1.

Custo Com o Serviço da Dívida de Moçambique Vai Subir 18% em 2024 Para 116,6 MM de Meticais

Custo Com o Serviço da Dívida

Custo com o serviço da dívida de Moçambique vai crescer 18% em 2024, para mais de 116,6 mil milhões de meticais, segundo dados do Governo moçambicano.

De acordo com os documentos de suporte à proposta do Plano Económico e Social e Orçamento do Estado (PESOE) para 2024, em discussão no Parlamento, estima-se que o custo do serviço da dívida moçambicana – pagamento de juros e reembolso de capital – seja equivalente, no próximo ano, a 7,6% do Produto Interno Bruto (PIB) estimado.

Para este ano, a previsão do Governo com o custo do serviço da dívida é de 98,8 mil milhões de meticais, equivalente a 7,5% do PIB esperado para 2023. No ano anterior, havia sido de 72,3 mil milhões de meticais, com um peso de 6,1% do PIB.

“A garantia na amortização do capital está relacionada com o quadro do Acordo de Reestruturação da dívida externa, com vencimentos a serem verificados em 2024. Adicionalmente, espera-se uma alteração da taxa de juro da dívida externa, para títulos com vencimento em 2024” , lê-se no documento.

Metade da dívida pública será amortizada em 2024

Assim, mais de metade do custo com o serviço da dívida pública moçambicana no próximo ano será com amortização de capital, no valor de 60,9 mil milhões de meticais, e 55,7 mil milhões de meticais com o pagamento de juros, dos quais 41,4 mil milhões de meticais relativos a dívidas emitidas internamente, através de títulos e bilhetes do Tesouro.

Entretanto, este mês, o governador do Banco de Moçambique declarou “a forte pressão sobre a despesa pública” do País, “num contexto de fraca arrecadação de receitas e de limitadas fontes de financiamento externo”, o que “está a contribuir para o aumento do risco fiscal e do endividamento interno”.

“O aumento da despesa decorre sobretudo da implementação da reforma salarial e dos gastos relacionados ao ciclo eleitoral”, alertou, Rogério Zandamela, a 1 de Novembro.

Dividend income fell by 92% in the first nine months of the year

Receitas de dividendos baixaram em 92% nos primeiros nove meses do ano

The cash crisis continues to mark the daily lives of public companies and those in which the Mozambican state has a stake. The Budget Execution Report for the first nine months of 2023, published a few days ago by the Ministry of Economy and Finance, reveals a 92.3% reduction in dividend income when compared to the first three quarters of 2022.

According to the document, which assesses the implementation of the Social and Economic Plan and the respective State Budget for 2023, from January to September this year, the national tax system collected 484.3 million Meticais in dividend revenue, corresponding to 0.2% of the total revenue generated by the state in this period, which was 232,547.4 million Meticais.

The report details that the dividend revenue generated in the first three quarters of 2023 represents a reduction of 92.3% in relation to that collected in the same period of 2022, which stood at 6,304.1 million Meticais, having contributed 1.3% of the total revenue achieved in the same period last year.

The Ministry of Economy and Finance illustrates that the poor performance of this category of revenue was due to the non-payment of five companies, namely Millennium BIM, MCNet, EMOSE, HCB and the National Communications Institute of Mozambique (INCM), which did not pay any revenue to the state. In 2022, for example, HCB paid 3,259.1 million Meticais and Millennium BIM 1,559.7 million Meticais.

In the first three quarters of the year, only four companies paid dividend income, namely MOZAL (274 million Meticais, 67.4% less than in 2022), ENH (200 million Meticais, after having paid nothing last year), CFM (300 thousand Meticais, a reduction of 99.9% compared to 2022) and Mozambique Comunity Network, SA (10 million Meticais, after having paid nothing in 2022).
Dividend income, it should be noted, is a type of income made available to the shareholders of some companies and derives from a company’s profits.

Concession revenues down by 10%
In addition to the drastic reduction in dividend revenue, the Budget Execution Report for the first nine months of the year reveals that revenue from concessions also fell by 10.1%, with 2,493.4 million Meticais collected, compared to 2,772.7 million Meticais collected in the same period of 2022.

HCB (1,404.3 million Meticais), MPDC-Porto de Maputo (591.4 million Meticais) and the Northern Development Corridors (212.3 million Meticais) and Nacala-à-Velha Logistics Corridor (199.0 million Meticais) were the main contributors, while the Nacala Logistics Corridor, INCM and Movitel make up the list of companies that contributed nothing in this revenue category. Overall, concessions contributed 1.1% to the total revenue collected by the state from January to September 2023, compared to 1.3% in the same period in 2022.

De acordo com o documento publicado pelo Ministério da Economia e Finanças, nesta categoria de receitas, o desempenho foi influenciado pelos projectos de exploração de Recursos Minerais, que saíram de 9.771,6 milhões de Meticais, nos primeiros nove meses de 2022, para 3.440,5 milhões de Meticais, em igual período de 2023, o que representa uma redução de 64,8%.

Os projectos de produção de energia cresceram em 45,1% (de 8.630,9 milhões de Meticais para 12.551,8 milhões de Meticais) e os de exploração de petróleo em 36,6% (de 3.729,1 milhões de Meticais para 5.092,9 milhões de Meticais). Em geral, a contribuição deste sector para as receitas do Estado reduziu de 10,7% para 9,4%.

Receitas de dividendos baixaram em 92% nos primeiros nove meses do ano

Receitas de dividendos baixaram em 92% nos primeiros nove meses do ano

A crise de tesouraria continua a marcar o quotidiano das empresas públicas e participadas pelo Estado moçambicano. O Relatório de Execução Orçamental referente aos primeiros nove meses de 2023, publicado há dias pelo Ministério da Economia e Finanças, revela a redução, em 92,3%, das receitas de dividendos, quando comparadas com os primeiros três trimestres de 2022.

De acordo com o documento, que avalia a execução do Plano Social e Económico e o respectivo Orçamento de Estado para 2023, de Janeiro a Setembro deste ano, o sistema fiscal nacional encaixou 484,3 milhões de Meticais em receitas de dividendos, correspondendo a 0,2% do total da receita gerado pelo Estado neste período, que foi de 232.547,4 milhões de Meticais.

O relatório detalha que a receita de dividendos, gerada nos primeiros três trimestres de 2023, representa uma redução de 92,3% em relação à arrecada no mesmo período de 2022, que se fixou em 6.304,1 milhões de Meticais, tendo contribuído em 1,3% na receita total conseguida em igual período do ano passado.

O Ministério da Economia e Finanças ilustra que o mau desempenho desta categoria de receitas deveu-se à ausência de pagamento de cinco empresas, nomeadamente, Millennium BIM, MCNet, EMOSE, HCB e Instituto Nacional de Comunicações de Moçambique (INCM), que não pagaram quaisquer receitas ao Estado. Em 2022, por exemplo, a HCB pagou, no mesmo período, 3.259,1 milhões de Meticais e o Millennium BIM 1.559,7 milhões de Meticais.

Nos primeiros três trimestres do ano, apenas quatro empresas pagaram receitas de dividendos, nomeadamente, MOZAL (274 milhões de Meticais, menos 67,4% em relação a 2022), ENH (200 milhões de Meticais, depois de não ter pago nada no ano passado), CFM (300 mil Meticais, uma redução de 99,9% em relação a 2022) e Mozambique Comunity Network, SA (10 milhões de Meticais, depois de não ter em 2022).

A receita de dividendos, sublinhe-se, é um tipo de rendimento disponibilizado aos acionistas de algumas empresas e deriva dos lucros de uma companhia.

Receitas de Concessões reduziram em 10%

Para além da redução drástica das receitas de dividendos, o Relatório de Execução Orçamental dos primeiros nove meses do ano revela que as receitas de concessões também reduziram em 10,1%, ao se arrecadar 2.493,4 milhões de Meticais, contra 2.772,7 milhões de Meticais cobrados no mesmo período de 2022.

A HCB (1.404,3 milhões de Meticais), o MPDC-Porto de Maputo (591,4 milhões de Meticais) e os Corredores de Desenvolvimento de Norte (212,3 milhões de Meticais) e Logístico de Nacala-à-Velha (199,0 milhões de Meticais) foram os principais contribuintes, enquanto o Corredor Logístico de Nacala, o INCM e a Movitel integram a lista de empresas que não contribuíram em nada nesta categoria de receitas. Em geral, as concessões contribuíram em 1,1% na receita total cobrada pelo Estado de Janeiro a Setembro de 2023, contra 1,3% do mesmo período de 2022.

Os megaprojectos também viram a sua contribuição reduzir em 4,8%, de Janeiro a Setembro de 2023, ao passar de 23.039,2 milhões de Meticais, conseguidos nos primeiros três trimestres do ano passado, para 21.936,1 milhões de Meticais no igual período de 2023.

De acordo com o documento publicado pelo Ministério da Economia e Finanças, nesta categoria de receitas, o desempenho foi influenciado pelos projectos de exploração de Recursos Minerais, que saíram de 9.771,6 milhões de Meticais, nos primeiros nove meses de 2022, para 3.440,5 milhões de Meticais, em igual período de 2023, o que representa uma redução de 64,8%.

Os projectos de produção de energia cresceram em 45,1% (de 8.630,9 milhões de Meticais para 12.551,8 milhões de Meticais) e os de exploração de petróleo em 36,6% (de 3.729,1 milhões de Meticais para 5.092,9 milhões de Meticais). Em geral, a contribuição deste sector para as receitas do Estado reduziu de 10,7% para 9,4%.

Moçambique e Fundo Saudita acordam financiamento de 158 milhões de dólares para projectos de infra-estruturas públicas

Financiamento de 158 milhões de dólares para a construção de infra-estruturas de utilidade pública no país.

O governo moçambicano e o Fundo de Desenvolvimento Saudita assinaram na passada quinta-feira, 9 de Novembro, em Riade, um acordo de financiamento de 158 milhões de dólares para a construção de infra-estruturas de utilidade pública no país.

O documento foi assinado pelo ministro da Economia e Finanças de Moçambique, Max Tonela, e pelo CEO do Fundo, Abdulrahman Al-Marshad, durante a Conferência Económica Arábia Saudita-África.

De acordo com informação divulgada pela FurtherAfrica, o valor será utilizado para três projectos no âmbito do Plano Quinquenal do governo 2020-24, nomeadamente a construção e equipamento de cinco hospitais em Chimbonila (Niassa), Ribaue (Nampula) Molumbo (Zambézia), Vanduzi (Manica) e Limpopo (Gaza) no âmbito da iniciativa presidencial “One District One Hospital”.

Está também prevista a construção de uma barragem em Muera, que ajudará a mitigar o problema da escassez de água nos distritos de Mueda, Muidumbe e Nangade, na província de Cabo Delgado, norte do país, bem como a reabilitação de dois troços de Estrada Nacional Número 1 (N1).

“Estes acordos garantem novos investimentos que não só melhoram o bem-estar da população, mas também impulsionam o desenvolvimento económico, construindo uma base sólida para o futuro do país”, explicou Max Tonela.

Enfatizou que, nos termos do pacote de financiamento, o governo garantirá que empresas moçambicanas qualificadas participem em todos os trabalhos de engenharia e contratação.

Sobre os termos do acordo de financiamento, Max Tonela explicou que “trata-se de um crédito concessional, com maturidades semestrais a uma taxa de juro de 1,5 por cento e Moçambique terá de devolver o valor em 25 anos”.

Área 1: TotalEnergies Espera Reiniciar Projecto de GNL em Janeiro

O gigante francês do petróleo e do gás, pretende retomar as suas operações no projecto de gás natural liquefeito (GNL) da Área 1 da Bacia do Rovuma, em Moçambique.

A TotalEnergies, o gigante francês do petróleo e do gás, pretende retomar as suas operações no projecto de gás natural liquefeito (GNL) da Área 1 da Bacia do Rovuma, em Moçambique, já em Janeiro de 2024, isto se as condições de segurança o permitirem, informou esta segunda-feira, 13 de Novembro, o portal de notícias  Rede BNN .

Sem avançar dados mais específicos sobre o assunto, o site que cita o diretor-geral da miltinacional, Patrick Pouyanné, refere que o relacionamento estará dependente do restabelecimento da paz e da estabilidade na província de Cabo Delgado e das disposições de medidas de segurança adequadas por parte das autoridades moçambicanas e das forças regionais.

Governo moçambicano também tem vindo a manifestar o seu compromisso

Patrick Pouyanne, citado pelo portal, terá ainda referido que a empresa está a trabalhar com base num orçamento e calendário revistos para o projeto, e que serão anunciados oportunamente, ainda em 2023.

Depois do Governo de Moçambique juntamente com os blocos regionais, como a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) e o Governo ruandês, enviaram tropas e recursos para combater a insurreição e proteger as áreas do GNL, em Afungi, para uma intervenção militar tem. vindo a produzir efeitos tendo os militantes recuperado o controle de várias localizações estratégicas, incluindo Palma.

O Governo moçambicano também tem vindo a manifestar o seu compromisso e apoio ao projecto garantindo cooperação e colaboração à TotalEnergies e aos seus parceiros.

O Projecto

O projecto envolve o desenvolvimento de campos de gás offshore na bacia do Rovuma e a construção de uma fábrica de GNL em terra e de um terminal de exportação na Península de Afungi. Espera-se que o projeto gere receitas e benefícios significativos para a economia e o povo moçambicano, e que contribua para a transição e segurança energética global.

A TotalEnergies é o operador e o maior accionista do projecto, com uma participação de 26,5%. Os outros parceiros incluem a empresa pública moçambicana ENH, a empresa japonesa Mitsui, a tailandesa PTTEP e as empresas indianas ONGC Videsh, Bharat Petroleum e Oil India. O projecto assegurou contratos de longo prazo com compradores da Ásia e da Europa, como a China National Offshore Oil Corporation, a Tokyo Gas, a Centrica e a Shell.

Salim Valá: “A instabilidade global afectou o desempenho das empresas e dos investidores em Moçambique”

Salim Valá: “A instabilidade global afectou o desempenho das empresas e dos investidores em Moçambique”

O PCA da Bolsa de Valores de Moçambique (BVM), Salim Valá, disse que a instabilidade global tem afectado o desempenho das empresas e investidores nacionais, sublinhando que mesmo face às adversidades, o mercado de capitais moçambicano tem “um desempenho positivo”.

“As consequências da pandemia, as flutuações dos preços nos mercados internacionais, o bloqueio nas cadeias de distribuição globais, as fortes pressões inflacionistas resultantes das restrições económicas devido ao conflito na Europa de Leste, trouxeram mais riscos e incertezas para um clima económico que estava já turbulento”, afirmou durante a sua apresentação no Economic Briefing, que decorreu na passada quinta-feira, 9 de Novembro, em Maputo.

Segundo os presidentes da BVM, Moçambique “continua a ser influenciado pelas tendências da economia global, onde a diminuição da procura e a consequente queda dos preços das principais commodities exportadas acabam por ter um impacto negativo no nível das exportações do país.

Portanto, receios de fenómenos climáticos extremos e das consequências de conflitos geoestratégicos em áreas sensíveis do mundo, com o risco de aumento dos preços de bens básicos como combustíveis, transportes e alimentos, que são agitando os mercados internacionais, afetaram a economia”, disse ele.

No entanto, passando do contexto macroeconómico global para uma visão mais local, Salim Valá nota que, “mesmo face a estes dilemas, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) tem evoluído positivamente, e a taxa de inflação tem-se mantido uma tendência descendente”, destacando também “a estabilidade do metical face ao dólar”.

Olhando para o estado do sistema financeiro moçambicano, sublinhou “a resiliência do sector bancário, que se tem mostrado sólido e bem capitalizado, com o rácio de solvabilidade fixado em 24% em Setembro de 2023, correspondendo a 12,0 pontos percentuais acima do que foi recomendado”, concluiu.

Exportação de castanha de caju rende 220 milhões de dólares

Exportação de castanha de caju rende 220 milhões de dólares

MOÇAMBIQUE obteve um rendimento de 220 milhões de dólares norte-americanos nos últimos cinco anos com a exportação de castanha de caju.

O director do Instituto das Amêndoas de Moçambique, Américo Wassiquete, disse que a castanha de caju é, até ao momento, a amêndoa cuja exportação traz mais divisas ao país.

Dissertando sobre o papel do Instituto das Amêndoas no primeiro Fórum de Investimento da província do Niassa.

Terminado fim-de-semana, Wassiquete disse que, depois da castanha de caju, a macadâmia está a ocupar um lugar expressivo nas oleaginosas.

Olhando para o seu valor comercial, Wassiquete, assume que o Instituto de Amêndoas, tende a adoptar um quadro de incentivos para o investimento.