Saturday, April 11, 2026
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Moçambique vai aumentar o acesso à energia para 64% até 2024

A informação foi dada pelo ministro dos Recursos Minerais e Energia, Carlos Zacarias, durante a reunião anual do Grupo de Trabalho do Sector da Energia (ESWG), na cidade de Maputo. Decorrido, esta semana, o encontro tinha como objectivo avaliar o nível de implementação dos programas de cooperação no sector de energia.

Segundo o ministro, o valor era da segunda fase do ProEnergia. Para a primeira fase, Moçambique recebeu um financiamento de 152 milhões de dólares para estabelecer novas ligações e elevar a taxa de electrificação de 35 por cento em 2019 para 49 por cento actualmente.

O governante afirmou que as boas relações entre Moçambique e os seus parceiros facilitaram o cumprimento das metas de electrificação definidas pelo Governo.

“O empenho dos parceiros na nossa causa tem-nos permitido electrificar as zonas mais remotas do nosso país e promover as energias limpas no contexto da transição energética”, afirmou Zacarias, citado pela Agência Moçambicana de Informação (AIM).

Zacarias classificou, ainda, positivamente, a aprovação da Lei da Electricidade, destacando que vai permitir um aumento da produção de electricidade na ordem dos 600 MW.

“Em 2022, a nova Lei da Eletricidade foi aprovada como parte dos esforços para criar uma estrutura legal atraente para novos entrantes. Este novo quadro regulatório abre espaço para que os atores privados (entre outros) contribuam para aumentar a capacidade de geração de energia em 600 MW no atual ciclo de governança, dos quais 200 MW de fontes renováveis”, explicou a fonte.

A ProEnergia pretende operacionalizar, através de soluções dentro e fora da rede elétrica nacional, o acesso universal à energia até 2030, com financiamento do governo de Moçambique, Banco Mundial, Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Suécia, Noruega, Reino Unido, Alemanha , Bélgica e União Europeia (UE).

Industrialização vai permitir uma transição energética justa no país, diz Saíde

Saíde, que falava no último dia (23 de Junho) da Conferência Anual do Sector Privado (CASP), na cidade de Maputo, afirmou que do nada vai valer almejar um transição energética se nem os recursos que o país possui ainda não passaram para a fase de transformação e processamento.

“Se quisermos avançar para a transição energética temos que olhar para o factor dimanizador dessa industrialização. O que eu quero dizer é que as energias renováveis vão precisar de energia firme para sua efectivação, dai que o processamento joga um papel importante”, começou por explicar o governante.

Saide elencou o gás, o lítio, carvão mineral, entre outros recursos que afloram no território moçambicano como matérias-primas, cuja transformação pode dar lugar à transição energética que se deseja.

Segundo disse, a transição justa passa por estabelecer esse equilíbrio, entre o desejo de migrar energeticamente e o fomento da industrialização para o lacance dessa agenda.

O dirigente indicou, por exemplo, que o mundo vem ensaiando a introdução de carros eléctricos e sublinhou que Moçambique dispõe de recursos capazes de produzir os dispositivos usados para pôr a circular os veículos movidos à energia eléctrica, mas o que vai ditar esse objectivo é a industrialização.

“Dizemos sim à transição energética, mas que seja de forma justa, que é olhar para os recursos que temos para que possamos entrar neste mercado global em pé de igualdade”,  explicou Saíde.

Na sexta-feira passada, António Saíde compunha ao painel subordinado ao tema “Alocação do gás natural para industrializar Moçambique- Políticas, Estratégias, Planos de Acção e Oportunidades para o Sector Privado”.

Neste painel a tónica comum entre os oradores foi que os recursos naturais devem beneficiar, em grande medida, à população moçambicana e a menor tranche é que deve ser exportada.

A propósito, a Sasol, empresa petrolífera sul-africana que explora o gás natural no distrito de Temane na província de Inhambane, esteve presente no evento. Em representação da empresa, Ovídio Rodolfo, director geral da Sasol Moçambique, lembrou que a firma mantém o compromisso de alocar 65 por cento de gás para o consumo doméstico e os outros 35% destinam-se à exportação.

O tema em alusão foi também apresentado pelo empresário Salimo Abdula, Michele Poggi e Eyob Easwaren, Presidente do Conselho de Administração da Intelec Holdings, um conglomerado de empresas de diversos sectores de actuação, pela directora da SAIPEM em Moçambique e representante da área de financimento de infraestruturas da Eastern and Southern African Trade and Development Bank (TDB), respectivamente.

FMI cria plataforma global de moeda digital de bancos centrais

O FMI quer que os bancos centrais cheguem a acordo sobre um quadro regulamentar comum para permitir a interoperabilidade global. O fracasso em chegar a um acordo sobre uma plataforma comum criaria um vácuo que provavelmente seria preenchido por criptomoedas, considera Georgieva

“As plataformas para moedas digitais de bancos centrais (CBDCs) não devem ser propostas nacionais fragmentadas… Para termos transacções mais eficientes e justas, precisamos de sistemas que liguem os países: precisamos de interoperabilidade”, disse Georgieva numa conferência em que participaram bancos centrais africanos em Rabat, Marrocos.

Georgieva enfatizou que as plataformas para moedas digitais de bancos centrais (CBDCs) devem ser apoiadas por activos, sublinhando que as criptomoedas são uma oportunidade de investimento quando apoiadas por activos, mas isso quando não são um “investimento especulativo”.

Um total de 114 bancos centrais estão em algum estágio de exploração da CBDC, “com cerca de 10 já cruzando a linha de chegada”, disse ela.

Uma CBDC é uma moeda digital controlada pelo Banco Central, enquanto as criptomoedas são quase sempre descentralizadas.

As CBDCs também podem ajudar a promover a inclusão financeira e tornar as remessas mais baratas, disse ela, observando que o custo médio das transferências de dinheiro é de 6,3%, totalizando US$ 44 mil milhões de dólares anuais.

Exportações do Zimbabwe para Moçambique aumentaram 80% no 1º trimestre

A agenda da diplomacia económica do Zimbabwe, desenhada para desbloquear o valor das boas relações políticas do país com o resto do mundo, continua a dar frutos positivos, com as exportações para Moçambique a crescerem significativamente.

Ao órgão nacional de promoção comercial e desenvolvimento do Zimbabwe, ZimTrade, coube facilitar o envolvimento de empresas zimbabweanas com potenciais parceiros em Moçambique durante a Missão de Vendas Externas na província de Tete.

No ano passado, a ZimTrade teve uma Missão de Vendas Externas de muito sucesso na cidade de Chimoio, província de Manica, onde foram realizados negócios no valor de mais de um milhão de dólares americanos.

Em Maio deste ano, o Zimbabwe deu passos significativos no sentido de aumentar o comércio com Moçambique, na sequência da bem sucedida visita do Presidente Filipe Nyusi àquele país. Durante a visita, vários Memorandos de Entendimento (MoUs) foram assinados para fortalecer os laços comerciais e de investimento entre os dois países.

O director de operações da ZimTrade, Similo Nkala, disse que o objectivo na província de Tete é desbloquear oportunidades em áreas próximas do Zimbabwe, o que facilitará às empresas locais a entrada de produtos no mercado.

“A província de Tete, sendo uma cidade mineira muito próxima do Zimbabwe, oferece oportunidades lucrativas para as empresas locais expandirem o comércio de produtos mineiros e outros setores”, disse Similo Nkala.

O aumento do comércio entre o Zimbabwe e Moçambique em 80,7 por cento entre Janeiro e Abril de 2023 significa que houve incremento de 58 milhões de dólares para 106 milhões, se comparado com o igual período do ano passado.

Moçambique conta com 500 milhões de dólares do MCC para economia sustentável

A Aplicação do fundo terá como enfoque a província da Zambézia, cobrindo três áreas, nomeadamente Conectividade e Transporte Rural; Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Costeiro; e Promoção de Investimento na Agricultura Comercial.

A Presidente da MCC, Alice Albright, disse, no contexto da confirmação do montante para o Compacto II, que “teremos, em Moçambique, o mais avançado e inovador Compacto que a MCC alguma vez financiou em todo o mundo, em termos de adopção de uma abordagem inteligente ao clima”.

Albright, prossegue “O cerne deste programa será a combinação de uma infraestrutura de transporte resiliente, oportunidades no contexto da economia verde e azul e reformas institucionais, legais e de políticas públicas que possam garantir um crescimento económico mais efectivo e de longo prazo”.

Embora tenha como foco geográfico a província da Zambézia, o Compacto II terá uma dimensão nacional, uma vez que as reformas institucionais, legais e de políticas públicas em perspectiva beneficiarão a todo o país.

A ideia consiste em replicar os projectos noutros pontos do país, quer com fundos públicos, quer com financiamento externo ou no âmbito de iniciativas do sector privado.

Moçambique beneficiou, de 2008 a 2013, do Compacto I, que contou com um financiamento, igualmente da MCC, na ordem de 506 milhões de dólares norte-americanos, cobrindo as áreas de água e saneamento, segurança sobre a terra, transporte e agricultura, tendo sido implementado nas províncias de Nampula, Niassa, Cabo Delgado e Zambézia.

A assinatura do Acordo de Financiamento do Compacto II entre os governos de Moçambique e dos EUA. Sob a chancela da MCC, está prevista para Setembro deste ano, em Washington D.C.

A Millennium Challenge Corporation é uma agência de assistência estrangeira independente e inovadora dos EUA que está a ajudar a agenda da luta contra a pobreza global.

Compactos é um dos tipos de financiamentos da agéncia que consiste em conceder grandes subsídios de cinco anos para países  que atendem aos critérios de elegibilidade da MCC

Moçambique destaca-se na Expo China-África que arranca hoje em Hunan

O evento configura-se como uma oportunidade para a promoção das potencialidades e oportunidades de investimento e a vantagem do país é que tem, em Changsha, um pavilhão permanente para a divulgação dos seus produtos no mercado chinés.

A embaixadora de Moçambique na China, Maria Gustava, descreve o evento como uma plataforma que permite reforçar a cooperação económica entre os dois países e tal deve ser capitalizado, no sentido de colocar o país aos olhos de investidores e parceiros.

“Como país parceiro fomos convidados a apresentar a lista de projectos prioritários a serem divulgados nas diversas plataformas chinesas, como são os casos de instituições financeiras, sector privado e governamental”, afirmou a governante.

Moçambique tem ainda a oportunidade de participar nos diversos eventos da CAETE, através duma coordenação que está a cargo da Agéncia para a Promoção de Investimento e Exportações (APIEX,IP).

Neste evento poderá estabelecer parcerias em diversas áreas com destaque para a agricultura, recursos minerais e energia, turismo, infraestruturas, indústria, petróleo e gás, a título de exemplo.

CAETE é o braço económico e comercial do Fórum China-Africa (FOCAC). Reúne no mesmo palco entidades governamentais e empresários e divulga projectos públicos e privados.

Promove, igualmente, produtos africanos no mercado chinés e mobiliza financia mentos para assegurar o inves timento directo deste país no continente africano.

Produtos para exposição

Moçambique leva para Exposição Económica e Comercial China-África (CAETE) produtos como tabaco, feijão bóer, madeira, gergelim, pedras preciosas, café de gorongosa, Ibo e nicufe, açúcar orgânico, oleaginosas, leguminosas, entre outros.

No fundo, a participação de Moçambique reforça a parceria estratégica com a China, nas vertentes de diplomacia económica, privilegiando a busca de oportunidades, para assegurar a industrialização de Moçambique, bem como promover a exportação de produtos moçambicanos no mercado chinês.

Representa igualmente o propósito do país de promover potenciais projectos económicos e comerciais entre China e Moçambique, destacar o país como destino preferencial para o investimento em sectores estratégicos da economia moçambicana.

A delegação moçambicana é chefiada pelo ministrio da Indústria e Comércio (MIC), Silvino Moreno, acompanho pela embaixadora Maria Gustava, quadros da Agência para a Promoção de Investimento e Exportações, (APIEX), Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural, (MADER) e o Ministério dos Recursos Minerais e Energia, (MIREME).

FACIM à espreita com novidades para empresas e visitantes

Este ano, a FACIM será repleta de novidades para expositores e visitantes, com destaque para o novo pavilhão da lusofonia (CPLP) e uma nova modalidade de promoção.

Sob o lema “Diversificação da Economia Nacional no Contexto da Integração Continental”, a 58ª edição da FACIM vai expor as potencialidades do país para produção e exportação, bem como promover oportunidades de negócio e de investimento nos diversos segmentos de actividade económica.

A Feira constitui uma plataforma para intercâmbio e cooperação e terá uma série de actividades, que incluem exposições, seminários, sessões de promoção e bolsas de contacto.

Durante estas sessões serão abordados, entre outros, temas relacionados ao Acesso ao Mercado Americano, no âmbito da Lei de Crescimento de Oportunidade para África (AGOA); Acesso ao Mercado Europeu, através do Acordo de Parceria Económica-SADC/APE e UE; Acesso ao Mercado Regional da SADC, através do Protocolo Comercial da SADC; Acesso aos Países Desenvolvidos e em Desenvolvimento-Livre de Quota e Direitos (China, Índia, Brasil, Coreia do Sul – no âmbito da OMC).

Além do novo pavilhão da lusofonia (CPLP), a presente edição da FACIM 2023 destaca algumas inovações como o pavilhão do sector agro-pecuário; o pavilhão do desporto e apresenta uma nova forma de promoção de produtos e serviços.

Prevê-se que a 58ª Edição da FACIM 2023 atraia mais de 2.500 expositores nacionais e estrangeiros, cerca de 25 países e 450 empresas estrangeiras, distribuídos em 10 pavilhões e espaços livres. Estão convidados a participar na feira todos os sectores económicos, associações económicas, empresas públicas e privadas, nacionais e estrangeiras e o público no geral.

 

Airlink aumenta voos entre Joanesburgo e Vilanculos para atender à crescente demanda

Assim, a Airlink aumentará os voos de ida e volta entre Joanesburgo (África do Sul) e Vilanculos (Moçambique), para 11 por semana a partir de 08 de janeiro de 2024.

Os voos Mbombela-Vilanculos vão ser cancelados e essa alteração do horário implicará o cancelamento de voos directos entre Mbombela (anteriormente Nelspruit) e Vilanculos após 05 de Janeiro de 2024.

“Como a principal companhia aérea regional, a Airlink se propõe a fornecer aos viajantes as conexões que desejam. O mercado de férias combinadas na mata e na praia é altamente sazonal e, como resultado, estamos transferindo capacidade para o serviço Joanesburgo-Vilanculos, que tem mostrado uma demanda de tráfego significativa”, disse o CEO e director administrativo da Airlink, Rodger Foster.

“Os clientes que queiram viajar directamente de Mbombela para Vilanculos ainda poderão combinar seus safáris na mata e experiências exóticas em praias, usando nossas conexões por meio de nosso hub internacional Joanesburgo-OR Tambo”, acrescentou Foster.

Vilankulo está localizado na província de Inhambane na costa da baía com o mesmo nome. É considerado um dos importantes pontos turísticos de que o país dispõe.

Inhambane apresenta grande potencial turístico e oportunidades de investimento ao longo dos seus 700 quilómetros de costa, com praias banhadas por águas cristalinas, grande beleza paisagística e diversidade de flora, fauna marinha e terrestre.

 

Reabilitação da Estrada N1: Próximo ano arrancam concursos para a contratação de empreiteiros

No informe semanal, Filimão Suazi afirmou que enquanto não arrancam as obras de grande vulto, decorrem trabalhos de reparação de troços mais críticos para garantir a transitabilidade, na Estrada Nacional Número Um.

“Ficou claro que os grandes concursos sobre a reabilitação da EN1 estão para o início próximo ano mas vão acontecendo intervenções de nível muito localizado ao nível desta mesma estrada. Sabemos que têm estado a circular algumas informações que parecem querer introduzir alguma contradição, que estão a ser veiculado por um e outro órgão, mas a informação que nós formalmente mantemos é esta, que aliás, é pública“, disse.

Num outro desenvolvimento, o porta-voz do governo disse que o Governo garante estar a trabalhar para o pagamento aos professores, de horas-extras atrasadas.

A reabilitação da EN1 diz respeito à implantação da infraestruturas resilientes, através do projecto de estradas mais seguras para a integração sócio-económica em moçambique (SRSEI), mediante uma abordagem programática multifásica.

O objectivo do projecto é de melhorar a conectividade rodoviária, a segurança e a resiliência climática e desenvolver a inclusão social nas áreas do projecto.

São 1.053 quilómetros dos cerca de 2.600 km da extensão total da EN1 que devem ser reabilitados. A Fase I vai custar 400 milhões de dólares, parte de um total de 850 milhões financiados pelo Banco Mundial, na sequência da solicitação formulada pelo Governo de Moçambique.

BGFA lança nova chamada para financiamento de projectos de energia limpa

O Fundo Naciobal de Energia (FUNAE) refere que o relançamento da campanha de apresentação de propostas em Moçambique, que vai na sua segunda edição (BGFA2), tem por objectivo incentivar as empresas privadas de serviços de energia a expandir os seus negócios inovadores e sustentáveis.

Tem também em vista acelerar o acesso à energia limpa e acessível fora da rede para clientes em zonas peri-urbanas e rurais de Moçambique em locais específicos estabelecidos pelo Governo de Moçambique.

As empresas que trabalham no sector fora da rede com experiência na implantação e exploração de mini-redes para fornecer serviços energéticos em locais específicos são elegíveis a candidatar-se ao financiamento.

De acordo com o FUNAE, as soluções solares domésticas autónomas só podem ser oferecidas como uma solução complementar às soluções baseadas em mini-redes para clientes que não serão ligados à(s) mini-rede(s) nos locais especificados. Os projectos que proponham a implantação de soluções exclusivamente autónomas não são elegíveis para financiamento do BGFA2.

“Foi com agrado que tomámos conhecimento do interesse do BGFA em promover e financiar a participação privada na electrificação rural do nosso país. O novo quadro legal e regulamentar para a electrificação fora da rede visa promover e facilitar o investimento privado, reconhecendo os desafios que isso representa”, afirmou Paulo Da Graça, Presidente da  Autoridade Reguladora de Energia (ARENE), um das instituições que lidera o processo.

O Fundo é financiado pela Suécia, país que está a ajudar Moçambique a alcançar o acesso universal a serviços modernos de energia, incluindo o desenvolvimento do mercado de energias renováveis fora da rede.

“O aumento do investimento em soluções fora da rede é importante para alcançar as comunidades menos servidas e, portanto, para estimular e permitir o investimento do sector privado através de fontes de energia renováveis”, expressou-se Mette Sunnergren, Embaixadora da Suécia em Moçambique.

A ronda de financiamento do BGFA2 está aberta a candidaturas através de um sistema online. O prazo para a apresentação de candidaturas é 31 de Agosto de 2023 às 12:00 horas (meio-dia), hora de Helsínquia (EET).