Thursday, June 18, 2026
spot_img
Home Blog Page 368

Sasol Patrocina “Prémio das Industrias Culturais e Criativas”

O evento visa reconhecer artistas nacionais que se destacam na preservação e continuidade do legado cultural moçambicano tendo premiado com um troféu e um cheque de 120.000 MT, os seguintes artistas:

  • Prémio Carreira – Paulina Chiziane
  • Prémio Revelação – Banda Marrove
  • Literatura – Editora Fundza
  • Teatro – Calene e Lúcio
  • Design – Mélio Tinga
  • Moda – Nivaldo Therry
  • Artes Plásticas – Manuel Bata
  • Musica – Jimmy Dludlu
  • Cinema – Malha Filmes
  • Dança – DansArte [Maria Helena Pinto]

Segundo o Primeiro-Ministro, Adriano Maleiane, verifica-se uma tendência de inovação e melhoria da qualidade dos serviços e bens culturais e criativos colocados no mercado interno e internacional, o que tem contribuído para a geração de emprego para os operadores das Industriais Culturais e Criativas.

Por sua vez Ovídio Rodolfo, Diretor Geral da Sasol em Moçambique, afirma que mais do que patrocinar a cultura, a Sasol está a apoiar uma iniciativa que reconhece os que criaram para o desenvolvimento do país através das Indústrias Culturais e Criativas.

Lembrar que este patrocínio vem juntar-se ao recente apoio na organização do Festival de Timbila M’saho, realizado em Dezembro último, no Distrito de Zavala, o Festival de Música de Tofo, o Campeonato Africano de Futebol de Praia em Vilankulo e outras acções que a Sasol tem vindo a desenvolver na área da cultura.

Presidente afirma que Moçambique é exemplar na manutenção da paz

O Chefe de Estado diz que, durante a semana de trabalhos nas Nações Unidas, o país deixou clara a sua posição sobre a necessidade de uma diplomacia de paz, em todo o mundo.

Por isso, Filipe Nyusi avaliou positivamente a sua presença, esta semana, nas Nações Unidas, no âmbito da Presidência mensal de Moçambique, no Conselho de Segurança, este mês.

“Ficou claro nos temas que trouxemos, ficou claro que a missão foi bem sucedida. Ficou bem e bonito ver os países, que por vezes se digladiam quando estão a discutir, sentaram na mesma connosco, na mesma plataforma e discutiram os problemas , cada um no seu ponto de vista.  É isto que se pretende, aliás, esta casa que se chama Nações Unida, é mesmo para unir as pessoas; Nações Unidas, com pontos de vista diferentes se respeitam esses pontos de vista mas é fundamental isso e a nossa experiência.

  1. Portanto, conseguimos deixar a mensagem clara na necessidade de diplomacia de paz entre os países“, afirmou.

Nas Nações Unidas, o Estadista moçambicano presidiu, esta semana, sessões especiais do Conselho de Segurança da ONU sobre terrorismo e extremismo violento, experiencia de Moçambique na construção da Paz e a Iniciativa Continental sobre o Silenciar das Armas, para além de ter mantido encontros com líderes de países e organizações internacionais.

Entretanto, em entrevista exclusiva a ONU News, o Presidente da República disse que a presidência de Moçambique do Conselho de Segurança da ONU, serviu para mostrar o esforço do pais e do continente na pacificação do Mundo.

“Os desafios são enormes, mas quando se trata desses casos é preciso focalizar as matérias para evitar espalharmo-nos e não resolvermos nada.

Sentimo-nos como um país que pode dar a sua contribuição para a matéria que escolhemos, neste caso como viu, concretamente os três dias, foram em torno da paz, foram em torno de não guerra, de combate ao terrorismo, falamos  da paz, sobretudo.

Quisemos defender o esforço e o trabalho que Moçambique e África estão a fazer nestas matérias concretas e ficamos honrados e compensados pela audiência que tivemos e continuamos a ter em todos os momentos. Queremos deixar o nosso compromisso de como país continuarmos a dar o nosso apoio, a nossa contribuição para a pacificação do mundo e de muitos problemas, incluindo questões climáticas, mas para não nos espalharmos, escolhemos a paz a nível do continente “, disse o Presidente da República Filipe Nyusi em entrevista exclusiva a ONU News.

EUA financia projetos de desenvolvimento em Moçambique

Além de apoiar projetos de investimento, o Exim Bank também pretende participar dos estudos de viabilidade para a sua implementação.

A disponibilidade do Exim Bank foi partilhada recentemente, durante uma reunião em Washington, entre o ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos de Moçambique, Carlos Mesquita, e representantes de agências financeiras norte-americanas.

Entre outros itens da agenda, o encontro visava a apresentação de projectos específicos de infra-estruturas a serem executados em parceria com empresas norte-americanas e por elas financiados.

Na ocasião, Carlos Mesquita partilhou vários projectos estruturantes num encontro com a presidente do EXIM Bank, Reta Jo Lewis, dedicado à concessão de créditos e exportação de bens e serviços com o intuito de gerar postos de emprego.

Entre os projectos partilhados pelo executivo moçambicano, destacam-se a reabilitação de 130km da estrada Nametil-Moma em Nampula, avaliado em 110 milhões de dólares, 334 km de estrada de Bene a Zumbo, província de Tete, orçada em 340 milhões de dólares e a construção da barragem de Muera, na província de Cabo Delgado, orçada em cerca de 120 milhões de dólares.

“Durante a reunião ficou definido que em breve serão constituídas equipas técnicas para aprofundar a análise destes projetos e definir um plano de ação para o seu desenvolvimento”, explicou Andrew Herscowitz, membro da Comissão de Investimentos responsável pela elaboração de estratégias de desenvolvimento para o DFC (USA Finance and Development Agency) que, em parceria com o sector privado, financia projetos nos setores de energia, infra-estrutura básica e tecnologia da informação e comunicação.

Em 2020, o EXIM BANK aprovou cerca de 5 mil milhões de dólares em financiamento direto para o projeto Mozambique LNG a ser implementado pela TotalEnergies e seus parceiros na Bacia do Rovuma, no extremo norte de Moçambique.

EDM precisa de 10 milhões USD para reconcertar Zambézia

O Presidente do Conselho de Administração da EDM, Marcelino Alberto, anunciou o custo na província de Inhambane, sul do país, durante uma visita de acompanhamento às obras da Central Térmica (CTT) de Temane.

Citado pelo “Clube of Moz”, Alberto disse que a reparação das linhas de transmissão atingidas pelo ciclone na capital provincial da Zambézia, Quelimane, ficará concluída na próxima semana.

No entanto, a reparação das linhas eléctricas mais a sul, em Macuse, vai demorar muito mais devido à necessidade de substituir 150 postes derrubados pelo ciclone.

Alguns serviços nos distritos de Nicoadala e Namacurra, sobretudo nas unidades de saúde, estão a contar com geradores, enquanto a rede da EDM ainda não foi religada, disse Alberto.

CIN aposta na requalificação urbana e dá palco a artistas moçambicanos

A empresa, que este ano completa 50 anos em Moçambique, tem vindo a influenciar a forma como se olha para o espaço público, abraçando inspiradoras através da cor.

Depois de parcerias em projectos emblemáticos como o novo ‘Mercado do Frango e
Magumba’, o ‘Pintar pela Paz’ ou o ‘Bring Back Maputo’, a empresa associou-se também à
causa ambientalista, apoiando o ‘Muro da Biodiversidade’, no âmbito do projeto
“Preservação da Nossa Fauna”.

Uma iniciativa promovida em parceria com os Aeroportos de Moçambique, Conselho Municipal da Cidade de Maputo e Ministério da Terra e Ambiente, que tem como objectivo ser um espaço de sensibilização para a preservação da biodiversidade e combate à caça furtiva.

O ‘Muro da Biodiversidade’, que vai ser inaugurado na sexta-feira, dia 31 de Março, fica localizado
à saída do Aeroporto Internacional de Maputo, no Bairro de Mavalane, integrando
45 painéis com imagens de animais selvagens, muitos deles em risco de extensivo.

As pinturas permaneceram a cargo de duas equipes de artistas plásticos moçambicanos representadas por Mateus Sitole e Rachid Gutierrez.

A CIN contribuiu para a iniciativa doando todas as tintas e apoiando, ainda, no reboco e na
pintura de algumas casas no interior do Bairro de Mavalane, situado logo atrás do Muro.

Para além da mensagem de sensibilização que promove, todo aquele espaço transmite agora a mudança a que foi sujeito, refletindo também uma transformação do ponto de vista estético.

José Soares, Director Comercial das Tintas CIN em Moçambique, refere que “a aproximação à arquitectura, à arte e aos artistas locais, tem levado a CIN a optar por projectos emblemáticos na esfera social, simbolizando muito do que é a cultura moçambicana.

O ‘Muro da Biodiversidade é mais um desses exemplos”. “A cor certa pode transformar qualquer casa, qualquer edifício, qualquer espaço público, num lugar extraordinário,
influenciando a forma como nos sentimos e olhamos para esse mesmo espaço”, destaca
ainda o mesmo responsável.

Através de todos os seus projectos de responsabilidade social, a CIN escreve a sua própria
história, marcada pelo crescimento em Moçambique e pelo reconhecimento como marca responsável e de excelência.

Colgate assina protocolo de parceria público-privada com o Município de Pemba

Nos últimos tempos, o número de habitantes da cidade de Pemba aumentou
, o que levou o Município a reajustar a sua estrutura e as suas
formas de trabalho para garantir uma cidade limpa e cuidada. Assim, para enfrentar
este momento, a Colgate Palmolive Mozambique Limited doou 30 contentores de
lixo com a capacidade de 240 litros à cidade.

Para além da doação, a assinatura da parceria público-privada envolve também o
apoio a campanhas de limpeza da zona costeira, onde várias mulheres limpam as
praias com o apoio de um trator que recolhe os resíduos encontrados ao longo da
costa.

Cláudia Sónia da Conceição, Vereadora do Município de Pemba, mostrou que: ” É
com grande satisfação que senti que a Colgate está ciente do que se
passa no norte do país. Independentemente das razões, a nossa cidade está a
crescer, e é responsabilidade de todos construir um Moçambique mais limpo e
preparado para os desafios do crescimento económico e social.”

Lara Rocha, Líder da Equipa de Desenvolvimento do Cliente da Colgate-Palmolive,
por outro lado, reforçou isso: “Com este gesto, estamos a reimaginar um futuro
mais saudável e sustentável para todos e para o nosso planeta.”

Sasol sobe para o 2º Lugar no Índice de Transparência do Sector Extractivo

De acordo com este estudo desenvolvido pelo Centro de Integridade Pública (CIP), a Sasol evoluiu na transparência e divulgação de informação, em comparação com as primeiras duas edições. O CIP acrescenta que “a Sasol criou um link com informação em português e publica uma revista anual que contempla parte considerável das informações”.

Índice de Transparência do Sector Extractivo é um ranking das empresas dos sectores mineiro e petrolífero, com o objectivo de promover a transparência no sector, através avaliação de informação, tendo em conta indicadores fiscais, investimento social, governação corporativa e meio ambiente.

Segundo Ovídio Rodolfo, Director-Geral da Sasol, esta classificação reflecte o esforço e compromisso da Sasol Moçambique para melhorar a sua posição no ranking das próximas edições.

Governo garante disponibilidade do açúcar após inundações

O ministro da Agricultura, Celso Correia, sobrevoou recentemente os devastados canaviais de Maragra, na Manhiça, onde 51 por cento da área total foi perdida devido às cheias.

Mas mesmo com esta escala de destruição, de acordo com uma reportagem publicada na edição de terça-feira do diário Maputo “Noticias”, os produtores de açúcar garantem que não haverá impacto no mercado interno, em termos de disponibilidade de açúcar.

“Estamos confortados em saber da iniciativa privada que não vai faltar açúcar no país, e não há previsão de aumento de preço, pelo menos por enquanto”, disse Correia.

Ele falava na cidade de Boane, atingida pelas enchentes, onde entregou insumos de produção para cerca de 12.000 produtores afetados pelas enchentes de fevereiro

No entanto, o Governo reconhece que a situação vai prejudicar as perspetivas a longo prazo da produção nacional de cana-de-açúcar, e põe em dúvida a meta de 315 mil toneladas de açúcar na presente campanha agrícola.

Dados preliminares indicam que serão necessários cerca de mil milhões de meticais (16 milhões de dólares ao câmbio actual) para recuperar a área perdida – 10,2 milhões de dólares para a replantação da cana-de-açúcar, e 5,8 milhões para recuperar as infra-estruturas de transportes, o sistema de drenagem e os diques .

O governo promete trabalhar com a indústria açucareira para traçar um plano de reconstrução e modernização, e como financiá-lo, a fim de aumentar as áreas de produção.

Celso Correia disse que este trabalho colectivo vai permitir atingir a capacidade instalada, e ajudar os pequenos produtores de cana, que são fundamentais para que o sector continue a abastecer o mercado nacional, e produzir excedentes para exportação.

Trabalhadores paralisam a Montepuez Rubi Mining

“Embora este grupo de trabalhadores não tenha seguido o processo sindical estabelecido para questões desta natureza, a MRM espera que, trabalhando com o sindicato reconhecido e as autoridades laborais estatais, se encontre uma solução para a situação em breve”, refere-se numa nota da empresa distribuída à comunicação social.

Segundo a MRM, citada pela Lusa, a paralisação, que interrompeu uma “série de atividades da empresa”, foi anunciada através de uma carta não assinada, divulgada pelos trabalhadores na segunda-feira.

“Esta acção unilateral de uma parte dos trabalhadores só beneficiou o sindicato de mineradores ilegais que opera na zona, uma vez que o mecanismo de protecção do projecto foi efectivamente desviado para a gestão da greve ilegal”, refere-se no documento, que acrescenta que a empresa informou as autoridades sobre a “greve ilegal”, tendo tomado providências para executar os serviços essenciais e proteger os funcionários residentes no acampamento, com o apoio da polícia.

“A perda de produção resultante da paralisação das operações pode afectar os resultados do próximo leilão de rubis, um dos principais impulsionadores de receitas e contribuições fiscais na província de Cabo Delgado”, acrescenta-se no documento.

Fontes que acompanham o caso disseram à Lusa que os trabalhadores voltaram hoje aos seus postos, mas as negociações com a empresa continuam.

A MRM possui cerca de 34 mil hectares de concessão para exploração de rubis em Cabo Delgado e apresenta-se como a principal investidora na extracção de rubis em Moçambique, sendo detida em 75% pelo grupo Gemfields e em 25% pela moçambicana Mwiriti Limitada.

Desde Janeiro de 2011, as vendas da Montepuez Ruby Mining representam 94% dos fluxos monetários do país relativos a esmeraldas, rubis e safiras, segundo a própria companhia.

 

Bolsa quer capitalizar 35% do PIB até 2027

Actualmente, com 25 anos de existência, a BVM conta com um total de 12 empresas cotadas, já financiou a economia em mais de 278.000 milhões de Meticais, pouco mais de 4.000 milhões USD, e a sua capitalização bolsista representa actualmente 24,3% do PIB.

De acordo com o Presidente da BVM, Salim Valá, depois de um período de desaceleração, Moçambique está a entrar numa fase de recuperação económica influenciado pela implementação do Pacote de Medidas de Aceleração Económica (PAE) e a BVM quer dar o seu contributo nessas medidas.

Até porque o país precisa de uma Bolsa de Valores líquida e dinâmica para potenciar a diversificação da economia, promover a industrialização, transformação estrutural e a nova era do “Oil and Gas”.

O mercado de capitais é um sistema financeiro que permite a captação de recursos para empresas e governos através da emissão de títulos, como ações e garantias do tesouro. Nesse mercado, os investidores compram títulos com o objetivo de obter lucros a partir dos juros ou da valorização desses ativos.

Em Moçambique, esse mercado é gerido pela BVM – instituto público, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial com a missão de garantir a criação e manutenção de um mercado livre e aberto para a realização de compra e venda de valores mobiliários.

A Bolsa assegura também os serviços de registo, compensação, liquidação e divulgação de informação suficiente e oportuna sobre as operações realizadas.

 

SAIBA COMO INVESTIR NA BOLSA EM MOÇAMBIQUE

Os investidores na BVM podem participar no mercado de capitais comprando ou vendendo títulos cotados como ações, obrigações e papel comercial.

As ordens de compra ou venda de títulos da Bolsa, podem ser dadas junto das instituições financeiras existentes em Moçambique (ou directamente aos Operadores de Bolsa), mediante o preenchimento de um impresso denominado ordem de Bolsa.

Para o efeito, além da identificação do investidor, a Ordem de Bolsa exige outros dados e informações, nomeadamente, data de ordem, título de bolsa pretendido, quantidade, preço e prazo de validade da ordem.

Quanto ao preço, o investidor tem duas modalidades, sendo uma com limite – quando se estipula um preço máximo a que está disposto a comprar ou um preço mínimo a que está disposto a vender e a outra modalidade é desprovida de limites e, mas podem correr o risco de pagarem um preço mais alto na compra ou receber um preço mais baixo na venda.