Sunday, April 5, 2026
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OIM e Governo realizam consulta de alto nível em Cabo Delgado

O objetivo das consultas era compartilhar e alinhar as prioridades estratégicas para o futuro, especialmente para o próximo ano, bem como identificar oportunidades adicionais de colaboração na prestação de assistência humanitária, esforços de recuperação e reconstrução, bem como abordar as causas de conflito e deslocamento e promoção de soluções para Pessoas Deslocadas Internamente (IDPs) no norte de Moçambique.

As consultas são um componente chave dos esforços da OIM para desenvolver e implementar estratégias em estreita colaboração e apoio do governo, garantindo que os programas estejam alinhados com as prioridades do país.

As consultas em Pemba decorreram entre uma delegação da Equipa de Gestão Sénior da OIM em Moçambique, chefiada pela Chefe da Missão da OIM, Dra. Laura Tomm-Bonde, e uma delegação do Governo em Cabo Delgado, composta por delegados do Secretário de Cabo Delgado dos Gabinetes de Estado e do Governador, a Agência para o Desenvolvimento Integrado do Norte de Moçambique (ADIN), a Polícia da República de Moçambique (PRM), o Serviço Nacional de Migração de Moçambique (SENAMI), o Instituto Nacional de Gestão do Risco de Calamidades (INGD) e o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), bem como vários administradores distritais e directores provinciais de diferentes departamentos governamentais, bem como da Câmara Municipal de Pemba.

Tanto o Governo como a OIM apresentaram uma visão geral dos seus planos estratégicos, necessidades avaliadas e perspectivas para o próximo ano, seguidas de uma discussão frutífera sobre como alinhar ainda mais as actividades e programação para responder às necessidades das pessoas no norte de Moçambique.

Nos últimos cinco anos, a OIM implementou uma assistência abrangente e multissetorial em resposta à crise complexa em curso no norte de Moçambique, que viu o deslocamento de mais de 1 milhão de pessoas. “A OIM está empenhada em apoiar o Governo de Moçambique, fornecendo uma resposta abrangente e inclusiva às comunidades afetadas pelo deslocamento, ao mesmo tempo em que estabelece as bases para soluções sustentáveis ​​para a reconstrução e desenvolvimento de Cabo Delgado”, disse a Dra. Laura Tomm- Bonde, Chefe da Missão da OIM em Moçambique. “Só através de uma forte colaboração, coerência e complementaridade podemos enfrentar os desafios estruturais que a província enfrenta”, acrescentou.

“A reconstrução requer compromisso coletivo; exige integração e coesão social das pessoas afetadas e compreensão das necessidades da população; identificar com precisão os grupos populacionais em movimento, suas motivações, seus trânsitos e pontos de concentração. Tudo isto requer um trabalho coordenado, e saudamos a proposta da OIM de alinhamento estratégico e reforço das instituições na gestão dos movimentos forçados de população”, afirmou SE Valige Tauabo, Governador de Cabo Delgado.

As consultas contribuirão para o compromisso da OIM de acelerar a programação do Nexus Humanitário-Desenvolvimento-Paz (HDPN), bem como para a implementação das estratégias do Governo de Moçambique, como o Plano de Reconstrução de Cabo Delgado (PRCD 2020-2024), a Resiliência do Norte e Programa de Desenvolvimento Integrado (PREDIN), bem como o Plano Quinquenal do Governo 2020–2024, a Política e Estratégia de Gestão de Deslocamento Interno (PEGDI) e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento 2015–2035, além de outras políticas e programas setoriais relevantes.

Empresários insatisfeitos com os atrasos de pagamentos do governo

Os empresários presentes no encontro partilharam os enormes desafios que enfrentam na sua actividade empresarial, tendo destacado o atraso no pagamento de facturas por parte do Estado o que dificulta, sobremaneira, o andamento e viabilização dos planos das Pequenas e Médias Empresas da região.

Sobre esta preocupação, Jaime Neto referiu que o Governo está a trabalhar no sentido de pagar as facturas em atraso e na criação de alguns incentivo à classe empresarial para permitir uma rápida recuperação depois dos efeitos da Pandemia da COVID-19. O Governante disse que saiu com boas lições sobre as dificuldades que os empresários enfrenam e em conjunto irão estudar mecanismos de minimização desses obstáculos.

Encorajou o CEP a promover mais investimentos em diferentes sectores que a província de Nampula apresenta potencial e oportunidades de negócios, tendo destacado o agronegócios.

Por seu turno, o Vice-Presidente do CEP – Nampula, Luís Vasconcelos, disse que o encontro serviu, igualmente, para ouvir as apostas do novo Secretário de Estado e cimentar as relações entre o sector público e privado visando o desenvolvimento da província.

Luís Vasconcelos salientou que, depois da COVID-19 e do encontro com o Secretário de Estado, renasce a esperança de dias melhores para o ambiente de negócios nos diversos sectores ao nível da província de Nampula.

O país conta com 10 milhões de dólares para medidas imediatas pós-cheias

Nyusi falava à nação sobre a crise das cheias, depois de sobrevoar as zonas mais afectadas, nas bacias dos rios Umbeluzi e Incomati, nos distritos de Manhica, Boane, Magude, Namaacha e Moamba, todos na província de Maputo.

O número de pessoas afectadas pelas tempestades e cheias na cidade e província de Maputo ascende agora a mais de 39 mil. 306 escolas foram afetadas, algumas tão gravemente que não podem mais funcionar. Como resultado, 118.000 alunos não podem estudar.

11 escolas foram transformadas em centros de acomodação temporários para as vítimas das enchentes.

As tempestades derrubaram postes de eletricidade e inundaram postes de transformadores. 18.500 consumidores de eletricidade mergulharam na escuridão.

Quanto à agricultura, 6.645 hectares de culturas diversas foram inundados, afetando cerca de 30.000 famílias.

Nyusi disse que o governo elaborou um “Plano de Resposta Conjunta” para fornecer alimentos a mais de 53 mil pessoas nos próximos sete dias. Água potável também será fornecida.

O Governo decidiu colocar brigadas técnicas da Administração Nacional de Estradas (ANE) em postos-chave, com a missão de garantir as condições básicas para que o trânsito possa continuar a fluir nas estradas.

“Vamos fazer o levantamento dos danos e prejuízos”, disse Nyusi, “para reparar as infra-estruturas afectadas, e normalizar o abastecimento de água”.

O governo vai distribuir sementes aos agregados familiares afectados pelas cheias para que possam fazer a segunda sementeira deste ano agrícola. O acesso ao crédito para agricultores comerciais está sendo negociado com os bancos.

Os residentes devidamente identificados da zona mais atingida, o município de Boane, vão beneficiar de uma redução de 50 por cento na tarifa do transporte público durante os próximos três meses.

Moçambique mostra oportunidades de negócios e investimentos do país em Espanha

Nos encontros, Moçambique aproveitou para apresentar oportunidades de negócios e investimentos em diversas áreas, muitas vezes à luz dos imensos recursos naturais do país.

Várias actividades marcaram a semana, destacando-se a participação de Moçambique no dia 7 de Fevereiro numa mesa redonda subordinada ao tema: ‘Países africanos com estabilidade, crescimento e oportunidades de negócio’, uma oportunidade única para convidar empresários espanhóis a investir em Moçambique.

Ali, a delegação moçambicana deu a conhecer o bom ambiente de negócios do país, com destaque para o início da produção e exportação de gás e as condições favoráveis ​​ao investimento na indústria agro-alimentar.

CTA, BM e SIDA avaliam o ambiente de negócios em Moçambique

A equipa do BM procurou saber como é que as preocupações dos empresários chegam ao Governo Central e quais são os principais constrangimentos que as empresas enfrentam no seu dia-a-dia.

A CTA explicou os mecanismo de Diálogo com o Governo, desde o nível distrital, através dos CED´s, passando pelo nível provincial, através dos CEP´s, até ao nível central. Deu exemplo do Plano de Aceleração Económica (PAE) onde mais de 60% das medidas foram propostas pela CTA, resultante das contribuições do sector privado ao nível nacional.

Por seu turno, do lado da SIDA que financia projectos implmentados pelo Banco Mundial, destacou-se um dos projectos que a CTA esteve envolvida que é o Moz Trabalha, que consistiu no apoio na elaboração do Índice de Tendências de Emprego e na realização do Economic Briefing.

No decurso do encontro, o Banco Mundial mostrou abertura em cooperar com a CTA no esboço e implementação de um projecto para fortalecimento de capacidades empresariais.

Sendo o Banco Mundial parceiro tradicional da CASP, a CTA aproveitou o ensejo para mais uma vez convidar o Banco para a edição XVIII, a realizar-se em Junho, 22 e 23. Finalmente, a CTA agradeceu a assistência técnica que o Benco Mundial tem dado no processo de reformas, particularmente na elaboração de estudos e posicionamentos do sector privado visando a melhoria do ambiente de negócios no país.

Access Bank inaugura nova agência em Maputo

Trata-se da 11ª agência do Banco desde que se instalou em Moçambique, em 2020, reforçando assim a sua presença em todo o território nacional.

A cerimónia contou com a participação da representante do Secretário de Estado da Cidade Maputo, Maria Helena Checo.

Segundo o Presidente do Conselho de Administração (PCA) do Access Bank Mozambique, Rogério Samo Gudo, o Banco reafirma, desta forma, “o compromisso de continuar a promover o desenvolvimento do sistema bancário nacional e a inclusão financeira de forma alinhada com as crescentes necessidades das populações, em diversas áreas de intervenção social”. O PCA do Banco reforçou ainda a aposta “no contacto cada vez mais próximo nas comunidades onde opera, levando produtos e serviços adaptados e inovadores a todo o país”.

Para o Administrador Delegado do Access Bank, Marco Abalroado, o novo espaço, “mais amplo e melhor equipado, está instalado numa zona economicamente estratégica da capital, para facilitar a expansão e melhoria dos serviços financeiros, aos clientes”. “Posicionamo-nos ainda mais firmes no apoio ao desenvolvimento industrial e comercial do país, ao mesmo tempo que nos capacitamos melhor para garantir assistência às Pequenas e Médias Empresas”, afirmou o mesmo responsável.

No âmbito do processo de expansão da rede bancária e melhoria de prestação de serviços, o Access Bank Mozambique irá, nos próximos meses, realocar e inaugurar novos balcões noutras províncias do país, nomeadamente em Tete e Nampula.

“O nosso objectivo é apoiar todos os sectores da actividade económica com base na nossa experiência local e internacional, fornecendo soluções feitas à medida, numa perspectiva abrangente, tendo em consideração as necessidades dos nossos clientes, bem como dos seus ecossistemas, desde os seus fornecedores aos seuscolaboradores”, salientou ainda Marco Abalroado.

Com uma forte aposta na digitalização e na modernização de produtos, o Access Bank é reconhecido pela qualidade de serviços prestados aos seus clientes nas plataformas digitais de que dispõe, nomeadamente o Internet Banking, Mobile Banking, cartões USSD e, dentro em breve, Facebook e WhatsApp Banking.

O Access Bank é o maior Banco africano. Serve 49 milhões de clientes e está presente em três continentes e 18 países.

Em Moçambique, posiciona-se entre os 7 maiores bancos do país, desempenhando um papel com forte impacto no crescimento da economia moçambicana e contribuindo, de forma significativa, para o acesso de todos os moçambicanos a serviços e produtos bancários de qualidade.

SASOL e CTA pretendem alavancar o conteúdo local

Sobre o conteúdo local, as partes concordaram em trabalhar com foco na província de Inhambane, sem descurar as outras empresas de nível nacional. A nível local, os Conselhos Empresariais Distritais e Provinciais já possuem colaboração estreita com a SASOL, particularmente na facilitação de acesso local às oportunidades de negócios e Fundo do Conteúdo Local sediado no BCI.

A SASOL perspectiva lançar, em Março próximo, programas de conteúdo local de nível distrital para aumentar a participação de empresas locais.
No âmbito de acordo de cooperação, a CTA pretende engajar os fornecedores internacionais da SASOL com as empresas moçambicanas para criação de parcerias e aumentar a participação nacional nas oportunidades da SASOL. Assim, brevemente, a CTA vai organizar um encontro com esses fornecedores tradicionais na busca de mais ligações internas com as PMEs.

A CTA informou que foram retomadas as discussões sobre a Lei de Conteúdo Local, tendo a SASOL defendido que esta Lei deve criar condições para a existência do Fundo do Conteúdo Local de nível nacional. Por fim, a CTA apresentou o conceito da XVIII CASP prevista para Junho próximo, sobre a qual as partes demonstraram interesse em continuar a colaborar.

PR Inaugura Rede Elétrica em Impire

Todas as capitais de distrito já foram electrificadas, e a empresa pública de electricidade, EDM, está agora a concentrar-se na próxima camada da estrutura administrativa do país, a do posto administrativo.

Nyusi falava na cerimónia em que o posto administrativo do Império, no distrito de Balama, na província norte de Cabo Delgado, foi ligado à rede eléctrica nacional. Este era o 47º posto administrativo a ser ligado à rede, no âmbito do projecto da EDM de electrificação da sede do posto administrativo.

A meta do governo para este ano inclui 320.000 novas ligações eléctricas, e o aumento da taxa de cobertura eléctrica para 64 por cento da população.

Os trabalhos no Impire incluíram a construção de 21 quilómetros de média tensão e 24 quilómetros de linha de transmissão de baixa tensão, o que beneficiará mais de 1.500 residências. Foram instalados 21 postos de transformação e 200 postes de luz para iluminação pública. 337 novos clientes foram ligados à rede EDM.

“Isto é o que queremos dizer quando falamos de qualidade de vida”, disse Nyusi à multidão. “A energia é um dos elementos cruciais. É um elemento que impulsiona o desenvolvimento. Com a electricidade, podemos impulsionar o agro-processamento, a industrialização e o turismo”.

Ele acrescentou que o governo quer capitalizar o potencial de ligações inter-sectoriais nas respectivas cadeias de valor, com um efeito multiplicador na criação de emprego e na geração de rendimentos para as famílias.

O programa de electrificação EDM está a ser impulsionado por um aumento da capacidade de geração, incluindo centrais solares, tais como as de Mocuba, na província da Zambézia, e em Metoro, em Cabo Delgado.

“Estas iniciativas juntam-se ao enorme potencial de geração de energia limpa, e às enormes reservas de gás natural que o país possui”, disse Nyusi. “Temos uma carteira de novos projectos com os quais pretendemos reforçar as linhas existentes”.

Entre os efeitos imediatos da electrificação do Impire está o facto de o centro de saúde local já não necessitar de utilizar a luz das velas para ajudar as mulheres a dar à luz, e a partir do próximo ano a Escola Secundária Impire poderá proporcionar cursos nocturnos.

A Confederação das Associações Empresariais Moçambicanas (CTA), em Balama, mobilizou empresários para investir em agro-processamento e colocar moinhos de farinha no Impire. O representante local do CTA, Yarife Yago, disse à AIM que duas grandes empresas (que ele não nomeou) estão prontas para começar a operar no Impire.

“Estávamos à espera da chegada da electricidade”, disse ele. “Duas empresas vão colocar moinhos aqui. A energia é o factor principal”.

 

Standard Bank prevê crescimento do PIB de 4,2% e inflação de 9,9% este ano

Standard Bank prevê crescimento do PIB de 4,2% e inflação de 9,9% este ano.

“Considerando os riscos ainda elevados, vemos a inflação diminuindo para 9,9% no final do ano, de 10,9% a/a em dezembro passado, com a inflação dos alimentos diminuindo e as pressões sobre os preços dos combustíveis se moderando”, escreve ele.

“Isso é consistente com nossa visão de que o crescimento do PIB provavelmente aumentará modestamente para 4,2% a/a em 2023, de uma expectativa de 4,1% a/a em 2022”, sublinha.

“Do ponto de vista da produção, o crescimento provavelmente será impulsionado pelas atividades primárias, mas pode, no entanto, ser mais brando na manufatura e nos serviços devido a uma política monetária restritiva e ao planejado ajuste fiscal antecipado”, conclui.

  • Para ler, faça o download do último Standard Bank Mozambique PMI™, clique AQUI .

Engen e Vivo Energy unificadas para criar um líder Pan-Africano no sector de Energia

O grupo combinado terá mais de 3.900 estações de serviço e mais de dois mil milhões de litros de capacidade de armazenamento em 27 países africanos. A Engen é o líder claro do mercado na África do Sul e tem cerca de 1.300 estações de serviço em sete países africanos. Vivo Energy é um importante retalhista e distribuidor pan-africano de combustíveis e lubrificantes para clientes comerciais e retalhistas, com mais de 2.600 estações de serviço em 23 países africanos, utilizando as marcas Engen e Shell.

A PETRONAS irá vender a sua participação de 74% na Engen à Vivo Energy. O Grupo Phembani, parceiro de longa data da PETRONAS em África e accionista da Engen B-BEE, continua a sua forte associação com a Engen e continuará a investir como accionista de 21% no negócio sul-africano. A transacção irá beneficiar ainda mais os trabalhadores da Engen através de um programa de participação de 5% dos trabalhadores recentemente implementado, onde a Engen South Africa será detida em 26% por partes anteriormente desfavorecidas.

Stan Mittelman, CEO da Vivo Energy, afirmou: “O foco da Vivo Energy tem sido investir para fazer crescer o nosso negócio, e estou orgulhoso por termos mais do que duplicado o tamanho da nossa rede desde a nossa formação em 2011. A quatro anos, adquirimos o negócio Engen em oito mercados africanos, e desde então temos trabalhado para os melhorar e desenvolver. A aquisição pela Vitol de 100% da Vivo Energy no ano passado traz mais oportunidades de crescimento ainda mais rápido. A conclusão desta transacção, que reúne a marca Engen em toda a África, será uma mudança radical no nosso crescimento e representa um compromisso significativo para com o mercado sul-africano, ao mesmo tempo que melhora a carteira da Vivo Energy noutros mercados importantes”.

Seelan Naidoo, Director Geral e Director Executivo da Engen disse: “Esta é uma oportunidade excitante para a Engen construir sobre a sua posição de líder de mercado na África do Sul e numa série de países da África Austral. Permite-nos alavancar a nossa forte equidade de marca, a nossa presença de liderança no retalho, a nossa extensa capacidade de cadeia de fornecimento e o nosso incomparável serviço ao cliente para sermos um dos principais contribuintes para a Vivo Energy e para a ambição da Vitol de construir um líder pan-africano de energia mais forte e mais bem sucedido. A Engen está entusiasmada por se tornar parte do negócio alargado e isto irá criar o nosso negócio para ser mais forte e mais bem sucedido do que nunca”.

Phuthuma Nhleko, Presidente e Co-fundador do Grupo Phembani, afirmou: “O Grupo Phembani orgulha-se de ter sido um accionista a longo prazo da Engen desde 1999, associando-se à PETRONAS e ajudando a tornar a Engen numa valiosa marca corporativa sul-africana, satisfazendo as necessidades de milhões de sul-africanos. Temos o prazer de estabelecer uma parceria com a Vivo Energy na próxima fase de crescimento da Engen. Estamos confiantes de que juntos apoiaremos o crescimento contínuo da Engen, permitindo-lhe realizar a sua visão”.

Chris Bake, Presidente da Vivo Energy, disse: “A Vivo Energy tem sido uma história de sucesso desde o seu início. Tem crescido consistentemente, tanto organicamente como através do investimento em activos de qualidade moderna. Tem uma equipa de gestão altamente profissional e capaz com um profundo conhecimento das necessidades energéticas únicas de África. A Engen é líder de mercado na África do Sul e esta poderosa combinação irá beneficiar clientes na África do Sul e em todo o continente”.

A transacção está actualmente pendente de aprovações regulamentares e de cumprimento de condições precedentes.

O Rand Merchant Bank (uma divisão do FirstRand Bank Limited) e o Standard Bank aconselharam a Vivo Energy. Morgan Stanley e Rothschild & Co são consultores da PETRONAS sobre esta transacção.

Fim

Notas aos editores:
Contactos com os meios de comunicação social:
Gavin Smith, Engenheiro
+27 214 034 312
gavin.smith@engenoil.com

Rob Foyle, Vivo Energy
+44 7715 036 407
rob.foyle@vivoenergy.com

Andrea Schlaepfer, Vitol
+44 20 7973 4230
acs@vitol.com

Sobre a Vivo Energy:

A Vivo Energy opera e comercializa os seus produtos em países do Norte, Oeste, Este e Sul de África. O Grupo tem uma rede de mais de 2.600 estações de serviço em 23 países que operam sob as marcas Shell e Engen e exporta lubrificantes para uma série de outros países africanos. A sua oferta a retalho inclui combustíveis, lubrificantes, serviços de cartões, lojas, restaurantes e outros serviços não relacionados com combustíveis. Fornece combustíveis, lubrificantes e gás de petróleo liquefeito (GPL) a clientes empresariais em vários sectores, incluindo o naval, aviação, mineração, construção, energia, transporte e manufactura. Continua a desenvolver soluções energéticas inovadoras para melhorar a sustentabilidade.

A Empresa emprega cerca de 2.700 pessoas e tem acesso a mais de 1.000.000 metros cúbicos de capacidade de armazenamento de combustível. A joint venture do Grupo, Shell e Vivo Lubricants B.V., fontes, misturas, embalagens e fornecimentos de lubrificantes da marca Shell em fábricas em seis países.

Para mais informações sobre a Vivo Energy, visite por favor www.vivoenergy.com

Sobre o Engen:

Engen é um grupo energético de base africana centrado na comercialização de petróleo, lubrificantes e fluidos funcionais, químicos e ofertas de conveniência a retalho, através de uma extensa rede de mais de 1.300 estações de serviço em 7 países da África subsaariana e das ilhas do Oceano Índico. A Engen também exporta os seus produtos para vários outros territórios. As nossas principais funções são o fornecimento e distribuição de produtos petrolíferos refinados primários, através da nossa extensa rede de retalho.

Engen é a estação de serviço preferida da África do Sul e a marca de petróleo “mais fresca”, uma empresa que define tendências da indústria e líder de mercado orientada para o cliente com a nossa promessa de marca “Connosco, você é o Número Um”.

Para mais informações sobre o Engen, por favor visite www.engen.co.za

Sobre Vitol:

Vitol é um líder no sector da energia com presença em todo o espectro: desde o petróleo até à energia, energias renováveis e carbono. Comercializa 7,6 milhões de barris por dia de petróleo bruto e produtos, e freta cerca de 6.200 viagens de navios por ano.

Os clientes de Vitol incluem companhias petrolíferas nacionais, multinacionais, empresas industriais líderes e empresas de serviços públicos. Fundada em Roterdão em 1966, hoje Vitol serve clientes de cerca de 40 escritórios em todo o mundo e é investida em activos energéticos a nível global, incluindo: 16 m3 de armazenamento a nível mundial, 500 k b/d de capacidade de refinação, mais de 6.400 estações de serviço e uma carteira crescente de activos de energia transitória e renovável. As receitas em 2021 foram de 279 mil milhões de dólares.

Para mais informações sobre Vitol, por favor visite www.vitol.com