Monday, April 6, 2026
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Galiza Matos: Podemos e Devemos Fazer Mais Para Alavancar a Juventude

Cidade de Vilankulo

A cidade de Vilankulo completará agora, 3 anos, mas o distrito todo já tem uma historia de muito investimento no domínio social, económico, político, cultural e não só.

Somos o maior destino turístico de todo Moçambique com diversos empreendimentos um pouco pela costa e não só, com as Ilhas que dão ao turismo receitas que fazem crescer a nossa economia, não apenas ao nível do distrito de vilankulo mas também da própria província de Inhambane.

Crescimento Economico

Estamos a registrar bons níveis de crescimento porém há muito ainda por se fazer, sobretudo no domínio da produção agrícola, do incremento do turismo através de ordenamento territorial e da expansão do turismo para mais áreas ainda não investidas.

Temos também um investimento por fazer na industria, na pequena, media e quem sabe na grande industria que poderá ser impulsionada pelos desenvolvimentos recentes  com a chegada de mais energia  ao distrito através da central térmica de Temane que esta a ser construída no distrito de Inhassoro, Através da subestação de Pambara e das novas linhas de abastecimento de energia que vem do centro do país até Inhassoro e Vilankulo, igualmente através das linhas que vem do sul do país para Vilankulo.

Oportunidades de Negócios e Investimentos  

Para alem do sector do turismo, somos um  forte potencial em termos de calcário para a produção do cimento, temos água em abundância não só para a produção agrícola como também para irrigação de campos, no domínio da indústria como referi anteriormente com a chegada dos projetos energéticos,  entendemos que poderão impulsionar a pequena, media e grande industria e para o efeito, convidamos os investidores a procederem visitas de exploração e igualmente de investimento.

Empreendedorismo Local

Temos tido ações de formação com as empresas pequenas, medias e grandes, recentemente tivemos uma capacitação dada pela Sasol, o centro de emprego de Vilankulo tem realizado algumas iniciativas para promover os jovens, temos estado a dinamizar o sector cooperativo de vilankulo com a criação da cooperativa de industrias culturais do turismo, industrias culturais e criativas, criamos igualmente uma cooperativa de exploração de pedras em Phambara e criamos a cooperativa do desenvolvimento agrário de Vilankulo de quem esperamos alguma Acão e dinâmica para o desenvolvimento do distrito.

Também esta em curso a  criação da câmara do comércio e da indústria de Vilankulo e penso que ate o final de fevereiro a câmara do comercio estará legalizada.

Integração da Juventude no Desenvolvimento

Temos conversado com os jovens para que dinamizem os seus negócios junto do conselho distrital da juventude, temos dado o nosso apoio para que os jovens encontrem o seu enquadramento no ecossistema empresarial do distrito.

Entendemos que podemos e devemos fazer mais para alavancar a juventude, estamos confiantes naquilo que os jovens podem dar e precisamos continuar com o dialogo para que a juventude possa fazer um pouco mais duque tem estado a fazer ate o momento.

Temos politicas traçadas a nível central para incentivar o uso da mão de obra local, mas também, temos estado a dinamizar a relação com o empresariado através do dialogo frequente com o empresariado local, vamos estabelecer formalmente o dialogo Público/Privado  que deverá ocorrer de forma anual ou bianual.

Tudo oque temos estado a fazer é em prol da melhoria do ambiente de negócios assim como da própria Juventude.

Perspetivas do Futuro 

Estamos a crescer, temos muitos desafios e um deles passa pela requalificação da estrada N240 que sai de N1 ate Cidade de Vilankulo, sonhamos em ter uma estrada pela costa ligando o distrito de Vilankulo e Inhassoro para o incremento do turismo nesta região, que já foi declarada como uma zona de grande interesse turístico pelo conselho de ministros e que deve ser alavancada, sem duvidas entendemos que o futuro é brilhante para o distrito de vilankulo.

 

Absa Bank Inova na Seleção dos Candidatos ao Programa de Graduados

Após a primeira fase de selecção dos participantes para o programa de 2023, o banco deu início à fase de entrevistas para o recrutamento de novos talentos que integrarão um programa de 10 meses nesta instituição bancária.

Este ano, a instituição decidiu iniciar um processo de formação especializada na área de Tecnologias de Informação (TI), garantindo que ao final deste período tem profissionais habilitados a entrar na banca, com conhecimentos sólidos do mercado e com capacidade de aplicar os conhecimentos teóricos que adquiriram na sua vida académica.

Inspirada pela sua Africanicidade, a instituição tem procurado ajustar alguns projectos aos novos desafios e por isso, os recém-licenciados da área de TI tiveram um processo de selecção diferenciado, mostrando o melhor de si e a sua capacidade de se expressar perante uma audiência maior, ao desenvolverem um discurso ao invés da tradicional entrevista.

Consciente da importância de desenvolver acções disruptivas no sector bancário, a Direcção de Pessoas e Cultura, em sinergia com a de Tecnologias de Informação, reconhece que: “Estamos a criar recursos qualificados de TI não só para o nosso banco, mas também para o sector e sociedade no geral. São áreas de especialidade com bastante procura no mercado e é por isso que é importante as desenvolvermos”, afirma Hanifa Hassangy, Directora de Pessoas e Cultura do banco.

“O processo normal de entrada para o programa, ou mesmo para a candidatura de emprego envolve várias dinâmicas como entrevistas e outros mecanismos de selecção, mas desta vez quisemos expô-los a uma abordagem semelhante ao Shark Tank e ao processo de pitch (método mais usado no universo das start-ups e do empreendedorismo) para que, além dos seus currículos, tenham outras habilidades técnicas como a comunicação. É uma abordagem diferente e que visa preparar os candidatos para os grandes desafios de um mundo em constante mudança”, acrescentou Jaikumar Sathish, Director de Tecnologias de Informação.

O Absa Bank Moçambique inicia assim uma nova e diferenciadora trajectória no processo de formação especializada e integração de novos talentos no mercado.

CCM e Dubai Preparam Missão Empresarial Para 2023

A CCM é representada pelo Representante Chefe da África Austral e Chefe do Escritório Internacional da Câmara do Dubai em Moçambique, Abdulla Momade.

A Câmara do Dubai pretende trabalhar com o CCM na mobilização dos seus membros e empresários em geral.

“Reconhecemos que o foco da Câmara de Comércio de Moçambique é a promoção de negócios e investimento, o que vimos através das acções visíveis que foram desenvolvidas e também porque a Câmara reúne empresários de vários sectores em todo o país, por isso acreditamos que é o parceiro certo para o sucesso desta missão que irá oferecer a partir do B2B, exposição de produtos de Moçambique e visitas a Zonas Especiais por parte de empresas interessadas”, revelou Abdulla Momade.

Teresa Muenda, Secretária-Geral do CCM, deu uma nota positiva à iniciativa e garantiu o empenho do CCM no sucesso da missão, tendo também referido o facto de “já existirem membros com projectos concretos nas áreas da agricultura e mineração que certamente terão um impacto nesta oportunidade de encontrar parceiros”.

“Apreciámos a explicação, especialmente quando disse que é mais uma oportunidade para Moçambique se expor à comunidade empresarial do Dubai e outros mercados africanos presentes no evento, o apoio que será dado aos contactos business-to-business (B2B) para empresários será muito útil para que a missão seja frutuosa e não seja apenas mais uma viagem de negócios. Isto é o que procuramos, como Câmara: oferecer soluções de qualidade para o desenvolvimento empresarial”, disse Muenda.

As partes concordaram em trabalhar em questões logísticas e para que a missão seja um verdadeiro sucesso e traga ganhos para o país.

 

Galiza Matos: We Can and Should Do More to Leverage Youth

City of Vilankulo

The city of Vilankulo will now be 3 years old, but the entire district already has a history of a lot of investment in the social, economic, political, cultural and other fields.

We are the largest tourist destination in all of Mozambique with several developments along the coast and beyond, with the islands that provide tourism with income that grows our economy, not only at the level of the Vilankulo district but also in the province of Inhambane itself.

Economic growth

We are registering good levels of growth, but there is still a lot to be done, especially in the field of agricultural production, the increase in tourism through territorial planning and the expansion of tourism to more areas that have not yet been invested in.

We also have an investment to make in industry, in small, medium and perhaps large industries, which could be boosted by recent developments with the arrival of more energy in the district through the Temane thermal power plant that is being built in the Inhassoro district, Through the Pambara substation and the new energy supply lines that come from the center of the country to Inhassoro and Vilankulo, also through the lines that come from the south of the country to Vilankulo.

Business and Investment Opportunities  

In addition to the tourism sector, we have strong potential in terms of limestone for cement production, we have abundant water not only for agricultural production but also for field irrigation, in the field of industry, as I mentioned previously with the arrival of projects energy sources, we understand that they can boost small, medium and large industries and to this end, we invite investors to carry out exploration and investment visits.

Local Entrepreneurship

We have had training sessions with small, medium and large companies, we recently had training given by Sasol, the Vilankulo employment center has carried out some initiatives to promote young people, we have been boosting the Vilankulo cooperative sector with the creation of cooperative of cultural tourism industries, cultural and creative industries, we also created a stone exploration cooperative in Phambara and we created the Vilankulo agrarian development cooperative from whom we expect some action and dynamics for the development of the district.

The creation of the Vilankulo chamber of commerce and industry is also underway and I think that by the end of February the chamber of commerce will be legalized.

Integration of Youth in Development

We have been talking to young people so that they can boost their businesses with the district youth council, we have given our support so that young people can find their way into the district’s business ecosystem.

We understand that we can and should do more to leverage youth, we are confident in what young people can give and we need to continue the dialogue so that youth can do a little more than they have been doing so far.

We have policies drawn up at central level to encourage the use of local labor, but we have also been boosting the relationship with the business community through frequent dialogue with the local business community, we are going to formally establish the Public/Private dialogue which should occur in a annual or biannual.

Everything we have been doing is in favor of improving the business environment as well as Youth itself.

Future Perspectives 

We are growing, we have many challenges and one of them is the requalification of the N240 road that leaves the N1 to the City of Vilankulo, we dream of having a road along the coast connecting the district of Vilankulo and Inhassoro to increase tourism in this region, which was once declared an area of ​​great tourist interest by the council of ministers and which must be leveraged, without a doubt we understand that the future is bright for the Vilankulo district.

Moçambique Lidera na Produção do Gás

 

“A nossa perspectiva para a evolução da produção de gás natural na África subsaariana é positiva; prevemos que a produção aumente dos actuais 80,5 mil milhões de metros cúbicos para 135,2 mil milhões de metros cúbicos em 2032, com a maior área de investimento na região nos próximos anos a ser a expansão da capacidade de exportação de gás natural liquefeito (LNG, na sigla em inglês)”, escrevem os analistas.

Num relatório sobre o sector do gás natural na região, enviado aos clientes, estes analistas da consultora detida pelos mesmos donos da agência de notação financeira Fitch Ratings destacam Moçambique, mas também Nigéria, Mauritânia e Senegal, como os grandes impulsionadores da subida de produção e exportação de gás natural.

A região da África subsaariana está “bem posicionada para beneficiar do aumento da procura do seu gás”, sublinham, lembrando as consequências da invasão da Ucrânia pela Rússia e a vontade dos europeus de diversificarem as fontes de compra de gás, procurando afastar-se do gás russo.

Neste contexto, a Nigéria será fundamental, uma vez que vai representar quase metade da procura interna de gás na região, que precisa de mais infraestruturas para potenciar a procura por parte dos seus habitantes locais, algo que os decisores políticos já perceberam e estão a tentar resolver, nota a Fitch Solutions.

“A expansão da infra-estrutura de gás natural é crucial para potenciar a procura na região; alguns mercados na região estão lentamente a fazer progressos neste sentido”, dizem, apontando o exemplo de Moçambique, que planeia construir a partir do princípio deste ano um “terminal de importação de gás no sul (Matola LNG) que daria ao país uma fonte fiável de fornecimento de gás para assegurar a crescente procura”.

Na nota, os analistas concluem que “apesar de haver custos iniciais substanciais na fase de construção, expandir a infraestrutura de importação de gás natural liquefeito é essencial para desbloquear a procura de gás natural na região” e fomentar a exportação.

Moçambique tem três projectos de desenvolvimento aprovados para exploração das reservas de gás natural da bacia do Rovuma, classificadas entre as maiores do mundo, ao largo da costa de Cabo Delgado.

Dois desses projectos têm maior dimensão e prevêem canalizar o gás do fundo do mar para terra, arrefecendo-o numa fábrica para o exportar por via marítima em estado líquido.

Um é liderado pela TotalEnergies (consórcio da Área 1) e as obras avançaram até à suspensão por tempo indeterminado, após um ataque armado a Palma, em Março de 2021, altura em que a energética francesa declarou que só retomaria os trabalhos quando a zona fosse segura.

O outro é o investimento ainda sem anúncio à vista liderado pela ExxonMobil e Eni (consórcio da Área 4).

Um terceiro projecto concluído e de menor dimensão pertence também ao consórcio da Área 4 e consiste numa plataforma flutuante de captação e processamento de gás para exportação, directamente no mar, que arrancou em Novembro de 2022.

A plataforma flutuante deverá produzir 3,4 mtpa (milhões de toneladas por ano) de gás natural liquefeito, a Área 1 aponta para 13,12 mtpa e o plano em terra da Área 4 prevê 15 mtpa.

Porto da Beira é o Mais Eficiente da Região Austral de África

O Porto da Beira, na província de Sofala, é o mais eficiente na África Austral e o sexto com maior rapidez no manuseamento de carga na África Subsaariana. A constatação é do mais recente relatório do Banco Mundial sobre o desempenho dos portos que manuseiam carga contentorizada no mundo.

O índice avaliou um total de 370 portos de carga contentorizada ao redor do mundo e colocou o Porto da Beira na posição 270. Na África Austral, a infra-estrutura é a mais eficiente, visto que está à frente de todos os portos da região, a exemplo do Porto de Maputo, que aparece na posição 321, do Porto de Durban na posição 364, Cape Town na posição 365, estes dois na vizinha África do Sul, e o Porto de Luanda, Angola, na posição 366.

Já na região da África Subsaariana, Beira é o sexto porto mais eficiente. Os três portos mais eficientes da região são o Porto de Matadi, na República Democrática do Congo, na posição 170, seguido do Porto de Berbera, na Somália, na posição 184, e o Porto de Conacry, na República do Guiné, na posição 242.

Jan de Vries, administrador delegado da Cornelder de Moçambique, gestora do Porto da Beira, explica que os analistas do Banco Mundial fazem a avaliação com base “na informação publicamente disponível e através de satélites, pelos quais conseguem ver quanto tempo os navios permanecem no porto. Eles conseguem ver, para cada tipo de navio, onde é que tem o melhor serviço para cada um dos portos, em função do tempo que o navio fica no porto e a produtividade de cada navio”.

Em relação à classificação que a infra-estrutura conseguiu alcançar a nível da região e do continente, o administrador da Cornelder de Moçambique explica que o feito resulta do investimento em infra-estruturas, equipamentos, sistemas e pessoas.

“Para um terminal ser eficiente, é preciso investir em infra-estruturas e nós investimos na expansão do nosso parque de contentores, na armazenagem, na reabilitação dos cais, em guindastes modernos – parte deles consegue carregar dois contentores ao mesmo tempo e nas infra-estruturas de acesso para assegurar que os camiões podem entrar e sair o mais rápido possível”, explicou.

O Porto da Beira manuseia, actualmente, cerca de 300 mil contentores de carga por ano e projecta, a breve trecho, duplicar essa quantidade para cerca de 700 mil contentores manuseados por ano. Para Jan de Vries, o segredo está em investir em dois factores fundamentais: as pessoas e os sistemas.

“No nosso terminal de contentores, está tudo interligado. Nós temos cerca de 50 máquinas a circular no parque e tudo está interligado, através de um sistema informático. Cada contentor que circula no parque é registado automaticamente no sistema, onde os nossos profissionais de planificação conseguem optimizar o plano de embarque e, desta forma, ganhar eficiência.”

O ministro dos Transportes e Comunicações reagiu, hoje, à classificação do Banco Mundial, considerando o factor como um elemento que demonstra que os portos nacionais estão cada vez mais competitivos.

“Já há semanas, o Porto de Maputo tinha demonstrado ter sido o porto que conseguiu crescer mais que todos os portos de África. Temos aqui o crescimento acelerado e a eficiência dos portos, estando no topo da África Subsaariana”, disse Mateus Magala, avançando que “com o Porto de Nacala a ser reabilitado e, provavelmente, a ser inaugurado antes de Junho, nós pensamos que estão criadas as condições para Moçambique ser mais relevante e competitivo na região”.

O País

Linha de Montagem de Autocarros Eléctricos em Moçambique

Para o sucesso dessa iniciativa, haverá um engajamento dos Ministérios da Indústria e Comércio que está a liderar o processo de industrialização através do recém aprovado Programa Nacional Industrializar Moçambique (PRONAI), do Ministério dos Recursos Minerais e Energia, que tem estado a implementar vários projectos através da empresa Electricidade de Moçambique, visando incrementar a actual capacidade de fornecimento de energia eléctrica no mercado nacional, que no âmbito do referido projecto deverá estudar mecanismos para garantir o fornecimento de energia eléctrica nos postos de recarga que forem implementados, de modo a contribuir para viabilização da iniciativa.

Trata-se de uma iniciativa privada apadrinhada pelo Governo, através dos ministérios dos Transportes e Comunicações e da Indústria e Comércio no âmbito do Programa Nacional Industrializar Moçambique.

A informação foi confirmada depois de um encontro de apresentação do projecto, onde participaram os ministros da Indústria e Comércio, Silvino Moreno, dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, os vice-ministros dos Transportes e Comunicações, Amilton Alissone, dos Recursos Minerais e Energia, António Osvaldo Saíde, do Presidente do Conselho de Administração da Electricidade de Moçambique, EP Marcelino Gildo Alberto, quadros séniores do Ministério da Indústria e Comércio, do Ministério dos Recursos Minerais e Energia, da EDM e do parceiro privado,  mentor do projecto.

A problemática dos transportes públicos no país tem sido um dos grandes desafios do Ministério dos Transportes e Comunicações e que para tal, o sector tem estado a implementar várias iniciativas, com destaque para a compra de autocarros articulados, introdução de comboios de passageiros, combinação de meios de transporte rodoviário, ferroviário, marítimo e fluvial, a aceleração do projecto de BRT na zona metropolitana de Maputo, bem como, a longo prazo a introdução de comboios eléctricos.

O projecto preconiza o aproveitamento das potencialidades do País no sector dos recursos minerais e energia, que poderão ser explorados com a transformação da grafite para produção de baterias de lítio usadas para carros eléctricos e a existência de quantidades suficientes de energia no País,

Segundo informações a que o Profile teve acesso, o Ministério de Economia e Finanças, através da Autoridade Tributária de Moçambique jogará um papel importante no desembaraço aduaneiro do equipamento para a unidade fabril bem como dos kits para a linha de montagem dos autocarros no país.

É de salientar que a legislação sobre investimentos vigente no país, consagra incentivos aduaneiros e fiscais para a indústria de montagem de veículos, facto que poderá contribuir para viabilizar as actividades previstas no âmbito do mesmo projecto.

Segundo o parceiro, com a implementação do projecto País poderá ter uma redução no consumo de combustível (particularmente o diesel) e que em média os autocarros iriam ter uma autonomia de 300 km por dia e que numa primeira fase seriam importados cerca de 100 autocarros prontos, sendo que o restante viria em kits para a montagem no país.

Nyusi recebe CEO da TotalEnergies em Palma

Segundo uma nota de imprensa do gabinete de Nyusi, os dois homens discutiram “todos os aspectos relativos ao projecto Mozambique LNG, a desenvolver na Área Um da Bacia do Rovuma, incluindo a situação humanitária e de segurança em Cabo Delgado”.

A TotalEnergies lidera um consórcio que pretende construir duas centrais de liquefacção de gás natural na península de Afungi, distrito de Palma. No entanto, os trabalhos foram interrompidos e a TotalEnergies retirou os seus quadros, quando terroristas islâmicos atacaram e ocuparam a capital distrital, Pemba, em março de 2021.

Posteriormente, as forças de defesa e segurança moçambicanas e seus aliados de Ruanda e SAMIM (Missão Militar da SADC em Moçambique) expulsaram os jihadistas da cidade. O governo tem insistido repetidamente que pretende criar condições de segurança adequadas para a retomada do projeto de GNL.

Durante a sua visita, Pouyanne visitou a zona industrial de Afungi, a aldeia de reassentamento de Quitunda, a vila de Palma, e Mocimboa da Praia, outra vila que foi reconquistada aos terroristas na contra-ofensiva de 2022.

No final da visita, de acordo com o comunicado, Pouyanne disse a Nyusi que, na sua opinião, a situação em Cabo Delgado melhorou muito graças à actuação das forças moçambicanas e seus aliados.

Nyusi e Pouyanne “reconheceram que o regresso da população à vida normal e o restabelecimento gradual dos serviços públicos estão a decorrer a bom ritmo”.

No entanto, Pouyanne adiantou que a TotalEnergies contratou um especialista para aconselhar a empresa sobre a situação humanitária em Cabo Delgado.

Mozambique LNG é o segundo projeto de GNL a ser desenvolvido em Cabo Delgado, e o primeiro a ser realizado onshore (o primeiro foi a plataforma flutuante de GNL Coral South, a cerca de 40 quilómetros da costa de Cabo Delgado, operada pela empresa italiana de energia, ENI) .

O gás para o Mozambique LNG será bombeado dos campos de Golfinho e Atum, localizados na Área Um da Bacia do Rovuma, para Afungi onde serão construídas as duas centrais de liquefação (conhecidas como “comboios”). Terão capacidade instalada para produzir 13,1 milhões de toneladas de GNL por ano.

A TotalEnergies é a operadora e detém 26,5 por cento das ações da Mozambique LNG. Os outros parceiros no consórcio são a Mitsui do Japão (20 por cento), a própria National Hydrocarbon Company de Moçambique (15 por cento), a PTTEP da Tailândia (8,5 por cento) e as três empresas indianas Oil India, ONGC Videsh e Bharat Petroleum (10 por cento cada).

AIM

AQI: Cidade da Beira Conta Com Nova Loja

A abertura da loja na Beira é o reconhecimento da Beira como local geograficamente estratégico para a implementação da sua plataforma de distribuição para abastecer 15 lojas e mais de 600 agro-concessionários em todo o país.

A Loja AQI na Beira foi inaugurada na terça-feira dia 31 de Janeiro por Lourenço Ferreira Bulha, Governador da Província de Sofala e ouviu ainda o testemunho de uma história de sucesso de um agro-comerciante que, com o apoio da AQI, conseguiu fazer crescer o seu negócios e ajudar muitas outras famílias que vivem em áreas remotas com acesso limitado a insumos agrícolas e pesqueiros.

A inauguração contou ainda com a presença de parceiros, clientes e fornecedores da AQI que, na ocasião, conheceram as instalações da maior loja de venda de produtos agrícolas e pesqueiros da zona centro, fruto de um investimento global de cerca de 30 milhões de meticais.

Rui Brandão, CEO da AQI, aproveitou para reforçar o conceito da marca. “Pela sua localização geográfica, a cidade da Beira terá uma importância estratégica para a AQI. Esta é a abertura da nossa 15ª loja, disponibilizando uma vasta gama de produtos, acessórios de pesca e aconselhamento técnico, esperando contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população desta cidade. Além disso, ao instalar aqui a maior plataforma logística da empresa, que pretende abastecer todo o país, estamos a dizer que acreditamos na Beira e a AQI fez um investimento de cerca de 30 milhões de meticais”, disse.

A nova loja da Beira, à semelhança da loja da AQI em Maputo, assume um papel preponderante na aposta da marca em ter uma imagem uniforme de norte a sul do país.

AQI significa que para ter um bom resultado é preciso começar bem, é preciso ter sementes de qualidade, assessoria técnica adequada e bons instrumentos para uma boa colheita. Por isso, queremos que todos os nossos clientes sintam que a AQI tem tudo para uma boa colheita.

Com a abertura da nova loja, a empresa passa a contar com mais de 115 colaboradores e 15 lojas espalhadas pelo país. Possui ainda uma rede de distribuição única nas várias províncias, composta por mais de 600 agro-dealers (revendedores). Isto permite que os seus produtos cheguem aos lugares mais remotos, uma mais-valia num país com as dimensões de Moçambique.

A marca AQI quer contribuir para o desenvolvimento sustentável do país, melhorando a qualidade de vida dos moçambicanos através de uma forte aposta em produtos de qualidade que possam chegar a todos. O maior desejo da AQI é que todos os moçambicanos tenham oportunidades iguais no acesso aos diversos recursos naturais que os ajudem a desenvolver a sua própria subsistência (privada ou empresarial), independentemente do local onde se encontrem no país, podendo assim tirar partido destes recursos da melhor forma caminho para eles e para um Moçambique melhor para todos.

A marca especializou-se na oferta de produtos na área da agricultura, pescas e pecuária, tornando-se um grande aliado da produção em Moçambique. Ultimamente alargou ainda mais o seu portefólio de produtos de forma a disponibilizar uma oferta maior e mais diversificada com o objetivo de satisfazer as necessidades dos diferentes clientes, contando no seu portefólio com a linha de Pets, Rega, Jardinagem, Piscinas, Campismo e muito mais.

 

Aproxima-se o IX Conselho de Monitoria do Ambiente de Negócios

Previsto para finais do mês de Fevereiro, o CMAN é o órgão superior de gestão e monitoria do DPP, liderado pelo Primeiro-Ministro e coordenado pelo Ministro da Indústria e Comércio, ponto focal do Governo para assuntos do Sector Privado.
Participam no CMAN, membros do Governo e outros quadros relevantes no processo do DPP. Do lado do Sector Privado, participam, para além do Conselho Directivo da CTA, os Presidentes dos Pelouros e dos Conselhos Empresariais Provinciais e parceiros.
No encontro com o MIC, abordou-se, igualmente, os mecanismos de coordenação entre o Governo e a CTA para realização da XVIII CASP nos dias 22 e 23 de Junho do ano em curso, assim como os níveis de preparação da cerimónia de lançamento do evento.