Monday, June 29, 2026
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Moçambique com deflação pelo terceiro mês consecutivo

O Instituto Nacional de Estatística (INE), anunciou que Moçambique acentuou a deflação (redução de preços) em Junho face ao mês anterior, de 0,31% para 0,52%.

O cabaz que serve de cálculo ao Índice de Preços no Consumidor (IPC) de Moçambique caiu pelo terceiro mês consecutivo.

A inflação acumulada nos primeiros seis meses de 2021 recuou assim para 2,53%.

Tal como no mês anterior, “a divisão de ‘alimentação e bebidas não alcoólicas’ foi a de maior destaque ao contribuir no total da variação mensal com cerca de 0,57 pontos percentuais negativos”, de acordo com o boletim do IPC.

Ao nível das principais cidades, a Beira registou em Junho uma queda de preços de “cerca de 0,97%”, em Maputo o custo do cabaz do IPC recuou 0,31%, enquanto em Nampula houve uma redução de 0,63%, acrescentou o INE.

Apesar da redução de preços mensal, a inflação homóloga no país avançou três pontos base de 5,49% (em Maio) para 5,52%.

A inflação média a 12 meses em Moçambique está a subir desde Abril de 2020 e em Junho fixou-se em 4,16% (face a 3,92% em Maio).

Moçambique terminou 2020 com uma inflação acumulada de 3,52%.

Os valores do IPC são calculados a partir das variações de preço de um cabaz de bens e serviços, com dados recolhidos nas cidades de Maputo, Beira e Nampula.

Banco de Moçambique pune Standard Bank e seus gestores

O Standard Bank foi suspenso pelo Banco de Moçambique, de toda a actividade cambial e de conversão de divisas, por um período de até um ano, e foi-lhe aplicado uma multa de cerca de 290 milhões de Meticais, como resultado do que classifica de “graves infracções de natureza prudencial e cambial”.

De acordo com um comunicado de imprensa, o Banco Central detalha as infracções cometidas pelo Standard Bank e dois dos seus gestores, nomeadamente, Adimohanma Chukwuma Nwokocha (Administrador-delegado), e Carlos Domingos Francisco Madeira (Director da Banca Corporativa e de Investimentos).

“As infracções cometidas incluem, mas não se limitam a: i) manipulação fraudulenta da taxa de câmbio; ii) instalação e implementação de uma rede de pagamentos ilegal sediada fora do país, que, no geral, se assemelha à SIMOrede; iii) realização de operações irregulares de derivativos financeiros para a cobertura de risco associado à flutuação cambial, envolvendo o Director da Banca Corporativa e de Investimentos como cliente; iv) não regularização dos termos de compromisso das exportações; e v) não entrega ao Banco de Moçambique de gravações nos prazos estipulados, em clara acção de obstrução à actividade de inspecção”, descreve o comunicado.

Para além das medidas aplicadas ao banco em referência, a autoridade monetária decidiu suspender o Administrador-delegado, Adimohanma Chukwuma Nwokocha, do exercício de cargos sociais e de funções de gestão em instituições de crédito e sociedades financeiras no país, por um período de seis anos e aplicou-lhe uma multa no valor total de 6.380.090 meticais.

Para Carlos Domingos Francisco Madeira, Director da Banca Corporativa e de Investimentos, o Banco Central aplicou uma multa no valor total de 14.036.198 meticais e uma inibição do exercício de cargos e de funções de gestão em instituições de crédito e sociedades financeiras no país também por um período de seis anos.

Na sequência das penalizações aplicadas, o Banco de Moçambique salienta que “com vista a salvaguardar os interesses dos clientes e de outros interessados, bem como assegurar a estabilidade do sistema financeiro, os accionistas do Standard Bank Moçambique, S.A. estão a colaborar com o Banco de Moçambique, por forma a sanar as irregularidades acima mencionadas”.

“Neste contexto, foram elaboradas medidas de acompanhamento contínuo que poderão ditar o levantamento da suspensão ao Standard Bank, S.A., antes do prazo estipulado, mediante avaliação positiva dos resultados”.

Millennium bim lança um novo serviço

O Millennium bim emitiu um comunicado de imprensa onde informa que acaba de lançar o Millennium bim TOP (M-TOP). O Banco oferece, aos aderentes do M-TOP, produtos e serviços exclusivos e um atendimento remoto personalizado, através de um Gestor de Cliente, e permanente que evita deslocações aos Balcões.

O documento apresenta o M-TOP como “uma inovadora proposta de valor ao Mercado Moçambicano, apostando nos Clientes que valorizam a rapidez, a simplicidade, a eficácia e comodidade dos processos bancários com recurso à melhor tecnologia digital e as plataformas mobile na gestão das finanças pessoais”.

O banco afirma que o seu serviço “privilegia um atendimento rápido, e personalizado, através de um Gestor de Cliente e um Call Center inteiramente dedicado ao Cliente TOP, com facilidade de contacto e disponibilidade total, 24 horas por dia e nos 7 dias da semana”.

“O novo M-TOP do Millennium bim, e as vantagens que comporta para os Clientes, concretizam, uma vez mais, a vocação inovadora do Banco e a atenção especial que dedica às necessidades específicas dos seus Clientes, conforme sublinha José Reino da Costa, CEO do Millennium bim: " hoje, com o M-TOP, simplificamos o presente e antecipamos o futuro’’, lê-se no comunicado..

O Executivo frisa ainda que “pretendemos, com esta solução, oferecer ao mercado uma experiência digital com elevados padrões de qualidade e excelência, sem descurar a habitual segurança, conforto e rapidez que perfazem as vantagens desta nova proposta. Desta forma, o Millennium bim dá mais um contributo na modernização do sistema financeiro, apostando na Banca Digital”.

O Millennium bim é o Banco mais distinguido em matéria de inovação no mercado financeiro moçambicano. “Fomos pioneiros na introdução de meios de pagamento electrónico, ATM, POS, Internet Banking, Mobile Banking, plataforma IZI no WhatsApp e no Facebook e, mais recentemente, o Pay IZI”.

Sobre o Millennium bim
Maior grupo financeiro moçambicano, tem marcado o ritmo de crescimento do sector bancário. No processo de bancarização da economia moçambicana, o Banco está presente em todas as províncias do país e conta hoje com uma vasta rede de balcões, mais de 300 agentes bancários e uma das maiores redes de ATM e POS, e com o contributo dos seus 2.500 colaboradores que servem mais de 1,8 milhões de clientes. O Millennium bim é o primeiro Banco moçambicano presente no ranking dos 100 maiores Bancos de África.

Ex-ministro da Guiné Equatorial é novo representante do BAD em Moçambique

O antigo ministro das finanças da Guiné Equatorial, Cesar Augusto Mba Abogo, foi nomeado representante do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) em Moçambique, para substituir Pietro Toigo de Itália, anunciou a instituição.

Num comunicado, o presidente do BAD, Akinwumi Adesina, descreveu Mba Abogo como “um economista experiente e respeitado, com uma vasta experiência de gestão no sector público” que “traz uma forte experiência de trabalho com parceiros nacionais, internacionais e não governamentais” e cuja “experiência e conhecimentos especializados servirão bem o Banco em Moçambique”.

Adesina disse que o trabalho da Abogo deverá começar no dia 16 de Agosto.

A sua biografia descreve-o como um “economista e escritor com mais de 15 anos de experiência em economia de recursos nacionais, economia do desenvolvimento, política pública e negociações internacionais”.

Foi durante o seu mandato como ministro das finanças que a Guiné Equatorial concluiu as negociações para um programa de assistência financeira do Fundo Monetário Internacional no valor de quase 300 milhões de dólares.

“É uma honra aderir ao BAD, uma instituição liderada por uma pessoa que muitos de nós consideram o ‘principal optimista’ em África”, disse Abogo. “Estamos numa encruzilhada histórica para o nosso continente, e estou entusiasmado com a perspectiva de dar a minha contribuição ao BAD, a nossa principal instituição de desenvolvimento”.

O BAD é uma instituição multilateral dedicada ao financiamento do desenvolvimento. Os seus accionistas são países africanos e outros fora da região, incluindo Portugal.

Mesmo com saída da Vale Moçambique Nacala Logistics continua a operar

Apesar do anúncio da saída do negócio de carvão mineral feito recentemente pela Vale, a empresa que faz a logística do carvão da empresa diz que continua a operar. Por outro lado, a vice-ministra das Economia e Finanças não quis dar detalhes do trabalho que a Vale e o Governo estão a fazer.

A Vale Moçambique explora o carvão mineral em Tete há precisamente 10 anos. Inicialmente, nas minas de Moatize, a Vale tinha 75% das acções e 15% eram da empresa japonesa Mitsui que recentemente vendeu as suas participações para a Vale que passou a deter 100% das minas de carvão mineral. Para qualquer negócio desta natureza, o Estado moçambicano deve receber as chamadas “mais-valias” e sobre isso, a vice-ministra da Economia e Finanças, que se encontra em Nampula, não quis entrar em detalhes.

Carla Louveira esteve esta sexta-feira em Nacala-à-Velha, no terminal de carvão, e reuniu-se com a empresa que faz a logística de carvão das minas de Moatize, até à exportação.

Trata-se da Nacala Logistics que desde 2015 opera a linha férrea de 912 km, que sai das minas de Moatize até ao Terminal de Carvão de Nacala-à-Velha, em Nampula. O chamado Corredor de Nacala era detido 50% pela Vale e 50% pela Mitsui, mas com as últimas operações, a Vale ficou também com 100% das acções.

O PCA da Nacala Logistics reconhece que 80% das receitas da empresa provêm da logística de carvão, mas garante que o Corredor de Nacala vai continuar a operar, mesmo com o anúncio recente da Vale de sair do negócio de carvão mineral em Moçambique.

E a vice-ministra que se reuniu com a direcção máxima da Nacala Logistics esta sexta-feira tentou dar um sentido optimista do Governo, só que fica claro que a Vale comprou todas as acções da Mitsui nas minas e no Corredor de Nacala para depois vender a outros interessados em pagar pelo pacote completo.

O Estado receberá cerca de um bilião de meticais de dividendos da CFM

Cerca de mil milhões de meticais de dividendos da empresa pública Mozambique Ports and Railways (CFM) serão pagos ao Estado este ano.

No ano económico e financeiro de 2020, o CFM gerou um rendimento líquido de mais de 5,2 mil milhões de meticais, um montante considerado positivo mesmo tendo em conta o impacto do Covid-19, o que condicionou a actividade empresarial no país e em todo o mundo.

Os factores que contribuíram especialmente para o desempenho da empresa incluem a retoma pela CFM da gestão do Porto de Nacala, a partir de Janeiro de 2020, depois de ter sido concessionada à CDN, e o desempenho positivo do terminal petrolífero do Porto da Beira, particularmente na movimentação de combustível em trânsito para os países do interior da África Austral.

Uma fonte do CFM declarou que, das receitas de 2020, cerca de 10% (522 milhões de meticais) seriam reservados para o fundo social, e outros 67% (3,5 mil milhões de meticais) para investimentos.

Nas recentes declarações financeiras de 2020, a empresa destaca que, em conformidade com os objectivos do seu Plano Estratégico 2018-2020, foram gastos aproximadamente cerca de 15 mil milhões de meticais no aumento do tráfego ferroviário, bem como no aumento da eficiência na movimentação de mercadorias nos terminais sob a gestão da empresa.

Em investimentos de grande escala, o ênfase vai para a aquisição de material circulante (dez locomotivas e 390 vagões), equipamento portuário (dois rebocadores, um barco, dois tractores), bem como a manutenção das infra-estruturas ferroviárias e portuárias (dragagem do canal de acesso ao Porto da Beira, melhoria do sistema de sinalização ferroviária, reabilitação de pontes e estações ferroviárias, entre outros).

Os investimentos tornaram possível um aumento do nível de produção e do tráfego ferroviário para cerca de 16,8 milhões de toneladas líquidas em 2020, contra os 19,4 previstos no plano estratégico, o que corresponde a 87% de cumprimento das metas.

“O ano fiscal de 2020 caracterizou-se por uma contracção da actividade económica global e nacional, em particular, devido aos efeitos do Covid-19, que afectou a redução do tráfego ferroviário em 18% e do tráfego portuário em 9%; pela depreciação do metical contra as principais moedas de transacção; pelas catástrofes naturais e ciclones que afectaram as infra-estruturas ferroviárias e portuárias”, detalha o relatório da empresa.

O sistema ferroviário CFM transportou cerca de 16.791.000 toneladas líquidas no ano passado, contra cerca de 20.577.000 em 2019, o que representa uma redução de cerca de 18%, e uma realização de 72% dos níveis previstos.

Segundo o CFM, o desempenho do sistema ferroviário foi afectado no ano passado principalmente pelo impacto do Covid-19 a nível global, e particularmente pelo “encerramento” dos principais corredores ferroviários no sul e centro da África Austral (África do Sul, Eswatini e Zimbabué).

Produção da HCB próxima da meta planificada no primeiro semestre

A maior produtora de energia independente da região Austral de África, a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), registou no primeiro semestre do ano em curso, uma produção hidroenergética de 6.876,74 GWh, cifra correspondente a 99,6%da meta planificada para o período em referência.

O desempenho da hidroeléctrica é o corolário do empenho dos colaboradores no planeamento e execução de actividades de reforço da operação e manutenção dos equipamentos da cadeia de produção, e da disponibilidade dos equipamentos dos seus principais clientes, a Electricidade de Moçambique, a Eskom da África do Sul e a ZESA Zimbabwe.

A informação foi avançada quinta-feira (08)pela empresa em comunicado de imprensa.

No que diz respeito aos níveis hidrométricos, a nota de imprensa avança que, no final do primeiro semestre, a cota da albufeira situava-se em 324,36 metros acima do nível médio das águas do mar, “o que corresponde a um armazenamento de 91,74 por cento, uma posição confortável para os planos de produção para o segundo semestre.”

Os níveis de produção da HCB colocam a empresa numa posição estável financeiramente, situação confirmada pelos indicadores de performance operacional e financeiros que se encontram dentro dos padrões planificados para o período.

“A empresa está a implementar projectos de modernização do sistema electroprodutor e, igualmente, tem cumprido com as suas obrigações para com os seus accionistas e fornecedores de bens e serviços, realiza acções de responsabilidade social corporativa e procede ao pagamento de impostos e taxa de concessão”, lê-se na nota.

A HCB tem uma meta anual de produção situada em 14.125,53 GWh.
No que tange aos lucros, a empresa registou, em 2020, um desempenho produtivo e financeiro acima das metas planificadas, o que saldou em lucro líquido de 62 por cento em moeda nacional.

Em função do crescimento divulgado pela empresa em Maio do ano em curso, as vendas de energia da HCB geraram um lucro de 9,8mil milhões de meticais no último trimestre de 2020, cifra acima do desempenho do período homólogo de 2019 onde os lucros estiveram na ordem de 6,1 milhões.

O incremento de 2020 está vinculado aos aumentos de produção na ordem de 4,7%e de vendas na ordem de 4% do período em análise.

Os países lusófonos juntos seriam a 10.ª maior economia mundial

Os nove países de expressão oficial portuguesa seriam a décima maior economia do mundo, valendo 1,8 biliões de dólares, ficando abaixo do Canadá e acima da Coreia do Sul, numa lista liderada pelos Estados Unidos.

De acordo com a base de dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), a junção do Produto Interno Bruto (PIB) de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Equatorial, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste daria uma riqueza de 1,8 biliões de dólares.

Os dados, consultados pela Lusa nas vésperas da realização da Cimeira de Luanda, que assinala a transição da presidência rotativa da CPLP de Cabo Verde para Angola, mostram ainda que a riqueza do Brasil é, de longe, a maior da lusofonia.

Entre as economias lusófonas, o Brasil tem um PIB avaliado em 1,4 biliões de dólares, o que compara com os 257 mil milhões de dólares de Portugal, a segunda maior economia lusófona, e com os 485 milhões de São Tomé e Príncipe, a mais pequena.

De acordo com as previsões do FMI, o valor destas economias vai crescer 9,1% no próximo ano, chegando ao final de 2022 com uma riqueza total de 2,014 biliões de dólares.

Acima da economia lusófona estão os Estados Unidos, com 22 biliões de dólares, a China, com 16 biliões, e depois Japão, Alemanha, Reino Unido, Índia, França, Itália e Canadá.

O Grupo Raxio em expansão pan-africana

O Grupo Raxio anuncia o seu próximo investimento num centro de dados neutro em Moçambique, prosseguindo assim a sua expansão pan-africana.

Na sequência de investimentos no Uganda, Etiópia e República Democrática do Congo, a Raxio Moçambique vai oferecer até 1,5MW de capacidade informática a partir do Parque Industrial de Beluluane – cerca de 20km do centro de Maputo (foto), a capital. É o primeiro centro de dados Tier III do país.

A sua entrada em funcionamento está prevista para 2022. Espera-se também que a empresa faça novos investimentos tanto na Costa do Marfim como na Tanzânia no final deste ano.

A Raxio planeia que toda a energia utilizada pelas últimas instalações venha de fontes renováveis, com uma combinação de energia da rede hidro-gerada e um fornecimento solar local.

Os clientes poderão estabelecer ligações cruzadas com transportadores locais e internacionais e outros clientes em salas de reuniões especialmente concebidas para o efeito. A Raxio tem planos para construir instalações adicionais no país para apoiar o crescimento digital, afirma.

Robert Mullins, CEO do Grupo Raxio, afirmou que “no último ano, o número de utilizadores da Internet no país aumentou 25% e esperamos que isto continue a crescer nos próximos anos, em todas as indústrias”.

“Para apoiar este crescimento, estamos a assistir a novos investimentos de transportadores e cabos submarinos”, concluiu.

A confiança dos empresários na economia nacional reduziu

O Instituto Nacional de Estatística (INE), anunciou que o Indicador de Clima Económico (ICE) moçambicano, que mede a confiança dos empresários, registou “uma redução ligeira em Maio” face ao mês anterior.

O índice desceu de 87,3 para 86,3 pontos, num contexto em que as flutuações económicas continuam ligadas à evolução da pandemia de covid-19 e restrições associadas às respetivas medidas de prevenção.

A variação reflete uma “conjuntura desfavorável influenciada pelas baixas perspectivas de procura e de emprego, com maior destaque para as perspetivas de emprego que registaram uma diminuição substancial, no período de referência”, escreve o INE.

Em termos sectoriais, a avaliação desfavorável do clima económico em Maio residiu sobretudo nos sectores de “outros serviços não financeiros, comércio, de alojamento, restauração e similares, bem como transportes e armazenagem”.

“Juntos suplantaram os restantes sectores alvo de inquérito que registaram apreciações ligeiramente favoráveis, no mesmo mês de referência”, acrescenta.

O ICE faz parte do boletim de indicadores de Confiança e de Clima Económico, uma publicação mensal sobre a conjuntura de Moçambique, compilada com base num inquérito realizado também todos os meses pelo INE às empresas do sector não financeiro.

“O estudo expressa a opinião de agentes económicos acerca da evolução e perspectiva da sua actividade, particularmente sobre emprego, procura, encomendas, preços, produção, vendas e limitações de actividade”, explica a autoridade estatística.