Wednesday, April 8, 2026
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Dentro de 18 meses a Correios de Moçambique deverá estar extinta 

Foi indicada uma comissão liquidatária que vai conduzir o processo da extinção da empresa pública Correios de Moçambique até ao fim, depois de o Governo ter decidido pela sua dissolução, a 25 de Maio último. 

Com um prazo de dois anos e meio, a comissão tem a missão de fazer o levantamento de todo o património móvel e imóvel da empresa, avaliar os seus activos e preparar os processos de indemnização, reforma ou reintegração dos mais de 300 trabalhadores, distribuídos por todo o país.

Elias Chirindza, Secretário do Comité Sindical da Empresa, informou que, desde que se tornou oficial a extinção da empresa, apenas hoje é que a direcção da instituição deu uma informação concreta sobre a situação dos trabalhadores, colocando o fim a duas semanas de incertezas.

“Reunimo-nos com o Instituto de Gestão das Participações do Estado e foi-nos informado que, até meados do próximo ano, teremos a nossa situação regularizada. A comissão de gestão, que foi criada, irá determinar quais trabalhadores irão para a reforma, quantos serão indemnizados ou ainda repescados para a nova empresa, que vai substituir a empresa Correios de Moçambique”, explicou Chirindza.

Sobre o património móvel e imóvel da empresa e os seus activos, o Administrador Executivo do Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) disse que o Governo estava, ainda, a avaliar o destino a dar.

“Estamos, neste momento, a fazer a avaliação dos activos da Correios de Moçambique, para ver se podemos redimensioná-los, ou ainda capitalizar o excesso de património e financiar outras empresas mais deficitárias”, esclareceu o dirigente.

Refira-se que o Governo decidiu extinguir a companhia Correios de Moçambique em resultado do processo de reestruturação em curso, um pouco por todas as empresas públicas e participadas pelo Estado.

Arranca construção da central Solar de Cuamba

Max Tonela, ministro dos Recursos Minerais e Energia, vai lançar na quinta-feira em Cuamba, a primeira pedra para construção de uma central solar, disse fonte governamental.

A infraestrutura terá uma capacidade de 15 megawatts, está orçada em 32 milhões de dólares, vai canalizar a energia elétrica produzida para a rede nacional e está localizada na província do Niassa.

O empreendimento resulta de um financiamento do fundo Emerging Africa Infrastructure, instituição financeira internacional.

“A construção da central solar de Cuamba é mais um passo que o país dá para reforçar a produção de eletricidade a partir de fontes renováveis”, referiu a fonte.

A central será a terceira de “grande escala” projetada no país (ou seja, com capacidade para a produção de um mínimo de 15 megawatts a partir de fonte solar), depois da entrada em funcionamento de uma infraestrutura que gera 40 megawatts em Mocuba, na província da Zambézia, região centro, e do lançamento da primeira pedra no distrito de Metoro, na província de Cabo Delgado, em Agosto de 2020.

“Estas iniciativas traduzem a seriedade do Governo na aposta nas energias limpas”, acrescentou.

Por outro lado, os projectos impulsionados pelo executivo moçambicano na área das energias renováveis são mais um contributo para o alcance do objectivo de acesso universal à energia, que prevê levar luz eléctrica a todos os lares moçambicanos até 2030, concluiu a mesma fonte.

As obras da central solar de Cuamba vão durar 12 meses e irão gerar 100 postos de trabalho durante a construção e dez na fase de operação.

Reaberta agência do Absa Bank na cidade de Chimoio

Foi inaugurado na última sexta-feira um novo modelo de agência do Absa Bank Moçambique na cidade de Chimoio, Província de Manica, com uma nova imagem e organização.

A nova agência aberta naquela urbe, está inserida no reforço à proximidade com clientes e na aposta na tecnologia, visando dar uma nova dinâmica operacional à estrutura organizacional. “O objectivo de o servir de modo consistente, proactivo e mais próximo”, refere o banco.

Segundo o director da Banca de Retalho e Negócios do Absa Bank Moçambique, Pedro Carvalho, o empreendimento vai permitir ao banco apoiar o país no relançamento da economia, através do empoderamento do empresariado local.

“Estamos a trabalhar em coordenação com os agentes económicos locais, por forma a levar os nossos serviços para todos os distritos da província, através de parcerias com entidades que já se encontram no terreno e juntos contribuir para a economia deste país”, disse Carvalho.

Já para a directora do Banco de Moçambique, filial de Chimoio, Maria Majimeja, a reabertura da agência servirá de incentivo à atração de mais instituições de crédito para Manica e, de igual modo, outros distritos que ainda carecem da presença física dos serviços financeiros.

Millennium Bim

Millennium Bim

O Millennium Bim é um banco moçambicano que nasceu a 25 de Outubro de 1995, fruto de uma parceria estratégica entre o banco comercial português, actualmente Millennium bcp, e o Estado Moçambicano. 

Presente em todo o território moçambicano, e com uma das maiores redes de balcões do país, o banco foi pioneiro na introdução de ATM, POS, cartões de débito e crédito e introduziu assim uma nova forma de estar e de atendimento ao balcão, providenciando aos seus clientes um atendimento personalizado.

Contactos

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Vale liquida financiamento de corredor logístico em Moçambique

A mineradora Vale informou em comunicado, que liquidará antecipadamente o passivo de cerca de 2,5 bilhões de dólares referente ao financiamento do projecto do Corredor Logístico de Nacala (CLN), que atende a um projeto de carvão em Moçambique.

Com a liquidação, prevista para 22 de Junho, a companhia disse que terá cumprido todas as condicionantes para a conclusão da compra da participação da Mitsui na mina de carvão de Moatize e no CLN.

O pagamento era necessário uma vez que as condições do financiamento não permitiam que a Mitsui vendesse sua participação, segundo explicou a assessoria de imprensa.

A Vale publicou em Janeiro a assinatura do acordo com a Mitsui para a compra dos activos, quando também informou a sua intenção de desinvestir do negócio no futuro.

“Com a simplificação da governança e da gestão dos activos, a Vale dá continuidade ao processo de desinvestimento responsável da sua participação no negócio de carvão, pautado na preservação da continuidade operacional da mina de Moatize e do CLN”, afirmou a Vale no comunicado.

A partir do fechamento da aquisição das participações da Mitsui, a Vale afirmou que passará a consolidar em suas demonstrações financeiras a mina de Moatize e o CLN.

Segundo a empresa, seu Ebitda deixará de ser onerado com custos relacionados ao serviço das dívidas, investimento de manutenção das operações e outros, financiados pela tarifa do CLN, e que já descontados os juros recebidos pela Vale, impactou o Ebitda de 2020 em aproximadamente 300 milhões de dólares.

Suiça contribui para o desenvolvimento inclusivo no norte de Moçambique

As províncias de Nampula e Niassa, receberão da Suíça, 10 milhões de dólares para um projecto de desenvolvimento inclusivo, indica um comunicado oficial.

O valor vai ser disponibilizado para os governos locais (autarquias e distritos), que deverão aplicá-lo em estratégias e iniciativas que aumentem os níveis de participação de mulheres, homens e jovens nos processos de governação local.

“Esta iniciativa, que se alinha com as prioridades do Governo, combina a descentralização local, com adaptação às mudanças climáticas e seu financiamento, bem como aumenta a responsabilização local”, refere Laila Sheikh, chefe adjunta da Missão Suíça em Moçambique, citada no comunicado.

“A eficácia e sustentabilidade do projeto serão garantidas pela ampla interação, coordenação e sinergias entre os actores e instituições nos vários níveis de governação, que trabalham diariamente para melhorar as condições de vida dos cidadãos nas províncias de Nampula e Niassa,” declarou Laila Sheikh.

Além da Suíça, que vai financiar o projecto, a iniciativa conta com o apoio da Cooperação Alemã em Moçambique, o Fundo de Desenvolvimento de Capital das Nações Unidas (UNCDF), entre outros. 

Indicador de Clima Económico com leve recuperação em Abril

O Instituto Nacional de Estatística (INE) anunciou que o Indicador de Clima Económico (ICE), que mede a confiança dos empresários, registou “uma recuperação ténue em Abril” face ao mês anterior. O índice subiu de 87,2 para 87,7 pontos.

A variação significa “uma interrupção da tendência negativa que se verificava há três meses consecutivos”, lê-se no último boletim sobre Indicadores de Confiança e Clima Económico, que reflete ainda o impacto da covid-19 na economia de Moçambique.

“A conjuntura favorável foi influenciada pelas perspectivas de subida de emprego e da procura no mesmo período de referência”, acrescenta.

A principal contribuição positiva foi dada pelos ramos económicos de alojamento, restauração e similares, produção industrial, comércio e transportes.

Estes sectores suplantaram os de construção e serviços não financeiros que registaram um recuo face às expectativas registadas no mês anterior.

A evolução do ICE surge em linha com a melhoria registada em Abril do indicador PMI calculado pelo Standard Bank Moçambique que subiu pela primeira vez desde Fevereiro de 2020 acima do valor neutro de 50.

O ICE faz parte do boletim de indicadores de Confiança e de Clima Económico uma publicação mensal sobre a conjuntura de Moçambique, compilada com base num inquérito realizado também todos os meses pelo INE às empresas do sector não financeiro.

“O estudo expressa a opinião de agentes económicos acerca da evolução e perspectiva da sua actividade, particularmente sobre emprego, procura, encomendas, preços, produção, vendas e limitações de actividade”, explica a autoridade estatística.

Porto de Nacala exporta menos 28% de carvão que o previsto

A empresa Nacala Logistics comunicou que o Porto de Nacala, exportou menos 28% de carvão do que o previsto no primeiro trimestre deste ano.

“O embarque atingiu 1,1 milhões de toneladas contra 1,5 milhões de toneladas previstas”, ou seja, “uma diferença em relação ao planificado na ordem de 28%”, lê-se em comunicado.

Os números refletem o impacto da pandemia de covid-19 na economia mundial, nomeadamente o abrandamento dos mercados asiáticos, os maiores clientes do carvão moçambicano, principal produto de exportação do país.

Segundo Fábio Iwanaga, administrador financeiro da Nacala Logistics, “as operações nos dois negócios, carvão e carga geral, continuam a enfrentar desafios”. 

O abrandamento significa também que a empresa teve menos despesas.

O lucro bruto da Nacala Logistics aumentou 6% no primeiro trimestre deste ano face ao último trimestre de 2020 porque os gastos ficaram abaixo do esperado.

“O crescimento do lucro bruto ficou a dever-se a gastos operacionais abaixo do previsto”, acrescenta.

A Nacala Logistics é responsável pela gestão e operação da linha de caminho-de-ferro com mais de 1.600 quilómetros e porto que liga a mina de carvão da brasileira Vale, em Moatize, a Nacala, costa do oceano Índico.

Galp

GALP

A sua origem é portuguesa e contam com uma expansão global. A empresa operações em 11 países e exporta os seus produtos para mais de 50. Em Moçambique, a Galp lidera projectos de relevo para o futuro da produção de gás natural a nível mundial, possue uma rede de distribuição de 64 postos de abastecimento e tem uma forte presença no mercado de Lubrificantes e GPL. Desenvolve ainda, diversos projectos de impacto social para a comunidade local.

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BCI

BCI

O BCI desenvolve a sua actividade predominantemente na área da banca comercial, nomeadamente ao nível da captação de depósitos e concessão de crédito, quer junto de particulares, quer junto de empresas. Possui uma rede alargada de mais de 200 agências e mais de 30 centros de atendimento especializados para empresas.

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Telefone: +258 21353700

Endereço: Av. 25 de Setembro, nº4. Maputo – Moçambique

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