Monday, June 29, 2026
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Millennium Bim e Técnica Industrial assinaram memorando

O Millennium Bim e a Técnica Industrial assinaram um Memorando de Entendimento que estabelece facilidades de Leasing automóvel aos Clientes que pretendam comprar viaturas da marca Mitsubishi.

Trata-se de uma solução de Leasing concebida com múltiplas vantagens que compreende o financiamento de até 90% do valor da viatura, rendas mensais com taxa de juro muito atractiva, prazo até 60 meses e oferta de um plano de manutenção preventivo por um período de 36 meses ou até 60.000 Km.

Para além de oferecer preços promocionais abaixo do custo de venda ao público, a Técnica Industrial abre uma janela que permite o trade-in da viatura antiga.

Durante a cerimónia, Albino Andrade, Administrador do Millennium bim, referiu que “este memorando materializa a união de duas grandes marcas do mercado com equipas de gestão bastante qualificadas, potenciando o mercado de financiamento automóvel de Moçambique”.

Por seu turno, Frederico Jonet, Administrador da Técnica Industrial, afirmou que “este memorando, procura satisfazer as necessidades de um cliente cada vez mais exigente e mais bem informado. Isto só é possível quando duas grandes marcas de referência em Moçambique se juntam.”.

Refira-se que, ao abrigo da campanha Leasing Mitsubishi, o Millennium bim oferece condições especiais de financiamento aos Clientes, incluindo na renda mensal o seguro de responsabilidade civil e danos próprios, que queiram adquirir a viatura da mesma marca.

Sobre o Millennium bim
Maior grupo financeiro moçambicano, tem marcado o ritmo de crescimento do sector
bancário. No processo de bancarização da economia moçambicana, o Banco está presente em todas as províncias do país e conta hoje com uma vasta rede de balcões, mais de 300 agentes bancários e uma das maiores redes de ATM e POS, e com o contributo dos seus 2.500 colaboradores que servem mais de 1,8 milhões de clientes. O Millennium bim é o primeiro Banco moçambicano presente no ranking dos 100 maiores Bancos de África.

Sobre a Técnica Industrial, SA
Empresa mais antiga e referência no sector automóvel de Moçambique, representante exclusiva de um portfólio diversificado de marcas reconhecidas, nomeadamente Mitsubishi, Jeep, Alfa Romeo, Fiat Professional, Fiat, Fuso e Mercedes Benz (camiões), capaz de satisfazer as necessidades do cliente em qualquer segmento, dos ligeiros aos pesados. Tudo isto suportado por uma rede nacional de concessionários, altamente especializados na venda e assistência técnica dos seus produtos.

LAM com mais de 230 milhões USD em dívida

A LAM (Linhas Aéreas de Moçambique) tem uma dívida estimada em 230 milhões de USD com diferentes fornecedores. A verba foi revelada esta terça-feira pelo Director-geral da empresa, João Carlos Pó Jorge, num media breakfast. A afirmação de Pó Jorge surgiu em resposta a uma questão que visava perceber em que medidas as contas da companhia de bandeira estão no vermelho.

“As contas da LAM estão no vermelho. A empresa carrega uma dívida no passado de 230 milhões de USD, correspondente a bancos, fornecedores domésticos, bem como, mas em menor grau, aos fornecedores externos”, afirmou Pó Jorge.

Mesmo mergulhado nessa dívida, o Director-geral da LAM afirmou que os prejuízos operacionais começaram a reduzir em 2018 e que as contas de Dezembro de 2020 estavam em “breakeven” (significa que os custos e despesas operacionais se igualam à receita).

“Isto é uma indicação de que estamos no caminho certo. Contamos que, em 2021, caso a pandemia alivie e comecemos a operar com mais utilização dos recursos que temos, passaremos para o positivo”.

A frota da LAM é composta por seis aviões alugados, nomeadamente, dois (2) Boeing 737-700; um Bombardier Q 400; e três Embraer 145, estes operados pela subsidiária, Moçambique Expresso (MEX).

Refira-se que, nos últimos anos, a LAM tem-se batido com a uniformização da frota, tendo já vendido, em Dezembro de 2018, um Boeing 737-500 Classic à companhia afegã “Ariana Afghan Airlines” por 2.5 milhões de USD.

Ainda nesse quadro, a LAM tem dois Embraer 190 à venda em “hangar” localizado em Nairobi, no Quénia, desde Setembro de 2019. A escolha daquele país foi fundamentada por
Pó Jorge pelo facto de o Quénia ter sido certificado para fazer manutenção daquele tipo de aeronaves.

Verdade é que pelo armazenamento desses dois Embraer, a LAM paga, mensalmente, 40 mil USD para cada avião. Desde o armazenamento das aeronaves, continua longe de encontrar um comprador, de tal modo que a gestão da empresa chegou a ponderar vender os aviões às peças. Sem comprador, a LAM tem estado a arcar com custos de armazenamento. De Setembro de 2019, a esta parte, João Carlos Pó Jorge disse terem sido pagos 400 mil USD, referentes a cinco meses de parqueamento.

TVCABO celebra 25° aniversário em Moçambique

A TVCABO celebra, no dia 10 de Julho de 2021, 25 anos da sua presença em Moçambique.

Para celebrar esta data que marca mais um ano de história e ligação de confiança no país,  acontecerá um evento em formato online, na página do Facebook da TVCABO, para que todos os clientes, parceiros, amigos e colaboradores possam participar da festa. 

Programa do Evento

09h00 Conversa com a Albertina Mbebe, Chefe de loja que te vai contar o dia-a-dia de uma loja TVCABO;

09h30 Aula de ginástica online com o PT Eneias William, que te vai mostrar exercícios rápidos para manteres a forma sem sairde casa;

10h00 Apresentação das Estrelas TVCABO. Cada uma destas estrelas vai mostrar o seu talento e elas contam com o teu voto;

10h30 Conversa com a Iva Mindo, que te vai contar como é o trabalho desenvolvido no serviço de apoio do cliente;

11h00 Valdemiro José, que nos vai presentear com um momento musical;

11h30 Vem connosco fazer o bolo de aniversário TVCABO. A receita é do Chef Sérgio Santos;

12h00 1º momento de passatempos. A tua atenção será premiada. Participa e ganha prémios;

12:30 Sabes o que é phishing? Aprende com o nosso Técnico Michael Nguila a navegar com segurança;

13h00 Conversa com a Directora Nacional Adjunta do Serviço Nacional de Sangue, Dra Dina Ibrahimo que nos vai mostrar a importância da doação de sangue e como podemos salvar vidas;

14h00 Conversa com a Chefe do Departamento de Malária do Ministério de Saúde, Dra. Inês Juleca António, que nos vai dar recomendações sobre como prevenir a doença;

14h30 A Dra. Joelma Carina vai dar-te dicas saborosas de nutrição para uma alimentação saudável;

15h00 Já conheces a nova tecnologia da TVCABO? IPTV, o futuro na tua mão!

15h30 2º momento de passatempos. A tua atenção será premiada. Participa e ganha prémios;

16h00 O Stewart Sukuma vai ajudar-nos a terminar a festa TVCABO. Junta-te a nós e vem cantar os parabéns à TVCABO.

TVCABO celebra 25° aniversário em Moçambique

A TVCABO celebra, no dia 10 de Julho de 2021, 25 anos da sua presença em Moçambique.

Para celebrar esta data que marca mais um ano de história e ligação de confiança no país, acontecerá um evento em formato online, na página do Facebook da TVCABO, para que todos os clientes, parceiros, amigos e colaboradores possam participar da festa.

Um comunicado de imprensa da TVCABO, diz que as actividades de celebração serão apresentadas pelo locutor e mestre de cerimónia Ivan Obedias e, ao longo do dia, os músicos Stewart Sukuma e Valdemiro José vão assumir o palco do espaço cultural para cantarem temas da sua autoria, incluindo uma interpretação muito especial da canção de “parabéns” na qual participam também colaboradores da TVCABO.

O documento refere ainda que as actividades da comemoração dos 25 anos vão compreender momentos especiais, designadamente entrevistas com colaboradores TVCABO sobre o quotidiano da empresa e a segurança na internet, dicas de uma especialista em nutrição, conversa com especialistas sobre a prevenção da Malária e a importância de doar sangue, passatempos com prémios para os fãs da marca, anúncio dos talentos da primeira edição do concurso Estrelas TVCABO, aula de ginástica para manter em forma a plateia em casa, sessão de culinária com o Chef Sérgio Santos, do Montebelo Girassol, que irá preparar um bolo de aniversário muito especial da TVCABO a oferecer às crianças do Infantário 1º de Maio para viverem um pouco de toda esta alegria.

“Esta celebração em formato online traduz a veia inovadora da TVCABO e materializa a sua capacidade de surpreender os clientes, parceiros e amigos. Ao longo de 25 anos de história, a inovação foi sempre uma prioridade para a empresa e tem estado na base da sua expansão contínua, acompanhando e potenciando o desenvolvimento económico e social de Moçambique”, declara o comunicado.

Refira-se que a TVCABO, empresa pioneira no continente africano, teve alguns momentos marcantes desde o lançamento oficial do seu projecto, em 1996, em Moçambique, com destaque para:
(i) a certificação pela norma ISO 9001 do Sistema de Gestão de Qualidade, em 2001;
(ii) o lançamento do Sistema Digital de transmissão de conteúdos de televisão, em 2004;
(iii) o lançamento do Projecto de rede de última geração FTTH (fiber to the home) e início da expansão para as províncias com redes totalmente em fibra óptica, a partir de 2011;
(iv) o lançamento do serviço de Voz, que faz da TVCABO o único distribuidor Triple Play de NET+TV+VOZ, do país, desde 2016.

Em 2021, com os 25 anos, a TVCABO surpreendeu os seus clientes trazendo mais inovação com o lançamento de uma nova tecnologia de vanguarda, o serviço IPTV (Internet Protocol Television), que simboliza o futuro da televisão.

Para a TVCABO, não basta liderar em inovação e chegar a cada vez mais clientes, também é fundamental fazer cada vez melhor. Hoje, detentora de uma moderna infraestrutura de rede em fibra óptica e único distribuidor Triple Play de Net+TV+VOZ no mercado, com um serviço de qualidade certificada, a TVCABO tem muitas razões para celebrar e estão todos convidados para a festa.

Sobre a TVCABO
É pioneira na distribuição de dados e conteúdos por cabo no continente africano. Conhecida pela capacidade de inovar e qualidade de serviço, é detida pela Moçambique Telecom e pelo Grupo Visabeira, reconhecidos especialistas na área das comunicações. Constituída a 10 de Julho de 1996, ano em que iniciou a construção da sua rede em Maputo, é hoje detentora de uma moderna infraestrutura de rede em fibra óptica.

Vodacom e Tmcel chegam a acordo

As operadoras de telefonia móvel Moçambique Telecom, S.A. (Tmcel) e a Vodacom chegaram a acordo sobre o plano de liquidação da dívida, após várias sessões de negociação.
A Tmcel procederá ao pagamento imediato de um terço da dívida que corresponde a 200 milhões de meticais.

De acordo com um comunicado de imprensa do Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique (INCM), a Tmcel deverá continuar a efectuar pagamentos mensais no valor de 12 milhões de meticais das facturas de interligação, podendo subir este montante caso não consiga manter o valor da factura corrente abaixo dos 12 milhões de meticais.

No documento, o Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique explica que se o valor das facturas correntes for inferior aos 12 milhões de meticais a serem pagos mensalmente, a diferença será utilizada a favor da VM para abater a dívida acumulada de 600 milhões de meticais.

Assim, a Tmcel, dentro de 90 dias, deverá encontrar alternativas para a liquidação dos 400 milhões de meticais do valor da dívida remanescente de interligação.

Ao longo dos três meses que se seguem, a contar de 5 de Julho corrente, a Tmcel deverá apresentar uma proposta concreta da forma de pagamento do remanescente da dívida de interligação.

“As compensações mensais, bem como o seguimento do pagamento da dívida acumulada de interligação, serão efectuados mensalmente em data a acordar, sob observação da Autoridade Reguladora das Comunicações”, lê-se no referido comunicado.

O INCM diz que vai continuar a monitorar, até que o diferendo entre ambas empresas esteja sanado.

Contudo, “em virtude dos consensos, a VM não procederá com o corte da interligação. O factor orientador para o consenso entre as duas operadoras foi a importância da continuidade dos serviços de telecomunicações, prestados aos utilizadores das duas companhias e o interesse público”, garante a instituição.

Novas áreas de prospecção de petróleo e gás com potencial para exploração

Max Tonela, ministro dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique, disse à Lusa que as novas áreas de prospecção de petróleo e gás em Moçambique estão a dar sinais preliminares de potencial para exploração.

“Existem alguns prospectos do potencial de recursos”, disse Max Tonela em declarações à Lusa, nomeadamente no que respeita a dados de “análise e informação sísmica recolhida até ao momento”.

Tonela avançou que as empresas concessionárias das novas áreas de pesquisa deverão abrir os primeiros furos até ao final deste ano e já realizaram investimentos superiores aos impostos pelos contratos assinados com o Governo moçambicano.

“As companhias estão a fazer [investimentos] para além daquilo que estava previsto, em termos de volume de informação sísmica”, acrescentou.

As limitações impostas no quadro da prevenção da covid-19 e consequentes implicações na mobilidade de técnicos, prosseguiu, impediram maiores avanços nos trabalhos.

As licenças de prospecção ao largo da costa central e norte de Moçambique estão atribuídas a consórcios que envolvem as petrolíferas ExxonMobil, ENI, Rosneft e Qatar Petroleum, além da estatal Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH).

Moçambique já detém reservas de gás natural que estão entre as maiores do mundo, na bacia do Rovuma, norte do país, e dispõe igualmente de jazidas em exploração na província de Inhambane, região sul.

O projeto do Rovuma, liderado pela Total, era o maior investimento privado em África até ser suspenso em Março devido aos ataques armados em Cabo Delgado, norte do país – alguns reivindicados pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico.

No final de Junho, o ministro dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique reiterou num fórum de negócios da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) a aposta nos hidrocarbonetos, comentando preocupações face ao crescente movimento contra a poluição causada pelos combustíveis fósseis.

Max Tonela considerou que o gás é, entre as energias fósseis, a que menos polui e que se afirma como plataforma de transição energética para energias limpas.

Banco Mundial e Presidentes africanos discutem financiamento para África

Dentre os 20 chefes de Estados africanos que vão reunir-se com o Banco Mundial para defender um aumento significativo do capital da Associação para o Desenvolvimento Internacional (IDA), estão os presidentes de Moçambique e Angola.

“Esta reunião de alto nível, a ter lugar no dia 15, segue-se ao pedido dos líderes africanos, feito durante a cimeira sobre o financiamento das economias africanas, em Paris, em Maio, na qual defenderam o aumento do apoio a uma reconstrução melhor e mais verde a seguir à pandemia de covid-19”, lê-se numa nota do Banco Mundial.

“Num contexto em que os países africanos estão a lidar com o impacto devastador da pandemia, o apoio contínuo do Banco Mundial, particularmente da IDA, é crítico para ajudar estes países a atingir as necessidades de financiamento, que já estavam altas antes da pandemia”, acrescenta o texto.

A IDA é o braço do Banco Mundial para o financiamento aos países mais pobres, garantindo doações e empréstimos com taxas de juro muito baixas, e já forneceu mais de 420 mil milhões de dólares (26,6 biliões de meticais), para investimentos em 114 países, 39 dos quais em África, o continente mais apoiado.

“O reabastecimento vai apoiar uma recuperação resiliente da crise da Covid-19 e ajudar o continente a continuar a sua transformação económica”, aponta-se ainda no comunicado.

Entre os chefes de Estado que o Banco Mundial acolher na reunião, constam os dirigentes de Moçambique, Angola, Benim, Burkina Faso, Camarões, República Democrática do Congo, Etiópia, Gana, Guiné, Quénia, Libéria, Mauritânia, Madagáscar, Níger, Nigéria, Ruanda, Senegal, Sudão, Tanzânia, Togo e Uganda, segundo a lista divulgada no comunicado, que conta também ter na reunião os líderes das instituições regionais e parceiros para o desenvolvimento.

Álvaro Massingue concorre à presidência da Câmara do Comércio de Moçambique

O empresário Álvaro Massingue lançou, na cidade da Beira, perante os empresários locais e sob o lema “Juntos por uma câmara abrangente, activa e ética”, a sua campanha eleitoral rumo às eleições da Câmara do Comércio de Moçambique, marcadas para 21 de Julho, com foco no reforço da capacidade institucional e aprimoramento da estrutura organizativa da câmara.

Este candidato, que lidera a lista C, é representado pela SOTUX. No seu manifesto, Massingue indicou que, com a candidatura, pretende buscar as melhores soluções para que os investimentos nacionais e estrangeiros se tornem cada vez mais propícios para o reflorescimento do empresariado.

“Pretendemos descentralizar a gestão da câmara, por forma a dotá-la de autonomia na sua sustentabilidade e criar delegações nas províncias onde a câmara não esteja instalada”, indicou Massingue.

Massingue referiu que a sua lista está ciente dos imensos problemas que limitam as actividades plenas da câmara, por isso foram identificados nove pilares, entre eles reforço da capacidade institucional e aprimoramento da estrutura organizativa da câmara, que visam responder aos referidos problemas e tornar a câmara mais abrangente.

“A pandemia da COVID-19, no campo empresarial e de negócios, mostrou as nossas vulnerabilidades e fragilidades, mas entendemos que não devem servir de desculpas para se interromper o trabalho normal dos associados à câmara”, disse.

Segundo Massingue, “precisamos de recuperar rapidamente o crescimento e incrementar resiliência dos membros da câmara que foram lesados pela COVID-19, assim como fortalecer para que sejam menos vulneráveis aos impactos de outros fenómenos imprevisíveis.”

Sector privado registou aceleração de crescimento em Junho

Segundo o indicador Purchasing Managers’ Index (PMI) calculado pelo Standard Bank, que reflete as expectativas do sector privado acerca da economia, a dinâmica de crescimento no sector privado moçambicano acelerou em Junho.

A tendência acompanha “um crescimento rápido da produção, de novas encomendas e do emprego”, refere a mais recente nota de divulgação do indicador, que o coloca no valor 52,9, o registo mais alto desde Novembro de 2015.

Nesta análise, valores acima de 50 apontam para uma melhoria nas condições das empresas no mês anterior, ao passo que valores abaixo de 50 mostram uma deterioração.

Segundo o banco, “as novas encomendas aumentaram ao ritmo mais rápido em quase quatro anos, à medida que a melhoria da confiança dos clientes e a maior afluência culminaram num aumento acentuado da procura”.

“Com o aumento do volume de trabalho, as empresas aumentaram o seu número de funcionários ao ritmo mais elevado no último ano e meio”, acrescenta.

O cenário tem um outro lado: “Os dados mais recentes também demonstraram um aumento acentuado nos preços dos meios de produção”.

A subida deve-se “à procura de matérias-primas e à desvalorização do metical” e os encargos com a produção atingiram assim “o aumento mais acentuado em quase dois anos”.

O PMI publicado pelo Standard Bank resulta das respostas de directores de compras de um painel de cerca de 400 empresas do sector privado.

Semana Africana da Energia 2021 debate pobreza energética em África

Representando o primeiro e único evento energético centrado na África a ter lugar em África em 2021, a Semana Africana da Energia (AEW) 2021 servirá de catalisador que ajudará a transformar o espaço energético africano, tornando a redução da pobreza energética uma realidade até 2030.

A AEW 2021 colocou no topo da agenda fazer a história da pobreza energética, e com acesso universal exigindo aproximadamente 20 mil milhões de dólares de investimentos anuais de 2021 a 2030, através de redes e acordos facilitadores, o evento procura tornar este objectivo uma realidade.

A Agência Internacional de Energia (AIE) afirma que aproximadamente 620 milhões de pessoas em África não têm acesso à electricidade, representando quase dois terços de toda a população. Os desafios de acessibilidade têm sido atribuídos aos défices de infra-estruturas, à falta de investimento crítico, a ambientes reguladores de alto risco ou incertos que dissuadem a participação estrangeira.

Projectos como o projecto de expansão hidroeléctrica da Grande Inga na República Democrática do Congo, o Complexo Solar Noor em Marrocos, e o projecto de energia eólica do Lago Turkana no Quénia representam algumas das maiores realizações de energia renovável em África e contribuem significativamente para aliviar a pobreza energética em todo o continente.

Além disso, a AEW 2021 promove o papel do gás natural na transição energética de África, reconhecendo como os desenvolvimentos gás-potência podem aumentar significativamente o acesso à energia em todo o continente.

Representando um recurso de transição ideal com as suas menores emissões de gases com efeito de estufa, o gás natural também actua como uma solução fiável e prontamente disponível para a produção de energia.

Consequentemente, apoiada por grandes descobertas em Moçambique, Gana, Senegal, e Tanzânia, a África está a voltar-se para o gás natural para aumentar a segurança energética e expandir o acesso. Projectos como o Projecto Kingline Power da Nigéria, uma instalação de gás para energia de 550MW que deverá fornecer 4,5 Terawatt horas de energia segura e acessível; a Central Térmica de Temane, uma central eléctrica a gás de 450MW em Moçambique; e a central eléctrica a gás de 1.300MW do Gana, demonstram o valor do gás para a energia.

Por conseguinte, impulsionada pelo potencial significativo de petróleo, gás e energias renováveis do continente, e construída num cenário de sucesso de projectos existentes, a AEW 2021 visa abordar directamente a pobreza energética africana, unindo as partes interessadas com uma agenda comum, e facilitando desenvolvimentos e investimentos energéticos em grande escala nos sectores de produção e transmissão de energia renovável e gás natural.

O que faz da AEW 2021 o evento energético ideal para enfrentar a pobreza energética, é a sua abordagem multi-sectorial. A AEW 2021 acredita na integração, colaboração e parcerias e, por conseguinte, apresenta uma plataforma através da qual serão feitos negócios energéticos transformadores, mobilizados financiamentos para o desenvolvimento, e aliviada a pobreza energética.

O enfoque da AEC é claro, estabelecer uma plataforma através da qual os interessados possam facilitar negócios produtivos, atrair capital estrangeiro crítico, e impulsionar o crescimento do sector energético africano. Para participar na transformação de África e para ser um facilitador chave e contribuir para a erradicação da pobreza em 2021.