Wednesday, April 8, 2026
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TotalEnergies

TotalEnergies

SOBRE

TotalEnergies é um grupo empresarial do sector petroquímico e energético com sede mundial em La Défense, Paris (França). A empresa está presente em mais de 130 países, empregando 100 000 pessoas.

Criada em 1924 para permitir à França desempenhar um papel fundamental na grande aventura do petróleo e do gás, a empresa sempre foi impulsionada por um autêntico espírito pioneiro. Descobriu alguns dos campos mais produtivos do mundo. As suas refinarias têm criado produtos cada vez mais sofisticados e a sua extensa rede de distribuição tem lançado uma gama de serviços em constante expansão.

A TotalEnergies é o sexto maior grupo privado explorador de petróleo e de gás natural mundial e a primeira empresa do sector na França, seu país de origem.

Seus negócios abrangem toda a cadeia da indústria petrolífera: exploração, produção, prospecção, refinamento, distribuição, trading e transporte marítimo.

CONTACTOS

 

Telefone : +258 21 307 230/1/3

 

Endereço: Av. Sociedade de Geografia nº 83, 5º andar – Maputo, Moçambique

REDES SOCIAIS

Website: http://www.total.co.mz/

Linkedin: https://www.linkedin.com/company/totalenergies/

Facebook: https://www.facebook.com/TotalEnergiesMozambique

Os recém-graduados mais promissores do país receberão formação da Galp

A Galp lança o Generation Galp, o seu primeiro programa de formação de jovens talentos em Moçambique. Durante três semanas, os interessados poderão consultar as condições de admissão ao estágio no endereço challenger.co.mz.

Nesta edição inicial do Generation Galp em Moçambique, foram abertas seis vagas, número este que poderá crescer em futuras edições do programa, cujo objectivo é captar, formar e integrar nos quadros da Galp jovens moçambicanos promissores com idades até aos 30 anos que tenham licenciatura ou mestrado nas áreas financeira, das engenharias, das tecnologias de informação, comunicação e marketing ou áreas afins.

Tendo no horizonte uma carreira profissional de sucesso, seja em áreas core da empresa ou nas áreas de suporte ao negócio, o Generation Galp visa dar a conhecer aos estagiários a cadeia de valor da Galp, integrá-los na cultura e valores da empresa, e formá-los na aquisição de competências técnicas e soft-skills. Para isso, todos os estagiários terão acompanhamento permanente durante a formação, a qual passará por sectores diversos da Galp e em vários pontos do país onde a empresa está presente.

De acordo com Marlena Chambule, responsável pelos Recursos Humanos da Galp Moçambique, “o programa Generation Galp vem sublinhar o compromisso da empresa para com os moçambicanos e o desenvolvimento do país, ao formar e qualificar as competências profissionais dos jovens, que são o seu maior activo e a garantia de futuro”.

O Generation Galp segue o modelo implementado há 23 anos em Portugal e, mais recentemente, em Espanha. Com uma taxa de retenção de cerca de 90% este programa é o responsável pela contratação de mais de 500 colaboradores actuais da Galp.

 

Sobre a Galp 

Presente em Moçambique há mais de 60 anos, a Galp é uma empresa de energia comprometida com o desenvolvimento de soluções eficientes e sustentáveis nas suas operações e nas ofertas integradas que disponibiliza aos seus clientes. Criamos soluções simples, flexíveis e competitivas para as necessidades energéticas ou de mobilidade tanto de grandes indústrias e pequenas e médias empresas, como do consumidor individual. 

Como produtor, actuamos na extracção de petróleo e gás natural a partir de reservatórios situados quilómetros abaixo da superfície marítima, nomeadamente como parceiros do projecto Rovuma LNG, que desenvolve a Área 4, ao largo da província de Cabo Delgado. 

Somos igualmente um dos maiores produtores mundiais de energia eléctrica de base solar. Contribuímos para o desenvolvimento económico dos 11 países em que operamos e para o progresso social das comunidades que nos acolhem. Somos, por isso, líderes do nosso sector nos principais índices mundiais de sustentabilidade. 

Mais informações em galp.co.mz

Apresentação dos resultados do Inquérito Agrário Integrado 2020

A apresentação dos resultados do Inquérito Agrário Integrado 2020, acontece hoje, dia 3 de Junho, às 10h, através das seguintes plataformas: 

FAcebook: agricultura.gov.mz 

Instagram: programa_sustenta 

Youtube: Sustenta

 

O Inquérito Agrário Integrado 2020, tem como objectivo avaliar o desempenho do sector agrário, de forma desagregada (Nacional, Provincial e Distrital) e melhorar o processo de planificação e tomada de decisões.

Trata-se de uma operação anual de recolha, processamento e comunicação de dados ligados à cadeia de valor de actividades agrárias e Segurança Alimentar e Nutricional, uma acção realizada pelo Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural em coordenação com Instituto Nacional de Estatística.

Total muda nome para TotalEnergies para reflectir os objectivos de transição energética

A empresa Total mudou seu nome para TotalEnergies, ancorando assim na sua identidade a sua transformação estratégica numa ampla empresa de energia. Na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, os accionistas aprovaram a mudança quase por unanimidade. Em paralelo com esta mudança de nome, TotalEnergies está a adoptar uma nova identidade visual.

“Energia é vida. Todos nós precisamos dela e ela é uma fonte de progresso. Assim, hoje, para contribuir para o desenvolvimento sustentável do planeta face ao desafio climático, estamos a avançar, juntos, em direcção a novas energias. A energia está a reinventar-se a si própria, e esta viagem energética é nossa. A nossa ambição é ser um actor de classe mundial na transição energética. É por isso que a Total está a transformar-se e a tornar-se TotalEnergies”, declarou Patrick Pouyanné, Presidente e CEO da TotalEnergies.

Este novo nome e nova identidade visual personificam o curso que a TotalEnergies traçou resolutamente para si própria: o de uma ampla empresa de energia empenhada em produzir e fornecer energias cada vez mais acessíveis, fiáveis e limpas.

Líbano em crise económica que poderá ser das mais graves no mundo em 150 anos

O Líbano está afectado por uma crise económica e financeira e esta poderá ser uma das mais graves do mundo nos últimos 150 anos, alerta um relatório do Banco Mundial.

A instituição refere que desde finais de 2019 o Líbano enfrenta desafios e dentre eles a sua maior crise económica e financeira em tempos de paz, os efeitos da pandemia de SARS-CoV-2 e os reflexos políticos e sociais da explosão no porto de Beirute, uma das maiores da história, em todo o mundo, e que destruiu uma parte da capital do país.

A crise agrava-se nos últimos meses devido aos conflitos entre grupos políticos rivais, que atrasam a formação de um novo Executivo, depois de o Governo de Hassan Diab ter apresentado a demissão na sequência da explosão do porto de Beirute, no dia 04 de Agosto de 2020. Incidente que provocou a morte de 211 pessoas e seis mil feridos.

“As respostas dos líderes libaneses a todos estes desafios têm sido altamente inadequadas”, considera o relatório do Banco Mundial.

O documento refere ainda que “a crise económica e financeira ficará provavelmente no ‘top 10’, possivelmente no ‘top 03’, tratando-se de uma das crises mais graves, a nível global, desde o século XIX”.

O relatório acrescenta que o Produto Interno Bruto (PIB) do país deve contrair 9,5% em 2021 depois de ter registado uma queda de 20,3% em 2020 e 6,7% no ano anterior.

O PIB caiu de quase 55 mil milhões de dólares em 2018 para 33 mil milhões de dólares em 2020, enquanto o PIB per capita caiu 40%.

Em Março de 2020, o país não cumpriu os pagamentos da dívida externa pela primeira vez na história, após a moeda local se desvalorizar em 85%.

Dezenas de milhares de pessoas perderam o emprego e uma grande parte foi obrigada a emigrar por motivos económicos. Quase metade da população do país de cinco milhões de pessoas vive em situação de pobreza. 

“O Líbano enfrenta uma grave depreciação dos recursos, incluindo de capital humano, e os trabalhadores mais qualificados abandonam o Líbano procurando oportunidades no exterior, o que constitui uma perda social e económica para o país”, disse Saroj Kumar Jha, director regional do Banco Mundial.

“Apenas um governo reformista que venha a traçar um caminho no sentido da recuperação económica e financeira” pode reverter a situação libanesa, acrescentou.

Nas últimas semanas, com as reservas de divisas no Banco Central de Beirute em queda, assiste-se a uma grave falta de medicamentos, assim como de combustível. Os cortes de eletricidade prolongam-se durante mais de 12 horas por dia.

São necessárias reformas para o país não depender da indústria extractiva

Para que Moçambique deixe de depender de receitas da indústria extractiva para o pagamento da sua dívida, em 2024, economistas dizem que só um profundo diagnóstico da situação da economia, aliado à vontade política para implementar reformas económicas arrojadas.

A agência de notação financeira Moody’s considera que Moçambique está em risco de entrar novamente em Incumprimento Financeiro (default) em 2024 se a produção de gás se atrasar e comprometer o aumento previsto das receitas, dada a decisão da companhia Total de interromper as suas actividades em Palma.

O economista António Francisco diz que esta é uma situação que pressiona fortemente Moçambique, que na sua opinião, “praticamente já entrou numa situação de falência, e isto significa que da parte dos compromissos do país, estão a ser violados”.

Defende aquele economista que só reformas efectivas e transparentes podem fazer com que Moçambique saia desta situação, sublinhando que a mesma precisa de medidas de choque, partindo da atitude do próprio Estado.

 

Paraíso fiscal

Francisco realça que “em vez de dizer que vamos produzir, porque o Estado não produz nada, o Estado deve criar condições para que os produtores produzam, e em vez de transformar o país num inferno fiscal, é preciso transformá-lo num paraíso fiscal”.

Para o economista Lourenço Sambo, a economia moçambicana tem sérios problemas estruturais que precisam de ser resolvidos para que possa ser sustentável e permita o pagamento da dívida do país.

Sambo defende que, no domínio das reformas, é preciso capitalizar o papel das pequenas e médias empresas no desenvolvimento, “porque esta economia precisa de massificar e aumentar a renda e só se pode fazer isso com as pequenas e médias empresas”.

Para Sambo, as reformas devem ser, principalmente, no domínio da produção, “porque não produzimos o suficiente, e o que este país precisa de fazer é parar de tirar para fora os recursos naturais e transformá-los em riqueza”.

 

Refém do petróleo e gás

Por seu turno, o economista Hélder Muteia, entende que a riqueza também pode resultar de uma forte aposta na agricultura e agro-indústria, não apenas na indústria extractiva, porque isso coloca o país refém do petróleo e gás.

Anotou que 70 por cento dos agricultores em Moçambique trabalham em regime de subsistência, “sendo que é preciso transformá-los em agricultores em regime comercial, e isso significa apostar na transformação da agricultura”.

“Não podemos pensar apenas na grande indústria; qual é o papel da pesca, da pequena indústria, do turismo?”, interroga-se aquele economista.

Por seu turno, o economista João Mosca, entende ser fundamental que Moçambique trabalhe no sentido da diversificação da sua economia, para que não dependa, fortemente, das receitas do petróleo e gás, produtos cujos preços estão sujeitos a frequentes flutuações do mercado internacional, ao mesmo tempo que se esforce por tomar medidas relacionadas com a dívida pública.

 

Insustentabilidade

Mosca afirma ser necessário encontrar formas de travar o crescimento do endividamento interno e externo, “que coloca Moçambique cada vez mais numa situação insustentável; o Governo tem que tomar medidas sérias relacionadas com as dívidas ocultas e com reformas ligadas ao Estado e às empresas públicas”.

“Para além disso”, destaca o economista Ananias Matusse, “é fundamental também que o Governo mude a forma como encara o empresariado moçambicano, nos diferentes sectores de actividade, porque essa é uma das formas de evitar que a economia fique refém de recursos energéticos.

Na sua opinião, “Moçambique não tem empresários de verdade; nós temos empresários de comissões, porque é preciso ter ligações político-partidárias para o seu negócio andar, e isso não ajuda; é preciso que os empresários tenham acesso rápido ao crédito”.

Isto numa altura em que algumas vozes questionam o processo de privatização de empresas públicas, entre as quais os Correios de Moçambique.

Para alguns economistas, este processo, que peca por tardia, tem de ser feito de forma transparente.

Número de mulheres em posição de liderança cresce na EDM

A Electricidade de Moçambique (EDM), passou de 18 mulheres em posições de liderança, em 2014, para 26, em 2021, sendo um crescimento de 8%.

A EDM “tem actualmente 18% de representação feminina na sua força de trabalho, um número considerável tendo em conta o facto de a empresa operar num sector tradicionalmente masculino”, lê-se num comunicado da empresa, acrescentando que isto vai ao encontro do compromisso da empresa de aumentar a presença feminina na organização para 40% até 2030.

Na mensagem enviada aos trabalhadores no Dia Internacional da Mulher, o Presidente da EDM Marcelino Gildo reafirma o empenho do Conselho de Administração em continuar a assegurar a igualdade de direitos e oportunidades para homens e mulheres na empresa, combatendo todo e qualquer tipo de discriminação e violência contra as mulheres.

Numa altura em que o país e o mundo enfrentam o desafio do Covid-19, “as mulheres são chamadas a ajudar a sociedade a ultrapassar esta pandemia com a sua liderança na disseminação de mensagens e na promoção de comportamentos preventivos e seguros, ajudando o mundo a retomar o desenvolvimento sustentável”, sublinha a mensagem de Marcelino Gildo.

Jovens Moçambicanos formados na Coreia do Sul pela Eni

Onze jovens engenheiros moçambicanos viajaram para a Coreia do Sul para um programa de formação no local de trabalho, com a duração de seis meses, como parte da formação intensiva ministrada no âmbito do projecto Coral Sul, anunciou a ENI, em nome dos Parceiros da Área 4. 

As ações de formação abrangem as mais variadas áreas do Petróleo e Gás e visam responder à necessidade de profissionais qualificados em Moçambique. Um segundo grupo de 14 moçambicanos vai também começar a sua formação numa instalação de gás na Tunísia em finais de Junho, estando outros grupos já programados para os próximos meses. 

Os estagiários, recém-licenciados em Maputo e Pemba, integram o “programa 200” lançado pela Eni em 2014 para facilitar e potenciar a participação de recursos nacionais nos projectos energéticos da Eni.

Os engenheiros fazem parte de 40 finalistas que foram recrutados através de campanhas de selecção realizadas em 2019 e 2020, em várias instituições de ensino superior em Maputo e Pemba.

Receberam uma formação inicial em Moçambique sobre a língua inglesa e sobre conceitos de Petróleo e Gás e GNL, num ambiente de sala de aula.

Seguiu-se depois a formação específica nas áreas de saúde e segurança, marítima/naval, manutenção e serviços técnicos laboratoriais, ministrada pela Eni Corporate University (ECU).

As actividades de formação foram adaptadas de modo a cumprirem com as medidas de segurança da Covid-19, garantindo a qualidade e a continuidade do treinamento.

Os estagiários viajam para Geoje, na Coréia do Sul, onde estão em curso as actividades de construção do Coral-Sul FLNG, para uma formação no local de trabalho e familiarização com a plataforma flutuante de liquefação.

Durante a sua estadia no exterior, os estagiários estarão envolvidos nas actividades operacionais diárias, de modo a que estejam prontos para se juntarem ao projecto quando as operações do Coral Sul iniciarem em Moçambique, em 2022.

Esta iniciativa visa melhorar o conteúdo local e o desenvolvimento de competências dos Moçambicanos e faz parte do compromisso da Eni de contribuir para o desenvolvimento social e económico das comunidades do país onde opera.

 

The Citizens Energy Congress

Decorre a 15-16 de Junho, o Congresso de Energia dos Cidadãos que reunirá perspectivas concorrentes em torno do futuro da energia, reunindo mais de 30 peritos de política, finanças, indústria, energia e sociedade civil para debater as difíceis questões que estão no centro da transição energética.

Inscreva-se para o seu lugar de delegado ou adira como parceiro e mostre o seu compromisso com a net-zero.

Os delegados beneficiarão de uma experiência de aprendizagem inigualável, proporcionando uma vasta gama de conhecimentos que os ajudará a construir estratégias robustas para navegar na transição energética.

O acesso a redes e ferramentas de reunião facilitará as ligações com líderes da diversificada e evolutiva cadeia de valor da energia. 

Inscreva-se AQUI

Sasol, EDM e ENH fecham acordo para Gás e Energia de Temane

Foram assinados os acordos de fornecimento de gás entre a Sasol, a EDM e a ENH, e de venda de GPL entre a Sasol e a ENH a partir do gás proveniente de Temane. 

O investimento vai permitir, por um lado, a produção de 23 milhões de Gigajoules de gás natural por ano, que serão usados para a produção de 30.000 toneladas de gás de cozinha por ano naquela que será a primeira unidade do género no País. Por outro lado, irá permitir a geração de 450 MW de electricidade na Central Térmica de Ciclo Combinado de Temane que serão injectados na rede nacional para a electrificação do país e disponibilização de energia limpa e de baixo custo para o desenvolvimento regional da SADC. O projecto abrange ainda a produção de 4.000 barris de petróleo leve por dia para exportação.

Assinatura decorreu em Maputo e contou com a presença de várias individualidades, dentre elas, o Presidente da República, Filipe Nyusi e o Presidente da Sasol, Fleetwood Grobler. Durante a cerimónia o Presidente da República, descreveu este acordo como uma nova fase para a expansão de energia e gás no país e consequentemente a melhoria para a economia do país.

“Hoje marcamos uma nova etapa, no quadro desta empreitada de iluminar Moçambique”, declarou Nyusi, referindo-se a este projecto como “um alicerce para a actividade agrícola, industrial, turismo e compensando melhor a sustentabilidade do nosso ecossistema e a substituição da lenha e do carvão vegetal”.

Fleetwood Grobler, Presidente da Sasol, defendeu que “a pandemia serviu para reforçar a importância das parcerias público-privadas e do trabalho em conjunto, de mãos dadas’. Este evento é uma ilustração clara dos resultados positivos de uma parceria deste tipo”.

Grobler fez ainda referência ainda às contribuições da Sasol para a economia de Moçambique e a intenção de prosseguir colaborando para a evolução do país. “A Sasol é uma empresa proficuamente africana com uma grande presença na África do Sul e em Moçambique”. O presidente da Sasol comentou ainda que a empresa tem aspirações de crescer e continuar a contribuir para o desenvolvimento do país, como têm vindo a fazer nos últimos 17 anos.

O Director da Sasol em Moçambique, Ovídio Rodolfo, frisou que “isto mostra claramente o quão a Sasol participa daquilo que eu chamarei de perfil energético do país”. 

Com a produção das 30 000 toneladas por ano de gás de cozinha (GPL), Moçambique deixa de importar cerca de 75% do volume actualmente importado. A produção local de GPL vai impulsionar a massificação do uso de gás de cozinha, contribuindo para a redução do desflorestamento.

Estima-se que o projecto PSA irá criar mais de 3000 empregos locais durante a fase de construção.