Wednesday, April 8, 2026
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Cimeira MozGreen

Hoje terá lugar o MozGreen Summit, uma conferencia 100% digital que pretende trazer à discussão, os principais actores do ecossistema de negócios verdes nacionais, como organizações da sociedade civil, governo, sector privado, startups e parceiros de desenvolvimento. 

O MozGreen tem como objetivo fortalecer as empresas e seus empreendedores, dando-lhes visibilidade e contribuindo para a construção de um ecossistema de pessoas e organizações que apoiam o empreendedorismo verde. 

Deste modo, o MozGreen Summit, pretende ser um palco para a partilha de lições aprendidas nas suas diversas intervenções, disseminação de oportunidades e estreitar ligações, contribuindo para a criação de um ecossistema de empreendedorismo em Moçambique mais robusto e verde.  

Esta é uma iniciativa promovida pela IdeiaLab, com o apoio da Embaixada da Irlanda em Maputo. 

A agenda do evento será a seguinte:

            

 

Sobre a ideiaLab: é uma empresa Moçambicana fundada em 2010 com o propósito de inspirar empreendedores, apoiar o desenvolvimento de startups, acelerar o crescimento de Micro, Pequenas e Médias empresas, e promover o empreendedorismo e a inovação. 

Sobre a Embaixada da Irlanda em Moçambique: Reconhecendo o importante papel que os micro e pequenos negócios desempenham nas acções climáticas e desenvolvimento sustentável, a Embaixada da Irlanda em Moçambique está a dar suportes aos actores, engajados em desbloquear tecnologias limpas do país, para ajudar a consertar e minimizar o impacto das mudanças climáticas e degradação ambiental, através de negócios que tenham uma iniciativa de economia verde e que procurem soluções que tragam, benefícios de desenvolvimento sustentável para as comunidades enquanto ajudam a endereçar problemas relacionados com a pobreza e desigualdade

Crise estimulou crédito à economia em 2020

As instituições bancárias e financeiras nacionais financiaram a actividade produtiva do país, em 2020, no valor de 265 mil milhões de Meticais, contra 230 mil milhões de Meticais, em 2019.

Os dados foram mencionados pelo Presidente do Conselho Executivo (PCE) do Banco Nacional de Investimento (BNI), Tomás Matola, num evento em que apresentava o Relatório e Contas da instituição que dirige, referente a 2020.

No geral, o banqueiro explicou que o aumento do crédito à economia deveu-se, de entre vários aspectos, à pandemia da Covid-19, que, por um lado, obrigou à reestruturação de dívidas e, por outro, exigiu, principalmente do Estado, à disponibilização de linhas de financiamento para apoiar empresas severamente afectadas pela crise pandémica.

Do universo do crédito concedido à economia, em 2020 Matola afirmou que a participação do BNI foi de 2.8 mil milhões de Meticais, verba que cresceu em 4% em relação ao ano anterior.

Do referido financiamento, 1.4 mil milhões de Meticais destinaram-se ao sector da indústria transformadora, pouco mais de mil milhões foi para o comércio e serviços, 518.8 milhões de Meticais à agricultura, 404.8 milhões de Meticais ao sector financeiro, 364 milhões ao Oil &Gás, 251 milhões de Meticais a outros sectores, e 188 milhões de Meticais ao transporte e comunicações.

Tentativas de contrabando abortadas devido à selagem electrónica

Tem sido evitado o contrabando de mais de seis mil mercadorias diversas devido ao Sistema de Selagem Electrónica e Rastreio de Carga (SEERC) transportado nos contentores em trânsito, desde a sua introdução em meados do ano passado.

Foram realizadas 113 mil operações, das quais 25 foram parar na Justiça para efeitos de procedimento legal, informa a Autoridade Tributária de Moçambique e a Mozambique Electronic Cargo Tracking Services, entidade responsável pela operacionalização do sistema. 

De acordo com o gestor operacional da Mozambique Electronic Cargo Tracking Services, Micaele Chissico, no que diz respeito à carga que entrou no país, houve selagem de 19 mil unidades de combustíveis, 22.800 de contentores de carga diversa e perto de 15 mil unidades de granel.

Oitenta por cento das operações de selagem foram feitas na região centro do país, 1.7% no norte e 7.2% no sul.

De Janeiro a esta parte, foram, igualmente, registados 6.209 alertas, dos quais 649 suscitaram a intervenção das equipas de resposta rápida das alfândegas para interceptar e inspeccionar viaturas de transporte de mercadorias em trânsito e em situação suspeita.

Para agregar valor às actividades de todos os intervenientes e beneficiários do processo de trânsito de mercadorias no território aduaneiro nacional e contribuir para a sua competitividade, a Mozambique Electronic Cargo Tracking Services está a desenvolver uma plataforma digital, na qual os operadores de trânsito terão acesso à informação referente ao estágio do trânsito aduaneiro.

Por exemplo, o transportador terá acesso à informação sobre a localização da carga transportada, em tempo real, enquanto as outras partes interessadas visualizam o estágio do processo de desembaraço das declarações aduaneiras.

Segundo Chissico, durante o processo de selagem de mercadorias, houve danificação de dezenas de selos, o que criou avultados prejuízos. Para evitar o problema, a Mozambique Electronic Cargo Tracking Services teve de treinar os oficiais das Alfândegas afectos aos serviços de trânsito e operativos nas equipas de respostas rápidas a alertas. Foram, ainda, abrangidas as associações de transitários, transportadores e despachantes aduaneiros.

 

A Autoridade Tributária destaca os benefícios do processo.

Para a Autoridade Tributaria, a selagem electrónica está a contribuir, sobretudo, para o rápido desembaraço de mercadorias, que passou de dois a três dias para apenas alguns minutos.

A redução do acompanhamento fiscal, que acarretava muitos custos para o Estado e o agente transitário, assim como o controlo rigoroso da tentativa de fuga ao fisco são outros ganhos apontados por Âmido Abudala, Director Regional Centro da Autoridade Tributária.

De acordo com o interlocutor, “as grandes vantagens do sistema é a eliminação do descaminho de mercadorias” e, consequentemente, “o pagamento de imposições aduaneiras, aumentando, assim, a receita fiscal do Estado, redução do tempo de desembaraço de mercadorias, através do fluxo de dados pelos sistemas”.

Ainda segundo Adbula, o sistema contribuiu para a eliminação de escoltas, uma vez que a selagem electrónica permite o monitoramento da mercadoria em tempo real. A presença das equipas de resposta rápida no terreno também garante intervenção em tempo útil, em caso de incumprimento das normas e regulamentos do trânsito de mercadorias no território nacional, assim como detectar actos ilícitos.

Com o SEERC, é possível rastrear toda carga em trânsito no território nacional, em tempo real, com recurso a plataformas GPS e GPRS. O sistema funciona com base numa tecnologia de ponta que ajuda a detectar tentativas de furto/desvio ou contrabando de diferentes tipos de mercadoria.

O sistema, que permite a selagem de carga contentorizada, granel e combustíveis, que transita tanto por via rodoviária, assim como ferroviária, é operado a partir de uma central de monitoramento e comando centralizado, que funciona 24 horas por dia e transmite alertas, principalmente sobre actos ilícitos, a brigadas móveis das Alfândegas.

Segundo agência Moody’s países dependentes do turismos recuperar-se-ão em dois anos

As economias dependentes do turismo terão de esperar mais dois anos até o sector recuperar para os níveis anteriores à pandemia, ao contrário dos países dependentes do petróleo, considera agência de notação financeira Moody’s.

“O turismo só vai recuperar daqui a dois anos, pelo que as economias dependentes deste sector vão continuar a ser pressionadas durante os próximos dois anos”, disse responsável da agência.

Falando num seminário sobre a recuperação económica dos mercados emergentes, o analista vincou que, ao contrário do turismo, a subida do preço do petróleo vai animar as economias dependentes desta matéria-prima, mostrando assim que os lusófonos Cabo Verde, por um lado, e Angola, Brasil e Guiné Equatorial, por outro, poderão ter uma evolução económica diferente nos próximos trimestres.

Apesar de alguns sinais de melhorias, os indicadores de pressão sobre os níveis de crédito continuam elevados nos mercados emergentes e nas empresas que operam nesses mercados, consideraram os analistas que falaram no seminário da Moody’s.

“Em 2020, o PIB real dos países emergentes que fazem parte do G20, excluindo a China e a Turquia, caiu quase 6%, em média”, salientou o director executivo da Moody’s Atsi Sheth, vincando que “a produção económica dos mercados emergentes está a recuperar este ano, mas para muitos mercados emergentes, será preciso esperar até 2022 para chegar aos níveis anteriores à pandemia”.

Numa análise mais focada para a África subsaariana, a analista Giulia Pellegrini, da seguradora Allianz, vincou que a região “não deverá ter novos incumprimentos financeiros (defaults) este ano”, não só pela recuperação económica em curso nos países, mas também pela ajuda que tem recebido

“Não esperamos novos ‘defaults’ este ano, houve várias iniciativas para apoiar os países africanos nestes tempos de dificuldades, reduzindo os pagamentos da dívida, alargando a Iniciativa para a Suspensão do Serviço da Dívida (DSSI) até Dezembro e instituindo um Enquadramento Comum para o Tratamento da Dívida para além da DSSI”, lembrou a analista, notando, no entanto, que nenhum destas soluções é definitiva.

Estas iniciativas reduzem temporariamente os pagamentos, mas muitos países não aderiram porque receiam que as agências de notação financeira reduzam o ‘rating’”, apontou Giulia Pellegrini.

A Moody’s mantém a África subsaariana com Perspetiva de Evolução Negativa, colocando Angola, Moçambique e Etiópia, entre outros, em Perspetiva Negativa, o que indica que uma nova redução do “rating” é provável devido aos efeitos da pandemia nas contas públicas.

Produção de milho acima da média e preços em queda

Segundo uma análise consultada pela agência de notícias Lusa sobre uma das bases alimentares do país, o preço do milho começou a descer em Abril devido ao facto da produção do grão da época 2020/21 poder ficar dentro ou acima da média na maior parte de Moçambique.

“Em Abril, com o início da colheita, o preço do grão de milho diminuiu entre 6% e 45% em relação a Março”, lê-se no documento da Rede de Alerta Antecipado de Fome, que apoia as ações de agências governamentais e humanitárias.

Estima-se que o preço do grão de milho continue a diminuir até Julho, como acontece sazonalmente, impulsionado pelo aumento da disponibilidade nos mercados locais.

Por outro lado, o preço da farinha de milho e do arroz manteve-se estável entre Março e Abril.

“A apreciação do metical contra o dólar deve levar a uma estabilização dos preços das farinhas de milho e do arroz e é pouco provável que os preços desçam a curto prazo”, perspectiva a rede.

A maioria da população moçambicana pratica agricultura de subsistência e o milho é uma das culturas mais disseminadas com várias utilizações alimentares.

Segundo a rede Fews, a colheita agrícola de vários produtos, actualmente em curso, está a melhorar gradualmente a segurança alimentar, com grande parte do país a enfrentar riscos mínimos (entre os níveis 1 e 2, numa escala que vai até 5, fome severa).

Por outro lado, tal como referido em relatórios anteriores, o documento realça que muitas medidas de prevenção da covid-19 continuam a fazer piorar bolsas de fome nos centros urbanos.

As restrições continuam a limitar as oportunidades de rendimento para a maioria das famílias urbanas pobres, agravando sinais de insegurança de nível 2 e fazendo com que as famílias mais afectadas enfrentem insegurança de nível 3, ou seja, crise alimentar, obrigando a cortar refeições.

“As medidas de controle fronteiriço para controlar a propagação do covid-19, como a prova de um teste covid-19 recente, continuam a restringir o comércio informal transfronteiriço e a limitar a entrada de migrantes que trabalham na África do Sul”, acrescenta.

A Fews, Rede de Sistemas de Alerta Antecipado de Fome, agrega organizações norte-americanas e serve como ferramenta de auxílio à ação humanitária.

Iniciada a construção de uma central eléctrica em Inhambane

Na pretensão do governo de impulsionar o fornecimento de energia, Moçambique iniciou a construção de projectos de centrais de gás para energia e linhas de transmissão no valor de mil milhões de dólares na província sul de Inhambane.

Um dos parceiros financeiros dos projectos de infra-estruturas é o Banco Mundial, ao lado dos Estados Unidos, Noruega, Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Banco Islâmico e Fundo da OPEP para o Desenvolvimento Internacional, de acordo com declarações do Banco Mundial e da embaixada dos EUA.

“Hoje assinalamos um marco no quadro deste esforço para iluminar Moçambique. A nossa governação aspira a que mais de 10 milhões de moçambicanos tenham acesso à electricidade pela primeira vez nas suas casas até 2024”, disse o Presidente da República Filipe Nyusi aquando do lançamento do projecto.

Após a conclusão, a Central Termoeléctrica de gás a electricidade de Temane terá uma capacidade de 450 megawatts.

“Hoje, estamos a assistir ao início excepcional de uma visão que visa fornecer energia a todos os moçambicanos: este é um projecto transformador para o país”, disse o representante do Banco Mundial em Moçambique, Idah Pswarayi-Riddihough.

O Embaixador dos EUA em Moçambique, Dennis Hearne, disse que os Estados Unidos estavam a apoiar o projecto Temane através de um empréstimo directo de 200 milhões de dólares para a sua construção através da Corporação Financeira Internacional de Desenvolvimento dos EUA (DFC).

“Além disso, graças ao apoio do programa Power Africa assinado pelo governo dos EUA, estamos a fornecer um “consultor de transacções” designado para a EDM para ajudar a encerrar financeiramente o projecto crítico da Linha de Transmissão de Temane”, disse Hearne.

As duas infraestruturas , Central Térmica de Temane e Linha de Transporte de Temane, irão garantir disponibilidade de geração de energiano âmbito da iniciativa “Energia Para Todos”, que visa o acesso universal de energia a todos os moçambicanos até 2030.

PIB per capita caiu 10.5% em 2020, segundo dados do INE

Dados preliminares do Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam que, em 2020, o PIB per Capita do país foi de 467 dólares americanos, correspondentes a 32.412 Meticais (ao câmbio médio anual de 2020 de 69,47 MZN/USD).

Os números representam uma redução de 55 dólares, ou seja, 10.5% relativamente a 2019, em que o PIB per Capita era de 522 dólares, correspondente a 32.634 Meticais (ao câmbio médio anual de 62,55 MZN/USD).

PIB per Capita, refira-se, é o indicador que representa o que cada pessoa de um determinado local/país “produziu” durante um certo período, sendo deduzido do total da riqueza produzida naquele local.

Importa referir que o PIB per Capita é considerado, de certo modo, um indicador do padrão de vida, pelo que os países que apresentam um elevado PIB per Capita tendem a apresentar maiores Índices de Desenvolvimento Humano. No caso de 2020, o Relatório de Desenvolvimento Humano refere que o país se fixou na 181ª posição, de um total de 189 países avaliados.

Esta fraca produção pode ser justificada pelo facto da idade média nacional ser de 16,6 anos, isto é, grande parte da população é economicamente inactiva entretanto, de acordo com os dados mais actuais do IV Recenseamento Geral da População e Habitação, realizado em 2017.

Linha de crédito para empresas lançada pelo Absa Bank

Foi lançada uma linha de crédito destinada à recuperação do sector privado (Pequenas e Médias Empresas) das províncias afectadas pelos Ciclones Idai e Kenneth, no dia 20 de Maio, na Cidade da Beira, Província de Sofala. Os intervenientes nesta iniciativa foram o Absa Bank Moçambique, em parceria com o Fundo de Apoio à Reabilitação da Economia (FARE), Gabinete de Reconstrução Pós Ciclone Idai (GREPOC) e o Banco Mundial. O evento foi precedido da assinatura do Contrato de Financiamento, tendo sido o Absa, o primeiro Banco a aderir a esta Linha de Crédito

O evento contou com a presença da secretária de Estado na Província de Sofala, Stella Zeca, o governador da Província de Sofala, Lourenço Bulha, empresários, entre outras individualidades.

De acordo com Pedro Carvalho, director da Banca de Retalho e Negócios do Absa Bank, este projecto apresenta um alinhamento com as políticas governamentais de fomento à produção local. 

“Estamos convictos que iniciativas como esta contribuem de forma significativa para impulsionar o crescimento das PME e o Absa Bank Moçambique mantém como objectivo, providenciar suporte aos agentes económicos através de diferentes iniciativas e o lançamento desta Linha de Crédito vai ao encontro deste fim”, disse. 

O lançamento da Linha de Crédito para as PME surge no âmbito do Projecto de Recuperação de Emergência e Resiliência pós Ciclones Idai e Kenneth e visa, essencialmente, promover o desenvolvimento e dinamização das PME sediadas nas Províncias afectadas pelos ciclones, procurando dignificar e valorizar a actividade neste sector , e consequentemente, contribuir para o crescimento sustentado da economia.

Para Augusto Isabel, director-geral da FARE, “o projecto de apoio às PME, vai beneficiar vários grupos existentes nas províncias afectadas pelos ciclones e, de igual modo, constituir mais um passo rumo ao desenvolvimento das comunidades, uma vez que passarão a aceder a serviços financeiros formais físicos e digitais”.

Por sua vez, Luís Mandlate, director executivo do Gabinete de Recuperação PósCiclone, encorajou os empresários a candidatarem-se aos fundos disponibilizados “para que rapidamente voltem a contribuir para o desenvolvimento do país através da geração de postos de trabalho, contribuição fiscal, aumento de exportações, com foco para o engrandecimento do PIB nacional”.

Os empresários com as unidades sediadas nas províncias afectadas pelos ciclones Idai e Kenneth e que empreguem até 100 funcionários podem dirigir-se a qualquer agência do Absa Bank Moçambique, e apresentar os seus projectos de investimento, os quais serão prontamente apreciados. 

A Linha de Crédito, que será implementada através do FARE em coordenação com GREPOC, vai abranger 2000 PME, das quais mais de 600 lideradas por mulheres.

O estabelecimento da taxa de juro é feito com base no acordo estabelecido entre as partes envolvidas nomeadamente, FARE, GREPOC e o Banco Mundial, tendo sido determinada a aplicação de uma taxa de juro variável, igual à Prime Rate do Sistema Financeiro, deduzida de 2,5%.

De referir que nesta linha de financiamento, o Banco não irá aplicar comissões pelo reembolso antecipado.

Moçambique com probabilidade de tornar-se referência mundial na produção de tilápia

O país poderá tornar-se uma referência mundial na produção da tilápia nos próximos cinco anos, disse o Chefe do Estado na Vila-sede de Chitima, Distrito de Cahora Bassa. Filipe Nyusi falava na cerimónia do lançamento do projecto de aquacultura de Pequena Escala, uma iniciativa presidencial que tem um suporte financeiro de quarenta e nove milhões de dólares norte-americanos.

De acordo com o Presidente da República, o Projecto de Desenvolvimento de Aquacultura de Pequena Escala vai por outro lado criar grandes oportunidades de negócios para piscicultores e outros intervenientes envolvidos na cadeia de valor da aquacultura

Na sua intervenção, Filipe Nyusi disse ainda que era necessário fazer-se uma gestão sustentável de recursos para que o projecto esteja virado para uma aquacultura comercial e sustentável. 

Na ocasião, o Presidente da República esclareceu as razões deste projecto estar a ser implementado nas províncias das regiões Centro e Norte do país, com a excepção de Gaza, Inhambane e Maputo. 

Refira-se que o Projecto de Desenvolvimento de Aquacultura de Pequena Escala conta com financiamento estratégico do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA).

Mozambique CEO Summit – 2021

O evento será híbrido, ocorrendo presencialmente no hotel Radisson Blu e online. 

O mesmo terá lugar no dia 24 de Jun. de 2021, 08:00 – 18:00 

Mozambique CEO Summit é o maior evento de negócios em Moçambique que conecta executivos de C-Level, líderes das organizações e empreendedores para compartilhar as ferramentas práticas no desenvolvimento de negócios, investimentos, explorarem novas ideias, oportunidades e criar relacionamentos entre executivos.

Participe através do link: https://lnkd.in/djNk-3S