Monday, June 29, 2026
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Webinar: Confiança como Alavanca de Resultados no Home Office

Equipes que trabalham com alta confiança desempenham resultados significantemente melhores que aquelas que trabalham com baixa confiança. Mais relevante do que nunca as culturas de alta confiança conseguem mais engajamento, resultados com maior velocidade e menos custos.

 

Informações sobre o webinar: 

Data: 9 de Junho

Hora: 10:00 (BRT)

Duração: 50 minutos

Host: Marcelo Masini

 

Inscreva-se AQUI 

Economia em crescimento pelo segundo mês consecutivo

Calculado pelo Standard Bank Moçambique, o indicador Purchasing Managers Index (PMI), que reflete as expectativas do sector privado acerca da economia, continuou em terreno positivo durante o mês de Maio, depois de sair de 13 meses de declínio em Abril, anunciou o banco.

“Pelo segundo mês consecutivo, os dados do inquérito PMI indicaram uma expansão na economia moçambicana”, indica a nota de análise.

“A produção e as novas encomendas continuaram a crescer, embora a ritmos ligeiramente mais lentos em comparação com o crescimento inicial registado em Abril”, detalhou, com o índice PMI a fixar-se em 51,2 pontos em Maio, depois de 51,3 em Abril.

Nesta análise, valores acima de 50 apontam para uma melhoria nas condições das empresas no mês anterior, ao passo que valores abaixo de 50 mostram uma deterioração.

O Standard destacou que o emprego aumentou pela primeira vez desde Janeiro e as perspectivas para a actividade futura são as mais altas desde Dezembro de 2019.

Em relação aos preços, as empresas moçambicanas registaram, em Maio, “um ligeiro aumento nos custos de aquisição, com a taxa de inflação a descer para o seu ponto mais baixo em quatro meses”. 

“Em contraste, foi registrado o mais rápido aumento de custos com pessoal em 2021 até ao momento, visto que a criação de empregos levou a que algumas empresas aumentassem a remuneração global”, concluiu.

O PMI publicado pelo Standard Bank resulta das respostas de directores de compras de um painel de cerca de 400 empresas do sector privado.

Conferência MozGreen celebra o ambiente

A 1ª Conferência Digital de Negócios Verdes – MozGreen, decorreu nos dias 2 e 3 de Junho de 2021. Foi um evento 100% online que se enquadrou nas comemorações da semana do ambiente, sendo que o dia do ambiente assinalou-se no sábado dia 5 de Junho.

Ao longo de dois dias, trinta oradores de Moçambique, Índia e Quénia, dentre eles representantes governamentais, parceiros de desenvolvimento, empreendedores e sector privado, puderam partilhar as suas experiências e aprendizados, com vista à construção de um ecossistema verde em Moçambique. 

Foram debatidos no evento, temas como: economia circular como modelo para um crescimento económico sustentável, as novas tendências na área da sustentabilidade, como construir uma empresa verde; mulheres que transformam a história da economia circular em Moçambique; construindo uma sociedade orientada para as energias renováveis econstruindo uma sociedade livre do plástico. 

A Conferência contou com participações bastante significativas, dentre elas a ilustre presença de Sua Excelência Nuala O’Brien, Embaixadora da Irlanda em Moçambique. 

Segundo Nuala O’Brien “esta conferência foi concebida para aumentar a visibilidade dos negócios verdes e dos empreendedores verdes, para trazer mais actores para esta consciência e para este ecossistema, para criar ainda mais redes de contactos entre todos e ajudar a estabelecer novas parcerias”. 

Esta é uma iniciativa promovida pela ideiaLab em parceria com a Embaixada da Irlanda em Maputo, e conta com o apoio da AIMO – Associação Industrial de Moçambique; AMER – Associação Moçambicana de Energias Renováveis; Emotion; Fundação Carlos Morgado; Gaia Consulting; e da Profile. 

 

Sobre o MozGreen 

A MozGreen tem como objetivo fortalecer as empresas e seus empreendedores, dando-lhes visibilidade e contribuindo para a construção de um ecossistema de pessoas e organizações que apoiam o empreendedorismo verde.     

 

Sobre a ideiaLab

É uma empresa Moçambicana fundada em 2010 com o propósito de inspirar empreendedores, apoiar o desenvolvimento de startups, acelerar o crescimento de Micro, Pequenas e Médias empresas, e promover o empreendedorismo e a inovação. 

 

Sobre a Embaixada da Irlanda em Moçambique

Reconhecendo o importante papel que os micro e pequenos negócios desempenham nas acções climáticas e desenvolvimento sustentável, a Embaixada da Irlanda em Moçambique está a dar suportes aos actores, engajados em desbloquear tecnologias limpas do País, para ajudar a consertar e minimizar o impacto das mudanças climáticas e degradação ambiental, através de negócios que tenham uma iniciativa de economia verde e que procurem soluções que tragam, benefícios de desenvolvimento sustentável para as comunidades enquanto ajudam a endereçar problemas relacionados com a pobreza e desigualdade. 

Inquérito Agrário 2020 revê em baixa a produção nacional 

Em termos de cereais por exemplo, os dados administrados em 2020 apontavam que Moçambique produziu um total de 2,8 milhões de toneladas, mas o Inquérito Agrário Integrado (IAI) 2020, apurou 1,9 milhão de toneladas, uma diferença de cerca de 900 mil toneladas, correspondente a 32,2%. Quanto as leguminosas, os dados de 2020 apontam para uma redução de 862,8 mil toneladas, contra 439,8 mil toneladas apuradas através do inquérito agrário, o que equivale a uma diferença de 422,9 mil toneladas, correspondente a 49,1%.

Em relação às raízes e tubérculos, em 2020 estimava-se uma produção nacional de 17,6 mil toneladas, mas o IAI aponta para 6,4 mil toneladas em 2021, uma redução de 11,2 mil toneladas, correspondente a 63,6%. Nas oleaginosas, em 2020 esperavam-se 247,5 mil toneladas, contra 212,6 mil toneladas segundo o inquérito, o que representa uma descida de 34,9 mil toneladas, equivalente a 14,1%.

Nas amêndoas houve uma redução de 145,5 mil toneladas para 2,4 mil toneladas, isto é uma queda na ordem de 98,3%. Este resultado pode estar associado ao défice no sector do caju. Das 567,4 mil toneladas de frutas produzidas em 2020, o inquérito reduziu a cifra para 269,2 mil toneladas, o que corresponde a uma diferença negativa de 298,2 mil toneladas, ou seja, 52,5%.

As outras culturas também seguiram a mesma tendência de redução, que afectou igualmente o sector pecuário mas este, em menor dimensão. Reagindo aos dados, o Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, explicou que esta discrepância tem a ver com a ausência de anuários estatísticos no sector e que pode impactar o desempenho do PIB do sector agrícola em 2021.

Correia reconhece que o país ainda está longe de autosuficiência alimentar mas o passo nesse sentido já foi dado através do projecto SUSTENTA.

O IAI 2020 avança ainda que 97,8% da área arável nacional, é explorada por pequenos produtores correspondentes a 4.167,702 produtores, 2,19% (93.183 produtores) são médias explorações e 0,02% (873 produtores) são grandes explorações.

A nível de agricultura familiar, apenas 6,9% dos produtores têm acesso aos serviços de extensão, 9,7% dos produtores usam semente melhorada, 0,6% acede ao crédito e 39,9% conhece os preços de produtos. Contudo, o índice de perdas pós-colheita situa-se nos 13,5%.

Nampula, Zambézia, Tete, Sofala, Manica e província de Maputo são os maiores produtores nacionais em termos agregados.

Lançado em Setembro do ano passado, pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, o Inquérito Agrário Integrado de 2020 foi concluído no passado mês de Maio, tendo abrangido 141 dos 150 distritos nacionais e custou 200 milhões de meticais, financiados pelo Banco Mundial.

Projecto solar de Moçambique avançando rapidamente – Ncondezi Energy

Foi feita pela Ncondezi Energy Ltd uma actualização do progresso do seu primeiro projecto de baterias comerciais e industriais da empresa em Moçambique.

A empresa realçou que tinha concluído a construção de painéis solares e que os pacotes de baterias e inversores Tesla estavam agora no local e que a instalação estava em curso.

“Todo o equipamento principal está agora no local após a chegada dos pacotes de baterias e inversores Tesla na semana passada. Os painéis solares estão agora todos prontos e a instalação dos pacotes de baterias e inversores está a decorrer”, disse o chefe executivo, Hanno Pengilly.

A empresa diz estar no bom caminho para iniciar a sua entrada em funcionamento antes do final de Junho.

“Estamos ansiosos por entrar em funcionamento no final deste mês, à medida que nos aproximamos um passo do nosso primeiro fluxo de caixa”, disse Pengilly.

Ncondezi observou que o projecto é o primeiro do seu tipo em Moçambique. Visa a produção de 600MWh de energia por ano e tem um acordo de 15 anos de exploração e receitas contratadas de mais de 3,1 milhões de libras ao longo da vida do projecto.

 

Sobre

Ncondezi (“A Empresa”) é uma empresa africana de desenvolvimento de energia com uma central térmica a carvão de 300MW e um projecto de mina de 300MW, localizada na província de Tete, norte de Moçambique.

Em Julho de 2019, Ncondezi assinou um Acordo de Desenvolvimento Conjunto com a China Machinery Engineering Corporation (“CMEC”) e o parceiro tecnológico General Electric (“GE”). A entrega da primeira energia à rede moçambicana é visada até 2023 através de um acordo de 25 anos de offtake para satisfazer a procura existente. 

A Empresa está concentrada em fornecer energia de base fiável, acessível e de baixo custo, que irá proteger contra os efeitos da seca da água e da intermitência de novas energias renováveis.

TotalEnergies

TotalEnergies

SOBRE

TotalEnergies é um grupo empresarial do sector petroquímico e energético com sede mundial em La Défense, Paris (França). A empresa está presente em mais de 130 países, empregando 100 000 pessoas.

Criada em 1924 para permitir à França desempenhar um papel fundamental na grande aventura do petróleo e do gás, a empresa sempre foi impulsionada por um autêntico espírito pioneiro. Descobriu alguns dos campos mais produtivos do mundo. As suas refinarias têm criado produtos cada vez mais sofisticados e a sua extensa rede de distribuição tem lançado uma gama de serviços em constante expansão.

A TotalEnergies é o sexto maior grupo privado explorador de petróleo e de gás natural mundial e a primeira empresa do sector na França, seu país de origem.

Seus negócios abrangem toda a cadeia da indústria petrolífera: exploração, produção, prospecção, refinamento, distribuição, trading e transporte marítimo.

CONTACTOS

 

Telefone : +258 21 307 230/1/3

 

Endereço: Av. Sociedade de Geografia nº 83, 5º andar – Maputo, Moçambique

REDES SOCIAIS

Website: http://www.total.co.mz/

Linkedin: https://www.linkedin.com/company/totalenergies/

Facebook: https://www.facebook.com/TotalEnergiesMozambique

Os recém-graduados mais promissores do país receberão formação da Galp

A Galp lança o Generation Galp, o seu primeiro programa de formação de jovens talentos em Moçambique. Durante três semanas, os interessados poderão consultar as condições de admissão ao estágio no endereço challenger.co.mz.

Nesta edição inicial do Generation Galp em Moçambique, foram abertas seis vagas, número este que poderá crescer em futuras edições do programa, cujo objectivo é captar, formar e integrar nos quadros da Galp jovens moçambicanos promissores com idades até aos 30 anos que tenham licenciatura ou mestrado nas áreas financeira, das engenharias, das tecnologias de informação, comunicação e marketing ou áreas afins.

Tendo no horizonte uma carreira profissional de sucesso, seja em áreas core da empresa ou nas áreas de suporte ao negócio, o Generation Galp visa dar a conhecer aos estagiários a cadeia de valor da Galp, integrá-los na cultura e valores da empresa, e formá-los na aquisição de competências técnicas e soft-skills. Para isso, todos os estagiários terão acompanhamento permanente durante a formação, a qual passará por sectores diversos da Galp e em vários pontos do país onde a empresa está presente.

De acordo com Marlena Chambule, responsável pelos Recursos Humanos da Galp Moçambique, “o programa Generation Galp vem sublinhar o compromisso da empresa para com os moçambicanos e o desenvolvimento do país, ao formar e qualificar as competências profissionais dos jovens, que são o seu maior activo e a garantia de futuro”.

O Generation Galp segue o modelo implementado há 23 anos em Portugal e, mais recentemente, em Espanha. Com uma taxa de retenção de cerca de 90% este programa é o responsável pela contratação de mais de 500 colaboradores actuais da Galp.

 

Sobre a Galp 

Presente em Moçambique há mais de 60 anos, a Galp é uma empresa de energia comprometida com o desenvolvimento de soluções eficientes e sustentáveis nas suas operações e nas ofertas integradas que disponibiliza aos seus clientes. Criamos soluções simples, flexíveis e competitivas para as necessidades energéticas ou de mobilidade tanto de grandes indústrias e pequenas e médias empresas, como do consumidor individual. 

Como produtor, actuamos na extracção de petróleo e gás natural a partir de reservatórios situados quilómetros abaixo da superfície marítima, nomeadamente como parceiros do projecto Rovuma LNG, que desenvolve a Área 4, ao largo da província de Cabo Delgado. 

Somos igualmente um dos maiores produtores mundiais de energia eléctrica de base solar. Contribuímos para o desenvolvimento económico dos 11 países em que operamos e para o progresso social das comunidades que nos acolhem. Somos, por isso, líderes do nosso sector nos principais índices mundiais de sustentabilidade. 

Mais informações em galp.co.mz

Apresentação dos resultados do Inquérito Agrário Integrado 2020

A apresentação dos resultados do Inquérito Agrário Integrado 2020, acontece hoje, dia 3 de Junho, às 10h, através das seguintes plataformas: 

FAcebook: agricultura.gov.mz 

Instagram: programa_sustenta 

Youtube: Sustenta

 

O Inquérito Agrário Integrado 2020, tem como objectivo avaliar o desempenho do sector agrário, de forma desagregada (Nacional, Provincial e Distrital) e melhorar o processo de planificação e tomada de decisões.

Trata-se de uma operação anual de recolha, processamento e comunicação de dados ligados à cadeia de valor de actividades agrárias e Segurança Alimentar e Nutricional, uma acção realizada pelo Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural em coordenação com Instituto Nacional de Estatística.

Total muda nome para TotalEnergies para reflectir os objectivos de transição energética

A empresa Total mudou seu nome para TotalEnergies, ancorando assim na sua identidade a sua transformação estratégica numa ampla empresa de energia. Na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, os accionistas aprovaram a mudança quase por unanimidade. Em paralelo com esta mudança de nome, TotalEnergies está a adoptar uma nova identidade visual.

“Energia é vida. Todos nós precisamos dela e ela é uma fonte de progresso. Assim, hoje, para contribuir para o desenvolvimento sustentável do planeta face ao desafio climático, estamos a avançar, juntos, em direcção a novas energias. A energia está a reinventar-se a si própria, e esta viagem energética é nossa. A nossa ambição é ser um actor de classe mundial na transição energética. É por isso que a Total está a transformar-se e a tornar-se TotalEnergies”, declarou Patrick Pouyanné, Presidente e CEO da TotalEnergies.

Este novo nome e nova identidade visual personificam o curso que a TotalEnergies traçou resolutamente para si própria: o de uma ampla empresa de energia empenhada em produzir e fornecer energias cada vez mais acessíveis, fiáveis e limpas.

Líbano em crise económica que poderá ser das mais graves no mundo em 150 anos

O Líbano está afectado por uma crise económica e financeira e esta poderá ser uma das mais graves do mundo nos últimos 150 anos, alerta um relatório do Banco Mundial.

A instituição refere que desde finais de 2019 o Líbano enfrenta desafios e dentre eles a sua maior crise económica e financeira em tempos de paz, os efeitos da pandemia de SARS-CoV-2 e os reflexos políticos e sociais da explosão no porto de Beirute, uma das maiores da história, em todo o mundo, e que destruiu uma parte da capital do país.

A crise agrava-se nos últimos meses devido aos conflitos entre grupos políticos rivais, que atrasam a formação de um novo Executivo, depois de o Governo de Hassan Diab ter apresentado a demissão na sequência da explosão do porto de Beirute, no dia 04 de Agosto de 2020. Incidente que provocou a morte de 211 pessoas e seis mil feridos.

“As respostas dos líderes libaneses a todos estes desafios têm sido altamente inadequadas”, considera o relatório do Banco Mundial.

O documento refere ainda que “a crise económica e financeira ficará provavelmente no ‘top 10’, possivelmente no ‘top 03’, tratando-se de uma das crises mais graves, a nível global, desde o século XIX”.

O relatório acrescenta que o Produto Interno Bruto (PIB) do país deve contrair 9,5% em 2021 depois de ter registado uma queda de 20,3% em 2020 e 6,7% no ano anterior.

O PIB caiu de quase 55 mil milhões de dólares em 2018 para 33 mil milhões de dólares em 2020, enquanto o PIB per capita caiu 40%.

Em Março de 2020, o país não cumpriu os pagamentos da dívida externa pela primeira vez na história, após a moeda local se desvalorizar em 85%.

Dezenas de milhares de pessoas perderam o emprego e uma grande parte foi obrigada a emigrar por motivos económicos. Quase metade da população do país de cinco milhões de pessoas vive em situação de pobreza. 

“O Líbano enfrenta uma grave depreciação dos recursos, incluindo de capital humano, e os trabalhadores mais qualificados abandonam o Líbano procurando oportunidades no exterior, o que constitui uma perda social e económica para o país”, disse Saroj Kumar Jha, director regional do Banco Mundial.

“Apenas um governo reformista que venha a traçar um caminho no sentido da recuperação económica e financeira” pode reverter a situação libanesa, acrescentou.

Nas últimas semanas, com as reservas de divisas no Banco Central de Beirute em queda, assiste-se a uma grave falta de medicamentos, assim como de combustível. Os cortes de eletricidade prolongam-se durante mais de 12 horas por dia.