Monday, June 29, 2026
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Indicador de Clima Económico com leve recuperação em Abril

O Instituto Nacional de Estatística (INE) anunciou que o Indicador de Clima Económico (ICE), que mede a confiança dos empresários, registou “uma recuperação ténue em Abril” face ao mês anterior. O índice subiu de 87,2 para 87,7 pontos.

A variação significa “uma interrupção da tendência negativa que se verificava há três meses consecutivos”, lê-se no último boletim sobre Indicadores de Confiança e Clima Económico, que reflete ainda o impacto da covid-19 na economia de Moçambique.

“A conjuntura favorável foi influenciada pelas perspectivas de subida de emprego e da procura no mesmo período de referência”, acrescenta.

A principal contribuição positiva foi dada pelos ramos económicos de alojamento, restauração e similares, produção industrial, comércio e transportes.

Estes sectores suplantaram os de construção e serviços não financeiros que registaram um recuo face às expectativas registadas no mês anterior.

A evolução do ICE surge em linha com a melhoria registada em Abril do indicador PMI calculado pelo Standard Bank Moçambique que subiu pela primeira vez desde Fevereiro de 2020 acima do valor neutro de 50.

O ICE faz parte do boletim de indicadores de Confiança e de Clima Económico uma publicação mensal sobre a conjuntura de Moçambique, compilada com base num inquérito realizado também todos os meses pelo INE às empresas do sector não financeiro.

“O estudo expressa a opinião de agentes económicos acerca da evolução e perspectiva da sua actividade, particularmente sobre emprego, procura, encomendas, preços, produção, vendas e limitações de actividade”, explica a autoridade estatística.

Porto de Nacala exporta menos 28% de carvão que o previsto

A empresa Nacala Logistics comunicou que o Porto de Nacala, exportou menos 28% de carvão do que o previsto no primeiro trimestre deste ano.

“O embarque atingiu 1,1 milhões de toneladas contra 1,5 milhões de toneladas previstas”, ou seja, “uma diferença em relação ao planificado na ordem de 28%”, lê-se em comunicado.

Os números refletem o impacto da pandemia de covid-19 na economia mundial, nomeadamente o abrandamento dos mercados asiáticos, os maiores clientes do carvão moçambicano, principal produto de exportação do país.

Segundo Fábio Iwanaga, administrador financeiro da Nacala Logistics, “as operações nos dois negócios, carvão e carga geral, continuam a enfrentar desafios”. 

O abrandamento significa também que a empresa teve menos despesas.

O lucro bruto da Nacala Logistics aumentou 6% no primeiro trimestre deste ano face ao último trimestre de 2020 porque os gastos ficaram abaixo do esperado.

“O crescimento do lucro bruto ficou a dever-se a gastos operacionais abaixo do previsto”, acrescenta.

A Nacala Logistics é responsável pela gestão e operação da linha de caminho-de-ferro com mais de 1.600 quilómetros e porto que liga a mina de carvão da brasileira Vale, em Moatize, a Nacala, costa do oceano Índico.

Galp

GALP

A sua origem é portuguesa e contam com uma expansão global. A empresa operações em 11 países e exporta os seus produtos para mais de 50. Em Moçambique, a Galp lidera projectos de relevo para o futuro da produção de gás natural a nível mundial, possue uma rede de distribuição de 64 postos de abastecimento e tem uma forte presença no mercado de Lubrificantes e GPL. Desenvolve ainda, diversos projectos de impacto social para a comunidade local.

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Telefone: +258 21 429 060/3

Endereço: Rua dos Desportistas, nº83, 2º Andar

Caixa Postal: 2240 – Maputo

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Company website: www.galp.com/corp/pt/sobre-nos/presenca-no-mundo/mocambique

Linkedin: www.linkedin.com/company/galp/

BCI

BCI

O BCI desenvolve a sua actividade predominantemente na área da banca comercial, nomeadamente ao nível da captação de depósitos e concessão de crédito, quer junto de particulares, quer junto de empresas. Possui uma rede alargada de mais de 200 agências e mais de 30 centros de atendimento especializados para empresas.

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Telefone: +258 21353700

Endereço: Av. 25 de Setembro, nº4. Maputo – Moçambique

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Linkedin: www.linkedin.com/company/bci_3/about/

Facebook: www.facebook.com/BCIomeubanco/

Instagram: www.instagram.com/bci_banco/

BAD doa USD 1 milhão para Moçambique

Para impulsionar o conteúdo local e as iniciativas de desenvolvimento de Pequenas e Médias Empresas, em Moçambique, na criação de emprego, o grupo do Banco Africano de Desenvolvimento aprovou um donativo de um milhão de dólares.

Segundo o BAD, o donativo servirá para prestar assessoria técnica e institucional ao Instituto para a Promoção das Pequenas e Médias Empresas no apoio directo a start-ups e a Micro, Pequenas e Médias Empresas, com foco em negócios liderados por jovens e mulheres.

O projecto irá abranger acima de 150 empresas locais, facilitando o acesso a competências, certificação, contratos e financiamento de instituições financeiras locais, nos sectores do turismo, manufactura e agricultura.

Serão ainda abrangidas as áreas de tecnologias de informação e comunicação, saúde e transporte, com o objectivo de facilitar as ligações de fornecimento de bens e serviços entre as Pequenas, Médias e Grandes Empresas, incluindo entidades governamentais e organizações não-governamentais.

 

Sobre o BAD

Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) é um banco multinacional de desenvolvimento, criado em 1964, do qual são membros 53 países africanos. É financiado por 24 países europeus, americanos e asiáticos. Sua missão é fomentar o desenvolvimento económico e progresso social na África.

Desde o seu primeiro projecto em 1977 em Moçambique, o Grupo BAD tem prestado regularmente um apoio significativo e diversificado aos esforços de desenvolvimento do país, caracterizado por uma distribuição sectorial bem equilibrada.

Galp justifica a escassez de Gás de cozinha nos últimos dias em Maputo

A crise no fornecimento de gás de cozinha, verificado nos últimos dias em Maputo, deve-se às obras de ampliação da unidade de abastecimento do combustível na cidade da Matola bem como à crescente procura típica a estas alturas do ano, justificou a empresa Galp. 

Segundo Paulo Varela, do departamento de Relações Públicas da Galp, as obras na unidade de enchimento de gás vieram calhar com o aumento na procura do combustível.

Conforme disse, a fornecedora viu-se obrigada a ajustar o tempo de execução das obras e dos trabalhos do enchimento do gás, para acomodar a segurança dos seus trabalhadores.

“Por razões de segurança, as obras não podem decorrer em simultâneo com o processo de enchimento das botijas, isso para preservar a vida e a integridade física dos nossos trabalhadores. Por isso, achamos melhor encher as garrafas no período nocturno e as obras decorrem de dia”, disse Paulo Varela.

Apesar de a fornecedora ter ajustado o período de enchimento de gás nas botijas e de execução das obras, por razões de segurança, houve, segundo o representante da Galp, incremento da oferta entre sábado e esta segunda-feira, mesmo para responder à demanda.

A nossa fonte disse, por exemplo, que nestes últimos dias, o mercado recebeu 9 mil botijas ao dia, comparativamente aos anteriores sete 7 mil.

“Não porque estejamos a oferecer menos, até porque, nos últimos três dias, colocamos, no mercado, cerca de 27 mil garrafas, o que corresponde a nove 9 mil por dia, diferentemente do habitual”, acrescentou

Paulo Varela garantiu que o gás vai continuar disponível, tendo dito que, agora, o esforço é que, durante o período nocturno, haja enchimento de botijas em stock necessário, de forma a evitar que ocorra falta deste produto nos postos de venda.

Se por um lado a Galp está a redobrar esforços para minimizar a escassez do gás na região do Grande Maputo, os consumidores, por outro lado, ainda se ressentem da falta do produto. Mesmo sem uma data certa, o representante da Galp prometeu que a situação vai melhorar nos próximos dias.

“Vamos fazer tudo aquilo que for necessário para estabilizar esta procura excessiva pelo gás, mesmo dentro das limitações de que nos deparamos relacionadas com o curso das obras”.

Para Paulo Varela, a Galp Moçambique sabe que a situação tem, habitualmente, originado especulação nos preços de venda do gás. Por isso, a empresa está, junto das autoridades governamentais, a trabalhar para evitar qualquer tipo de oportunismo.

A nossa fonte avançou, ainda, que as obras de ampliação da unidade de enchimento do gás da Galp, na cidade da Matola, poderão ser concluídas em Dezembro do ano em curso.

O Governo está atento e sabe da escassez de gás de cozinha na região metropolitana de Maputo e diz já ter mantido encontros com a fornecedora Galp, com vista a ultrapassar o problema. O alargamento da capacidade de produção foi a recomendação deixada pelo Executivo e acredita que está a ser implementada, daí que tem datas já delimitadas para pôr o fim ao problema.

Preço do petróleo da OPEP ultrapassa 70 dólares

Depois de seis dias consecutivos de aumentos, o preço do petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) ultrapassou a barreira dos 70 dólares pela primeira vez em 18 meses, ao ser negociado a 70,21 dólares por barril na sexta-feira.

O secretariado da organização com sede em Viena adiantou que o barril utilizado como referência pela OPEP, não tinha sido vendido a mais de 70 dólares desde 06 de Janeiro de 2020, ou seja, desde antes do início da pandemia afundar os preços do petróleo.

O valor de sexta-feira, superior em 0,46% ou 0,32 dólares ao de quinta-feira, é o resultado de uma tendência de subida sustentada nas últimas duas semanas, que acumula um aumento de 10%.

A média do preço do barril da OPEP desde o início deste ano é agora de 62,43 dólares, aproximando-a dos 64,04 dólares que atingiu em média em 2019, depois de ter caído 35 no ano passado para 41,47 dólares devido à crise da pandemia.

Segundo os analistas, por trás da actual valorização do chamado “ouro negro” está a perspetiva de uma forte recuperação da procura para relançar a actividade económica, especialmente as viagens e o turismo, à medida que a vacinação contra a covid-19 avança, especialmente nos Estados Unidos, Europa e China.

Nesta situação, a decisão da OPEP e dos 10 aliados, incluindo a Rússia, de manter os fornecimentos limitados e apenas os aumentar gradualmente e os controlar (em cerca de dois milhões de barris por dia entre Maio e Julho), contribuiu também para a subida do preço do petróleo.

Poucos agricultores moçambicanos têm acesso a crédito bancário

O Inquérito Agrário Integrado de 2020 divulgado pelo Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural, refere que o número de agricultores moçambicanos que têm acesso ao crédito bancário não chega a 1%, situando-se em 0,6%.

O levantamento começou em Setembro e durou três meses, tendo incidido sobre 140 dos 154 distritos do país.

O inquérito, apresentado pelo ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, apurou que as pequenas explorações agropecuárias dominam a estrutura do sector em Moçambique, com pouco mais de 4,1 milhões, seguidas, de muito longe, pelas médias explorações, com 93.183 unidades. As grandes explorações perfazem apenas 873 unidades.

As pequenas explorações incluem a agricultura familiar, fonte de subsistência da maioria das famílias moçambicanas, enquanto as grandes são de cariz empresarial, situando-se as médias explorações entre os dois paradigmas.

De acordo com o inquérito, os novos pequenos produtores são a principal determinante do incremento da área de produção em Moçambique, que passou de pouco mais de 3,6 milhões de hectares em 2017, para cerca de 5,2 milhões de hectares em 2020.

O inquérito refere que os agricultores moçambicanos têm um baixo acesso a tecnologias e aponta o exemplo do sistema de rega, que chega a apenas 9,3% dos produtores.

Apenas 7,8% usam fertilizantes químicos, 5,5% recorrem a pesticidas, 1,8% trabalham com herbicidas e 8,8% usam estrume.

O acesso à informação sobre preços subiu significativamente nos últimos quatro anos, chegando a 39,9% dos produtores contra 18,4% em 2017.

A percentagem de perdas pós-colheita estagnou entre 2017 e 2020, mantendo-se em 13,5% nesse período.

Os números mostram uma tendência de incremento em 19% das pequenas explorações, subindo ao mesmo ritmo que o crescimento demográfico nacional, que é de cerca de 2% ao ano.

Falando no final da apresentação dos resultados do inquérito, o ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural disse que o país passa a contar com dados fiáveis no sector, o que vai permitir uma melhor planificação para o crescimento do desenvolvimento agropecuário.

“Houve uma orientação estratégica do Governo no sentido da realização do inquérito, para termos a certeza de que temos dados fiáveis para a nossa planificação”, disse Celso Correia.

O documento divulgado só estará disponível ao público a partir do dia 15 de Junho.

MOZAGO

MOZAGO

A Mozago é uma Empresa Moçambicana de Construção, focada em servir clientes empresariais de média e grande dimensão, realizando trabalhos de diversa escala no sector construtivo: escritórios, agências bancárias, hotelaria, restauração, residencial, infra-estruturas entre outras.

Estão presentes em todo o país para o servir, onde quer que esteja.

Com cerca de 250 profissionais a colaborar, 250 clientes e 450 empreitadas, têm a capacidade operacional para colocar em prática o seu desafio de construção. Em resultado dos anos de experiência, apresentam-se como a solução dos seus projectos, chave na mão.

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RSM

RSM

A RSM Moçambique é uma empresa líder mundial nas áreas de Audit, Tax e Consulting. Construímos relações sólidas totalmente orientadas para o cliente. Dedicamos tempo a entender o seu negócio, estratégia e objectivos e, inspirados pelo poder da nossa rede global, apresentamos propostas totalmente adaptadas às suas necessidades.A nossa rede internacional, presente em mais de 120 países, permite trazer para Moçambique conhecimento sobre as tendências dos mercados internacionais.

 

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