Sunday, April 12, 2026
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Moçambique participa no Festival Standard Bank Luju Food & Lifestyle 2024

Moçambique marcará presença no Festival Standard Bank Luju Food & Lifestyle 2024, a ser realizado nos dias 2 e 3 de Agosto, na House on Fire, em Essuatíni. Este evento internacional combina moda, gastronomia, música e outras artes africanas, tanto tradicionais quanto contemporâneas.

Na sua sexta edição, o festival adota o tema “A Return to African Future” (“Um regresso ao futuro de África”), promovendo uma reflexão sobre o estado atual da cultura africana e a necessidade de sinergias para a construção de um futuro culturalmente rico e original.

Entre os artistas moçambicanos, destaca-se a participação do renomado cantor Wazimbo, conhecido pelos seus ritmos tradicionais e voz distinta. Além dele, dezenas de expositores de várias modalidades artísticas marcarão presença, refletindo o grande interesse e adesão do público moçambicano, que é o segundo maior depois do público local de Essuatíni. O festival também contará com artistas de outros países da região, celebrando as raízes tradicionais e as expressões artísticas contemporâneas.

O evento não apenas fortalece a identidade cultural de Essuatíni, mas também aumenta sua visibilidade global como destino de turismo cultural. A atmosfera acolhedora do Luju Festival é enriquecida por uma diversidade gastronômica, tendências de moda, artes visuais e outras manifestações culturais, atraindo um público diversificado, tanto local quanto internacional.

De acordo com Jiggs Thorne, director criativo do Standard Bank Luju Food and Lifestyle Festival, a edição de 2023 teve um impacto econômico significativo, com comerciantes gerando um total combinado de 2,1 milhões de euros. O festival também promoveu parcerias inter-regionais nos sectores da culinária, moda e design, ampliando as oportunidades para empresas locais.

Com uma agenda repleta de eventos paralelos, o festival promete uma celebração inesquecível de música, arte e cultura. Em Moçambique, o evento conta com parcerias da incubadora criativa X-Hub e do Azgo. Os bilhetes podem ser adquiridos na X-Hub e no Centro Cultural Moçambicano-Alemão.

 

O Festival Standard Bank Luju Food & Lifestyle 2024 é uma oportunidade única para os moçambicanos celebrarem a riqueza cultural africana e se conectarem com outras culturas e expressões artísticas do continente.

Início da Campanha “Descobertas” marca nova fase de desenvolvimento pessoal para jovens moçambicanos

Arrancou no passado dia 29 de Junho o ciclo de workshops da campanha “Descobertas – Uma Jornada para Autoestima”. Esta iniciativa, que se prolongará ao longo de seis meses, propõe-se a explorar diversos temas de desenvolvimento pessoal, começando com um workshop dedicado à Educação Financeira.

O evento inaugural reuniu mais de 100 adolescentes e jovens, proporcionando um ambiente imersivo de aprendizagem e troca de experiências. De acordo com a Cláudia Manjate, mentora da campanha, “Este workshop foi como testemunhar o início de uma nova fase após os primeiros passos dados através das Rodas de Conversa. É particularmente especial para mim, pois configura a oportunidade de reunir jovens de forma presencial e fornecer-lhes ferramentas práticas para a vida que poderão ser usadas imediatamente. Este evento foi simplesmente vibrante, desconstruímos conceitos e construímos modos de vida”, destacou.

António Sendi, responsável pela aula magna, abordou os conceitos básicos de finanças e os princípios de abundância de uma forma interactiva e dinâmica, assegurando a compreensão e o envolvimento de todos os presentes. A sua abordagem cativou a atenção dos jovens, que saíram do workshop mais estimulados a pensar em formas criativas de gerar renda.

A presença de Sheila Ibrahimo, conhecida pela sua experiência e jornada no mundo dos investimentos e empreendedorismo, foi um grande destaque. Ela inspirou os participantes a explorarem novas oportunidades e a desenvolverem uma mentalidade empreendedora.

No fim do evento, cada participante recebeu um e-book sobre finanças, escrito por Cláudia Manjate, e foram indicados livros, podcasts e canais de YouTube para continuar a imersão em finanças e criar bases sólidas para uma relação saudável com o dinheiro.

A campanha “Descobertas” alicerça-se em quatro pilares fundamentais:

  • Rodas de Conversa Semanais
  • Workshops Mensais
  • Mentoria para Ideias de Negócios
  • Reality Shift

Refira-se que este primeiro workshop marcou o início de uma jornada transformadora para os jovens moçambicanos, dotando-os de conhecimentos essenciais para o desenvolvimento pessoal e profissional. O próximo workshop já está marcado e promete continuar a inspirar e capacitar a nova geração de Moçambique.

INNOQ: 70% Dos produtos já possuem rotulagem em Português

O Instituto Nacional de Normalização e Qualidade (INNOQ) anunciou que 70% dos produtos disponíveis nos supermercados do País já estão devidamente rotulados em língua portuguesa, facilitando o acesso às informações essenciais sobre os bens adquiridos. Esta informação foi divulgada pelo jornal notícias.

“Estamos a trabalhar com os produtores e importadores para assegurar que até ao final do ano a percentagem de produtos com rótulos em português atinja os 80%. Estamos a registar progressos”, afirmou Geraldo Albasini, director-geral do INNOQ.

Geraldo Albasini destacou que esta medida visa garantir que o consumidor esteja devidamente informado sobre o que está a adquirir, promovendo-se assim uma maior protecção da saúde pública e uma defesa mais eficaz dos direitos do consumidor. A declaração foi feita durante um encontro de balanço da actividade da Inspecção Nacional de Actividades Económicas referente ao ano passado.

No mesmo contexto, o director-geral do INNOQ incentivou os agentes económicos a submeterem os seus rótulos para a respectiva correcção no INNOQ, para que cumpram as exigências estabelecidas. “É importante fazer esse contacto antes, para evitar imprimir grandes quantidades de rótulos e depois descobrir que têm algum erro que deve ser corrigido”, elucidou.

Recentemente, o INNOQ anunciou a entrada em vigor da interdição de importação e comercialização de produtos sem rótulo em português, uma medida que visa defender os interesses dos consumidores. Desde o início desta operação, tem-se constatado um aumento significativo na quantidade de produtos rotulados correctamente, representando um avanço importante na informação prestada ao consumidor.

Geraldo Albasini também sublinhou a importância de a rotulagem ser clara e legível, contendo todas as informações essenciais sobre os produtos, como a composição, prazo de validade e instruções de utilização, factores que contribuem para uma melhor decisão de compra e para a segurança do consumidor.

“Estes indicadores representam uma evolução significativa comparativamente à situação de há dois ou três anos, quando menos de metade dos produtos nas cadeias de distribuição apresentava rótulos em português”, concluiu.

De acordo com a fonte, esta evolução na rotulagem é vista como um passo crucial para a protecção dos consumidores e para assegurar que estes tenham acesso a informações precisas e compreensíveis sobre os produtos que adquirem, reforçando a confiança nas compras e promovendo a transparência no mercado.

FNB anuncia novo Presidente do Conselho de Administração

FNB Moçambique nomeou Sérgio Chitará como novo presidente do conselho de administração, sucedendo a John Macaskill. Sérgio Chitará assume um mandato de quatro anos.

Segundo um comunicado da instituição, ao longo da sua carreira, Sérgio Chitará dedicou-se à gestão de entidades como a Vale Moçambique e ao projecto USAID – Speed+, onde se destacou como gestor de sustentabilidade e Country Manager. Foi também responsável pela condução da transmissão de activos da Vale para o novo accionista, a Vulcan Resources.

Formado em Engenharia Florestal pela Universidade Eduardo Mondlane, Sérgio Chitará complementou a sua formação com um MBA pela Bradford University e um mestrado em Tecnologias de Indústrias Florestais pela Bangor University, no Reino Unido.

Para o novo cargo, Chitará manifestou o compromisso de impulsionar a transformação digital do FNB, com foco na excelência dos serviços ao cliente e na promoção da inovação. “Estou entusiasmado por contribuir para o crescimento contínuo do FNB”, afirmou, destacando a importância de responder aos desafios económicos e climáticos globais em colaboração com colaboradores, clientes e accionistas.

O novo presidente do conselho de administração aludiu ao período de “profundas preocupações económicas e geopolíticas globais que estamos a viver, agravadas por uma série de choques climáticos consecutivos, que têm contribuído para um ambiente macroeconómico cada vez mais complexo. Apesar destes desafios, a economia demonstra resiliência, seguindo uma trajectória positiva em direcção ao desenvolvimento sustentável e prosperidade. No contexto actual, o FNB tem mantido um desempenho satisfatório. Estou confiante de que continuaremos a fortalecer a nossa posição enquanto instituição sólida e relevante para nossos clientes, colaboradores e acionistas”, afirmou.

Com uma gestão também centrada nas pessoas, Sérgio Chitará acrescentou acreditar “que uma organização não pode ser bem-sucedida sem profissionais competentes, motivados e engajados, uma equipa que trilha o caminho com uma mesma visão. A nossa estratégia passa também por criar um ambiente de trabalho em que os colaboradores possam ter espaço para criar, inovar e trazer soluções que respondam as necessidades dos nossos Clientes”, concluiu.

Moçambique propõe abordagem adaptada na transição energética para países em desenvolvimento

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Moçambique defende que as metas globais para a redução das emissões de gases de efeito estufa até 2050 devem levar em conta os contextos e desafios específicos dos países em desenvolvimento. Durante um congresso realizado na Itália, o secretário permanente do Ministério dos Recursos Minerais e Energia, António Saínda, apresentou essa posição em um painel de alto nível.

António Saínda enfatizou a importância de uma ação internacional coordenada para reduzir as emissões de gases prejudiciais ao ambiente, alinhada com o Acordo de Paris de 2021. No entanto, destacou a necessidade de que essas metas sejam realistas, considerando as actuais dificuldades económicas e as necessidades de desenvolvimento de países africanos como Moçambique.

Um dos principais desafios apontados por Saínda inclui o acesso ao financiamento climático, a capacitação de recursos humanos e a transferência de tecnologia, elementos cruciais para que os países em desenvolvimento possam alcançar suas metas energéticas. Ele salientou que o financiamento pode suprir as necessidades energéticas internas e consolidar a posição de Moçambique como produtor e fornecedor de energias verdes na região Austral da África.

Moçambique possui um potencial energético significativo, com estimativas que incluem 18 Gigawatts de fontes hídricas, 185 Tcf de gás natural, 25 bilhões de toneladas de reservas de carvão, 23 mil Gigawatts de energia solar e 5,6 Gigawatts de energia eólica. Actualmente, o país está implementando projectos de energias renováveis com capacidade de 100MWp, como Mphanda Nkuwa, Boroma e Lupata, além da construção de pequenas centrais fotovoltaicas flutuantes para fornecer energia a comunidades em várias ilhas do país.

Durante o congresso em Milão, Moçambique reafirmou seu papel facilitador na transição energética global, especialmente através do gás, posicionando-se como um centro energético gerador na região da África Austral e impulsionando sua própria transição energética. Representantes do governo também se reuniram com líderes globais como o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair e o ex-secretário de Estado dos EUA John Kerry para discutir financiamento e transição para energias verdes.

O evento contou ainda com a participação de ministros dos Recursos Minerais de países como Azerbaijão, Paquistão, Serra Leoa e Gana, que discutiram estratégias para promover uma transição energética inclusiva e adaptada às realidades dos países em desenvolvimento.

Mozambique proposes adapted approach to energy transition for developing countries

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Mozambique argues that global targets for reducing greenhouse gas emissions by 2050 should take into account the specific contexts and challenges of developing countries. During a congress held in Italy, the permanent secretary of the Ministry of Mineral Resources and Energy, António Saínda, presented this position at a high-level panel.

António Saínda emphasized the importance of coordinated international action to reduce emissions of environmentally harmful gases, in line with the 2021 Paris Agreement. However, he stressed the need for these targets to be realistic, considering the current economic difficulties and the development needs of African countries such as Mozambique.

One of the main challenges pointed out by Saínda includes access to climate finance, human resource training and technology transfer, crucial elements if developing countries are to achieve their energy targets. He stressed that financing can meet domestic energy needs and consolidate Mozambique’s position as a producer and supplier of green energy in the southern African region.

Mozambique has significant energy potential, with estimates including 18 Gigawatts of hydroelectric sources, 185 Tcf of natural gas, 25 billion tons of coal reserves, 23,000 Gigawatts of solar energy and 5.6 Gigawatts of wind energy. The country is currently implementing renewable energy projects with a capacity of 100MWp, such as Mphanda Nkuwa, Boroma and Lupata, as well as building small floating photovoltaic plants to supply energy to communities on several of the country’s islands.

During the congress in Milan, Mozambique reaffirmed its facilitating role in the global energy transition, especially through gas, positioning itself as a generating energy center in the southern African region and boosting its own energy transition. Government representatives also met with global leaders such as former British Prime Minister Tony Blair and former US Secretary of State John Kerry to discuss financing and the transition to green energy.

The event was also attended by ministers of mineral resources from countries such as Azerbaijan, Pakistan, Sierra Leone and Ghana, who discussed strategies to promote an inclusive energy transition adapted to the realities of developing countries.

Cabo Delgado revokes idle mining licenses to stimulate new investment

Cabo Delgado revoga licenças mineiras ociosas para estimular novos investimentos

Authorities in Cabo Delgado province are canceling mineral exploration licenses that have not been used after years of being granted, in order to make room for new investments. The director of the Provincial Infrastructure Service, Norte Luali, revealed that of the 595 mining licenses initially granted, approximately 200 have been withdrawn due to their idleness. Currently, only eight concessions are operational in the region, despite the previous interest of several companies in exploiting resources such as ruby, gold and tourmalines.
The measure aims to reactivate the mining sector in Cabo Delgado, allowing new interested companies to invest and contribute to local economic development. The region has been an attraction for business groups, especially after the increase in requests for licenses, coinciding with a period marked by terrorist activities, as pointed out by studies by the Center for Public Integrity (CIP) and the Rural Environment Observatory (OMR).

It should be noted that reserve general Raimundo Pachinuapa is one of the main license holders in the region, including Mwiriti Mining Limitada, where he holds 60% of the shares. The initiative to cancel idle licenses is seen as a strategy to optimize the use of natural resources and foster sustainable development in Cabo Delgado, and it is hoped that the measure will result in economic and social benefits for the province.

Cabo Delgado revoga licenças mineiras ociosas para estimular novos investimentos

Cabo Delgado revoga licenças mineiras ociosas para estimular novos investimentos
Autoridades da província de Cabo Delgado estão cancelando licenças de exploração mineral que não foram utilizadas após anos de sua concessão, visando abrir espaço para novos investimentos. O director do Serviço Provincial de Infra-estruturas, Norte Luali, revelou que das 595 licenças mineiras inicialmente concedidas, aproximadamente 200 foram retiradas devido à sua ociosidade. Actualmente, apenas oito concessões estão operacionais na região, apesar do interesse anterior de várias empresas em explorar recursos como rubi, ouro e turmalinas.

A medida visa reactivar o sector mineral em Cabo Delgado, permitindo que novas empresas interessadas possam investir e contribuir para o desenvolvimento económico local. A região tem sido um atractivo para grupos empresariais, especialmente após o aumento das solicitações de licenças, coincidindo com um período marcado por actividades terroristas, conforme apontado por estudos do Centro de Integridade Pública (CIP) e do Observatório do Meio Rural (OMR).

Destaca-se que o general na reserva Raimundo Pachinuapa é um dos principais detentores de licenças na região, incluindo a Mwiriti Mining Limitada, onde detém 60% das acções. A iniciativa de cancelar as licenças ociosas é vista como uma estratégia para optimizar o uso dos recursos naturais e fomentar um desenvolvimento sustentável em Cabo Delgado, esperando-se que a medida resulte em benefícios económicos e sociais para a província.

Banco Mundial destina 150 Milhões de dólares para impulsionar o sector energético em Moçambique

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O Banco Mundial vai canalizar  150 milhões de dólares em Moçambique para implementar o Projecto de Melhoria da Qualidade e Eficiência Energética (PERIP). Este projecto visa fortalecer as infra-estruturas eléctricas em várias províncias, incluindo Maputo, com o objectivo principal de aumentar a eficiência e a confiabilidade do sistema eléctrico.

Nilsa Pelembe, directora nacional de Operação do Sistema na Electricidade de Moçambique (EDM), explicou que o PERIP já começou a instalar novos equipamentos em subestações para melhorar o fornecimento de energia às famílias na cidade de Maputo. Além disso, o projecto inclui a reparação de 16 subestações e oito linhas de transmissão, bem como a construção de seis novas linhas para reforçar a capacidade e a robustez do sistema eléctrico.

A iniciativa não se limita a Maputo; também abrangerá outras regiões como Nampula, Zambézia e Niassa, alinhando-se com os esforços do governo para ampliar o acesso à electricidade em todo o país. Pelembe ressaltou que o objectivo é melhorar significativamente a qualidade de vida da população, atendendo aos desafios presentes e futuros no fornecimento de energia.

Recentemente, a EDM revelou que os custos anuais com iluminação pública em todo o país chegam a 20 milhões de dólares, destacando a necessidade urgente de eficiência na gestão dos recursos energéticos. Com um aumento de cerca de 50% na demanda energética nos últimos três anos devido ao crescimento no número de consumidores, esses investimentos se tornam ainda mais cruciais para o desenvolvimento sustentável de Moçambique.

O investimento do Banco Mundial no PERIP representa um passo significativo para fortalecer a infra-estrutura energética do país, promovendo uma melhoria substancial na qualidade de vida dos cidadãos e apoiando os objectivos estratégicos do governo de expandir o acesso à electricidade.

World Bank earmarks 150 million dollars to boost Mozambique’s energy sector

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The World Bank will channel 150 million dollars into Mozambique to implement the Energy Quality and Efficiency Improvement Project (PERIP). This project aims to strengthen the electricity infrastructure in several provinces, including Maputo, with the main objective of increasing the efficiency and reliability of the electricity system.

Nilsa Pelembe, national director of System Operation at Electricidade de Moçambique (EDM), explained that PERIP has already started installing new equipment in substations to improve the energy supply to families in Maputo city. In addition, the project includes the repair of 16 substations and eight transmission lines, as well as the construction of six new lines to strengthen the capacity and robustness of the electricity system.

The initiative is not limited to Maputo; it will also cover other regions such as Nampula, Zambézia and Niassa, in line with the government’s efforts to expand access to electricity throughout the country. Pelembe stressed that the aim is to significantly improve the population’s quality of life, meeting the present and future challenges in energy supply.

EDM recently revealed that annual costs for public lighting across the country amount to 20 million dollars, highlighting the urgent need for efficiency in the management of energy resources. With an increase of around 50% in energy demand over the last three years due to the growth in the number of consumers, these investments become even more crucial for Mozambique’s sustainable development.

The World Bank’s investment in PERIP represents a significant step towards strengthening the country’s energy infrastructure, promoting a substantial improvement in citizens’ quality of life and supporting the government’s strategic objectives of expanding access to electricity.