Friday, April 17, 2026
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Auto Sueco Moçambique e Transportes Lalgy lançam programa “Mulheres de Ferro”

Mulheres de Ferro

A Volvo Trucks África, através da Auto Sueco Moçambique e Transportes Lalgy lançaram, na última quinta-feira (16), em Tchumene, na província de Maputo, o projecto de responsabilidade social designado “Mulheres de Ferro”, com o objectivo de promover a inclusão social feminina na indústria de transportes rodoviários.

“Mulheres de Ferro” é um programa que tem como objectivo promover a inclusão social feminina na indústria de transportes rodoviários, permitindo-lhes adquirir formação técnica para se tornarem condutoras profissionais de camiões e integrando-as no mercado de trabalho.

A primeira fase deste programa em Moçambique integra 20 mulheres que serão capacitadas para futuras motoristas, num programa intensivo de formação.

De acordo com Martin Nilsson, Vice-Presidente da Volvo Trucks África, equipar as 20 mulheres com competências para a condução e conhecimento para enfrentar os desafios sociais e económicos é um processo que, além de mudar vidas serve de mais-valia para o sector automotivo industrial.

 “Ao lançarmos este programa, estamos a formar uma parceria poderosa para promover a inclusão e capacitar as mulheres motoristas de camiões”, disse.

Por sua vez, Pedro Constantino, director executivo (CEO) da Auto Sueco Moçambique, destacou que este projecto é de uma dimensão social muito simbólica em Moçambique. “ As 20 alunas que hoje embarcam nesta viagem, e que em particular felicitamos, serão sem dúvida uma fonte de inspiração para muitas mais mulheres que queremos capacitar enquanto condutoras profissionais no nosso país”, reiterou.

Por conseguinte, Aly Lalgy, director geral da Transportes Lalgy, referiu que a Transportes Lalgy está empenhada em tornar o sector dos transportes e logística em Moçambique mais inclusivo e diversificado, capacitando mulheres de todo o país a entrar na profissão.

IACM investe 75,8 milhões de meticais para modernizar o sector de aviação

Aviação

O Instituto de Aviação Civil de Moçambique (IACM) está empenhado em preparar o país para as oportunidades emergentes no sector aéreo, como parte do projecto de conectividade na África Austral, financiado pelo Banco Mundial. O projecto, no valor de 24 mil milhões de meticais (380 milhões de dólares), visa reduzir os custos de comércio e transporte e impulsionar o investimento privado ao longo dos corredores comerciais, beneficiando Maláui e Moçambique.

Para alcançar esse objectivo, o Presidente do Conselho de Administração do IACM, João de Abreu, anunciou um ambicioso plano director para o período 2025-37. Orçado em 75,8 milhões de meticais (1,2 milhões de dólares), o plano trará diversas inovações ao sistema nacional de aviação, incluindo uma revisão completa da política de transporte aéreo, desactualizada desde 2011.

“O sistema de aviação civil é crucial para fortalecer a competitividade dos corredores comerciais e logísticos, facilitando o fluxo de passageiros e cargas de alto valor”, explicou de Abreu. Ele ressaltou a importância do plano director como uma premissa da Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO) e enfatizou que sua implementação é essencial para alinhar Moçambique com os padrões desejáveis de desenvolvimento no sector.

A empresa de consultoria Ideaconsult International foi seleccionada para desenvolver o plano director de aviação civil de Moçambique. Especializada em estudos de engenharia de transportes, ambientais, económicos e sociais, a Ideaconsult International traz consigo uma vasta experiência em projectos de grande escala.

O investimento do IACM no plano director representa um compromisso claro com o desenvolvimento futuro da aviação em Moçambique, preparando o país para competir eficazmente no cenário aéreo regional e global.

IACM invests 75.8 million meticais to modernize the aviation sector

Aviação

Mozambique’s Civil Aviation Institute (IACM) is committed to preparing the country for emerging opportunities in the airline sector, as part of the World Bank-funded Southern Africa Connectivity Project. The project, worth 24 billion meticais (380 million dollars), aims to reduce trade and transportation costs and boost private investment along trade corridors, benefiting Malawi and Mozambique.

To achieve this goal, the Chairman of the IACM Board of Directors, João de Abreu, announced an ambitious master plan for the period 2025-37. Budgeted at 75.8 million meticais (1.2 million dollars), the plan will bring several innovations to the national aviation system, including a complete overhaul of the air transport policy, which has been outdated since 2011.

“The civil aviation system is crucial for strengthening the competitiveness of commercial and logistical corridors, facilitating the flow of passengers and high-value cargo,” explained de Abreu. He stressed the importance of the master plan as a premise of the International Civil Aviation Organization (ICAO) and emphasized that its implementation is essential to align Mozambique with the desirable standards of development in the sector.

Consulting firm Ideaconsult International has been selected to develop Mozambique’s civil aviation master plan. Specializing in transport engineering, environmental, economic and social studies, Ideaconsult International brings with it a wealth of experience in large-scale projects.

IACM’s investment in the master plan represents a clear commitment to the future development of aviation in Mozambique, preparing the country to compete effectively on the regional and global aviation stage.

PR destaca o papel do fundo soberano na gestão das receitas do gás

FSM

O Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, reiterou seu compromisso com a transparência e governança ao discutir a criação do Fundo Soberano de Moçambique (FSM) durante a 19.ª edição da Conferência Anual do Sector Privado (CASP).

Nyusi enfatizou que a criação do FSM, alimentado pelas receitas da exportação de gás natural, é uma demonstração clara do compromisso do país em elevar os padrões de governança e transparência na gestão pública. Ele destacou a importância da colaboração de todos os intervenientes para garantir que o fundo beneficie as futuras gerações.

Durante o evento, o Ministério da Economia e Finanças revelou que, no primeiro trimestre de 2024, o Estado arrecadou 5,9 mil milhões de meticais (equivalente a 94,2 milhões de dólares) em receitas provenientes da exploração de petróleo e gás natural, montante que foi integralmente aplicado no novo Fundo Soberano.

O vice-ministro da Economia e Finanças, Amílcar Tivane, informou que o FSM estaria operacional em Abril, após a aprovação do seu regulamento. Esse regulamento define os procedimentos para assegurar a transferência de recursos associados à exploração do gás natural liquefeito, fixando proporções específicas para o Orçamento do Estado e para a conta do Fundo Soberano nos primeiros 15 anos.

A CASP, organizada pela Confederação das Associações Económicas (CTA), tem como objectivo discutir os progressos e desafios do Pacote de Medidas de Aceleração Económica, além de debater as condições do ambiente de negócio para tornar o país mais competitivo. O evento conta com a participação de empresários estrangeiros, representantes do governo e diversos especialistas, reflectindo a importância do diálogo público-privado para o desenvolvimento económico de Moçambique.

PR highlights sovereign wealth fund’s role in managing gas revenues

FSM

The President of the Republic of Mozambique, Filipe Nyusi, reiterated his commitment to transparency and governance when discussing the creation of the Mozambique Sovereign Fund (FSM) during the 19th edition of the Annual Private Sector Conference (CASP).

Nyusi emphasized that the creation of the FSM, fed by revenues from natural gas exports, is a clear demonstration of the country’s commitment to raising standards of governance and transparency in public management. He stressed the importance of collaboration between all stakeholders to ensure that the fund benefits future generations.

During the event, the Ministry of Economy and Finance revealed that in the first quarter of 2024, the state collected 5.9 billion meticais (equivalent to 94.2 million dollars) in revenues from oil and natural gas exploration, an amount that was fully invested in the new Sovereign Fund.

The Deputy Minister of Economy and Finance, Amílcar Tivane, said that the FSM would be operational in April, once its regulations had been approved. This regulation defines the procedures for ensuring the transfer of resources associated with the exploitation of liquefied natural gas, setting specific proportions for the State Budget and the Sovereign Fund account for the first 15 years.

CASP, organized by the Confederation of Economic Associations (CTA), aims to discuss the progress and challenges of the Package of Economic Acceleration Measures, as well as debating the conditions of the business environment to make the country more competitive. The event will be attended by foreign businesspeople, government representatives and various experts, reflecting the importance of public-private dialogue for Mozambique’s economic development.

Conheça as razões por detrás das variações nos preços das commodities

Preços

Os preços médios de energia e commodities apresentaram um aumento notável no mês de Março, revela um relatório recente do Banco Mundial. De acordo com os dados compilados, houve um incremento de 2,0% nos preços médios de energia em comparação com a média de Fevereiro de 2024. Esse aumento é essencialmente atribuído à aceleração dos preços do petróleo em 3,72%.

O contexto para essa ascensão nos preços do petróleo é multifacetado. Por um lado, prevalecem receios relacionados ao fornecimento, influenciados pelos cortes voluntários na produção dos países membros da OPEP+ e pelo agravamento das tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Além dos preços de energia, os produtos agrícolas também testemunharam um aumento de 2,2% durante o mesmo período. Destacam-se, nesse sentido, os preços do algodão, reflectindo perspectivas de escassez na oferta.

Por outro lado, nem todos os segmentos experimentaram um aumento. Os preços dos géneros alimentícios, uma componente vital do índice de preços agrícolas, diminuíram em 0,6%. Esse declínio foi especialmente pronunciado nos preços do arroz (-1,76%) e do trigo (-1,32%).

No que diz respeito aos metais, observou-se um acréscimo de 1,4% nos preços, com destaque para o zinco, que registou um aumento de 4,28%. Essa tendência é atribuída às perspectivas de aumento na demanda. Um ponto de destaque foi o aumento da procura por alumínio, impulsionado particularmente pela China. Os preços do alumínio aceleraram em 2,16%, reflectindo a crescente demanda desse metal.

Diante desses dados, fica evidente que os factores geopolíticos e as dinâmicas de mercado estão exercendo uma influência significativa sobre os preços globais, com impactos potenciais em diversos sectores da economia mundial.

  • Preços de commodities associados aos grandes projectos: Exportação

Durante o mês de Março de 2024, o mercado global de energia testemunhou movimentações significativas nos preços do carvão mineral e do gás natural, impulsionadas por uma série de factores que vão desde mudanças na oferta até à evolução da demanda por parte dos principais consumidores.

O preço médio do carvão mineral registou um aumento de 5,85%, atingindo USD 131,49 por tonelada métrica. Esse incremento foi motivado pelas previsões de redução na oferta e pelo aumento da demanda por parte dos principais consumidores. A revisão em baixa das previsões de exportação de carvão pela U.S. Energy Information Administration (EIA), em decorrência do fechamento do porto de Baltimore devido ao colapso da ponte Francis Scott Key, é um factor adicional que contribui para a pressão ascendente nos preços. Estima-se que esse incidente possa interromper as exportações por até seis semanas, afectando a venda de aproximadamente 2,5 milhões de toneladas. Apesar dos esforços para transição para energias limpas, a China, maior consumidor mundial de carvão, continua a se aproximar do pico de consumo, com previsões de aumento de cerca de 4% neste ano.

Em contraste, o mercado de gás natural dos EUA enfrentou uma tendência de queda, com a cotação média depreciando em 12,85%, para USD 1,50 por MMBtu. Isso reflete uma oferta doméstica robusta, apesar de uma limitação temporária nas unidades de transporte da terminal de exportação Freeport LNG, no Texas, até Maio. A EIA prevê um menor volume de reservas entre Abril e Outubro deste ano, considerando uma diminuição na produção dos EUA no segundo e terceiro trimestres. Portanto, espera-se que a cotação do gás natural permaneça abaixo de USD 2,0 por MMBtu no segundo trimestre e abaixo de USD 2,20 por MMBtu até o final do ano. Essas movimentações nos preços do carvão e do gás natural destacam as complexidades e dinâmicas variadas que moldam o mercado global de energia, com implicações importantes para consumidores, produtores e investidores em todo o mundo.

Preços do gás

Em Março, o preço médio do gás natural da Europa apreciou em 4,97% para USD 8,55
por MMBtu, impelido pelas perspectivas de redução da oferta, devido aos ataques às instalações energéticas na Rússia por parte da Ucrânia, assim como ao aumento da procura na Ásia. No período em análise, a cotação média do alumínio apreciou em 2,16% para USD 2.226,16 por tonelada métrica, reflectindo as perspectivas de aumento da procura por parte do maior consumidor do mundo, a China. Os dados optimistas da China, atinentes ao crescimento da actividade industrial em Março (após cinco meses consecutivos de contracção), fomentaram as expectativas de um aumento da procura.

Preços do gás

Commodities de Importação

No mês de Março, o preço médio do petróleo apreciou, impulsionado pelos receios em
torno da oferta, como resultado da recente prorrogação dos cortes voluntários na produção por parte da OPEP+, bem como os conflitos no médio oriente, num momento em
que a procura tende a aumentar.
O Governo russo assumiu o compromisso de reduzir a produção no segundo trimestre, por forma a cumprir a meta da OPEP+ de 9 milhões de barris por dia (em Fevereiro foi produzido cerca de 9,5 milhões de barris por dia). Estas perspectivas foram agravadas por ataques de drones ucranianos às refinarias russas, afectando negativamente cerca de 12% da capacidade de processamento de petróleo do país. Segundo a EIA4. O desempenho do preço esteve também associado ao aumento do risco geopolítico relacionado com os ataques aos navios comerciais que transitam pelo canal de navegação do Mar Vermelho e com tensões generalizadas em toda a região.

 

Veja o estudo completo em: Relatório do mercado de commodities 2024.

A transição energética representa uma grande oportunidade para Moçambique

Falando na Conferência de Energia e Mineração de Moçambique (MMEC), em Maputo, na quinta-feira, o presidente da Câmara de Minas, Geert Klok, disse que a transição energética representa uma grande oportunidade para Moçambique.

Moçambique, como país, deve posicionar-se para tirar proveito do grande aumento esperado na procura de matérias-primas críticas devido à transição energética. O painel sobre mineração na conferência MMEC destacou as abundantes reservas do país de matérias-primas críticas, tais como grafite e lítio. Estes são usados, entre outros, na produção de baterias para veículos eléctricos.

A fim de atrair mais investimentos, Moçambique deve adotar uma abordagem a longo prazo. As empresas mineiras pensam em décadas e não em anos. Por isso, os investidores exigem estabilidade em termos de políticas e legislação.

Klok também salientou a importância de um ambiente de negócios favorável. Ele mencionou que o Pacote de Medidas de Aceleração Económica anunciado pelo governo em 2022 não contém quaisquer medidas para melhorar o ambiente de negócios para a indústria mineira especificamente.

As melhorias propostas pela Câmara de Minas são:

– Reforçar o Cadastro Mineiro no INAMI para reduzir o tempo de processamento dos pedidos de licença;

– Reduzir as taxas do Cadastro Mineiro, que são as mais elevadas da África Austral, e

– Simplificar o processo de aprovação das transferências de acções em empresas mineiras pelo INAMI.

Falando sobre o beneficiamento local e industrialização de Moçambique, o Presidente da Câmara de Minas, enfatizou a necessidade de criar um ambiente de negócios encorajador para permitir que as mineradoras Moçambicanas sejam competitivas internacionalmente.

A Conferência MMEC está na sua décima edição este ano. A Câmara de Minas de Moçambique é um parceiro da MMEC. A conferência da MMEC fornece uma excelente plataforma para discussões sobre o estado da indústria mineira moçambicana e o seu futuro, diz o presidente da CMM Geert Klok.

Delegações de 12 países participam na conferência empresarial CASP em Maputo

Empresários moçambicanos e estrangeiros reúnem-se desde a quarta-feira, em Maputo, na 19ª Conferência Anual do Sector Privado (CASP), onde são discutidos projectos num valor superior a 1,1 mil milhões de euros.

De acordo com a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), que organiza a conferência em conjunto com o Governo moçambicano, o objectivo é reflectir “sobre os progressos e desafios do Pacote de Medidas de Aceleração Económica (PAE)” e “debater” as condições do ambiente de negócios para “tornar o país mais competitivo”, contando com a presença de 80 empresários estrangeiros.

Sob o lema “Investimento e Negócios no Ambiente das Medidas de Aceleração Económica: Desafios e Oportunidades”, a XIX CASP acolhe mais de 4.000 participantes presenciais e 20.000 virtuais ao longo de três dias, entre empresários e investidores nacionais e estrangeiros, instituições financeiras, parceiros de cooperação, instituições multilaterais e membros do Governo.

“Estão confirmados mais de 40 oradores nacionais e estrangeiros e delegações de mais de 12 países, como Maurícias, África do Sul, Angola, Brasil, Portugal, Holanda, França, Itália, Zimbabué, entre outros”, refere a mesma informação, acrescentando que nas salas de negócios “serão discutidos projectos de vários sectores”, avaliados em cerca de 1,2 mil milhões de dólares (1,112 milhões de euros).

Refere ainda que estão envolvidas mais de dez instituições financeiras e de desenvolvimento nacionais e internacionais, nomeadamente o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), que vai promover a linha de financiamento do Programa Compacto Lusófono, o Trade Development Bank (TDB), o African Export-Import Bank (Afreximbank), a YW Capital, o Development Bank of Southern Africa (DBSA), o Fundo Empresarial da Cooperação Portuguesa (FECOP) e a International Islamic Trade Finance Corporation (ITFC).

Está ainda prevista a participação de “outras instituições financeiras, que apresentarão vários programas e facilidades de financiamento, desde 250 mil dólares a 10 milhões de dólares”, explica a CTA.

Durante a conferência acontece um “Market Place”, um fórum para “facilitar encontros entre produtores e potenciais compradores” para promover “negociações directas com as indústrias consumidoras de matérias-primas”.

Durante a CASP decorrem sessões bilaterais “dedicadas ao diálogo e à promoção de parcerias e negócios com países estratégicos de Moçambique”, para a captação de investimento, nomeadamente com o Brasil, Portugal, França (com uma delegação de 14 empresas do sector energético) e União Europeia.

“Uma das novidades desta edição do CASP é a feira dedicada ao mercado imobiliário com vista a estimular este sector (…) sobre a incorporação de materiais locais no sector da construção”, conclui a CTA.

Eni reduziu 40% das emissões líquidas no sector de Upstream em 2023

Eni

Em comunicado divulgado em 15 de Maio de 2024, a Eni, multinacional do sector de hidrocarbonetos, revelou seu balanço de sustentabilidade referente a 2023. A Eni destacou que a desarborização esteve no topo da sua agenda, alinhando-se aos objectivos de neutralidade, previstos para 2050.

Através de investimentos em pesquisa e desenvolvimento, a Eni já reduziu as emissões líquidas de âmbito 1 e 2 no sector Upstream em 40%, e as emissões globais em 30%, em comparação com 2018. Destaque é dado à redução das emissões de metano, reduzidas em mais de 20% até 2023 para os negócios Upstream.

O comunicado também destaca colaborações estratégicas com parceiros internacionais, como Sonatrach na Argélia, EGAS no Egito e ADNOC nos Emirados Árabes Unidos, para apoiar na resposta aos desafios da transição energética.

Em conformidade com o acordo da COP28, a Eni advoga por uma transição energética equitativa, ordenada, justa e pragmática. Isso inclui investimentos para reduzir as emissões relacionadas à produção de Petróleo e Gás, expansão do portfólio de gás, investimentos em energias renováveis, projectos de Captura e Armazenamento de Carbono, e desenvolvimento industrial da fusão por confinamento magnético.

A empresa enfatiza a transição justa como parte central de sua estratégia, com projectos voltados para gerir os impactos sociais da transformação, maximizando as oportunidades de desenvolvimento local e trabalhando em parceria com as comunidades envolvidas, respeitando os direitos humanos e protegendo a saúde e o ambiente.

Eni to reduce net emissions in the Upstream sector by 40% in 2023

Eni

In a statement released on May 15, 2024, Eni, the hydrocarbon multinational, revealed its sustainability balance sheet for 2023. Eni emphasized that deforestation was at the top of its agenda, in line with the neutrality objectives set for 2050.

Through investments in research and development, Eni has already reduced net scope 1 and 2 emissions in the Upstream sector by 40%, and global emissions by 30%, compared to 2018. Emphasis is given to the reduction of methane emissions, reduced by more than 20% by 2023 for the Upstream businesses.

The statement also highlights strategic collaborations with international partners, such as Sonatrach in Algeria, EGAS in Egypt and ADNOC in the United Arab Emirates, to help meet the challenges of the energy transition.

In line with the COP28 agreement, Eni advocates an equitable, orderly, fair and pragmatic energy transition. This includes investments to reduce emissions related to Oil and Gas production, expansion of the gas portfolio, investments in renewable energies, Carbon Capture and Storage projects, and industrial development of magnetic confinement fusion.

The company emphasizes just transition as a central part of its strategy, with projects aimed at managing the social impacts of transformation, maximizing local development opportunities and working in partnership with the communities involved, respecting human rights and protecting health and the environment.