Sunday, April 26, 2026
spot_img
Home Blog Page 242

CTA enriquece proposta da norma “Made in Africa” moçambicana e busca contribuições do sector privado

CTA enriquece proposta da norma "Made in Africa" moçambicana e busca contribuições do sector privado

A Confederação das Associações Económicas (CTA) está a aprimorar a proposta da norma moçambicana “Made in Africa” (MiA) ao reunir contribuições sobre os seus critérios de qualificação e directrizes de implementação. Esta iniciativa visa facilitar a industrialização em África, promover cadeias de valor lucrativas e sustentáveis, fomentar a fabricação, a pesquisa e a inovação industrial, aumentar a visibilidade e protecção dos direitos de propriedade intelectual, e criar um ambiente propício para investimentos nos sectores prioritários ao nível regional e continental.

De acordo com um comunicado da CTA, divulgado pela Agência de Informação de Moçambique (AIM) na Terça-feira, 16 de Janeiro, a CTA recebeu um pedido do Instituto Nacional de Normalização e Qualidade (INNOQ) para a contribuição do sector privado para enriquecer os critérios e directrizes de implementação da norma MiA. O prazo para enviar contribuições é 25 de Janeiro.

Além da norma MiA, a CTA também está buscando feedback sobre a regulamentação da avaliação e controle de exposições a agentes físicos, químicos e biológicos no local de trabalho. Este esforço visa enriquecer o quadro regulatório proposto pelo Ministério do Trabalho e Segurança Social (MITSS) para a avaliação e controle de exposições ocupacionais. As contribuições para esta iniciativa devem ser enviadas até 20 de Janeiro de 2024.

Além disso, a CTA está analisando a proposta do Ministério da Indústria e Comércio para a regulamentação de mercados e feiras, visando a harmonização de diferentes regulamentações municipais em todo o país. Esta proposta visa abordar desafios de gestão, físico-ambientais e infra-estruturais associados aos mercados e feiras, exigindo uma regulamentação para uma gestão prudente e eficiente. As contribuições para esta proposta devem ser enviadas até Quarta-feira, 17 de Janeiro.

A CTA incentiva o sector privado a participar activamente dessas iniciativas, fornecendo contribuições valiosas que contribuirão para o desenvolvimento de normas e regulamentações robustas, beneficiando assim o crescimento e desenvolvimento económico de Moçambique.

CTA enriches proposal for Mozambican “Made in Africa” standard and seeks input from private sector

CTA enriquece proposta da norma "Made in Africa" moçambicana e busca contribuições do sector privado

The Confederation of Economic Associations (CTA) is improving the proposal for the Mozambican “Made in Africa” (MiA) standard by gathering contributions on its qualifying criteria and implementation guidelines. This initiative aims to facilitate industrialization in Africa, promote profitable and sustainable value chains, foster manufacturing, research and industrial innovation, increase the visibility and protection of intellectual property rights, and create an enabling environment for investment in priority sectors at regional and continental level.

According to a statement from the CTA, released by the Mozambican Information Agency (AIM) on Tuesday, January 16, the CTA has received a request from the National Institute for Standardization and Quality (INNOQ) for input from the private sector to enrich the criteria and guidelines for implementing the MiA standard. The deadline for submitting contributions is January 25.

In addition to the MiA standard, the CTA is also seeking feedback on the regulation of the assessment and control of exposures to physical, chemical and biological agents in the workplace. This effort aims to enrich the regulatory framework proposed by the Ministry of Labor and Social Security (MITSS) for the assessment and control of occupational exposures. Contributions to this initiative must be submitted by January 20, 2024.

In addition, the CTA is analysing the Ministry of Industry and Commerce’s proposal for the regulation of markets and fairs, aimed at harmonizing different municipal regulations across the country.

This proposal aims to address management, physical-environmental and infrastructural challenges associated with markets and fairs, requiring regulation for prudent and efficient management. Contributions to this proposal must be submitted by Wednesday, January 17th.

CTA encourages the private sector to actively participate in these initiatives, providing valuable input that will contribute to the development of robust standards and regulations, thus benefiting Mozambique’s economic growth and development.

Puma Energy amplia operações em Moçambique após aquisição de activos de combustível de aviação da Air BP

Puma Energy amplia operações em Moçambique após aquisição de activos de combustível de aviação da Air BP

A Puma Energy anunciou, a conclusão da aquisição dos activos de combustível de aviação da Air BP em Moçambique, após a aprovação da Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC). Essa aquisição pretende fortalecer a presença da empresa energética em sete grandes aeroportos moçambicanos.

“Todos os activos da Air BP em Moçambique foram transferidos para a Puma Energy Moçambique, o que permite à empresa atender aos clientes por meio de instalações e equipamentos nos aeroportos de Maputo, Beira, Nampula, Tete, Pemba, Quelimane e Vilankulo. Como parte da transacção, 26 funcionários se juntaram à empresa”, afirmou a empresa em comunicado.

Segundo o mesmo documento, a Puma Energy continuará a investir em formação e equipamentos para garantir que os aeroportos de Moçambique continuem entre os mais bem atendidos da África.

“As instalações continuarão a operar consoante os mais altos padrões da indústria estabelecidos pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) e pelo Joint Inspection Group (JIG). A Puma Energy permanece comprometida com a segurança, confiabilidade e serviço eficiente”, descreveu o comunicado.

Para o director-geral da Puma Energy, Danilo Neves Correia, essa transacção representa mais um passo para o crescimento da empresa no país.

“Essa aquisição nos permitirá expandir nossa oferta para mais clientes da aviação em Moçambique. A estratégia da Puma Energy é concentrar o crescimento em nossos mercados a jusante, incluindo a aviação, e essa aquisição é um excelente exemplo dessa estratégia em ação”, afirmou Correia, conforme citado no comunicado.

O grupo Puma Energy se descreve como um “líder global em energia“, fornecendo “com segurança em seis continentes”, actuando nos sectores de combustíveis, aviação, lubrificantes e betume. A Puma Energy Aviation, uma das divisões do grupo, fornece combustível de aviação Jet A1 sustentável e serviços técnicos relacionados em mais de 115 aeroportos em todo o mundo.

Puma Energy expands operations in Mozambique after acquiring Air BP’s aviation fuel assets

Puma Energy amplia operações em Moçambique após aquisição de activos de combustível de aviação da Air BP

Puma Energy has announced that it has completed the acquisition of Air BP’s aviation fuel assets in Mozambique, following approval from the Competition Regulatory Authority (ARC). This acquisition aims to strengthen the energy company’s presence in seven major Mozambican airports.

“All of Air BP’s assets in Mozambique have been transferred to Puma Energy Mozambique, which allows the company to serve customers through facilities and equipment at Maputo, Beira, Nampula, Tete, Pemba, Quelimane and Vilankulo airports. As part of the transaction, 26 employees joined the company,” the company said in a statement.

According to the same document, Puma Energy will continue to invest in training and equipment to ensure that Mozambique’s airports remain among the best served in Africa.

“The facilities will continue to operate to the highest industry standards set by the International Air Transport Association (IATA) and the Joint Inspection Group (JIG). Puma Energy remains committed to safety, reliability and efficient service,” the statement said.

For Puma Energy’s managing director, Danilo Neves Correia, this transaction represents another step towards the company’s growth in the country.

“This acquisition will allow us to expand our offer to more aviation customers in Mozambique. Puma Energy’s strategy is to focus growth on our downstream markets, including aviation, and this acquisition is an excellent example of that strategy in action,” said Correia, as quoted in the statement.

The Puma Energy group describes itself as a “global energy leader”, supplying “reliably on six continents”, operating in the fuel, aviation, lubricants and bitumen sectors. Puma Energy Aviation, one of the group’s divisions, supplies sustainable Jet A1 aviation fuel and related technical services at more than 115 airports around the world.

Porto de Maputo registou um recorde de 31,2 milhões de toneladas de carga em 2023

Porto de Maputo registou um recorde de 31,2 milhões de toneladas de carga em 2023

A Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC, sigla em inglês) anunciou nesta Terça-feira, 16 de Janeiro, os seus resultados anuais, destacando um crescimento significativo em várias métricas e consolidando assim a sua posição como um dos principais motores económicos da região.

Conforme a entidade, ao todo, em 2023, foram manuseadas 31,2 milhões de toneladas de carga, das quais 25 milhões eram minérios diversos, nomeadamente crómio, ferrocrómio, magnetite, carvão, minério de fosfato, vanádio, titânio, cobre e vermiculite.

“O manuseamento destas cargas reflete a estratégia de diversificação em que o porto de Maputo tem apostado nos últimos anos. Um ponto a destacar é a distribuição mais equilibrada dos volumes transportados. Enquanto 61% foram movimentados por via rodoviária, 39% foram por via ferroviária”, afirmou o director-executivo da MPDC, Osório Lucas.

Segundo o responsável, o crescimento sustentável do corredor de transporte continua a ser uma preocupação para a MPDC, frisando que embora haja um incremento na movimentação ferroviária, a procura pelo porto tem crescido exponencialmente, salientando que a empresa que dirige está já à procura de um maior equilíbrio entre a carga ferroviária e a rodoviária.

Osório Lucas explicou ainda que o aumento substancial do volume de carga tem tido um impacto directo no valor das taxas fixas e variáveis pagas ao Governo moçambicano, revelando que em 2023 a sua instituição contribuiu com mais de 41 milhões de dólares (excluindo impostos e dividendos aos accionistas).

Os resultados alcançados pela MPDC em 2023 demonstram o seu compromisso com o crescimento e desenvolvimento, posicionando o Porto de Maputo como um elemento vital na economia moçambicana.

Port of Maputo records 31.2 million tons of cargo in 2023

Porto de Maputo registou um recorde de 31,2 milhões de toneladas de carga em 2023

The Maputo Port Development Company (MPDC) announced its annual results on Tuesday, January 16, highlighting significant growth in various metrics and thus consolidating its position as one of the region’s main economic drivers.

According to the entity, a total of 31.2 million tons of cargo were handled in 2023, of which 25 million were various ores, namely chromium, ferrochrome, magnetite, coal, phosphate ore, vanadium, titanium, copper and vermiculite.

“The handling of this cargo reflects the diversification strategy that the port of Maputo has been pursuing in recent years. One point to note is the more balanced distribution of the volumes transported. While 61% was handled by road, 39% was by rail,” said MPDC’s executive director, Osório Lucas.

According to him, the sustainable growth of the transport corridor continues to be a concern for MPDC, stressing that although there has been an increase in rail traffic, demand for the port has grown exponentially, underlining that the company he runs is already looking for a better balance between rail and road cargo.

Osório Lucas also explained that the substantial increase in cargo volume has had a direct impact on the amount of fixed and variable fees paid to the Mozambican government, revealing that in 2023 his institution contributed more than 41 million dollars (excluding taxes and dividends to shareholders).

The results achieved by MPDC in 2023 demonstrate its commitment to growth and development, positioning the Port of Maputo as a vital element in the Mozambican economy.

Ministra dos negócios estrangeiros representa Moçambique em cimeiras no Uganda

Ministra dos negócios estrangeiros representa Moçambique em cimeiras no Uganda

A ministra moçambicana dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo, estará presente na República do Uganda para participar na 19.ª Cimeira de chefes de Estado e de Governo de países não-alinhados e na 3.ª Cimeira do Grupo 77 + China, eventos que vão decorrer de 19 a 22 deste mês.

Segundo um comunicado oficial, a ministra realizará diversas reuniões bilaterais e também se encontrará com a comunidade moçambicana residente no Uganda durante sua estadia no país. A participação de Moçambique nestas cimeiras é especialmente relevante devido ao actual segundo mandato do país como membro não-permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Este contexto oferece a oportunidade para Moçambique interagir com várias entidades e influenciar debates sobre questões de alto nível.

O Grupo dos 77 + China é uma colisão de nações em desenvolvimento cujo objectivo é promover os interesses económicos colectivos de seus membros e fortalecer sua capacidade de negociação conjunta na ONU.

A presença da ministra Verónica Macamo nessas cimeiras destaca o compromisso de Moçambique com as relações internacionais e seu papel activo na arena global.

Foreign minister represents Mozambique at summits in Uganda

Ministra dos negócios estrangeiros representa Moçambique em cimeiras no Uganda

The Mozambican Minister of Foreign Affairs and Cooperation, Verónica Macamo, will be in the Republic of Uganda to take part in the 19th Summit of Heads of State and Government of non-aligned countries and the 3rd Summit of the Group of 77 + China, events that will take place from the 19th to the 22nd of this month.

According to an official statement, the minister will hold several bilateral meetings and will also meet with the Mozambican community living in Uganda during her stay in the country. Mozambique’s participation in these summits is especially relevant due to the country’s current second term as a non-permanent member of the United Nations (UN) Security Council. This context offers the opportunity for Mozambique to interact with various entities and influence debates on high-level issues.

The Group of 77 + China is a collision of developing nations whose aim is to promote the collective economic interests of its members and strengthen their joint negotiating capacity at the UN.

The presence of Minister Verónica Macamo at these summits highlights Mozambique’s commitment to international relations and its active role in the global arena.

Dinheiro em circulação em Moçambique aumenta mais de 10% no final de 2023, alcançando 78,2 mil milhões de meticais

Dinheiro em circulação em Moçambique aumenta mais de 10% no final de 2023, alcançando 78,2 mil milhões de meticais

Um relatório estatístico recente do Banco de Moçambique (BdM) revelou que o dinheiro físico em circulação no país registou um aumento significativo de 10,6% no mês de Dezembro, encerrando o ano em 78,2 mil milhões de meticais. Esses dados indicam um aumento substancial em comparação com os 70,7 mil milhões de meticais que estavam em circulação no final de Novembro.

O relatório do BdM também revelou que este montante corresponde a cerca de 243,2 milhões de notas e 553,1 milhões de moedas. Apesar do aumento mensal, o valor total em circulação ainda ficou 2,3% abaixo dos 80,8 mil milhões de meticais registados em Dezembro de 2022. A retirada de dinheiro de circulação é uma prática comum da política monetária contracionista, utilizada pelos bancos centrais para controlar a inflação.

A nota de 20 meticais foi a que mais circulou em Dezembro, com 47,8 milhões de unidades, enquanto a moeda de 0,50 meticais liderou entre as moedas, com 122,8 milhões de unidades.

Em termos de impacto económico, Moçambique registou uma inflação acumulada de 5,30% em 2023, com um aumento de 1,29% somente no mês de Dezembro em comparação com Novembro. O aumento geral de preços foi impulsionado principalmente pela divisão de alimentação e bebidas não alcoólicas, que contribuiu com 3,34 pontos percentuais para a inflação acumulada. Em termos de variação média a 12 meses, Moçambique registou um aumento de preços de 7,13%, com destaques para as divisões de educação, bens e serviços diversos, e alimentação e bebidas não alcoólicas.

Olhando para o futuro, o ministro da Economia e Finanças de Moçambique, Max Tonela, prevê um crescimento económico de 5,5% do PIB em 2024, após um crescimento estimado de 5% em 2023. As previsões do governo indicam uma inflação de 7% em 2023 e 2024.

O aumento significativo do dinheiro em circulação e a inflação em Moçambique destacam a dinâmica económica do país. Com as perspectivas de crescimento económico e as projecções inflacionárias, o país enfrenta desafios e oportunidades para manter sua estabilidade económica e promover o desenvolvimento.

Money in circulation in Mozambique increases by more than 10% at the end of 2023, reaching 78.2 billion meticais

Dinheiro em circulação em Moçambique aumenta mais de 10% no final de 2023, alcançando 78,2 mil milhões de meticais

A recent statistical report by the Bank of Mozambique (BdM) revealed that physical cash in circulation in the country registered a significant increase of 10.6% in December, ending the year at 78.2 billion meticais. These figures indicate a substantial increase compared to the 70.7 billion meticais that were in circulation at the end of November.

The BdM report also revealed that this amount corresponds to around 243.2 million banknotes and 553.1 million coins. Despite the monthly increase, the total amount in circulation was still 2.3% below the 80.8 billion meticais recorded in December 2022. Withdrawing money from circulation is a common practice of contractionary monetary policy, used by central banks to control inflation.

The 20 metical note circulated the most in December, with 47.8 million units, while the 0.50 metical coin led the way among currencies, with 122.8 million units.

In terms of economic impact, Mozambique recorded accumulated inflation of 5.30% in 2023, with an increase of 1.29% in December alone compared to November. The general increase in prices was mainly driven by the food and non-alcoholic beverages division, which contributed 3.34 percentage points to accumulated inflation. In terms of the 12-month average variation, Mozambique recorded a price increase of 7.13%, with the education, miscellaneous goods and services, and food and non-alcoholic beverages divisions standing out.

Looking to the future, Mozambique’s Minister of Economy and Finance, Max Tonela, predicts economic growth of 5.5% of GDP in 2024, after an estimated 5% growth in 2023. Government forecasts indicate inflation of 7% in 2023 and 2024.

The significant increase in money in circulation and inflation in Mozambique highlights the country’s economic dynamics. With economic growth prospects and inflation projections, the country faces challenges and opportunities to maintain its economic stability and promote development.