Tuesday, April 28, 2026
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Banco Africano de Desenvolvimento renova compromisso com projectos de energia em Moçambique

Banco Africano de Desenvolvimento renova compromisso com projectos de energia em Moçambique

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) reafirmou seu compromisso em apoiar os projectos de geração de energia em Moçambique, destacando seu papel crucial no desenvolvimento do sector. O anúncio foi feito durante a cerimónia de assinatura dos acordos de parceria para a implementação do projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa, realizada nesta Quarta-feira, 13 de Dezembro, em Maputo.

Henry Baldeh, representante do BAD em Moçambique, assegurou que a instituição continuará a apoiar os esforços do governo moçambicano no fornecimento de energia, fornecendo garantias e investimentos financeiros necessários para garantir o sucesso dos projectos em andamento. “Fiquem descansados porque o BAD, como parceiro do desenvolvimento e crescimento, vai continuar a apoiar os esforços do Governo para o fornecimento de energia conveniente”, afirmou Baldeh.

Durante seu discurso, Baldeh ressaltou o comprometimento do BAD em desempenhar um papel activo como conselheiro do projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa, um empreendimento ambicioso que visa desenvolver uma barragem, uma central hidroeléctrica com capacidade de até 1500 MW e uma linha de transporte de energia eléctrica em alta tensão de 1300 Km.

“Somo parceiros comprometidos e, por isso, vamos continuar a apoiar a liderança e as próximas fases do projecto. A infra-estrutura vai ajudar a industrializar a economia e a consolidar a posição do País enquanto produtor de energia”, destacou Baldeh, enfatizando a importância estratégica do projecto para o desenvolvimento inclusivo e sustentável em Moçambique.

Com um custo estimado de 4,5 mil milhões de dólares, o projecto Mphanda Nkuwa é considerado um marco significativo para o país, abordando não apenas as necessidades de energia, mas também equilibrando a disponibilidade de água, segurança alimentar e desenvolvimento inclusivo. A conclusão desse empreendimento está prevista para 2031, representando um passo crucial na busca por uma matriz energética mais robusta e sustentável em Moçambique.

African Development Bank renews commitment to energy projects in Mozambique

Banco Africano de Desenvolvimento renova compromisso com projectos de energia em Moçambique

The African Development Bank has reaffirmed its commitment to supporting power generation projects in Mozambique, highlighting its crucial role in the sector’s development. The announcement was made during the signing ceremony of the partnership agreements for the implementation of the Mphanda Nkuwa hydroelectric project, held on Wednesday, December 13, in Maputo.
Henry Baldeh, the AfDB’s representative in Mozambique, assured that the institution would continue to support the Mozambican government’s efforts to supply energy, providing the guarantees and financial investments needed to ensure the success of the projects underway. “Rest assured that the ADB, as a partner in development and growth, will continue to support the government’s efforts to provide convenient energy,” said Baldeh.

During his speech, Baldeh stressed the AfDB’s commitment to playing an active role as an advisor to the Mphanda Nkuwa hydroelectric project, an ambitious undertaking that aims to develop a dam, a hydroelectric power station with a capacity of up to 1500 MW and a 1300 km high-voltage power transmission line.
“We are committed partners and will therefore continue to support the leadership and the next phases of the project. The infrastructure will help industrialize the economy and consolidate the country’s position as an energy producer,” said Baldeh, emphasizing the strategic importance of the project for inclusive and sustainable development in Mozambique.
With an estimated cost of 4.5 billion dollars, the Mphanda Nkuwa project is considered a significant milestone for the country, addressing not only energy needs, but also balancing water availability, food security and inclusive development. Completion of this project is scheduled for 2031, representing a crucial step in the search for a more robust and sustainable energy matrix in Mozambique.

Governo e parceiro estratégico assinam acordo de parceria para a implementação do projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa

O Governo de Moçambique, através do Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREME), representado pelo Gabinete de Implementação do Projecto Hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa (GMNK), a Eletricidade de Moçambique (EDM), a Hidroeléctrica da Cahora Bassa (HCB) e o Parceiro Estratégico assinaram hoje, em Maputo, dois Acordos de Parceria para a Implementação do Projecto Hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa, formalizando a entrada do parceiro no projecto.

O Parceiro Estratégico, o consórcio selecionado liderado pela Electricité de France (EDF), composto pela TotalEnergies e pela Sumitomo Corporation, irá desenvolver, construir e operar o projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa, com um valor de investimento estimado em 5 mil milhões de dólares americanos.

O consórcio franco-japonês é o accionista maioritário, com uma participação de 70% no empreendimento, cabendo à EDM e à HCB os restantes 30%. O parceiro estratégico apoiará igualmente a EDM no desenvolvimento da linha de transporte de electricidade de alta tensão.

O projecto envolve a construção de uma barragem e de uma central hidroeléctrica com uma capacidade de produção de 1.500MW para a fase 1, no rio Zambeze, na província de Tete, no norte de Moçambique.

A central hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa é considerada vital para impulsionar a economia de Moçambique, fornecendo energia limpa abundante e competitiva para grandes projectos industriais, um programa de eletrificação e exportando o excedente para a região.

A central hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa é considerada um pilar central da estratégia de transição energética recentemente aprovada pelo Governo de Moçambique.

Com estes acordos, para além do acesso a capitais privados competitivos e a financiamentos públicos concessionais, os moçambicanos terão acesso às melhores práticas internacionais nos vários domínios, a tecnologias comprovadas e modernas, à formação e certificação de pessoal moçambicano e a empregos qualitativos de longa duração.

A implementação do projecto incluirá também iniciativas de reassentamento, compensação ambiental, desenvolvimento socioeconómico local e regional, de acordo com as práticas e a legislação nacional e internacional, com a assistência técnica dos parceiros de desenvolvimento e das instituições financeiras multilaterais.

“A assinatura destes acordos na presença de S. Exa. o Presidente da República é, por si só, um marco histórico e uma demonstração inquestionável do empenho do Governo neste processo e no projecto”, afirmou Carlos Yum, Director Geral do Gabinete de Implementação do Projecto Hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa.

Ao assinar o acordo, o Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Dr. Carlos Zacarias, sublinhou o potencial do projecto de Mphanda Nkuwa para alavancar uma nova era de renascimento dos projectos hidroeléctricos em Moçambique, para acelerar a transição energética e a industrialização verde.

“Este é o primeiro passo concreto para Moçambique capitalizar o imenso potencial hidroeléctrico do rio Zambeze e os outros recursos energéticos do país, para fornecer electricidade de baixo custo à nossa população e indústria, e para se posicionar como um exportador regional de energia limpa”, declarou Carlos Zacarias.

“Para a França, Moçambique é um parceiro estratégico na região: como nosso vizinho (as nossas costas estão apenas a 400 km de distância!) e como nosso amigo. Acreditamos firmemente que o seu desenvolvimento sustentável é fundamental para a estabilidade e a prosperidade de toda a região. Este projecto constitui um poderoso exemplo da ambição que partilhamos com Moçambique: garantir que o nosso parceiro seja capaz de fornecer energia limpa a todos os seus cidadãos e explorar todo o seu potencial em matéria de energias renováveis. Estamos confiantes que Moçambique estará em breve entre os líderes da energia hidroeléctrica na região!” afirma Chrysoula ZACHAROPOULOU, Ministra de Estado para o Desenvolvimento, Francofonia e Parcerias Internacionais de França.

De acordo com o calendário apresentado, a primeira turbina deverá estar a funcionar em 2031. A selecção do parceiro estratégico e a assinatura destes acordos são o culminar de um processo competitivo, rigoroso e transparente que teve início em junho de 2022.

O evento contou com a presença do Chefe de Estado, S.E. o Presidente da República, membros do Governo, a Secretária de Estado em representação do Governo Francês, Sra. Zacharopoulou, representantes do Corpo Diplomático acreditado em Moçambique, representantes das empresas do consórcio seleccionado, os presidentes da EDM e HCB e outras empresas públicas, empresários, entre outros.

NOTA AOS EDITORES

Com um custo estimado de 5 mil milhões de dólares americanos, o projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa inclui o desenvolvimento de uma barragem a fio de água, localizada 61 quilómetros a jusante de Cahora Bassa, no rio Zambeze, na província de Tete. Uma central hidroeléctrica com uma capacidade instalada de até 1.500 megawatts e uma linha de transporte de energia de alta tensão de Tete a Maputo de aproximadamente 1.300 quilómetros.

O projecto está a ser implementado em estrita conformidade com as normas e ferramentas globais internacionalmente aceites em matéria de Ambiente, Sociedade e Governação (ESG) para mitigar os impactos negativos e maximizar os aspectos positivos, avaliação e certificação de projectos, que dão prioridade à criação de oportunidades para as comunidades locais e minimizam e mitigam os impactos adversos no património da biodiversidade.

O projecto será a opção de menor custo para a produção de energia. Posicionará Moçambique como um centro regional de energia, contribuindo para o acesso universal e a industrialização, a criação de emprego, a formação técnica e as exportações de energia. O projecto Mphanda Nkuwa será fundamental para o processo de transição energética e descarbonização na região austral do continente africano.

Government and Strategic Partner Sign Partnership Agreement for the Implementation of the Mphanda Nkuwa Hydropower Project

The Government of Mozambique, through the Ministry of Mineral Resources and Energy (MIREME), represented by the Mphanda Nkuwa Hydropower Project Implementation Office (GMNK), Electricidade de Moçambique (EDM), Hidroeléctrica da Cahora Bassa (HCB) and the Strategic Partner signed two Partnership Agreements for the Implementation of the Mphanda Nkuwa Hydropower Project in Maputo, today, formalising the partner’s entry into the project.

The Strategic Partner, the selected consortium led by Electricité de France (EDF), made up of TotalEnergies and Sumitomo Corporation, will develop, build and operate the Mphanda Nkuwa hydropower project, with an estimated investment value of 5 billion US dollars.

The Franco-Japanese consortium is the majority shareholder, with 70% stake in the venture, EDM and HCB will take the remaining 30%. The strategic partner will also support EDM in the development of the high-voltage power transmission line.

The project involves the construction of a dam and hydropower plant with a production capacity of 1,500MW for phase 1, on the Zambezi River in the province of Tete, northern Mozambique.

The Mphanda Nkuwa hydropower plant is seen as vital for boosting Mozambique’s economy, providing abundant and competitive clean energy for major industrial projects, an electrification programme and exporting the surplus to the region.

Mphanda Nkuwa is considered a central pillar of the energy transition strategy recently approved by the Mozambican Government for the coming decades.

With these agreements, in addition to access to competitive private capital and concessional public funding, Mozambicans will have access to the best international practices in the various fields, proven and modern technology, training and certification of Mozambican staff and qualitative long-term jobs.

The implementation of the project will also include resettlement initiatives, environmental compensation, local and regional socio-economic development, in accordance with national and international practices and legislation, with the technical assistance of development partners and multilateral financial institutions.

“The signing of these agreements in the presence of HE President of the Republic is in itself a historic milestone and an unquestionable demonstration of the government’s commitment to this process and the project,” said Carlos Yum, Managing Director of the Mphanda Nkuwa Hydropower Project Implementation Office.

In signing the agreement, the Minister of Mineral Resources and Energy, Dr Carlos Zacarias, stressed the potential of the Mphanda Nkuwa project to leverage a new era of hydropower project renaissance in Mozambique to accelerate the energy transition and green industrialisation.

“This is the first concrete step for Mozambique to capitalise on the immense hydropower potential of the Zambezi River and the country’s other energy resources, to provide low-cost electricity for our population and industry, and to position itself as a regional exporter of clean, renewable energy,” said Carlos Zacarias.

“For France, Mozambique is a strategic partner in the region: as our neighbour (our shores are only 400km away!) and as our friend. We strongly believe its sustainable development is key for the stability and the prosperity of the whole region. This project sets a powerful example of the ambition we share with Mozambique: making sure our partner is able to provide clean energy to all its citizens; and tapping its full potential in renewable energies. We trust Mozambique will soon count among the leaders of hydropower in the region!” states Chrysoula ZACHAROPOULOU, French Minister of State for Development, Francophonie and International Partnerships.

According to the timeline presented, the first turbine should be operating in 2031. The strategic partner selection and the signing of these agreements is the culmination of a competitive, rigorous and transparent process that began in June 2022.

The event was attended by the Head of State, HE the President of the Republic, members of the Government, the Secretary of State representing the French Government, Mrs Zacharopoulou, representatives of the Diplomatic Corps accredited in Mozambique, representatives of the companies in the selected consortium, the chairpersons of EDM and HCB and other public companies, businesspeople, among others.

NOTE TO EDITORS

With an estimated cost of 5 billion US dollars, the Mphanda Nkuwa Hydropower project includes the development of a run-of-river dam, located 61 kilometres downstream from Cahora Bassa, on the Zambezi River in Tete province. A hydropower plant with an installed capacity of up to 1,500 megawatts and a high-voltage power transmission line from Tete to Maputo of approximately 1,300 kilometres.

The project is being implemented in strict compliance with internationally accepted global Environmental Social and Governance (ESG) standards and tools for mitigating negative impacts and maximising positive aspects, project evaluation and certification, which prioritise the creation of opportunities for local communities and minimise and mitigate adverse impacts on biodiversity heritage.

The project will be the lowest cost option for energy generation. It will position Mozambique as a regional energy hub, contributing to universal access and industrialisation, job creation, technical training and energy exports. The Mphanda Nkuwa project will be fundamental to the process of energy transition and decarbonisation in the southern region of the African continent.

Mpanda Nkuwa: França destaca a necessidade de parcerias estratégicas para desenvolvimento sustentável de energia no país

Mpanda Nkuwa: França destaca a necessidade de parcerias estratégicas para desenvolvimento sustentável de energia no país

Em uma cerimónia para assinatura dos acordos de parceria para implementação do projecto Mpanda Nkuwa, autoridades governamentais, reuniram-se para lançar as bases de um projecto ambicioso voltado ao desenvolvimento sustentável de energia renovável em Moçambique. O secretária  do Estado da Franca para o Desenvolvimento, Chrysoula Zacharopoulou, que recentemente esteve em Dubai discutindo questões climáticas, ressaltou a importância do compromisso global em enfrentar as mudanças climáticas.

Num discurso inspirador, Chrysoula Zacharopoulou, recordou a necessidade de apoiar nações que, embora sejam cruciais na produção de gás e reservas, possuem recursos nacionais limitados para financiar acções climáticas significativas.

A França, ao lado da União Europeia, tem se destacado como uma das principais defensoras da causa climática, representando mais de 10% dos esforços globais na área de financiamento climático. Essa contribuição torna-se ainda mais significativa quando se considera que a nação francesa representa menos de 3% das emissões históricas de gases de efeito estufa.

As acções práticas desse comprometimento são evidentes em projectos anteriores, nos quais a França investiu substancialmente em Moçambique. A recuperação das capacidades de produção de energia renovável, atingindo a marca de 2.400 megawatts, é uma realização notável. Projectos como o Centro Solar e Aéreo, a reabilitação da barragem hidroeléctrica de Cahora Bassa e a construção da 2ª Central Solar do país, destacando a colaboração franco-moçambicana em prol de soluções inovadoras e sustentáveis.

A actual parceria para liderar os projectos estratégicos de energia renovável, promete ampliar os horizontes de Moçambique no sector energético. A EDF, juntamente com a Sumitomo Corporation e outros parceiros, estão comprometidos em desempenhar um papel fundamental na execução do projecto Mphanda Nkuwa, que visa elevar substancialmente a capacidade de geração de energia e proporcionar electricidade a todos os moçambicanos até 2030.

O projecto, entretanto, está na fase inicial, serão necessários estudos detalhados e a mobilização de recursos financeiros significativos. Neste contexto, a França busca apoio de financiadores institucionais, incluindo a Equipe Europa, a China e a União Europeia. A promessa de sucesso nesse empreendimento reforça a visão estratégica, não apenas para Moçambique, mas também para o fortalecimento do eixo euro-africano.

Esse projecto representa não apenas um esforço para enfrentar a crise climática actual, mas um passo significativo em direcção ao desenvolvimento, visando o progresso do planeta na totalidade.

Mpanda Nkuwa: France highlights the need for strategic partnerships for sustainable energy development in the country

Mpanda Nkuwa: França destaca a necessidade de parcerias estratégicas para desenvolvimento sustentável de energia no país

At a ceremony to sign partnership agreements for the implementation of the Mpanda Nkuwa project, government authorities met to lay the foundations for an ambitious project aimed at the sustainable development of renewable energy in Mozambique. The French Secretary of State for Development, Chrysoula Zacharopoulou, who was recently in Dubai discussing climate issues, stressed the importance of global commitment to tackling climate change.
In an inspiring speech, Chrysoula Zacharopoulou, recalled the need to support nations that, although crucial in gas production and reserves, have limited national resources to finance significant climate action. This meeting, marked by the announcement of an exceptional contribution from France of 173 million euros, to solidify the financial and technical commitment to boost sustainable initiatives in Mozambique.
France, alongside the European Union, has stood out as one of the main defenders of the climate cause, representing more than 10% of global efforts in the area of climate finance. This contribution becomes even more significant when you consider that the French nation accounts for less than 3% of historical greenhouse gas emissions.

The practical actions of this commitment are evident in previous projects in which France has invested substantially in Mozambique. The recovery of renewable energy production capacities, reaching the 2,400 megawatt mark, is a notable achievement. Projects such as the Solar and Air Center, the rehabilitation of the Cahora Bassa hydroelectric dam and the construction of the country’s 2nd Solar Power Plant, highlight Franco-Mozambican collaboration for innovative and sustainable solutions.
The current partnership to lead strategic renewable energy projects promises to broaden Mozambique’s horizons in the energy sector. EDF, together with Sumitomo Corporation and other partners, are committed to playing a key role in the execution of the Mphanda Nkuwa project, which aims to substantially increase power generation capacity and provide electricity to all Mozambicans by 2030.

The project, however, is in its early stages, and detailed studies and the mobilization of significant financial resources will be required. In this context, France is seeking support from institutional backers, including Team Europe, China and the European Union. The promise of success in this endeavor reinforces the strategic vision, not only for Mozambique, but also for strengthening the Euro-African axis.
This project represents not only an effort to tackle the current climate crisis, but a significant step towards development for the progress of the planet as a whole.

AIMO reconhecida na gala empresarial de encerramento do ano da CTA

AIMO RECONHECIDA NA GALA EMPRESARIAL DE ENCERRAMENTO DO ANO DA CTA

A Associação Industrial de Moçambique- AIMO recebeu o prestigioso Certificado de Reconhecimento no evento de encerramento das actividades promovido pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique – CTA. O evento, que teve lugar numa das instâncias hoteleiras de Moçambique, reuniu altas individualidades, empresários de diversos ramos privados e teve como objectivo enaltecer o papel fundamental desempenhado pela AIMO no desenvolvimento da indústria moçambicana.

O evento de encerramento das actividades promovido pela CTA proporcionou uma oportunidade única para celebrar e reconhecer o trabalho árduo e dedicado da Associação Industrial de Moçambique, que tem sido incansável na busca pelo crescimento e desenvolvimento da indústria moçambicana. Através de iniciativas inovadoras, defesa dos interesses empresariais e promoção de políticas favoráveis ao sector industrial, a AIMO tem desempenhado um papel fundamental no avanço económico de Moçambique.

Durante o evento, foram apresentadas as diversas contribuições da Associação Industrial de Moçambique, desde a facilitação de parcerias comerciais e atracção de investimento estrangeiro até a promoção de melhores práticas e o fortalecimento do empreendedorismo local. Através dessas iniciativas, a AIMO tem trabalhado arduamente para fomentar um ambiente favorável aos negócios e garantir o crescimento sustentável da indústria moçambicana.

A atribuição do Certificado de Reconhecimento à Associação Industrial de Moçambique é um testemunho do seu compromisso contínuo com o desenvolvimento económico do país. Através do estabelecimento de parcerias estratégicas, colaboração com outras entidades e promoção de melhores práticas, a Associação tem sido um catalisador para o crescimento da indústria moçambicana, impulsionando a criação de empregos, o aumento da produtividade e contribuindo para a diversificação económica.

A Associação Industrial de Moçambique agradece à CTA pela honra de receber este certificado e aos seus membros, parceiros e colaboradores pelo seu contínuo apoio e dedicação. Comprometemo-nos a permanecer empenhados em desenvolver uma indústria forte e próspera em Moçambique, trabalhando em conjunto com todas as partes interessadas para impulsionar o crescimento e a inovação.

AIMO recognized at CTA’s year-end business gala

AIMO RECONHECIDA NA GALA EMPRESARIAL DE ENCERRAMENTO DO ANO DA CTA

The Industrial Association of Mozambique (AIMO) received the prestigious Certificate of Recognition at the closing event of the activities promoted by the Confederation of Economic Associations of Mozambique (CTA). The event, which took place in one of Mozambique’s hotels, brought together leading figures and businesspeople from various private sectors and aimed to highlight the fundamental role played by AIMO in the development of Mozambican industry.

The closing event promoted by the CTA provided a unique opportunity to celebrate and recognize the hard and dedicated work of the Industrial Association of Mozambique, which has been tireless in its pursuit of the growth and development of Mozambican industry. Through innovative initiatives, defending business interests and promoting policies favorable to the industrial sector, AIMO has played a key role in Mozambique’s economic advancement.

During the event, the various contributions of the Industrial Association of Mozambique were presented, from facilitating business partnerships and attracting foreign investment to promoting best practices and strengthening local entrepreneurship. Through these initiatives, AIMO has worked hard to foster a favorable business environment and ensure the sustainable growth of Mozambican industry.

The award of the Certificate of Recognition to the Industrial Association of Mozambique is testimony to its ongoing commitment to the country’s economic development. Through the establishment of strategic partnerships, collaboration with other entities and the promotion of best practices, the Association has been a catalyst for the growth of Mozambican industry, boosting job creation, increasing productivity and contributing to economic diversification.

The Industrial Association of Mozambique thanks CTA for the honor of receiving this certificate and its members, partners and collaborators for their continued support and dedication. We pledge to remain committed to developing a strong and prosperous industry in Mozambique, working together with all stakeholders to drive growth and innovation.

Análise financeira: aumento do crédito malparado sinaliza preocupações para Moçambique

Análise financeira: aumento do crédito malparado sinaliza preocupações para Moçambique

O Banco de Moçambique divulgou hoje dados alarmantes sobre o aumento do crédito malparado no mercado financeiro do país. Segundo informações do Boletim de Estabilidade Financeira, publicado recentemente pelo banco central, empresas e famílias com crédito na banca comercial não estão honrando devidamente seus compromissos, resultando em uma elevação preocupante na qualidade dos activos.

Até Junho deste ano, o crédito total à economia atingiu pouco mais de 300 mil milhões de meticais. No entanto, o rácio de crédito em incumprimento (NPL), expresso como a proporção do NPL sobre o crédito total, aumentou para 10,58%, em comparação com os 10,02% registados em Junho de 2022, ultrapassando significativamente o benchmark convencional de 5,0%.

O Boletim de Estabilidade Financeira também revela que a cobertura do NPL pelas provisões específicas aumentou de 67,99% para 70,61%, indicando uma resposta activa dos bancos em preparação para possíveis inadimplências. Essa mudança ocorreu entre Junho de 2022 e Junho de 2023, após atingir 71,84% em Dezembro de 2022.

O sector do Comércio liderou as estatísticas, representando 30,50% do total do NPL em Junho passado, seguido por Indústria, com 23,01%, e Transportes e Comunicações, com 19,46%. Esses números indicam um desafio generalizado para diferentes sectores da economia moçambicana.

Apesar desse cenário, o relatório destaca que os bancos comerciais, embora enfrentem níveis elevados de crédito malparado, continuam a registar lucros notáveis. Os resultados líquidos do exercício aumentaram 1,2 mil milhões de meticais, totalizando 14,6 mil milhões de meticais em Junho de 2023.

A explicação para essa aparente contradição reside no aumento da margem financeira em 4,4 mil milhões de meticais. A rendibilidade dos activos (ROA) fixou-se em 4,64%, e a rendibilidade dos capitais próprios (ROE) atingiu 18,38%, indicando a capacidade dos bancos de manter a rentabilidade em meio aos desafios do ambiente económico.

Entretanto, é importante observar que o rácio do custo-benefício nas operações da banca comercial aumentou para 54,42%, registando um acréscimo de 1,09 pontos percentuais em relação ao período homólogo. Essa variação sugere uma ligeira redução da eficiência bancária, indicando a necessidade de uma gestão mais eficaz diante do actual contexto desafiador.

Financial analysis: increase in non-performing loans signals concerns for Mozambique

Análise financeira: aumento do crédito malparado sinaliza preocupações para Moçambique

The Bank of Mozambique today released alarming data on the increase in non-performing loans in the country’s financial market. According to information from the Financial Stability Bulletin, published recently by the central bank, companies and families with credit in commercial banking are not properly honoring their commitments, resulting in a worrying rise in asset quality.
By June of this year, total credit to the economy amounted to just over 300 billion meticais. However, the non-performing loan (NPL) ratio, expressed as the proportion of NPLs to total credit, rose to 10.58%, compared to 10.02% in June 2022, significantly exceeding the conventional benchmark of 5.0%.
The Financial Stability Bulletin also reveals that the coverage of NPLs by specific provisions increased from 67.99% to 70.61%, indicating an active response by banks in preparation for possible defaults. This change occurred between June 2022 and June 2023, after reaching 71.84% in December 2022.
The Commerce sector led the statistics, accounting for 30.50% of the total NPL last June, followed by Industry, with 23.01%, and Transportation and Communications, with 19.46%. These figures indicate a generalized challenge for different sectors of the Mozambican economy.

Despite this scenario, the report highlights that commercial banks, despite facing high levels of non-performing loans, continue to record notable profits. Net profits for the year increased by 1.2 billion meticais to 14.6 billion meticais in June 2023.
The explanation for this apparent contradiction lies in the 4.4 billion meticais increase in net interest income. Return on assets (ROA) stood at 4.64%, and return on equity (ROE) reached 18.38%, indicating the banks’ ability to maintain profitability amid the challenges of the economic environment.
Meanwhile, it is important to note that the cost-benefit ratio in commercial banking operations increased to 54.42%, up 1.09 percentage points year-on-year. This variation suggests a slight reduction in banking efficiency, indicating the need for more effective management in the face of the current challenging context.