Sunday, April 26, 2026
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Forum Mozambique – Turkey: Turkish investments totalled around 93 million dollars

Forum Mozambique - Turkey: Turkish investments totalled around 93 million dollars

During the Mozambique-Turkey Business Forum, the Turkish business delegation actively participated, aiming to boost crucial sectors for economic development. The president of the Confederation of Economic Associations (CTA) emphasised his aspiration to position Turkey as the main investor in the country.
It is worth noting that in 2022 alone, Turkish investments in Mozambique reached the impressive mark of around 93 million dollars. This makes Turkey one of the top ten investors on Mozambican soil.
During the event, key reforms implemented by Mozambique were discussed, with the crucial support of the Confederation of Trade Associations. These reforms aim to significantly improve the business environment in the country. The intention is to create a favourable scenario that attracts foreign investment and promotes sustainable economic development.
The forum provided a valuable space for the exchange of ideas and experiences, strengthening trade ties between Mozambique and Turkey. The active presence of business leaders and government representatives from both countries signalled their mutual commitment to exploring opportunities for cooperation and growth.

In expressing his desire to see Turkey take a prominent role in investments in Mozambique, the CTA president emphasises his confidence in the country’s potential to become an even more attractive destination for international investors.
The Mozambique-Turkey Forum not only solidified existing partnerships, but also opened doors for future strategic collaborations. The exchange of knowledge and the identification of key areas for investment during the event are important steps towards an economically vibrant future for both nations.

Empresariado moçambicano recomenda prorrogação do prazo para mistura de biocombustíveis

Empresariado moçambicano recomenda prorrogação do prazo para mistura de biocombustíveis

A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), principal entidade patronal do país, propôs ao Governo a prorrogação do prazo para a introdução obrigatória de biocombustíveis na mistura de combustíveis importados. A recomendação, foi dada tomando em consideração a a necessidade de ajustes nos investimentos, incluindo a revisão da Política e Estratégia dos Biocombustíveis, aprovada pelo Conselho de Ministros em Maio de 2009.

A CTA, em comunicado, apontou que a política actual, que considera desactualizada, mencionava produtos como jatrofa, mapira doce e copra como estratégicos para a produção de biocombustíveis. A proposta de prorrogação visa permitir uma revisão adequada desses parâmetros, alinhando-os com as realidades actuais do sector.

A iniciativa está inserida no Pacote de Medidas de Aceleração Económica (PAE), e a implementação da medida número 10 do PAE incluiu a realização de um business breakfast em parceria com o Ministério de Economia e Finanças e a Agência dos Estados Unidos para Desenvolvimento Internacional (USAID). Durante o evento, foi apresentado um estudo de avaliação da política de mistura obrigatória de biocombustíveis em Moçambique.

O encontro reuniu empresas e associações empresariais directamente envolvidas na produção de potenciais matérias-primas para biocombustíveis, além de produtoras de biocombustíveis e parceiros de cooperação. O estudo concluiu que, dada a capacidade actual de produção de matéria-prima para biocombustíveis, não seria viável iniciar a obrigatoriedade das misturas em 2024, como inicialmente previsto.

O Governo já havia aprovado, em Setembro último, o Regulamento de Biocombustíveis e suas Misturas, estabelecendo a obrigatoriedade das misturas para 2024. No entanto, a recomendação da CTA destaca a importância de uma abordagem mais realista, considerando a capacidade efectiva de produção e os ajustes necessários na política existente.

Mozambican business community recommends extending deadline for biofuel blending

Empresariado moçambicano recomenda prorrogação do prazo para mistura de biocombustíveis

The Confederation of Economic Associations of Mozambique (CTA), the country’s main employers’ organisation, has proposed that the government extend the deadline for the mandatory introduction of biofuels into the mix of imported fuels. The recommendation was made taking into account the need to adjust investments, including the revision of the Biofuels Policy and Strategy, approved by the Council of Ministers in May 2009.
In a statement, the CTA pointed out that the current policy, which it considers outdated, mentioned products such as jatropha, sweet sorghum and copra as strategic for biofuel production. The proposed extension aims to allow for a proper review of these parameters, bringing them into line with the current realities of the sector.

The initiative is part of the Package of Economic Acceleration Measures (PAE), and the implementation of measure number 10 of the PAE included a business breakfast in partnership with the Ministry of Economy and Finance and the United States Agency for International Development (USAID). During the event, an evaluation study of Mozambique’s mandatory biofuel blending policy was presented.
The meeting brought together companies and business associations directly involved in the production of potential raw materials for biofuels, as well as biofuel producers and cooperation partners. The study concluded that, given the current production capacity of raw materials for biofuels, it would not be feasible to start mandatory blending in 2024, as initially planned.
Last September, the government had already approved the Regulation on Biofuels and their Blends, establishing mandatory blends for 2024. However, the CTA’s recommendation emphasises the importance of a more realistic approach, taking into account actual production capacity and the necessary adjustments to existing policy.

Sasol fortalece sector empresarial local com programa de desenvolvimento para Mega-projectos

Sasol fortalece sector empresarial local com programa de desenvolvimento para Megaprojetos

A Sasol, empresa com quase duas décadas de presença em Moçambique, intensifica sua contribuição para o desenvolvimento socioeconômico do país por meio de um compromisso renovado com as Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME). A companhia, que desempenha papel vital nos megaprojetos moçambicanos, especialmente na província de Inhambane, lançou o Plano de Conteúdo Local em parceria com o Governo de Moçambique.

O Plano de Conteúdo Local da Sasol visa promover o desenvolvimento das MPME, estimulando o setor privado local a fornecer bens e serviços essenciais para os megaprojetos em andamento. Essa iniciativa estratégica é respaldada pela Sasol em colaboração com o governo moçambicano.

Hassan Dassat, diretor de conteúdo local da Sasol, destacou a importância do Programa de Desenvolvimento para empresas locais, focado especialmente em Inhambane. “Uma componente crucial deste plano é a utilização estratégica dos procedimentos de contratação e aquisição, para impulsionar as oportunidades de conteúdo local. Com vista a aumentar a participação das MPME locais na cadeia de valor da indústria de petróleo e gás, de modo que incremente a sua capacidade e se tornem operacionalmente independentes e sustentáveis,” explicou Dassat.

Além da transferência de tecnologia especializada, a Sasol reconhece a importância de investir nas pessoas. O diretor enfatizou que, para garantir o desenvolvimento econômico local, é fundamental capacitar as comunidades por meio do desenvolvimento de habilidades.

“Até o momento, o programa já beneficiou 138 Micro, Pequenas e Médias Empresas, a maioria situada na província de Inhambane. A meta é capacitar 200 MPME até o final de 2024, tornando-as competitivas e habilitadas a fornecer bens e serviços aos setores em crescimento do país, incluindo a cadeia de valor do setor extrativo,” destacou Hassan Dassat.

A Sasol reforça, assim, seu compromisso não apenas com o desenvolvimento econômico do país, mas também com a promoção de uma abordagem sustentável e inclusiva nos megaprojetos em Moçambique.

Sasol strengthens local business sector with development programme for Mega-projects

Sasol fortalece sector empresarial local com programa de desenvolvimento para Megaprojetos

Sasol, a company with almost two decades of presence in Mozambique, is stepping up its contribution to the country’s socio-economic development through a renewed commitment to Micro, Small and Medium Enterprises (MSMEs). The company, which plays a vital role in Mozambican megaprojects, especially in the province of Inhambane, launched the Local Content Plan in partnership with the Mozambican government.
Sasol’s Local Content Plan aims to promote the development of MSMEs by stimulating the local private sector to supply essential goods and services for ongoing megaprojects. This strategic initiative is supported by Sasol in collaboration with the Mozambican government.

Hassan Dassat, Director of Local Content at Sasol, highlighted the importance of the Development Programme for Local Companies, focused especially on Inhambane. “A crucial component of this plan is the strategic use of contracting and procurement procedures to boost Local Content opportunities. With a view to increasing the participation of local MSMEs in the value chain of the oil and gas industry, so that they increase their capacity and become operationally independent and sustainable,” explained Dassat.
As well as transferring specialised technology, Sasol recognises the importance of investing in people. He emphasised that in order to guarantee local economic development, it is essential to empower communities through skills development.
“So far, the programme has benefited 138 Micro, Small and Medium Enterprises, most of them located in the province of Inhambane. The goal is to train 200 MSMEs by the end of 2024, making them competitive and able to supply goods and services to the country’s growing sectors, including the extractive sector value chain,” said Hassan Dassat.
Sasol is thus reinforcing its commitment not only to the country’s economic development, but also to promoting a sustainable and inclusive approach to megaprojects in Mozambique.

FIKANI 2023: Maputo recebe a 9.ª edição da feira internacional do turismo

FIKANI 2023: Maputo recebe a 9.ª edição da feira internacional do turismo

A cidade de Maputo se tornará o epicentro do turismo internacional a partir de hoje, 30 de Novembro, até 3 de Dezembro, com a abertura da 9.ª edição da feira internacional do turismo (FIKANI). Sob o sugestivo tema “FIKANI – Por um Turismo Sustentável”, o evento promete ser um catalisador para as discussões sobre práticas turísticas responsáveis e conscientes.

Com mais de 200 expositores nacionais e estrangeiros confirmados, a FIKANI 2023 é o reflexo do vigor do sector turístico, impulsionado por medidas governamentais que têm alavancado e dinamizado o turismo no país. O director de Investimentos e Desenvolvimento do Instituto Nacional do Turismo, Nuno Fortes, expressou sua satisfação com o aumento significativo de participantes, tanto em termos de países representados quanto de presença de público.

“O incremento do número de países e pessoas participantes é satisfatório para o país no geral. As medidas governamentais estão a impulsionar e a dinamizar o sector do turismo”, afirmou Fortes, enfatizando a importância do evento para a promoção do turismo sustentável em Moçambique.

Além dos mais de 200 expositores, a feira espera receber mais de seis mil visitantes, incluindo prestadores de serviços turísticos e culturais, representantes de agências de viagens, estabelecimentos de alojamento e restauração, bem como instituições públicas e privadas. A diversidade de participantes reflecte a abrangência da FIKANI como a principal plataforma do governo para promover o encontro de profissionais dos sectores de hotelaria, turismo e cultura.

A FIKANI não é apenas uma vitrine para os negócios, mas também um fórum para a divulgação de oportunidades de investimento, negócios e lazer. Com um foco inequívoco em um turismo sustentável, a feira deste ano pretende inspirar práticas que respeitem o meio-ambiente, a cultura local e contribuam para o desenvolvimento socioeconómico do país.

A 9.ª edição da FIKANI promete ser um marco no calendário do turismo em Moçambique, destacando a importância do sector como um vector crucial para o crescimento económico sustentável do país. O evento não apenas atrairá a atenção de investidores e empresários, mas também consolidará a posição de Moçambique como um destino turístico de destaque, comprometido com a preservação ambiental e o desenvolvimento comunitário.

FIKANI 2023: Maputo hosts the 9th edition of the international tourism fair

FIKANI 2023: Maputo recebe a 9.ª edição da feira internacional do turismo

The city of Maputo will become the epicentre of international tourism from today, 30 November, until 3 December, with the opening of the 9th edition of the international tourism fair (FIKANI). Under the suggestive theme “FIKANI – For Sustainable Tourism”, the event promises to be a catalyst for discussions on responsible and conscious tourism practices.
With more than 200 national and foreign exhibitors confirmed, FIKANI 2023 is a reflection of the vigour of the tourism sector, driven by government measures that have leveraged and boosted tourism in the country. The director of Investment and Development at the National Tourism Institute, Nuno Fortes, expressed his satisfaction with the significant increase in participants, both in terms of countries represented and attendance.

“The increase in the number of countries and people taking part is satisfactory for the country as a whole. Government measures are boosting and dynamising the tourism sector,” said Fortes, emphasising the importance of the event for promoting sustainable tourism in Mozambique.
In addition to the more than 200 exhibitors, the fair expects to welcome more than 6,000 visitors, including tourism and cultural service providers, representatives of travel agencies, accommodation and catering establishments, as well as public and private institutions. The diversity of participants reflects FIKANI’s scope as the government’s main platform for promoting the meeting of professionals from the hospitality, tourism and culture sectors.

FIKANI is not only a showcase for business, but also a forum for publicising investment, business and leisure opportunities. With an unequivocal focus on sustainable tourism, this year’s fair aims to inspire practices that respect the environment, local culture and contribute to the country’s socio-economic development.
The 9th edition of FIKANI promises to be a milestone in Mozambique’s tourism calendar, highlighting the importance of the sector as a crucial vector for the country’s sustainable economic growth. The event will not only attract the attention of investors and entrepreneurs, but will also consolidate Mozambique’s position as a leading tourist destination committed to environmental preservation and community development.

Taxa de juro de política monetária mantém-se em 17,25%

Taxa de juro de política monetária mantém-se em 17,25%

O Comité de Política Monetária (CPMO) do Banco de Moçambique decidiu manter a taxa de juro de política monetária, taxa MIMO, em 17,25%. Esta decisão é sustentada pelo surgimento de novos riscos e incertezas associados às projecções da inflação, com destaque para o potencial impacto do actual conflito no Médio Oriente sobre os preços internacionais de combustíveis e alimentos.

As perspectivas da inflação mantêm-se em um dígito no médio prazo. Em Outubro de 2023 a inflação anual aumentou para 4,8%, depois de 4,6 % em Setembro. Esta evolução é explicada, fundamentalmente, pelo aumento dos preços de bens alimentares e bebidas alcoólicas. A inflação subjacente, que exclui as frutas e vegetais e bens com preços administrados, também aumentou. Para o médio prazo, mantêm-se as perspectivas de uma inflação de um dígito, reflectindo, sobretudo, a estabilidade do Metical e o impacto das medidas que vêm sendo tomadas pelo CPMO.

Os riscos e incertezas subjacentes às projecções da inflação continuam a agravar-se. A nível interno, prevalecem a pressão sobre as finanças públicas e as incertezas quanto à evolução e efeitos de eventos climáticos extremos. Na envolvente externa, para além do conflito entre a Rússia e a Ucrânia, destacam-se as incertezas quanto ao prolongamento e alastramento do actual conflito no Médio Oriente e os seus impactos sobre os preços internacionais do petróleo e de bens alimentares.

Para o médio prazo, excluindo o gás natural liquefeito (GNL), perspectiva-se a manutenção de um crescimento económico moderado. No terceiro trimestre de 2023, excluindo o GNL estima-se que o produto interno bruto (PIB) tenha crescido 3,3%, depois de 3,1 % no trimestre anterior. Incluindo o GNL, o crescimento do PIB acelerou para 5,9%, após 4,7%. No médio prazo antevê-se que a actividade económica, excluindo a produção de GNL, continuará a recuperar, não obstante as incertezas associadas aos impactos dos prováveis eventos climáticos na produção agrícola e em infra-estruturas diversas. Entretanto, a indústria extractiva continuará a contribuir para a aceleração do crescimento económico.

A pressão sobre o endividamento público interno continua a aumentar. O endividamento público interno, excluindo os contratos de mútuo e de locação e as responsabilidades em mora, situa-se em 334,4 mil milhões de meticais, o que representa um aumento de 59,3 mil milhões em relação a Dezembro de 2022.

O CPMO continuará a monitorar a evolução dos riscos e incertezas associados às projecções da inflação, e tomará as medidas que se mostrarem adequadas ao contexto.

Monetary policy interest rate remains at 17.25%

Taxa de juro de política monetária mantém-se em 17,25%

The Monetary Policy Committee (CPMO) of the Bank of Mozambique decided to maintain the monetary policy interest rate, MIMO, at 17.25 per cent. This decision is underpinned by the emergence of new risks and uncertainties associated with inflation projections, particularly the potential impact of the current conflict in the Middle East on international fuel and food prices.
The inflation outlook remains in the single digits over the medium term. In October 2023, annual inflation rose to 4.8 per cent, after 4.6 per cent in September. This development is mainly explained by the increase in the prices of food and alcoholic beverages. Underlying inflation, which excludes fruit and vegetables and goods with administered prices, also increased. For the medium term, the outlook is for single-digit inflation, reflecting above all the stability of the Metical and the impact of the measures being taken by the CPMO.

The risks and uncertainties underlying inflation projections continue to worsen. Domestically, pressure on public finances and uncertainties about the evolution and effects of extreme weather events prevail. On the external front, in addition to the conflict between Russia and Ukraine, there are uncertainties about the prolongation and spread of the current conflict in the Middle East and its impact on international oil and food prices.
For the medium term, excluding liquefied natural gas (LNG), moderate economic growth is expected to continue. In the third quarter of 2023, excluding LNG, gross domestic product (GDP) is estimated to have grown by 3.3 per cent, after 3.1 per cent in the previous quarter. Including LNG, GDP growth accelerated to 5.9 per cent, after 4.7 per cent. In the medium term, it is expected that economic activity, excluding LNG production, will continue to recover, despite the uncertainties associated with the impacts of probable climatic events on agricultural production and various infrastructures. Meanwhile, the extractive industry will continue to contribute to the acceleration of economic growth.

The pressure on domestic public debt continues to increase. Domestic public indebtedness, excluding loan and lease contracts and outstanding liabilities, stands at 334.4 billion meticais, which represents an increase of 59.3 billion compared to December 2022.
The CPMO will continue to monitor the evolution of the risks and uncertainties associated with inflation projections, and will take the measures that are appropriate to the context.

Barragem de Cahora Bassa registou a maior produção eléctrica dos últimos cinco anos

Barragem de Cahora Bassa registou em 2022 a maior produção eléctrica dos últimos cinco anos

A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), em Moçambique, alcançou em 2022 a maior produção eléctrica dos últimos cinco anos, crescendo 5,1% em relação a 2021, totalizando 15.753 GigaWatt-hora (GWh), conforme revelado no relatório e contas da empresa.

Segundo o documento disponibilizado aos investidores e obtido pela Lusa nesta Terça-feira, 28 de Novembro, o pico de produção da hidroeléctrica em 2022 compara-se ao registado em 2015, quando atingiu 16.978 GWh, marcando um significativo marco de eficiência operacional.

No mesmo período, a HCB gerou receitas superiores a 27 mil milhões de meticais, contribuindo significativamente para a economia moçambicana. Desse montante, cerca de 2,7 mil milhões de meticais foram destinados ao Estado em forma de ‘fees’ de concessão, aproximadamente 5,1 mil milhões de meticais em impostos, e mais de 3,7 mil milhões de meticais em dividendos foram distribuídos aos accionistas da série A e B, valores superiores à percentagem recomendada pelos estatutos da empresa.

A HCB encerrou o ano de 2022 com 780 trabalhadores e um lucro de 9,2 mil milhões de meticais, representando um aumento de 9,3% em relação a 2021.

O presidente do conselho de administração da HCB, Boavida Muhambe, destaca o papel preponderante da barragem como dinamizador da matriz energética nacional e regional, contribuindo para o desenvolvimento de Moçambique.