Sunday, April 26, 2026
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Cahora Bassa Dam records highest electricity production in five years

Barragem de Cahora Bassa registou em 2022 a maior produção eléctrica dos últimos cinco anos

Cahora Bassa Hydroelectric (HCB), in Mozambique, achieved its highest electricity production in the last five years in 2022, growing by 5.1% compared to 2021, totalling 15,753 GigaWatt-hours (GWh), as revealed in the company’s report and accounts.
According to the document made available to investors and obtained by Lusa on Tuesday 28 November, the hydroelectric plant’s peak production in 2022 compares to that recorded in 2015, when it reached 16,978 GWh, marking a significant milestone in operational efficiency.
In the same period, HCB generated revenues of over 27 billion meticais, making a significant contribution to the mozambican economy. Of this amount, around 2.7 billion meticais went to the state in the form of concession fees, approximately 5.1 billion meticais in taxes, and more than 3.7 billion meticais in dividends were distributed to series A and B shareholders, higher than the percentage recommended by the company’s articles of association.
HCB ended 2022 with 780 employees and a profit of 9.2 billion meticais, representing an increase of 9.3 per cent compared to 2021.

The chairman of HCB’s board of directors, Boavida Muhambe, emphasises the dam’s leading role in boosting the national and regional energy matrix, contributing to Mozambique’s development.

Moçambique foca na COP28 para destacar projecto Mphanda Nkuwa

Moçambique foca na COP28 para destacar projeto Mphanda Nkuwa

Moçambique intensifica seus esforços para posicionar o projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa no centro das atenções globais durante a 28.ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28) em Dubai.

Anunciado como peça central do roteiro de energias renováveis do país, o projecto Mphanda Nkuwa tem o potencial de gerar 1500 MW, promovendo não apenas o aumento da capacidade interna de geração de energia, mas também a consolidação de Moçambique como um importante exportador de energia limpa na África Austral.

De acordo com fontes locais, o país está apostando nesse projecto multimilionário para catalisar sua tão desejada transição energética e impulsionar a integração regional. A iniciativa visa acelerar os objectivos de descarbonização, proporcionando energia hidroeléctrica flexível e acessível.

A publicação desta Terça-feira no portal Further Africa destaca a posição única de Moçambique, que, em menos de dez anos, poderá fornecer 3500 MW de energia firme e limpa a um custo atractivo para impulsionar a industrialização verde, exportações e alcançar o acesso universal sustentável.

Um painel de alto nível para discutir sobre os grandes projectos hidroeléctricos, incluindo Mphanda Nkuwa, e seu papel na transição energética, está programado para o dia 5 de Dezembro em um dos pavilhões da COP28. Neste encontro, os decisores políticos esperam avançar no envolvimento das instituições financeiras para impulsionar esses projectos estratégicos.

A presença marcante de Moçambique e o destaque do projecto Mphanda Nkuwa durante a COP28 reflectem o compromisso do país em liderar iniciativas de sustentabilidade e moldar seu futuro energético de maneira significativa.

Mozambique focuses on COP28 to highlight Mphanda Nkuwa project

Moçambique foca na COP28 para destacar projeto Mphanda Nkuwa

Mozambique is stepping up its efforts to position the Mphanda Nkuwa hydroelectric project at the centre of global attention during the 28th United Nations Climate Change Conference (COP28) in Dubai.
Announced as the centrepiece of the country’s renewable energy roadmap, the Mphanda Nkuwa project has the potential to generate 1500 MW, promoting not only an increase in domestic power generation capacity, but also the consolidation of Mozambique as an important exporter of clean energy in southern Africa.
According to local sources, the country is betting on this multi-million dollar project to catalyse its much-desired energy transition and boost regional integration. The initiative aims to accelerate decarbonisation objectives by providing flexible and affordable hydropower.

This Tuesday’s publication on the Further Africa portal highlights Mozambique’s unique position, which, in less than ten years, could provide 3500 MW of firm, clean energy at an attractive cost to boost green industrialisation, exports and achieve sustainable universal access.
A high-level panel to discuss large hydroelectric projects, including Mphanda Nkuwa, and their role in the energy transition, is scheduled for 5 December in one of the COP28 pavilions. At this meeting, political decision-makers hope to make progress in involving financial institutions to boost these strategic projects.
Mozambique’s strong presence and the prominence of the Mphanda Nkuwa project during COP28 reflect the country’s commitment to leading sustainability initiatives and shaping its energy future in a meaningful way.

Tempus Global Group revela Pesquisa Nacional de Benefícios e Gestão de Capital Humano e as tendências para empresas em 2023

A Tempus Global Group divulgou esta terça-feira (28) os resultados da Pesquisa Nacional de Benefícios e Gestão de Capital Humano de 2023, revelando insights valiosos sobre as práticas de RH nas empresas moçambicanas. O estudo, que iniciou em 2021 com 140 organizações participantes, atingiu um marco significativo neste ano, alcançando 200 empresas.

A pesquisa focou em cinco pilares: Compensação e Benefícios, Carreira, Ambiente de Trabalho, Cultura e Equilíbrio entre Vida Profissional e Pessoal. Além disso, foram destacadas as mudanças e adições na pesquisa de 2023, incluindo o aumento na participação de organizações do sector privado e ONGs.

No pilar de equilíbrio entre vida profissional e pessoal, 68% das organizações têm políticas formais que abordam essa questão. Entre essas políticas, estão a flexibilidade de horários de trabalho (60%), a oferta de dias de repouso (53%), e a possibilidade de trabalho remoto (49%). Além disso, 41% das organizações realizam acções específicas para promover o equilíbrio entre vida profissional e pessoal com base nos resultados da pesquisa.

Finalmente, sobre a experiência do colaborador, 76% das organizações participantes afirmam medir a satisfação dos colaboradores. Dentre essas, 46% realizam pesquisas internas de satisfação anualmente, 32% a cada dois anos, 10% trimestralmente e 5% semestralmente. Entre as organizações que medem a satisfação dos colaboradores, 67% afirmam que a pesquisa é realizada de forma anónima para garantir a honestidade nas respostas.

Vanessa Tavares, Gestora de Projectos da Tempus Unity, destacou que a empresa evoluiu para oferecer soluções holísticas em três áreas principais: pesquisa, consultoria e gestão de benefícios. Afirmou que todas as soluções são orientadas por dados, reflectindo a filosofia da empresa na tomada de decisões.

Ao apresentar os resultados, a Tempus abordou questões cruciais, como a representatividade dos sectores público e privado, diversidade nas áreas de actuação e a experiência dos profissionais de RH. O destaque foi dado ao aumento na participação das organizações na pesquisa, evidenciando a relevância crescente do estudo.

A relatório incluiu uma análise detalhada dos pilares da pesquisa, como Compensação e Benefícios, onde foi notado um aumento na importância do seguro de saúde como benefício. O pilar de Carreira revelou dados sobre investimentos em formação e programas de desenvolvimento, destacando uma tendência de foco na liderança.

Em conclusão, a cerimónia de divulgação contou com a presença de representantes de várias organizações, e a Tempus Global Group expressou a importância contínua do estudo na promoção de melhores práticas de gestão de capital humano em Moçambique, permitindo desta feita uma análise mais aprofundada e a implementação de melhorias estratégicas com base nos insights fornecidos.

Tempus Global Group reveals National Benefits and Human Capital Management Survey and trends for companies in 2023

Tempus Global Group reveals National Benefits and Human Capital Management Survey and trends for companies in 2023

Tempus Global Group released the results of the 2023 National Benefits and Human Capital Management Survey this Tuesday (28), revealing valuable insights into HR practices in Mozambican companies. The study, which began in 2021 with 140 participating organizations, reached a significant milestone this year, reaching 200 companies.

The survey focused on five pillars: Compensation and Benefits, Career, Work Environment, Culture and Work-Life Balance. In addition, changes and additions to the 2023 survey were highlighted, including an increase in the participation of private sector organizations and NGOs.

In the work-life balance pillar, 68% of organizations have formal policies that address this issue. These policies include flexible working hours (60%), offering days off (53%), and the possibility of remote working (49%). In addition, 41% of organizations carry out specific actions to promote work-life balance based on the survey results.

Finally, with regard to the employee experience, 76% of the participating organizations claim to measure employee satisfaction. Of these, 46% carry out internal satisfaction surveys annually, 32% every two years, 10% quarterly and 5% every six months. Among the organizations that measure employee satisfaction, 67% say that the survey is carried out anonymously to ensure honesty.

Vanessa Tavares, Project Manager at Tempus Unity, pointed out that the company has evolved to offer holistic solutions in three main areas: research, consulting and benefits management. She said that all the solutions are data-driven, reflecting the company’s philosophy on decision-making.

In presenting the results, Tempus addressed crucial issues such as the representativeness of the public and private sectors, diversity in the areas of activity and the experience of HR professionals. The highlight was the increase in the participation of organizations in the survey, highlighting the growing relevance of the study.

The report included a detailed analysis of the survey’s pillars, such as Compensation and Benefits, where an increase in the importance of health insurance as a benefit was noted. The Career pillar revealed data on investments in training and development programs, highlighting a trend towards a focus on leadership.

In conclusion, the unveiling ceremony was attended by representatives from various organizations, and Tempus Global Group expressed the continued importance of the study in promoting better human capital management practices in Mozambique, thus allowing for more in-depth analysis and the implementation of strategic improvements based on the insights provided.

British International Investment explora financiamento para projectos energéticos em Moçambique

British International Investment explora financiamento para projectos energéticos em Moçambique

O British International Investment (BII), banco de desenvolvimento do Reino Unido, expressou seu interesse em financiar mais projectos energéticos baseados em gás natural em África. O CEO do BII, Nick O’Donohoe, destacou a intenção do banco em aumentar o acesso à electricidade no continente, especialmente em meio às crescentes pressões globais para reduzir o apoio a projectos de combustíveis fósseis.

O anúncio ocorreu em um momento estratégico, à medida que o mundo se prepara para a 28.ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28), agendada para ocorrer no Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. O CEO O’Donohoe observou que, embora exista uma pressão para reduzir o apoio a combustíveis fósseis, o desafio é encontrar um equilíbrio que atenda às necessidades de mais de 600 milhões de pessoas na África que enfrentam a falta de acesso à energia confiável.

Um dos projectos mencionados é a central térmica de Temane, de 450 megawatts, em desenvolvimento pela Globeleq em Moçambique. Prevista para iniciar a produção de electricidade em 2024, a usina atenderá a demanda de 1,5 milhão de residências, utilizando gás proveniente dos campos operados pela Sasol.

O CEO destacou que o BII está comprometido em manter uma abordagem flexível, oferecendo suporte a projectos sustentáveis em diversas regiões africanas, incluindo Moçambique. Ele também mencionou que a Globeleq já iniciou operações comerciais na central de armazenamento solar e de baterias de Cuamba, na província do Niassa, Norte do país, e está avaliando outros projectos eólicos e solares.

Para impulsionar o desenvolvimento na região, o banco delineou um investimento significativo de cerca de 6 bilhões de dólares em áreas que abrangem desde energia renovável até apoio a empresas lideradas por mulheres. Este movimento reflecte o compromisso do BII em contribuir para o avanço sustentável e inclusivo em África

British International Investment explores financing for energy projects in Mozambique

British International Investment explora financiamento para projectos energéticos em Moçambique

British International Investment (BII), the UK’s development bank, has expressed its interest in financing more natural gas-based energy projects in Africa. BII CEO Nick O’Donohoe emphasised the bank’s intention to increase access to electricity on the continent, especially amid growing global pressure to reduce support for fossil fuel projects.
The announcement came at a strategic time, as the world prepares for the 28th United Nations Climate Change Conference (COP28), scheduled to take place in Dubai, United Arab Emirates. CEO O’Donohoe noted that while there is pressure to reduce support for fossil fuels, the challenge is to find a balance that meets the needs of more than 600 million people in Africa who face a lack of access to reliable energy.
One of the projects mentioned is the 450 megawatt Temane Thermal Power Plant, under development by Globeleq in Mozambique. Scheduled to start producing electricity in 2024, the plant will meet the demand of 1.5 million homes, using gas from the fields operated by Sasol.

The CEO emphasised that BII is committed to maintaining a flexible approach, offering support to sustainable projects in various African regions, including Mozambique. He also mentioned that Globeleq has already started commercial operations at the Cuamba solar and battery storage plant in Niassa province, in the north of the country, and is evaluating other wind and solar projects.
To boost development in the region, the bank has outlined a significant investment of around 6 billion dollars in areas ranging from renewable energy to support for women-led businesses. This move reflects the BII’s commitment to contributing to sustainable and inclusive progress in Africa.

Conferência de minas e energia sinaliza impulso promissor para o crescimento económico de Moçambique

Conferência de minas e energia sinaliza impulso promissor para o crescimento Económico de Moçambique

A aguardada 10ª edição da Conferência de Minas e Energia de Moçambique (MMEC) iniciou sua contagem regressiva, prometendo ser um marco significativo na indústria mineira e energética do país. O prestigiado evento, considerado o maior e mais antigo do sector, está programado para ocorrer nos dias 17 e 18 de Abril de 2024, no renomado Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano em Maputo.

Sob o tema “Parcerias para a Prosperidade: Desbloqueando os recursos de Moçambique para promover o crescimento económico nacional e regional”, a MMEC 2024 é reconhecida como a plataforma primordial para interacção entre as partes interessadas locais, regionais e internacionais. Este evento é vital para funcionários do governo, representantes das indústrias extractivas e de geração de energia, oferecendo uma oportunidade única para explorar oportunidades de indústria, projectos no sector de recursos naturais e consolidar parcerias de negócios e acordos de investimento.

Organizada pela AME Moçambique em associação com a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) e apoiada pelo Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREME), a MMEC 2024 segue os passos da bem-sucedida 9ª edição, inaugurada por Sua Excelência Filipe Jacinto Nyusi, Presidente da República de Moçambique, e distinguidos participantes internacionais e regionais.

A 10ª edição é planeada como uma celebração especial, reconhecendo a contribuição vital da MMEC ao longo de mais de uma década para o desenvolvimento de Moçambique e da região. O evento pretende superar as alturas alcançadas anteriormente, consolidando ainda mais sua posição como um dos maiores eventos nacionais, regionais e globais que reúnem os principais actores do sector de minas e energia.

Mining and energy conference signals promising boost for Mozambique’s economic growth

Mining and energy conference signals promising boost for Mozambique's economic growth

The eagerly awaited 10th edition of the Mozambique Mining and Energy Conference (MMEC) has begun its countdown, promising to be a significant milestone in the country’s mining and energy industry. The prestigious event, considered the largest and oldest in the sector, is scheduled to take place on 17 and 18 April 2024 at the renowned Joaquim Chissano International Conference Centre in Maputo.
Under the theme “Partnerships for Prosperity: Unlocking Mozambique’s resources to promote national and regional economic growth”, MMEC 2024 is recognised as the premier platform for interaction between local, regional and international stakeholders. This event is vital for government officials, representatives of the extractive and power generation industries, offering a unique opportunity to explore industry opportunities, projects in the natural resources sector and consolidate business partnerships and investment agreements.
Organised by AME Mozambique in association with National Hydrocarbons Company (ENH) and supported by the Ministry of Mineral Resources and Energy (MIREME), MMEC 2024 follows in the footsteps of the successful 9th edition, inaugurated by His Excellency Filipe Jacinto Nyusi, President of the Republic of Mozambique, and distinguished international and regional participants.

The 10th edition is planned as a special celebration, recognising MMEC’s vital contribution over more than a decade to the development of Mozambique and the region. The event aims to surpass the heights previously achieved, further consolidating its position as one of the largest national, regional and global events bringing together the main players in the mining and energy sector.

Delegação moçambicana reforça laços comerciais com Mayotte através de acordos de cooperação

Delegação moçambicana recentemente esteve nas Ilhas Mayotte, para firmar acordos de cooperação visando o fortalecimento das relações comerciais bilaterais. Esta iniciativa segue-se à missão empresarial realizada neste ano, consolidando esforços para ampliar as oportunidades de negócios entre os dois territórios.

No âmbito do sector privado, a delegação é liderada por Hermegildo Manjate, representando a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), juntamente com o Director Geral da AFIL Comercial. Do lado governamental, representantes do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural, com foco no sector de amêndoas em Moçambique, complementam a composição da delegação.

Durante a estadia em Mayotte, a delegação moçambicana participou de reuniões estratégicas com várias instituições públicas e associações económicas do sector privado local. Nessas interacções, foram assinados acordos de cooperação que buscam aprofundar os laços comerciais entre as duas regiões.

A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) desempenhará um papel crucial no processo pós-missão, elaborando um dossier abrangente para ser submetido aos comissários franceses. Esse documento visa garantir a efectivação dos acordos de cooperação agora formalizados. O foco principal desses acordos é consolidar e expandir as relações comerciais bilaterais entre Moçambique e Mayotte.

A iniciativa destaca o comprometimento tanto do sector privado quanto do governo moçambicano em explorar e capitalizar oportunidades mútuas de crescimento económico. Os resultados da missão representam um passo significativo na promoção do comércio bilateral, criando uma base sólida para parcerias sustentáveis entre Moçambique e Mayotte.