Saturday, May 2, 2026
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FACIM deve trazer resultados tangíveis para economia de Moçambique

Falando sábado por ocasião do “Dia de Moçambique” na 58ª edição da FACIM, Maleiane afirmou que a melhoria contínua da qualidade dos produtos e serviços expostos, resulta das medidas e acções que vêm sendo adoptadas pelo governo.

O governante apontou, por exemplo, para o Pacote de Medidas de Aceleração Económica (PAE), iniciativa lançada em Agosto de 2022, na cidade de Maputo, e o Programa Nacional Industrializar Moçambique (PRONAI), lançado em Agosto, na cidade de Chimoio, província de Manica, centro do país.

Tanto o PAE, assim como o PRONAI, foram lançados pelo Presidente da República, Filipe Nyusi. Com a implementação destas e outras medidas, o governo, segundo Maleiane, tem em vista assegurar a melhoria do ambiente de negócios, assim como garantir que os bens e serviços produzidos pelo empresariado nacional e estrangeiro, sejam mais atractivos e competitivos no mercado interno, regional e internacional.

“Acreditamos que com o aumento e melhoria da qualidade da produção local, comercialização e prestação de serviços, os vários intervenientes neste processo estão a contribuir para a criação de mais postos de emprego e renda para as famílias moçambicanas, bem como para a diminuição das importações e aumento das exportações”, disse.

Maleiane sublinhou a importância da FACIM como um espaço privilegiado para fazer negócios, assim como para contactos e parcerias entre expositores nacionais e internacionais, o que contribui para a integração da economia moçambicana na região e no mundo.

O dirigente acredita que, durante a realização deste evento, os expositores nacionais e estrangeiros de diferentes áreas, em particular do sector privado, souberam capitalizar experiências e estabelecer parcerias, assinando acordos e memorandos de intercâmbios, negócios e de projectos de investimento.

“Reafirmamos a determinação e o compromisso em aprimorar medidas e acções conducentes a contínua melhoria do ambiente de negócios de modo a que Moçambique se mantenha como um destino preferencial de investimentos, com maior envolvimento e participação activa do sector privado, principal motor do desenvolvimento socio-ecónomico do nosso país”, acrescentou.

A 58ª edição da FACIM, decorreu sob o lema “Industrialização: Inovação e Diversificação da Economia Nacional e juntou mais de 2500 expositores entre nacionais e estrangeiros.

“Beluluane” contribui com 1.4 mil milhões de meticais de impostos em 2022

O director-geral adjunto de Impostos na Autoridade Tributária de Moçambique, Domingos Maconto, disse que o maior contribuinte da zona industrial é a MOZAL. No entanto, a fonte reconhece que a Mozal teve um contrato diferencial pelas circunstâncias da época em que a empresa foi instalada no país.

“Foi um primeiros mega projectos que negociou com o governo de Moçambique na sua localização e para isso negociou em condições muito favoráveis a ela, porque Moçambique estava numa fase a sair da guerra e vocês se devem lembrar que a MOZAL, por isso, teve que investir nas  estradas para ligar ao Porto e receberia a  matéria-prima  para o produto acabado que é o alumínio “, afirmou o gestor.

Actualmente designado MozParks, o Parque Industrial de Beluluane, foi criado em 2000, como uma Parceria Público-Privada entre a Agência para a Promoção de Investimento e Exportações (APIEX) de Moçambique e investidores suíço-moçambicanos.

Neste momento,  o Parque acolhe mais de  50 empresas, entre as quais a Duys, Dendustri, Capital Star Steel, Engeproject (metalomecânica), Midal, MOZAL, Beleza, Matola Gás Company (MGC) e Belutécnica.

O Parque Industrial de Beluluane é considerado Parque-modelo das restantes que deverão ser implantadas pelo resto do país, tal é o caso do mais recente Parque Industrial de Topuito, estabelecido em Junho do ano corrente, como resultado da parceria entre MozParks e a mineradora Kenmare, que explora areias pesadas no distrito de Moma, na província de Nampula.

“Maragra” pode retomar em breve suas actividades

A Açucareira encontra-se paralisada após as cheias ocorridas em Fevereiro último e que danificaram parte considerável do equipamento e afectaram a produção de cana-de-açúcar. Os prejuízos causados ascendem a várias dezenas de milhões de dólares.

Para o efeito, a açucareira vai contar com novos investidores, e o ministro da Indústria e Comércio, Silvino Moreno, assegura que o governo intervir para que o processo de retoma da empresa não prejudique os trabalhadores, bem como a economia nacional.

“Há esforços no sentido de recuperá-la e penso que está numa fase avançada, acreditamos que até a próxima época estará a funcionar”, disse Moreno esta segunda-feira (04), num breve contacto com a imprensa, no distrito de Marracuene.

Segundo o ministro, as autoridades moçambicanas estão interessadas que a empresa volte a funcionar. Por isso, disse Silvino “o que nós faremos como governo é facilitar que esse processo da transferência ou da venda para outros investidores aconteça sem sobressaltos, e temos informações que esse processo já está num bom caminho”.

O governante disse, sem avançar números, que a destruição causada à empresa pelas intempéries, serão necessários grandes investimentos para a sua retoma.

“Para já, e pela informação que temos, há uma nova empresa que vai cuidar da Maragra nos próximos tempos”, disse, sublinhando que neste processo transição de propriedade, o governo não tem nenhuma objecção, cabendo-lhe apenas assegurar que sejam observadas as regras que regem a materialização do processo.

Estima-se que a paralisação da empresa açucareira de Maragra afecta cerca de cinco mil trabalhadores, incluindo permanentes e sazonais.

Vulcan revê contratos com fornecedores por queda do preço do carvão

Em causa está o preço do carvão mineral no mercado internacional que está a cair drasticamente nos últimos 12 meses, afectando o negócio da Vulcan que explora o minério, no distrito de Moatize, província de Tete, centro de Moçambique.

Só num ano, o preço caiu 289 de dólares americanos por tonelada, situando-se actualmente em 147 dólares por tonelada. Sem grande valor no mercado global, as exportações do carvão tendem também a cair, o que em última análise prejudica a economia nacional.

Os dados do site Trading Economics citado pela Carta de Moçambique ilustram que, no fim de Abril de 2022, ano em que a indiana Vulcan iniciou as operações de extracção de carvão mineral  Moatize,  o preço do minério no mercado internacional era de 328 dólares por tonelada.

Entretanto, de Maio a Julho do mesmo ano, o carvão valorizou-se consideravelmente, tendo atingido 408 dólares, 387 e 405 por tonelada, respectivamente.

No fim de Agosto de 2022, o preço do carvão mineral subiu ainda mais, para 436 dólares por tonelada, mas de lá a esta parte o valor do minério caiu drasticamente, situando-se, até meados de Agosto de 2023 corrente, em 147 dólares por tonelada, o que representa uma queda de 289 dólars por tonelada, mais que a metade do preço praticado em igual mês de 2022.

Com baixo valor no mercado internacional, a exportação do carvão mineral caiu no primeiro trimestre de 2023, de acordo com dados publicados há dias pelo Banco de Moçambique, no Relatório Trimestral da Balança de Pagamentos.

Nesse informe, o Banco  Central mostra que as receitas das exportações do carvão mineral caíram de 540 milhões de dólares no primeiro trimestre de 2022, para 460 milhões de dólares, uma redução em 80 milhões de dólares. Ou seja, a economia perdeu 80 milhões de dólares, em receitas.

Vulcan reviews contracts with suppliers due to falling coal prices

At issue is the price of mineral coal on the international market, which has fallen drastically in the last 12 months, affecting Vulcan’s business, which explores the ore, in the Moatize district, Tete province, central Mozambique.

In just one year, the price fell by US$289 per ton, currently standing at US$147 per ton. Without great value on the global market, coal exports also tend to fall, which ultimately harms the national economy.

Data from the Trading Economics website cited by Carta de Moçambique illustrate that, at the end of April 2022, the year in which the Indian company Vulcan began mining coal mining operations,  Moatize,  the price of the ore on the international market was 328 dollars per ton .

However, from May to July of the same year, coal appreciated considerably, reaching 408 dollars, 387 and 405 dollars per ton, respectively.

At the end of August 2022, the price of mineral coal rose even further, to 436 dollars per ton, but from then on the value of the ore fell drastically, remaining, until mid-August 2023, at 147 dollars. per ton, which represents a drop of 289 dollars per ton, more than half the price charged in the same month of 2022.

With a low value on the international market, mineral coal exports fell in the first quarter of 2023, according to data published a few days ago by the Bank of Mozambique, in the Quarterly Balance of Payments Report.

In this report, the Central Bank shows that revenues from mineral coal exports fell from 540 million dollars in the first quarter of 2022, to 460 million dollars, a reduction of 80 million dollars. In other words, the economy lost 80 million dollars in revenue.

Nova linha de navegação aumenta importações e exportações através do Porto da Beira

O director de operações da Cornelder de Moçambique, Miguel de Jenga, concessionária daaquela infra-estrutura portuária, disse que a capacidade de manuseamento de mercadoria vai duplicar e espera-se um aumento de oportunidades de negócios.

A fonte explicou que a nova linha de navegação tem, numa primeira fase, frequência semanal, movimentando entre 250 a 300 contentores.

“ Teremos já a chegada dos navios com maior regularidade. Estamos  a trabalhar agora com cinco, passamos para seis, significa que o Porto  irá tornar-se ainda mais competitivo. Como sabem, agora estamos num bom ritmo a partir do Zimbabwe. Temos ainda a capacidade de podermos aumentar a nossa quota de mercado na Zâmbia e na República Democrática do Congo, significa que o porto da Beira ainda tem margem para crescimento “,  afirmou o gestor.

O Porto da Beira está localizado estrategicamente no centro do país, liga directamente, quer por via rodoviária ou ferroviária, os principais mercados do hinterland da África Austral, o Zimbabwe, Malawi, a Zâmbia, Botswana, a República Democrática do Congo e outras rotas do comércio internacional.

No local encontra-se um terminal de contentores, dos mais modernos na região. As infra-estruturas abarcam um cais de 645 metros de comprimento e uma profundidade de 12 metros. O Terminal possui 4 pórticos porta-contentores navio-terra, dois dos quais com capacidade de 65 toneladas de carregamento.

O Porto comporta, igualmente, um terminal de carga geral, que compreende 4 caís com um comprimento total de 670 metros e uma profundidade de 9.5 metros.

Empresas públicas reduzem a exposição do Estado a riscos orçamentais

O documento, divulgado na Quinta-feira, revela que o Sector Empresarial do Estado reduziu a exposição do Estado aos riscos fiscais, o que se deve à redução do stock da dívida deste sector de 22 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021 para quatro por cento em 2022.

De acordo com o relatório, a redução de 18 pontos percentuais é explicada pela regularização dos activos dos projectos de gás natural participados pela Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) na Bacia do Rovuma, ao largo da costa da província nortenha de Cabo Delgado.

Em Dezembro de 2021, a dívida das empresas públicas e participadas pelo Estado ultrapassava os 200 mil milhões de meticais, e em dezembro de 2022 tinha caído para menos de 50 mil milhões de meticais.

“Os riscos estão concentrados nas empresas que sistematicamente apresentam resultados líquidos negativos e nas que têm capitais próprios negativos”, explica o documento, acrescentando que a exposição direta está relacionada com a dívida garantida, como as Garantias Soberanas, Cartas de Conforto do Estado, Cartas Soberanas, Garantias do Estado e Acordos de Retrocessão.

Enquanto em 2021, cinco empresas apresentavam grandes riscos para as contas do Estado), em 2022, apenas três empresas – Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), a empresa pública de combustíveis (PETROMOC) e a empresa de telefonia móvel TMCEL – apresentavam uma grande dimensão de activos e um nível de risco muito elevado.

“Estas empresas merecem maior atenção do Estado em 2023/2024, pelo facto de exporem fortemente as finanças públicas”, explica o documento.

De acordo com o Ministério da Economia e Finanças, em 2022, os contratos de retrocessão detidos pelo Sector Empresarial do Estado caíram de 5,4 por cento do PIB em 2021 para 4,8 por cento. Mas continuam a ser superiores aos registados no período entre 2013 e 2017, quando variaram entre 3,8 por cento e 4,4 por cento do PIB.

 

Cabo Delgado e Alemanha melhores expositores da FACIM 2023

A cerimónia de premiação teve lugar sábado (02) e foi testemunhada pelo Primeiro-ministro moçambicano, Adriano Maleiane. Na categoria de melhor província, Tete ocupa a segunda posição, e em terceiro e último lugar está o  Niassa, norte do país.

Para a categoria de província com mais produtos manufacturados ou embalados, o primeiro lugar coube a Tete, o segundo a central de Sofala, e em terceiro a de Manica, no centro do país.

Para a categoria de província mais informativa, a de Nampula, norte de Moçambique, amealhou o primeiro lugar, seguido da meridional de Maputo. A terceira posição, na mesma categoria está a província sulista de Gaza.

Para a categoria de província melhor gestora de stand no Pavilhão de Moçambique, o júri atribuiu Inhambane a primeira posição. O segundo lugar coube a de Niassa e o terceiro e último a central da Zambézia. Para a categoria de província Revelação, a cidade de Maputo venceu e teve uma classificação única.

Na classificação única, para categoria de Distinção Especial, Cabo Delgado é a província de Honra. Ainda na classificação única, e na categoria de Prémio Agropecuária, a empresa OGA Rural venceu o prémio.

Para a categoria de Melhor Pequena e Média Empresa (PME) com produto manufacturado, a Mozambique Good Trade ficou em primeiro lugar, seguido pela empresa Gutsamba e depois a OWANI.

A Secretaria de Estado de Desporto venceu a categoria de Instituição que participa pela primeira vez, porque exibiu toda a cadeia do sector do desporto.

O Ministério dos Recursos Minerais e Energia ocupou a primeira posição como a Melhor Instituição Pública. O segundo lugar coube ao Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural. O terceiro lugar ficou para o Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos.

Para a categoria de Melhor Expositor Inovador Nacional, o primeiro lugar foi para o Instituto de Gestão e Participações do Estado (IGEPE) e o segundo lugar para a Agência do Desenvolvimento do Vale do Zambeze (ADZ).

Prémio de melhor país expositor vai para Alemanha

Na categoria de melhor país expositor, a Alemanha ficou em primeiro lugar, seguido de Portugal e depois o Ruanda. Para a categoria de Melhor Empresa Estrangeira, o primeiro lugar coube a multinacional alemã Gauff Engeneering.

A segunda posição está a empresa sul-africana Rangel Logistic Solutions, e na terceira posição a CLP Intertrade CO Lda., da Tailândia. Na categoria de Distinção Especial, o prémio para País de honra ficou com a Itália. Na categoria de país que participa na Feira pela primeira vez, com classificação única, está a República do Congo.

Maleiane felicitou aos premiados nas diferentes categorias, sublinhando que o reconhecimento sirva de estímulo para mais realizações no futuro.

“Renovamos a nossa saudação aos expositores nacionais e estrangeiros, incluindo aos visitantes, por terem transformado a 58ª edição da FACIM 2023, num verdadeiro espaço de realização de negócios, internacionalização da nossa economia e até mesmo de convívio”’, disse.

A 58ª edição iniciou segunda-feira (28) e decorreu sob lema “Industrialização, inovação e diversificação da economia nacional“. A FACIM é realizada anualmente.

Energia de Mpanda Nkuwa vai garantir segurança nacional energética

Mpanda Nkuwa, um projecto energético considerado estruturante, terá a capacidade de produzir até 1500 Gigawatts (GW) de energia. Espera-se que o empreendimento venha contribuir para a expansão da rede eléctrica nacional, permitindo que a energia chegue a mais famílias moçambicanas e empresas nacionais.

Igualmente, parte dessa energia deverá ser exportada para os países vizinhos de Moçambique, sobretudo os do hinterland, no âmbito de integração regional a nível da África da Austral.

Carlos Yum, diz que essa exportação não deve colocar em causa a estabilidade energética do país, por isso os acordos de partilha devem acomodar os objectivos macroeconómicos de Moçambique.

“O melhor modelo seria o de o país que solicitar a nossa energia estipulasse a quantidade que precisa. Nesse sentido, será cômodo avaliar o que podemos vender a esse país dentro dos limites da energia disponível”, explicou Yum.

Prosseguindo, o gestor da Mpanda Nkuwa enfatizou que outro aspecto a ter em conta é o período em que esses acordos de exportação da energia vão compreender, se se pensar na demanda das indústrias nacionais no presente e no futuro.

“Imagine conceder energia a outro país por 10, 20 anos ou mais e dentro desse período Moçambique necessitar parte da tranche vendida e na sequência disso exigirmos o que já ofertamos, não seria agradável aos parceiros, então é seremos cautelosos nos modelos de compra e venda, para salvaguardar as metas nacionais”, afirmou a fonte.

Procura regional e parcerias favorecem o projecto

O país tem uma estratégia de exportação de energia eléctrica e visa contratos de venda com a África do Sul, Botswana, Zimbabwe, Lesoto e o Malawi. Em 2030, haverá aproximadamente 5.5 Gigawatts (GW) de procura regional de energia e que pode ser fornecido por Moçambique.

A produção de electricidade nos países vizinhos é dominada pela energia do carvão, em torno de 90 por cento, a qual tem pouca flexibilidade para integrar fontes de energia variáveis e renováveis (Solar e eólica). A oportunidade de obter lucros na exportação de energia poderá reduzir os custos internos de energia no país.

Ao todo, o orçamento previsto para a concretização deste projecto está estimado em 4.5 mil milhões de dólares norte-americanos.

De acordo com o director do Gabinete de Implementação do Projecto, Carlos Yum, para além da União Europeia e o Banco Europeu de Investimento que anunciaram o financiamento em 500 milhões de dólares, hás mais mais parceiros interessados.

O Banco Africano de Desenvolvimento, Agência Francesa de Desenvolvimento, Banco de Desenvolvimento Sul-Africano, Banco Islâmico de Desenvolvimento,  são os nomes que, agora, tencionam contribuir para a concretização do empreendimento.

Abdul Jivane é o novo PCE do BNI

O Banco Nacional de Investimento (BNI) instituição financeira detida pelo Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) nomeou, na última quinta-feira, Abdul Jivane para o cargo de Presidente da Comissão Executiva (PCE) em substituição de Tomás Matola.

Antes da sua ascensão à presidência do BNI Abdul Jivane ocupou o cargo de administrador executivo no mesmo banco desde 2015.

Quanto ao perfil académico, é licenciado em economia pela Universidade Eduardo Mondlane (UEM) e possui mestrado em finanças empresariais pela Universidade de Liverpool e Pós-graduação em gestão bancária pela Catolica Lisbon School of Business and Economics.

O BNI é uma instituição financeira de desenvolvimento, detida pelo Estado moçambicano e destinada ao financiamento de longo prazo para empreendimentos sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento social e económico do País. As principais áreas de actuação do banco são infra-estrutura, recursos naturais, energia, agricultura, indústria, comércio e transporte.