Monday, May 4, 2026
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Mphanda Nkuwa conta com mais de 34 mil milhões de meticais da UE e do BEI

O anúncio foi feito num encontro nesta semana entre o Gabinete de implementação do projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa (GMNK) e uma delegação de alto nível da União Europeia e do Banco Europeu de Investimento para a discussão de matérias relacionadas com a estrutura e financiamento do empreendimento.

Concertamente, o valor vai ser repartido para financiar o projecto da infraestrutura da linha de transporte de energia de alta tensão, com custo ate 300 milhões de euros, dos quais 50 milhões em termos não reembolsáveis (donativos) e em 200 milhões de euros para o projecto da central hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa.

Durante o encontro, a delegação europeia recebeu informação sobre o estágio do projecto, estudos técnicos e ambientais, financiamento, seleção do parceiro estratégico, mercado de energia e o cronograma de implementação.

Com um custo estimado de 4,5 milhões de dólares norte-americanos, o projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa inclui o desenvolvimento de uma barragem a fio de água, bem como uma central de geração de energia com capacidade instalada de produção de corrente eléctrica de até 1500 Megawatts e uma linha de transporte de alta tensão de Tete a Maputo, com cerca de 1300 quilómetros.

O projecto será a opção de menor custo de geração de energia.  O mesmo irá posicionar Moçambique como polo energético regional, contribuir para o acesso universal e de industrialização, criação de emprego, capacitação técnica e exportação de energia. O projecto de Mphanda Nkuwa será fundamental para a transição energética e descarbonização da região austral do continente africano.

Comércio entre Moçambique e Reino Unido cresceu 4% em 2022

Falando no arranque das actividades do último dia (07) da Conferência de Energia e Indústrial, na cidade de Maputo, a diplomata destacou um número de empresas britânicas que contribuiram para o crescimento comercial entre os dois países.

A Globeleq, Vodacom, Kenmare, Intertek, Gemfields, Arc Power, Maragra Sugar, Agriterra e ECA estão entre os maiores investidores e contribuintes no país. Socialmente, segundo Lewis, estas companhias contratam directa e indirectamente, milhares de moçambicanos com foco na transferência de tecnologias e prestação de serviços.

A dirigente disse que estas empresas actuam em conformidade com as políticas de conteúdo local em áreas críticas como agricultura, telecomunicações, mineração, energias renováveis entre outras.

Os pronunciamentos de Helen Lewis estiveram também em torno da importância de investimentos orientados para a consolidação resiliência climática no país.

“Trabalhamos e continuaremos a fazê-lo para atrair mais investimento do sector privado que contribuam para fortalecer a capacidade de adaptação e resiliência às alterações climáticas em Moçambique. Em particular, para ajudar a garantir uma transição energética limpa e justa que forneça energia para todos até 2030”, afirmou Helen Lewis.

Mais para investimentos locais, a governante dise que o Governo do Reino Unido “está em estreita colaboração com o executivo moçambicano, para promover iniciativas e estratégias, que visam estimular e desenvolver iniciativas de conteúdo local através da promoção de parcerias entre micro, pequenas e médias empresas dos dois países”.

A diplomata referiu-se também sobre a cooperacção na área de educação e do fortalecimneto do gênero, tendo destacado que o Reino Unido está a apoiar às mulheres empreendedoras através do programa ITC SheTrades Commonwealth, que está a realizar um diagnóstico de avaliação de necessidades, destinado a identificar desafios e oportunidades.

Segundo disse, esse programa tem em vista apoiar as empresas e fornecer recomendações para a integração de empresas lideradas por mulheres moçambicanas, como fornecedoras de vários sectores, com particular enfoque nas indústrias do sector de energia e auxiliares.

No que toca ao ensino técnico e profissional, Lewis precisou que Governo do Reino Unido realizou um estudo do sistema de ensino técnico e profissional com base na comparação de requisitos internacionais para área de petróleo e gás.

Essa pesquisa decorreu em parceria com a Autoridade Nacional de Educação Profissional e Grupo de Trabalho de Conteúdo Local do Governo de Moçambique liderado pelo Ministério de Recursos Minerais e Energia (MIREME).

Helen Lewis afirmou que o obectivo é de garantir que os recursos naturais geram mais empregos, promovam o desenvolvimento da indústria local de forma inclusiva, elevem as competências dos moçambicanos e o sistema de educação nacional como um todo.

 

País demonstra sinais de economia estável nos próximos anos

Quem o diz é Miguel Joia, da a Associação Moçambicana de Conteúdo Local (AMCL), que se referiu, por exemplo, da possiblidade do regresso das operações da petrolífera francesa, TotalEnergies, na Área 1 da Bacia do Rovuma, península de Afungi, no distrito de Palma, em Cabo Delgado.

Para Miguel Joia, que falava à margem do encerramento da segunda edição da Conferência de Energia e Indústria (Energy&Industry Summit, em inglês), o país continua a demonstrar capacidade atractiva de investimento estrangeiro, facto que também anima às empresas nacionais.

A fonte disse que a conferência, por si só, descortinou o quão o sector privado e o Governo são importantes na busca de soluções face aos desafios trazidos pelos megaprojectos no território nacional.

“Esta conferência possiblitou a que as empresas nacionais tenham informações e instrumentos de formação, certificação, contactos empresariais com grandes parceiros de negócios. Siginifica que temos condições de continuarmos todos os próximos anos e sermos considerados o maior evento na área de indústria e gás em Moçambique”, expressou-se Miguel Joia.

Recorde-se que a edição deste ano teve a sua primeira fase nos dias 30 e 31 de Maio na província de Cabo Delgado. Sobre o facto, Joia disse que foi oportuno que evento tenha também acontecido naquele ponto de extremo norte do país, dada a importância da província para a economia nacional.

“De facto, a província precisa de elevar o espírito de crescimento no âmbito de petróleo e gás e o que vimos foi animador, a avaliar pela presenca massiva de dirigentes, líderes, executivos do sector privado e de investidores”, acrescentou.

Em termos de projecção de empresas nacionais no contexto internacional, Joia refere que o evento abriu portas para que estas participem em outros eventos similares no estrangeiro.

A fonte falava, por exemplo, da Exposição e Conferência Internacional de Petróleo da África Subsaariana (SAIPEC, sigla em inglês), promovida pela Associação de Tecnologia de Petróleo da Nigéria (PETAN), evento hospedado na cidade de Lagos.

Falando sobre a adesão de Moçambique à Agência Seguradora do Comércio em África, cuja Resolução foi, terça-feira, aprovada pelo Governo, Joia disse que a medida favorece muito ao empresariado nacional, uma vez que as empresas poderão ter garantias de pouco risco nos seus investimentos.

Agência Seguradora do Comércio em África oferece diferentes tipos de seguro, nomeadamente, seguro de Risco Politico Comercial, Risco Politico abrangente, Seguro de Investimento Directo Estrangeiro, Coberstura de Emprestimo do Projecto, Cobertura de Activos Moveis, Cobertura de Seguro de Crédito, incluido Chamada de Injusta de Titulos e Cartas de Credito “Standby”.

 

 

 

 

Conteúdo local e energias renováveis dominam o fim da conferência de energia e indústria

O painel em alusão foi composto por Agnaldo Laice, Gidião MBanze e Samora Machel Jr, gestores gerais e Presidente de Conselho de Administração de TWIGG Exploration&Mining, da Grafex Lda/Triton Minerals Ltd e Montepuez Ruby Mining, respectivamente.

Sobre o conteúdo local, Mbanze referiu-se à necessidade de as empresas nacionais garantirem que prestam serviços respeitando o termos  acordados no processo do “procurement”. O gestor contou que “há empresas que se comprometem a prestar determinados serviços, mas depois não cumprem as suas responsabilidades”.

Agnaldo Laice e Samora Machel Jr caracterizaram o actual ambiente de negócios na província de Cabo Delgado, referindo-se que neste momento, as empresas estão a reeguer-se do “stress” causado por instabilidade que vinha assolando a região.

Os empresários disseram que um dos aspectos importantes agora é cooperação entre as firmas, pois tal vai possibilitar consolidar um ecossistema de negócios favorável tanto para as multinacionais como para as empresas locais.

Actuando em Cabo Delgado, o empresariado da província referiu-se ao envolvimento do governo, cujos esforços reflectem-se na tomada de medidas favoráveis para as empresas que operam naquele ponto do país e não só. Machel Júnior disse, entretanto, que é crucial reduzir os processos burocráticos para acelarar as operações dos projectos.

No evento, o debate tambem girou em torno de energias renováveis, tendo dois paineis que abordaram sobre a temática, terem ressaltado que o país tem condições para destacar-se neste pilar de desenvolvimento energético. Os painelistas, referiram-se, por exemplo, que Moçambique possui quantidades significativas de hidrogénio, que pode ser aproveitado para a resiliência climática.

Os conferencistas ressalvaram que o sucesso das energias renováveis depende muito de investimento no sector e cooperação entre os países.

A introdução de novas tecnologias, a abertura de oportunidades de financiamento de contratos entre as empresas do sector energético também foram temas que estiveram na mesa de discussões.

A Conferência de Energia e Indústria que começou na terça-feira na cidade de Maputo também aconteceu na província de Cabo Delgado nos dias 30 e 31 de Maio, a convite do governo local, dada a pertinência do evento para o empresariado local. Este ano, a Energy&Industry Summit 2023 aconteceu na sua segunda edição consecutiva.

 

 

 

Investidos 61 milhões de meticais para assegurar a competividade do Porto de Maputo

A informação foi  partilhada, há dias, pelo Presidente do Conselho de Administração do Instituto de Transporte Marítimo (ITRANSMAR), Unaite Mustafa, durante mais uma jornada de trabalho ao longo do canal de acesso ao Porto de Maputo.

Segundo disse Mustafa, a actividade em curso consiste na substituição e na manutenção de um total de quarenta e três boias de sinalização marítima posicionadas ao longo do canal de acesso.

O dirigente fez saber que, neste momento, o Instituto já está a proceder com os trabalhos de substituição das boias de sinalização na baía de Maputo, cujo objectivo é garantir melhores condições de navegação ao longo do canal de acesso do mesmo.

“Neste momento estamos a dar continuidade de um trabalho que começou em Abril e esperamos terminar ainda dentro deste mês de junho. A actividade consiste na manutenção do total das boias que o canal de acesso ao ponto de Maputo tem, tendo algumas sido substituídas por novas”, explicou.

Trabalho similar será feito no porto de Mocímboa da Praia, em Cabo Delgado. Já na sua fase conclusiva, segundo explicou Mustafa. O Projecto é financiado pelo Governo moçambicano, na perspectiva de viabilização do transporte marítimo de pessoas e carga, dinamizando deste modo a economia por via do mar.

O Instituto de transporte Marítimo foi criado através do decreto número 83/2021 e tem como missão a supervisão, regulamentação, fiscalização e inspecção das atividades de transporte marítimo, fluvial e lacustre e de sinalização marítima nas áreas portuárias.

IGEPE procura consultores para auditarem contas de 2020 a 2023 em empresas participadas pelo Estado

Para o efeito, o IGEPE lançou um concurso para contratar uma empresa especializada em auditoria, com vista à análise dos relatórios e demonstrações financeiras consolidadas do Sector Empresarial do Estado.

Conforme se pode perceber dos termos da licitação para auditoria ao SEE, o IGEPE pretende que sejam identificadas “eventuais fraquezas no processo de consolidação das contas do Sector Empresarial do Estado” e produzidas “recomendações visando à sua melhoria”.

O IGEPE explica que a participação no concurso estará restrita a uma lista curta que será aprovada pela entidade contratante, em que serão seleccionados um mínimo de três e um máximo de seis consultores para o mesmo objecto a ser contratado.

As empresas participadas maioritariamente são o Banco Nacional de Investimento, Silos e Terminal Graneleiro da Matola, Transmarítima, Sementes de Moçambique, Sociedade Moçambicana de Medicamentos, Monte Binga, Sociedade do Notícias, Sociedade de Gestão Imobiliária, Linhas Aéreas de Moçambique.

Neste grupo de empresas também estão o Complexo Agro-Indústrial de Chókwe, HCB, TMCEL, Empresa Moçambicana de Exploração Mineira, Petromoc, EMOPESCA, EMOSE, Empresa Moçambicana de Importação e Exportação de Medicamentos e Companhia do Pipeline Moçambique Zimbabwe e, mais recentemente, a Bolsa de Valores de Moçambique (BVM).

As empresas participadas de forma minoritária são a Açucareira de Moçambique, Açucareiro de Xinavane, Autogás, Carteira Móvel, Cervejas de Moçambique, Coca-Cola Moçambique, Companhia de Sena, Companhia Moçambicana de Gasoduto, GAPI, Hotel Cardoso, Indústria Florestal de Manica, MEXTUR, Millennium Bim, Moçambique Previmente, Mogás, Mozal, Emeritus Resseguros, Norsad Finance, Sociedade Malondae e a Teledata.

 

MEF ao rubro para remoção do país da Lista Cinzenta sobre lavagem de dinheiro

Moçambique está na Lista Cinzenta do GAFI, desde Outubro de 2022, depois de o organismo ter constatado incumprimentos nas acções de prevenção e combate ao branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo no país.

Para tirar o país da referida Lista, o MEF está a corrigir deficiências constatadas pelo GAFI no combate ao branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo, acomodando as recomendações do organismo, especificamente na área da legislação e na identificação do beneficiário efectivo.

Os trabalhos do Ministério de Economia e Finanças incluem, igualmente, a correcção da fraca avaliação nacional e sectorial de risco, bem como fraco recrutamento dos recursos humanos e capacitação financeira e técnica institucional.

Relativamente à capacitação institucional, o GAFI exige a criação de um Comité de Coordenação Permanente sobre Branqueamento de Capitais e Financiamento do Terrorismo composto pelas autoridades de aplicação da Lei, nomeadamente, o Tribunal Supremo (TS), Procuradoria-geral da República (PGR) e Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), de modo a garantir a cooperação efectiva e atempada.

A instituição intergovernamental exige, ainda, a aquisição e apetrechamento de material técnico e operativo para o Gabinete de Informação Financeira de Moçambique (GIFIM), PGR e SERNIC; a intensificação da estratégia de comunicação pelos sectores, bem como a indicação de pessoas para trabalhar exclusivamente nas matérias relativas à remoção de Moçambique da Lista Cinzenta e/ou no âmbito do funcionamento sectorial.

A lista das exigências do GAFI não para por aqui. O organismo recomenda também alterações legislativas, como a revisão pontual da Lei do Confisco Civil; das Leis de Branqueamento de Capitais e Financiamento ao Terrorismo.

Ainda no capítulo legislativo, a instituição recomenda ao Governo a submeter a Proposta de Lei do Processo Electrónico para efeitos de aprovação, bem como elaboração de Proposta de Regulamentação das Leis de Branqueamento de Capitais e Financiamento ao Terrorismo.

Dessas recomendações, fonte do MEF disse haver progressos assinaláveis que constam do primeiro relatório enviado em Março passado pelo Governo (e cujos resultados foram confirmados a 31 de Maio passado) ao Grupo de Revisão da Cooperação Internacional (ICRG), entidade ligada ao GAFI, que reúne especialistas que acompanham o progresso dos países em assuntos relacionados com o branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo.

A nossa fonte assinalou que, das várias exigências, o Governo já iniciou de um modo geral a avaliação sectorial de risco para actividades e profissões não financeiras, a avaliação nacional do risco de financiamento ao terrorismo e, particularmente, em Organizações Não-Governamentais em Moçambique.

Além disso, a fonte garantiu terem já arrancado acções para a revisão pontual e regulamentação das Leis de Branqueamento de Capitais e Financiamento ao Terrorismo e de Beneficiário efectivo. Frisou ainda haver interoperabilidade em acções de Comité de Coordenação Permanente sobre Branqueamento de Capitais e Financiamento do Terrorismo entre SERNIC, PGR e TS.

 

 

 

 

País terá a economia mais acelerada dos PALOP em 2024

Fazendo uma previsão geral,  em 2024, as economias deste grupo de países vão acelerar o crescimento comparativamente a este ano, com excepção da Guiné Equatorial, que se afunda numa recessão, e a Guiné-Bissau, que mantém a expansão deste ano.

Cabo Verde, ainda a recuperar da significativa originada pela quebra nas receitas do turismo devido à pandemia da Covid-19, deverá registar um crescimento de 4,8 por cento este ano e 5,4 por cento em 2024, confirmando a robustez da recuperação económica.

A Guiné-Bissau deverá manter o crescimento de 4,5 por cento neste e no próximo ano, ao passo que Angola não deverá conseguir manter o crescimento de 2021, registado no ano seguinte a cinco anos de recessão económica.

São Tomé e Príncipe também deverá acelerar de 2,1 por cento este ano para 3,4 por cento no próximo ano, ficando apenas um pouco acima do crescimento registado no primeiro ano da pandemia, em 2020, quando a economia cresceu 3,1 por cento.

No extremo oposto está a Guiné Equatorial, que continua incapaz de fazer a economia crescer. O mais recente país da organização está mergulhado em recessão desde meados da década passada, tendo apenas interrompido este ciclo negativo com um crescimento de 2,9 por cento no ano passado.

 

 

 

 

 

 

SPROWT e BRICS Women’s Business Alliance SA promovem conferência de mulheres este mês

Nesse sentido, a Fundação SPROWT e a BRICS Women’s Business Alliance South Africa (BWBA SA) vão, no dia 21 de Junho, realizar a primeira conferência das mulheres denominada Women’s Frontline Development Conference (W5FDC), com o objectivo de elevá-las em lugares de liderança, compartilhar conhecimentos e promover o papel destas no ambiente profissional.

A iniciativa é promovida pela PIONEER Leadership Network for Women in Africa e poderá reunir líderes e executivos nacionais e internacionais de diversos sectores, que vão partilhar e discutir as contribuições e benefícios das mulheres como partes integrantes da economia e o desenvolvimento sustentável.

A conferência vai acontecer em formato híbrido (presencial e online) e bilingue (português e inglês). Os debates do evento estarão dividos em três painéis principais e cada um vai abordar temáticas relevantes relacionadas à liderança das mulheres e seu impacto na sociedade.

Tematicamente, o primeiro painel abordará a importância e a relevância da liderança feminina, trazendo factos de âmbito económico que comprovam o seu valor e influência. O segundo painel, por sua vez, discutirá o papel das mulheres na liderança para o desenvolvimento de estratégias em todos os níveis.

Por último, a discussão do terceiro painel estará em torno da avaliação do impacto da igualdade de género para uma sociedade sustentável. Este vai demonstrar como a busca pela equidade traz benefícios para o desenvolvimento ne geral.

A colaboração entre a Fundação SPROWT e a BRICS WBA SA é vista como estratégica e exemplifica o poder da necessidade de diferentes organizações aliarem-se em prol da equidade e igualdade de género e do avanço das mulheres.

Particularmete, a SPROWT tem-se dedicado ao desenvolvimento de liderança e capacitação de mulheres e orienta-se na ideia do fortalecimento e empoderamento feminino. A organização promove a equidade e a igualdade de género, facilita uma educação valiosa, contribuindo dessa forma, para o desenvolvimento de Moçambique.

Já a BRICS WBA SA actua como uma plataforma para a cooperação e o desenvolvimento de negócios entre os países, buscando impulsionar a inovação, o empreendedorismo e o empoderamento das mulheres dentro deste contexto.

As acções da W5FDC estão alinhadas aos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, mais especificamente os ODS número 5 e 17, que defendem a igualidade de género e Parcerias, respectivamente.

A  conferência que vai acontecer no hotel Meliá Maputo Sky, na cidade de Maputo, espera-se que siva de uma plataforma para conectar mulheres líderes e executivas, de troca de experiências, aprendizado e construção de parcerias. O evento tem também o potencial de promoveiros parceiros que tenham programas e projectos que impactam directamente às raparigas e mulheres.

Moçambique pode beneficiar de financiamento do BAE para transição energética

Foto: Diário Económico

Segundo o secretário-geral do organismo, Omar Farouk Ibrahim, o principal objectivo consiste em resolver a lacuna financeira criada pela saída dos investidores estrangeiros, que, recentemente, começaram a afastar-se dos combustíveis fósseis.

Além disso, Ibrahim referiu que o Banco Africano de Energia tem o potencial de fomentar a cooperação e colaboração entre os países africanos nas áreas de petróleo e gás, numa altura em que a transição energética desafia os produtores a dominar a tecnologia, criar mercados e encontrar novas fontes de financiamento.

Moçambique, como membro da APPO está na lista dos 18 países africanos comprojectos de gás elegíveis para financiamento pelo BAE.

O facto já tinha sido destacado pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, quando durante a abertura da 9ª Conferência e Exposição de Minas e Energia, realizada em Maputo, anunciou que o país está em processo de adesão à organização para garantir uma gestão aberta, transparente e responsável dos recursos minerais.

Igualmente, Moçambique terá a oportunidade de se juntar a um grupo de países com os mesmos interesses, alguns dos quais têm feito grandes progressos na indústria de petróleo e gás.

Omar Ibrahim precisou que Moçambique pode desempenhar um papel importante da busca de soluções para os desafios que a transição energética coloca aos governos e populações do continente africano. O dirigente referia-se, especialmente, àqueles cujas economias dependem fortemente das receitas dopetróleo e gás.