Sunday, June 7, 2026
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Government intends to prioritize industrialization by capitalizing on local raw materials, says Prime Minister

Governo pretende priorizar industrialização através da capitalização de matérias-primas locais, afirma Primeiro-Ministro

The Prime Minister of Mozambique, Adriano Maleiane, emphasized the importance of capitalizing on local raw materials to boost the country’s industrialization and achieve rapid economic growth. He made these statements during his participation in the Dialogue on Prosperity in Africa, held in Accra, the capital of Ghana, last Saturday (27).

Maleiane reaffirmed Mozambique’s commitment to implementing measures and actions that promote an increase in national industrial production, with a focus on using local raw materials and encouraging an increase in trade, especially with African countries. He stressed that strengthening trade ties between African nations will contribute to the consolidation of the African Continental Free Trade Area and to achieving the goals of African Agenda 2063.

The Prime Minister stressed the importance of a solid partnership between the continent’s business sector and financial institutions, believing that this will promote and strengthen economic and trade relations. He highlighted the need for a more vibrant involvement of the business sector and national, regional and international financial institutions to boost investment in technologies and innovation.

Maleiane concluded by emphasizing the need to create solid and secure foundations for increased production and industrialization in Africa, through the valorization of raw materials.

These statements by the Prime Minister reflect Mozambique’s commitment to promoting sustainable industrial development, using the country’s natural resources to boost economic growth and strengthen trade relations within the African continent.

It is hoped that this approach, which prioritizes the capitalization of local raw materials, will contribute significantly to Mozambique’s economic growth and to the accelerated development of Africa as a whole.

Maleiane’s participation in the Africa Prosperity Dialogue reinforces the leading role that Mozambique is seeking to play on the African economic scene, promoting regional cooperation and sustainable development through industrialization and intra-continental trade.

Governo Moçambicano planeia ampliar base do IVA e introduzir imposto adicional sobre rendas

O governo de Moçambique está comprometido em implementar reformas fiscais fundamentais para impulsionar o crescimento económico e atingir metas de redução da dívida. Em uma carta enviada ao Fundo Monetário Internacional (FMI), o ministro da Economia e Finanças, Max Tonela, e o governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, delinearam planos para ampliar a base do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) e introduzir um “imposto adicional” sobre rendimentos de alugueis.

O documento destaca o compromisso do governo em eliminar isenções e taxas zero identificadas anteriormente até o final de 2023, como parte da implementação plena das reformas do IVA. Além disso, o governo está buscando aumentar a receita interna por meio do alargamento da base do IVA e da introdução de um imposto adicional sobre rendimentos de aluguer de bens pessoais.

Outra medida mencionada na carta é a intenção de alinhar o preço de referência da indústria extractiva com os preços internacionais, seguindo as melhores práticas e apoiado por medidas de administração fiscal. Em Abril do ano passado, o governo tomou a decisão de retomar o mecanismo automático de preços dos combustíveis para os preços do gasóleo e da gasolina, o que contribuiu para reduzir as fricções de mercado e fortalecer a responsabilidade fiscal.

Essas iniciativas fazem parte de um esforço mais amplo do governo para fortalecer a saúde fiscal do país e promover um ambiente propício para o crescimento económico sustentável. A implementação dessas reformas será crucial para alcançar os objectivos de desenvolvimento de Moçambique e garantir uma base sólida para o futuro económico do país.

Mozambican government plans to broaden VAT base and introduce additional income tax

Governo Moçambicano planeia ampliar base do IVA e introduzir imposto adicional sobre rendas

The Mozambican government is committed to implementing fundamental fiscal reforms to boost economic growth and achieve debt reduction targets. In a letter sent to the International Monetary Fund (IMF), the Minister of Economy and Finance, Max Tonela, and the Governor of the Bank of Mozambique, Rogério Zandamela, outlined plans to broaden the base of Value Added Tax (VAT) and introduce an “additional tax” on rental income.

The document highlights the government’s commitment to eliminate previously identified exemptions and zero rates by the end of 2023, as part of the full implementation of the VAT reforms. In addition, the government is seeking to increase domestic revenue by broadening the VAT base and introducing an additional tax on rental income from personal property.

Another measure mentioned in the letter is the intention to align the extractive industry’s reference price with international prices, following best practices and supported by tax administration measures. In April last year, the government took the decision to resume the automatic fuel price mechanism for diesel and gasoline prices, which has helped to reduce market frictions and strengthen fiscal responsibility.

These initiatives are part of a broader effort by the government to strengthen the country’s fiscal health and promote an environment conducive to sustainable economic growth. Implementing these reforms will be crucial to achieving Mozambique’s development goals and ensuring a solid foundation for the country’s economic future.

Ligações eléctricas irregulares causam prejuízo de 6 milhões de meticais à EDM

Ligações eléctricas irregulares causam prejuízo de 6 milhões de meticais à EDM

A Electricidade de Moçambique (EDM) divulgou hoje que o número de casos de instalações com fornecimento de energia irregular está em ascensão, especialmente na Beira, província de Sofala, resultando em significativos prejuízos económicos.

De acordo com Aníbal Barca, director da Área de Serviço ao Cliente da EDM, das 534 instalações inspeccionadas, foram identificadas 91 ligações irregulares, causando um prejuízo estimado em seis milhões de meticais à empresa. Durante uma campanha de inspecção regional, dois indivíduos foram detidos por supostamente facilitarem a adulteração de contadores para o “roubo de energia”.

“Como resultado dessa campanha, aproximadamente dois milhões de meticais foram recuperados em multas aplicadas aos clientes, os quais foram impedidos de consumir energia“, destacou Barca.

Essas práticas têm impactado negativamente as metas estabelecidas para o sector eléctrico, resultando em perdas significativas para a empresa e afectando o desenvolvimento de projectos. A EDM está empenhada em combater essas irregularidades e garantir a integridade e eficiência de seu serviço.

A EDM reafirma seu compromisso em garantir a legalidade e a segurança no fornecimento de energia eléctrica, e continuará a realizar inspecções e aplicar medidas rigorosas para coibir práticas ilegais que prejudicam a empresa e a comunidade em geral.

Irregular electricity connections cause EDM losses of 6 million meticais

Ligações eléctricas irregulares causam prejuízo de 6 milhões de meticais à EDM

Electricidade de Moçambique (EDM) announced today that the number of cases of installations with irregular power supply is on the rise, especially in Beira, Sofala province, resulting in significant economic losses.

According to Aníbal Barca, director of EDM’s Customer Service Area, of the 534 installations inspected, 91 irregular connections were identified, causing an estimated loss of six million meticais to the company. During a regional inspection campaign, two individuals were arrested for allegedly facilitating meter tampering for “energy theft”.

“As a result of this campaign, approximately two million meticais were recovered in fines imposed on customers, who were prevented from consuming energy,” said Barca.

These practices have had a negative impact on the targets set for the electricity sector, resulting in significant losses for the company and affecting the development of projects. EDM is committed to combating these irregularities and guaranteeing the integrity and efficiency of its service.

EDM reaffirms its commitment to ensuring legality and safety in the supply of electricity, and will continue to carry out inspections and apply strict measures to curb illegal practices that harm the company and the community in general.

Autoridade Reguladora de Energia de Moçambique prolonga prazo para pré-inscrição de empresas de desenvolvimento de mini-redes de energia eléctrica

Autoridade Reguladora de Energia de Moçambique prolonga prazo para pré-inscrição de empresas de desenvolvimento de mini-redes de energia eléctrica

A Autoridade Reguladora de Energia (ARENE) de Moçambique anunciou recentemente a prorrogação do prazo para pré-inscrição de empresas interessadas no desenvolvimento de mini-redes de fornecimento de energia eléctrica. Essa decisão surge em meio aos esforços do governo para aumentar a disponibilidade de energia no país, especialmente em áreas rurais e periurbanas, e promover o uso de energias renováveis.

O Programa Quinquenal 2020-2024 do governo moçambicano tem como uma de suas prioridades o aumento da disponibilidade de energia, com investimentos tanto públicos quanto privados em novas infra-estruturas de geração, com ênfase crescente nas energias renováveis. Além disso, o programa visa expandir o acesso à energia eléctrica, contribuindo para elevar o nível de acesso para 64% da população.

Recentemente, o governo aprovou o Plano de Electrificação nas Zonas Fora de Rede, que identificou locais nas províncias de Nampula, Zambézia e Tete para os primeiros projetos de mini-redes privadas. Diante do interesse demonstrado por empresas privadas que já operam nessas áreas e pelos diversos programas de desenvolvimento que apoiam financeiramente iniciativas de projectos de mini-redes, o governo decidiu que as concessões para mini-redes serão atribuídas por meio de um processo competitivo.

Nesse sentido, a ARENE convida empresas privadas qualificadas e experientes interessadas no desenvolvimento de projectos de mini-redes a realizar o registo preliminar por meio da plataforma disponível no link: https://e-lisefor.arene.org.mz/public/preInscricao, onde deverão fornecer todas as informações necessárias.

A prorrogação do prazo para pré-inscrição representa uma oportunidade para empresas interessadas em contribuir para a expansão da infra-estrutura eléctrica de Moçambique e participar activamente do desenvolvimento do sector de energia do país.

Para mais informações sobre o processo de pré-inscrição e os requisitos para participação, os interessados podem acessar a plataforma da ARENE ou entrar em contacto com a autoridade reguladora.

Este anúncio reflete o compromisso contínuo do governo de Moçambique em promover o acesso à energia e impulsionar o desenvolvimento económico por meio de investimentos estratégicos no sector energético.

Mozambique’s Energy Regulatory Authority extends deadline for pre-registration of mini-grid development companies

Autoridade Reguladora de Energia de Moçambique prolonga prazo para pré-inscrição de empresas de desenvolvimento de mini-redes de energia eléctrica

Mozambique’s Energy Regulatory Authority (ARENE) recently announced the extension of the deadline for pre-registration of companies interested in developing mini-grids for electricity supply. This decision comes amid government efforts to increase the availability of energy in the country, especially in rural and peri-urban areas, and to promote the use of renewable energies.

The Mozambican government’s Five-Year Program 2020-2024 has as one of its priorities increasing the availability of energy, with both public and private investment in new generation infrastructure, with an increasing emphasis on renewable energies. In addition, the program aims to expand access to electricity, helping to raise the level of access to 64% of the population.

Recently, the government approved the Plan for Electrification in Off-Grid Zones, which identified sites in the provinces of Nampula, Zambézia and Tete for the first private mini-grid projects. In view of the interest shown by private companies already operating in these areas and the various development programs that financially support mini-grid project initiatives, the government has decided that concessions for mini-grids will be awarded through a competitive process.

To this end, ARENE invites qualified and experienced private companies interested in developing mini-grid projects to carry out preliminary registration via the platform available at the following link: https://e-lisefor.arene.org.mz/public/preInscricao, where they must provide all the necessary information.

The extension of the deadline for pre-registration represents an opportunity for companies interested in contributing to the expansion of Mozambique’s electricity infrastructure and actively participating in the development of the country’s energy sector.

For more information on the pre-registration process and the requirements for participation, interested parties can access the ARENE platform or contact the regulatory authority.

This announcement reflects the Mozambican government’s ongoing commitment to promoting access to energy and boosting economic development through strategic investments in the energy sector.

Governador do Banco de Moçambique lança 5ª edição do sandbox regulatório para fintechs

Governador do Banco de Moçambique lança 5ª edição do sandbox regulatório para fintechs

Na manhã desta Sexta-feira (26), o Governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, inaugurou a 5ª edição do Sandbox Regulatório em uma cerimónia realizada nas instalações do próprio Sandbox.

Durante o evento, Zandamela parabenizou as cinco fintechs aprovadas nesta edição, que incluem uma plataforma de intermediação financeira, dois agregadores de pagamento e duas plataformas de gestão de grupos de poupança e crédito rotativo. Ele também expressou palavras de estímulo para as três empresas que não cumpriram os requisitos necessários para avançar, incentivando-as a participar das próximas edições.

O Governador ressaltou a importância do projecto em responder aos desafios trazidos pela inovação tecnológica no sector financeiro, mantendo um equilíbrio com questões como estabilidade financeira, protecção do consumidor e conduta do mercado.

Carlos Mondle, vice-presidente da Associação das Fintechs de Moçambique, mostrou-se optimista com os resultados da edição anterior e com o potencial das fintechs em trazer soluções disruptivas para o sistema financeiro em 2024.

Teotónio Comiche, presidente da Associação Moçambicana de Bancos (AMB), elogiou a iniciativa do Banco de Moçambique e expressou o desejo de ver um Sandbox específico para os mercados de capitais e seguros nas próximas edições.

No evento, as fintechs aprovadas na 4ª edição receberam certificados de participação das mãos de Rogério Zandamela, estando agora aptas a obter licenças junto ao Banco de Moçambique para oferecerem seus produtos no mercado. As empresas Tablu Tecnologias, Hivieoline, Tesy Investments, Volet e Speranza foram as contempladas.

O Sandbox Regulatório faz parte da implementação da Estratégia Nacional de Inclusão Financeira (2016-2022), que visa aumentar o acesso e o uso de serviços financeiros pela população moçambicana.

O evento contou com a presença de membros do Conselho de Administração do Banco de Moçambique, da Comissão de Acompanhamento de Projectos no Sandbox Regulatório, além de parceiros do projecto, representantes de instituições financeiras e membros das fintechs participantes.

Governor of the Bank of Mozambique launches 5th edition of the regulatory sandbox for fintechs

Governador do Banco de Moçambique lança 5ª edição do sandbox regulatório para fintechs

On Friday morning (26), the Governor of the Bank of Mozambique, Rogério Zandamela, inaugurated the 5th edition of the Regulatory Sandbox at a ceremony held on the premises of the Sandbox itself.

During the event, Zandamela congratulated the five fintechs approved in this edition, which include a financial intermediation platform, two payment aggregators and two platforms for managing savings groups and revolving credit. He also expressed words of encouragement for the three companies that did not meet the necessary requirements to advance, encouraging them to participate in future editions.

The Governor stressed the importance of the project in responding to the challenges brought about by technological innovation in the financial sector, while maintaining a balance with issues such as financial stability, consumer protection and market conduct.

Carlos Mondle, vice-president of the Association of Fintechs of Mozambique, was optimistic about the results of the previous edition and the potential of fintechs to bring disruptive solutions to the financial system in 2024.

Teotónio Comiche, president of the Mozambican Banking Association (AMB), praised the Bank of Mozambique’s initiative and expressed his desire to see a specific Sandbox for the capital and insurance markets in future editions.

At the event, the fintechs approved in the 4th edition received certificates of participation from Rogério Zandamela, and are now able to obtain licenses from the Bank of Mozambique to offer their products on the market. The companies Tablu Tecnologias, Hivieoline, Tesy Investments, Volet and Speranza were the winners.

The Regulatory Sandbox is part of the implementation of the National Financial Inclusion Strategy (2016-2022), which aims to increase access to and use of financial services by the Mozambican population.

The event was attended by members of the Board of Directors of Banco de Moçambique, the Regulatory Sandbox Project Monitoring Committee, as well as project partners, representatives of financial institutions and members of the participating fintechs.

FMI: implementação da Tabela Salarial Única em Moçambique excedeu custos previstos

FMI: implementação da Tabela Salarial Única em Moçambique excedeu custos previstos

A implementação da Tabela Salarial Única (TSU) em Moçambique custou cerca de 28,5 mil milhões de Meticais, “mais do que o esperado”, devido ao “mapeamento incorrecto dos funcionários públicos”, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), na sua terceira avaliação sobre o programa de assistência técnica e financeira a Moçambique.

Os cálculos apontam para um gasto na ordem de nove mil milhões de Meticais acima do projetado, já que o custo inicial esperado da reforma da massa salarial durante o período 2022-2023 era de 19,2 mil milhões de Meticais (1,4% do PIB). Assim, a implementação da TSU acabou por custar 28,5 mil milhões de Meticais (2,1% do PIB).

O organismo explica que as derrapagens nos custos da implementação se deveram às dificuldades provocadas pela “reforma complexa da massa salarial”. Tal complexidade acabou por dar lugar a um “mapeamento incorrecto dos funcionários públicos para a nova tabela salarial, subestimando o custo”, segundo o FMI.

“As medidas de poupança salarial foram insuficientes para fazer face aos custos. O custo adicional foi de cerca 2,5% do PIB em 2022. A derrapagem fiscal foi financiada, principalmente através de dispendiosos recursos internos”, alerta o FMI no mesmo documento.

Recorde-se que a Tabela Salarial Única foi fruto da recomendação do FMI com vista a “melhorar a previsibilidade” da massa salarial e dos gastos através da “unificação das escalas salariais e da racionalização dos subsídios” entre as várias classes e áreas da função pública. O instrumento foi aprovado em 2022, definindo uma harmonização de regras e critérios para a fixação de remuneração dos serviços públicos, dos titulares e membros de Órgãos Públicos e da Administração da Justiça.

Entretanto, a sua implementação gerou descontentamento para alguns segmentos de profissionais. A contestação vem principalmente dos médicos e professores, sem excluir o registo de atrasos salariais na defesa e o interior.

O facto é o Governo assumiu o desafio de controlar e reduzir as despesas com remunerações por via de reformas. Aliás, ao longo da última década, a massa salarial da Função Pública em Moçambique aumentou de 10% do PIB, em 2017, para 17% em 2022, crescimento “impulsionado principalmente pelos salários e não pelas contratações”.

O FMI buscou na sua terceira avaliação para o histórico das despesas com pessoal desde 2016, e concluiu que a remuneração dos trabalhadores cresceu três vezes mais rapidamente que o PIB per capita, enquanto o crescimento do emprego no sector público ficou aquém do crescimento populacional.

Entretanto, o FMI encoraja que o governo tem implementado medidas adicionais dada a necessidade de trazer a cifra do impacto para o nível inicialmente previsto, dos cerca de 19 mil milhões de meticais.

O organismo usa como exemplos a auditoria da folha salarial do efectivo dos funcionários e agentes do Estado, civis e militares, a revisão dos subsídios de chefia, representação e de localização, o processo de aposentação de cerca de 25.278 funcionários e agentes do Estado ou a racionalização de novas admissões.

Aliás, o governo anunciou, no ano passado, a redução significativa de contratações, na saúde e educação, sectores que mais demandam funcionários no aparelho do Estado. “Estas medidas visam reduzir essencialmente o impacto global da política para aproximadamente ao previsto no ato da sua implementação”.

Segundo o FMI, estas medidas estão fixadas em mais de 199.375 milhões de meticais no Orçamento para 2024, o equivalente a 13% do PIB, menos um ponto percentual face ao orçamentado no ano anterior.