Friday, April 17, 2026
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Financiamento externo aumentou entre Abril e Junho de 2023

A economia moçambicana aumentou as necessidades líquidas de financiamento externo em mais de 100 por cento, tendo registado um défice conjunto da conta corrente e de capital em torno de 516,9 milhões de dólares, avança o Banco de Moçambique.

De acordo com os dados preliminares da Balança de Pagamentos (BoP), referentes ao segundo trimestre de 2023, este resultado deveu-se, essencialmente, à deterioração do défice da conta corrente (CC), em mais de 100 por cento, tendo se fixado em 520,9 milhões de dólares.

Em termos acumulados, o défice conjunto da conta corrente e de capital reduziu em 79,1 por cento, tendo-se fixado em 1 095,9 milhões da moeda norte-americana, devido, principalmente, à diminuição em 78,3% do saldo negativo da CC.

A deterioração do défice registada na CC reflecte, fundamentalmente, o incremento do saldo  negativo da conta de bens em 99,4 por cento, justificado pela redução das exportações realizadas pelos grandes projectos (GP) em 191,7 milhões de dólares, associado ao aumento dos défices das contas de rendimentos primários e de serviço, em mais de 100 por cento e 20,8 por cento, respectivamente.

Ainda assim, o incremento dos défices das contas de rendimentos primários e serviços, deveu-se as  operações realizadas pelos GP.

Fluxo de recursos no financiamento

A conta financeira registou um influxo de recursos em torno de 773,6 milhões de dólares, representando um acréscimo de 651,1 milhões, face a igual período de 2022.

Em causa está o aumento dos fluxos financeiros tanto na categoria de Investimento Directo Estrangeiro (IDE), como na categoria de Outros Investimentos em 506,9 milhões e 147,7 milhões de dólares, respectivamente.

O défice conjunto das CC e Capital foi financiado pelos influxos da conta financeira, facto que concorreu para o registo de um saldo global da BoP superavitário de 257 milhões de dólares.

Situação da dívida  

Assim sendo, posição devedora líquida de Moçambique, em relação ao resto do mundo fixou-se em 69 231,9 milhões de dólares, o que representa um agravamento de 0,2 por cento.

“O incremento da posição de passivos externos em 2%, para 85 929,9 milhões, num contexto em que os  activos detidos no exterior cresceram em 10,4 por cento, totalizando 16 698,1 milhões de dólares, são disso a causa”, reforça o Banco de Moçambique.

Moçambique defende estratégias transnacionais contra mudanças climáticas

O governo moçambicano defende a elaboração e implementação de estratégias transnacionais para fazer face as mudanças climáticas, visando salvaguardar o desenvolvimento económico do país.

A posição de Moçambique foi expressa esta quarta-feira (18) pelo primeiro-ministro, Adriano Maleiane, na sua intervenção no Terceiro Fórum Cinturão e Rota para Cooperação Internacional Fórum de Alto Nível, um evento no qual participa em representação do Presidente da República, Filipe Nyusi.

Maleiane explica o facto de Moçambique ser um dos países mais vulneráveis ao risco de desastres reforça a convincção do governo sobre a necessidade de harmonizar as estratégias transnacionais para fazer face as mudanças climáticas.

“Moçambique, dada a sua localização geográfica, é um dos países que, nos últimos anos, tem sido assolado de forma cíclica e cada vez mais frequente e com maior intensidade por eventos climatéricos extremos, com destaque para ciclones, cheias e secas”, acrescentou o governante.

Os eventos climatéricos extremos referidos têm causado perda de vidas humanas e destruição de diversas infra-estruturas económicas e sociais, retardando desta forma o processo de desenvolvimento do país.

É neste âmbito que durante o seu mandato no Conselho de Segurança das Nações Unidas no biénio 2023-2024, Moçambique tem como uma das prioridades da sua agenda promover acções que contribuam para o alcance de consensos sobre as melhores formas para fazer face às mudanças climáticas.

Maleiane aproveitou a oportunidade para mencionar algumas medidas que foram tomadas pelo governo para o fortalecimento do sistema de gestão do risco de desastres nos domínios da prevenção e mitigação.

Destacam-se entre as medidas a implementação de um Plano Director para a Redução do Risco de Desastres (2017-2030) que visa reduzir o risco de desastres, a perda de vidas humanas e de infraestruturas vitais, assim como elevar a resiliência perante eventos climáticos extremos, Política e Estratégia para a Gestão de Deslocados Internos que visa assegurar a assistência e reinserção socio-económica dos deslocados internos.

A nível regional, Moçambique acolhe o Centro de Operações Humanitárias, de Emergência e de Resiliência da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SHOC), em Nacala, província de Nampula.

Este facto, disse Maleiane, testemunha o compromisso do governo moçambicano de participar na gestão do impacto de mudanças climáticas a nível da região da África Austral e do mundo, no geral.

Aproveitou a oportunidade para manifestar o apreço do governo moçambicano ao Povo Chinês pelo apoio multifacetado que tem concedido a Moçambique no âmbito da gestão do risco de desastres.

Concluiu reafirmando o engajamento e compromisso de Moçambique em continuar a aprofundar o relacionamento entre ambos os países no quadro da Iniciativa Cinturão e Rota em prol do desenvolvimento sustentável.

 

Nampula e Niassa vão beneficiar de 352 km de estradas

O governo de Moçambique vai construir e reabilitar cerca de 352 quilómetros de estradas conectoras em seis troços nas províncias de Nampula e Niassa,para  facilitar a ligação entre os centros de produção e os centros de comercialização no Corredor de Desenvolvimento de Nacala.

Os troços abrangidos são Namiconha- Iapala, Namialo-Imala, Rapale-Mecuburi, Nampula Corane, Cuamba- Metarica e Cuamba Insaca, criados no âmbito do Acordo Institucional do Corredor de Nacala, rubricado no passado dia 7 de Outubro pelo Presidente da República, Filipe Nyusi e os seus homólogos de Malawi e da Zâmbia, Lazarus Chakwera e Hakainde Hichilema, respectivamente.

A iniciativa enquadra-se no Projecto de Comércio, Conectividade da África Austral (PCCAA), na sua componente de fortalecimento das infra estruturasde transporte para melhorar o acesso aos mercados.

O acordo assinado pelos três Chefes de Estados visa revitalizar o Corredorde Desenvolvimento de Nacala, introduzindo uma abordagem centrada nosinteresses e preocupações dos agentes económicos, assegurandomecanismos integrados para o seu funcionamento, contribuindo assim para oaumento da competitividade e atractividade do Corredor de Nacala.

Para assegurar a prossecução do objectivo central de integração regional, o Presidente da República Filipe Nyusi, avançou estar para breve a criação  de um Secretariado do Comité de Gestão do Corredor de Desenvolvimento de Nacala.

Igualmente, o governante falou  do desenvolvimento de sistemas de Tecnologias de Informação e Comunicação para digitalização do comércio, expansão e reabilitação de 5 postos fronteiriços, bem como o desenvolvimento de cadeias de valor através de financiamentos do Fundo Catalítico para a Inovação e Demonstração e a melhoria da segurança rodoviária.

Refira-se que o Projecto de Comércio & Conectividade, actualmente em implementação em Moçambique e no Malawi, é financiado pelo Grupo Banco Mundial, no valor global de USD 380 Milhões de dólares norte americanos, dos quais 230 para Moçambique e 150 para o Malawi.

País prevê aumentar a produção da grafite em 2024 para 329 mil toneladas

Moçambique espera produzir, no próximo ano, mais de 329 mil toneladas de grafite, matéria-prima necessária à produção de baterias para viaturas eléctricas, um aumento superior a 180% face ao desempenho deste ano, segundo a previsão do Governo.

Nos documentos de suporte à proposta do Plano Económico e Social do Orçamento do Estado (PESOE) para 2024, o Executivo moçambicano afirma que a produção da grafite “vai aumentar significativamente” no próximo ano, em relação às projecções de 2023.

Segundo os dados do Governo incluídos no relatório, que vai ser discutido e depois votado na 8.ª sessão ordinária parlamentar, que decorre em Maputo de 19 de Outubro a 21 de Dezembro, a estimativa de produção de 329 mil toneladas de grafite em 2024 representa um aumento de 180,2% face ao esperado para este ano.

Moçambique produziu 120 mil toneladas de grafite em 2020, desempenho que caiu para 77,1 mil toneladas no ano seguinte, enquanto as estimativas para 2022 e 2023 foram, respectivamente, de 182,1 mil e 117,4 mil toneladas.

Entretanto, no final de Agosto, o Governo moçambicano admitiu que a decisão da empresa mineira australiana Syrah Resources de suspender a produção de grafite no País compromete as metas de quantidades e receitas que o Estado tinha projectado.

A Syrah Resources anunciou, a 18 de Julho, a produção de 15 mil toneladas de grafite, em Abril, para baterias de carros eléctricos, que exporta do distrito de Balama, província de Cabo Delgado, norte de Moçambique.

Em declarações à Lusa, o director nacional de Geologia e Minas, Cândido Rangeiro, assinalou que a medida poderá comprometer as projecções na produção de grafite deste ano e as receitas para o Estado geradas por este minério.

“Ficamos tristes com isto, porque, na verdade, tínhamos projecções para a produção de grafite e esta meta, provavelmente, não será alcançada”, enfatizou Rangeiro.

Central a gás de temane mantém data de início de operação

O Instituto Nacional de Transportes (INP) mantém a convicção de que a Central Térmica de Temane (CTT), na província de Inhamabane, vai iniciar as suas operações no ano que vem. A CTT fornecerá energia de baixo custo e fiável à Electricidade de Moçambique, para a distribuição à rede eléctrica nacional.

O gás natural dos depósitos de Pande, Temane e Inhassoro vai viabilizar a geração de 450 Megawatts de energia eléctrica para alimentar o país e exportar para a região, através da Central Térmica de Temane.

Trata-se da primeira central à gás desta dimensão, construída no país após a independência nacional, que vai produzir energia limpa, facto importante e de grande realce, particularmente nesta fase em que Moçambique estabelece as balizas para a sua Estratégia de Transição Energética.

O projecto enquadra-se na política do Governo de Moçambique que adoptou como prioridade impulsionar o desenvolvimento industrial através da utilização de gás natural, criando um quadro legal atraente para os investidores.

É dentro deste quadro que uma parceria público-privada formada pela Globeleq, EDM e SASOL, obteve uma concessão válida por 25 anos, devendo, no final do contrato, transferir-se o activo para o Estado moçambicano.

Espera-se que este projecto aumente cerca de 16 por cento da capacidade instalada de produção de energia no país, contribuindo para resposta à demanda de cerca de 1,5 milhões de famílias, no âmbito do Programa de Acesso Universal à Energia, até 2030.

A CTT é detida em 85 por cento pela Mozambique Power Invest (MPI) e 15 por cento pela Sasol África. A MPI é propriedade da Globeleq com 76% de acções e da EDM com 24 por cento.

 

 

Governo e parceiros vão investir 290 milhões de dólares na expansão do Porto da Beira

O Governo moçambicano e os seus parceiros pretendem investir 290 milhões de dólares, nos próximos 15 anos, na expansão e modernização do Porto da Beira, que opera no regime de concessão.

De acordo com o ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, que falava num evento que assinalou os 25 anos da concessão dos terminais de carga da Beira à empresa holandesa Cornelder, o governo aprovou o plano de negócios portuário a ser implementado, tendo em conta as condições de mercado.

Como resultado destes investimentos, disse o ministro, o porto vai melhorar a sua capacidade de movimentação de contentores, de 300 mil para 700 mil por ano.

O ministro desafiou a Cornelder a avançar com os investimentos previstos para movimentar um milhão de contentores por ano.

Acrescentou que estes investimentos podem acelerar o crescimento socioeconómico na região central do país, melhorando o papel do condado como um centro logístico na Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

Em 2018, o governo aprovou a prorrogação da concessão do porto por mais 15 anos. “Depois de 25 anos, vimos o trabalho profissional realizado pela Cornelder. A empresa sabe como seguir os planos do governo para transformar o porto num líder regional”, esclareceu Magala.

O Porto da Beira é um importante ponto de importação e exportação de mercadorias, dinamizando a economia local e dos países vizinhos.

Mina de Monte Muambe viável para o início de operações, diz um estudo

A Altona Rare Earths, mineradora britânica que vai operar no Monte Muambe, na província de Tete, espera obter uma produção de 15 mil toneladas por ano, em média, de carbonato misto de terras raras, a um preço médio de 13 558,4 dólares por tonelada.

A informação consta do relatório sobre um estudo de viablidade desenvolvido no âmbito do seu Projecto de terras raras de Monte Muambe, naquela região do país.

O Estudo de Definição de Âmbito de Monte Muambe tem em consideração a extração a céu aberto dos alvos 1 e 4, durante um período de 18 anos.

Prevê-se que 750 mil toneladas de minério por ano sejam extraídas e processadas através de uma instalação para produzir um concentrado de terras raras.

O processo incluirá trituração, moagem e flotação. O concentrado será então processado através de uma instalação hidrometalúrgica para produzir uma média de 15 mil toneladas de carbonato misto de terras raras por ano.

Envolverá uma lixiviação de ganga com ácido fraco, seguida de lixiviação e purificação de terras raras.

O produto  será embalado e transportado através das infra-estruturas rodoviárias existentes para o Porto da Beira, em Moçambique, para exportação.

A publicação do Estudo  marca o fim da Fase 2 do Acordo de Farm-Out do Projecto e confere à Altona o direito a uma participação adicional de 31 por cento da Monte Muambe Mining Limitada, a sociedade de propósito específico do Projecto, elevando a sua participação total atual para 51%.

África pode produzir mais energia do que necessita, diz o ministro sul-africano da Electricidade

África pode produzir mais energia do que necessita nos próximos 30 anos se tirar partido dos seus recursos naturais. Esta projecção foi anunciada pelo ministro sul-africano da Electricidade na Presidência da República, Kgosientsho Ramokgopa, num discurso sobre o Hidrogénio Verde na Semana da Energia de África, proferido na Cidade do Cabo.

“Precisamos de ter uma visão pan-africana na exploração deste transportador de energia e a nossa opinião é que até 2040 África poderá produzir até 50 vezes mais energia a partir de energias renováveis do que a procura mundial estimada”, disse Ramokgopa, citado pela Carta de Moçambique.

“Isso se deve às nossas vantagens de localização. Acho que temos alguns dos níveis de radiação de qualquer parte do mundo e também temos algumas das melhores velocidades de vento ao longo das áreas costeiras”, acrescentou o governante.

O ministro enfatizou, no entanto, que África deve fornecer a sua própria “interpretação” sobre o que constitui uma transição energética justa.

“Temos a oportunidade de definir uma transição energética justa com características africanas e, neste caso, trata-se de acesso universal, da exploração de minerais críticos que são fundamentais para o desenvolvimento do hidrogénio verde e para a concretização do seu potencial”, avançou.

“Podemos ver que, ao fundir localmente o minério de ferro africano, iremos provavelmente criar empregos tão necessários e, portanto, as competências necessárias para apoiar essa transição. Dessa forma, além de alargar a base industrial, estamos realmente a conseguir empregos de boa qualidade para as pessoas. Isto é um acréscimo à agenda de descarbonização”, frisou o governante.

Incidindo ainda mais no hidrogénio verde, Ramokgopa explanou no sentido de dissipar os receios de que a produção de hidrogénio verde terá um forte impacto nos recursos hídricos da África do Sul.

“É importante que, na conversa em torno do potencial do hidrogénio verde, enfrentemos o que é essencialmente um risco objectivo inerente associado à exploração deste recurso e à pressão que está a exercer sobre os nossos recursos hídricos.

“Há uma rica literatura que sugere que os países costeiros podem usar a água do mar para produzir hidrogénio verde e, portanto, eliminar a pressão que provavelmente irá exercer sobre os recursos hídricos limitados, especialmente, países como a África do Sul, onde a água é escassa”, disse o ministro.

Ele explicou que os recursos da África Subsaariana têm capacidade para “produzir algo entre 5.000 e 13.000 milhões de toneladas por ano” de hidrogénio verde.

 

 

 

EDM retoma venda de energia à Zâmbia e reforça posicionamento na região

A empresa pública Electricidade de Moçambique (EDM) vai retomar a venda de energia eléctrica à Zâmbia, através da sua congénere, a ZESCO Limited.

Para o efeito, o Presidente de Conselho de Administração da EDM, Marcelino Alberto, e o director geral da ZESCO, Victor Mapani, assinaram um Contrato de Fornecimento de Energia (Power Supply Agreement- PSA) que viabiliza a venda de 50 Megawatts (MW) firmes (nas horas de vazio) e mais 200 MW de energia não firmes àquele país vizinho.

Na mesma ocasião as Partes renovaram o acordo para a extensão do período de fornecimento transfronteiriço de energia à Vila de Zumbo, Província de Tete, a partir da Zâmbia.

Os referidos documentos foram rubricados na manhã de Terça-feira (17) em Luanda, Angola, à margem da 55ª Reunião do Comité Executivo da Pool de Energia da Africa Austral (SAPP, sigla em inglês).

“Moçambique tem uma capacidade instalada de 2.790 MW, da qual absorve cerca 1.057 MW para a ponta doméstica, sem incluir o fornecimento à Mozal. Portanto, temos um excedente considerável que colocamos à venda no mercado de exportação de energia, através de acordos bilaterais e no mercado competitivo da SAPP”, afirmou o PCA da EDM.

SADC com potencial energético

No seu discurso de abertura na Reunião dos Gestores Seniores das Empresas de Electricidade da Região (SAPP), o Vice-Governador de Luanda, António Manuel Gonçalves, lembrou que, a SADC tem um enorme potencial de recursos energéticos que precisa ser explorado de forma economicamente sólida e sustentável, para o benefício de todos.

“Sentimos sinais de crescimento das economias da SADC, fruto do impulso da industrialização. Precisamos, pois, de mais energia para acompanharmos a evolução que está a ocorrer nos nossos países. Cabe-nos, portanto, investir mais em infra-estruturas de fornecimento de electricidade, para evitar défices de energia no futuro”, vincou o governante angolano.

A 55ª Reunião do Comité Executivo da SAPP, deliberou, entre outras questões relevantes, a aprovação do Orçamento Anual do organismo, bem como a adesão condicional de dois novos membros como Participantes do Mercado, nomeadamente, a Eenghono Power (Pvt) Ltd e a Sino Energy

Syrah Resources lança actualização trimestral de sustentabilidade

A firma de produção de minerais industriais e tecnologia listada na Australian Securities Exchange, Syrah Resources, revelou recentemente a sua actualização trimestral de sustentabilidade, ao reportar 18 toneladas, acima das 15 toneladas produzidas no trimestre que terminou em Junho passado.

Com uma operação em pleno desenvolvimento, a Balama Graphite no Norte de Moçambique e um inovador projecto downstream de Material de Ânodo Activo sediado nos Estados Unidos, a Syrah continua a afirmar o seu domínio no sector global de minerais.

Uma visão fundamentada em qualidade superior

A ambição da Syrah tem sido clara desde o início, posicionar-se como líder global no fornecimento de produtos de grafite e material de ânodo de alta qualidade. Esta visão não se trata apenas de ser o melhor no negócio, mas também de estabelecer relações estreitas com os clientes, entender meticulosamente a cadeia de fornecimento e inovar continuamente para agregar valor significativo tanto nos mercados de baterias como industriais.

Balama Graphite: a joia de Moçambique

A Operação Balama Graphite em Moçambique tem sido a joia da coroa dos esforços da Syrah. Suas contribuições vão além da simples extração e abrangem uma abordagem holística à sustentabilidade, envolvimento comunitário local e definição de padrões em conservação ambiental.

Projecto de Material de Ânodo Activo: unindo continentes

O projecto de Material de ânodo Activo, baseado nos Estados Unidos, é outro testemunho do compromisso da Syrah em expandir fronteiras. Ao entrelaçar tecnologia com sustentabilidade, a Syrah criou um nicho para si, demonstrando como o progresso industrial e a responsabilidade ambiental podem coexistir harmoniosamente.

Para aqueles interessados em aprofundar os avanços que a Syrah fez no último trimestre, a Atualização Trimestral de Sustentabilidade completa pode ser acessada aqui.

À medida que a Syrah Resources avança, fica evidente que a sua jornada não é apenas sobre grafite ou produtos de material de ânodo. É uma narrativa mais ampla de crescimento industrial responsável, definindo padrões de sustentabilidade e, verdadeiramente, incorporando a sua visão de qualidade superior e adição de valor.