Monday, April 13, 2026
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Cabo Delgado e Alemanha melhores expositores da FACIM 2023

A cerimónia de premiação teve lugar sábado (02) e foi testemunhada pelo Primeiro-ministro moçambicano, Adriano Maleiane. Na categoria de melhor província, Tete ocupa a segunda posição, e em terceiro e último lugar está o  Niassa, norte do país.

Para a categoria de província com mais produtos manufacturados ou embalados, o primeiro lugar coube a Tete, o segundo a central de Sofala, e em terceiro a de Manica, no centro do país.

Para a categoria de província mais informativa, a de Nampula, norte de Moçambique, amealhou o primeiro lugar, seguido da meridional de Maputo. A terceira posição, na mesma categoria está a província sulista de Gaza.

Para a categoria de província melhor gestora de stand no Pavilhão de Moçambique, o júri atribuiu Inhambane a primeira posição. O segundo lugar coube a de Niassa e o terceiro e último a central da Zambézia. Para a categoria de província Revelação, a cidade de Maputo venceu e teve uma classificação única.

Na classificação única, para categoria de Distinção Especial, Cabo Delgado é a província de Honra. Ainda na classificação única, e na categoria de Prémio Agropecuária, a empresa OGA Rural venceu o prémio.

Para a categoria de Melhor Pequena e Média Empresa (PME) com produto manufacturado, a Mozambique Good Trade ficou em primeiro lugar, seguido pela empresa Gutsamba e depois a OWANI.

A Secretaria de Estado de Desporto venceu a categoria de Instituição que participa pela primeira vez, porque exibiu toda a cadeia do sector do desporto.

O Ministério dos Recursos Minerais e Energia ocupou a primeira posição como a Melhor Instituição Pública. O segundo lugar coube ao Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural. O terceiro lugar ficou para o Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos.

Para a categoria de Melhor Expositor Inovador Nacional, o primeiro lugar foi para o Instituto de Gestão e Participações do Estado (IGEPE) e o segundo lugar para a Agência do Desenvolvimento do Vale do Zambeze (ADZ).

Prémio de melhor país expositor vai para Alemanha

Na categoria de melhor país expositor, a Alemanha ficou em primeiro lugar, seguido de Portugal e depois o Ruanda. Para a categoria de Melhor Empresa Estrangeira, o primeiro lugar coube a multinacional alemã Gauff Engeneering.

A segunda posição está a empresa sul-africana Rangel Logistic Solutions, e na terceira posição a CLP Intertrade CO Lda., da Tailândia. Na categoria de Distinção Especial, o prémio para País de honra ficou com a Itália. Na categoria de país que participa na Feira pela primeira vez, com classificação única, está a República do Congo.

Maleiane felicitou aos premiados nas diferentes categorias, sublinhando que o reconhecimento sirva de estímulo para mais realizações no futuro.

“Renovamos a nossa saudação aos expositores nacionais e estrangeiros, incluindo aos visitantes, por terem transformado a 58ª edição da FACIM 2023, num verdadeiro espaço de realização de negócios, internacionalização da nossa economia e até mesmo de convívio”’, disse.

A 58ª edição iniciou segunda-feira (28) e decorreu sob lema “Industrialização, inovação e diversificação da economia nacional“. A FACIM é realizada anualmente.

Energia de Mpanda Nkuwa vai garantir segurança nacional energética

Mpanda Nkuwa, um projecto energético considerado estruturante, terá a capacidade de produzir até 1500 Gigawatts (GW) de energia. Espera-se que o empreendimento venha contribuir para a expansão da rede eléctrica nacional, permitindo que a energia chegue a mais famílias moçambicanas e empresas nacionais.

Igualmente, parte dessa energia deverá ser exportada para os países vizinhos de Moçambique, sobretudo os do hinterland, no âmbito de integração regional a nível da África da Austral.

Carlos Yum, diz que essa exportação não deve colocar em causa a estabilidade energética do país, por isso os acordos de partilha devem acomodar os objectivos macroeconómicos de Moçambique.

“O melhor modelo seria o de o país que solicitar a nossa energia estipulasse a quantidade que precisa. Nesse sentido, será cômodo avaliar o que podemos vender a esse país dentro dos limites da energia disponível”, explicou Yum.

Prosseguindo, o gestor da Mpanda Nkuwa enfatizou que outro aspecto a ter em conta é o período em que esses acordos de exportação da energia vão compreender, se se pensar na demanda das indústrias nacionais no presente e no futuro.

“Imagine conceder energia a outro país por 10, 20 anos ou mais e dentro desse período Moçambique necessitar parte da tranche vendida e na sequência disso exigirmos o que já ofertamos, não seria agradável aos parceiros, então é seremos cautelosos nos modelos de compra e venda, para salvaguardar as metas nacionais”, afirmou a fonte.

Procura regional e parcerias favorecem o projecto

O país tem uma estratégia de exportação de energia eléctrica e visa contratos de venda com a África do Sul, Botswana, Zimbabwe, Lesoto e o Malawi. Em 2030, haverá aproximadamente 5.5 Gigawatts (GW) de procura regional de energia e que pode ser fornecido por Moçambique.

A produção de electricidade nos países vizinhos é dominada pela energia do carvão, em torno de 90 por cento, a qual tem pouca flexibilidade para integrar fontes de energia variáveis e renováveis (Solar e eólica). A oportunidade de obter lucros na exportação de energia poderá reduzir os custos internos de energia no país.

Ao todo, o orçamento previsto para a concretização deste projecto está estimado em 4.5 mil milhões de dólares norte-americanos.

De acordo com o director do Gabinete de Implementação do Projecto, Carlos Yum, para além da União Europeia e o Banco Europeu de Investimento que anunciaram o financiamento em 500 milhões de dólares, hás mais mais parceiros interessados.

O Banco Africano de Desenvolvimento, Agência Francesa de Desenvolvimento, Banco de Desenvolvimento Sul-Africano, Banco Islâmico de Desenvolvimento,  são os nomes que, agora, tencionam contribuir para a concretização do empreendimento.

Abdul Jivane é o novo PCE do BNI

O Banco Nacional de Investimento (BNI) instituição financeira detida pelo Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) nomeou, na última quinta-feira, Abdul Jivane para o cargo de Presidente da Comissão Executiva (PCE) em substituição de Tomás Matola.

Antes da sua ascensão à presidência do BNI Abdul Jivane ocupou o cargo de administrador executivo no mesmo banco desde 2015.

Quanto ao perfil académico, é licenciado em economia pela Universidade Eduardo Mondlane (UEM) e possui mestrado em finanças empresariais pela Universidade de Liverpool e Pós-graduação em gestão bancária pela Catolica Lisbon School of Business and Economics.

O BNI é uma instituição financeira de desenvolvimento, detida pelo Estado moçambicano e destinada ao financiamento de longo prazo para empreendimentos sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento social e económico do País. As principais áreas de actuação do banco são infra-estrutura, recursos naturais, energia, agricultura, indústria, comércio e transporte.

Petrolífera Pertamina assina acordos com Moçambique

Com efeito, a Pertamina rubricou um memorando de entendimento com a Buzi Hydrocarbons (BHPL) para explorar o potencial do sector do petróleo e do gás a montante e a jusante das centrais eléctricas alimentadas a gás.

“Esperamos que todas as cooperações possam trazer benefícios para todas as partes, especialmente para a Pertamina e para a Indonésia, porque temos o espírito de ‘trazer os barris para casa’, o que significa que a expansão da Pertamina no exterior deve trazer benefícios para o povo da Indonésia”, referiu a responsável.

Segundo o site, a directora da empresa, Nicke Widyawati, referiu, durante a visita, que a sua equipa apresentou várias iniciativas de cooperação no sector energético, tendo conseguido obter quatro compromissos com quatro países africanos.

Antes da visita a Moçambique, a empresa tinha assinado um memorando de entendimento com a África do Sul e República, na perspectiva de optimização de gasodutos, centrais eléctricas a gás e instalações de exportação de electricidade na África do Sul.

A responsável explicou que no Quénia foram assinados dois acordos de cooperação com a Africa Geothermal International (AGIL) e a National Oil Corporation of Kenya (NOCK) pelas filiais da Pertamina, a Pertamina Geothermal Energy Tbk (PGEO), a Pertamina Upstream Subholding e a Pertamina Internasional Eksplorasi Dan Produk (PIEP).

Na Tanzânia, a Pertamina assinou um memorando de entendimento com a Tanzania Petroleum Development Company (TPDC) no domínio da exploração e produção de petróleo e gás a montante e a jusante na região. A assinatura teve lugar na presença dos dois chefes de Estado, o Presidente Jokowi Widodo e o Presidente da Tanzânia, Samia Suluhu.

“A Pertamina abre oportunidades de cooperação e África tem o negócio certo de que a Pertamina precisa. Temos a experiência, a competência e a capacidade para o fazer”, afirmou Nicke Widyawati numa declaração escrita.

Durante a visita em Moçambique e noutros países, Jokowi solicitou igualmente à Pertamina que participasse na gestão do bloco de gás da Baía de Mnazi e na transformação do gás natural em produtos químicos e fertilizantes.

Em algumas das colaborações existentes, a Pertamina envolveu outras subsidiárias no desenvolvimento de projectos, como os fornecedores de serviços de petróleo e gás, a Pertamina Drilling Service e Elnusa Tbk, e a Pertamina New Renewable Energy (Pertamina NRE).

 

 

IMOPETRO diz que mercado de combustíveis está resiliente, apesar da pressão  

Segundo João Macanja que falava durante um seminário sobre o financiamento relativo à importação de combustível, no âmbito da 58.ª edição da Feira Agropecuária, Comercial e Industrial (FACIM), o banco central comparticipava com cerca de 50 por cento na factura de importação de combustíveis, tendo deixado de o fazer há alguns meses.

A fonte do IMOPETRO explicou que, com a saída do Banco de Moçambique (BM) deste processo, nota-se uma limitação na disponibilização do dólar no mercado para a viabilização das importações.

O responsável frisou haver limitações na disponibilização de garantias bancárias, uma dificuldade que é mais notória quando há uma subida generalizada de preços no mercado internacional.

“Assim, quando os preços sobem, os bancos comerciais dizem que o financiamento da importação de combustível é feito de acordo com as capacidades de reembolso das empresas envolvidas no negócio, uma vez que o risco de crédito transfere-se para as instituições financeiras”, apontou.

Segundo a Petróleos de Moçambique (Petromoc), os desafios do mercado de abastecimento de combustíveis começaram na altura em que o processo era liderado por um sindicato bancário e perduraram até hoje, num cenário de liberalização.

Nos últimos anos, o sector desembolsou 27,3 milhões de dólares norte-americanos em garantias bancárias, o que entende ser razoável, porque a liberalização trouxe ganhos, sobretudo relativamente ao reforço do poder de negociação das empresas comparativamente ao período do sindicato bancário.

Cimeira de Gás e Energia de Moçambique decorre este mês em Maputo

O evento tem o potencial de promover o desenvolvimento de conteúdo local, com uma conferência e exposição internacional de grande visibilidade que potencia o desenvolvimento das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) e do empreendedorismo no país.

A mesma serve como uma plataforma para partilhar actualizações sobre políticas, regulamentação e informação sobre oportunidades de apoio financeiro disponíveis para start-ups em Moçambique.

A decorrer na Centro de Conferências Joaquim Chissano (CCJC), o evento vai compreender rondas de debates divididas em 16 sessões, com oradores experimentados na indústria de petróleos e gás.

Um total de 30 países estarão representados naquela que é uma das conferências de cariz económico mais vibrante do país. No total, são esperados 3.500 participantes idos de várias partes de Moçambique e cerca de 250 empresas expositoras.

O evento vai decorrer numa altura em que o país está a tentar relançar a indústria extractiva depois das incertezas criadas, por exemplo, pela pandemia da COVID-19, terrorismo na província de Cabo Delgado, que obrigou à paralização das operações da TotalEnergies na Área 1 da Bacia do Rovuma, por motivos de força maior.

Outro factor que afectou a indústria, é excesso de stock de grafite no mercado inetrnacional, que obrigou à mineradora australiana Syrah Resources a intemrroper a produção.

A mina, situada em Balama, iniciou a produção comercial há quatro anos e foi destaque em Dezembro, quando a Syrah anunciou um acordo com a multinacional de veículos eléctricos Tesla, que pretende usar a grafite da mina, descrita como um dos maiores depósitos deste tipo de minério “de qualidade” no mundo pela própria companhia australiana.

EDM perde 120 milhões de meticais devido a ligações ilegais

De acordo com o director do Serviço de Atendimento ao cliente da EDM na cidade da Matola, Samuel Guambe, houve um prejuízo adicional de oito milhões de meticais em resultado da vandalização de infra-estruturas eléctricas.

Devido a este problema, disse, a empresa é sempre obrigada a reafectar fundos para reparar os prejuízos, situação que atrasa a execução de projectos e ampliação da rede eléctrica.

O gestor explicou que, para evitar a vandalização de infra-estruturas e ligações ilegais de energia eléctrica, a empresa está a sensibilizar as comunidades para encorajar as pessoas a denunciarem os envolvidos nestas actividades criminosas.

Só na província de Maputo, de Janeiro a Julho deste ano, foram registados 72 casos de vandalização de equipamentos eléctricos, que causaram prejuízos avultados à empresa, dificultando o cumprimento da meta de acesso universal à energia eléctrica até 2030.

Recentemente, a EDM anunciou ter recuperado cerca de quatro toneladas de cabos de cobre roubados, avaliados em cerca de 10 milhões de meticais (cerca de 157 mil dólares).

Para breve novo sistema de gestão de contentores frigoríficos no Porto da Beira

Para o efeito, vão serão instaladas 300 tomadas no Terminal de Contentores do Porto da Beira, um dos mais modernos terminais da África Austral.

A propósito do projecto, o Chefe do Terminal, Luís Rodriguez, explicou que a concessionária procura optimizar, ao máximo, os seus recursos, com o objectivo não só de reduzir custos, mas sobretudo de satisfazer as necessidades imediatas dos clientes, sendo importante o manuseamento fiável, rápido e totalmente documentado dos reefers.

“Com o sistema Reefer Runner, podemos monitorizar os frigoríficos à distância. Isto é crucial, uma vez que o número de frigoríficos está a aumentar constantemente”, sublinhou.

Ao permitir a monitorização automática de todos os contentores refrigerados individuais, o Reefer Runner protege toda a carga refrigerada, transmite dados vitais e acciona alarmes quando necessário.

Esta tecnologia facilita uma gestão mais eficiente dos contentores frigoríficos, melhorando significativamente o processo de importação e exportação de carga frigorífica no terminal e minimizando as reclamações.

A instalação deste sistema abrange dois armazéns alfandegados, uma área de armazenamento de Mercadorias Marítimas Perigosas Internacionais (IMDG) e um sistema de gestão computorizado designado Navis N4 de última geração.

A recente expansão inclui mais espaço para armazenamento de contentores e uma nova estrada de acesso com cinco faixas, solidificando o seu papel como um importante centro logístico na região.

A iniciativa é da Cornelder Moçambique em parceria com a Identec Solutions, líder mundial em soluções de gestão de contentores refrigerados.

Cegid oferece soluções de digitalização das PME’s

A multinacional Cegid, detentora de soluções tecnológicas como a Primavera e Eticadata em Moçambique apresentou, durante a 58.ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM) um portfólio de soluções para a transição digital do tecido empresarial moçambicano através de tecnologias de apoio à gestão.

De acordo com José Simões, gestor da Cegid em Moçambique, através dessas soluções, as empresas poderão responder às exigências do novo código do Imposto sobre Valor Acrescentado (IVA) e outras soluções cloud de gestão empresarial para os sectores financeiro, recursos humanos e contabilidade.

Estas soluções de gestão constituem uma estratégia de crescimento sustentado para o mercado moçambicano e vai contribuir para a digitalização das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) locais”, referiu.

Doravante, a multinacional pretende reforçar a sua aposta na capacitação de recursos humanos moçambicanos para a era digital, dotando-os das competências técnicas necessárias para utilizarem soluções de gestão úteis e inovadoras e outras plataformas digitais essenciais nesta era digital.

Refira-se que Cegid adquiriu, em 2022 o Grupo Primavera, constituído por soluções tecnológicas de referência em Moçambique como a Cegid PRIMAVERA e a Cegid Eticadata.

Durante a FACIM a multinacional apresentou, igualmente o Cegid Primavera ERP Evolution, que se destaca pela personalização e capacidade de adaptação a empresas de todas as dimensões e sectores de actividade. O software está disponível num modelo de subscrição, que garante assim a todas as empresas o acesso a tecnologia de topo com custos reduzidos.

Moçambique reabilita fronteiras para facilitar comércio

A iniciativa é financiada pelo Banco Mundial, no valor de 230 milhões de dólares norte-americanos, em apoio a Moçambique e Malawi na melhoria da coordenação regional do comércio, através da redução dos custos e tempo das transacções, desenvolvimento de cadeias de valor regionais e melhoramento do acesso à infra-estrutura.

A informação foi avançada, quarta-feira (30), em Marracuene, pelo coordenador do projecto, Benjamin Kerchan, num seminário que discutiu o Fundo Catalítico como alavanca para a industrialização do Vale do Zambeze, no centro do país, no quadro da 58ª edição da Feira Internacional de Maputo(FACIM).

Neste contexto, o financiamento vai facilitar as ligações comerciais, combinando a modernização e o estabelecimento de postos fronteiriços de paragem única, investimento em tecnologias de informação e comunicação, melhoria de estradas, reformas relacionadas com o comércio e medidas de apoio à cadeia de valor.

Segundo Benjamin Kerchan, a iniciativa tem potencial para catapultar a integração regional e crescimento mais inclusivo.

Espera-se ainda que a iniciativa aumente a eficiência, reduza os custos comerciais e ajude Moçambique e Malawi a obterem benefícios líquidos estimados em mais de 900 milhões de dólares norte-americanos.

Explicou que a expectativa é que o programa contribua para baixar os custos de transporte e de logística de comércio e, desta forma, florescer o negócio e crescimento económico dos países envolvidos.

“O aumento da eficiência dos corredores de transporte reduzirá os custos de bens como combustíveis e fertilizantes que beneficiam, principalmente, pessoas necessitadas”, afiançou Kerchan.

Reforçou que a revitalização dos corredores tem potencial para transformar a trajectória económica de mais de 40 milhões de pessoas, através do aumento da produtividade, fiabilidade e aprimoramento de qualidade mediante uma abordagem integrada da cadeia de valor, trabalhando com os produtores utentes.