Wednesday, April 8, 2026
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Alemanha vai dar 63 ME para projectos de desenvolvimento no país

A embaixada da Alemanha em Maputo, anunciou que o Governo daquele país europeu vai desembolsar um donativo de 63 milhões de euros para apoiar projectos de desenvolvimento económico e social em Moçambique.

“Destes fundos, aproximadamente 33 milhões de euros serão canalizados para o sector de educação e de ensino técnico e profissional, 15 milhões de euros para a reabilitação de infraestruturas municipais na província de Sofala e 15 milhões de euros para o sector de energia”, refere o comunicado da embaixada da Alemanha em Maputo.

O valor destinado à educação será desembolsado para o Fundo de Apoio ao Sector da Educação, uma das iniciativas do Governo de Moçambique e que conta com o apoio alemão há anos.

“No sector de energia, os fundos serão dedicados à instalação do “Centro Nacional de Despacho”, que permitirá que a empresa Electricidade de Moçambique assuma controlo total sobre a rede de energia nacional”, acrescenta o documento.

O acordo para o desembolso do valor foi assinado pela ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, Verónica Macamo, e pelo embaixador da Alemanha em Moçambique, Lothar Freischlader.

“Esta ajuda financeira vai contribuir igualmente para a concretização de projectos municipais, uma área que preocupa o governo por causa dos desafios ligados à prestação de serviços em zonas urbanas que registam um crescimento demográfico acelerado”, disse a chefe da diplomacia moçambicana, durante a assinatura do acordo.

Dados avançados pela embaixada da Alemanha em Maputo indicam que, entre 2009 e 2020, aquele país europeu disponibilizou a Moçambique cerca de 830 milhões de euros para apoiar iniciativas de desenvolvimento social e económico.

Agricultura – Necessários novos instrumentos financeiros

Reflectindo em torno do tema “Instrumentos financeiros agrícolas”, na terceira edição da Mozgrow, concluiu-se que houve redução no financiamento à agricultura nos últimos anos. Em busca de soluções, os oradores apontaram o envolvimento do Estado e seguros agrícolas como alguns dos instrumentos para ultrapassar a situação.

Faziam parte do painel, Gildo Lucas, produtor e especialista em finanças, José Sousa Pinto, representante da Direcção de Negócios Corporativos do BCI, Júlio Rafael, director de Assessoria e Estruturação Financeira do BNI e Cremildo Maculuve, produtor agrícola.

“É preciso que haja uma política abrangente que permita uma comparticipação entre o Governo central e os locais, na mitigação do risco. Só assim as seguradoras mostrarão disponibilidade para aderir a esse negócio. Os agricultores não estão em condições para pagar um prémio muito alto. Daí que o Estado devia subsidiar, para permitir que o negócio seja atractivo”, disse Lucas.

Entretanto, Cremildo Maculuve compreende que é preciso fazer uma análise holística que tome em conta toda a cadeia de valor.

“É verdade que, nos países onde a agricultura é bem-sucedida, existe a garantia de um seguro agrícola. Os riscos existem em todos os sectores. Daí que é altura de deixarmos de lamentar os riscos e começar a pensar nas soluções.”, disse Maculuve.

Por sua vez, o BCI falou da disponibilidade que tem para financiar a agricultura, apesar de saber que é uma actividade cheia de riscos.

“É preciso cadastrar os agricultores para organizá-los de modo que eles possam tirar benefícios das linhas de crédito existentes. Temos núcleos de agricultores dispersos que é preciso organizar. O seguro pode contribuir para que as pessoas se envolvam mais na agricultura e trazer para o banco a garantia da cobertura do risco”, disse José Sousa Pinto.

Já o BNI diz que não está a receber dinheiro suficiente para aquilo que é o volume das necessidades das áreas de desenvolvimento no país, entretanto procura “mobilizar parceiros nacionais e internacionais de modo que haja financiamento à actividade agrícola”.

“Os projectos de agricultura familiar precisam de ser transformados para gerar lucros. E essa transformação é feita através de assistência técnica, de forma que eles se tornem agricultores comerciais. O seguro é importante, mas não resolve o problema”, disse Júlio Rafael.

África do Sul precisa de mais energia de Moçambique

Gwede Mantashe, Ministro sul-africano dos Recursos Minerais e Energia, disse que a África do Sul precisa de comprar mais energia de Moçambique, a fim de cobrir o défice causado pelo encerramento das centrais eléctricas alimentadas a carvão.

“Estamos a desmantelar centrais a carvão, e tomámos uma medida concreta para substituir estas centrais por tecnologia de gás, e isto aumentará a quantidade de gás que esperamos que Moçambique venha a fornecer”, afirmou Mantashe, citado pela agência noticiosa portuguesa Lusa.

O dirigente já visitou Maputo para discutir este assunto com o seu homólogo moçambicano, Max Tonela.

Cada central eléctrica alimentada a carvão que a África do Sul desmantelar será uma oportunidade de mercado para Moçambique, acrescentou ele, uma vez que Moçambique é rico em gás natural e energia hidroeléctrica.

“Temos 16 centrais a carvão”, disse Mantashe, “e todas estão sob pressão para fechar, para que possam ser substituídas por tecnologias que permitam a redução das emissões de carbono e esta é uma oportunidade que Moçambique pode agarrar”.

Tonela disse que existe “um amplo espaço” para Moçambique cooperar com a África do Sul na área da energia, salientando que existem fontes de electricidade limpa em Moçambique.

“A energia é um recurso que tem de ser utilizado para o desenvolvimento da nossa própria economia, mas também para a exportação”, disse Tonela. Ele considerou a riqueza de fontes de energia de Moçambique como um trunfo para a integração das economias da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC).

A África do Sul importa cerca de 9.000 gigawatt-hora de energia por ano de Cahora Bassa. Sem essa energia, os problemas de cortes de energia na África do Sul seriam muito mais graves do que são actualmente.

Moçambique tem tido grandes projectos hidroeléctricos na mesa de desenho há décadas que não foram para a frente porque a companhia de electricidade sul-africana, Eskom, não demonstrou qualquer interesse em adquirir poder a partir deles.

Os mais importantes destes projectos são uma segunda central eléctrica em Cahora Bassa, e uma barragem em Mpanda Nkua, 60 quilómetros a jusante de Cahora Bassa. O financiamento destes projectos não pode ser obtido sem um comprador firme, e o único comprador óbvio na região é Eskom.

Se estas centrais eléctricas tivessem sido construídas há dez anos ou mais, talvez os consumidores sul-africanos não estivessem a sofrer os cortes regulares de energia de hoje, conhecidos pelo eufemismo “loadhedding”.

SADC revela Visão 2050 para a África Austral

A SADC formulou com sucesso a sua Visão 2050 que preconiza a projecção da África Austral como uma região industrializada, pacífica, inclusiva, competitiva e de média a alta renda, onde todos os cidadãos usufruam do bem-estar económico sustentável, da justiça e da liberdade, afirmou Verónica Macamo, Ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação.

A dirigente falava ontem, em Maputo, durante a sessão de abertura do Diálogo Político Ministerial entre a SADC e a UE.

Na ocasião, a Ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, sublinhou igualmente que a Paz e a Segurança devem permanecer no centro do plano estratégico regional e é definido como um pré-requisito para a criação de um ambiente propício ao crescimento económico capaz de impulsionar a aceleração da integração regional.

“Neste contexto, é relevante que este Diálogo também se debruce sobre o fortalecimento da nossa cooperação nas áreas da paz e segurança, inscrito no quadro do reforço da integração regional” disse Verónica Macamo.

Para quem a Visão 2050 e o Plano Estratégico Indicativo de Desenvolvimento Regional (RISDP 2020-2030) são a nossa plataforma de cooperação para o desenvolvimento e a integração regional.

O encontro virtual, co-presidido por Moçambique e Portugal, na qualidade de presidentes da SADC e UE, respectivamente, tinha como pontos de agenda a pandemia da COVID-19, seus impactos e estratégias de recuperação; paz e segurança; assim como questões comerciais e de investimento de interesse mútuo.

Entregues prémios da campanha “Adira” pelo Standard Bank

Recentemente o Standard Bank procedeu à entrega dos prémios ao segundo e terceiro grupos de vencedores da campanha “Adira, Transacione e Ganhe”, através da qual o banco pretende impulsionar o uso dos cartões de débito e das plataformas digitais Quiq e NetPlus.

Foram, no total, 54 clientes sorteados ao nível nacional, tendo, por via disso, sido agraciados com prémios monetários, sendo 40 com o valor de 5 mil meticais, seis com o de 10 mil, quatro com o de 15 mil, dois com o de 20 mil e mais dois com o de 25 mil meticais.

Finaldo Massinga, da cidade de Maputo, afirma ter recebido o SMS do banco a informá-lo
que tinha sido contemplado com o prémio de 25 mil meticais.

“Estava a conversar quando recebi a mensagem, e fiquei muito feliz. Efectuo muitas operações, usando a plataforma Quiq, tais como transferências, compra de recargas, entre outras. Eu só me desloco ao balcão ou à ATM quando pretendo depositar ou levantar dinheiro”, disse o cliente.

Um dos clientes que também foi sorteado foi Inês Colombo, a quem coube o valor de 20 mil meticais, o segundo maior prémio. A premiada diz não ter acreditado quando recebeu o SMS do banco comunicando-a sobre o prémio, razão pela qual pediu a alguém para ler e confirmar o conteúdo do SMS.

Apesar da confirmação, “não acreditei, por isso decidi, no dia seguinte, ir ao balcão. Enquanto caminhava, recebi uma chamada do Standard Bank a felicitar-me por ter sido um dos sorteados. Perguntei como devia proceder para receber o valor, e disseram-me que já estava na minha conta. Fui, de imediato, consultar o saldo e, de facto, o valor estava lá”.

A campanha, cujos prémios monetários são avaliados em cerca de dois milhões de meticais, vai decorrer até Setembro próximo, premiando um total de 216 clientes desta instituição bancária, com valores que variam entre cinco e vinte e cinco mil meticais.

Habilitam-se a participar no concurso os clientes que realizarem cinco transacções por mês, usando os cartões de débito, QuiQ ou NetPlus.

Para evitar “guerra legal” com TotalEnergies CTA propõe arbitragem

Os problemas entre a petrolífera TotalEnergies e as empresas moçambicanas devem ser resolvidos em arbitragem local para evitar uma “guerra legal”, defendeu a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), principal congregação patronal do país.

“Que se opte por um centro de arbitragem local para evitar que, devido a exaustão, alguns desses casos gravitem para fóruns legais”, referiu Simone Santi, presidente do pelouro dos Recursos Naturais e Energia da CTA, em conferência de imprensa, em Maputo.

“Temos de evitar que seja uma guerra legal onde, obviamente, as pequenas e médias empresas podem desaparecer” e tendo em conta que “a maioria dos casos pode ser resolvido ao nível de negociação”, acrescentou.

Em causa está a suspensão do projecto de gás de Cabo Delgado, que era o maior investimento privado em curso em África, e os prejuízos daí decorrentes para as empresas locais fornecedoras de bens e serviços, com investimentos feitos, mercadorias compradas e empréstimos contraídos junto da banca.

Um total de 28 empresas moçambicanas fornecedoras que a CTA diz terem pagamentos em atraso por parte da TotalEnergies respondeu a um inquérito feito pela confederação – reconhecendo a CTA que esperava ter cerca de 40, mas várias firmas não forneceram informação.

As 28 que o fizeram disseram ter contratos assinados num montante que ascende a 115 milhões de dólares, na maioria relativos a obras de construção civil, indústria de materiais de construção, saúde e segurança.

Do montante, “38 milhões de dólares já possuíam ordens de compra emitidas, sendo que 20 milhões de dólares já foram pagos e 18 milhões de dólares permanecem em dívida”, referiu Gulamo Aboobakar, vice-presidente do pelouro dos Recursos Naturais e Energia.

Por outro lado, a TotalEnergies ainda não se pronunciou sobre 43,6 milhões de dólares de “mercadorias importadas ou adquiridas, que se encontram em armazém e outras que foram encomendadas, produzidas”, acrescentou.

“É uma situação que ainda não está resolvida” e o valor continua “em discussão”, disse.

Os valores totais em disputa podem ser superiores, dado que há mais PME moçambicanas envolvidas no projecto de gás.

A CTA defendeu ainda que a petrolífera e suas subcontratadas esclareçam, em conjunto, perante as pequenas e médias empresas (PME) moçambicanas, o ponto de situação dos contratos e emitam uma comunicação direta aos bancos credores para “minimizar a pressão destes sobre as PME”.

Banco Único passará a designar-se Nedbank Moçambique

Após o aumento do controlo do capital do Banco Único pelo Nedbank, a instituição financeira passa a chamar-se “Nedbank Moçambique” a partir do próximo dia 28 de Junho.

Em 2014 o Nedbank entrou no capital do Banco Único tendo assumido uma posição de accionista de referência e dois anos depois, aumentou a sua aposta, passando a ter uma posição maioritária com a aquisição de 50%+1 acção, tendo a mesma sido reforçada em 2020 para os actuais 87,5%.

“Esta contínua aposta do Grupo Nedbank no Banco Único, num período de ciclos económicos desafiantes, demonstra a total confiança não só em Moçambique, como também na capacidade de criação de valor da equipa de gestão e dos mais de 600 colaboradores do Banco Único”, refere o Nedbank em comunicado de imprensa.

A fonte acrescenta que “a mudança de nome e alinhamento da marca irá acrescentar novos valores e atributos aos valores que fazem de nós únicos, permitindo servi-lo ainda melhor”.

“Assumimos desde já o compromisso de reforçar a nossa proximidade, agilidade, rapidez e simplicidade na relação consigo, e simultaneamente, continuar a apostar na introdução de produtos e serviços inovadores, os quais sempre nos caracterizaram”, frisa.

O comunicado diz ainda que “iremos apresentar novas soluções que facilitem a sua interação e relacionamento com o Banco e, trabalharemos diariamente para nos afirmarmos, ainda mais, como uma instituição financeira de referência e relevância na promoção social e/ou no desenvolvimento sustentável do país”.

LAM retira os Embraer para uniformizar frota

A empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) deverá vender os aviões da marca Embraer, adquiridos no Brasil, com o objectivo de uniformizar a sua frota.

A medida foi avançada recentemente ao “Notícias” pelo administrador do Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE), Raimundo Matule, e, segundo ele, visa melhorar o desempenho e minimizar os custos operacionais da companhia de bandeira.

A medida foi avançada recentemente ao “Notícias” pelo administrador do Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE), Raimundo Matule, e, segundo ele, visa melhorar o desempenho e minimizar os custos operacionais da companhia de bandeira.

Reconhecendo que a empresa enfrenta problemas estruturais que acabam por afectar a gestão, Matule justificou que não faz sentido que uma companhia pequena como a LAM esteja a voar com aviões de três a quatro marcas diferentes.

Sobre os Embraer, cuja aquisição ocorreu há quase dez anos, o administrador do IGEPE escusou-se a discutir o mérito da sua compra no tempo em que ela ocorreu, deixando, contudo, uma garantia: “Estes aviões estão tecnologicamente ultrapassados”.

Acrescentou que a própria Embraer lançou depois dos modelos fornecidos à LAM mais dois modelos. “Portanto, a LAM não pode pensar no futuro com os Embraer e, pelo que sei, já está a tentar vendê-los”, disse.

Na ocasião, Matule justificou que uma operação com várias marcas, como o faz a LAM, acarreta custos extremamente elevados, tanto sob vista de manutenção como de aquisição de peças.

Explicou que a estratégia passa por deixar a empresa a operar, no máximo, com dois tipos de aviões, mas nunca mais do que isso.

“Se fosse possível operar apenas com uma marca, nós avançamos para essa estratégia, mas está visto que devido às condições do próprio país não podemos operar uma marca”, referiu. Para defender esta tese, o gestor sénior do IGEPE deu o exemplo de Vilankulo, onde a pista é bastante curta, o que não permite a aterragem de um Boeing 737.

“Então, a primeira marca que vai ficar é o Boeing, para as pistas mais longas, e para as mais curtas vai-se operar com o Q-400. Isto significa que a LAM vai passar, gradualmente, a operar com essas duas marcas”, explicou.

Raimundo Matule não se referiu a números, mas deixou claro que esta redução da frota traz grande racionalização de custos, desde a aquisição de peças até à especialização dos trabalhadores, que passarão a concentrar-se em apenas duas marcas.

Adiantou ainda que o Q-400, para as distâncias médias, é mais eficiente em termos de gastos de combustíveis e custos operacionais.

Lembre-se que, para manter a companhia de bandeira a voar, o IGEPE injectou no ano passado cerca de 700 milhões de meticais. É que, devido à crise originada pela pandemia da Covid-19, as receitas da empresa caíram a pique, um cenário que ainda não tem fim à vista, pelo menos enquanto a situação pandémica e as restrições dela decorrentes persistirem.

Mesmo diante deste cenário, Matule considerou que, neste momento, a privatização da LAM está fora de hipótese, até porque a companhia tem uma missão estratégica para manter o país sempre ligado, via aérea, mesmo nas situações em que algumas províncias não oferecem rotas economicamente viáveis.

Webinar: O impulso para um futuro mais verde: Onde se encaixa a África?

O recente pico nos preços das mercadorias é largamente atribuível a restrições de abastecimento e perturbações da cadeia de abastecimento. No entanto, algumas mercadorias serão fundamentais na transição verde e poderão assim registar um crescimento sustentado da procura a longo prazo. Este webinar incidirá sobre estes produtos num contexto africano, mostrando onde estão actualmente a ser extraídos, e investigamos o papel potencial que o continente pode desempenhar na revolução verde. Também analisamos como a África do Sul tem sido um dos maiores beneficiários mundiais do boom das matérias-primas, mas sugerimos que o seu perfil mineral actual não é particularmente à prova de futuro.

Iremos repetir o mesmo webinar para atender à diferença de fusos horários entre a EMEA, as Américas e a APAC:

EMEA – Terça-feira 29 de Junho | 10:00 BST (11:00 SAST)
Américas – Terça-feira 29 de Junho | 16:00 EDT
APAC – Quarta-feira 30 de Junho | 10:00 HKT

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Encaminharemos os detalhes da ligação para o endereço de correio electrónico fornecido, bem como slides e uma ligação para uma gravação em vídeo após a apresentação. É bem-vindo a partilhar este convite com qualquer pessoa da sua rede que esteja interessada em assistir ao webinar.

Kibo Energy quer mudar o foco para as energias renováveis

A Kibo Energy PLC disse que o seu foco principal no futuro será a energia renovável e que pretende dispor dos seus recursos de carvão.

A empresa de energia cotada em Londres disse que nomeou consultores para a assistir no desenvolvimento e implementação de uma estratégia de alienação dos seus activos de carvão. Kibo detém interesses em três projectos de centrais eléctricas a carvão em Moçambique, Botswana e Tanzânia.

“Apesar da nossa firme convicção de que o carvão limpo continuará a desempenhar um papel fundamental na dinâmica energética de África, também acreditamos que uma entidade maior estaria melhor colocada para levar os nossos próprios projectos de energia e carvão à produção”, disse o Chefe do Executivo Louis Coetzee.

A Kibo também confirmou que está a avançar com o acordo para desenvolver uma carteira de projectos de resíduos para a energia na África do Sul e a carteira de energias renováveis no Reino Unido.

Sobre a Kibo Energy PLC

Kibo está listado no mercado AIM em Londres e AltX em Joanesburgo. A Empresa está concentrada no desenvolvimento de três projectos de energia térmica a carvão em Moçambique, Botswana e Tanzânia, que partilham todos ambientes operacionais estáveis, bem como uma necessidade aguda de energia consistente.

Além disso, tem uma significativa 55,42% na empresa britânica cotada na bolsa, Mast Energy Developments Plc, (“MED”), que está a construir uma carteira de projectos de energia flexível no Reino Unido. Isto deu a Kibo uma entrada no mercado Reserve Power do Reino Unido; a seu tempo, planeia introduzir o modelo do mercado Reserve Power nas suas operações em África.