Wednesday, April 8, 2026
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Absa Bank Moçambique cria plano para tonificação das PME

TREINAMENTO

O Absa Bank Moçambique está a preparar uma estratégia para o fortalecimento e sustentabilidade das Pequenas e Médias Empresas (PME) nacionais, com foco na retoma da actividade económica no período pós Covid-19, visando o fomento da economia local.

A informação foi revelada pelo Director da Banca de Retalho e Negócios do Banco, Pedro Carvalho, durante um programa televisivo, no qual afirmou que o Absa trabalha com várias instituições, incluindo entidades multilaterais, como o Banco Mundial, para encontrar modelos que permitam efectivamente o desenvolvimento da economia doméstica.

“Está totalmente provado, mesmo em economias de grande dimensão, que, quer a criação de emprego, quer a geração de renda de forma sustentável, passa por um segmento de PME forte e bastante desenvolvido”, disse.

Segundo o gestor, a pandemia fragilizou o modelo globalizado da economia que existia anteriormente, fortemente caracterizado por exportações e importações abrindo, dessa forma, uma janela de oportunidade para que o tecido empresarial moçambicano se foque na produção local.

“Vimos que as cadeias de fornecimento ficaram em risco, que naturalmente é mais fácil operarmos numa economia mais regional, contando com os nossos vizinhos mais próximos e com a capacidade da economia local”, afirmou.

Carvalho refere que os bancos têm um papel importante na condução desse desenvolvimento económico, mas ressalta a necessidade de adopção de um modelo altamente colaborativo entre diversas entidades, para o alcance desse propósito.

“Nós temos que garantir que os agentes políticos, económicos e sociais trabalhem de forma articulada, evoluindo de um modelo que era altamente competitivo para um modelo que se quer agora colaborativo”, declarou.

Aliás, segundo Carvalho, a colaboração foi a palavra-chave identificada e reforçada pelo Absa Bank Moçambique no apoio prestado aos clientes, após a eclosão da pandemia.

“A forma de apoiarmos os nossos clientes é conhecê-los e colaborar com eles. É uma parceria e esta parceria tem que ser alargada ao governo, às entidades multilaterais, a todos os agentes da economia e aí, sem dúvida nenhuma, teremos uma plataforma para a retoma da economia moçambicana no mundo pós Covid”, explicou. 

Com o surgimento da pandemia, o Absa Bank Moçambique reforçou os os seus canais digitais e orientou o foco da sua actividade para o atendimento personalizado aos clientes. 

Pedro Carvalho refuta a possibilidade de um retorno aos modelos anteriores.

“A Pandemia veio confirmar que o nosso modelo de banca relacional muito próximo dos clientes, focado em cada indivíduo ou empresa que trabalha com o Absa é algo que vai continuar, independentemente se é feito por canais presenciais, ou por canais digitais. A retoma da economia vai passar por continuarmos a ter uma oferta de produtos e serviços à medida de cada cliente e que lhe permita aproveitar as novas oportunidades”, frisou.

A produção de informação estatística no país será descentralizada

Ao Ministério dos Recursos Minerais e Energia, à Autoridade Fiscal Moçambicana (AT), e ao Instituto Nacional de Saúde (INS), foi concedida autorização para produzir estatísticas oficiais. Trata-se de uma descentralização de competências do Instituto Nacional de Estatística (INE), que permitirá ao Ministério, à AT e ao INS realizar inquéritos, censos e outras operações estatísticas com resultados reconhecidos como oficialmente válidos.

Esta informação chega-nos na segunda-feira, aquando da realização da primeira sessão do Conselho Superior de Estatística, que para além de delegar competências às novas instituições, apreciou o Plano Estratégico do Sistema Estatístico Nacional do Sector referente a 2020-2024.

Intervindo na ocasião, o Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, destacou a necessidade de as instituições envolvidas na produção de censos, apostarem na qualidade, visto que, para além de permitirem ao Governo, sector privado, académicos, investigadores e a sociedade civil no geral acompanhe a situação económica do país, servem de base para a avaliação de Moçambique pelos parceiros internacionais.

“É por isso que nesse contexto se revela muito importante que o sistema estatístico nacional produza informação de qualidade para responder aos vários imperativos, incluindo o aprimoramento dos mecanismos do cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) e consequentemente, do crescimento económico”, recomendou o Primeiro-Ministro.

Após a reunião, a presidente do INE, Elisa Magaua, disse que a descentralização do poder não significa que o INE irá se extinguir. Ela sublinhou que toda a informação estatística produzida pelos beneficiários da descentralização deve ser validada pelo INE.

“Os cidadãos devem saber o que é uma estatística oficial e o que não é oficial”, disse Magaua. “Quanto às outras organizações que realizam estudos, algumas delas recebem o nosso aval. Quando as condições para a realização de uma determinada tarefa estão preenchidas, normalmente quando publicam os resultados, mencionam que o trabalho foi feito em colaboração com o INE. Se não o fizerem, então não é oficial”.

A Presidente do INE acrescentou que os outros cinco organismos que solicitaram a autorização também podem ser aprovados, uma vez satisfeitos os requisitos necessários em termos de capacidade, recursos materiais e pessoal qualificado.

“É necessária uma série de requisitos para que os poderes possam ser delegados. Se o INE estiver a delegar a sua autoridade noutra instituição, deve ter a certeza de que irá produzir os seus indicadores, com os mesmos padrões de comparabilidade, os mesmos conceitos harmonizados”, explicou.

HCB procede pagamento de dividendos aos accionistas

Cidadãos, empresas e instituições, que entraram na sociedade na última oferta pública de venda de acções da Hidroeléctrica de Cahora-Bassa (HCB), receberão seus dividendos no dia 14 de Junho. Em comunicado divulgado, a empresa diz tratar-se de cerca de 150 milhões de meticais para pagar aos accionistas da série B.

A nota revela que os dividendos são relativos ao exercício económico de 2020, aprovado em Assembleia Geral realizada a 30 de Abril último, com o valor de 0,111 meticais por acção, o que representa um incremento de 73,6% em relação aos dividendos pagos no ano passado.

O comunicado esclarece ainda que os dividendos em questão estão sujeitos a uma taxa liberatória de 10%, em sede do imposto sobre o rendimento de pessoas singulares (IRPS), e impostos de rendimento de pessoas colectivas (IRPC) e outros encargos eventualmente cobrados pelos bancos.

O pagamento dos dividendos de 2020 decorre da aprovação da aplicação dos resultados no montante de 9,8 mil milhões de meticais, dos quais 40% foram destinados às reservas livres, 30% às reservas de lucros a realizar e 30% aos dividendos, indica a nota.

O documento explica que a partir do dia 15 de Junho, todos accionistas poderão confirmar o recebimento dos dividendos nas instituições bancárias onde as acções se encontram depositadas na conta do titular.

EDM renova contrato com homóloga em Lesotho

A Electricidade de Moçambique (EDM) e a Lesotho Electricity Company (LEC) renovaram, recentemente, um contrato de fornecimento de energia eléctrica ao Lesotho, um acordo válido por mais um ano.

A informação foi avançada nesta terça-feira, em comunicado de imprensa, pela empresa pública moçambicana, porém, sem avançar os valores envolvidos no contrato.

De acordo com a nota, a EDM irá fornecer à LEC entre 5 e 35 MW, numa demanda sazonal, reforçando, assim, o fornecimento de energia eléctrica àquele país da SADC (Comunidade de Desenvolvimento da África Austral).

A EDM sublinha, no referido comunicado, ser um dos fornecedores de energia eléctrica ao Lesotho desde 2008. Realça ainda que a intensificação do comércio bilateral faz parte do Plano de Negócios (2020-2024) da empresa, apresentado em finais do ano passado.

Prevê-se um crescimento económico de 1,2% para Moçambique este ano

Moçambique vai crescer apenas 1,2% este ano, recuperando da recessão de 2020, causada pela suspensão dos projectos de gás, aos efeitos da pandemia e à lenta distribuição das vacinas, diz a Consultora NKC African Economics.

“O crescimento económico vai ser limitado em 2021, apesar da primeira contracção desde 1992 ter sido registada no ano passado”, escrevem os analistas, considerando que a economia vai apenas crescer 1,2% este ano, abaixo da média dos últimos anos.

“A suspensão indefinida das actividades de construção relacionadas com os projectos de gás natural em Cabo Delgado, o surgimento de novas variantes do coronavírus e uma lenta distribuição das vacinas contra a covid-19 são factores que vão pesar na produção económica este ano”, apontam os analistas desta filial africana da britânica Oxford Economics.

Num comentário à evolução económica de Moçambique, os analistas escrevem que o banco central continua preocupado com os riscos relacionados com a inflação.

“É pouco provável que estes riscos desapareçam antes do final do ano, por isso esperamos que o banco central não vá cortar taxas a curto prazo”, concluem.

Entretanto, o Comité de Política Monetária (CPMO) do Banco de Moçambique decidiu na quarta-feira manter a taxa de juro de política monetária (taxa MIMO) em 13,25%, anunciou em comunicado o regulador financeiro moçambicano.

“A decisão é fundamentada pelo agravamento dos riscos e incertezas, não obstante a revisão em baixa das perspectivas de inflação no curto e médio prazo, a reflectir, sobretudo, a recente apreciação do metical”, refere, na nota de imprensa.

O regulador avança que “os riscos e incertezas associados às projecções de inflação agravaram-se” e a “nível doméstico, destaca-se a intensificação da instabilidade militar na zona norte do país, com impacto na pressão fiscal e na suspensão do projecto Mozambique LNG” de produção de gás natural liquefeito.

Por outro lado, prossegue, prevalece uma maior volatilidade da taxa de câmbio, devido a elevadas incertezas e assimetrias existentes no processo de formação de expectativas dos operadores no mercado cambial.

O CPMO fez uma revisão em baixa da inflação, desacelerando para 5,19% em Abril, após 5,76% em Março, como resultado da recente apreciação do metical e a dissipação do impacto das intempéries que assolaram o país no princípio do ano.

Extinção da empresa Correios de Moçambique aprovada pelo Governo

Foi aprovado pelo Governo um decreto que extingue a empresa pública Correios de Moçambique, no âmbito do plano de reestruturação do sector empresarial do Estado.

“Todas as empresas públicas ou participadas pelo Estado estão a ser visitadas. Desta vez foi a empresa Correios de Moçambique, tendo sido constatado que ela não está na categoria de estratégica e estruturante para o Governo”, declarou o ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, momentos após uma sessão do Conselho de Ministros em Maputo.

Os serviços prestados pelos Correios de Moçambique vão passar a ser feitos plenamente pelo sector privado, mas a conclusão do processo está prevista para o fim deste ano, sendo a empresa obrigada a continuar a operar até ao fim de 2021.

Só no último ano, os Correios de Moçambique acumularam 349 mil dólares (cerca de 21 Milhões de Meticais) de prejuízos, um resultado associado à eclosão da covid-19.

Mas antes mesmo da pandemia, a empresa atravessava um período mau, com as contas de 2019 a mostrarem que a companhia devia mais de 50 milhões de meticais a funcionários, na sequência da diminuição de clientes devido ao surgimento de novas empresas do ramo.

Além dos Correios de Moçambique, na sessão de hoje, o Governo moçambicano decidiu extinguir a Empresa Moçambicana de Exploração Mineira e vender as suas ações na DOMUS – Sociedade de Gestão Imobiliária, entidade responsável pela gestão de um dos maiores prédios da capital moçambicana.

“Para todas estas três empresas, o Instituto de Gestão das Participações do Estado está mandatado a implementar as fases subsequentes, que vão levar à liquidação das mesmas”, acrescentou o ministro da Economia e Finanças.

Taxa de juro descerá para 12.25% afirma Fitch Solutions

O banco central de Moçambique deverá descer a taxa de juro central em 1 ponto percentual no segundo semestre, terminando o ano nos 12.25%, segundo previsão feita pela consultora Fitch Solutions.

“A perspetiva de evolução estável para a inflação, num contexto de uma taxa de câmbio mais enfraquecida e com pouca pressão por parte da procura, vai dar espaço para uma perspetiva mais agressiva nos próximos trimestres, particularmente quando a atividade económica vai continuar fraca”, escrevem os analistas desta consultora detida pelos mesmos donos da agência de notação financeira Fitch Solutions.

“Antevemos que o Banco de Moçambique vá baixar a sua taxa de juro de referência em 100 pontos base, para 12.25% no segundo semestre deste ano, depois de manter a taxa na reunião da semana passada”, dizem os analistas, apontando que esperam ainda que o regulador bancário “mantenha a taxa de juro em 12.25% em 2022, num contexto de fortalecimento do crescimento económico e de controlo da inflação”.

O Comité de Política Monetária (CPMO) do Banco de Moçambique decidiu na quarta-feira passada manter a taxa de juro de política monetária (taxa MIMO) em 13.25%, anunciou em comunicado o regulador financeiro moçambicano.

Segundo nota do Banco Central, “a decisão é fundamentada pelo agravamento dos riscos e incertezas, não obstante a revisão em baixa das perspetivas de inflação no curto e médio prazo, a refletir, sobretudo, a recente apreciação do metical”.

Fórum valorização energética de resíduos 

O GRUPO FRG MÍDIAS E EVENTOS, em parceria com a ABREN Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos e com algumas das principais entidades e empresas, se uniram para promover a 2ª Edição do Fórum de Valorização Energética de Resíduos ”EDIÇÃO ESPECIAL 100% ONLINE”.

O evento contará com a participação dos Principais Players, Especialistas do setor e Representantes da Academia. Discutiremos sobre os principais desafios e oportunidades que teremos para o setor de Recuperação Energética de Resíduos. Assim permitindo o compartilhamento dos conhecimentos, exibindo apresentações ao vivo, vídeos, e interação com os participantes.

27 de Maio de 2021, 13:30 – 28 de Maio de 2021, 22:30 (seu horário local)

Saiba mais AQUI

British American Tobacco apresenta: “Battle of Minds”

A British American Tobacco organiza a “Battle of Minds”, um concurso que visa criar uma interacção entre a empresa como entidade empregadora e os diversos talentos que existem no país.

Os participantes da batalha que apresentarem ideias inovadoras e comercialmente viáveis poderão ganhar a oportunidade de trabalhar na British American Tobacco ou o valor de 50.000 libras para materializar a ideia.

Saiba mais detalhes sobre este concurso que será todo conduzido em inglês abaixo:

Debate Sobre Novas Estratégias e o Futuro do Mercado de Eventos

Tema: Cases de Sucesso em Meio à Pandemia – Debate Sobre Novas Estratégias e o Futuro do Mercado de Eventos

Evento 100% Online e Gratuito!

Horário: 21:00 – 23:00 (16:00 – 17:00 Brasil)

Local: Evento 100% Online via ZOOM

Programa:

16h00 – Boas vindas do Reitor e Informações sobre o MBA em Eventos e Cerimoniais de Luxo®

16h15 – Mesa Redonda: Cases de Sucesso em Meio à Pandemia – Debate Sobre Novas Estratégias e o Futuro do Mercado de Evento

17h30 – Sorteio de uma bolsa de estudos de 50% para o MBA – Gestão de Eventos e Cerimoniais de Luxo®

 

Inscreva-se Gratuitamente em: https://www.urm.com.br/eventos

Para mais informações acesse o link

https://www.linkedin.com/events/6799028332336877568/