Monday, September 28, 2026
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M-Pesa e GIZ firmam parceria para o fortalecimento da inclusão financeira

M-pesa e GIZ

O M-Pesa e a GIZ assinaram no dia 09 de Abril, um acordo de parceria estratégica para a criação de um ecossistema de serviços financeiros, acessível aos pequenos agricultores e às micro, pequenas e médias empresas rurais.

O projecto, visa apoiar na concepção e desenvolvimento de produtos financeiros inovadores, na implementação de iniciativas de educação financeira e na ampliação da rede de Agentes e Comerciantes M-Pesa, focando especialmente na inclusão de mulheres e jovens nas áreas seleccionadas de Moçambique.

Sérgio Gomes, Director-Geral do M-Pesa referiu “Com o apoio e a experiência da GIZ, estamos confiantes de que poderemos ampliar significativamente o impacto do M-Pesa, oferecendo soluções financeiras que respondam efectivamente às necessidades das nossas comunidades. Juntos, aspiramos a criar um ecossistema financeiro inclusivo que impulsione o crescimento económico e melhore o bem-estar dos moçambicanos, especialmente os que se encontram nas comunidades rurais.”

M-Pesa- GIZ

Através deste acordo, o M-Pesa e a GIZ propõem-se a contribuir para a inclusão financeira e para o desenvolvimento económico do país, proporcionando às comunidades mais vulneráveis, meios para gerirem as suas finanças, investirem nas suas actividades e, consequentemente, melhorarem as suas condições de vida.

Silke Hansen, Directora dos Programas do Sector Privado e Financiero da GIZ apontou ” a importância desta parceria no âmbito do novo projecto VAMOZ Competir, que tem como objectivo o suporte na criação de um ecossistema que facilite o acesso ao financiamento por parte dos pequenos agricultores e das MPME. Neste processo, a parceria com o M-Pesa é importante para o desenvolvimento de produtos financeiros (digitais) adaptados às necessidades do nosso grupos-alvo, com especial ênfase nos produtos e serviços que utilizam uma abordagem sustentável e resiliente e que se dirigem principalmente aos beneficiários do sector agrícola”.

M-Pesa and GIZ sign partnership to strengthen financial inclusion

M-pesa e GIZ

On April 9, M-Pesa and GIZ signed a strategic partnership agreement to create a financial services ecosystem accessible to small farmers and rural micro, small and medium-sized enterprises.

The project aims to support the design and development of innovative financial products, the implementation of financial education initiatives and the expansion of the network of M-Pesa Agents and Traders, focusing especially on the inclusion of women and young people in selected areas of Mozambique.

Sérgio Gomes, Director General of M-Pesa said: “With the support and experience of GIZ, we are confident that we can significantly expand the impact of M-Pesa, offering financial solutions that effectively respond to the needs of our communities. Together, we aspire to create an inclusive financial ecosystem that drives economic growth and improves the well-being of Mozambicans, especially those in rural communities.”

Through this agreement, M-Pesa and GIZ aim to contribute to the country’s financial inclusion and economic development, providing the most vulnerable communities with the means to manage their finances, invest in their activities and, consequently, improve their living conditions.

Silke Hansen, Director of Private Sector and Finance Programs at GIZ, pointed out “the importance of this partnership within the framework of the new VAMOZ Competir project, which aims to support the creation of an ecosystem that facilitates access to finance for small farmers and MSMEs. In this process, the partnership with M-Pesa is important for the development of (digital) financial products tailored to the needs of our target groups, with a special emphasis on products and services that use a sustainable and resilient approach and are aimed primarily at beneficiaries in the agricultural sector.”

Índice PMI do Standard Bank registou queda em Março

Índice PMI do Standard Bank registou queda em Março

O índice PMI da actividade empresarial em Moçambique desceu em Março para terreno negativo, pela quarta vez em cinco meses, sinalizando fraca actividade económica, explicou o Standard Bank, que conduz o inquérito divulgado esta Terça-feira, 9 de Abril.

A queda no índice em Março foi atribuída ao corte nos inventários das empresas e aos prazos de entrega mais curtos, que anularam as expansões nas novas encomendas e no emprego. Em Fevereiro, o índice tinha registado um aumento significativo, mas voltou a terreno negativo em Março, reflectindo um declínio no crescimento de novos negócios e uma redução nos volumes de produção das empresas.

Embora o índice PMI de Março indique uma fraca actividade económica no final do primeiro trimestre, alguns sectores, como a agricultura e os serviços em geral, registaram crescimento. O subíndice de expectativas permanece em território positivo, no entanto, fenómenos climáticos, aliado aos atrasos na implementação dos projectos de gás natural liquefeito em Cabo Delgado podem alterar essa avaliação.

Standard Bank’s PMI index fell in March

Índice PMI do Standard Bank registou queda em Março

The PMI index of business activity in Mozambique fell into negative territory in March, for the fourth time in five months, signaling weak economic activity, explained Standard Bank, which conducts the survey released this Tuesday, April 9.
The fall in the index in March was attributed to companies cutting inventories and shorter delivery times, which canceled out expansions in new orders and employment. In February, the index had registered a significant increase, but returned to negative territory in March, reflecting a decline in new business growth and a reduction in companies’ production volumes.

Although the March PMI index indicates weak economic activity at the end of the first quarter, some sectors, such as agriculture and services in general, recorded growth. The expectations sub-index remains in positive territory, however, climatic phenomena, coupled with delays in the implementation of liquefied natural gas projects in Cabo Delgado may alter this assessment.

Sasol fortalece desporto em Inhambane através de doações às comunidades de Govuro

Sasol desporto

A Sasol, entregou equipamento desportivo a 22 equipas do Campeonato Recreativo de Govuro, abrangendo todas as comunidades da província de Inhambane. A doação, incluiu materiais como camisolas, calções, meias, cronómetros, apitos, chuteiras, bolas e luvas para guarda-redes, prometendo enriquecer a prática desportiva no distrito.

A iniciativa recebeu elogios do administrador do distrito de Govuro, Fernando Muzombigua, que destacou os benefícios para a juventude local, proporcionando oportunidades para a prática de desporto saudável e de lazer. A colaboração entre a Sasol, as entidades governamentais e as comunidades foi enfatizada por Henriques Faveca, representante das comunidades de Govuro, como um exemplo de parceria bem-sucedida no desenvolvimento local.

Sasol

Além disso, a Sasol anunciou que a iniciativa será estendida ao distrito de Inhassoro, com futuras doações de material desportivo adicional. Essas acções fazem parte de um conjunto mais amplo de iniciativas culturais e desportivas apoiadas pela Sasol, incluindo o patrocínio do campeonato de basquetebol sub-17 e das celebrações do Dia da Vila de Nova-Mambone. Esses esforços consolidam o desporto como um pilar de união e crescimento cultural nas comunidades apoiadas pela Sasol em Inhambane.

Sasol strengthens sport in Inhambane through donations to Govuro communities

Sasol desporto

Sasol has delivered sports equipment to 22 teams in the Govuro Recreational Championship, covering all the communities in Inhambane province. The donation included materials such as jerseys, shorts, socks, stopwatches, whistles, boots, balls and gloves for goalkeepers, promising to enrich sports practice in the district.

The initiative was praised by the Govuro district administrator, Fernando Muzombigua, who highlighted the benefits for local youth, providing opportunities for healthy sports and leisure activities. The collaboration between Sasol, government entities and communities was emphasized by Henriques Faveca, a representative of the Govuro communities, as an example of a successful partnership in local development.

In addition, Sasol announced that the initiative will be extended to the district of Inhassoro, with future donations of additional sports equipment. These actions are part of a wider set of cultural and sporting initiatives supported by Sasol, including the sponsorship of the under-17 basketball championship and the Nova-Mambone Village Day celebrations. These efforts consolidate sport as a pillar of unity and cultural growth in the communities supported by Sasol in Inhambane.

Ana Zara: “Assumimos o compromisso com a inovação e a excelência bancária em Moçambique”

Ana Zara: "Assumimos o compromisso com a inovação e a excelência bancária em Moçambique

O marketing desempenha um papel fundamental no sector empresarial, impulsionando a visibilidade, a competitividade e o crescimento das empresas ao conectar efectivamente produtos e serviços com as necessidades e desejos dos consumidores.

Em conversa com o Profile, Ana Zara, Directora de Marketing do BCI, deixou ficar o seu parecer sobre o Superbrands Moçambique e destacou os desafios e expectativas do Marketing Empresarial no contexto moçambicano.

Profile Mozambique: Como observa a evolução do Branding em Moçambique?

Ana Zara: Em Moçambique, o branding vem sendo cada vez mais reconhecido como uma estratégia fundamental para o fortalecimento das marcas, algo que também é observado em diversos outros países. A chegada da Superbrands ao país, representa um marco nesse sentido, pois ao destacar e valorizar as melhores marcas do mercado, ela não apenas reforça a importância do branding, mas também evidencia o potencial e a qualidade das empresas locais, o que consequentemente, reflete positivamente na economia do país, por mencionar e diversidade e qualidade dos produtos e serviços oferecidos.

PM: Uma boa estratégia de marketing, pode ser determinante para o sucesso ou fracasso de uma marca. Como Directora de Marketing o BCI, quais sao os desafios que os profissionais encontram no sector?

A.Z: Como profissionais de marketing, identificamos alguns desafios significativos para as marcas conseguirem fixar-se no território nacional. Um dos principais, é a criação e a comunicação eficaz para a identidade da marca. Por exemplo, o BCI (Banco Comercial e de Investimentos), o desafio sempre foi fortificar a essência de uma marca que apoia, que cria laços e conecta todos os moçambicanos ao banco. Para o BCI, a “moçambicanidade” é o cerne de todas as campanhas, pois agrega valor à marca, tomando como base a identidade nacional e o orgulho moçambicano. Ademais, outro desafio é a adaptação constante às mudanças no mercado e às preferências do consumidor. As marcas e concretamente no sector da banca, há uma necessidade de ser flexível para acompanhar as tendências e inovações, garantindo que suas estratégias de marketing estejam alinhadas com as expectativas do público.

PM: Têm existido avanços relevantes na tecnologia ao dispor da indústria bancária e a entrada de novos players nesta indústria. Face a esta evolução, de que forma se está a posicionar?

A.Z: A adaptação à era digital é essencial para as marcas alcançarem níveis de excelência exigidos no mercado nacional e internacional. Aquelas que não se adaptam à digitalização correm o risco de ficar para trás. Um sector que exemplifica bem essa necessidade é o bancário, onde a adaptação à inteligência artificial é obrigatória. As instituições bancárias que não incorporam tecnologias como IA para melhorar a eficiência operacional, a segurança e a experiência do cliente estarão em desvantagem. Por outra,  a digitalização não se limita apenas à tecnologia, mas também envolve uma mudança na mentalidade e na cultura organizacional. As marcas devem estar abertas a experimentar novas tecnologias e formas de interacção com os clientes.

PM: Sob ponto de vista de posiciosionamento de marca, o que se pode esperar do BCI para o presente ano?

A.Z: O BCI está sempre em busca de inovações bancárias para atender às necessidades e expectativas dos Clientes. Sob o ponto de vista do posicionamento, podemos esperar por mais projectos publicitários que destaquem a melhoria dos nossos serviços financeiros e criem proximidade com o Cliente, promovendo o orgulho moçambicano e garantindo a excelência. Estamos sempre preocupados e atentos à evolução. Tal como já referi, o foco é continuar a ter a proximidade com o Cliente e ser um banco que opera com orgulho que nos referencia. Queremos continuar a ser a primeira opção bancária para o Cliente! Para nós, o BCI não é apenas um banco, é o banco de TODOS os Moçambicanos.

Somos um Banco que é daqui na sua forma de estar, em tudo o que faz e comunica, o que nos diferencia das restantes principais marcas bancárias presentes no mercado moçambicano.

PM: Para finalizar, quais são as expectativas em relação a edição 2024, da Superbrands?

A.Z: Nesta edição, temos grandes expectativas e estamos ansiosos por muita inovação e evolução. A Superbrands se destaca por eleger as melhores marcas do mercado, e ao participar como conselheira, crescemos automaticamente, obtendo uma visão ampliada sobre o posicionamento das empresas em Moçambique. Estamos a falar de uma organização reconhecida internacionalmente por identificar e premiar marcas de destaque em diferentes países. Em Moçambique, a sua contribuição é significativa para o reconhecimento e promoção de marcas locais de excelência, tanto dentro do país quanto internacionalmente. Definitivamente, a contribuição da Superbrands para o cenário empresarial moçambicano é de extrema importância e pode trazer uma série de benefícios tangíveis para as marcas locais e para o país como um todo.
Em primeiro lugar, ao destacar e reconhecer as marcas moçambicanas que se posicionam pela excelência nos respectivos sectores, a Superbrands está não apenas oferecendo reconhecimento merecido, mas também aumentando sua visibilidade e reputação. Isso pode abrir portas para oportunidades de negócios e parcerias tanto dentro quanto fora do país, colocando essas marcas num pedestal que atrai a atenção de consumidores e investidores.

Em suma, a Superbrands desempenha um papel importante na promoção e reconhecimento das marcas moçambicanas de excelência, contribuindo assim para o desenvolvimento económico e a reputação do país!

Para mais detalhes, siga e acompanhe o percurso profissional: Ana Zara

Ana Zara: “We are committed to innovation and banking excellence in Mozambique”

Ana Zara: "Assumimos o compromisso com a inovação e a excelência bancária em Moçambique

Marketing plays a fundamental role in the business sector, boosting the visibility, competitiveness and growth of companies by effectively connecting products and services with the needs and desires of consumers.

Speaking to Profile, Ana Zara gave her opinion on Superbrands Mozambique and highlighted the challenges and expectations of business marketing in the Mozambican context.

Profile Mozambique: How do you see branding evolving in Mozambique?

Ana Zara: In Mozambique, branding has been increasingly recognized as a fundamental strategy for strengthening brands, something that is also observed in several other countries. The arrival of Superbrands in the country represents a milestone in this sense, because by highlighting and valuing the best brands on the market, it not only reinforces the importance of branding, but also highlights the potential and quality of local companies, which consequently reflects positively on the country’s economy, by mentioning the diversity and quality of the products and services on offer.

PM: A good marketing strategy can be decisive for the success or failure of a brand. As BCI’s Marketing Director, what challenges do professionals face in the sector?

A.Z: As marketing professionals, we’ve identified some significant challenges for brands to gain a foothold in Portugal. One of the main ones is the creation and effective communication of brand identity. For example, BCI (Banco Comercial e de Investimentos), the challenge has always been to strengthen the essence of a brand that supports, creates bonds and connects all Mozambicans to the bank. For BCI, “Mozambicanness” is at the heart of all the campaigns, as it adds value to the brand, based on national identity and Mozambican pride. Another challenge is constantly adapting to changes in the market and consumer preferences. Brands, and specifically in the banking sector, need to be flexible in order to keep up with trends and innovations, ensuring that their marketing strategies are aligned with public expectations.

PM: There have been significant advances in the technology available to the banking industry and the entry of new players into this industry. Faced with these developments, how are you positioning yourself?

A.Z: Adapting to the digital age is essential for brands to reach the levels of excellence demanded in the national and international markets. Those that don’t adapt to digitalization run the risk of being left behind. One sector that exemplifies this need is banking, where adaptation to artificial intelligence is mandatory. Banking institutions that don’t incorporate technologies such as AI to improve operational efficiency, security and the customer experience will be at a disadvantage. On the other hand, digitalization is not just about technology, but also involves a change in mentality and organizational culture. Brands must be open to experimenting with new technologies and ways of interacting with customers.

PM: From a brand positioning point of view, what can we expect from BCI this year?

A.Z: BCI is always looking for banking innovations to meet the needs and expectations of its Customers. From a positioning point of view, we can look forward to more advertising projects that highlight the improvement of our financial services and create proximity with the Customer, promoting Mozambican pride and guaranteeing excellence. We are always concerned and attentive to evolution. As I’ve already mentioned, the focus is on continuing to be close to the customer and to be a bank that operates with a sense of pride that sets us apart. We want to continue to be the customer’s first choice of bank! For us, BCI is not just a bank, it is the bank of ALL Mozambicans.

We are a bank that is from here in its way of being, in everything it does and communicates, which sets us apart from the other main banking brands on the Mozambican market.

PM: Finally, what are your expectations of the 2024 edition of Superbrands?

A.Z: We have high expectations for this edition and are looking forward to a lot of innovation and evolution. Superbrands stands out for choosing the best brands on the market, and by participating as a board member, we automatically grow, gaining a broader view of the positioning of companies in Mozambique. We are talking about an organization that is internationally recognized for identifying and rewarding outstanding brands in different countries. In Mozambique, its contribution is significant to the recognition and promotion of local brands of excellence, both within the country and internationally. Superbrands’ contribution to the Mozambican business scene is definitely extremely important and can bring a number of tangible benefits to local brands and the country as a whole.

Firstly, by highlighting and recognizing Mozambican brands that position themselves for excellence in their respective sectors, Superbrands is not only offering deserved recognition, but also increasing their visibility and reputation. This can open doors to business opportunities and partnerships both inside and outside the country, putting these brands on a pedestal that attracts the attention of consumers and investors. In short, Superbrands plays an important role in promoting and recognizing excellent Mozambican brands, thus contributing to the country’s economic development and reputation!

For more details, follow and follow the career path: Ana Zara

Na entrevista de emprego: “Por que deveríamos contratá-lo?”

As entrevistas de emprego são momentos cruciais na vida de qualquer profissional em busca de uma oportunidade para fazer parte do mercado de trabalho em Moçambique. Nesse cenário competitivo, os candidatos muitas vezes se encontram diante de uma pergunta aparentemente simples, mas que pode ser desafiadora: “Por que deveríamos contratá-lo?”.

Por trás dessa aparente simplicidade, há uma complexidade intrínseca que permeia o contexto moçambicano. Enquanto os candidatos se esforçam para expressar suas habilidades e experiências de forma convincente, os recrutadores estão à procura de mais do que apenas competências técnicas. Eles buscam entender como os candidatos se encaixam na cultura da empresa, como podem contribuir para o sucesso da organização e, acima de tudo, como demonstram autenticidade e confiança.

Em um país que valoriza a riqueza cultural e a diversidade, os candidatos devem estar cientes da importância de alinhar suas respostas com os valores e objectivos da empresa. Isso envolve não apenas destacar suas habilidades técnicas, mas também demonstrar sua capacidade de se adaptar a diferentes ambientes e de trabalhar eficazmente em equipes multiculturais.

Além disso, é essencial reconhecer a necessidade de contextualizar suas respostas de acordo com os desafios específicos enfrentados pelo mercado de trabalho local. Isso pode incluir a referência a iniciativas locais de desenvolvimento económico, desafios socioeconómicos enfrentados pela população ou até mesmo oportunidades emergentes em sectores-chave da economia, como agricultura, energia e infraestrutura.

Um aspecto fundamental a ser considerado ao responder essa pergunta é a capacidade de comunicar suas realizações passadas de forma clara e convincente. Os candidatos devem estar preparados para fornecer exemplos tangíveis de como suas habilidades e experiências contribuíram para o sucesso de projectos anteriores, seja na esfera corporativa, governamental ou do sector sem fins lucrativos.

Entretanto, é importante evitar cair na armadilha de parecer arrogante ou excessivamente autoconfiante. Os recrutadores valorizam a humildade e a capacidade de reconhecer áreas de melhoria, bem como a disposição para aprender e crescer profissionalmente.

Em última análise, o sucesso em uma entrevista de emprego no contexto moçambicano não se resume apenas a fornecer respostas preparadas e ensaiadas. É sobre mostrar ao recrutador quem você é como pessoa, além de suas habilidades técnicas. É sobre demonstrar sua paixão pela área, seu compromisso com a excelência e sua capacidade de se adaptar a novos desafios.

Portanto, ao se preparar para uma entrevista de emprego, os candidatos devem não apenas focar em destacar suas habilidades e experiências, mas também em mostrar sua autenticidade, adaptabilidade e paixão pelo que fazem. É essa combinação de competências técnicas e características pessoais que pode realmente fazer a diferença e garantir o emprego dos sonhos.

Por: Solange Cuber Vicente

Breve Perfil

Solange Cuber Vicente é uma Profissional Sénior em Recursos Humanos (SPHR) e Mentora de carreiras. É também Fundadora e Directora Geral na SCV Consulting Lda, uma empresa que presta serviços de consultoria de RH para Empresas e particulares.

At the job interview: “Why should we hire you?”

Job interviews are crucial moments in the life of any professional looking for an opportunity to join the job market in Mozambique. In this competitive scenario, candidates often find themselves faced with a seemingly simple but challenging question: “Why should we hire you?”.

Behind this apparent simplicity lies an intrinsic complexity that permeates the Mozambican context. While candidates strive to express their skills and experience convincingly, recruiters are looking for more than just technical competencies. They seek to understand how candidates fit into the company’s culture, how they can contribute to the organization’s success and, above all, how they demonstrate authenticity and trust.

In a country that values cultural richness and diversity, candidates should be aware of the importance of aligning their answers with the company’s values and objectives. This involves not only highlighting their technical skills, but also demonstrating their ability to adapt to different environments and work effectively in multicultural teams.

In addition, it is essential to recognize the need to contextualize your answers according to the specific challenges faced by the local labour market. This could include referring to local economic development initiatives, socio-economic challenges faced by the population or even emerging opportunities in key sectors of the economy, such as agriculture, energy and infrastructure.

A key aspect to consider when answering this question is the ability to communicate your past achievements clearly and convincingly. Candidates should be prepared to provide tangible examples of how their skills and experience have contributed to the success of previous projects, whether in the corporate, government or non-profit sector.
However, it is important to avoid falling into the trap of appearing arrogant or overly self-confident. Recruiters value humility and the ability to recognize areas for improvement, as well as a willingness to learn and grow professionally.

Ultimately, success in a job interview in the Mozambican context is not just about providing prepared and rehearsed answers. It’s about showing the recruiter who you are as a person, in addition to your technical skills. It’s about demonstrating your passion for the field, your commitment to excellence and your ability to adapt to new challenges.

Therefore, when preparing for a job interview, candidates should not only focus on highlighting their skills and experience, but also on showing their authenticity, adaptability and passion for what they do. It is this combination of technical skills and personal characteristics that can really make the difference and secure the dream job.

By: Solange Cuber Vicente

Brief Profile

Solange Cuber Vicente is a Senior Professional in Human Resources (SPHR), Labor and Employment Law, currently working at SCV Consulting Lda.