Saturday, April 25, 2026
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Bolloré Africa Logistics introduces new corporate identity

AGL (AFRICA GLOBAL LOGISTICS) impulsiona a transformação sustentável de África e mercados emergentes

Bolloré Africa Logistics – a company dedicated to international transportation and logistics – has presented its new brand, and will now operate under the name AGL, which stands for Africa Global Logistics.

With this new brand, AGL affirms its ambition within the MSC Group to continue contributing to the sustainable transformation of Africa and emerging markets, thanks to its global, customized and innovative logistics solution.

Since its creation in 1985, at the initiative of the Mozambican government to boost the maritime sector, Africa Global Logistics Mozambique has grown significantly, covering a vast territory from Rovuma to Maputo and from Zumbo to the Indian Ocean. AGL, which represents decades of logistics experience in Africa and Mozambique, is embarking on a new adventure with the launch of its brand, symbolizing a significant chapter

With around 23,000 employees across the continent, including 900 in Mozambique, AGL is diversifying its activities, focusing on international transit, distribution of medicines in partnership with the Ministry of Health, and logistics solutions for the energy production sector, as well as experience in Aid and Emergency, FMCG, Mining and Telecommunications, to name a few. Committed to investing in infrastructure, AGL aims to improve the country’s logistics environment. The company stresses the importance of investing in training young people, both academically and professionally, exemplified by the partnership with the European Union and the Chamber of Commerce of France and Mozambique in 2023.

AGL recognizes the crucial role of digitalization in logistics and invests in cutting-edge solutions to improve efficiency and customer service. The acquisition and rebranding provide an opportunity to focus on future opportunities, corridor development, increased intra-regional exchanges and the application of digital technologies to logistics, with a commitment to vocational training for young people.

AGL Mozambique held a celebration of the new brand and corporate values at an exclusive cocktail event held on January 31, together with clients, suppliers, institutions and dedicated employees. This event served as an important occasion to celebrate the new identity and reinforce its unwavering commitment to the growth of the sector.

By reiterating its dedication to the logistics sector and embracing the motto “At the heart of Africa’s transformation” in 2024, the emphasis is on AGL as a key player in driving positive change across the continent. The cocktail event provided an excellent opportunity for work and collaboration, fostering stronger relationships and showcasing the benefits of a renewed focus on innovation, sustainability and the continuous provision of customized logistics solutions that contribute to the ongoing transformation of Africa’s emerging markets.

CTA anuncia Investimentos de 1,57 mil milhões de euros para impulsionar a economia de Moçambique

CTA anuncia Investimentos de 1,57 mil milhões de euros para impulsionar a economia de Moçambique

A Confederação das Associações Económicas (CTA) anunciou uma carteira de investimentos de 1,57 mil milhões de euros durante a 19.ª Conferência Anual do Sector Privado (CASP), que ocorrerá de 16 a 17 de Maio em Maputo.

Segundo o presidente da CTA, Agostinho Vuma, esta conferência discutirá uma carteira de investimentos estimada em 1,7 mil milhões de dólares (1,57 mil milhões de euros), destinada aos sectores de agro-indústria, turismo, infra-estruturas e energia, podendo criar mais de 200 mil postos de trabalho em cinco anos.

Vuma destacou a importância dessas novas oportunidades de negócio num contexto de estagnação do desempenho empresarial, enfatizando que o Índice de Robustez Empresarial computado pela CTA aponta para uma média de 28,3% em 2023, quase a mesma cifra de 2022.

O presidente da CTA defendeu a necessidade de avaliar a implementação do Programa de Aceleração Económica (PAE), aprovado em Agosto de 2023 pelo Governo, e a forma de envolvimento do sector privado na sua implementação.

Vuma também manifestou a necessidade de ajustar o Plano de Acção de Melhoria do Ambiente de Negócios (PAMAN), bem como de implementar reformas para aliviar a carga fiscal, facilitar o acesso ao financiamento e promover o conteúdo local.

Sob o lema “Investimentos e Negócios em Ambiente das Medidas de Aceleração Económica”, a CASP vai centrar-se em quatro componentes: o Fórum de Diálogo Público-Privado, Promoção de Parcerias Bilaterais, Plataforma de Promoção de Investimentos e Oportunidades de Negócio e a Feira Imobiliária de Moçambique.

A conferência também prevê a presença de diversas instituições financeiras e a realização de fóruns bilaterais com a União Europeia, Portugal, Brasil, Holanda, França e Itália.

Cabo Delgado: Montepuez Ruby Mining projecta nova central de processamento em 2025

Cabo Delgado: Montepuez Ruby Mining projecta nova central de processamento em 2025

A empresa Montepuez Ruby Mining está planeando investir cem milhões de dólares para construir a segunda central de processamento de rubis, no posto administrativo de Namanhumbir, região Sul de Cabo Delgado, em 2025, conforme anunciado pelo portal de notícias Carta de Moçambique.

Conforme o director de Relações Públicas da Montepuez Ruby Mining, Milcon Chichume, a nova infra-estrutura aumentará a capacidade de processamento de rubis de 200 toneladas por hora para 600 toneladas por hora, o que contribuirá para o aumento do emprego e das receitas para o Estado.

“Este é o maior investimento do grupo Gemfilds que se conhece no mundo. Enquanto empresa, queremos garantir que até 2025 seremos considerados como a mina que tem os recursos minerais mais responsáveis no mundo”, afirmou Milcon Chichume.

Além disso, a empresa está buscando se tornar uma das mais responsáveis do mundo, e para isso está se filiando a um sistema de verificação internacional chamado IRMA, que permite que outros actores controlem vários aspectos, como ambientais, e a relação com as comunidades e o Governo, entre outros.

Cabo Delgado: Montepuez Ruby Mining plans new processing plant in 2025

Cabo Delgado: Montepuez Ruby Mining projecta nova central de processamento em 2025

The Montepuez Ruby Mining company is planning to invest one hundred million dollars to build a second ruby processing plant at the Namanhumbir administrative post, in the southern region of Cabo Delgado, in 2025, as announced by the Carta de Moçambique news portal.

According to Montepuez Ruby Mining’s Public Relations Director, Milcon Chichume, the new infrastructure will increase ruby processing capacity from 200 tons per hour to 600 tons per hour, which will contribute to an increase in employment and revenue for the state.

“This is the Gemfilds group’s biggest investment in the world. As a company, we want to ensure that by 2025 we will be considered the mine with the most responsible mineral resources in the world,” said Milcon Chichume.

In addition, the company is seeking to become one of the most responsible in the world, and to this end is joining an international verification system called IRMA, which allows other players to control various aspects, such as the environment, and relations with communities and the government, among others.

Moçambique planeia “repatriar” energia de Cahora Bassa para uso doméstico até 2030

Moçambique planeia "repatriar" energia de Cahora Bassa para uso doméstico até 2030

O Governo moçambicano anunciou planos de “repatriar” a energia exportada para a África do Sul pela Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) desde 1979, a partir de 2030, segundo a Estratégia para Transição Energética em Moçambique até 2050. A iniciativa visa impulsionar o desenvolvimento das comunidades e criar empregos para três mil jovens. A HCB, com capacidade instalada de 2075 MW e maioritariamente detida pelo Estado moçambicano, exporta a maior parte de sua produção para a Eskom, estatal sul-africana, com uma parte menor fornecida à Electricidade de Moçambique (EDM). A energia da HCB é considerada barata e limpa. O Contrato de Aquisição de Energia entre a HCB e a Eskom terminará em 2030, levando a decisões importantes sobre a comercialização e destino da energia limpa da HCB.

Nos arredores de Maputo, funciona a fábrica de alumínio da Mozal, alimentada pela electricidade precisamente fornecida pela Eskom – contrato de fornecimento que por sua vez termina em 2026 –, devido às dificuldades de cobertura da rede eléctrica moçambicana, sendo aquela uma das maiores consumidoras de electricidade do País, com necessidades de 900 MW.

O aumento da capacidade de produção hidroeléctrica será garantido pela nova hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa e pela construção da estação Norte da HCB, em Tete. A Estratégia de Transição Energética prevê investimentos de 80 mil milhões de dólares até 2050. O Presidente Filipe Nyusi afirmou que a nova estratégia colocará Moçambique na “vanguarda da inovação climática” e o posicionará como um destino de investimento atraente e sustentável.

De acordo com o documento, a principal prioridade hídrica de curto prazo é o repatriamento da electricidade da HCB, atualmente exportada para a África do Sul (8-10 TWh, TeraWatt-hora), bem como a adição de 2 GW de nova capacidade hidroeléctrica nacional até 2031. A central é a “mais importante de Moçambique, com uma capacidade total instalada de 2075 MW, sendo detida maioritariamente pelo Estado moçambicano”.

Desde o início das operações em 1979, a HCB exportou a maior parte da sua produção de electricidade para a estatal sul-africana Eskom, com uma parte menor fornecida à Electricidade de Moçambique (EDM). A energia da HCB é barata e limpa”, lê-se no documento.

Da produção total, apenas 300 MW de energia firme e 380 MW de energia variável são fornecidas pela HCB à eléctrica estatal moçambicana. “Em 2030, o Contrato de Aquisição de Energia entre a HCB e a Eskom chegará ao fim, e decisões importantes terão de ser tomadas relativamente à comercialização e destino final de energia limpa da HCB”, acrescenta-se.

Por outro lado, refere-se que, no período de 2030 a 2040, “serão acrescentados mais 9 GW de nova capacidade hidroeléctrica, incluindo os aproveitamentos em Lupata, Boroma, Chemba e outros locais a identificar, dos quais até 3 GW poderão ser reservados para exportação, em função do crescimento da procura nacional de energia, que terá prioridade”.

“Após 2040, Moçambique irá adicionar nova capacidade hidroeléctrica, principalmente para uso doméstico em projectos a identificar e explorando assim todo o seu potencial hidroeléctrico, que será reavaliado através de novos estudos”.

O Ministério dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique anunciou a 27 de Novembro investimentos de 80 mil milhões de dólares (73 mil milhões de euros) na Estratégia de Transição Energética, a implementar até 2050.

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, afirmou em 3 de Dezembro, na cimeira do clima, que a nova Estratégia de Transição Energética vai colocar o País na “vanguarda da inovação climática”.

Esta iniciativa não apenas coloca Moçambique na vanguarda da inovação climática, como também o posiciona como um destino de investimento atractivo e sustentável”, disse o chefe do Estado, após intervir num dos painéis da cimeira da ONU.

Mozambique plans to “repatriate” energy from Cahora Bassa for domestic use by 2030

Moçambique planeia "repatriar" energia de Cahora Bassa para uso doméstico até 2030

The Mozambican government has announced plans to “repatriate” the energy exported to South Africa by the Cahora Bassa Hydroelectric Plant (HCB) since 1979, starting in 2030, according to the Strategy for Energy Transition in Mozambique until 2050. The initiative aims to boost community development and create jobs for 3,000 young people. HCB, with an installed capacity of 2075 MW and majority owned by the Mozambican state, exports most of its production to Eskom, a South African state-owned company, with a smaller part supplied to Electricidade de Moçambique (EDM). HCB’s energy is considered cheap and clean. The Power Purchase Agreement between HCB and Eskom will expire in 2030, leading to important decisions about the marketing and destination of HCB’s clean energy.

On the outskirts of Maputo, Mozal’s aluminum plant operates, powered by electricity supplied precisely by Eskom – a supply contract that ends in 2026 – due to the difficulties of covering the Mozambican electricity grid, which is one of the country’s largest electricity consumers, with needs of 900 MW.

The increase in hydroelectric production capacity will be guaranteed by the new Mphanda Nkuwa hydroelectric plant and the construction of the HCB North station in Tete. The Energy Transition Strategy foresees investments of 80 billion dollars by 2050. President Filipe Nyusi said that the new strategy will put Mozambique at the “forefront of climate innovation” and position it as an attractive and sustainable investment destination.

According to the document, the main short-term hydro priority is the repatriation of electricity from HCB, currently exported to South Africa (8-10 TWh, TeraWatt-hours), as well as the addition of 2 GW of new national hydroelectric capacity by 2031. The plant is the “most important in Mozambique, with a total installed capacity of 2075 MW, and is majority owned by the Mozambican state”.

Since the start of operations in 1979, HCB has exported most of its electricity production to South African state-owned Eskom, with a smaller part supplied to Electricidade de Moçambique (EDM). HCB’s energy is cheap and clean,” reads the document.

Of the total production, only 300 MW of firm energy and 380 MW of variable energy are supplied by HCB to the Mozambican state electricity company. “In 2030, the Power Purchase Agreement between HCB and Eskom will come to an end, and important decisions will have to be made regarding the marketing and final destination of HCB’s clean energy,” it adds.

On the other hand, it is said that in the period from 2030 to 2040, “a further 9 GW of new hydroelectric capacity will be added, including the Lupata, Boroma, Chemba and other sites to be identified, of which up to 3 GW could be reserved for export, depending on the growth in national energy demand, which will take priority”.

“After 2040, Mozambique will add new hydroelectric capacity, mainly for domestic use in projects to be identified and thus exploiting all its hydroelectric potential, which will be reassessed through new studies.”

On November 27, Mozambique’s Ministry of Mineral Resources and Energy announced investments of 80 billion dollars (73 billion euros) in the Energy Transition Strategy, to be implemented by 2050.

Mozambican President Filipe Nyusi said on December 3 at the climate summit that the new Energy Transition Strategy would put the country at the “forefront of climate innovation”.

“This initiative not only puts Mozambique at the forefront of climate innovation, but also positions it as an attractive and sustainable investment destination,” said the head of state, after speaking on one of the panels at the UN summit

Governo da Suécia pretende financiar projecto de energias renováveis no Norte de Moçambique

Governo da Suécia pretende financiar projecto de energias renováveis no Norte de Moçambique

O governo da Suécia planeia investir mais de 420 milhões de meticais em um projecto de energias renováveis chamado ‘GERASOL’, que será implementado no Norte de Moçambique ao longo de quatro anos. A iniciativa será conduzida pela SNV, uma organização holandesa de desenvolvimento sem fins lucrativos que trabalha com comunidades vulneráveis, governos e sector privado em 24 países, em colaboração com o Instituto Industrial e Comercial de Nampula.

A embaixadora da Suécia em Moçambique, Mette Sunnegren, destacou que o projecto visa impulsionar o desenvolvimento das comunidades, com a expectativa de criar empregos para três mil jovens. Além disso, parte do financiamento será destinado à formação de jovens em reparação de sistemas de energia limpa, visando suprir a demanda por técnicos treinados nessa área no país.

Tomé Chacuchacha, director do gabinete do secretário de Estado de Nampula, assegurou que o governo irá estabelecer mecanismos para garantir a sustentabilidade do projecto nas comunidades.

Dados de um relatório divulgado em 2023 pela Associação Lusófona de Energias Renováveis (ALER) e pela Associação Moçambicana de Energias Renováveis (AMER) mostram que Moçambique tem avançado significativamente no sector de energias renováveis. Em 2022, as energias renováveis mantiveram sua posição como principal fonte de produção de energia, representando 62% da geração, apesar do aumento da geração térmica. Além disso, o país exportou 27% de sua produção para países vizinhos em 2022, buscando se posicionar como um polo energético na região da África Austral.

Swedish government plans to fund renewable energy project in northern Mozambique

Governo da Suécia pretende financiar projecto de energias renováveis no Norte de Moçambique

The Swedish government plans to invest more than 420 million meticais in a renewable energy project called ‘GERASOL’, which will be implemented in northern Mozambique over four years. The initiative will be led by SNV, a Dutch non-profit development organization that works with vulnerable communities, governments and the private sector in 24 countries, in collaboration with the Industrial and Commercial Institute of Nampula.

The Swedish ambassador to Mozambique, Mette Sunnegren, pointed out that the project aims to boost community development, with the expectation of creating jobs for 3,000 young people. In addition, part of the funding will go towards training young people in repairing clean energy systems, with the aim of meeting the demand for trained technicians in this area in the country.

Tomé Chacuchacha, director of the Secretary of State’s office in Nampula, assured that the government will establish mechanisms to guarantee the sustainability of the project in the communities.

Data from a report released in 2023 by the Lusophone Renewable Energy Association (ALER) and the Mozambican Renewable Energy Association (AMER) shows that Mozambique has made significant progress in the renewable energy sector. In 2022, renewable energies maintained their position as the main source of energy production, accounting for 62% of generation, despite the increase in thermal generation. In addition, the country exported 27% of its production to neighboring countries in 2022, seeking to position itself as an energy hub in the Southern African region.

ROMPCO pretende manter o fornecimento ininterrupto de gás

ROMPCO pretende manter o fornecimento ininterrupto de gás

A Republic of Mozambique Pipeline Investments Company (ROMPCO), uma joint venture entre o Governo da África do Sul, de Moçambique e a Sasol, está a tentar manter o fornecimento ininterrupto do gás aos seus clientes em 2024, depois de ter conseguido o feito em 2023, informou esta quinta-feira, 1 de Fevereiro a Africa Review.

Motlokwe Sebake, director-geral, comercial e de assuntos do cliente da ROMPCO, citado pelo órgão, disse que a empresa está a tentar alcançar este objectivo – juntamente com zero fatalidades – apesar de um declínio esperado no fornecimento de gás dos campos de Pande e Temane, na província de Inhambane, Moçambique.

“A nossa estratégia para 2024 envolve a parceria com fornecedores e utilizadores de gás para procurar prontamente soluções alternativas e garantir um fornecimento de gás contínuo e fiável”, disse Motlokwe Sebake, acrescentando que também está a tentar expandir a sua base de clientes através de novas inscrições.

O responsável observou que se tem registado uma ênfase crescente no gás natural como combustível de transição ou de ponte, uma vez que apresenta emissões de carbono mais baixas em comparação com o carvão e o petróleo. Como tal, a procura global de Gás Natural Liquefeito (GNL) está a aumentar e a ser cada vez mais utilizado na produção de energia, na indústria e nos transportes, desencadeando grandes investimentos em infra-estruturas de GNL para facilitar o comércio internacional.

“A indústria do gás natural está actualmente a enfrentar desafios significativos, incluindo preocupações com o fornecimento do gás alternativo, preços elevados e incertezas decorrentes do declínio previsto dos campos de Pande e Temane”, comentou Motlokwe Sebake, sublinhando que “para resolver estas questões, o sector privado pode desempenhar um papel fundamental, promovendo a colaboração e trabalhando activamente para agregar o fornecimento do produto”.

O responsável explicou que este esforço tem o potencial de baixar os preços do gás e facilitar a decisão final de investimento no projecto da Unidade de Regaseificação de Armazenamento Flutuante da Matola, ao largo da costa de Moçambique. A par destes grandes projectos de infra-estruturas, Motlokwe Sebake afirmou também que a prioridade à formação, à sustentabilidade e à capacitação das comunidades é vital para o crescimento económico.

“A capacitação da comunidade, através da criação de emprego e apoio, contribui para o bem-estar económico e geral. Estas iniciativas criam um cenário em que todos ficam a ganhar, promovendo o sucesso das empresas e gerando empregos para uma economia próspera”, disse a fonte.

Motlokwe Sebake informou que neste ano, a ROMPCO irá angariar novos carregadores e clientes e que a organização continuará a desempenhar um papel vital na facilitação do transporte de gás para a África do Sul, a fim de satisfazer as necessidades energéticas regionais.

ROMPCO aims to maintain uninterrupted gas supply

ROMPCO pretende manter o fornecimento ininterrupto de gás

The Republic of Mozambique Pipeline Investments Company (ROMPCO), a joint venture between the government of South Africa, Mozambique and Sasol, is trying to maintain uninterrupted gas supplies to its customers in 2024, after having achieved the feat in 2023, Africa Review reported on Thursday, February 1.

Motlokwe Sebake, ROMPCO’s general manager, commercial and customer affairs, quoted by the outlet, said that the company is trying to achieve this goal – along with zero fatalities – despite an expected decline in gas supplies from the Pande and Temane fields in Mozambique’s Inhambane province.

“Our strategy for 2024 involves partnering with gas suppliers and users to promptly seek alternative solutions and ensure a continuous and reliable gas supply,” said Motlokwe Sebake, adding that it is also trying to expand its customer base through new sign-ups.

He noted that there has been a growing emphasis on natural gas as a transition or bridge fuel, as it has lower carbon emissions compared to coal and oil. As such, global demand for Liquefied Natural Gas (LNG) is growing and it is increasingly being used in power generation, industry and transportation, triggering major investments in LNG infrastructure to facilitate international trade.

“The natural gas industry is currently facing significant challenges, including concerns about the supply of alternative gas, high prices and uncertainties arising from the expected decline of the Pande and Temane fields,” commented Motlokwe Sebake, stressing that “to resolve these issues, the private sector can play a key role, promoting collaboration and actively working to aggregate the supply of the product.”

He explained that this effort has the potential to lower gas prices and facilitate the final investment decision on the Matola Floating Storage Regasification Unit project, off the coast of Mozambique. Alongside these major infrastructure projects, Motlokwe Sebake also said that prioritizing training, sustainability and community empowerment is vital for economic growth.

“Community empowerment, through job creation and support, contributes to economic and general well-being. These initiatives create a win-win scenario, promoting business success and generating jobs for a thriving economy,” said the source.

Motlokwe Sebake said that this year, ROMPCO will be attracting new shippers and customers and that the organization will continue to play a vital role in facilitating the transport of gas to South Africa to meet regional energy needs.