Monday, April 27, 2026
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Galp’s oil and gas production fell 2% to 126.4 thousand barrels per day

Produção de petróleo e gás da Galp recuou 2% atingindo 126,4 mil barris por dia

Galp announced net oil and gas production of 126.4 thousand barrels per day in the last quarter of 2023, representing an increase of 1% compared to the previous quarter, but a drop of 2% compared to the same period in 2022, as disclosed in the trading update of Monday, January 29.

Of the total produced, 82% corresponds to oil, while the rest is natural gas. In Brazil, production reached 117.2 thousand barrels per day (+1% compared to the same period last year and the previous quarter), while in Mozambique 9.6 thousand barrels were produced (+8% compared to the previous quarter).

Galp attributed the production performance in the last quarter of 2023 to the high availability and efficiency of the units in Brazil, as well as to the contribution of the FLNG Coral Sul project in Mozambique.

Regarding the refining margin, Galp recorded a drop of 54% year-on-year and 58% quarter-on-quarter to 6.10 dollars per barrel, reflecting the low international crack spreads of oil products and the effects of the planned outage at the Sines refinery in October and November.

As a result of this stoppage, Galp’s refining activity fell 25% year-on-year and 31% in relation to the previous quarter, with operating costs estimated at nine dollars per barrel of oil or equivalent.

In terms of sales, oil products fell by 4% year-on-year and 7% compared to the previous quarter, while natural gas sales fell by 21% compared to the last quarter of 2022, remaining stable compared to the previous quarter.

On the other hand, electricity sales showed significant growth, with an increase of 47% year-on-year and 57% compared to the previous quarter.

The trading update released today anticipates the publication of Galp’s fourth quarter results, scheduled for February 12, before the market opens.

Moçambique acelera projectos de energia para atender à demanda da Mozal

Moçambique acelera projectos de energia para atender à demanda da Mozal

Moçambique está avançando rapidamente com vários projectos de produção de energia eléctrica para atender à demanda regional e à fábrica de fundição de alumínio Mozal, conforme o jornal “Notícias” em sua edição de Segunda-feira, 29 de Janeiro.

Com uma capacidade estimada de 900 megawatts (MW), a energia consumida pela Mozal é principalmente fornecida pela Eskom através da linha da Motraco, com o contrato entre as partes previsto para expirar em 2026. Diante desse cenário, a empresa de fundição de alumínio busca alternativas domésticas para o fornecimento de electricidade nos próximos anos.

O administrador-executivo de Portefólio de Desenvolvimento de Negócios da Electricidade de Moçambique (EDM), Pedro Nguelume, afirmou que as negociações com a Mozal estão em bom andamento. “Há um grupo interministerial a fazer o estudo e dará as devidas respostas para que a Mozal, como indústria, possa ter energia eléctrica para funcionar”, assegurou.

As partes têm discutido alternativas viáveis, incluindo o projeto Mphanda Nkuwa, que requer clientes com capacidade financeira para custear o consumo de electricidade. Actualmente, Moçambique possui uma capacidade instalada de 2400 MW, podendo chegar a cerca de 2800 MW com a conclusão da Central de Temane, em Inhambane.

Com a adição da energia gerada a partir de Mphanda Nkuwa, o país terá uma capacidade total de 4300 MW, suficiente para atender às necessidades de desenvolvimento, com 40% dessa energia consumida internamente. Pedro Nguelume explicou que nos próximos anos, a produção da Mozal poderá aumentar de 560 para 600 mil toneladas de alumínio por ano, resultado dos investimentos implementados na fábrica.

Para garantir o fornecimento contínuo de electricidade de alta qualidade a longo prazo, a Mozal pretende estabelecer novas parcerias no desenvolvimento de projectos de geração de energia.

Moçambique acelera projectos de energia para atender à demanda da Mozal

Moçambique acelera projectos de energia para atender à demanda da Mozal

Mozambique is moving ahead rapidly with several power generation projects to meet regional demand and the Mozal aluminum smelting plant, according to the newspaper “Notícias” in its Monday, January 29 edition.

With an estimated capacity of 900 megawatts (MW), the energy consumed by Mozal is mainly supplied by Eskom via the Motraco line, with the contract between the parties set to expire in 2026. Faced with this scenario, the aluminum smelting company is looking for domestic alternatives for its electricity supply in the coming years.

Pedro Nguelume, executive director of Business Development Portfolio at Electricidade de Moçambique (EDM), said that negotiations with Mozal were well underway. “An inter-ministerial group is carrying out the study and will give the appropriate answers so that Mozal, as an industry, can have electricity to operate,” he said.

The parties have been discussing viable alternatives, including the Mphanda Nkuwa project, which requires customers with the financial capacity to pay for electricity consumption. Mozambique currently has an installed capacity of 2,400 MW, which could rise to around 2,800 MW with the completion of the Temane plant in Inhambane.

With the addition of the energy generated from Mphanda Nkuwa, the country will have a total capacity of 4,300 MW, enough to meet development needs, with 40% of this energy consumed internally. Pedro Nguelume explained that over the next few years, Mozal’s production could increase from 560,000 to 600,000 tons of aluminium per year, as a result of the investments implemented at the plant.

In order to guarantee a continuous supply of high-quality electricity in the long term, Mozal intends to establish new partnerships in the development of power generation projects.

Disputa da RGL-ETG causa Prejuízo de 446 mil milhões de dólares ao Porto de Nacala

Disputa da RGL-ETG causa Prejuízo de 446 mil milhões de dólares ao Porto de Nacala

A disputa entre a RGL e a ETG sobre o feijão bóer resultou em prejuízos significativos para o Porto de Nacala, no valor de aproximadamente 446 mil dólares, de acordo com informações do Director do Porto, Neimo Induna, à agência de notícias “Lusa”. A disputa começou com uma providência cautelar interposta pela ETG em resposta a um processo movido pela RGL, que acusou a ETG de ter denunciado sua actividade na Índia. No entanto, a Procuradoria-Geral da República (PGR) considerou essa acusação como não provada.

O Tribunal Judicial da Província de Nampula concedeu à RGL uma ordem de penhora de bens da ETG, incluindo imóveis e navios, e congelou suas contas bancárias, aplicando uma fiança de mais de 3.871 milhões de meticais. Isso levou à apreensão de carga, incluindo feijão bóer produzido em Moçambique, que a ETG pretendia exportar, semelhante à actividade da RGL. A situação resultou na paralisação das actividades no porto, com a necessidade de descarregar 620 contentores, embora o problema envolvesse apenas 450 contentores.

Recentemente, pelo menos 23 contentores foram alvo de uma nova inspecção, na qual foi encontrado pelo menos um saco de feijão com o logótipo da ETG. O Juiz Presidente no Tribunal Marítimo de Nampula, Boliz Júlio, mencionou que a inspecção não foi suficiente para esclarecer a situação, já que também foram encontrados sacos de outras entidades.

Enquanto o processo é avaliado, autoridades expressaram preocupação com a imagem do Porto de Nacala, alertando para o impacto negativo que a disputa pode ter no funcionamento das alfândegas e no número de navios que utilizam o porto, afectando as receitas. O Porto de Nacala registou um recorde de volume de carga em 2023, alcançando 3,1 milhões de toneladas após a reabilitação e modernização das infra-estruturas.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) considerou o valor da caução fixada pelo Ministério Público local como “absurdo e astronómico” e ordenou o arquivamento do processo, alegando a inexistência de crime. O líder da ETG, Maheshkumar Raojibhai Patel, chegou a apelar ao Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, para intervir na situação, alegando estar sendo vítima de expropriação de carga e bens pela empresa concorrente Royal Group Limitada (RGL).

Essa disputa está a causar impactos significativos no Porto de Nacala e nas operações de exportação de feijão, bóer e outros produtos agrícolas para a Índia a partir desta região portuária no Norte de Moçambique.

RGL-ETG dispute causes 446 billion dollars in losses to the Port of Nacala

Disputa da RGL-ETG causa Prejuízo de 446 mil milhões de dólares ao Porto de Nacala

The dispute between RGL and ETG over pigeon peas has resulted in significant losses for the Port of Nacala, amounting to approximately 446,000 dollars, according to information provided by the Port Director, Neimo Induna, to the “Lusa” news agency. The dispute began with an injunction filed by ETG in response to a lawsuit filed by RGL, which accused ETG of having denounced its activity in India. However, the Attorney General’s Office (PGR) considered this accusation to be unproven.

The Judicial Court of Nampula Province granted RGL an order to seize ETG’s assets, including real estate and ships, and froze its bank accounts, applying a bond of more than 3,871 million meticais. This led to the seizure of cargo, including pigeon peas produced in Mozambique, which ETG intended to export, similar to RGL’s activity. The situation resulted in the paralysis of activities at the port, with 620 containers having to be unloaded, although the problem only involved 450 containers.

Recently, at least 23 containers were the subject of a new inspection, in which at least one bag of beans with the ETG logo was found. The presiding judge at the Nampula Maritime Court, Boliz Júlio, mentioned that the inspection was not enough to clarify the situation, as bags from other entities were also found.

While the process is being evaluated, authorities have expressed concern about the image of the Port of Nacala, warning of the negative impact the dispute could have on the functioning of customs and the number of ships using the port, affecting revenues. The Port of Nacala recorded a record volume of cargo in 2023, reaching 3.1 million tons after the rehabilitation and modernization of the infrastructure.

The Attorney General’s Office (PGR) considered the amount of the bail set by the local Public Prosecutor’s Office to be “absurd and astronomical” and ordered the case to be closed on the grounds that no crime had been committed. ETG’s leader, Maheshkumar Raojibhai Patel, even appealed to Mozambican President Filipe Nyusi to intervene in the situation, claiming that he was the victim of expropriation of cargo and assets by competitor Royal Group Limitada (RGL).

This dispute is having a significant impact on the Port of Nacala and on the export operations of beans, boer and other agricultural products to India from this port region in northern Mozambique.

Parque ecológico de Malhazine receberá investimentos turísticos

Parque ecológico de Malhazine receberá investimentos turísticos

Nos próximos dias, um consórcio tripartido composto pelo Ministério da Terra e Ambiente, Conselho Municipal e hoteleiros de Maputo dará início à instalação de empreendimentos turísticos no Parque Ecológico de Malhazine, antigo Paiol, na cidade de Maputo.

O anúncio foi feito pela directora municipal do Gabinete de Desenvolvimento Urbano, Teresa Chissequere, durante o encontro de validação do plano de operacionalização do Parque Ecológico de Malhazine, realizado na última Quinta-feira (25). De acordo com O País, Chissequere destacou a necessidade de um investimento de pouco mais de dez milhões de dólares para operacionalizar a iniciativa.

Para marcar o início das actividades, serão colocadas placas de sinalização, abertas estradas internas e criada uma força para controlar os 480 hectares que delimitam a área do Parque. Este foi criado após a extinção do Paiol de Malhazine em 2012, visando melhorar a qualidade de vida dos habitantes de Maputo, preservando a paisagem e o potencial turístico da região.

Eneias Comiche, presidente do Município de Maputo, destacou que a implementação de infra-estruturas amigas do ambiente faz parte de um pacote de valorização turística dos sítios naturais.

A iniciativa representa um passo importante para o desenvolvimento turístico da região, promovendo o uso sustentável dos recursos naturais e a criação de empregos no sector. O Parque Ecológico de Malhazine tem o potencial de se tornar um destino turístico atractivo, contribuindo para a economia local e para a promoção do turismo sustentável em Moçambique.

Malhazine ecological park to receive tourism investment

Parque ecológico de Malhazine receberá investimentos turísticos

In the next few days, a tripartite consortium made up of the Ministry of Land and Environment, Maputo City Council and hoteliers will begin setting up tourist developments in the Malhazine Ecological Park, formerly Paiol, in Maputo city.

The announcement was made by the municipal director of the Urban Development Office, Teresa Chissequere, during the validation meeting for the Malhazine Ecological Park operationalization plan, held last Thursday (25). According to O País, Chissequere highlighted the need for an investment of just over ten million dollars to make the initiative operational.

To mark the start of activities, signs will be put up, internal roads will be opened and a force will be created to control the 480 hectares that delimit the area of the Park. The park was created following the extinction of the Malhazine Paiol in 2012, with the aim of improving the quality of life of Maputo’s inhabitants, preserving the landscape and the region’s tourist potential.

Eneias Comiche, Mayor of Maputo, stressed that the implementation of environmentally friendly infrastructures is part of a package to enhance the tourism value of natural sites.

The initiative represents an important step towards tourism development in the region, promoting the sustainable use of natural resources and job creation in the sector. The Malhazine Ecological Park has the potential to become an attractive tourist destination, contributing to the local economy and promoting sustainable tourism in Mozambique.

Governo pretende priorizar industrialização através da capitalização de matérias-primas locais, afirma Primeiro-Ministro

Governo pretende priorizar industrialização através da capitalização de matérias-primas locais, afirma Primeiro-Ministro

O primeiro-ministro de Moçambique, Adriano Maleiane, enfatizou a importância da capitalização das matérias-primas locais para impulsionar a industrialização do país e alcançar um rápido crescimento económico. Ele fez essas declarações durante sua participação no Diálogo sobre Prosperidade em África, realizado em Acra, capital do Gana, no último Sábado (27).

Maleiane reafirmou o compromisso de Moçambique em implementar medidas e acções que promovam o aumento da produção industrial nacional, com foco na utilização de matérias-primas locais e no estímulo ao aumento das trocas comerciais, especialmente com os países africanos. Ele destacou que o fortalecimento dos laços comerciais entre as nações africanas contribuirá para a consolidação da Zona de Livre Comércio Continental Africana e para o alcance dos objectivos da Agenda Africana 2063.

O primeiro-ministro ressaltou a importância de uma parceria sólida entre o sector empresarial e as instituições financeiras do continente, acreditando que isso promoverá e fortalecerá as relações económicas e comerciais. Ele destacou a necessidade de um envolvimento mais vibrante do sector empresarial e das instituições financeiras nacionais, regionais e internacionais para impulsionar o investimento em tecnologias e inovação.

Maleiane concluiu enfatizando a necessidade de criar bases sólidas e seguras para o aumento da produção e industrialização em África, através da valorização das matérias-primas.

Essas declarações do primeiro-ministro refletem o compromisso de Moçambique em promover o desenvolvimento industrial sustentável, utilizando os recursos naturais do país para impulsionar o crescimento económico e fortalecer as relações comerciais dentro do continente africano.

Espera-se que essa abordagem, que prioriza a capitalização das matérias-primas locais, contribua significativamente para o crescimento económico de Moçambique e para o desenvolvimento acelerado de toda a África.

A participação de Maleiane no Diálogo sobre Prosperidade em África reforça o papel de liderança que Moçambique está buscando desempenhar no cenário económico africano, promovendo a cooperação regional e o desenvolvimento sustentável através da industrialização e do comércio intra continental.

Government intends to prioritize industrialization by capitalizing on local raw materials, says Prime Minister

Governo pretende priorizar industrialização através da capitalização de matérias-primas locais, afirma Primeiro-Ministro

The Prime Minister of Mozambique, Adriano Maleiane, emphasized the importance of capitalizing on local raw materials to boost the country’s industrialization and achieve rapid economic growth. He made these statements during his participation in the Dialogue on Prosperity in Africa, held in Accra, the capital of Ghana, last Saturday (27).

Maleiane reaffirmed Mozambique’s commitment to implementing measures and actions that promote an increase in national industrial production, with a focus on using local raw materials and encouraging an increase in trade, especially with African countries. He stressed that strengthening trade ties between African nations will contribute to the consolidation of the African Continental Free Trade Area and to achieving the goals of African Agenda 2063.

The Prime Minister stressed the importance of a solid partnership between the continent’s business sector and financial institutions, believing that this will promote and strengthen economic and trade relations. He highlighted the need for a more vibrant involvement of the business sector and national, regional and international financial institutions to boost investment in technologies and innovation.

Maleiane concluded by emphasizing the need to create solid and secure foundations for increased production and industrialization in Africa, through the valorization of raw materials.

These statements by the Prime Minister reflect Mozambique’s commitment to promoting sustainable industrial development, using the country’s natural resources to boost economic growth and strengthen trade relations within the African continent.

It is hoped that this approach, which prioritizes the capitalization of local raw materials, will contribute significantly to Mozambique’s economic growth and to the accelerated development of Africa as a whole.

Maleiane’s participation in the Africa Prosperity Dialogue reinforces the leading role that Mozambique is seeking to play on the African economic scene, promoting regional cooperation and sustainable development through industrialization and intra-continental trade.

Governo Moçambicano planeia ampliar base do IVA e introduzir imposto adicional sobre rendas

O governo de Moçambique está comprometido em implementar reformas fiscais fundamentais para impulsionar o crescimento económico e atingir metas de redução da dívida. Em uma carta enviada ao Fundo Monetário Internacional (FMI), o ministro da Economia e Finanças, Max Tonela, e o governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, delinearam planos para ampliar a base do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) e introduzir um “imposto adicional” sobre rendimentos de alugueis.

O documento destaca o compromisso do governo em eliminar isenções e taxas zero identificadas anteriormente até o final de 2023, como parte da implementação plena das reformas do IVA. Além disso, o governo está buscando aumentar a receita interna por meio do alargamento da base do IVA e da introdução de um imposto adicional sobre rendimentos de aluguer de bens pessoais.

Outra medida mencionada na carta é a intenção de alinhar o preço de referência da indústria extractiva com os preços internacionais, seguindo as melhores práticas e apoiado por medidas de administração fiscal. Em Abril do ano passado, o governo tomou a decisão de retomar o mecanismo automático de preços dos combustíveis para os preços do gasóleo e da gasolina, o que contribuiu para reduzir as fricções de mercado e fortalecer a responsabilidade fiscal.

Essas iniciativas fazem parte de um esforço mais amplo do governo para fortalecer a saúde fiscal do país e promover um ambiente propício para o crescimento económico sustentável. A implementação dessas reformas será crucial para alcançar os objectivos de desenvolvimento de Moçambique e garantir uma base sólida para o futuro económico do país.