Kristina de Klerk, Director of the Maputo Port Authority, recently shared important updates on the port’s expansion plans and operational improvements during the first edition of the Mozambique-European Union (EU) Global Gateway Investment Forum, a joint organization between the Government of Mozambique and the EU Delegation and the Association of European Chambers of Commerce (EUROCAM). At the moment, the Port of Maputo has a capacity of 37 million tons, and 81% of this capacity will be in place by the end of this year.
Highlighting the continued need for investment to ensure sustainable growth, de Klerk revealed that the extension of the port’s concession for another 25 years had been approved. This long-term boost will be supported by a substantial investment of 2 million dollars, aimed at increasing capacity to 54 million tons by 2058.
The expansion projects include increasing the capacity of the container terminal from 270,000 TEUs to 400,000, 600,000 and eventually one million TEUs. In addition, other projects include the expansion of the coal terminal in Magnaetita, the modernization of quays 1 to 4, and the construction of a new quay and purchase of equipment, among other initiatives.
De Klerk addressed the port’s significant dependence on transit, especially for minerals from South Africa. She also said that the Ressano Garcia border has been a critical platform for cargo handling, highlighting the need to develop structures and improve efficiency on this border.
With regard to cargo transportation, the Director highlighted the goal of changing the current ratio, seeking a significant increase in rail transport in relation to road transport. Partnerships with Mozambique Ports and Railways aim to improve the efficiency and reliability of the Maputo Corridor, integrating systems to facilitate trade between Mozambique, South Africa and other trading partners.
Finally, de Klerk addressed the need for infrastructure and improvements in Zimbabwe’s road conditions to enable greater participation in trade with Mozambique, as the implementation of these projects and improvements is crucial to ensure an efficient logistics chain and to promote the growth of trade in the region.
Os impostos pagos pelos casinos em Moçambique aumentaram mais de 16% de Janeiro a Setembro deste ano, para 281,5 milhões de meticais contra os 241,1 milhões de meticais registados em igual período do ano passado.
Os dados constam no balanço económico e social da execução do Orçamento do Estado (OE), consultados esta segunda-feira, 27 de Novembro, pela Lusa, justificando que este crescimento nominal deveu-se pela “reabertura condicionada de casinos e algum alívio das medidas de restrições, devido ao abrandamento” da pandemia de covid-19.
Entretanto, para todo o ano de 2023, segundo o documento, o Governo espera uma receita de 891,3 milhões de meticais com impostos sobre os casinos, equivalente a 0,1% de todas as receitas do Estado moçambicano para este ano.
De acordo com informação da Direcção Nacional de Jogos de Fortuna ou Azar de Moçambique, a atribuição de concessões para casinos no País obriga a um capital social da sociedade comercial da concessionária nunca inferior ao equivalente a cerca de 2,7 milhões de dólares (170,6 milhões de meticais) e a um investimento, em até cinco anos, de pelo menos 5,5 milhões de dólares, o que corresponde a 347,6 milhões de meticais.
Ainda assim, pela efectiva exploração dos jogos de fortuna ou azar, as concessionárias têm de pagar ao Estado moçambicano o Imposto Especial sobre o Jogo, incidente sobre as receitas brutas do jogo, de 20% nas concessões até 14 anos, 25% em concessões até 19 anos, 30% para concessões de 20 a 24 anos e 35% para concessões de 25 a 30 anos.
“As concessionárias devem ainda pagar o Imposto de Selo, correspondente a 50% do preço dos bilhetes de entrada nos casinos”, estabelece a Direcção Nacional de Jogos de Fortuna ou Azar, embora acrescentando que estas “estão isentas do pagamento dos demais impostos que incidam sobre os lucros de exploração do jogo”, bem como de direitos de importação sobre os bens de equipamento e materiais importados destinados exclusivamente à exploração do casino.
Taxes paid by casinos in Mozambique increased by more than 16% from January to September this year, to 281.5 million meticais compared to 241.1 million meticais in the same period last year. The figures are included in the economic and social balance of the implementation of the State Budget (OE), consulted this Monday, 27 November, by Lusa, justifying that this nominal growth was due to the “conditioned reopening of casinos and some easing of restriction measures, due to the slowdown” of the covid-19 pandemic. Meanwhile, for the whole of 2023, according to the document, the government expects revenue of 891.3 million meticais from casino taxes, equivalent to 0.1 per cent of all Mozambican state revenue for this year. According to information from Mozambique’s National Directorate of Gambling, the award of casino concessions in the country requires a share capital of the concessionaire’s commercial company of no less than the equivalent of around 2.7 million dollars (170.6 million meticais) and an investment, over up to five years, of at least 5.5 million dollars, which corresponds to 347.6 million meticais.
Even so, for the effective operation of games of chance, the concessionaires have to pay the Mozambican state the Special Tax on Gambling, which is levied on gross gaming revenue, of 20 per cent for concessions of up to 14 years, 25 per cent for concessions of up to 19 years, 30 per cent for concessions of 20 to 24 years and 35 per cent for concessions of 25 to 30 years. “The concessionaires must also pay Stamp Duty, corresponding to 50 per cent of the price of entrance tickets to the casinos,” states the National Directorate of Games of Fortune or Chance, although it adds that they “are exempt from paying any other taxes levied on profits from the operation of the game”, as well as import duties on imported equipment and materials intended exclusively for the operation of the casino.
Moçambique e Malawi estão traçando planos para a construção de dois portos secos estratégicos nos corredores da Beira e Nacala. Essas iniciativas fazem parte das estratégias delineadas para viabilizar o Projecto de Comércio e Conectividade da África Austral, que visa impulsionar a prosperidade económica e facilitar a livre circulação de pessoas e mercadorias ao longo dos corredores existentes na região.
O ministro moçambicano dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, anunciou a intenção durante uma reunião bilateral com o ministro do Malawi, dos Transportes e Obras Públicas. A construção desses portos secos representa um passo significativo na busca por melhorias nas infra-estruturas de transporte, fortalecendo os laços económicos entre os dois países e promovendo uma maior eficiência nas operações logísticas.
Durante os encontros de trabalho, os governos de Moçambique e do Malawi discutiram a revisão e implementação integral do corredor de desenvolvimento da Beira, além da harmonização dos procedimentos e operações de transporte rodoviário. Essas acções abrangem aspectos como licenciamento, fiscalização e taxação, buscando criar um ambiente mais facilitador para o comércio e a conectividade regional.
O ministro Magala expressou confiança no trabalho desenvolvido pelas equipes técnicas e destacou que as bases estão sendo lançadas para uma nova normalidade na cooperação e colaboração entre os dois países. Ele afirmou: “Estamos confiantes no trabalho desenvolvido pelas equipas técnicas e convencidos de que estão lançadas as bases para uma nova normalidade na cooperação e colaboração, da qual Moçambique espera resultados concretos para o desenvolvimento das duas economias e a melhoria da vida das comunidades”.
É importante ressaltar que este movimento de colaboração não é isolado, pois recentemente, Moçambique, Malawi e Zâmbia assinaram um acordo tripartido sobre o transporte ferroviário e rodoviário. Esse pacto reafirma, em alto nível, a determinação dessas três nações em revitalizar o corredor de Nacala, consolidando uma abordagem regional para fortalecer as infra-estruturas de transporte e impulsionar o desenvolvimento económico sustentável. A cooperação trilateral promete abrir novas perspectivas para o comércio e a conectividade na África Austral, fomentando uma colaboração mais estreita entre as nações envolvidas.
Mozambique and Malawi are drawing up plans to build two strategic dry ports on the Beira and Nacala corridors. These initiatives are part of the strategies outlined to make the Southern African Trade and Connectivity Project viable, which aims to boost economic prosperity and facilitate the free movement of people and goods along the region’s existing corridors. The Mozambican Minister of Transport and Communications, Mateus Magala, announced the intention during a bilateral meeting with Malawi’s Minister of Transport and Public Works. The construction of these dry ports represents a significant step in the search for improvements in transport infrastructure, strengthening economic ties between the two countries and promoting greater efficiency in logistics operations. During the working meetings, the governments of Mozambique and Malawi discussed the revision and full implementation of the Beira development corridor, as well as the harmonisation of road transport procedures and operations. These actions cover aspects such as licensing, inspection and taxation, seeking to create a more facilitating environment for trade and regional connectivity.
Minister Magala expressed confidence in the work carried out by the technical teams that the foundations are being laid for a new normal in cooperation and collaboration between the two countries. He said: “We are confident in the work carried out by the technical teams and convinced that the foundations are being laid for a new normal in cooperation and collaboration, from which Mozambique expects concrete results for the development of the two economies and the improvement of the lives of the communities.” It is important to note that this move towards collaboration is not isolated, as Mozambique, Malawi and Zambia recently signed a tripartite agreement on rail and road transport. This pact reaffirms, at a high level, the determination of these three nations the Nacala corridor, consolidating a regional approach to strengthening transport infrastructures and boosting sustainable economic development. Trilateral co-operation promises to open up new perspectives for trade and connectivity in southern Africa, fostering closer collaboration between the nations involved.
O Governo moçambicano aprovou uma estratégia de transição energética que visa reduzir a dependência do país em relação aos combustíveis fósseis, estimando que a sua implementação deverá custar 80 mil milhões de dólares até 2050, pretendendo assim obter financiamento para desenvolver a economia.
Os primeiros passos, segundo uma notícia publicada pela agência de informação financeira Bloomberg, previstos na Estratégia de Transição Energética, aprovada pelo Conselho de Ministros a 21 de Novembro, incluem a adição de 2000 megawatts de capacidade hidroeléctrica até 2030 e a expansão da rede de transmissão para permitir a adição de mais energia renovável.
De acordo com a mesma publicação, o programa completo será anunciado pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, na 28.ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28), que se realiza de 30 de Novembro a 12 de Dezembro próximo, no Dubai, Emirados Árabes Unidos.
“O País tem um grande potencial para ser um líder global no desenvolvimento alinhado com o clima”, lê-se no documento, sublinhando que “a Estratégia de Transição Energética estabelece um caminho claro para aproveitar estes activos por forma que permitam um crescimento sustentável a nível nacional enquanto apoia a redução de emissões”.
Moçambique é o mais recente País em desenvolvimento a procurar financiamento internacional para custear o programa de transição energética. O Senegal tornou-se o segundo país africano a garantir um pacote substancial de financiamento climático de 2,7 mil milhões de dólares, destinado a apoiar e acelerar a sua estratégia de transição energética justa.
Já em Setembro, a directora nacional de energia de Moçambique, Marcelina Mataveia, declarou que foram mantidas conversações sobre financiamento com a Bélgica, Alemanha, Reino Unido e Emirados Árabes Unidos, e que um plano de investimento seria anunciado na reunião da COP28.
Ainda que Moçambique seja um dos países mais pobres do mundo, tem abundantes recursos hidroeléctricos, eólicos, solares e de gás natural. O País possui, igualmente, depósitos de materiais essenciais para a transição ecológica, como o lítio e a grafite, que são utilizados nas baterias.
Para encorajar a construção de centrais privadas de energia solar e eólica, o Governo anunciou que pretende realizar mais leilões e construir “parques industriais verdes” para incentivar a transformação dos seus minerais.
Moçambique tenciona, igualmente, aumentar a proporção de etanol e biodiesel adicionados à gasolina e ao gasóleo vendidos no País para promover a utilização de veículos movidos a electricidade e a gás natural comprimido. Para o Executivo moçambicano, o objectivo é universalizar o acesso à electricidade até 2030.
The Mozambican government has approved an energy transition strategy aimed at reducing the country’s dependence on fossil fuels, estimating that its implementation will cost 80 billion dollars by 2050, in order to obtain funding to develop the economy. The first steps in the energy transition strategy, approved by the Council of Ministers on November 21, include the addition of 2,000 megawatts of hydroelectric capacity by 2030 and the expansion of the transmission network to allow for the addition of more renewable energy, according to a report published by the Bloomberg financial information agency.
According to the same publication, the full program will be announced by the President of the Republic, Filipe Nyusi, at the 28th United Nations Conference on Climate Change (COP28), which will be held from November 30 to December 12 in Dubai, United Arab Emirates.
“The country has great potential to be a global leader in climate-aligned development,” reads the document, underlining that “the Energy Transition Strategy sets out a clear path for harnessing these assets to enable sustainable growth at the national level while supporting emissions reductions.” Mozambique is the latest developing country to seek international funding to finance its energy transition program. Senegal became the second African country to secure a substantial climate finance package of 2.7 billion dollars to support and accelerate its just energy transition strategy. Back in September, Mozambique’s national energy director, Marcelina Mataveia, said that talks on financing had been held with Belgium, Germany, the United Kingdom and the United Arab Emirates, and that an investment plan would be announced at the COP28 meeting.
Although Mozambique is one of the poorest countries in the world, it has abundant hydroelectric, wind, solar and natural gas resources. The country also has deposits of essential materials for the ecological transition, such as lithium and graphite, which are used in batteries. To encourage the construction of private solar and wind power plants, the government has announced that it intends to hold more auctions and build “green industrial parks” to encourage the processing of its minerals. Mozambique also intends to increase the proportion of ethanol and biodiesel added to gasoline and diesel sold in the country to promote the use of vehicles powered by electricity and compressed natural gas. For the Mozambican government, the aim is to universalize access to electricity by 2030.
Depois de encaixar 100 milhões de dólares este ano, o País prevê arrecadar mais de 4,2 mil milhões de meticais em receitas da exploração de gás natural liquefeito do projecto Coral-Sul na Bacia do Rovuma. Os dados são avançados pelo Plano Económico e Social e Orçamento do Estado (PSOE) para 2024.
Segundo um artigo do jornal O País, difundido esta sexta-feira, 24 de Novembro, no geral, o Governo prevê arrecadar em receitas cerca de 383,5 mil milhões de meticais em 2024. Em termos nominais, há um incremento previsto de 7,4% em comparação com o presente ano.
Aliás, o documento do Governo, submetido à Assembleia da República, antevê uma notável contribuição do sector energético, isto porque dos 310,4 mil milhões de meticais, provenientes das receitas fiscais, 4,2 mil milhões de meticais serão provenientes do projecto Coral-Sul FLNG na Bacia do Rovuma.
Este valor, adicionado a outros recursos internos, poderá perfazer o bolo dos 429 mil milhões que o Governo prevê somar para as despesas de 2024. “Para a proposta do PESOE 2024, está previsto o montante de 429,8 mil milhões de meticais para os recursos internos, equivalente a 28,0% do Produto Interno Bruto (PIB). Do montante total, 383,5 mil milhões de meticais correspondem à receitas do Estado, e os restantes 46,3 mil milhões de meticais ao crédito interno, o que representa um acréscimo de 0,2 pp em termos percentuais do PIB face à Lei do PESOE 2023”, escreve o Governo.
Recentemente, o ministro dos Recursos Minerais e Energia, Carlos Zacarias, anunciou que o Estado moçambicano já recebeu de receitas do projecto Coral-Sul mais de 100 milhões de dólares americanos de receitas.
Zacarias referiu que o valor foi depositado numa conta especialmente dedicada às receitas do gás natural.
After collecting 100 million dollars this year, the country expects to collect more than 4.2 billion meticais in revenue from the exploration of liquefied natural gas from the Coral-Sul project in the Rovuma Basin. The figures come from the Economic and Social Plan and State Budget (PSOE) for 2024. According to an article in the newspaper O País, published this Friday, November 24, overall, the government expects to collect around 383.5 billion meticais in revenue in 2024. In nominal terms, there is an expected increase of 7.4% compared to this year.
In fact, the government document submitted to Parliament foresees a notable contribution from the energy sector, because of the 310.4 billion meticais from tax revenues, 4.2 billion meticais will come from the Coral-Sul FLNG project in the Rovuma Basin.
This amount, added to other internal resources, could make up the 429 billion that the government plans to add to 2024 expenditure. “For the PESOE 2024 proposal, an amount of 429.8 billion meticais is planned for internal resources, equivalent to 28.0% of Gross Domestic Product (GDP). Of the total amount, 383.5 billion meticais correspond to state revenue, and the remaining 46.3 billion meticais to internal credit, which represents an increase of 0.2 pp in percentage terms of GDP compared to the PESOE 2023 Law,” writes the government. Recently, the Minister of Mineral Resources and Energy, Carlos Zacarias, announced that the Mozambican state has already received more than 100 million US dollars in revenue from the Coral-Sul project. Zacarias said that the amount had been deposited in an account specifically dedicated to natural gas revenues.
No mundo empresarial de hoje, a segurança e a prevenção de riscos são componentes cruciais para o sucesso sustentável de qualquer negócio. Em Moçambique, onde o cenário empresarial é tão diversificado quanto desafiador, o papel dos seguros nas empresas assume uma relevância ainda maior.
O mercado de seguros em Moçambique é variado, apresentando múltiplas opções para empresários e empreendedores. Desde seguros de propriedade até coberturas de responsabilidade civil, a escolha do seguro certo pode ser uma tarefa complexa. Neste contexto, uma análise detalhada do mercado de seguros e das suas ofertas torna-se indispensável para qualquer negócio que deseje prosperar e se proteger contra imprevistos.
Com o objetivo de orientar os empresários na escolha do seguro mais adequado às suas necessidades, este artigo apresenta uma visão abrangente do mercado de seguros em Moçambique.
A Arko é uma empresa que opera no país desde 2017 com a oferta de coberturas e garantias de acordo com as necessidades de protecção e mitigação de risco de cada cliente.
A Austral Seguros iniciou suas operações em Moçambique, destacando-se há mais de uma década. Oferece uma ampla gama de serviços seguradores, proporcionando soluções confiáveis e abrangentes aos seus clientes
Seguros empresariais destacados:
Seguro empresarial: este seguro abrange uma variedade de riscos que podem afectar as operações diárias, desde danos a propriedades até responsabilidade civil;
Seguro de Responsabilidade Civil: oferece um serviço que abrange uma variedade de situações, desde danos materiais até lesões corporais, proporcionando tranquilidade aos empresários.
Seguro de Mercadorias Transportadas: oferece cobertura para perdas ou danos durante o transporte, uma solução essencial para empresas envolvidas em logística e comércio.
Endereço: Maputo- Av. do Zimbábwe, Nº 338, Bairro da Sommerschield.
Britam – companhia de seguros de Moçambique
A Britam faz parte do grupo Britam Holding PLC que é um grupo líder de serviços financeiros diversificados e está cotada na Bolsa de Valores de Nairobi. Em Moçambique, o grupo apresenta os seguintes serviços e empresariais:
Seguro de quebra maquinário;
Seguro de equipamentos eletrónicos;
Seguro de deterioração de estoque;
Seguro de responsabilidade de directores e executivos.
Contacto: +258 84 306 8486
Endereço: Maputo- Av. Marginal, 406
Diamond Seguros
A Diamond Seguros é uma empresa que opera no país desde 2014, destacando-se pela oferta de soluções inovadoras de gestão de risco.
Serviços empresariais destacados:
Seguro de responsabilidade civil: Protege os activos das empresas contra danos físicos, roubo e responsabilidade civil com os abrangentes seguros de propriedade da Diamond.
Seguro de empreitadas: cobre avaria de máquinas, deterioração em armazenamento, todos os riscos de empreitadas.
Seguro marítimo: protege contra danos contra cargas marítimas.
Seguro contra todos os riscos: esta opção é eficiente para empresas porque oferece cobertura para perdas, danos, interrupções de actividades de negócio.
Seguro de acidentes de trabalho: fornece cobertura abrangente para lesões e incapacidades, garantindo o bem-estar da força de trabalho.
Fundada em 1977 pela fusão das Companhias de Seguros Nauticus, Lusitana e Tranquilidade, a EMOSE, S.A., monopolizou o sector segurador moçambicano até 1991. Em 1998, tornou-se EMOSE, S.a.r.l, em 2009, EMOSE, SA, alterando sua estrutura. Com 40 anos, destaca-se nas capitais provinciais, oferecendo 35 produtos de seguros alinhados a padrões internacionais. Envolve-se em projectos significativos, assegurando obras e activos em Moçambique.
Seguros empresariais destacados:
Seguro Multiriscos: Garante a indemnização em caso de perdas e/ou danos causados aos bens patrimoniais (edifícios e ou conteúdos) resultantes de riscos cobertos;
Seguro de acidentes de trabalho: Garante a responsabilidade da entidade empregadora por acidentes ocorridos com os seus trabalhadores, no desempenho da actividade profissional;
Seguro de transporte, engenharia e aviação: Garante indemnização a perdas e/ou danos ocorridos em obras durante o período de construção, máquinas de construção, equipamento electrónico e obras completas de engenharia.
A Fidelidade, líder de mercado em Portugal, expandiu sua presença em Moçambique ao adquirir 70% da Seguradora Internacional Moçambique (SIM), operando sob a marca Ímpar. Esta aquisição coloca a Fidelidade entre as três principais seguradoras em Moçambique, ampliando sua oferta de produtos e fortalecendo parcerias locais, como com o Millennium BIM.
Seguros empresariais destacados:
Acidentes de trabalho: cobre despesas médicas, pensões e outros benefícios relacionados a acidentes de trabalho;
Avaria de máquinas: oferece proteção contra danos e falhas em máquinas essenciais para operações comerciais;
Equipamentos electrónicos: protege equipamentos electrónicos contra danos e perdas.
Máquinas: fornece cobertura abrangente para máquinas, garantindo continuidade operacional;
Mercadorias transportadas: minimiza riscos logísticos durante o transporte de mercadorias,
Multiriscos: cobertura multifacetada para proteger contra várias contingências;
Responsabilidade civil: garantia contra responsabilidades legais em situações diversas.
Endereço-Maputo- Rua de Kassuende, n ͣ 210, bairro Polana cimento A,
Global Alliance Seguros
Desde 2008, a Global Alliance Seguros, SA, opera em Moçambique após a fusão com a CGSM. Em 2011, cresceu, transitando de gestão familiar para empresarial. Actualmente, integra o banco Absa, consolidando sua presença no mercado.
Seguros empresariais destacados:
Seguro de acidentes de trabalho: salvaguarda os trabalhadores contra acidentes de trabalho;
Seguro de incêndio: protege contra danos totais ou parciais a bens sob responsabilidade do segurado;
Mercadoria em trânsito: oferece cobertura abrangente em caso de perda ou dano de mercadorias durante o transporte;
Banco de seguros: proporciona parcerias com instituições bancárias,
Contactos: Maputo: +258 21 49 31 10
Matola: +258 21 72 04 76
Beira: +258 23 320 054
Endereço: Maputo- Av. da Marginal, Parcela 141.
Hollard Moçambique
A Hollard, oferece produtos inovadores e serviços de qualidade desde sua fundação em 1980. Com uma presença robusta em Moçambique, a Hollard destaca-se no sector empresarial, proporcionando soluções abrangentes.
Seguros empresariais destacados:
Seguros em comercial e de bens patrimoniais: esta modalidade de seguro oferece cobertura abrangente para bens tangíveis, garantindo a continuidade das operações empresariais;
Seguro Empresa: este seguro proporciona uma protecção, abrangendo aspectos relacionados à gestão e operação da empresa;
Seguro de categorias especializadas: oferece soluções especializadas que se alinham aos desafios únicos enfrentados por sectores específicos;
Seguro de Viagens Corporativas: este seguro cobre eventualidades que possam surgir durante deslocações corporativas, assegurando tranquilidade para os colaboradores e a empresa;
A Companhia de Seguros Horizonte é reconhecida por oferecer um conjunto abrangente de soluções de seguros que atendem às diversas necessidades dos clientes, destacamos alguns dos principais produtos oferecidos pela seguradora no sector empresarial:
Seguro de acidentes de trabalho:Garante cobertura abrangente ao trabalhador em caso de acidente no local de trabalho.
Seguro automóvel:Oferece indemnização por danos causados a terceiros resultantes de acidentes envolvendo veículos da empresa, cumprindo as obrigações legais.
Seguro multirisco empresarial:Garante a reposição de activos em caso de incêndio, queda de raio ou explosão, incluindo coberturas adicionais negociadas individualmente.
Seguro de empreitada:Protege contra acidentes durante a execução de obras, incluindo danos ocorridos durante a instalação ou montagem de máquinas, equipamentos e outras instalações.
Seguro de equipamento electrónico: Oferece cobertura “Todos os Riscos” para equipamentos electrónicos.
Seguro marítimo:Protege embarcações, equipamentos, transporte e carga utilizados no transporte marítimo.
Seguro de mercadoria em trânsito:Cobertura contra todos os riscos de perda ou danos à mercadoria durante o transporte, garantindo que os bens cheguem ao destino com segurança.
Contactos: Quelimane: 800 75 75- Linha grátis
Maputo: 800 75 75 75 -Linha grátis
Endereço: Maputo- Av. Tomás Nduda.
Imperial Insurance Moçambique
A Imperial Insurance Moçambique, S.A. é uma companhia de direito Moçambicano, fundada em 2015. A companhia foi criada para oferecer uma ampla gama de soluções de seguros convencionais, Transferência Alternativa de Riscos (ART) e Gestão Corporativa de Riscos (ERM) ao público segurador.
A Índico Seguros, operando em Moçambique desde 2011, destaca-se pela diversidade e qualidade de serviços e produtos oferecidos, consolidou sua presença no mercado segurador com inovação e excelência no exercício regular dos actos relacionados à aceitação e cumprimento de contratos de seguro.
Seguros Empresariais Destacados:
Auto-seguro: oferece proteção paraveículos das empresas, dando cobertura abrangente para danos, roubo e responsabilidade civil;
Seguro de Incêndio: cobre danos materiais e proporciona recuperação financeira em situações adversas;
Seguro de Engenharia: oferece protecção abrangente, segurança dos empreendimentos desde a fase inicial até a conclusão;
Responsabilidade civil: garantia contra responsabilidades legais em situações diversas;
Seguro para PEMs:fornece seguros adaptadosàs suas necessidades específicas.
Especializando-se no ramo não-vida, a seguradora oferece uma série de serviços que se destacam pela excelência e compromisso com a protecção.
Seguros empresariais destacados:
Seguros para PMEs: seguros feitos especialmente para Pequenas e Médias Empresas (PMEs), estes seguros proporcionam cobertura abrangente, abordando as diversas necessidades e desafios enfrentados por empreendimentos de menor porte.
Seguros para Comércios e Serviços: oferece soluções adaptadas, protegendo contra riscos e imprevistos que possam impactar negativamente os negócios.
A Palma Companhia de Seguros, SA, oferece uma protecção financeira e patrimonial robusta para clientes empresariais.
Seguros empresariais destacados:
Seguro automóvel:possibilita viagens tranquilas, seguras e cuidadas.
Seguro de responsabilidade civil empresarial:Salvaguarda contra reclamações de terceiros, garantindo a integridade financeira da empresa diante de possíveis litígios e responsabilidades legais.
Seguro de acidentes de trabalho:Protecção para funcionários contra lesões ou incapacidades resultantes de acidentes no local de trabalho.
Seguro de caução ou garantia:garante protecção do beneficiário contra incumprimento de obrigações por parte de um contrato ate ao limite da garantia.
Seguro de mercadorias em trânsito: oferece segurança as mercadorias durante a transitabilidade.
Seguro de equipamento eletrónico: oferece protecção contra imprevistos que causam avarias e danos físicos ao equipamento eletrónico instalado em uma empresa.
O Phoenix Assurance Group é uma potência financeira dinâmica que opera seguros de curto prazo em África, o grupo também está envolvido em microfinanças em países alguns países da África.