Monday, April 27, 2026
spot_img
Home Blog Page 467

UE desembolsa três milhões de euros para desenvolvimento da cidade da Beira

A União Europeia (UE) anunciou terça-feira um apoio financeiro de mais de três milhões de euros para a promoção de projectos de desenvolvimento urbano na cidade da Beira.

“É uma grande satisfação poder ver resultados dos nossos esforços a serem implementados ao nível local e das comunidades e a surtirem resultados visíveis”, disse o embaixador da UE em Moçambique, António Sánchez-Benedito Gaspar, citado pela Lusa.

Gaspar falava após o lançamento do programa “Mudar”, uma iniciativa destinada à promoção do desenvolvimento urbano integrado e governação local da cidade da Beira, capital da província de Sofala.

O programa pretende melhorar a vida de muitas comunidades do município, acrescentou. O embaixador da UE em Moçambique avançou que o projecto prevê planeamento urbano integrado, participativo e sustentável e iniciativas de criação de emprego, através de parcerias públicas e privadas.

O autarca da Beira, Albano Carige, afirmou que o projecto vai concretizar “o sonho de tornar a cidade amiga do ambiente e sem lixo”.

“Os munícipes devem ter a consciência de que o lixo por si produzido tem outras utilidades. O mudar que se diz aqui no projecto não é mudar de casa, mas sim transformar problemas em soluções”, enfatizou Carige.

Produtores africanos de petróleo criam banco que vai aumentar investimento do setor privado nos projectos de petróleo e gás

Foi criado esta terça-feira, o Banco Africano de Energia, destinado a financiar investimentos na área energética do continente. O “nascimento” da nova instituição foi anunciado pelo Banco Africano de Exportações e Importações (Afreximbank) e a Organização dos Produtores Africanos de Petróleo (APPO).

“Com o objectivo de aumentar o investimento do setor privado nos projectos de petróleo e gás, o banco vai garantir financiamento crítico para os novos e futuros projectos de petróleo e gás, bem como no desenvolvimento da energia ao longo de toda a cadeia de valor”, lê-se no comunicado.

No comunicado, não são divulgados os valores envolvidos na criação do banco nem os montantes de capital social que este novo banco terá, mas são descritas as circunstâncias e as motivações da criação desta entidade financeira.

“No seguimento do desinvestimento das companhias petrolíferas e na mudança das tendências globais de investimento, o banco surge numa altura particularmente crítica”, aponta-se no texto, que dá conta da assinatura do memorando de entendimento, que foi assinado pelo director de Relações com os Clientes do Afreximbank, Rene Awambeng e pelo secretário-geral da APPO, Omar Farouk, na presença do Presidente de Angola, João Lourenço, de ministros africanos e do presidente executivo da Câmara Africana de Energia, NJ Ayuk.

Espera-se uma recuperação para 30 mil milhões de dólares este ano

O texto argumenta que nos últimos anos tem havido uma forte redução das despesas de investimento em África, que desceram de 60 mil milhões de dólares em 2014 para 22,5 mil milhões de dólares em 2020, esperando-se uma recuperação para 30 mil milhões de dólares este ano.

“Apesar deste aumento, há significativos níveis de investimento que ainda são necessários, e por isso o papel das instituições financeiras africanas tem sido enfatizado, já que enquanto o mundo desenvolvido defende o fim dos combustíveis fósseis devido às mudanças climáticas, África continua a enfrentar uma crise de pobreza energética, com mais de 600 milhões de pessoas sem acesso a electricidade e 900 milhões sem
acesso a soluções de confecção limpa de alimentos”, salienta-se no texto.

O Banco Africano de Energia, agora proposto, “vai operar da mesmaforma que a Corporação Africana de Investimento Energético, uma instituição financeira de desenvolvimento criada para canalizar os recursos para o desenvolvimento do sector energético”, explica-se no comunicado, que conclui que “os benefícios são o favorecimento do desenvolvimento do sector energético africano e, com isso, o crescimento socioeconómico”.

Como a economia digital pode contribuir para o PIB dos países africanos?

Teve início esta terça-feira, 17 de Maio, no hotel Radisson, em Maputo, uma conferência de tecnologias, designada Mondato, que termina esta quarta-feira. A mesma é subordinada ao tema “Gerando valor numa África pós-pandemia através da transformação e inclusão digital”.

A conferência tem como objectivo discutir como os países africanos podem entrar na economia digital e como esta poderá contribuir para o seu Produto Interno Bruto (PIB). Segundo alguns relatos, espera-se que a indústria de fintech aumente o PIB da África Sub-sahariana em mais de 150 bilhões de dólares até 2022.

Moçambique, tem um sector de fintech em crescimento, embora o seu mercado financeiro digital está nos estágios iniciais de desenvolvimento. No entanto, baixa inclusão financeira significa uma enorme oportunidade ainda para serviços digitais, particularmente como política e regulamentação, e o país continua a evoluir e busca promover a inovação e o desenvolvimento das fintechs.

Realizado em parceria com o Financial Sector Deepening Mozambique e a INCM, o sétimo anual Mondato Summit Africa é a principal liderança de pensamento de finanças digitais da região, apresentando novos e empolgantes casos de uso de fintech em todos os setores e abordando as oportunidades de inovação e colaboração necessárias para impulsionar a próxima onda de serviços para responder às necessidades em mudança de uma África alterada pela pandemia.

Nesta terça-feira foram discutido os seguentes temas:

KEY PILLARS FOR THE DIGITAL ECONOMY

Moderator: Judah J. Levine – Chief Executive Officer, Mondato

VALUE CHAIN INNOVATION TO FOSTER GREATER ADOPTION

Moderator: Filipa Costa – Financial Sector Specialist, World Bank

TANGIBLE RESULTS FOR INCLUSION & DEVELOPMENT

Moderator: Arielle Jaffe – Head of Ecosystem Engagement, Mondato

POLICY FOR THE “FOURTH INDUSTRIAL REVOLUTION”

Moderator: Ashley Olson Onyango – Head of Financial Inclusion, GSMA

Para esta quarta-feira, o Standard Bank que é o único patrocinador da conferência que actua no sector bancário e que será representado pelo Administrador Delegado, Bernardo Aparício, fará parte do painel “Fases da Economia Digital”, agendado para às 09h00.

Para além desta participação, o director de Engenharia do Banco, Gulamo Nabi, vai integrar o painel de júri do concurso de Inovação Digital Financeira na África Sub-Sahariana.

O Standard Bank tem a digitalização como um dos principais pilares da sua estratégia de negócio. E, tendo em consideração que o banco não é uma empresa de tecnologias, a parceria com as Fintechs mostra-se de capital importância para que o banco possa acompanhar a revolução digital e colocar-se em posição de responder às exigências dos clientes com eficácia, bem como antecipar-se as suas necessidades.

E é neste contexto que o Standard Bank decidiu patrocinar a conferência Mondato e, ainda, contribuir para o sucesso da mesma partilhando a sua visão sobre como o País pode caminhar para uma economia digital.

SAIBA MAIS 

A partir do porto de Nacala: African Rail Corporation Limited transporta combustível para o Malawi

O Malawi concedeu a licença operacional provisória com duração inicial de seis meses, a African Rail Corporation Limited, para inicio  do transporte ferroviário de combustíveis líquidos, a partir do porto de Nacala, na província de Nampula.

A licença servirá de ensaio, para o ministério dos transportes do Malawi avaliar a eficácia desta empresa nas suas operações, o que culminará com a concessão de uma licença definitiva. A referida empresa, fará a rota ferroviária Nacala-Blantyre-Lilongwe e posteriormente, Beira-Blantyre-Lilongwe.

O presidente executivo e director administrativo da African Rail Corporation Limited, Davies Lanjesi, agradeceu a confiança do governo do Malawi e assegurou que dentro dos seis meses, vai trabalhar em estreita colaboração com o ministério dos transportes em aspectos técnicos.

Utilização do porto de Nacala ajuda a aliviar custos

O início da utilização do porto de Nacala para a importação de combustíveis e mercadoria diversa, ajudará o Malawi a aliviar os custos de transporte, a criar postos de trabalho e trazer a concorrência no negócio de transporte ferroviário dominado actualmente pela Nacala Logistics.

O ministro malawiano dos transportes, Jacob Hara, disse que a aposta pelo sector ferroviário para a importação de combustíveis desde Nacala e Beira, irá aumentar a eficiência no sector dos transportes e fornecerá meios alternativos e competitivos de importação de mercadorias.

O anúncio da concessão de licença para o início da importação de petróleos via linha férrea desde o porto de Nacala, surge em menos de um mês após a assinatura pelo presidente do Malawi Lazarus Chakwera e o seu homólogo moçambicano Filipe Nyusi, de vários acordos comerciais, aquando da visita do estadista malawiano à Maputo.

Principais soluções de Financiamento na Banca Moçambicana

Seja para iniciar, manter ou escalar um negócio, seja de venda de produtos ou serviços, o capital de investimento é um ponto de partida incontornável. 

Dentre as várias soluções de financiamento, a mais tradicional é a banca. Celeridade, confiabilidade e diversidade de soluções são algumas das características que tornam a banca atractiva.

Porque um crédito é uma decisão importante para qualquer negócio, hoje traremos as principais e mais atractivas soluções de financiamento disponibilizadas pelos três principais bancos em Moçambique, de acordo com o Banco de Moçambique – BCI (Banco Comercial e de Investimentos), BIM (Banco Internacional de Moçambique) e Standard Bank.

BCI

De acordo com informações disponibilizadas em sua página web, o BCI dispõe de dois principais segmentos. O PME, como o nome sugere, para pequenas e médias empresas e o Corporate, para empresas com maior volume de negócio.

Para ambos segmentos é oferecido um financiamento a médio e longo prazo, com possibilidade de pagamento parcelado em até 15 anos. Como o próprio banco coloca: “Os empréstimos a médio e longo prazo disponibilizados pelo BCI são formas de crédito personalizáveis e flexíveis destinados a projectos de investimento”.

Crédito Especial

O banco também disponibiliza linhas de crédito especiais como por exemplo a linha BCI Super, destinada a empresas que adoptem sistemas integrados de energias renováveis e linha de crédito BCI Negócios Sasol, desenhada para micro, pequenas, médias, grandes empresas bem como ONG’s que prestem ou tenham potencial para prestar serviços à Sasol. Esta linha dá acesso à valores até 4 milhões de meticais à uma taxa de juro fixa de 10.50%.

BIM
Conta Empréstimo

O Millennium BIM apresenta a Conta Empréstimo como uma solução para empresas em busca de capital.

Através deste produto, são as necessidades da empresa que ditam a taxa de juro a ser aplicada e as modalidades de reembolso. De acordo com informações disponibilizadas em sua página web, com um prazo mínimo de 3 meses e máximo de 15 anos, o pagamento do capital pode ser diferido até o momento em que o investimento começar a trazer retorno. Como o Banco explica, este seria “um período de carência sem o pagamento de capital (com pagamento de juros)”.

Standard Bank

À semelhança do BIM, o Standard Bank também oferece uma Conta Empréstimo como parte das soluções de financiamento para empresas. Com limite de prazo máximo de reembolso do valor é de 7 anos, enquanto que “o limite do empréstimo é determinado em função da capacidade de endividamento do cliente e suas necessidades de investimento”, conforme informações disponibilizadas em seu website.

Crédito Flexível

Como o empreendedorismo requer flexibilidade, o Standard Bank oferece soluções flexíveis, onde o cliente não precisa apresentar garantias para empréstimos de até 12 meses.

O prazo do pagamento do financiamento é determinado pelo fluxo de caixa do cliente, assim como o saldo dos últimos 6 meses determina o limite de crédito.

Para este produto, dispensa-se a apresentação de relatórios de conta para negócios já estabelecidos.

Como escolher?

Podemos atestar que existem soluções para todo tipo de negócio em todo tipo de fase. O importante é escolher as soluções de acordo com as necessidades de cada empresa de modo a mantê-la funcional e sustentável.

PETROMOC diz que é inevitável o reajuste do preço dos combustíveis

O Presidente do Conselho de Administracao (PCA) da Empresa Petróleos de Moçambique (PETROMOC), Hélder Chambisse, disse esta segunda-feira, ser incontornável o reajuste da tarifa dos combustíveis para a estabilização da empresa e de outras gasolineiras.

Hélder Chambisse, esclareceu que as Empresas gasolineiras estão com dificuldades para importar o combustível, devido ao défice regulatório no sector das gasolineiras no país.

Entretanto, Hélder Chambisse, garantiu que não haverá rotura de stock.

O Presidente do Conselho de Administração da PETROMOC, em Maputo, durante a recepção dos membros da Comissão do Plano e Orçamento da Assembleia da República, que visitaram a Empresa.

MOZTECH: Millennium bim leva soluções inovadoras para dinamizar a banca

O Millennium bim é um dos maiores bancos no país e, desde sempre, posicionou-se como uma instituição bancária inovadora nos serviços que presta, e está expectante sobre a nona edição da Moztech.

À maior feira de tecnologias do país, o Millennium bim, leva soluções inovadoras e que podem dinamizar ainda mais o sector da banca no país. O banco, através do administrador-executivo, Albino Andrade, considera a MOZTECH como uma feira inovadora e que tem contribuído para o desenvolvimento do país através da tecnologia.

“O Bim tem participado todos os anos e tem feito essa participação de uma forma entusiasta. É uma parceria que muito acarinhamos e que consideramos que contribui para o desenvolvimento da sociedade, desenvolvimento dos serviços digitais em Moçambique, para conseguirmos, de uma forma eficiente e sustentável, servir os nossos clientes”.

E porque a cada ano em que participou viveu uma experiência única, a companhia quer trazer, para a nona edição, soluções inovadoras e que espera que façam diferença no sector da banca.

“Nós somos um banco moçambicano para moçambicanos, somos um banco que tem uma rede de distribuição muito vasta, cobrimos todo o país. Temos particular atenção à inclusão financeira, iremos ter novidades nesse âmbito, permitindo que cada vez mais moçambicanos possam ter, no seu dia-a-dia, os serviços bancários e, com isso, melhor qualidade de vida”, concluiu Albino Andrade.

Para além de debates, a nona edição da MOZTECH pretende promover o máximo de contacto entre os diferentes participantes. As inscrições para o evento ainda estão abertas.

IMOPETRO diz que navios com combustíveis continuam a chegar sem sobressaltos

As importações de produtos petrolíferos estão a decorrer sem sobressaltos, não havendo indicações de rotura de stock de combustíveis no país.

A Importadora Moçambicana de Petróleos, IMOPETRO, revelou na sexta-feira, que os níveis de produtos petrolíferos desde o início da semana colocam o país numa situação confortável, apesar das oscilações de preços que se verificam no mercado internacional.

A IMOPETRO disse ter iniciado a semana com 29 dias de stock de gasolina, 38 de petróleo, 19 de gasóleo e 16 dias de stock de gás de cozinha.

A directora de Operações e Embarques, na IMOPETRO, Abiba Amade, diz que navios com combustíveis continuam a chegar ao país.

“Neste momento temos em Maputo 3 navios, um já descarregou, estamos agora a descarregar o navio de gás. E temos mais dois, que estão a chegar, estamos a aguardar, de gasolina jet e gasóleo, em Maputo. Na Beira, temos dois navios aguardando para atracar e descarregar. Em Nacala, chegou agora um navio para descarregar jet. Em Pemba, terminamos hoje a descarga de um navio de gasolina e gasóleo”, disse.

Abiba Amade refere que a entidade faz importações mensais de produtos petrolíferos e assegura o abastecimento regular no mercado.

PME’s realizam 132 milhões de transacções mensais através do M-Pesa

O M-pesa, plataforma electrónica de transacções financeiras da Vodacom, prevê cobrir, até 2025, cerca de 75 por cento da população adulta em Moçambique, respondendo assim ao grande desafio de inclusão financeira no país.

As projecções são do novo Director-Geral da Vodacom Moçambique, Simon Karikari, para quem o contínuo investimento na expansão da carteira móvel visa permitir que mais moçambicanos tenham acesso aos serviços financeiros e, consequentemente, usufruam das vantagens que os mesmos oferecem.

“Em Maio de 2013, através da sua subsidiária Vodafone M-Pesa SA, a Vodacom Moçambique lançou o M-Pesa, um serviço financeiro móvel revolucionário e impulsionador da inclusão financeira e capacitação económica no país. É uma plataforma que criámos a pensar no bem-estar dos nossos clientes. E, mais do que praticidade, possibilita que os usuários efectuem transacções de forma rápida, segura e em qualquer parte do país”, referiu Simon Karikari.

M-Pesa tem aproximadamente 5.3 milhões de clientes activos

Volvidos nove (9) anos da sua implementação no mercado moçambicano, o M-Pesa continua a registar um crescimento assinalável, espelhado pelo aumento de usuários. Actualmente, conta com aproximadamente 5.3 milhões de clientes activos, dos quais cerca de 9 300 são pequenas, médias e micro empresas, que realizam aproximadamente 132 milhões de transacções mensais através do M-Pesa.

“Com estes números, fica claro que o M-pesa continuará a ser uma das nossas apostas, afinal, é uma das plataformas do mercado que mais tem contribuído para a digitalização do dinheiro em Moçambique, assim como para a inclusão financeira. Ao longo destes anos de operação, o M-Pesa continua a facilitar a vida dos moçambicanos, oferecendo soluções inovadoras para atender um mercado emergente e competitivo, de modo a garantir que os serviços financeiros estejam disponíveis para todos e, consequentemente, promovam a inclusão social”, sublinhou o Director-Geral da Vodacom Moçambique.

Como forma de impulsionar cada vez mais o seu uso pela população, lançou, entre outros serviços, o Xitique, que permite aos clientes juntar dinheiro gradualmente para a realização dos seus sonhos; o Txuna, que permite que determinados clientes elegíveis possam fazer empréstimos bancários e receber nas suas contas M-Pesa; e, ainda, o serviço de transferência de dinheiro do M-Pesa para o banco e vice-versa.

M-Pesa Business agrega valor às operações financeiras do segmento corporativo

Para atender à demanda do mercado, foi lançado o M-Pesa Business, uma unidade de negócio que tem em vista agregar valor às operações financeiras do segmento corporativo. Em meio a tanta inovação, destaca-se o OPEN API, uma plataforma aberta que permite aos
provedores de produtos e serviços integrar as suas plataformas digitais ao M-Pesa, de modo a procederem a colectas e desembolsos. Estes feitos, habilitam aos mais de 5 milhões de clientes individuais a poderem ter mais uma alternativa para efectuarem pagamentos, de forma presencial (à boca do caixa) e remota (nas páginas e aplicativos de vendas online).

Para os usuários de smartphones, o M-Pesa lançou o Meu M-Pesa, uma aplicação que permite ao cliente individual efectuar operações de forma rápida e fácil.

O M-Pesa conta com uma rede de mais de 40 mil agentes espalhados por todo o país e tenciona estabelecer mais parcerias com os sectores público e privado, assim como com organizações não governamentais. Neste contexto, já se destacam inúmeras parcerias que o M-Pesa tem implementado junto do Governo para facilitar a colecta e  pagamentos de diversos serviços, tais como:  o INSS  para a colecta de contribuições para a segurança social, a Revimo para o pagamento de portagens, a EDM para a compra e o pagamento de energia, o Fipag e a ADEM para pagamento de facturas de água, taxas municipais, entre outras, que fazem a diferença no dia a dia dos moçambicanos.

Inflação sobe para 7,9% em Abril mais 123 pontos base em relação a Março

Moçambique registou uma inflação homóloga de 7,9%, no mês de Abril, o valor mais alto dos últimos quatro anos e meio, anunciou na semana passada o Instituto Nacional de Estatística (INE).

A inflação homóloga em Março tinha sido de 6,67% e subiu 123 pontos base em Abril, segundo o novo boletim do Índice de Preços ao Consumidor (IPC).

A subida está em linha com todas as previsões para a economia moçambicana e com o clima inflacionista global. Em termos mensais, a inflação acumulada desde o início do ano está em 4,51%, valor só superado em Abril de 2017.

Ainda assim, o Standard Bank (que apresentou as mais recentes
previsões) prevê que a inflação se mantenha a um dígito (abaixo dos
10%) este ano em Moçambique e antevê um recuo nos anos seguintes, com
taxas de 9,4% (2022), 7,3% (2023), 6,5% (2024) e 5,9% (2025).

Os valores do IPC são calculados pelo INE a partir das variações de
preço de um cabaz de bens e serviços, com dados recolhidos nas cidades
de Maputo, Beira e Nampula.