Monday, April 27, 2026
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LAM retoma voo entre Vilankulo e Joanesburgo

A empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) anunciou, semana finda, a retoma de voos directos entre Vilankulo e Joanesburgo. Trata-se da reposição da ligação aérea entre dois destinos turísticos de eleição e que constam das preferências mundiais.

Um comunicado a que “Profile” teve acesso indica que o primeiro voo da rota partirá de Joanesburgo às 10:55 horas, tendo a chegada em Vilankulo estimada para as 13:10 horas. Já de Vilankulo, o voo irá descolar às 13:40 horas, com previsão de aterragem em Joanesburgo às 15:55 horas, às segundas e sextas-feiras.

O documento detalha que cada percurso terá a duração aproximada de 02:15 horas, a serem realizadas por uma aeronave Q-100, com capacidade para 37 passageiros na classe económica. O voo será operado em parceria financeira com a CemAir, no âmbito do acordo de Interline recentemente assinado.

“Ao reintroduzir a rota Vilankulo/Joanesburgo e vice-versa, a LAM efectiva o posicionamento como interveniente activo na promoção do turismo, através da prestação de serviços de transporte que permitem aos turistas alargar as opções de deslocações rápidas para aceder aos seus destinos de preferências”, refere o comunicado.

Refira-se que Vilankulo foi eleito o melhor destino turístico de África pelo site Travel Coterie, especializado em turismo.

EDM irá fornecer energia ao Botswana

A Electricidade de Moçambique (EDM) e a sua congénere do Botswana, a Power Corporation (BPC) celebraram, semana finda, em Gaborone, um Contrato de Fornecimento de Energia (Power Purchase Agreement, PPA), com a duração de um ano, para a exportação de 100 MW de energia não-firme àquele país vizinho.

Um comunicado enviado à nossa Redacção explica que a capacidade acordada no âmbito do PPA visa responder às necessidades emergentes no fornecimento de electricidade em Botswana, tendo em conta a crescente demanda doméstica. No entanto, esse fornecimento está sujeito, por um lado, à solicitação pela BPC e, por outro, à disponibilidade de capacidade do lado da EDM.

“Durante o evento, o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da EDM, Marcelino Alberto, expôs as novas oportunidades do mercado de energia para a região da África Austral (SADC), que serão criadas com a construção e entrada em funcionamento da Central Térmica à Gás de Temane (Projecto CTT), cuja primeira pedra foi lançada no mês passado pelo Presidente Filipe Nyusi”, lê-se na nota.

A fonte salienta que o projecto CTT prevê a geração de 450MW de energia eléctrica, num modelo de Geração em Ciclo Combinado à Base de Gás Natural, para a distribuição no mercado nacional, sendo que o excedente será destinado à exportação.

O comunicado sublinha que a estratégia da EDM na massificação da venda de energia aos países vizinhos permite gerar divisas para o país, consolidando, igualmente, o posicionamento de Moçambique enquanto pólo regional de geração de energia eléctrica.

Hotel Flutuante irá render pelo menos 3 milhões de USD

O Hotel Flutuante, que aloja cerca de 400 trabalhadores envolvidos na instalação da plataforma flutuante de liquefação de gás natural na bacia do Rovuma, província de Cabo Delgado, irá render pelo menos 3 milhões de dólares aos cofres do Estado, durante os 200 dias (pouco mais de seis meses) em que estará ancorado nas águas moçambicanas.
A informação foi partilhada esta terça-feira por Carlos Munguambe, Director-Geral da Autoridade Tributária no Gabinete do Controlo Interno, durante o debate sobre o “conteúdo local nos projectos de gás em Moçambique”, promovido pelo Centro de Integridade Pública (CIP).

Segundo Carlos Munguambe, o valor será arrecadado através do Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares (IRPS) a ser aplicado aos trabalhadores envolvidos no projecto. A fonte não prevê outras receitas a serem arrecadadas através do Hotel Flutuante, alegando que o mesmo está isento de impostos por não ser uma pessoa residente.
Refira-se que o Hotel Flutuante, denominado CSS Termis, chegou ao país em finais de Janeiro último, com objectivo de alojar trabalhadores envolvidos na instalação da plataforma flutuante do projecto Coral Sul FLNG da Área 4 da Bacia do Rovuma, liderado pela italiana ENI.

Para o CIP, a instalação do Hotel Flutuante, pertencente à empresa Nortrans Pte Ltd – com domicílio em Singapura – para a prestação de serviços logísticos de acomodação, “pode ser um claro sinal da exclusão do empresariado nacional neste negócio”.

Segundo a organização, em nenhum momento as autoridades moçambicanas e as empresas concessionárias explicaram a racionalidade do uso de um hotel flutuante ao invés da cadeia de hotéis existentes em Cabo Delgado. Também não há informações sobre o envolvimento do empresariado nacional no fornecimento, por exemplo, de produtos alimentares e outros bens e serviços de hotelaria.

Num evento que serviu para divulgação dos resultados preliminares da pesquisa em curso sobre o conteúdo local nos projectos de gás, Rui Mate, pesquisador do CIP, defendeu que os benefícios indirectos das operações do Projecto Coral Sul para os moçambicanos só poderão ser materializados se, desde agora, bens e serviços forem adquiridos localmente e mão-de-obra moçambicana for contratada.

“Estas acções podem contribuir para a diversificação económica e desenvolvimento social, evitando o caso da SASOL que mostra poucas ligações com a economia local, conforme mostrado pelos indicadores do PIB e PIB per capita da província de Inhambane onde está instalado o projecto”, disse Mate, revelando que o peso do PIB real da província de Inhambane reduziu de 8,4% em 2011 para 7,2% em 2020 e o PIB per capita da província mostra uma variação de 56pp abaixo da variação do PIB per capita nacional de 79%.

Por isso, Mate entende que a aprovação da Lei do Conteúdo Local, estagnada desde 2019, pode ajudar a evitar situações, por exemplo, de uso de um hotel flutuante, sobre cuja sua cadeia de fornecimento de bens e serviços e o envolvimento de mão-de-obra moçambicana não se terá muito controlo.

ExxonMobil apoia o empoderamento de mulheres

A Fundação ExxonMobil anunciou que está a contribuir com US$ 300.000 para a iniciativa Business Women Connect (BWC) pelo quarto ano em Moçambique.

Iniciada em 2018, a iniciativa, liderada pela Technoserve, está programada para começar em Maputo enquanto explora novas oportunidades de expansão para o norte este ano.

O programa faz parceria com instituições financeiras para fornecer educação empresarial e financeira a microempreendedoras por meio de aulas de desenvolvimento e gestão de negócios, além de treinamento e treinamento para promover o aumento da poupança e formalizar as finanças empresariais e familiares. O programa já formou 700 mulheres oriundas das províncias de Maputo e Inhambane.

Embora muitos tenham enfrentado desafios de negócios devido aos impactos da pandemia do COVID-19, os participantes do BWC receberam treinamento e instrução digital contínuo e mostraram uma tremenda resiliência na revisão de seus planos de negócios. Muitos dos serviços como cabeleireiros, take-away’s e alfaiatarias puderam levar o seu serviço de porta em porta respeitando as normas e orientações sanitárias.

“O empoderamento das mulheres é uma parte importante da estratégia de investimento comunitário global da ExxonMobil, e valorizamos o papel instrumental que as mulheres desempenham na sociedade e na economia”, disse Jos Evens Manager da ExxonMobil Moçambique, Limitada. “Temos o prazer de continuar a fazer parceria com a TechnoServe na promoção do desenvolvimento e empoderamento das mulheres moçambicanas.”

A iniciativa BWC 2021 espera treinar 250 mulheres. O programa continuará fornecendo treinamento sobre investimento empresarial, gestão financeira, atendimento ao cliente e marketing por meio de canais digitais, enquanto as restrições do COVID-19 permanecerem em vigor para garantir a continuidade dos negócios para microempreendedores.

“Este ano foi crítico para todos os negócios”, disse Jane Grob, diretora nacional da TechnoServe. “Estamos felizes que tantos dos beneficiários tenham conseguido se ajustar tão rapidamente após a imposição de restrições para garantir a renda de suas famílias e garantir a continuidade dos negócios.”

Total Eren selecionada para construir central solar em Moçambique

A Autoridade Reguladora de Energia (Aren) de Moçambique anunciou a seleção da empresa Total Eren para construir a central solar de Dondo, no centro do país.

“A Total Eren apresentou as melhores propostas técnica e financeira”, entre cinco concorrentes que haviam sido pré-qualificados no âmbito do Programa de Promoção de Leilões em Energias Renováveis, lançado pelo Governo moçambicano, lê-se no comunicado da Aren.

A empresa é participada pela Totalenergies, petrolífera francesa que lidera o projeto de exploração de gás em Cabo Delgado suspenso há um ano devido à insurgência armada naquela região.

A Total Eren tem diversos acionistas e promove projetos de energias renováveis em vários pontos do globo.

A central agora adjudicada terá uma potência de 30 megawatts (MW) e será instalada no distrito de Dondo, província de Sofala, junto à cidade da Beira.

Além da central solar do Dondo, as autoridades moçambicanas preveem lançar concursos para outras duas, em Lichinga, capital da província do Niassa, norte do país, e outra na povoação de Manje, província central de Tete.

Prevê-se ainda o lançamento de concurso para uma central eólica em Jangamo, província de Inhambane, sul do país.

Millennium bim conquista prémio “Melhor Banco de Moçambique 2022”

A excelência do serviço, a capacidade de inovação e a robustez financeira foram factores determinantes para o Millennium bim conquistar o prémio “Melhor Banco de Moçambique 2022” atribuído anualmente pela revista Global Finance, considerada como uma referência internacional no que respeita a informação dos mercados financeiros e análise do sector bancário.

O júri do prémio é constituído pelo conjunto dos seus editores internacionais que sustentam a sua avaliação apoiada num painel de analistas financeiros, consultores e gestores de topo do sector bancário. Os critérios de avaliação para a atribuição deste prémio assentam nos indicadores de crescimento dos activos, rentabilidade, cobertura geográfica, relações estratégicas, desenvolvimento de novos negócios, capacidade de inovação, introdução de novos produtos e serviços. A cerimónia de entrega dos prémios será no mês de Outubro em Washington DC durante a reunião anual do FMI e do Banco Mundial.

“Com o mundo financeiro num estado de agitação devido à invasão russa da Ucrânia, os líderes empresariais enfrentam um novo conjunto de desafios no que diz respeito à escolha dos parceiros bancários.” Referiu Joseph D. Giarraputo, Director Editorial da Global Finance, que acrescentou, “na sequência das enormes dificuldades causadas pela pandemia, estas mudanças exigem uma maior atenção às relações comerciais globais. Os nossos prémios apoiam os decisores na selecção dos melhores parceiros financeiros.”

Este galardão demonstra, mais uma vez, o reconhecimento público internacional que vem premiar o trabalho desenvolvido e a aposta numa estratégia orientada para os Clientes.

Para José Reino da Costa, presidente da Comissão Executiva do Millennium bim, “Este prémio é o reflexo da actividade que o Millennium bim vem desempenhando no mercado moçambicano e reforça o compromisso e a responsabilidade do Banco no desenvolvimento económico e financeiro de Moçambique. Por outro lado, este prémio evidencia o elevado desempenho de todos os Colaboradores, que de forma incansável procuram novas soluções para irem ao encontro das necessidades e satisfação dos nossos Clientes e Parceiros.”

PR favorável à melhoria do ambiente de negócios

O Presidente da República, Filipe Nyusi, manifestou-se esta quarta-feira a favor da melhoria do ambiente de negócios no país, convidando o sector empresarial e os parceiros de cooperação a contribuírem para incrementar e melhorar o desempenho  da economia nacional .

O estadista falava ontem na abertura oficial da XVII Conferência Anual do Sector Privado (CASP), o maior evento de Homens de negócios nacionais, organizado pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA).

“Vamos melhorar mais, vamos reclamar, vamos sugerir, mas vamos trazer balizas para podermos resolver os nossos problemas, porque o país é nosso, vocês têm que resolver os problemas juntamente com o vosso Governo”, desafiou Nysui.

O Chefe de Estado instou igualmente aos operadores económicos a fazerem da CASP uma montra para a visibilidade de Moçambique a nível regional e internacional “como um bloco e plataforma geoestratégica produtiva e comercial”

Nyusi vai ainda dirigir um debate, seguindo-se depois a assinatura de um memorando entre o sector privado e o Governo para a implementação do Plano de Recuperação do Sector Privado.

Patrões insatisfeitos com implementação das decisões resultantes do diálogo público-privado

O sector privado diz estar insatisfeito com o nível de implementação de muitas medidas aprovadas pelo Governo para alavancar as empresas.

“Uma medida é aprovada, mas a sua implementação a nível nacional difere. Há uma série de interpretações dessas medidas, embora sejam boas, por exemplo, na área dos vistos, na área de abertura das empresas”, considerou o director executivo da CTA, Eduardo Sengo.

Um dos exemplos é a linha de crédito do Banco de Moçambique de 500 milhões de dólares no âmbito da COVID-19 que não surtiu efeitos na actividade empresarial.

“A sua aderência devido aos requisitos à volta disso não teve o impacto desejado, embora fosse uma linha importante, grande e volumosa”, referiu Sengo.

Para reverter esta e outras situações, o sector privado, representado pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), maior entidade patronal do país, apresenta propostas.

“Por exemplo, o Plano Quinquenal coloca como uma das metas, entre 2019 a 2024 fazer com que a abertura de empresas em Moçambique seja, de facto, de um dia, mas até agora não conseguimos. Se nós quisermos iniciar um negócio no país ainda levamos mais do que 15 dias, tendo em conta os vários procedimentos associados, registar, abrir empresa, registar no INSS, processo que leva muito tempo. É importante rever a legislação”, lamentou Eduardo Sengo.

Caetano Formula e Millennium bim celebram parceria para facilitar a aquisição de viaturas de baixo consumo

A Caetano Formula Moçambique, representante oficial das marcas Renault, Volkswagen e Peugeot em Moçambique, e o Millennium bim, estabeleceram uma parceria que visa facilitar a aquisição de viaturas de baixo consumo, em Moçambique, através de Leasing automóvel para a compra da nova viatura Renault Kiger. O Millennium bim disponibiliza condições de financiamento atractivas para a compra do novo SUV da Renault. O Banco oferece uma taxa de juro competitiva, até 60 meses com um investimento inicial de 10%, associando em condições especiais seguro de responsabilidade civil e danos próprios da Fidelidade Ímpar. 

Por seu turno, a Caetano oferece preços promocionais para a venda ao público, neste caso desconto de 5% sobre o preço de venda. O Renault Kiger é alimentado por um novo motor a gasolina 1.0L que permite um maior desempenho com menor consumo de combustível. Concebido com um design distinto, o novo modelo da Renault conjuga a modernidade urbana com o prazer na condução de forma mais económica. Para Paulo Oliveira, CEO da Caetano Formula SA, a introdução do novo Renault Kiger em Moçambique reforça o foco da Renault na contínua procura pela inovação disruptiva. “O Kiger oferece as mais recentes inovações tecnológicas já presentes na gama global da marca Renault. O condutor pode contar com uma cabine inteligente que combina tecnologia, funcionalidade e espaço. Tem acesso ao selector multisense, que lhe permitem selecionar diferentes modos de condução e adaptar a mesma ao seu estado de espírito, contando também com cartografia do motor, coluna de direção reactiva, mudanças de velocidade e velocímetro digital”, afirma o CEO. 

Acrescenta ainda que “o novo Kiger é uma viatura desenvolvida especialmente a pensar no nosso mercado e nas suas exigências, com inúmeros detalhes e optimizações que apenas são possíveis com a experiência e atenção ao detalhe que caracterizam a Renault. É uma viatura extremamente versátil e segura, temos a certeza que o mercado vai adorar o novo Renault Kiger.”. Por sua vez, Albino Andrade, Administrador do Millennium bim, considera que esta oferta vem reforçar o continuo posicionamento do Banco, em estar cada vez mais próximo das famílias e das empresas moçambicanas. “Com esta iniciativa contribuímos para a melhoria das condições de mobilidade em Moçambique, quer em segurança, quer em sustentabilidade, dada a eficiência energética da viatura agora lançada. Continuaremos a reforçar o nosso apoio às famílias e empresas moçambicanas, proporcionando condições de financiamento muito competitivas e inovadoras. O Millennium bim irá continuar o seu caminho de apoio ao crescimento económico de Moçambique. Este é mais um passo.”

MIREME lança “Programa Nacional de Massificação da Utilização do Gás de Cozinha”

O Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREME) vai realizar, no próximo sábado, dia 02 de Abril de 2022, no Posto Administrativo de Anchilo, Distrito de Nampula, a cerimónia de lançamento do “Programa Nacional de Massificação da Utilização de Gás de Cozinha e a Inauguração da Unidade de Enchimento”, no âmbito da materialização da estratégia de desenvolvimento sustentável integrado que assenta na agenda 2030 das Nações Unidas e no Acordo de Paris. 

Durante a cerimónia de lançamento, que será dirigida por Sua Excelência Filipe Jacinto Nyusi, Presidente da República, vai ser inaugurada a Unidade de Enchimento de Botijas de Gás de Cozinha, construída pela Petromoc, e será oficialmente lançada a campanha denominada Dá+Gás Moçambique, com vista a informar e sensibilizar a comunidade sobre os benefícios do uso do gás natural nas suas residências em substituição da biomassa (lenha e carvão).