Saturday, June 6, 2026
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FLNG: Eni’s Coral Norte project could have final investment decision in 2024

FLNG: Projeto Coral Norte da Eni pode ter decisão final de investimento em 2024

Eni’s second floating LNG (Liquefied Natural Gas) production project in Mozambique, Coral North, has “potential” for a final investment decision in 2024, according to the head of Technip Energies, Arnaud Pieton.

In November 2022, the 3.4 mtpa Coral South FLNG unit in Mozambique shipped its first cargo of LNG, placing the country among the top LNG producers.

The TJS consortium, made up of Technip Energies, JGC and Samsung Heavy, built the unit for Eni, making it the first floating LNG facility to be deployed in the deep waters of the African continent.

Italy’s Eni discovered the Coral field in May 2012 and operates Area 4 together with its partners ExxonMobil, CNPC, GALP, Kogas and ENH.

The partners are now working on the second FLNG project off Mozambique, Coral North.

Pieton told analysts during the Technip Energies 2023 results conference call that Coral Norte would be a replica of Coral Sul, which has been a “great success for us and Eni. We follow it closely and are in close contact with Eni”.

Pieton also said that if Eni decides to accept the IDF in 2024, it will probably be at the end of the year. “Work for us is progressing towards initial engineering work and preparing the groundwork so that we can start work at the time of the IDF,” he said.

In 2023, Technip Energies secured 10.8 billion dollars (689.2 billion meticais) in orders. In May last year, Technip Energies and Consolidated Contractors Company won QatarEnergy’s NFS LNG contract worth around ten billion dollars to build two “mega” LNG trains with a capacity of 8 mtpa each.

Technip and Chiyoda previously won the EPC contract for QatarEnergy’s North Field East project, which includes the construction of four trains with a capacity of 8 mtpa at the Ras Laffan complex.

TotalEnergies investirá cerca de 4 milhões de dólares em pavimentação de estrada em Cabo Delgado

TotalEnergies investirá cerca de 4 milhões de dólares em pavimentação de estrada em Cabo Delgado

A multinacional francesa TotalEnergies, concessionária da Área 1 da bacia do Rovuma, em Cabo Delgado, anunciou um investimento de pouco mais de US$ 4 milhões na pavimentação de uma estrada que liga sua instalação à aldeia Senga, em um trecho de cerca de três quilómetros. A iniciativa, inserida na responsabilidade social da empresa, inclui ainda a construção de uma ponte danificada pelas intensas chuvas recentes na região.

A infra-estrutura também contará com valas de drenagem. O lançamento da primeira pedra para o início da empreitada ocorreu na última Segunda-feira em Palma, com a presença do governador de Cabo Delgado, Valige Tauabo, e do Director-geral da TotalEnergies, Maxime Rabilloud.

Além do investimento na estrada, Rabilloud entregou fármacos ao Hospital Distrital para o tratamento de conjuntivite, uma doença que afecta a região. A TotalEnergies também financiou a construção de um edifício para os Serviços Distritais de Infra-estruturas em Mocímboa da Praia, inaugurado na tarde de Segunda-feira, como parte do programa de reconstrução de Cabo Delgado.

Em seu discurso, Rabilloud destacou que, apesar das operações da empresa estarem suspensas, a TotalEnergies continua a apoiar os programas de desenvolvimento de Cabo Delgado, empregando atualmente cerca de seis mil cidadãos nacionais em projectos na área da agricultura e outros.

No projecto de reabilitação da estrada, Rabilloud afirmou que mais 100 nacionais terão oportunidade de emprego. Por sua vez, o governador de Cabo Delgado elogiou a iniciativa da TotalEnergies, destacando que a empresa tem apoiado a população local, mesmo em momentos difíceis.

Em relação às operações de exploração de gás natural, Patrick Pouyanné, presidente executivo da TotalEnergies, afirmou recentemente que a empresa está próxima de retomar as obras. Pouyanné mencionou que estão a mobilizar novamente os empreiteiros e que o último passo é o refinanciamento do projecto, que foi suspenso devido à insurgência na região.

Moçambique possui três projectos de desenvolvimento aprovado para exploração das reservas de gás natural da bacia do Rovuma, classificadas entre as maiores do mundo. No entanto, a insurgência na região tem se intensificado, criando incertezas sobre o futuro desses projectos.

TotalEnergies to invest around 4 million dollars in paving a road in Cabo Delgado

TotalEnergies to invest around 4 million dollars in paving a road in Cabo Delgado

The French multinational TotalEnergies, the concessionaire for Area 1 of the Rovuma basin in Cabo Delgado, announced an investment of just over US$ 4 million in paving a road linking its facility to the village of Senga, over a stretch of about three kilometers. The initiative, part of the company’s social responsibility, also includes the construction of a bridge damaged by the recent heavy rains in the region.

The infrastructure will also include drainage ditches. The groundbreaking took place last Monday in Palma, in the presence of the governor of Cabo Delgado, Valige Tauabo, and the CEO of TotalEnergies, Maxime Rabilloud.

In addition to the investment in the road, Rabilloud delivered drugs to the District Hospital for the treatment of conjunctivitis, a disease that affects the region. TotalEnergies also financed the construction of a building for the District Infrastructure Services in Mocímboa da Praia, inaugurated on Monday afternoon, as part of Cabo Delgado’s reconstruction program.

In his speech, Rabilloud pointed out that although the company’s operations are suspended, TotalEnergies continues to support Cabo Delgado’s development programs, currently employing around six thousand nationals in agricultural and other projects.

In the road rehabilitation project, Rabilloud said that 100 more locals will have employment opportunities. For his part, the governor of Cabo Delgado praised TotalEnergies’ initiative, pointing out that the company has supported the local population, even in difficult times.

With regard to natural gas exploration operations, Patrick Pouyanné, CEO of TotalEnergies, recently stated that the company is close to resuming work. Pouyanné mentioned that they are mobilizing the contractors again and that the last step is to refinance the project, which was suspended due to the insurgency in the region.

Mozambique has three approved development projects to exploit the natural gas reserves in the Rovuma basin, which are among the largest in the world. However, the insurgency in the region has intensified, creating uncertainty about the future of these projects.

Moçambique pode se tornar um dos dez maiores produtores de energia a nível mundial

Moçambique pode se tornar um dos dez maiores produtores de energia a nível mundial

A consultora Deloitte prevê que Moçambique se torne um hub energético crucial para a África Austral, impulsionado pelas suas reservas de gás. De acordo com o relatório “África Energy Outlook 2024, Mozambique Special Report”, o país tem potencial para se tornar um dos dez maiores produtores mundiais de energia, respondendo por 20% da produção do continente até 2040.

O sector energético moçambicano está em expansão, abrangendo uma ampla gama de energias renováveis, como biomassa, hídrica, solar e eólica. A Deloitte analisou profundamente o sector, identificando tendências que moldarão o mix energético do país na próxima década e recomendando medidas para fortalecer sua posição como hub energético regional.

Em relação aos combustíveis fósseis, Moçambique possui grandes reservas de gás e carvão. Embora não produza petróleo, é um produtor de gás condensado para exportação e está desenvolvendo projectos de gás liquefeito que ajudarão a reduzir a dependência de importações de petróleo. O governo também está promovendo a produção e utilização de biocombustíveis, bem como o uso crescente de veículos a gás.

No que diz respeito ao carvão, Moçambique possui uma das maiores reservas do mundo, com a mina de Moatize tendo reservas provadas de 1,9 bilhão de toneladas. O governo planeia aumentar a capacidade instalada para 1,7 GW até 2042, garantindo uma produção anual de electricidade de 2 TWH. Apesar da tendência global de abandono do carvão, ele ainda pode desempenhar um papel crucial nas exportações e no fornecimento de indústrias domésticas, como ferro e aço.

No setor de gás natural, Moçambique possui as maiores reservas da África Subsaariana, estimadas em 180 trilhões de pés cúbicos. Com projectos como o PSA, Coral Sul e Norte (FLNG) e Mozambique LNG, a produção pode dobrar até 2030, tornando o país o terceiro maior produtor regional. Além disso, o gás natural emite 50% menos carbono do que o petróleo e o carvão, tornando-o cada vez mais procurado no mercado global. A Deloitte estima que o gás pode gerar 100 bilhões de receitas para o país.

Em relação às energias renováveis, Moçambique possui um dos maiores potenciais hídricos da África, estimado em 12.500 MW. Com grandes investimentos em curso na província de Tete, como o projeto Mphanda Nkuwa e Cahora Bassa Norte, prevê-se que a capacidade instalada possa atingir 4539 MW em 2030, desempenhando um papel central no abastecimento de eletricidade aos países vizinhos.

Para a energia solar e eólica, prevê-se que representem 20% do mix energético do país até 2040, com capacidades instaladas de 266 MW e 40 MW até 2030, respectivamente. Na energia solar, está prevista a construção de novas centrais em Mocuba e Meteoro, além de Cuamba II em Niassa. Na energia eólica, novos projectos em Inhambane e Namaacha poderão gerar uma capacidade adicional de 170 MW.

Quanto à biomassa e outras fontes, Moçambique tem um grande potencial de produção de biomassa, estimado em 2 GW. Além disso, os resíduos da actividade florestal podem gerar 750 GWh de energia. No entanto, 95% da população moçambicana ainda utiliza biomassa, madeira e carvão como principal fonte de energia para consumo doméstico.

Apesar dos vastos recursos energéticos, Moçambique enfrenta desafios significativos, como pobreza e déficit de acesso à energia. No entanto, o país está bem posicionado para se tornar um hub energético regional, desde que implemente medidas adequadas para aproveitar seu potencial.

Essa notícia destaca a importância do sector energético para o futuro de Moçambique e a necessidade de investimentos e políticas eficazes para garantir um desenvolvimento sustentável e inclusivo no país.

Mozambique could become one of the world’s top ten energy producers

Moçambique pode se tornar um dos dez maiores produtores de energia a nível mundial

Consulting firm Deloitte predicts that Mozambique will become a crucial energy hub for southern Africa, driven by its vast gas reserves. According to the report “Africa Energy Outlook 2024, Mozambique Special Report”, the country has the potential to become one of the world’s top ten energy producers, accounting for 20% of the continent’s production by 2040.

The Mozambican energy sector is expanding, covering a wide range of renewable energies, such as biomass, hydro, solar and wind. Deloitte has analyzed the sector in depth, identifying trends that will shape the country’s energy mix over the next decade and recommending measures to strengthen its position as a regional energy hub.

In terms of fossil fuels, Mozambique has large reserves of gas and coal. Although it does not produce oil, it is a producer of condensed gas for export and is developing liquefied gas projects that will help reduce dependence on oil imports. The government is also promoting the production and use of biofuels, as well as the increasing use of gas-powered vehicles.

As far as coal is concerned, Mozambique has one of the largest reserves in the world, with the Moatize mine having proven reserves of 1.9 billion tons. The government plans to increase the installed capacity to 1.7 GW by 2042, guaranteeing an annual electricity production of 2 TWH. Despite the global trend towards abandoning coal, it can still play a crucial role in exports and in supplying domestic industries such as iron and steel.

In the natural gas sector, Mozambique has the largest reserves in sub-Saharan Africa, estimated at 180 trillion cubic feet. With projects such as PSA, Coral South and North (FLNG) and Mozambique LNG, production could double by 2030, making the country the third largest regional producer. In addition, natural gas emits 50% less carbon than oil and coal, making it increasingly sought after on the global market. Deloitte estimates that gas could generate 100 billion in revenue for the country.

In terms of renewable energy, Mozambique has one of the largest hydroelectric potentials in Africa, estimated at 12,500 MW. With major investments underway in Tete province, such as the Mphanda Nkuwa project and Cahora Bassa Norte, it is expected that installed capacity could reach 4539 MW by 2030, playing a central role in supplying electricity to neighboring countries.

Solar and wind power are expected to account for 20% of the country’s energy mix by 2040, with installed capacities of 266 MW and 40 MW by 2030, respectively. In solar energy, new plants are to be built in Mocuba and Meteoro, as well as Cuamba II in Niassa. In wind energy, new projects in Inhambane and Namaacha could generate an additional capacity of 170 MW.

As for biomass and other sources, Mozambique has great potential for biomass production, estimated at 2 GW. In addition, forestry waste can generate 750 GWh of energy. However, 95% of the Mozambican population still uses biomass, wood and coal as their main source of energy for domestic consumption.

Despite its vast energy resources, Mozambique faces significant challenges, such as poverty and a lack of access to energy. However, the country is well positioned to become a regional energy hub, provided it implements appropriate measures to harness its potential.

This news highlights the importance of the energy sector for Mozambique’s future and the need for investment and effective policies to ensure sustainable and inclusive development in the country.

Indústria extractiva segue como pilar do PIB de Moçambique

Indústria extractiva segue como pilar do PIB de Moçambique

Os dados mais recentes do governo moçambicano revelam uma forte dependência do Produto Interno Bruto (PIB) do país da indústria extractiva. Em 2022, essa dependência atingiu 10,55%, e nos dois primeiros trimestres de 2023, os números subiram para 32,58% e 42,71%, respectivamente.

Enquanto a indústria extractiva e o sector mineiro registam crescimento significativo, outros sectores enfrentam desafios. O sector da construção teve uma queda de 10,31%, a indústria transformadora desacelerou 7,77% e as pescas diminuíram 9,16%.

O PIB real teve um crescimento de 4,17% no primeiro trimestre de 2023 e de 4,67% no segundo trimestre do mesmo ano. O governo prevê um crescimento próximo de 5,5% do PIB em 2024, impulsionado pela indústria extractiva e por outros sectores, como o turismo e os investimentos em mobilidade rodoviária e aérea.

A dependência contínua da economia moçambicana da indústria extractiva e do sector mineiro destaca a importância de diversificar a base económica do país. No entanto, a expectativa é de um crescimento sólido, impulsionado pelo reinício do desenvolvimento dos módulos em terra do projecto de gás natural Golfinho Atum e outros investimentos.

Apesar dos desafios em alguns sectores, Moçambique está a caminho de um crescimento económico robusto, apoiado pela indústria extractiva e por investimentos em diversos sectores. O governo está comprometido em promover o crescimento sustentável e a diversificação económica para garantir um futuro próspero para o país.

Extractive industry remains the mainstay of Mozambique’s GDP

Indústria extractiva segue como pilar do PIB de Moçambique

The most recent figures from the Mozambican government reveal a strong dependence of the country’s Gross Domestic Product (GDP) on the extractive industry. In 2022, this dependence reached 10.55%, and in the first two quarters of 2023, the figures rose to 32.58% and 42.71%, respectively.

While the extractive industry and the mining sector are seeing significant growth, other sectors are facing challenges. The construction sector fell by 10.31%, the manufacturing industry slowed down by 7.77% and fisheries fell by 9.16%.

Real GDP grew by 4.17% in the first quarter of 2023 and by 4.67% in the second quarter of the same year. The government predicts GDP growth of close to 5.5% in 2024, driven by the extractive industry and other sectors such as tourism and investments in road and air mobility.

The continued dependence of the Mozambican economy on the extractive industry and the mining sector highlights the importance of diversifying the country’s economic base. However, solid growth is expected, driven by the resumption of development of the onshore modules of the Golfinho Tuna natural gas project and other investments.

Despite challenges in some sectors, Mozambique is on the road to robust economic growth, supported by the extractive industry and investments in various sectors. The government is committed to promoting sustainable growth and economic diversification to ensure a prosperous future for the country.

Moçambique fortalece a integridade financeira para responder às exigências da GAFI

Moçambique fortalece a integridade financeira para responder às exigências da GAFI

O Comité de Coordenação Executiva de Moçambique, em parceria com o Mecanismo Global, está a promover uma formação sobre Estatísticas em Maputo, de 26 de Fevereiro a 1 de Março. O objectivo é fortalecer a integridade financeira do país em conformidade com as recomendações do Grupo de Acção Financeira Internacional (GAFI).

A formação abrange diversas entidades, como a Autoridade Tributária, Ministério Público, Serviço de Investigação Criminal, Unidade de Inteligência Financeira, Autoridade Nacional de Aviação Civil e Ministério do Interior. O treinamento visa capacitar os participantes para fortalecer o sistema estatístico, alinhando-o com os padrões internacionais do Grupo de Revisão da Cooperação Internacional (ICRG).

Ao melhorar as capacidades de análise estatística, Moçambique estará reforçando suas medidas contra o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo, demonstrando seu compromisso com a transparência financeira e a conformidade regulamentar.

Através de sessões interactivas e exercícios práticos, os participantes ganharão proficiência em interpretação de dados, análise de tendências e metodologias de avaliação de risco adaptadas às necessidades de aplicação da lei. Este esforço colaborativo sublinha a dedicação do país na construção de capacidade institucional e na promoção de parcerias para combater eficazmente os crimes financeiros.

Recentemente, o Conselho de Ministros aprovou um decreto-lei para facilitar o registo obrigatório da ‘propriedade beneficiária’, aumentando os níveis de transparência financeira e combatendo o branqueamento de capitais em Moçambique.

A iniciativa do Comité de Coordenação Executiva de Moçambique em parceria com o Mecanismo Global demonstra um passo significativo para fortalecer a integridade financeira do país. O compromisso em cumprir as recomendações do GAFI e investir em capacitação e transparência financeira são essenciais para garantir um ambiente financeiro seguro e confiável em Moçambique.

Mozambique strengthens financial integrity to meet FATF demands

Moçambique fortalece a integridade financeira para responder às exigências da GAFI

Mozambique’s Executive Coordination Committee, in partnership with the Global Mechanism, is promoting training on Statistics in Maputo from February 26 to March 1. The aim is to strengthen the country’s financial integrity in line with the recommendations of the Financial Action Task Force (FATF).

The training covers various entities, such as the Tax Authority, the Public Prosecutor’s Office, the Criminal Investigation Service, the Financial Intelligence Unit, the National Civil Aviation Authority and the Ministry of the Interior. The training aims to enable participants to strengthen the statistical system, bringing it into line with the international standards of the International Cooperation Review Group (ICRG).

By improving statistical analysis capabilities, Mozambique will be strengthening its measures against money laundering and terrorist financing, demonstrating its commitment to financial transparency and regulatory compliance.

Through interactive sessions and practical exercises, participants will gain proficiency in data interpretation, trend analysis and risk assessment methodologies adapted to law enforcement needs. This collaborative effort underlines the country’s dedication to building institutional capacity and fostering partnerships to effectively combat financial crimes.

Recently, the Council of Ministers approved a decree-law to facilitate the mandatory registration of ‘beneficial ownership’, increasing levels of financial transparency and combating money laundering in Mozambique.

The initiative by Mozambique’s Executive Coordination Committee in partnership with the Global Mechanism demonstrates a significant step towards strengthening the country’s financial integrity. The commitment to comply with the FATF recommendations and invest in capacity building and financial transparency are essential to ensure a safe and reliable financial environment in Mozambique.

Sector de amêndoas e oleaginosas apresenta crescimento significativo

Sector de amêndoas e oleaginosas apresenta crescimento significativo

O sector de amêndoas e oleaginosas vem registando um notável crescimento nos últimos anos, com destaque para a produção global de amêndoas, que aumentou quase seis vezes entre 2013 e 2023, passando de 3343 para 5374 mil toneladas. Esses dados foram divulgados num estudo feito pela Promove Comércio.

Durante esse período, a produção mundial de amêndoas e oleaginosas apresentou uma taxa de crescimento anual composta de 5,8%, resultando em um aumento médio anual de 250,600 toneladas. Em 2023, as amêndoas e as amêndoas representaram 27% e 22% do volume de produção mundial, respectivamente, seguidos de castanha de caju (20%), pistácios (14%) e avelãs (11%). Pinhões, macadâmias, amêndoas do pinheiro e castanha do Pará juntos representaram os restantes 6%.

Além disso, de 2022 para 2023, o valor da produção foi estimado em 32,083 milhões de euros, dos quais o cajú ocupava a maior parte, com 22% (6,962 milhões de euros), seguido das amêndoas, amêndoas e pistácios.

Este crescimento significativo do sector reflete a crescente demanda por produtos de alta qualidade, impulsionado pelo aumento da conscientização dos consumidores sobre os benefícios para a saúde desses alimentos. Espera-se que essa tendência de crescimento continue nos próximos anos, oferecendo oportunidades para os produtores e impulsionando ainda mais a economia global.