Friday, April 17, 2026
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FMI prevê crescimento do PIB em 3,8% este ano

As previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) apontam para um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) moçambicano neste ano de 3,8%, esperando-se uma aceleração para 5% em 2023 e 8,3 % em 2024.

Ainda assim o representante do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Moçambique, Alexis Meyer-Cirkel alertou que o país vai sofrer indirectamente com a guerra na Ucrânia.

“Os moçambicanos vão realmente sentir esta crise indiretamente”, frisou, em Maputo, durante a apresentação do relatório sobre as perspetivas económicas regionais para a África Subsariana, sublinhando o recente aumento de preço dos combustíveis e dos cereais no país.

De um modo geral, “a perspectiva de Moçambique é melhor que na média da África Subsaariana, principalmente nos próximos anos, com a expectativa sobre o gás” e o arranque dos projectos na bacia do Rovuma, acrescentou.

Um cenário traçado numa altura em que o FMI aprovou (a 09 de Maio) um acordo de financiamento no valor de 470 milhões de dólares com Moçambique a aplicar até 2025.

A ambição de manter a estabilidade económica no meio de uma guerra exige uma postura diferente e Moçambique precisa controlar o aumento da dívida pública, defendeu Aléxis Meyer-Cirkel, que, no entanto, destaca a capacidade do país na arrecadação de receitas e impostos.

As previsões do FMI apontam para a manutenção da dívida pública na casa de 102% do PIB durante este ano e 94,8% em 2023.

BM mantém taxa de juro de política monetária em 15.25 %

O Comité de Política Monetária do Banco de Moçambique (BM) decidiu manter a taxa de juro de política monetária (taxa MIMO) no país, em quinze vírgula vinte e cinco por cento (15,25%).

Em comunicado o Banco de Moçambique, explica que esta decisão é sustentada pelas perspetivas de manutenção da inflação em um dígito (abaixo de 10%) no médio prazo, não obstante os elevados riscos e incertezas associados à estas projeções”, nomeadamente com a guerra na Ucrânia, justificou.

Em Abril, a inflação anual “acelerou para 7,9%, contra 6,7% em Março, a refletir o aumento dos preços dos combustíveis e dos bens alimentares”.

“A inflação subjacente, que exclui os preços dos bens e serviços administrados e das frutas e vegetais, e que é impactada pela política monetária, mantém-se estável”, ou seja, “para o médio prazo, antevê-se a manutenção da inflação em um dígito, favorecida, em parte, pela estabilidade do metical”.

Por outro lado, “mantêm-se as perspectivas de crescimento económico para 2022 e 2023”, com o Produto Interno Bruto (PIB) a crescer 4,1% no primeiro trimestre de 2022.

O banco central considera que tal reflecte “o contínuo alívio das medidas restritivas para a contenção da covid-19, que impulsionou sobretudo a hotelaria e restauração, e a melhoria da procura externa que, por sua vez, favoreceu o desempenho da indústria extrativa”.

A próxima reunião ordinária do Comité de Política Monetária do Banco de Moçambique está agendada para 27 de Julho.

4 Erros principais na elaboração de um plano de negócios

Nesta semana, falamos sobre as principais soluções de financiamento ao empreendedorismo apresentadas pelos três principais bancos moçambicanos.

Independentemente da solução que escolher, precisa mostrar a viabilidade do negócio para obter uma resposta favorável de qualquer banco. E para tal é necessário apresentar um plano de negócios sem erros – não falamos dos ortográficos.

O que é um plano de negócios?

O plano de negócios é um documento que explica os objectivos de uma empresa e quais caminhos serão tomados para alcançá-los. É através deste plano que podemos perceber se uma empresa é viável ou não.

Principais erros

Existem alguns erros clássicos que devem ser evitados a todo custo na elaboração de um plano de negócios.

#1. Excesso de optimismo

É comum para o empreendedor olhar para a sua ideia como parte de si mesmo e ter resistência em perceber suas deficiências. Contudo, um plano fora da realidade não muda a mesma. Ou seja, não reconhecer as fraquezas não as fazem desaparecer, muito pelo contrário.

É importante ser realista em cada detalhe, principalmente quando se busca um financiamento. O excesso de optimismo pode ser visto como desonestidade ou fraca habilidade de ler o mercado prejudicando assim a possibilidade de conseguir uma resposta positiva.

#2. Falta de dados

Como explicado acima, o plano de negócios contém o passo-a-passo a ser executado para alcançar os objectivos do negócio, e estes passos devem ser baseados em dados concretos e realistas.

Um negócio não pode ser baseado em suposições. É necessário haver clareza sobre a real necessidade do mercado, quem são os potenciais clientes e seu poder aquisitivo, bem como uma extensa pesquisa sobre a concorrência.

#3 Fraca exposição do processo operacional

Para demonstrar que a empresa merece ser financiada, o plano de negócios deve explorar extensivamente o processo operacional, isto é, o dia-a-dia do negócio.

É imperioso que o documento responda às seguintes questões: 

  • Quais são as fases de produção?
  • Quem serão os intervenientes em cada fase?
  • Com que material, equipamento e quanto tempo estas fases deverão ser executadas? 
  • Quem é o detentor do know-how (conhecimento principal e estratégico)?

Essencialmente o documento precisa explicar como o produto ou serviço chegará ao cliente.

#4 Plano financeiro incerto

Outro grande erro cometido na elaboração de um plano de negócios é a incerteza dos gastos financeiros durante os primeiros anos de instalação e fortalecimento da presença da empresa no mercado, onde não se pode esperar grandes margens de lucro imediato.

Cada gasto precisa ser previsto e justificado de modo a oferecer clareza ao potencial financiador.

Em suma, podemos perceber que a elaboração de um plano de negócios não é somente importante para buscar financiamento mas, principalmente, para confirmar a viabilidade de um negócio e oferecer perspectivas realistas sobre o mesmo.

Esperamos que este artigo seja útil para ajudá-lo a evitar estes erros e ter uma jornada empreendedora de sucesso desde o início.

Moçambique tem potencial para fornecer energia limpa

O embaixador da União Europeia (UE) em Moçambique, António Sánchez-Benedito, disse que o nosso país, tem enorme potencial para a geração e fornecimento de energia limpa, no contexto da mudança da procura de combustíveis fósseis para fontes mais limpas.

Segundo António Sánchez-Benedito, o gás moçambicano está a ganhar cada vez mais importância no mercado europeu, e a relevância dos hidrocarbonetos moçambicanos tem a sua justificação num contexto em que a Europa manifestou o desejo de reduzir a dependência do gás russo.

“A decisão de usar gás como combustível de transição é também uma oportunidade importante para a produção e venda deste produto moçambicano, sector no qual os empresários europeus estão bem representados”, disse na quinta­feira (12.05.2022), em Maputo, numa mesa-redonda económica UE-Moçambique, que discutiu oportunidades para o sector privado numa sociedade em transição ecológica e digital.

Ainda no evento, o diplomata afirmou que o programa de cooperação UE-Moçambique prevê financiar, nos primeiros quatro anos da sua implementação (2021-2024), 200 milhões de euros na área do crescimento verde e digital.

UE desembolsa três milhões de euros para desenvolvimento da cidade da Beira

A União Europeia (UE) anunciou terça-feira um apoio financeiro de mais de três milhões de euros para a promoção de projectos de desenvolvimento urbano na cidade da Beira.

“É uma grande satisfação poder ver resultados dos nossos esforços a serem implementados ao nível local e das comunidades e a surtirem resultados visíveis”, disse o embaixador da UE em Moçambique, António Sánchez-Benedito Gaspar, citado pela Lusa.

Gaspar falava após o lançamento do programa “Mudar”, uma iniciativa destinada à promoção do desenvolvimento urbano integrado e governação local da cidade da Beira, capital da província de Sofala.

O programa pretende melhorar a vida de muitas comunidades do município, acrescentou. O embaixador da UE em Moçambique avançou que o projecto prevê planeamento urbano integrado, participativo e sustentável e iniciativas de criação de emprego, através de parcerias públicas e privadas.

O autarca da Beira, Albano Carige, afirmou que o projecto vai concretizar “o sonho de tornar a cidade amiga do ambiente e sem lixo”.

“Os munícipes devem ter a consciência de que o lixo por si produzido tem outras utilidades. O mudar que se diz aqui no projecto não é mudar de casa, mas sim transformar problemas em soluções”, enfatizou Carige.

Produtores africanos de petróleo criam banco que vai aumentar investimento do setor privado nos projectos de petróleo e gás

Foi criado esta terça-feira, o Banco Africano de Energia, destinado a financiar investimentos na área energética do continente. O “nascimento” da nova instituição foi anunciado pelo Banco Africano de Exportações e Importações (Afreximbank) e a Organização dos Produtores Africanos de Petróleo (APPO).

“Com o objectivo de aumentar o investimento do setor privado nos projectos de petróleo e gás, o banco vai garantir financiamento crítico para os novos e futuros projectos de petróleo e gás, bem como no desenvolvimento da energia ao longo de toda a cadeia de valor”, lê-se no comunicado.

No comunicado, não são divulgados os valores envolvidos na criação do banco nem os montantes de capital social que este novo banco terá, mas são descritas as circunstâncias e as motivações da criação desta entidade financeira.

“No seguimento do desinvestimento das companhias petrolíferas e na mudança das tendências globais de investimento, o banco surge numa altura particularmente crítica”, aponta-se no texto, que dá conta da assinatura do memorando de entendimento, que foi assinado pelo director de Relações com os Clientes do Afreximbank, Rene Awambeng e pelo secretário-geral da APPO, Omar Farouk, na presença do Presidente de Angola, João Lourenço, de ministros africanos e do presidente executivo da Câmara Africana de Energia, NJ Ayuk.

Espera-se uma recuperação para 30 mil milhões de dólares este ano

O texto argumenta que nos últimos anos tem havido uma forte redução das despesas de investimento em África, que desceram de 60 mil milhões de dólares em 2014 para 22,5 mil milhões de dólares em 2020, esperando-se uma recuperação para 30 mil milhões de dólares este ano.

“Apesar deste aumento, há significativos níveis de investimento que ainda são necessários, e por isso o papel das instituições financeiras africanas tem sido enfatizado, já que enquanto o mundo desenvolvido defende o fim dos combustíveis fósseis devido às mudanças climáticas, África continua a enfrentar uma crise de pobreza energética, com mais de 600 milhões de pessoas sem acesso a electricidade e 900 milhões sem
acesso a soluções de confecção limpa de alimentos”, salienta-se no texto.

O Banco Africano de Energia, agora proposto, “vai operar da mesmaforma que a Corporação Africana de Investimento Energético, uma instituição financeira de desenvolvimento criada para canalizar os recursos para o desenvolvimento do sector energético”, explica-se no comunicado, que conclui que “os benefícios são o favorecimento do desenvolvimento do sector energético africano e, com isso, o crescimento socioeconómico”.

Como a economia digital pode contribuir para o PIB dos países africanos?

Teve início esta terça-feira, 17 de Maio, no hotel Radisson, em Maputo, uma conferência de tecnologias, designada Mondato, que termina esta quarta-feira. A mesma é subordinada ao tema “Gerando valor numa África pós-pandemia através da transformação e inclusão digital”.

A conferência tem como objectivo discutir como os países africanos podem entrar na economia digital e como esta poderá contribuir para o seu Produto Interno Bruto (PIB). Segundo alguns relatos, espera-se que a indústria de fintech aumente o PIB da África Sub-sahariana em mais de 150 bilhões de dólares até 2022.

Moçambique, tem um sector de fintech em crescimento, embora o seu mercado financeiro digital está nos estágios iniciais de desenvolvimento. No entanto, baixa inclusão financeira significa uma enorme oportunidade ainda para serviços digitais, particularmente como política e regulamentação, e o país continua a evoluir e busca promover a inovação e o desenvolvimento das fintechs.

Realizado em parceria com o Financial Sector Deepening Mozambique e a INCM, o sétimo anual Mondato Summit Africa é a principal liderança de pensamento de finanças digitais da região, apresentando novos e empolgantes casos de uso de fintech em todos os setores e abordando as oportunidades de inovação e colaboração necessárias para impulsionar a próxima onda de serviços para responder às necessidades em mudança de uma África alterada pela pandemia.

Nesta terça-feira foram discutido os seguentes temas:

KEY PILLARS FOR THE DIGITAL ECONOMY

Moderator: Judah J. Levine – Chief Executive Officer, Mondato

VALUE CHAIN INNOVATION TO FOSTER GREATER ADOPTION

Moderator: Filipa Costa – Financial Sector Specialist, World Bank

TANGIBLE RESULTS FOR INCLUSION & DEVELOPMENT

Moderator: Arielle Jaffe – Head of Ecosystem Engagement, Mondato

POLICY FOR THE “FOURTH INDUSTRIAL REVOLUTION”

Moderator: Ashley Olson Onyango – Head of Financial Inclusion, GSMA

Para esta quarta-feira, o Standard Bank que é o único patrocinador da conferência que actua no sector bancário e que será representado pelo Administrador Delegado, Bernardo Aparício, fará parte do painel “Fases da Economia Digital”, agendado para às 09h00.

Para além desta participação, o director de Engenharia do Banco, Gulamo Nabi, vai integrar o painel de júri do concurso de Inovação Digital Financeira na África Sub-Sahariana.

O Standard Bank tem a digitalização como um dos principais pilares da sua estratégia de negócio. E, tendo em consideração que o banco não é uma empresa de tecnologias, a parceria com as Fintechs mostra-se de capital importância para que o banco possa acompanhar a revolução digital e colocar-se em posição de responder às exigências dos clientes com eficácia, bem como antecipar-se as suas necessidades.

E é neste contexto que o Standard Bank decidiu patrocinar a conferência Mondato e, ainda, contribuir para o sucesso da mesma partilhando a sua visão sobre como o País pode caminhar para uma economia digital.

SAIBA MAIS 

A partir do porto de Nacala: African Rail Corporation Limited transporta combustível para o Malawi

O Malawi concedeu a licença operacional provisória com duração inicial de seis meses, a African Rail Corporation Limited, para inicio  do transporte ferroviário de combustíveis líquidos, a partir do porto de Nacala, na província de Nampula.

A licença servirá de ensaio, para o ministério dos transportes do Malawi avaliar a eficácia desta empresa nas suas operações, o que culminará com a concessão de uma licença definitiva. A referida empresa, fará a rota ferroviária Nacala-Blantyre-Lilongwe e posteriormente, Beira-Blantyre-Lilongwe.

O presidente executivo e director administrativo da African Rail Corporation Limited, Davies Lanjesi, agradeceu a confiança do governo do Malawi e assegurou que dentro dos seis meses, vai trabalhar em estreita colaboração com o ministério dos transportes em aspectos técnicos.

Utilização do porto de Nacala ajuda a aliviar custos

O início da utilização do porto de Nacala para a importação de combustíveis e mercadoria diversa, ajudará o Malawi a aliviar os custos de transporte, a criar postos de trabalho e trazer a concorrência no negócio de transporte ferroviário dominado actualmente pela Nacala Logistics.

O ministro malawiano dos transportes, Jacob Hara, disse que a aposta pelo sector ferroviário para a importação de combustíveis desde Nacala e Beira, irá aumentar a eficiência no sector dos transportes e fornecerá meios alternativos e competitivos de importação de mercadorias.

O anúncio da concessão de licença para o início da importação de petróleos via linha férrea desde o porto de Nacala, surge em menos de um mês após a assinatura pelo presidente do Malawi Lazarus Chakwera e o seu homólogo moçambicano Filipe Nyusi, de vários acordos comerciais, aquando da visita do estadista malawiano à Maputo.

Principais soluções de Financiamento na Banca Moçambicana

Seja para iniciar, manter ou escalar um negócio, seja de venda de produtos ou serviços, o capital de investimento é um ponto de partida incontornável. 

Dentre as várias soluções de financiamento, a mais tradicional é a banca. Celeridade, confiabilidade e diversidade de soluções são algumas das características que tornam a banca atractiva.

Porque um crédito é uma decisão importante para qualquer negócio, hoje traremos as principais e mais atractivas soluções de financiamento disponibilizadas pelos três principais bancos em Moçambique, de acordo com o Banco de Moçambique – BCI (Banco Comercial e de Investimentos), BIM (Banco Internacional de Moçambique) e Standard Bank.

BCI

De acordo com informações disponibilizadas em sua página web, o BCI dispõe de dois principais segmentos. O PME, como o nome sugere, para pequenas e médias empresas e o Corporate, para empresas com maior volume de negócio.

Para ambos segmentos é oferecido um financiamento a médio e longo prazo, com possibilidade de pagamento parcelado em até 15 anos. Como o próprio banco coloca: “Os empréstimos a médio e longo prazo disponibilizados pelo BCI são formas de crédito personalizáveis e flexíveis destinados a projectos de investimento”.

Crédito Especial

O banco também disponibiliza linhas de crédito especiais como por exemplo a linha BCI Super, destinada a empresas que adoptem sistemas integrados de energias renováveis e linha de crédito BCI Negócios Sasol, desenhada para micro, pequenas, médias, grandes empresas bem como ONG’s que prestem ou tenham potencial para prestar serviços à Sasol. Esta linha dá acesso à valores até 4 milhões de meticais à uma taxa de juro fixa de 10.50%.

BIM
Conta Empréstimo

O Millennium BIM apresenta a Conta Empréstimo como uma solução para empresas em busca de capital.

Através deste produto, são as necessidades da empresa que ditam a taxa de juro a ser aplicada e as modalidades de reembolso. De acordo com informações disponibilizadas em sua página web, com um prazo mínimo de 3 meses e máximo de 15 anos, o pagamento do capital pode ser diferido até o momento em que o investimento começar a trazer retorno. Como o Banco explica, este seria “um período de carência sem o pagamento de capital (com pagamento de juros)”.

Standard Bank

À semelhança do BIM, o Standard Bank também oferece uma Conta Empréstimo como parte das soluções de financiamento para empresas. Com limite de prazo máximo de reembolso do valor é de 7 anos, enquanto que “o limite do empréstimo é determinado em função da capacidade de endividamento do cliente e suas necessidades de investimento”, conforme informações disponibilizadas em seu website.

Crédito Flexível

Como o empreendedorismo requer flexibilidade, o Standard Bank oferece soluções flexíveis, onde o cliente não precisa apresentar garantias para empréstimos de até 12 meses.

O prazo do pagamento do financiamento é determinado pelo fluxo de caixa do cliente, assim como o saldo dos últimos 6 meses determina o limite de crédito.

Para este produto, dispensa-se a apresentação de relatórios de conta para negócios já estabelecidos.

Como escolher?

Podemos atestar que existem soluções para todo tipo de negócio em todo tipo de fase. O importante é escolher as soluções de acordo com as necessidades de cada empresa de modo a mantê-la funcional e sustentável.

PETROMOC diz que é inevitável o reajuste do preço dos combustíveis

O Presidente do Conselho de Administracao (PCA) da Empresa Petróleos de Moçambique (PETROMOC), Hélder Chambisse, disse esta segunda-feira, ser incontornável o reajuste da tarifa dos combustíveis para a estabilização da empresa e de outras gasolineiras.

Hélder Chambisse, esclareceu que as Empresas gasolineiras estão com dificuldades para importar o combustível, devido ao défice regulatório no sector das gasolineiras no país.

Entretanto, Hélder Chambisse, garantiu que não haverá rotura de stock.

O Presidente do Conselho de Administração da PETROMOC, em Maputo, durante a recepção dos membros da Comissão do Plano e Orçamento da Assembleia da República, que visitaram a Empresa.