Monday, April 6, 2026
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MRM reutiliza água no seu processo de mineração

A Montepuez Ruby Mining (MRM) continua focada na redução do impacto da exploração mineira no ambiente. Utilizando estudos ambientais comprovados para se orientar, a empresa pretende cumprir e exceder as melhores práticas internacionais, de modo a mitigar os efeitos da mineração nas suas operações.

 

“Preenchemos as nossas minas a céu aberto, recolhemos sementes de plantas e árvores indígenas do solo superficial e criámos um banco de sementes para replantar a vegetação, a fim de devolver a terra ao seu estado original na primeira oportunidade.

 

Não utilizamos produtos químicos perigosos para a saúde e reciclamos a água utilizada nas nossas lavouras”, declarou Amarildo Teixeira, Director de Saúde e Segurança no Trabalho.

 

Na semana passada, foi celebrado o Dia Mundial da Água, com o lema “A valorização da água”, o qual, para a mineradora, está em linha com as suas práticas na gestão deste líquido.

 

A MRM acompanha de perto a utilização da água no processo mineiro, para assegurar a sua utilização sustentável, avaliando a vida útil do lençol freático e implementando as boas práticas ambientais, para assegurar a sua racionalização.

 

Entre as boas práticas de gestão da água na MRM, destacam-se a reutilização da água de esgotos domésticos, recirculação da água utilizada no processamento do minério, monitorização da qualidade da água, utilização de testes interlaboratoriais, bem como sensibilização dos trabalhadores para a utilização racional da água.

 

“A reutilização de águas residuais é uma das boas práticas que a MRM intensificou, para garantir o uso sustentável da água, tendo instalado e posto em funcionamento uma estação de tratamento de águas residuais, com capacidade de 80 metros cúbicos, de onde a água tratada é utilizada para o jardim, na aldeia da MRM”, explicou Amarildo Teixeira, Director de Saúde e Segurança no Trabalho, sobre as medidas tomadas pela empresa para uma melhor gestão da água.

 

Segundo Teixeira, toda a água utilizada na MRM para diversos fins provém de 23 furos abertos em toda a área de concessão e licenciada legalmente pela autoridade competente, ARA NORTE, através da licença de utilização e exploração de água n.º 049/2016, onde foram fixados limites máximos mensais e anuais.

 

E é dentro destes intervalos que a MRM desenvolveu um plano mensal e anual de monitorização do consumo de água.

 

A mineradora também monitoriza a qualidade da água para efeitos de consumo, descarga ambiental e irrigação de jardins.

 

A MRM desenvolveu um sistema de reciclagem dentro da unidade de processamento de minério, no qual toda a água utilizada para a lavagem do material é enviada através de linhas de bombagem para a bacia de contenção de lamas e, depois do processo de decantação, a água resultante é recirculada na unidade de processamento.

 

Em conformidade com o diploma ministerial n.º 180/2004, relativo às normas de qualidade da água para consumo humano, a MRM também envia trimestralmente amostras de água a laboratórios estabelecidos, para assegurar que a empresa não só cumpre como também excede os requisitos legais nacionais e as melhores práticas internacionais.

 

Kenmare vai reassentar cerca de três mil famílias de Moma

Cerca de três mil famílias camponesas do distrito de Moma, em Nampula, abrangidas pelo projecto de mineração de Pilivili vão ser reassentadas em Junho próximo, no âmbito da responsabilidade social da Empresa de exploração das areias pesadas da KENMARE.

 

A Superintendente do Departamento de Relações Comunitárias das Areias pesadas da KENMARE em Moma, Hlaleni Matolo, disse que além do reassentamento das famílias, o projecto inclui programas de desenvolvimento económico e social, com destaque para as áreas de saúde e educação.

 

Segundo Hlaleni Matolo o projecto, a ser implementado em três bairros, está avaliado em cerca de quatro milhões de dólares e vai durar cinco anos.

 

Sobre Kenmare

Kenmare Resources Plc é proprietário e opera o projecto das Areias Pesadas de Moma. E uma companhia mineira com base em Dublin que começou a avaliar depósitos de areias pesadas em Congolone na Província de Nampula em 1987.

O depósito de Moma foi descoberto em 1996. A produção começou em 2007. Se as condições do mercado permitirem, Kenmare tem planos para aumentar, acentuadamente, a produção de ilmenite, zircónio e rutilo, até ao ano 2010. Kenmare criou e registou a Kenmare Moma Development Association (KMAD) e em 2005 aprovou um plano de desenvolvimento social para os primeiros três anos.

Aeroporto “Chongoene” estará operacional a partir de Outubro próximo

A  empresa pública Aeroportos de Moçambique (ADM) garante que o aeroporto de Chongoene, em construção na província de Gaza, estará pronto até Outubro próximo. A garantia é dada pelo Administrador Financeiro e Porta-voz da instituição, Saíde Júnior. 

 

As obras de construção da infra-estrutura demoraram um semestre por conta da crise resultante da pandemia Covid-19, mas daqui a seis meses o aeroporto estará aberto ao tráfego aéreo nacional e regional.

 

Em termos de execução da infra-estrutura os níveis estão  acima de 80% e conta com um terminal de carga de 300 metros quadrados.

 

Refira-se que um ano antes do término das obras, a  ADM desencadeou uma campanha, em que prevê investir 1.6 milhão de Meticais em marketing daquele aeroporto, de modo a evitar que após abertura ao tráfego não se torne num “elefante branco”, como o aeroporto internacional de Nacala, na província de Nampula. 

 

O investimento está a ser aplicado para a realização de actividades como reuniões, espectáculos musicais, material de publicidade e campanhas de comunicação, formação de pessoal de atendimento/protocolo, técnico e operacional para o acto de inauguração da infra-estrutura. 

 

Ademais, a empresa pública que gere os aeroportos em Moçambique pretende tornar aquela infra-estrutura sustentável, através do desenvolvimento de diversos negócios, com destaque para turísticos e logísticos. 

 

O aeroporto de Chongoene está projectado para receber 220 mil passageiros por ano. A infra-estrutura está avaliada em 60.3 milhões de USD, financiados pela China. 

Inaugurada unidade de produção e beneficiamento de banana em Moamba

Uma nova unidade de produção e processamento de banana no distrito de Moamba, província de Maputo, acaba de iniciar a exportação da sua produção, reforçando a posição de Moçambique na produção regional e na cadeia de abastecimento do produto.

 

Trata-se de uma  propriedade da empresa Bananalândia Lda com  equipamentos modernos para o plantio de bananeira.

 

A mesma ocupa uma área de 900 hectares e emprega mil trabalhadores. Representa um investimento da ordem de 20 milhões de dólares e tem capacidade de produção anual de 3,5 milhões de caixas para exportação.

 

Falando na cerimónia de inauguração, o ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, disse que a nova unidade vai permitir à empresa explorar mercados mais exigentes.

 

Segundo Celso Correia, o grupo Bananalândia já é referência na produção e exportação de banana em Moçambique. O ministro lembrou que, na última década, muito se tem feito para tornar Moçambique uma referência regional e continental na produção de banana, tendo produzido cerca de 600 mil toneladas em 2016, uma das melhores colheitas de todos os tempos.

 

A doença do Panamá (Foc TR4) e o vírus Banana Bunchy Top Virus (BBTV) causaram uma desaceleração da produção, levando o governo a introduzir variantes mais resistentes.

 

Em representação do governador da província de Maputo, Paulo Cossa fez notar que esta parte de Moçambique tinha, desde o início de 2000, registado um investimento significativo na produção de fruta, com destaque para a banana.

 

A actual produção de banana na província de Maputo ronda as 249.829 toneladas, numa área de cerca de 5.140 hectares. Destes, 4.719 hectares são administrados por empresas comerciais privadas, o restante por pequenos produtores, principalmente familiares.

 

A produção de banana contribui com 3,9 por cento do valor total da produção agrícola da província de Maputo.

 

A província tem 22 empresas privadas que plantam banana, nos distritos de Namaacha, Moamba, Boane, Manhiça e Marracuene, 80% das quais são exportadas para a África do Sul, Botswana e Reino de eSwathini.

Este setor é um dos maiores geradores de empregos diretos no setor agrícola, com uma média de 1,3 trabalhadores por hectare, o que significa cerca de 6.100 empregos diretos e 11.000 indiretos, totalizando cerca de 17.100 trabalhadores.

Air France vai começar a operar voos Maputo-Paris

A partir de junho de 2021, a Air France vai operar voos entre Paris e Maputo. Os voos serão operados duas vezes por semana, via Joanesburgo, com os seguintes horários:

 

Paris a Maputo: Domingo / Quinta. Partida às 23h25m, chegada às 13h10m.

 

Maputo para Paris: segunda / sexta-feira. Partida às 15h45m, chegada às 05h45m.

 

Sobre Air France

Air France, na íntegra Compagnie Nationale Air France, companhia aérea internacional francesa originalmente formada em 1933 e hoje servindo todas as partes do globo. Com a British Airways, foi a primeira a voar no supersonico Concorde. A sede fica em Paris.

 

Em 17 de maio de 1933, quatro companhias aéreas – Société Centrale pour l’Exploitation de Lignes Aériennes (fundada em 1919), Compagnie Internationale de Navigation (1920), Air Union (1923) e Air Orient (1929) – fundiram-se e negociaram com os franceses governo para formar um sistema nacional.

 

Poucos meses depois, em 30 de agosto, com o apoio do governo, a combinar se fundiu com outra linha, a Compagnie Générale Aéropostale (fundada em 1919), para formar a Air France, que nos anos anteriores à Segunda Guerra Mundial desenvolveu uma das mais extensas redes na Europa.

 

Quase devastada pela guerra, a empresa retomou o serviço Paris-Londres em 11 de outubro de 1945.

 

No ano seguinte, ela se reorganizou e, em 16 de junho de 1948, uma nova Compagnie Nationale Air France foi incorporada por ato do parlamento, com 70 por cento da nova empresa pertencente ao governo francês.

 

O primeiro voo transatlântico da Air France, de Paris para Nova York, ocorreu em 25 de junho de 1946. As rotas se expandiram nas décadas seguintes, de modo que no início do século 21 a companhia aérea atendia a mais de 200 cidades em cerca de 80 países.

Governo introduz Sistema de Vídeoconferência

 

O Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Daniel Nivagara, refere que a implementação do Sistema de Videoconferência do Governo e de medição de temperatura corporal traduzem em serviços digitais fiáveis e seguros, com um impacto significativo na continuidade e qualidade dos serviços prestados na Administração pública nacional, mormente ao período de vigência da pandemia da COVID-19.

O sistema possui 36 (trinta e seis) pontos terminais para a participação em reuniões virtuais, localizados nos diferentes Ministérios, nas Secretarias de Estado de nível central, bem como nas Secretarias de Estado de nível provincial, reduzindo a necessidade de mobilidade e contacto físicos dos participantes em reuniões.

Como parte integrante do sistema, estão disponíveis ainda 1000 (mil) licenças para alargar o número de utilizadores do mesmo para mais dirigentes através de dispositivos pessoais (computadores portáteis e dispositivos móveis).

De igual modo, o equipamento para a medição de temperatura corporal, vai ajudar as autoridades de saúde a melhorarem a flexibilidade e segurança nas operações de rastreio de infecções pela COVID-19 em locais de grande movimentação e aglomerados populacionais.

Por sua vez, o Embaixador da República Popular da China, Wang Hejum, agradeceu o governo Moçambicano pela confiança atribuída a Huawei, e explicou que o sistema irá garantir uma interconexão segura com o interior e exterior.

A conexão pragmática bilateral em várias áreas, como de ensino, tem aprofundado conhecimentos e promovido o desenvolvimento entre os dois países especialmente em Big data, 5G, Computação em Nuvem.

Já o CEO da Huawei para Angola e Moçambique, Chuxiaoxim, afirmou que após o Lançamento do sistema de videoconferência ao Governo de Moçambique, a prioridade é garantir a operação estável e segura da rede de comunicações.

 “Como líder global em TIC, a Huawei está comprometida com a luta contra a pandemia da COVID 19 em Moçambique, através da provisão dos serviços digitais”, sublinhou Chuxiaoxim.

Estratégia Governamental

O sistema faz parte da operacionalização da Estratégia da Reforma e Desenvolvimento da Administração Pública 2012-2025 (ERDAP 2012-2025) e, da implementação do Programa Quinquenal do Governo 2020-2024 (PQG 2020-2024), no quesito da promoção do uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) para melhorar a eficácia e eficiência no funcionamento da Administração Pública e, promover a boa prestação de serviços aos cidadãos.

De igual modo, a implementação desta facilidade tecnológica digital enquadra-se também nos esforços de promoção do uso das TIC na Administração pública nacional, assim como definido na Política para a Sociedade de Informação (aprovado em 2018) e, nos respectivos Plano Estratégico e Operacional, ambos aprovados em 2019.

A Huawei, em parceria com o Governo de Moçambique através do Instituto Nacional do Governo Electrónico (INAGE), realizou acções de formação dirigidas aos quadros da Administração Pública que incluiram a utilização de sistemas de vídeo-conferência e de outras tecnologias que permitem trabalho colaborativo com recurso às TIC.

Kotra Maputo transmite a Feira Internacional de Energia Elétrica de Seul

Trata-se da maior feira elétrica da Coreia do Sul que será transmitida a partir das 10hrs através da plataforma online facebook e seu website sief.co.kr aberta ao público mocambicano.

Numa altura em que o mundo enfrenta pandemia os moçambicanos poderão ter uma grande montra de equipamentos elétricos, produtos e serviços, como espaço, paredes, carpete, cartão rf, balcão de informações, cadeira dobrável, placa de nome, número do estande, holofote, luz fluorescente, fio, led, energia armazenamento, aparelhos elétricos, sistema operacional de micro grade e rede inteligente, maquinário elétrico pesado, maquinário de geração ferroviária, equipamento de geração, equipamento de energia nuclear e assim por diante.

Contactos das empresas fornecedoras estarão disponíveis durante a transmissão, e os interessados que encontrarem dificuldades poderão acessar kotra.or.kr/maputo.

Disponíveis Financiamentos em Projectos de Sistemas Solares Térmicos

SOLTRAIN é uma iniciativa regional de capacitação e demonstração de sistemas solares  térmicos na SADC, financiado pela Agência de Desenvolvimento de Áustria (ADA),   implementado pelo Instituto de Tecnologias Sustentáveis da Áustria (AEE-INTEC).

 

Esta iniciativa tem a cooperação da empresa SUN POWER ENGINEERING associada a AMER e de instituições relevantes em  energias renováveis de Moçambique como Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia da Maluana, entre  outras instituições.

 

O projecto SOLTRAIN disponibiliza até 50% do custo de aquisição e instalação de sistemas solares de aquecimento de água para todo público interessado.

 

O pedido de financiamento de sistemas solares de aquecimento de água do cliente será  representado pela empresa Sun Power Engineering por meio de um formulário preenchido com  informações do cliente. 

 

Sectores elegíveis 

 

São elegíveis para este projecto de financiamento as seguintes instituições:

1. Instituições sociais (Orfanatos, centros de apoio à velhice, hospitais, lares estudantis, centros  de saúde, maternidades, entre outras);

2. Empresas (Alojamentos, hotéis, pequenas indústrias, entre outras);

3. Domésticos (Grupo mínimo de 3 casas, condomínios, centros residenciais, apartamentos, entre outras).

 

O Projecto SOLTRAIN decorre desde 2009 no nosso país, e conta com alguns sistemas  instalados, faz parte o hospital de Ndlavela, o Lar São Pedro Julião em Micajune e o centro de Reabilitação Psico Social das Mavotas.

 

AQUA poderá arrecadar mais de 16 milhões de meticais em multas aplicadas à operadores

A Agência Nacional para o Controlo da Qualidade Ambiental (AQUA) poderá arrecadar, um total de 16.577.894,03 meticais (dezasseis milhões, quinhentos e setenta e sete mil, oitocentos e noventa e quatro meticais e três centavos), como resultado de cobrança de 124 multas, aplicadas aos operadores florestais, devido à violação da legislação do sector, nos primeiros três meses do ano em curso.

A violação da legislação em causa foi constatada pelos fiscais da instituição, posicionados em postos fixos, instalados em quase todo o território nacional, mas também, em missões rotineiras de fiscalização aos estaleiros de madeira, sendo que as províncias de Cabo Delgado (14), Zambézia (13), Sofala (26) e Maputo (19) destacam-se com maior número de infracções.

 

Constituem infracções mais cometidas, a exploração florestal em período de defeso, a produção de carvão e obtenção de lenha sem licença, o transporte de produtos florestais sem autorização, falta de guia de trânsito, apresentação de guia rasurada ou não correspondente ao produto transportado.

 

As acções de fiscalização resultaram também na apreensão de 1.127,52 metros cúbicos de madeira em toro, 127,89 metros cúbicos de madeira serrada, 1.196 sacos de carvão, 28 esteres de lenha, 31,85 esteres de estacas e duas motosserras.

 

Com a implantação, recentemente, das delegações da AQUA, em todas as províncias, fica assim reforçada a capacidade institucional de fiscalizar, não só a actividade florestal, mas também outras actividades que possam causar danos ao ambiente.

 

Sobre a  AQUA

A AQUA é um Instituto Público, criado pelo Decreto nº 80/2010 de 31 de Dezembro e revisto pelo  Decreto nº 2/2016 de 10 de Fevereiro, dotado de autonomia administrativa e técnica, cuja atribuição é, dentre várias, adoptar e implementar medidas que visam melhorar a capacidade de pesquisa, monitoria, auditoria e controlo da qualidade do ambiente e realizar a fiscalização do uso e aproveitamento da terra, da implementação dos instrumentos de ordenamento do território, da exploração e utilização dos recursos florestais e controlo da qualidade do ambiente.

Webinar de Divulgação do Livro “Desafios para Moçambique 2020”

O Instituto de Estudos Sociais e Económicos (IESE) realiza, hoje, 05 de Abril entre 15h00 e 17h00 (horas de Maputo), o Webinar de divulgação do livro “Desafios para Moçambique 2020“. Neste evento, serão divulgados os artigos da secção económica  do livro (Cartaz e link para os artigos).

O debate, moderado por Epifânia Langa (Doutoranda pela Universidade de Cambridge), conta com apresentações de quatro temas:

primeiro, “Finanças Internacionais e Formação do Capitalismo Nacional em Moçambique” (Orador: Carlos Nuno Castel-Branco, IESE/Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento – (CEsA).

Segundo, “Tensões, Conflitos e Inconsistências nas Relações entre a Política Fiscal e Monetária em Moçambique” (Orador: Yasfir Ibraimo, IESE).

Terceiro, “Desafios e Contradições para uma Abordagem sobre Trabalho e Emprego em Moçambique” (Oradora: Rosimina Ali, IESE). Quarto, “Investimento Directo Estrangeiro e o Desenvolvimento Socioeconómico em Moçambique: Dinâmicas, Tensões e Desafios” (Orador: Michael Sambo, IESE).

Junte-se ao debate, acedendo à plataforma Zoom (Link de acesso público: https://zoom.us/j/99657451851?pwd=b0l3UEE1OGNlVmtQR2ZNK2V6amxsUT09; ID: 996 5745 1851; Passcode: 220595) ou assista em directo na página de Facebook do IESE (@IESE.MZ).