Wednesday, July 1, 2026
spot_img
Home Blog Page 559

Revolução Digital – Como as empresas irão abraçar a tendência

A revolução digital veio para ficar. Uma empresa que esteja presente na net com o seu website e em redes sociais como facebook, linkedin ou instagram, tende a ser vista como uma empresa pouco credível.

Como descrito num artigo publicado pela Profile, a COVID-19 veio acelerar a digitalização dos negócios.

Conforme a influenciadora e arquitecta brasileira, Carol Cantelli, “ou você é ponto com ou você é ponto fora”, ou seja, não estar online é praticamente não existir.

Contudo, pode parecer desafiador para os donos de empresas fazerem essa transição de intensificação da presença digital.

É natural que surjam perguntas como “o que é necessário?”, “quem preciso contratar ou é mesmo necessário contratar?”, “quanto precisaria gastar mais?”.

E, essas perguntas são as que pretendemos responder.

O primeiro passo

A primeira coisa que deve ser feita ao intensificar a presença digital é pensar na narrativa da marca.

Isso começaria com buscar respostas para estas perguntas: “Como é que a empresa quer ser lembrada?” “Que tipo de sentimentos quer suscitar na audiência e acima de tudo, qual é a audiência que se deseja alcançar?”

Muito diferente do que se pensa, cada post nas redes sociais devem ser pensados e alinhados ao objectivo principal e isso requer um bom trabalho de base para definir esse objectivo.

Montando a equipa

É tempo de acelerar a digitalização, mas, também é tempo de garantir maior produtividade com menos gastos.

Às vezes, a empresa não é grande o suficiente para contratar um departamento completo – copywriter para escrever os textos publicitários, estrategista de marketing, designer, videógrafo e gestor de redes sociais.

Mas, esse não é motivo para negligenciar esta parte que pode revolucionar o seu negócio.

Pequenas empresas podem contratar pequenas agências de marketing digital ou um profissional que faça os designs e publique nas redes sociais.

Contudo, o aceitável é ter, no mínimo, uma equipa de duas pessoas. A que cuidará do design e a que vá desenhar as estratégias e campanhas, bem como publicá-las.

Qualificações que deve procurar 

Apesar deste ser um advento não tão novo no mundo, em Moçambique, é raro encontrar esses profissionais ou até saber da sua existência. Então, que tipo de qualificações deve buscar?

1. Designers e videógrafos dispensam apresentações. Eles precisam ser responsáveis para entregar os trabalhos a tempo e criativos para executar as ideias – o que pode ser comprovado através de um portfólio.

2. Copywriter, estrategistas e gestores de redes sociais devem ser pessoas com fortes habilidades de persuasão e comunicação objectiva.

Importa também que estes profissionais conheçam o funcionamento das redes sociais e estejam atentos às tendências do mercado.

Formação em artes, comunicação ou marketing, é um dado vantajoso, mas, não mandatório pois estes são cargos práticos e criatividade não é algo que dependa de diploma.

A revolução digital veio para ficar. Independentemente do modelo que escolher – contratar uma equipa completa, uma agência ou um profissional freelancer – é importante é manter em mente que a transformação digital é a tendência que todas empresas terão mais cedo ou mais tarde terão de acompanhar.

Importância do networking destacada em Webinar

Foi durante o Webinar do dia 20 de Novembro, que empreendedoras de sucesso compartilharam suas histórias.

Este evento foi organizado pela Lionesses of Africa em parceria com a Incubadora do Standard Bank e a Embaixada dos Países Baixos.

Sob o tema “Resiliência e Reinvenção”, cinco oradoras expuseram suas caminhadas de negócio e as estratégias que usaram para superar o embate que o Coronavírus causou no mercado empresarial.

Importância do Networking

Ana Belmonte, fundadora da Malachi Garden e Tatiana Mata, fundadora da ELIM Group destacaram a importância do networking – manutenção de uma rede de contactos.

Enquanto contava a história da sua empresa de jardinagem, Ana Belmonte, explicou que conseguiu seu primeiro trabalho através do networking.

Além de criar conexões Belmonte deixou outro conselho. “Procurem sempre ajuda para as áreas em que vocês são fracas”, disse ela.

Aceleração da revolução digital

Além da importância de manter boas relações no mundo dos negócios, as oradoras destacaram uma grande transformação nos seus negócios, a necessidade de expandir a presença online.

Tatiana Mata deu o exemplo do seu negócio que antes da pandemia tinha um grupo no WhatsApp e passou a ter dois.

Mónica Mahanjane, fundadora da Petroola, compartilhou a sua jornada de reinvenção devido ao Coronavírus. O negócio que antes era dedicado ao fornecimento de doces tradicionais passou a produzir boinas, gravatas, lapelas e máscaras.

Já para a Amuri Service, fundada pela Mariamo Amuri, a mudança abrangeu o atendimento.

Esta mudança traduziu-se em fornecimento de serviços mais personalizados aos clientes.

E estas foram as histórias e experiências partilhadas com os participantes do Webinar da Lioness Lean In e que serviram de inspiração para as suas próprias caminhadas empresariais.

Reino Unido quer investir 51 milhões de Euros no sector agroindustrial Moçambicano

O Reino Unido prevê investir um total de 46 milhões de libras esterlinas (51 milhões de euros) no sector agroindustrial em Moçambique, anunciou recentemente o comissário adjunto de Comércio da Rainha Elisabeth para África.

“Foi óptimo ver que o comércio entre Moçambique e o Reino Unido aumentou 45% ano passado e que a Cimeira de Investimento Reino Unido-África catalisou 46 milhões de libras de novos investimentos privados no sector agroindustrial”, disse Alastair Long, citado pela Agência de Informação de Moçambique (AIM).

O responsável falava durante um encontro virtual com quadros do Governo de Moçambique.

Segundo dados avançados no encontro, as relações comerciais entre o Reino Unido e Moçambique atingiram 538 milhões de libras esterlinas (601 milhões de euros) em 2019, aumento de 45% comparando com o ano anterior.

“Tudo isso é resultado do compromisso de ambos os governos em promover parcerias”, declarou Alastair Long, acrescentando que é do seu interesse ver mais empresas do Reino Unido com investimentos em Moçambique.

Fresh and Green quer revolucionar produção de hortícolas

Sem solo e sem causar danos ambientais, a Fresh and Green produz hortícolas da mais elevada qualidade. A técnica responsável por esse resultado é conhecida por hidroponia.

Considerada a agricultura do futuro, ela consiste em prover as plantas com uma solução nutritiva balanceada durante um processo em que as raízes ficam na água.

A Fresh and Green é a primeira empresa moçambicana a praticar hidroponia chegando a fornecer alguns supermercados, restaurantes e hotéis de Maputo.

Recentemente, o Presidente da República visitou as instalações da empresa, em Chiango, e congratulou a iniciativa. Em conversa, o director da Fresh and Green explicou que se pretende aumentar o espaço de produção e processar as hortícolas de modo a terem marca e embalagem próprias.

Nesse contexto, a empresa submeteu uma proposta ao Projecto Sustenta para solicitar financiamento e aumentar a área actual de 1.400 m² para 5.000 m² de estufas e todo sistema automático de empacotamento.

Com os olhos virados também para a redução de importação de hortícolas, a Fresh and Green quer suprir o mercado nacional oferecendo produtos de qualidade e diferenciados. Entretanto, se a mecanização da agricultura tradicional ainda não é conhecida nem dominada pela maioria, a inovação da hidroponia é menos ainda.

Ciente disso, a Fresh and Green mantém no prédio Jat uma bancada de produtos, onde um funcionário da empresa trata de explicar como são produzidos bem como as vantagens desse processo, desde a sustentabilidade ambiental até o sabor rico e distinto.

A Fresh and Green acredita que a falta de programas de educação que ensinem conceitos fundamentais como o da balança comercial está por de trás da fraca valorização de produtos locais. Em geral, a maioria das pessoas não compreende o impacto económico de comprar o que vem de fora, em vez do que é produzido localmente.

O FUTURO DO MERCADO DE HORTÍCOLAS ESPECIAIS

Foto: Fresh and Green

Apesar de poder produzir 16 mil alfaces, a empresa mete no mercado apenas 30%. Mas a estrutura necessária já está a ser montada para alavancar essa capacidade.

A Fresh and Green trabalha em parceria com a Hidromoz, uma empresa focada na distribuição de sistemas hidropônicos e forma técnicos em hidroponia.

Embora se pretenda alcançar um mercado maior, não há planos de abastecer mercados grossistas, como o do Zimpeto. Tal como esclareceu a Fresh and Green, “produzimos produtos especiais para clientes especiais”.

No entanto, se pretende colocar nas prateleiras dos supermercados produtos com a marca da empresa. De facto, em breve as hortícolas da Fresh and Green ganhará embalagem própria. O processo está a semanas de ficar pronto. Com este passo, espera-se reduzir as importações da África do Sul.

A variedade, limpeza e a qualidade tornam os produtos da Fresh and Green únicos e desejáveis para um público cada vez maior. Com 6 colaboradores moçambicanos, a Fresh and Green produz num ciclo de 45 a 50 dias.

No âmbito de suas acções sociais, a empresa faz entregares regulares de seus produtos ao lar Nossa dos Desamparados, onde vivem cerca de 90 idosos e à Casa Mateus 25, orfanato que acolhe crianças da rua. As duas instituições estão na cidade de Maputo.

Mota-Engil vai construir edifícios de refinaria de gás em Moçambique

A Mota-Engil, um conglomerado português, especializado nos setores de construção civil, obras públicas, operações portuárias, resíduos, águas e logística, construirá 12 edifícios destinados às principais actividades da futura refinaria que integra o projeto de GNL, anunciado em abril.

Trata-se de um contrato de 43 milhões de euros. Os edifícios em causa são destinados ao centro de controlo da operação de refinação, telecomunicações, segurança e bombeiros, edifício de formação, assim como o de armazém de todo o complexo.

Num contexto parecido, a Monta-Engil ganhou outro concurso na Costa do Marfim, onde vai reabilitar o estádio que acolherá a Taça das Nações Africanas em 2023. O empreendimento está a avaliado em 84,4 milhões de euros.

Entretanto, as obras edifícios de refinaria surgem numa altura em que Moçambique prepara-se para ser um dos maiores produtores de GNL do mundo.

HCB supera plano de produção dos primeiros nove meses do ano em 2.3%

A Hidroelétrica de Cahora Bassa (HCB) registou até ao 3º trimestre de 2020, uma produção de energia de 11.602,31 GWh, correspondente a 2,3% acima do planeado para este ano, não obstante os efeitos severos da COVID 19 sobre a economia Moçambicana.

Em um comunicado que o Profile teve acesso, a HCB, indica que a venda de energia fixou-se em cerca de 19 mil milhões de Meticais, 1,7% acima do planeado.

Este avanço permite à Empresa continuar a implementar os seus projectos de melhoria na performance operacional, assegurar o cumprimento integral dos contratos com os colaboradores e clientes, honrar os compromissos com os Fornecedores e os Accionistas e pagando integral e pontualmente os impostos, taxas e dividendos.

Permite igualmente à HCB prosseguir com a realização de iniciativas de responsabilidade social corporativa.

O comunicado refere ainda que a HCB continua determinada a alcançar a meta de produção anual de 14.938 GWh atenta ao contexto macroeconómico adverso, agravado por choques exógenos, incluindo os da propagação da COVID-19.

Africa Oil And Power prepara Conferência e Exposição de Gás e Energia de Moçambique

A Africa Oil and Power e parceiros reuniram-se, recentemente, no Hotel Polana para apresentar a Conferência e Exposição de Gás e Energia de Moçambique, a ter lugar em Maputo, nos dias 8 e 9 de Março de 2021. O evento de preparação contou com a participação de diversas empresas da área de energia e do Gás Natural Liquefeito (GNL).

Marlene de Sousa, uma das personalidades presentes, considerou “uma honra ter recebido tão prestigiadas empresas”, neste que foi o primeiro networking sobre a futura Conferência. A mesma terá como tema, “Alavancando o GNL: Construindo um Moçambique próspero”.

Em debate estarão tópicos como oportunidades de investimento, diversificação de produção e distribuição, Pequenas e Médias Empresas (PME), empoderamento da mulher via iniciativa global Equalby30. Igualmente, será também discutido como lidar com os desafios futuros tendo em conta que Moçambique pretende estar entre os 10 maiores produtores de GNL.

O grande evento de 2021 já conta com o apoio de diversos parceiros, tais como: Ministério de Recursos Minerais e Energia (MIREME), Câmara Africana de Energia, Confederação das Associações Económicas (CTA) entre outros.

Autoridade Reguladora de Energia reduz preços de combustíveis

A Autoridade Reguladora de Energia (ARENE) reduziu o preço de gasolina de 64.22 para 62,50 meticais o litro, e gasóleo também baixou, de 58,95 para 57,45 meticais o litro, a partir de hoje (19/11).

Em comunicado, ARENE, refere que o preço do petróleo de iluminação regista uma redução de 45,24 para 43,24 meticais o litro.

O preço do gás de cozinha mantém-se inalterado em 58,18 meticais o quilograma como do uso de mecanismo de subsídio cruzado aplicado pelo Governo, enquanto o gás comprimido baixou de 30,35 para 30 meticais o litro.

O calculo dos preços foi efectuado com base nas descargas dos meses de Setembro e Outubro e teve em conta a evolução dos preços internacionais e da taxa de câmbio entre o metical e o dólar.

Cotação do petróleo Brent sobe 2,41% para 43.78 dólares

O preço do barril de petróleo Brent para entrega em Janeiro terminou terça-feira (17.11) no mercado de futuros de Londres em alta de 2,41%, para os 43.78 dólares. 

Crude do Mar do Norte, de referência na Europa, concluiu a sessão no International Exchange Futures a cotar 1,03 dólares acima dos 42.75 com que fechou as transações na sexta-feira. 

O optimismo dos investidores quanto à futura recuperação da procura resultou do anúncio da farmacêutica Moderna de uma vacina contra o novo coronavírus, efetiva em 94,5%.

A reforçar este otimismo esteve também o anúncio da assinatura do maior tratado de comércio livre do mundo, relativo à Associação Económica Integral Regional.

Galp considerada empresa mais sustentável da Europa

A Galp voltou a obter a classificação de empresa mais sustentável da Europa no seu sector durante 2020 e a terceira melhor a nível mundial, de acordo com os critérios do Dow Jones Sustainability Indices (DJSI)

Além de manter a pontuação global que tinha alcançado na edição anterior deste ranking – ou seja, a melhor de sempre nos nove anos de presença da empresa nesses índices – a Galp conseguiu ainda aumentar o percentil obtido para os 97 pontos. 

No DJSI Europe, a Galp classificou-se no primeiro lugar entre as suas pares do setor de Oil & Gas Upstream & Integrated que foram avaliadas. 

No DJSI World, a energética portuguesa foi a terceira melhor entre as 59 companhias analisadas. “Esta distinção evidencia o forte compromisso da Galp com as melhores práticas que são a base da criação de valor sustentável para os nossos stakeholders. O reconhecimento pelo DJSI reforça a importância crítica destas práticas nas nossas actividades”, disse o CEO da Galp Carlos Gomes da Silva. 

De acordo com os resultados de 2020 do índice DJSI, a Galp lidera nas categorias de “Materialidade”, “Reporte Ambiental”, “Ecoeficiência Operacional”, “Estratégia Climática”, “Riscos Relacionados com Água”, “Reporte Social” e “Desenvolvimento de Capital Humano.”

Além da liderança no DJSI, a Galp confirmou em 2020 a sua classificação triple-A (AAA) no MSCI e manteve a sua posição no top 5 entre as 50 empresas integradas de Oil & Gas avaliadas pelo Sustainalytics, duas das entidades de referência mais prestigiadas mundialmente na avaliação das práticas de sustentabilidade corporativas.