Sunday, June 7, 2026
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Vulcan revê contratos com fornecedores por queda do preço do carvão

Em causa está o preço do carvão mineral no mercado internacional que está a cair drasticamente nos últimos 12 meses, afectando o negócio da Vulcan que explora o minério, no distrito de Moatize, província de Tete, centro de Moçambique.

Só num ano, o preço caiu 289 de dólares americanos por tonelada, situando-se actualmente em 147 dólares por tonelada. Sem grande valor no mercado global, as exportações do carvão tendem também a cair, o que em última análise prejudica a economia nacional.

Os dados do site Trading Economics citado pela Carta de Moçambique ilustram que, no fim de Abril de 2022, ano em que a indiana Vulcan iniciou as operações de extracção de carvão mineral  Moatize,  o preço do minério no mercado internacional era de 328 dólares por tonelada.

Entretanto, de Maio a Julho do mesmo ano, o carvão valorizou-se consideravelmente, tendo atingido 408 dólares, 387 e 405 por tonelada, respectivamente.

No fim de Agosto de 2022, o preço do carvão mineral subiu ainda mais, para 436 dólares por tonelada, mas de lá a esta parte o valor do minério caiu drasticamente, situando-se, até meados de Agosto de 2023 corrente, em 147 dólares por tonelada, o que representa uma queda de 289 dólars por tonelada, mais que a metade do preço praticado em igual mês de 2022.

Com baixo valor no mercado internacional, a exportação do carvão mineral caiu no primeiro trimestre de 2023, de acordo com dados publicados há dias pelo Banco de Moçambique, no Relatório Trimestral da Balança de Pagamentos.

Nesse informe, o Banco  Central mostra que as receitas das exportações do carvão mineral caíram de 540 milhões de dólares no primeiro trimestre de 2022, para 460 milhões de dólares, uma redução em 80 milhões de dólares. Ou seja, a economia perdeu 80 milhões de dólares, em receitas.

Vulcan reviews contracts with suppliers due to falling coal prices

At issue is the price of mineral coal on the international market, which has fallen drastically in the last 12 months, affecting Vulcan’s business, which explores the ore, in the Moatize district, Tete province, central Mozambique.

In just one year, the price fell by US$289 per ton, currently standing at US$147 per ton. Without great value on the global market, coal exports also tend to fall, which ultimately harms the national economy.

Data from the Trading Economics website cited by Carta de Moçambique illustrate that, at the end of April 2022, the year in which the Indian company Vulcan began mining coal mining operations,  Moatize,  the price of the ore on the international market was 328 dollars per ton .

However, from May to July of the same year, coal appreciated considerably, reaching 408 dollars, 387 and 405 dollars per ton, respectively.

At the end of August 2022, the price of mineral coal rose even further, to 436 dollars per ton, but from then on the value of the ore fell drastically, remaining, until mid-August 2023, at 147 dollars. per ton, which represents a drop of 289 dollars per ton, more than half the price charged in the same month of 2022.

With a low value on the international market, mineral coal exports fell in the first quarter of 2023, according to data published a few days ago by the Bank of Mozambique, in the Quarterly Balance of Payments Report.

In this report, the Central Bank shows that revenues from mineral coal exports fell from 540 million dollars in the first quarter of 2022, to 460 million dollars, a reduction of 80 million dollars. In other words, the economy lost 80 million dollars in revenue.

Nova linha de navegação aumenta importações e exportações através do Porto da Beira

O director de operações da Cornelder de Moçambique, Miguel de Jenga, concessionária daaquela infra-estrutura portuária, disse que a capacidade de manuseamento de mercadoria vai duplicar e espera-se um aumento de oportunidades de negócios.

A fonte explicou que a nova linha de navegação tem, numa primeira fase, frequência semanal, movimentando entre 250 a 300 contentores.

“ Teremos já a chegada dos navios com maior regularidade. Estamos  a trabalhar agora com cinco, passamos para seis, significa que o Porto  irá tornar-se ainda mais competitivo. Como sabem, agora estamos num bom ritmo a partir do Zimbabwe. Temos ainda a capacidade de podermos aumentar a nossa quota de mercado na Zâmbia e na República Democrática do Congo, significa que o porto da Beira ainda tem margem para crescimento “,  afirmou o gestor.

O Porto da Beira está localizado estrategicamente no centro do país, liga directamente, quer por via rodoviária ou ferroviária, os principais mercados do hinterland da África Austral, o Zimbabwe, Malawi, a Zâmbia, Botswana, a República Democrática do Congo e outras rotas do comércio internacional.

No local encontra-se um terminal de contentores, dos mais modernos na região. As infra-estruturas abarcam um cais de 645 metros de comprimento e uma profundidade de 12 metros. O Terminal possui 4 pórticos porta-contentores navio-terra, dois dos quais com capacidade de 65 toneladas de carregamento.

O Porto comporta, igualmente, um terminal de carga geral, que compreende 4 caís com um comprimento total de 670 metros e uma profundidade de 9.5 metros.

Empresas públicas reduzem a exposição do Estado a riscos orçamentais

O documento, divulgado na Quinta-feira, revela que o Sector Empresarial do Estado reduziu a exposição do Estado aos riscos fiscais, o que se deve à redução do stock da dívida deste sector de 22 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021 para quatro por cento em 2022.

De acordo com o relatório, a redução de 18 pontos percentuais é explicada pela regularização dos activos dos projectos de gás natural participados pela Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) na Bacia do Rovuma, ao largo da costa da província nortenha de Cabo Delgado.

Em Dezembro de 2021, a dívida das empresas públicas e participadas pelo Estado ultrapassava os 200 mil milhões de meticais, e em dezembro de 2022 tinha caído para menos de 50 mil milhões de meticais.

“Os riscos estão concentrados nas empresas que sistematicamente apresentam resultados líquidos negativos e nas que têm capitais próprios negativos”, explica o documento, acrescentando que a exposição direta está relacionada com a dívida garantida, como as Garantias Soberanas, Cartas de Conforto do Estado, Cartas Soberanas, Garantias do Estado e Acordos de Retrocessão.

Enquanto em 2021, cinco empresas apresentavam grandes riscos para as contas do Estado), em 2022, apenas três empresas – Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), a empresa pública de combustíveis (PETROMOC) e a empresa de telefonia móvel TMCEL – apresentavam uma grande dimensão de activos e um nível de risco muito elevado.

“Estas empresas merecem maior atenção do Estado em 2023/2024, pelo facto de exporem fortemente as finanças públicas”, explica o documento.

De acordo com o Ministério da Economia e Finanças, em 2022, os contratos de retrocessão detidos pelo Sector Empresarial do Estado caíram de 5,4 por cento do PIB em 2021 para 4,8 por cento. Mas continuam a ser superiores aos registados no período entre 2013 e 2017, quando variaram entre 3,8 por cento e 4,4 por cento do PIB.

 

Cabo Delgado e Alemanha melhores expositores da FACIM 2023

A cerimónia de premiação teve lugar sábado (02) e foi testemunhada pelo Primeiro-ministro moçambicano, Adriano Maleiane. Na categoria de melhor província, Tete ocupa a segunda posição, e em terceiro e último lugar está o  Niassa, norte do país.

Para a categoria de província com mais produtos manufacturados ou embalados, o primeiro lugar coube a Tete, o segundo a central de Sofala, e em terceiro a de Manica, no centro do país.

Para a categoria de província mais informativa, a de Nampula, norte de Moçambique, amealhou o primeiro lugar, seguido da meridional de Maputo. A terceira posição, na mesma categoria está a província sulista de Gaza.

Para a categoria de província melhor gestora de stand no Pavilhão de Moçambique, o júri atribuiu Inhambane a primeira posição. O segundo lugar coube a de Niassa e o terceiro e último a central da Zambézia. Para a categoria de província Revelação, a cidade de Maputo venceu e teve uma classificação única.

Na classificação única, para categoria de Distinção Especial, Cabo Delgado é a província de Honra. Ainda na classificação única, e na categoria de Prémio Agropecuária, a empresa OGA Rural venceu o prémio.

Para a categoria de Melhor Pequena e Média Empresa (PME) com produto manufacturado, a Mozambique Good Trade ficou em primeiro lugar, seguido pela empresa Gutsamba e depois a OWANI.

A Secretaria de Estado de Desporto venceu a categoria de Instituição que participa pela primeira vez, porque exibiu toda a cadeia do sector do desporto.

O Ministério dos Recursos Minerais e Energia ocupou a primeira posição como a Melhor Instituição Pública. O segundo lugar coube ao Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural. O terceiro lugar ficou para o Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos.

Para a categoria de Melhor Expositor Inovador Nacional, o primeiro lugar foi para o Instituto de Gestão e Participações do Estado (IGEPE) e o segundo lugar para a Agência do Desenvolvimento do Vale do Zambeze (ADZ).

Prémio de melhor país expositor vai para Alemanha

Na categoria de melhor país expositor, a Alemanha ficou em primeiro lugar, seguido de Portugal e depois o Ruanda. Para a categoria de Melhor Empresa Estrangeira, o primeiro lugar coube a multinacional alemã Gauff Engeneering.

A segunda posição está a empresa sul-africana Rangel Logistic Solutions, e na terceira posição a CLP Intertrade CO Lda., da Tailândia. Na categoria de Distinção Especial, o prémio para País de honra ficou com a Itália. Na categoria de país que participa na Feira pela primeira vez, com classificação única, está a República do Congo.

Maleiane felicitou aos premiados nas diferentes categorias, sublinhando que o reconhecimento sirva de estímulo para mais realizações no futuro.

“Renovamos a nossa saudação aos expositores nacionais e estrangeiros, incluindo aos visitantes, por terem transformado a 58ª edição da FACIM 2023, num verdadeiro espaço de realização de negócios, internacionalização da nossa economia e até mesmo de convívio”’, disse.

A 58ª edição iniciou segunda-feira (28) e decorreu sob lema “Industrialização, inovação e diversificação da economia nacional“. A FACIM é realizada anualmente.

Energia de Mpanda Nkuwa vai garantir segurança nacional energética

Mpanda Nkuwa, um projecto energético considerado estruturante, terá a capacidade de produzir até 1500 Gigawatts (GW) de energia. Espera-se que o empreendimento venha contribuir para a expansão da rede eléctrica nacional, permitindo que a energia chegue a mais famílias moçambicanas e empresas nacionais.

Igualmente, parte dessa energia deverá ser exportada para os países vizinhos de Moçambique, sobretudo os do hinterland, no âmbito de integração regional a nível da África da Austral.

Carlos Yum, diz que essa exportação não deve colocar em causa a estabilidade energética do país, por isso os acordos de partilha devem acomodar os objectivos macroeconómicos de Moçambique.

“O melhor modelo seria o de o país que solicitar a nossa energia estipulasse a quantidade que precisa. Nesse sentido, será cômodo avaliar o que podemos vender a esse país dentro dos limites da energia disponível”, explicou Yum.

Prosseguindo, o gestor da Mpanda Nkuwa enfatizou que outro aspecto a ter em conta é o período em que esses acordos de exportação da energia vão compreender, se se pensar na demanda das indústrias nacionais no presente e no futuro.

“Imagine conceder energia a outro país por 10, 20 anos ou mais e dentro desse período Moçambique necessitar parte da tranche vendida e na sequência disso exigirmos o que já ofertamos, não seria agradável aos parceiros, então é seremos cautelosos nos modelos de compra e venda, para salvaguardar as metas nacionais”, afirmou a fonte.

Procura regional e parcerias favorecem o projecto

O país tem uma estratégia de exportação de energia eléctrica e visa contratos de venda com a África do Sul, Botswana, Zimbabwe, Lesoto e o Malawi. Em 2030, haverá aproximadamente 5.5 Gigawatts (GW) de procura regional de energia e que pode ser fornecido por Moçambique.

A produção de electricidade nos países vizinhos é dominada pela energia do carvão, em torno de 90 por cento, a qual tem pouca flexibilidade para integrar fontes de energia variáveis e renováveis (Solar e eólica). A oportunidade de obter lucros na exportação de energia poderá reduzir os custos internos de energia no país.

Ao todo, o orçamento previsto para a concretização deste projecto está estimado em 4.5 mil milhões de dólares norte-americanos.

De acordo com o director do Gabinete de Implementação do Projecto, Carlos Yum, para além da União Europeia e o Banco Europeu de Investimento que anunciaram o financiamento em 500 milhões de dólares, hás mais mais parceiros interessados.

O Banco Africano de Desenvolvimento, Agência Francesa de Desenvolvimento, Banco de Desenvolvimento Sul-Africano, Banco Islâmico de Desenvolvimento,  são os nomes que, agora, tencionam contribuir para a concretização do empreendimento.

Abdul Jivane é o novo PCE do BNI

O Banco Nacional de Investimento (BNI) instituição financeira detida pelo Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) nomeou, na última quinta-feira, Abdul Jivane para o cargo de Presidente da Comissão Executiva (PCE) em substituição de Tomás Matola.

Antes da sua ascensão à presidência do BNI Abdul Jivane ocupou o cargo de administrador executivo no mesmo banco desde 2015.

Quanto ao perfil académico, é licenciado em economia pela Universidade Eduardo Mondlane (UEM) e possui mestrado em finanças empresariais pela Universidade de Liverpool e Pós-graduação em gestão bancária pela Catolica Lisbon School of Business and Economics.

O BNI é uma instituição financeira de desenvolvimento, detida pelo Estado moçambicano e destinada ao financiamento de longo prazo para empreendimentos sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento social e económico do País. As principais áreas de actuação do banco são infra-estrutura, recursos naturais, energia, agricultura, indústria, comércio e transporte.

Petrolífera Pertamina assina acordos com Moçambique

Com efeito, a Pertamina rubricou um memorando de entendimento com a Buzi Hydrocarbons (BHPL) para explorar o potencial do sector do petróleo e do gás a montante e a jusante das centrais eléctricas alimentadas a gás.

“Esperamos que todas as cooperações possam trazer benefícios para todas as partes, especialmente para a Pertamina e para a Indonésia, porque temos o espírito de ‘trazer os barris para casa’, o que significa que a expansão da Pertamina no exterior deve trazer benefícios para o povo da Indonésia”, referiu a responsável.

Segundo o site, a directora da empresa, Nicke Widyawati, referiu, durante a visita, que a sua equipa apresentou várias iniciativas de cooperação no sector energético, tendo conseguido obter quatro compromissos com quatro países africanos.

Antes da visita a Moçambique, a empresa tinha assinado um memorando de entendimento com a África do Sul e República, na perspectiva de optimização de gasodutos, centrais eléctricas a gás e instalações de exportação de electricidade na África do Sul.

A responsável explicou que no Quénia foram assinados dois acordos de cooperação com a Africa Geothermal International (AGIL) e a National Oil Corporation of Kenya (NOCK) pelas filiais da Pertamina, a Pertamina Geothermal Energy Tbk (PGEO), a Pertamina Upstream Subholding e a Pertamina Internasional Eksplorasi Dan Produk (PIEP).

Na Tanzânia, a Pertamina assinou um memorando de entendimento com a Tanzania Petroleum Development Company (TPDC) no domínio da exploração e produção de petróleo e gás a montante e a jusante na região. A assinatura teve lugar na presença dos dois chefes de Estado, o Presidente Jokowi Widodo e o Presidente da Tanzânia, Samia Suluhu.

“A Pertamina abre oportunidades de cooperação e África tem o negócio certo de que a Pertamina precisa. Temos a experiência, a competência e a capacidade para o fazer”, afirmou Nicke Widyawati numa declaração escrita.

Durante a visita em Moçambique e noutros países, Jokowi solicitou igualmente à Pertamina que participasse na gestão do bloco de gás da Baía de Mnazi e na transformação do gás natural em produtos químicos e fertilizantes.

Em algumas das colaborações existentes, a Pertamina envolveu outras subsidiárias no desenvolvimento de projectos, como os fornecedores de serviços de petróleo e gás, a Pertamina Drilling Service e Elnusa Tbk, e a Pertamina New Renewable Energy (Pertamina NRE).

 

 

IMOPETRO diz que mercado de combustíveis está resiliente, apesar da pressão  

Segundo João Macanja que falava durante um seminário sobre o financiamento relativo à importação de combustível, no âmbito da 58.ª edição da Feira Agropecuária, Comercial e Industrial (FACIM), o banco central comparticipava com cerca de 50 por cento na factura de importação de combustíveis, tendo deixado de o fazer há alguns meses.

A fonte do IMOPETRO explicou que, com a saída do Banco de Moçambique (BM) deste processo, nota-se uma limitação na disponibilização do dólar no mercado para a viabilização das importações.

O responsável frisou haver limitações na disponibilização de garantias bancárias, uma dificuldade que é mais notória quando há uma subida generalizada de preços no mercado internacional.

“Assim, quando os preços sobem, os bancos comerciais dizem que o financiamento da importação de combustível é feito de acordo com as capacidades de reembolso das empresas envolvidas no negócio, uma vez que o risco de crédito transfere-se para as instituições financeiras”, apontou.

Segundo a Petróleos de Moçambique (Petromoc), os desafios do mercado de abastecimento de combustíveis começaram na altura em que o processo era liderado por um sindicato bancário e perduraram até hoje, num cenário de liberalização.

Nos últimos anos, o sector desembolsou 27,3 milhões de dólares norte-americanos em garantias bancárias, o que entende ser razoável, porque a liberalização trouxe ganhos, sobretudo relativamente ao reforço do poder de negociação das empresas comparativamente ao período do sindicato bancário.

Cimeira de Gás e Energia de Moçambique decorre este mês em Maputo

O evento tem o potencial de promover o desenvolvimento de conteúdo local, com uma conferência e exposição internacional de grande visibilidade que potencia o desenvolvimento das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) e do empreendedorismo no país.

A mesma serve como uma plataforma para partilhar actualizações sobre políticas, regulamentação e informação sobre oportunidades de apoio financeiro disponíveis para start-ups em Moçambique.

A decorrer na Centro de Conferências Joaquim Chissano (CCJC), o evento vai compreender rondas de debates divididas em 16 sessões, com oradores experimentados na indústria de petróleos e gás.

Um total de 30 países estarão representados naquela que é uma das conferências de cariz económico mais vibrante do país. No total, são esperados 3.500 participantes idos de várias partes de Moçambique e cerca de 250 empresas expositoras.

O evento vai decorrer numa altura em que o país está a tentar relançar a indústria extractiva depois das incertezas criadas, por exemplo, pela pandemia da COVID-19, terrorismo na província de Cabo Delgado, que obrigou à paralização das operações da TotalEnergies na Área 1 da Bacia do Rovuma, por motivos de força maior.

Outro factor que afectou a indústria, é excesso de stock de grafite no mercado inetrnacional, que obrigou à mineradora australiana Syrah Resources a intemrroper a produção.

A mina, situada em Balama, iniciou a produção comercial há quatro anos e foi destaque em Dezembro, quando a Syrah anunciou um acordo com a multinacional de veículos eléctricos Tesla, que pretende usar a grafite da mina, descrita como um dos maiores depósitos deste tipo de minério “de qualidade” no mundo pela própria companhia australiana.