Monday, April 13, 2026
spot_img
Home Blog Page 486

Suspensão de voos europeus para África Austral inquieta empresariado

O empresariado nacional está alarmado pela decisão das autoridades da União Europeia de suspender as ligações aéreas com os países da África Austral, em geral, e Moçambique, em particular.

Numa altura em que tentava se reerguer de cerca de dois anos de produtividade baixa, por causa das restrições impostas pela pandemia da COVID-19, as novas medidas fazem soar os alarmes e mostram sinais de dias piores pela frente.

Em conferência de imprensa proferida nesta quarta-feira (1), a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) considera a decisão como desmedida e pede que seja rapidamente revertida.

“Condenamos esta decisão, que demonstra um extremar de posições, numa altura em que não havia razões claras e objectivas para tal medida,” disse Eduardo Sengo, director executivo da CTA.

Pelas contas da CTA, tudo o que estava previsto, em termos de receitas e produtividade económica está agora posto em causa e vai deitar por terra, tudo o que era a planificação financeira.

De acordo com analistas, o turismo, cujo pico tem sido mesmo no mês de Dezembro, vai, mais uma vez, ser o mais afectado.

Aumento da tarifa dos transportes de passageiros adiado

As novas tarifas para o transporte de passageiros na Grande Área Metropolitana de Maputo, originalmente propostas para entrarem em vigor na quarta-feira, foram adiadas para a primeira semana de Janeiro.

O presidente da Federação Moçambicana das Associações de Transporte Rodoviário (FEMATRO), Castigo Nhamane, disse ao jornal “Fizemos a proposta há um mês, apresentámo-la ao governo, como a lei exige, e ontem recebemos um documento, segundo o qual o nosso pedido foi analisado. Mas será aprovado a 15 de Dezembro, e entrará em vigor a 2 de Janeiro”.

Face a este atraso, Nhamane instou os seus colegas operadores de transportes “a aceitarem a orientação do governo. Enviei o documento do governo a todos os nossos associados. Sei que isto pode causar descontentamento, mas apelo à calma e paciência por mais um mês”.

Dentro da área da Grande Maputo, as tarifas estão fixadas em aumentar de dez meticais (cerca de 16 cêntimos americanos) para 12 meticais para distâncias inferiores a dez quilómetros. Para distâncias mais longas, dentro da cidade, as tarifas deverão subir de 12 para 15 meticais.

Quanto às tarifas interprovinciais, a FEMATRO quer que os passageiros paguem dois meticais por quilómetro. Isso significaria que a viagem de Maputo para Vilanculo, na província de Inhambane, uma distância de 725 quilómetros, custará 1.400 meticais, um aumento de 40% sobre a tarifa actual de 1.000 meticais.

Os operadores de transporte justificam as novas tarifas citando o aumento dos preços dos combustíveis no final de Outubro. O preço do gasóleo utilizado pela maioria dos operadores de transporte de passageiros aumentou de 57,45 para 61,71 meticais por litro – um aumento de 7,4 por cento, muito inferior aos aumentos tarifários que a FEMATRO está a exigir.

Os operadores afirmam que os preços dos pneus, peças sobressalentes e manutenção, aumentaram substancialmente desde 2015, a última vez que foi autorizado um aumento tarifário.

Colocada em causa a importância do aeroporto de Gaza

Assim que foi inaugurado, o aeroporto da província de Gaza, no sul de Moçambique, começou a ser questionado.

O Centro de Integridade Pública (CIP), organização não-governamental moçambicana, questiona a utilidade desta nova infraestrutura e lembra o Aeroporto de Nacala, na província de Nampula, que considera “um elefante branco”.

O presidente moçambicano, Filipe Nyusi, disse na cerimónia de inauguração: “A sustentabilidade do aeroporto de Gaza não será garantida apenas pelo turismo. Não fizemos o aeroporto só por causa do turismo – isso seria pensar curto. A província da Gaza é também portadora de potencial de recursos noutros setores: a agricultura, a pesca, a indústria e os recursos minerais.

O Governo diz que houve estudos de viabilidade que demonstram o potencial económico do aeroporto, mas para o diretor-executivo do CIP, Edson Cortez, “a dúvida é a fiabilidade desses estudos”, porque, diz “o país tem muitas obras faraónicas que tiveram estudos de viabilidade”.

Sobre a informação divulgada pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, de que o aeroporto foi construído com dinheiro doado pela China, Edson Cortez respondeu com a máxima: “Não há almoços grátis”.

O ministro dos Transportes e Comunicações, Janfar Abdulai, garantiu a viabilidade da infraestrutura. “As potencialidades da província não deixam qualquer dúvida de que este aeroporto é viável”, disse o governante, que o apresentou ainda como uma eventual alternativa ao Aeroporto Internacional de Maputo para algumas aeronaves.

Margarida Mapandzene, governadora de Gaza fala das vantagens do novo aeroporto: “Era possível chegar sobretudo a Maputo, Inhambane, mas a outras províncias não era tão fácil chegar e, por vezes, alguns operadores ou algumas instituições ou investidores da nossa província preferiam fazer aqui na periferia de Inhambane, Gaza, Maputo, mas agora abriu-se uma porta, uma oportunidade para poder chegar mais longe com pouco tempo”

O aeroporto, construído a 233 quilómetros de Maputo e que ostenta o nome do presidente Filipe Niusy, tem uma pista de 1,8 quilómetros e dimensão para receber cerca de 220 mil passageiros por ano. Custou mais de 53 milhões de euros e foi oferecido pela China.

Está pronto a operar, mas ainda não foram anunciados voos regulares e fontes das empresas Aeroportos de Moçambique (ADM) e Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) disseram à agência Lusa que o dossiê ainda está em preparação.

Fundação Galp renova apoios às actividades da Helpo e da Plataforma Makobo

A Galp e a sua Fundação formalizaram a renovação do apoio às actividades desenvolvidas,
no âmbito da responsabilidade social corporativa da empresa em Moçambique, pela Helpo
e a Plataforma Makobo, com a assinatura de dois protocolos.

A cerimónia decorreu nas instalações do Centro Cultural Português, em Maputo, no dia 23 de Novembro, com a presença de Andy Brown, CEO da Galp, Carlos Almeida, Coordenador Nacional da Helpo, e Ruy Santos, Fundador da Plataforma Makobo. A assinatura dos protocolos foi testemunhada, além da cúpula directiva da Galp e das organizações parceiras, pelo Secretario do Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Francisco André, e pelo Embaixador de Portugal em Moçambique, António Costa Moura.

Na ocasião, Andy Brown justificou a renovação do apoio da Fundação Galp às duas instituições com o trabalho meritório que têm desenvolvido em prol do progresso e bem-
estar da população moçambicana. Um desempenho que materializa o compromisso assumido pela empresa de contribuir para o desenvolvimento socioeconómico inclusivo de Moçambique, País onde a Galp se encontra há 64 anos.

O protocolo com a organização não-governamental Helpo respeita à renovação, por mais
três anos, da iniciativa implementada pela Helpo com o apoio financeiro da Fundação Galp, através da qual promove, desde 2019, a educação de crianças e jovens em São Tomé e Príncipe e em Moçambique.

Para Carlos Almeida, Coordenador de projectos da Helpo em Moçambique, este renovar de confiança significa “mais uma aposta na educação destes jovens. O objectivo da Galp não é pintar sonhos dos jovens em laranja, mas encher os sonhos destes jovens com perspectivas de futuro. Juntos, vamos conseguir”.

Na mesma altura, Andy Brown formalizou a renovação do apoio da Galp à Plataforma
Makobo, associação solidária moçambicana responsável pelo projecto “Missão Coração Solidário Cabo Delgado” com epicentro em Pemba, onde se encontra a maioria das famílias
deslocadas pela insurgência na Província de Cabo Delgado.

Actuando em quatro frentes – angariação de produtos; apoio alimentar aos mais vulneráveis das populações deslocadas; iniciativas de geração de renda para as famílias deslocadas e de acolhimento; e promoção da comercialização dos produtos locais para dinamizar a economia local e mitigar os impactos do aumento populacional – a Plataforma Makobo contará, por mais um ano, com a colaboração da Galp. Ruy Santos, fundador e dirigente da Makobo, agradeceu a renovação da confiança, declarando que “este apoio vai permitir-nos chegar ainda mais longe e apoiar a mais famílias, porque os desafios nos terrenos são enormes e os números aumentam diariamente”, declarou.

Na qualidade de anfitrião do evento, o Secretário do Estado dos Negócios Estrangeiros e
Cooperação de Portugal, Francisco André, sublinhou o orgulho, em nome do Estado
Português, de testemunhar o contributo de uma das maiores empresas portuguesas para o
desenvolvimento de Moçambique, não só através das operações quotidianas no seu sector
de actividade, mas também com o seu altruísmo em prol do País irmão.

SOBRE A FUNDAÇÃO GALP
A Fundação Galp é uma instituição de direito privado, sem fins lucrativos, criada pelo Grupo Galp em 2009 e tem por missão servir a comunidade e o seu desenvolvimento sustentado. Para isso, é orientada por critérios de equidade, racionalidade e eficácia operacional na aplicação dos meios que o Grupo fundador coloca à sua disposição, procurando ser um agente activo e, em simultâneo, próximo na ligação deste com a comunidade. Empenhada, desde o primeiro dia, no desenvolvimento de actividades de investimento social que promovam a sustentabilidade, através da educação, da protecção do ambiente, do uso sustentável de energia e da cultura, a Fundação Galp acredita que o conhecimento permitirá a convergência, o compromisso e a cooperação essenciais para que a sociedade, nas suas várias comunidades, alcance a sustentabilidade. Mais informações em: https://www.fundacaogalp.com

SOBRE A HELPO
Presente em Portugal, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau, a Associação Helpo tem como objectivo prestar apoio às populações mais vulneráveis de países com baixo índice de Desenvolvimento Humano. Nos Países em Vias de Desenvolvimento trabalha junto das instituições locais para o cumprimento dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, nomeadamente das áreas ligadas à infância, educação e saúde materno-infantil e nutricional, sectores chave da sua intervenção. A Helpo trabalha, desde 2008, em Moçambique, com foco na Educação e na Nutrição. Em 2019, na sequência dos ciclones Idai e Kenneth consolidou a sua intervenção em emergência e ajuda humanitária no país.
Em Cabo Delgado, a intervenção tem lugar nos seguintes distritos: Pemba, Ancuabe, Mecufi, Metuge, Montepuez e Mocímboa da Praia. Em Nampula, actua nos distritos de Nampula, Rapale, Meconta, Ilha de Moçambique, Murrupula, Monapo e Erati. Mais informações em
https://www.helpo.pt/pt/mocambique

SOBRE A MAKOBO – PLATAFORMA SOLIDÁRIA
Fundada em 2009, a MAKOBO é uma Plataforma colaborativa com a missão de prover e fomentar serviços que visem a promoção do bem-estar social de grupos menos favorecidos, através de acções de responsabilização individual e corporativa que, realizadas de forma continuada, efectiva, planeada e sustentada, contribuam para o desenvolvimento social, cultural e económico do País. Mais informações em https://makobo.co.mz/

Governo reitera aposta no desenvolvimento de energias renováveis

A contínua aposta no desenvolvimento de energias renováveis em Moçambique figura no topo das prioridades do Executivo moçambicano. A garantia foi dada, esta terça-feira, pela directora Nacional-Adjunta de Energia no Ministério dos Recursos Minerais e Energia, Marcelina Mataveia, durante a conferência sobre energias renováveis em Moçambique.

“O Governo de Moçambique está comprometido com o desenvolvimento das energias renováveis”, assinalou Mataveia para quem a orientação para o auto-consumo constituiu mais-valia para o país, estando já prevista na lei da electricidade em revisão.

Sob o tema, “Energias Renováveis para Auto-Consumo em Moçambique”, a conferência, que decorreu no formato virtual, debruçou-se sobre o potencial do mercado de energia de auto-consumo em Moçambique, com destaque do sector comercial e industrial e a caracterização da procura no mercado.

Na ocasião, o embaixador da União Europeia em Moçambique, Antonio Sánchez-Benedito Gaspar, destacou que as soluções de auto-consumo são de capital importância para “o crescimento económico e a criação de emprego e de actividades geradoras de renda para o desenvolvimento sustentável.”

Antonio Gaspar disse, igualmente, que a União Europeia está a preparar um novo instrumento de financiamento para investimento em energias renováveis – a plataforma nacional específica do programa ElectriFI para Moçambique.

O GET.invest é um programa europeu que mobiliza investimentos a projectos descentralizados de energias renováveis, apoiado pela União Europeia, Alemanha, Suécia, Países Baixos e Áustria.

Com o apoio adicional da União Europeia e da Alemanha, o GET.invest tem vindo a operar, desde 2019, uma country window em Moçambique, o que permite focar-se especificamente no sector energético moçambicano, como parte do PROMOVE Energia – uma estratégia abrangente para apoiar o acesso à energia sustentável e acessível nas zonas rurais.

Na sessão de abertura, Thierry Kühn, chefe de Cooperação na Embaixada Alemã em Moçambique, anotou que o evento representa “um importante marco no alcance das metas nacionais de acesso à energia sustentável para todos até 2030 (…) e um contributo para os objectivos climáticos, tal como foi referido pelo Primeiro-Ministro durante a sua intervenção na conferência das Nações Unidas em Glasgow”.

O evento foi organizado pela Associação Lusófona de Energias Renováveis (ALER) e a Associação Moçambicana de Energias Renováveis de Moçambique (AMER), no quadro do programa Europeu GET.invest em Moçambique.

A ALER é uma associação sem fins lucrativos, que tem como missão a promoção das energias renováveis nos países lusófonos, sobretudo nos países africanos de língua portuguesa.

A Suíça vai aumentar o apoio financeiro a Moçambique

Nos próximos quatro anos, o governo suíço aumentará o seu apoio financeiro a Moçambique para 1,9 mil milhões de meticais que serão investidos em áreas como o desenvolvimento económico, prestação de serviços e descentralização.

Esta notícia foi anunciada pelo embaixador suíço em Moçambique, Olivier Burki, esta quarta-feira, 1 de Dezembro, em Maputo.

“Embora a Suíça apoie vários projectos de desenvolvimento em todo o país, as províncias de Nampula, Niassa e Cabo Delgado, nas quais vive cerca de um terço de toda a população, continuarão a ser a nossa prioridade”, disse Burki.

O próximo Programa de Cooperação Suíça para Moçambique, acrescentou, também aumentará o seu financiamento para projectos humanitários, compreendendo a crescente procura de bens de primeira necessidade humana, resultante de desastres naturais e conflitos civis.

O objectivo global do Programa Suíço de Cooperação para Moçambique é a redução da pobreza, onde o desenvolvimento económico e a criação de emprego continuariam a ser a pedra angular.

A Suíça, afirmou, continuará a apoiar projectos seleccionados e políticas de intervenção para melhorar o ambiente empresarial, e a apoiar os micro agricultores e as empresas médias na obtenção de novas oportunidades de negócio que os ajudariam a recuperar dos choques económicos.

O Presidente da Câmara de Comércio Moçambique-Suíça (MSCC), disse ao Cub de Moçambique, que “o MSCC orgulha-se de estar ligado e representar o sector privado suíço em Moçambique e congratulamo-nos com a crescente parceria entre os nossos países”.

“A ligação com o sector privado desde o primeiro dia é vital para uma cooperação bem sucedida”. Fortes laços entre instituições governamentais, programas de desenvolvimento e empresas privadas podem tornar o crescimento económico mais significativo”, disse Adrian Frey.

” Até agora, os investimentos privados suíços criaram mais de 10.000 empregos em Moçambique. Se apoiarmos e orientarmos o Governo suíço nos seus programas, podemos criar mais oportunidades de carreira”, acrescentou Frey.

Nova Nissan Navara disponível em Moçambique

A nova Navara oferece um nível aperfeiçoado de segurança, conforto, satisfação ao conduzir e também continua a trazer a durabilidade, confiabilidade e versatilidade pelas quais é conhecida. A viatura é fabricada na África do Sul, fazendo que seja construída em África, para os africanos.

Ao longo de muitas décadas, desde que a primeira pick-up Nissan se fez à estrada, a Navara continuou a acompanhar e capacitar os clientes em muitas fases de suas vidas. Com base em mais de 85 anos de herança de pick-ups Nissan, a nova Nissan Navara representa o auge dos nossos anos de experiência na construção de pick-ups robustas e confiáveis.

Um parceiro fiável para o trabalho ou viagens, a nova Navara está equipada com as melhores
tecnologias da classe, incluindo uma variedade de recursos de mobilidade inteligente – Nissan Intelligent Mobility e sistemas de segurança, tornando-a a Navara mais avançada de sempre.

A Nissan está trazendo uma gama completa para o mercado, começando com uma cabine simples com transmissão manual. Para elevar ainda mais o carácter robusto da pick-up, foi introduzida a topo de gama – PRO-4X. A PRO-4X oferece um estilo ainda mais impressionante e fascinante para atrair os apreciadores de aventuras radicais que desejam escapar da rotina diária.

Funcionalidade da Pick-up aperfeiçoada A Navara é movida por um motor turbo diesel de 2,5L que se provou confiável nas condições de direcção para a África Subsaariana. O sistema de transmissão foi escolhido por atender aos requisitos de desempenho, economia e durabilidade dos clientes desse exigente segmento. O motor está disponível em dois níveis de potência – High Output nos modelos LE e PRO-4X, 140 kW de potência, torque de 450 Nm:
Mid Output nos modelos XE e SE com 120 kW de potência e 403 Nm de torque.

Um eixo traseiro reforçado e tamanho da carroçaria melhorado tornam a viatura a melhor parceira no local de trabalho, pronto para enfrentar qualquer desafio, ao mesmo tempo em que oferece espaço e conforto ideais. Para clientes de pick-up, uma das qualidades mais essenciais é a capacidade de carga, e os engenheiros da Nissan trabalharam duro para aumentá-la, fornecendo capacidade líder no segmento de pick-ups.

Quando está em modo de tracção às quatro rodas, a Navara activa seu sistema Active Brake Limited Slip Differential (ABLS), que gerencia a entrega de potência e a travagem das rodas entre os eixos dianteiro e traseiro e entre os lados esquerdo e direito da viatura, dependendo da tracção e velocidade.

Uma oferta adicional é o Hill Start-Assist, que ajuda a evitar que a viatura recue ao iniciar novamente de uma posição parada em uma inclinação. Ele permite que os condutores mudem facilmente os pedais de travão para o acelerador e façam uma partida mais segura em subidas. Isso significa que o carro ficará parado por no máximo dois segundos durante a troca de pedais.

Ao mesmo tempo, o Hill Descent-Assist permite que os condutores mudem facilmente os pedais de travão para o acelerador para realizar uma direcção mais segura em subidas.

Maior conforto interior
No interior, a nova Navara apresenta melhoria no silêncio, graças à maior quantidade de isolamento acústico, pára-brisa laminado e vidros dianteiros, reduzindo ainda mais o estresse para o condutor e passageiro. Além disso, a cabine agora é mais conveniente e orientada para o condutor. Isso inclui um novo volante Nissan e um estilo melhorado do painel, destacando a tela de navegação de 8 polegadas.

Os bancos traseiros são agora ainda mais confortáveis ​​para os passageiros, com modernizações nas almofadas e para maior comodidade, os passageiros na parte traseira também podem utilizar o novo apoio de braço traseiro com porta-copos embutidos para armazenar bebidas ou smartphones.

Uma nova era de força, tecnologia e paz de espírito
O novo modelo regressa com a melhor tecnologia da sua classe através da Nissan Intelligent Mobility, tornando-a na Navara mais avançada de sempre. Essas tecnologias criam um escudo de segurança de 360 ​​graus para a viatura, ajudando a proteger o condutor e os passageiros de potenciais riscos e proporcionando tranquilidade. A integração dessas tecnologias oferece níveis elevados de conforto, segurança e conveniência, permitindo que os clientes se sintam confiantes ao usar a sua viatura para trabalho e lazer.

Adicionando à segurança da pick-up está o Intelligent Around View Monitor (Around View Monitor com detecção de objecto em movimento), que usa quatro câmeras montadas para auxiliar os condutores a perceber quando existem pessoas ou carros ao redor ou se aproximando da viatura. Isso permite manobras mais fáceis ao executar tarefas como estacionamento paralelo e posicionamento da viatura durante o engate do trailer. Pela primeira vez, o sistema também possui um monitor off-road, feito para visualizar os obstáculos à volta em baixas velocidades quando em tracção à quatro rodas, permitindo
que se enfrente os terrenos mais difíceis com confiança.

Para atender às necessidades crescentes de estilos de vida conectados, a pick-up agora está equipada com um novo sistema de info-entretenimento NissanConnect. Este sistema permite que os clientes conectem perfeitamente seu smartphone à pick-up e desfrutar de recursos convenientes, como streaming de áudio por Bluetooth, reconhecimento de voz e navegação.
Com todos esses recursos, fica claro que a nova Nissan Navara é uma pick-up capaz e resistente que está pronta para trabalhar. As décadas de herança que a Nissan tem em seu lugar significa que este veículo é a melhor Navara de sempre, com uma direcção mais segura, confortável e prazerosa.

Em Moçambique, a Nissan está presente em Maputo, Beira, Moatize, Nampula e Pemba. Entre em contacto com a concessionária mais próxima para um test drive e adquirir a sua Navara.

Sobre a Nissan na África
A Unidade de Negócios Regional da Nissan na África atende 42 mercados da África Subsaariana com 14,7% de participação de mercado e 37 empresas de vendas nacionais em todo o continente. No total, a empresa oferece uma linha de 24 veículos para clientes a retalho e comerciais da região. A África do Sul serve como um centro de fabricação de veículos comerciais para a região, com sua fábrica em Rosslyn a noroeste de Pretória, produzindo a NP200 e a nova Nissan Navara. A fábrica da África do Sul emprega aproximadamente 2.000 funcionários, com fábricas de montagem adicionais localizadas na Nigéria e em Gana. Para obter mais informações, visite nosso website em http://www.nissan.co.za ou siga-nos no LinkedIn para obter mais atualizações.

Presidente da República inaugurou o aeroporto de Xai-Xai

O chefe de Estado, Filipe Nyusi, inaugurou o Aeroporto de Chongoene, infraestrutura orçada em 75 milhões de dólares que é a primeira na província de Gaza.

“O empreendimento é uma infraestrutura construída de raiz para atender e dinamizar o desenvolvimento da província de Gaza, cuja construção foi financiada por fundos desembolsados no âmbito da cooperação com a República Popular da China”, indica a Presidência moçambicana, numa nota à comunicação social.

As obras de construção do aeroporto foram lançadas em 2018 e resultam de um financiamento disponibilizado pelo banco chinês Exim Bank, segundo dados avançados pela Presidência naquele ano.

A infraestrutura, que abrange uma área de cerca de 140 hectares, é a primeira na província de Gaza e está localizada num distrito que fica a 233 quilómetros da capital moçambicana (Maputo).

“Com a inauguração do referido aeroporto, a província de Gaza passa a contar com uma infraestrutura dimensionada para receber cerca de 220 mil passageiros por ano, para além de manuseamento de carga diversa”, acrescenta a nota.

O aeroporto levantou polémica durante a fase de construção, na medida em que a infraestrutura foi construída num espaço que albergava cemitérios familiares e campos agrícolas da comunidade local.

A comissão criada localmente pelo Governo, que integrava uma médica legista e uma funcionária da Direção Provincial de Assistência Social de Gaza, exumou e mutilou vários corpos com recurso a catanas, serrotes e pás, de forma que pudessem caber nos pequenos caixões adquiridos pelas autoridades, alegando que não havia fundos para compra de novas urnas, segundo denúncias da organização não-governamental (ONG) Centro Terra Viva.

Além das denúncias de uma exumação “indigna” na transferência dos cemitérios familiares que estavam no local, segundo a ONG moçambicana, vários proprietários dos campos agrícolas reclamaram que faltavam compensações prometidas aos proprietários dos campos agrícolas que estavam no espaço atualmente ocupado com o aeroporto.

Começa a construção da Ligação de Transmissão de Energia Moçambique-Malawi

O Presidente Filipe Jacinto Nyusi, juntou-se ao seu homólogo anfitrião, o Presidente Lazarus Chakwera, em Phombeya, no Distrito de Balaka, para dar início à construção do projecto de ligação de transmissão de energia eléctrica Moçambique-Malawi.

O projecto de interligação compreende a construção de uma subestação Matambo de 400KV em Tete, Moçambique, e 218 km de linhas de transmissão a partir dessa fonte para o Malawi, a partir da qual está previsto que o Malawi receba 50 megawatts de potência.

As linhas de transmissão irão percorrer 142 quilómetros desde a subestação de Matambo até Phombeya, Malawi, passando pelos distritos de Mwanza e Neno, e estarão concluídas em 2023. A conclusão deste projecto resultará num maior acesso à energia no Malawi, com uma capacidade inicial de 50MW e a capacidade de expansão no futuro.

A actual capacidade de produção de energia no Malawi ronda actualmente os 50MW, de acordo com o Plano Integrado de Recursos de 2017. Até 2030, espera-se que o pico da procura de energia atinja 1,860MW. O projecto de interligação visa contribuir para o crescimento económico regional, ligando o mercado de electricidade do Malawi ao Pool de Energia da África Austral (SAPP) para equilibrar o défice energético da região através do comércio regional de energia.

A primeira fase do projecto de ligação Moçambique-Malawi de transmissão de energia inclui um estudo de viabilidade técnica e económica, definição e âmbito do projecto, e uma avaliação do impacto ambiental e social, todos eles concluídos em 2017. O Presidente Chakwera mencionou o projecto de reparação ferroviária em que as duas nações estão a trabalhar para ligar o Malawi à Linha Sena que vai de Vila Nova de Fronteira a Marka, através da fronteira. Prosseguiu dizendo que este projecto de ligação é outro marco nas relações entre os dois países.

De acordo com Chakwere, a iniciativa pretende abrir canais comerciais no SAPP, com a possibilidade de comércio futuro e trocas de poder. Com a conclusão do Interconector Malawi-Moçambique, afirmou que estão a ser feitos progressos no sentido de acrescentar 1.000 megawatts à rede nacional ao longo dos próximos quatro anos.

O Crédito IDA do Banco Mundial vale $15 milhões, a subvenção KFW da União Europeia vale $20 milhões, e o governo do Malawi vale $3,5 milhões. Está prevista a criação de mais de 1000 postos de trabalho durante toda a sua construção. Nyusi expressou o seu agrado pelo investimento do governo do Malawi de 3,5 milhões de dólares no projecto de instalação de linhas de transmissão ao longo dos 76 quilómetros, afirmando que isto demonstra a dedicação da administração de Chakwera ao projecto.

Petrolíferas buscam parcerias para redução de custos

O ministro dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique disse que os consórcios petrolíferos que operam na bacia do Rovuma estão a negociar formas de parceria para a redução de custos e maximização de ganhos.

“O trabalho que está em curso entre as concessionárias das áreas um e quatro não tem em vista a compra de participações, tem em vista identificar áreas de parceira, com vista a minimizar ou reduzir os custos globais destes investimentos”, afirmou Max Tonela.

Citado pela Lusa, o governante falava à margem do lançamento do sexto concurso internacional para o licenciamento de áreas para a pesquisa e produção de hidrocarbonetos no país.

Tonela avançou a partilha de recursos logísticos entre as petrolíferas como uma área de parceria que pode resultar na redução de custos.

“Há investimentos de logística, por exemplo, que podem não ser duplicados e, deste modo, permitir o incremento dos ganhos para as partes”, realçou.

A parte de infra-estruturas também vai gerar vantagens para o Estado moçambicano, prosseguiu o ministro dos Recursos Minerais e Energia.

A Área um está concessionada a um consórcio liderado pela Total, que teve de suspender as obras de construção do empreendimento de produção de gás natural liquefeito, devido aos ataques terroristas.

A esse propósito, Max Tonela disse que o executivo está a estudar com o consórcio a data de retoma do projecto, face à melhoria da segurança provocada pela acção de forças conjuntas de Moçambique, Ruanda e Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

A Área quatro da bacia do Rovuma foi concessionada a um consórcio liderado pela Mozambique Rovuma Venture (MRV), uma ‘joint venture’ da Exxon Mobil, Eni e CNPC (China) que detém 70% de interesse participativo no contrato de concessão.

A exploração da referida área arranca em 2022, com uma plataforma flutuante de liquefação de gás extraído a cerca de 50 quilómetros da costa de Cabo Delgado, enquanto o arranque do projecto mais vultuoso, para exploração das restantes reservas e liquefação em terra, continua por anunciar.