Friday, June 5, 2026
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Women in leadership: challenging boundaries in the corporate world — April 29, 2024

Mulheres nas finanças

The “Women in Leadership: Challenging Boundaries in the Corporate World” Workshop will be held on April 29, 2024 at the BCI headquarters building at 4pm. This exclusive event is an opportunity for women who want to expand their professional horizons, challenge themselves and strengthen their leadership skills.

During the workshop, insights will be shared on how to overcome challenges, build a successful career and stand out in the corporate world. In addition, there will be interactive and dynamic sessions, providing a platform for networking and collaboration between women leaders from different sectors and levels of experience.

If you are an ambitious professional seeking personal and professional growth, don’t miss the opportunity to be part of a community of women leaders who are challenging boundaries and achieving success.

PGR investiga esquemas de desvio de fundos na LAM

LAM

A Procuradoria-Geral da República (PGR) de Moçambique está a investigar denúncias sobre um esquema de desvio de dinheiro nas Linhas Áereas de Moçambique (LAM) através de máquinas de terminais de pagamento automático (POS) não pertencentes à companhia. A procuradora-geral da República, Beatriz Buchili, afirmou que dois processos estão em curso no Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC), um investigando irregularidades na gestão da empresa e outro investigando a instalação dos POS nas lojas de venda da LAM e a titularidade dos mesmos. Ambos os processos envolvem alguns gestores da empresa e estão em fase de instrução.

Em Fevereiro, a consultora Fly Modern Ark, contratada pelo Governo para recuperar a LAM, denunciou o esquema de desvio de dinheiro em lojas de venda de bilhetes, onde as máquinas dos POS não eram reconhecidas pelos chefes dos estabelecimentos. Um processo de fiscalização identificou discrepâncias entre o número de bilhetes vendidos e o valor efectivamente recebido, chegando a um défice de 3,2 milhões de dólares apenas no mês de Dezembro.

Além disso, foram verificados casos suspeitos na recolha de dinheiro vivo nas lojas e no abastecimento de combustível às aeronaves, incluindo uma aeronave sendo abastecida com 95 toneladas em vez das 80 toneladas máximas. Também foi descoberta uma conta no Maláui com 1,2 milhões de dólares, sem acesso conhecido pela companhia, e casos de funcionários usando fundos da empresa para comprar casas próprias.

A LAM está num processo de revitalização, com a empresa sul-africana Fly Modern Ark (FMA) na sua gestão desde Abril do ano passado, seguindo-se a anos de problemas operacionais relacionados com uma frota reduzida e falta de investimentos.

PGR investigates embezzlement schemes at LAM

LAM

Mozambique’s Attorney General’s Office (PGR) is investigating allegations of a scheme to embezzle money from Mozambique Airlines (LAM) through automatic payment terminal (POS) machines that do not belong to the company. The Attorney General, Beatriz Buchili, said that two processes are underway at the Central Office for Combating Corruption (GCCC), one investigating irregularities in the management of the company and the other investigating the installation of the POS in LAM’s sales outlets and the ownership of them. Both cases involve some of the company’s managers and are currently being investigated.

In February, the consultancy Fly Modern Ark, hired by the government to recover LAM, denounced the scheme to embezzle money from ticket stores, where the POS machines were not recognized by the managers of the establishments. An inspection process identified discrepancies between the number of tickets sold and the amount actually received, reaching a deficit of 3.2 million dollars in December alone.

In addition, suspicious cases were found in the collection of cash in stores and in the supply of fuel to aircraft, including one aircraft being filled with 95 tons instead of the maximum 80 tons. Also discovered was an account in Malawi with 1.2 million dollars, with no known access by the company, and cases of employees using company funds to buy their own homes.

LAM is undergoing a revitalization process, with South African company Fly Modern Ark (FMA) managing it since April last year, following years of operational problems related to a reduced fleet and lack of investment.

Missão do FMI pretende avaliar a situação económica no país

FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) realizará no próximo mês de Maio uma visita de assistência técnica a Moçambique para analisar os últimos desenvolvimentos macroeconómicos do país. A visita ocorre no contexto da quarta revisão do programa de Facilidade de Crédito Alargado (ECF) para Moçambique. Durante as reuniões, será discutida a possibilidade de mobilização de recursos para fortalecer a resiliência económica, especialmente na província de Cabo Delgado, afectada pelo terrorismo há mais de seis anos.

Em Janeiro, o FMI aprovou a terceira revisão do programa de financiamento para Moçambique, garantindo um “desembolso imediato” de 60,7 milhões de dólares para apoio orçamental. Com esta nova verba, os desembolsos totais ao país elevam-se para 273 milhões de dólares. O desempenho do programa tem sido satisfatório, com cinco dos oito indicadores de referência estruturais cumpridos no final de Dezembro de 2023 e três dos quatro critérios de desempenho quantitativos observados.

Prevê-se um crescimento económico de 5% em termos nacionais, impulsionado pelos projetos de gás natural liquefeito (GNL) num contexto de crescimento modesto não mineiro. As pressões inflacionárias diminuíram acentuadamente, mas subsistem riscos significativos, principalmente devido a acontecimentos climáticos adversos e à frágil situação de segurança.

O programa de assistência técnica visa apoiar a recuperação económica de Moçambique, reduzir a dívida pública e as vulnerabilidades de financiamento, promovendo um crescimento mais elevado e inclusivo por meio de reformas estruturais. Para este ano, prevê-se um crescimento económico modesto, com desafios significativos, mas com perspectivas positivas, especialmente com o reinício das obras em Cabo Delgado pela petrolífera TotalEnergies, o que terá um impacto positivo e significativo no crescimento, nas receitas fiscais e na conta corrente do país, após o início da produção e exportação de GNL.

IMF mission to assess the country’s economic situation

FMI

The International Monetary Fund (IMF) will carry out a technical assistance visit to Mozambique next May to analyze the country’s latest macroeconomic developments. The visit takes place in the context of the fourth review of the Extended Credit Facility (ECF) program for Mozambique. During the meetings, the possibility of mobilizing resources to strengthen economic resilience will be discussed, especially in the province of Cabo Delgado, which has been affected by terrorism for more than six years.

In January, the IMF approved the third revision of the financing program for Mozambique, guaranteeing an “immediate disbursement” of 60.7 million dollars for budget support. With this new sum, total disbursements to the country amount to 273 million dollars. The program’s performance has been satisfactory, with five of the eight structural benchmarks met at the end of December 2023 and three of the four quantitative performance criteria observed.

Economic growth of 5% is expected nationally, driven by liquefied natural gas (LNG) projects in a context of modest non-mining growth. Inflationary pressures have declined markedly, but significant risks remain, mainly due to adverse weather events and the fragile security situation.

The technical assistance program aims to support Mozambique’s economic recovery, reduce public debt and financing vulnerabilities, promoting higher and more inclusive growth through structural reforms. This year, modest economic growth is expected, with significant challenges, but with positive prospects, especially with the resumption of work in Cabo Delgado by the TotalEnergies oil company, which will have a positive and significant impact on growth, tax revenues and the country’s current account, following the start of LNG production and exports.

Elevados custos da iluminação pública preocupam EDM

EDM

A Electricidade de Moçambique (EDM) expressou preocupação com os elevados custos da iluminação pública em todo o país, que chegam a 20 milhões de dólares (1,2 milhões de meticais) por ano, devido à falta de subsídio de aquisição. A iluminação é fornecida a cidades, grandes centros urbanos, vilas e bairros, com os custos recaindo directamente sobre a empresa, que precisa alimentar um consumo de mais de 1080 Megawatts (MW), representando um aumento de 50% no consumo nos últimos três anos devido ao aumento do número de consumidores.

Para lidar com essa situação, foi criado um fórum com o Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREMI), a EDM e a Autoridade Reguladora de Energia (ARENE) para encontrar alternativas para suportar os custos da iluminação pública.

O responsável da Direcção Comercial da EDM, Belmiro Óscar, destacou que a empresa fornecia anteriormente 500 MW nas horas de pico, mas agora fornece 1080 MW, sendo que o défice é adquirido aos fornecedores privados a preços muito altos. Isso obriga a EDM a fazer um plano de contenção de custos e a reestruturar o seu modelo de negócio para garantir a sustentabilidade e cumprir a agenda de electrificação universal até 2030.

Segundo Belmiro Oscar, a EDM está pronta para cumprir a meta de electrificar todo o território nacional, apesar dos desafios. Ele salientou a importância de encontrar um modelo adequado para tornar o negócio de energia sustentável, aplicando uma gestão adequada para alcançar esse objectivo.

O decreto n.º 42/2005 estabelece que a EDM deve construir, operar e manter sistemas de iluminação pública conforme solicitado pelo órgão do Estado, definindo as correspondentes condições comerciais, o que implica que o custo da iluminação pública deveria ser subsidiado por quem solicita, incluindo o custo da energia gasta pelos semáforos nas autarquias, que deve ser subsidiado pelos municípios.

High street lighting costs worry EDM

EDM

Electricidade de Moçambique (EDM) has expressed concern about the high costs of public lighting throughout the country, which amount to 20 million dollars (1.2 million meticais) a year, due to the lack of a purchase subsidy. Lighting is supplied to cities, large urban centers, towns and neighborhoods, with the costs falling directly on the company, which has to feed a consumption of more than 1080 Megawatts (MW), representing a 50% increase in consumption over the last three years due to the increase in the number of consumers.

To deal with this situation, a forum was set up with the Ministry of Mineral Resources and Energy (MIREMI), EDM and the Energy Regulatory Authority (ARENE) to find alternatives to meet the costs of public lighting.

The head of EDM’s Commercial Directorate, Belmiro Óscar, pointed out that the company used to supply 500 MW at peak times, but now supplies 1080 MW, and the shortfall is purchased from private suppliers at very high prices. This is forcing EDM to make a cost containment plan and restructure its business model to ensure sustainability and meet the agenda of universal electrification by 2030.

According to Belmiro Oscar, EDM is ready to meet the target of electrifying the entire national territory, despite the challenges. He stressed the importance of finding a suitable model to make the energy business sustainable, applying proper management to achieve this goal. Decree no. 42/2005 establishes that EDM must build, operate and maintain public lighting systems as requested by the state body, defining the corresponding commercial conditions, which implies that the cost of public lighting should be subsidized by those who request it, including the cost of energy spent by traffic lights in municipalities, which should be subsidized by the municipalities.

Subestações da linha eléctrica Temane-Maputo em teste a partir de Maio

petroelo e gas

Os testes de fiabilidade dos equipamentos instalados nas três subestações que compõem a linha de transmissão eléctrica Temane-Maputo, com mais de 500 quilómetros de extensão e capacidade de 400 quilovolts (kV), terão início no próximo mês de Maio.

As subestações, localizadas em Pambara (Vilankulo, Inhambane), Chibuto (Gaza) e Matalane (Marracuene, Maputo), estão 93% concluídas, permitindo o arranque dos ensaios, com duração prevista de pelo menos dois meses, segundo Adriano Jonas, director do projecto de construção da linha eléctrica.

Esta nova infra-estrutura de transporte de energia irá receber a potência gerada na Central Termoeléctrica de Temane (CTT), a partir do gás natural extraído pela Sasol em Inhambane, satisfazendo as necessidades de electrificação dos empreendimentos industriais e agrícolas da região Sul do país.

A conclusão bem-sucedida da linha não só demonstra o compromisso de Moçambique em melhorar suas capacidades energéticas, mas também prepara o terreno para desenvolvimentos futuros no sector, atraindo potencialmente mais investimentos e promovendo o desenvolvimento regional, segundo o portal.

Esta iniciativa é considerada uma componente crítica da estratégia de Moçambique para garantir a segurança e sustentabilidade energética, abrindo caminho para um futuro mais brilhante e energizado na região.

Temane-Maputo power line substations to be tested from May

petroelo e gas

Reliability tests on the equipment installed at the three substations that make up the Temane-Maputo electricity transmission line, which is more than 500 kilometers long and has a capacity of 400 kilovolts (kV), will begin next May.

The substations, located in Pambara (Vilankulo, Inhambane), Chibuto (Gaza) and Matalane (Marracuene, Maputo), are 93% complete, allowing testing to begin, which is expected to last at least two months, according to Adriano Jonas, director of the power line construction project.

This new energy transportation infrastructure will receive the power generated at the Temane Thermoelectric Power Plant (CTT), from the natural gas extracted by Sasol in Inhambane, meeting the electrification needs of industrial and agricultural enterprises in the south of the country.

The successful completion of the line not only demonstrates Mozambique’s commitment to improving its energy capacities, but also sets the stage for future developments in the sector, potentially attracting more investment and promoting regional development, according to the portal.

This initiative is considered a critical component of Mozambique’s strategy to ensure energy security and sustainability, paving the way for a brighter and more energized future in the region.

Sasol registou um aumento de 8% na produção de gás em Moçambique

Oil and gas

A Sasol, empresa petroquímica com acções na bolsa de Nova Iorque e Joanesburgo, divulgou um relatório destacando um aumento de 8% na produção de gás em Moçambique nos nove meses findos em Março. Esse crescimento foi impulsionado pela entrada em operação de quatro novos poços durante o ano.

Apesar desse aumento, a produção no primeiro trimestre foi 3% menor em comparação com o ano anterior, devido à menor demanda das operações de downstream da empresa. A Sasol espera alcançar o limite superior de seu objectivo de gás para o ano, entre 113 e 119 mil milhões de pés cúbicos, após a produção de 89,7 mil milhões de pés cúbicos nos nove meses analisados.

No sector de hidrocarbonetos, a produtividade da Sasol aumentou 4% nos nove meses até Março. A empresa concluiu melhorias nas minas de Thubelisha e Shondoni, com a fase final de apetrechamentos na mina de Impumelelo em curso. A produção de carvão foi de 22,6 milhões de toneladas, ligeiramente inferior às 22,9 milhões de toneladas do período anterior.

Quanto aos combustíveis, os volumes de produção em Secunda foram 3% mais altos em relação ao ano anterior, apesar de uma redução nos volumes do primeiro trimestre, devido à diminuição da disponibilidade de equipamento e à instabilidade operacional. A Sasol espera que os volumes de produção para o ano inteiro fiquem entre 6,9 e 7,1 milhões de toneladas, abaixo da orientação inicial de 7 milhões a 7,3 milhões de toneladas.

As vendas de combustíveis líquidos permaneceram estáveis em comparação com o ano anterior, apesar do excesso de oferta no mercado sul-africano de gasóleo. A perspectiva de vendas para o ano permanece entre 51 e 54 milhões de barris, e a Sasol está proativamente gerindo o risco de excesso de oferta no mercado, confiando na recuperação lenta dos preços e da procura de produtos químicos nos principais mercados, em parte devido ao aumento dos preços do petróleo.