Friday, June 5, 2026
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Kenmare Moma: Uma das maiores operações de areia mineral da África

Kenmare

Moçambique abriga uma das maiores operações de areia mineral na África, com destaque para a Kenmare Moma Titanium Minerals Mine. A mina de Kenmare, listada no Reino Unido, é caracterizada por seus depósitos de minerais pesados, incluindo ilmenite, rutile e zircon.

Os minerais ilmenita e rutilo desempenham um papel crucial na fabricação de pigmento de dióxido de titânio e metal titânio. Esses produtos são amplamente utilizados em sectores como pinturas, papel e plásticos, contribuindo para diversas aplicações industriais. Além disso, o zircão extraído desempenha um papel essencial na produção de opacificantes para cerâmica, ampliando ainda mais a gama de aplicações da mina.

A Kenmare Resources Plc, responsável pela operação, tem desempenhado um papel proeminente ao não apenas extrair esses recursos minerais valiosos, mas também ao demonstrar um compromisso significativo com a sustentabilidade e responsabilidade social. A empresa tem implementado medidas para mitigar o impacto ambiental, destacando-se por seu sistema de gestão de água e projetos de apoio à comunidade.

A mineração de minerais pesados é uma parte essencial da economia de Moçambique, fornecendo matérias-primas essenciais para várias indústrias. A Kenmare Resources Plc torna-se uma peça fundamental nesse cenário, fornecendo não apenas recursos valiosos, mas também mostrando um compromisso com práticas sustentáveis e a comunidade local.

O Relatório anual da Kenmare, referente ao ano 2022, indica que a produção anual da Mina de Moma em Moçambique representa aproximadamente 7% das matérias-primas globais de titânio.

A partir de Moma, a Kenmare fornece a mais de 25 clientes que operam em mais de 15 países como parte da indústria global de matérias-primas de titânio avaliada em 4,5 mil milhões de dólares por ano.

Kenmare Moma: One of Africa’s largest mineral sand operations

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Mozambique is home to one of the largest mineral sand operations in Africa, most notably the Kenmare Moma Titanium Minerals Mine. The UK-listed Kenmare mine is characterized by its deposits of heavy minerals, including ilmenite, rutile and zircon.

The minerals ilmenite and rutile play a crucial role in the manufacture of titanium dioxide pigment and titanium metal. These products are widely used in sectors such as paints, paper and plastics, contributing to various industrial applications. In addition, the zircon extracted plays an essential role in the production of opacifiers for ceramics, further expanding the mine’s range of applications.

Kenmare Resources Plc, responsible for the operation, has played a prominent role by not only extracting these valuable mineral resources, but also by demonstrating a significant commitment to sustainability and social responsibility. The company has implemented measures to mitigate environmental impact, highlighting its water management system and community support projects.

Heavy mineral mining is an essential part of Mozambique’s economy, providing essential raw materials for various industries. Kenmare Resources Plc becomes a key player in this scenario, providing not only valuable resources, but also showing a commitment to sustainable practices and the local community.

Kenmare’s annual report for 2022 indicates that annual production from the Moma Mine in Mozambique represents approximately 7% of global titanium raw materials.

From Moma, Kenmare supplies more than 25 customers operating in more than 15 countries as part of the global titanium raw materials industry valued at 4.5 billion dollars a year.

Feijão bóer: Cadeia de valor no país abrange um milhão de pessoas

O feijão bóer virou um produto de destaque na zona Norte do país, com a abertura do mercado indiano. Estima-se que perto 300 mil toneladas já tenham sido exportadas este ano, representando 80% do produto.

O feijão bóer é um dos principais produtos da dieta alimentar na Índia. Com a crescente procura, em 2016 a Índia assinou um memorando de entendimento com Moçambique que numa primeira fase previa o fornecimento de 125 mil toneladas na época 2017-2018, tendo depois aumentado para 200 mil toneladas por ano, até 2021.

Com um mercado garantido, os pequenos e médios agricultores, sobretudo, do Centro e Norte do país, passaram a apostar nesta cultura, estimando-se que neste momento, cerca de um milhão de pessoas estão na cadeia de valor, que vai do produtor até ao armazenista.    

A entrada de mais empresas no ramo do agronegócio valorizou ainda mais o feijão bóer, tendo saído dos anteriores 20 a 28 meticais pagos por cada quilograma ao agricultor, para 30 a 52 meticais praticado actualmente, representando uma subida do preço na ordem de 24 meticais, tendo em conta o preço mais alto.  

A exportação de feijão bóer de Moçambique para a Índia vinha sendo através de um modelo de quotas, onde anualmente era lançado um concurso público para a selecção de empresas para a atribuição de quotas para exportarem até 200 mil toneladas. Na sequência, em Abril deste ano foi lançado o concurso público no qual foram selecionadas 33 empresas, das quais a ETG, e outras admitidas posteriormente através de uma adenda ao concurso público, perfazendo 45.  

Entretanto, em finais do ano passado a Índia registou uma baixa produção, tendo decidido abolir o modelo de quotas e abriu o mercado para comprar todo o produto de Moçambique.

Até ao dia 15 deste mês, segundo a CTA, a Índia já havia comprado 230 mil toneladas de feijão bóer de Moçambique. Neste momento, o volume do exportado aumentou e estima-se que 80% do que foi produzido no país já saiu para a Índia, confirmando o desbloqueio depois de muita polémica.

Boer beans: Value chain in the country covers one million people

Boer beans have become an important product in the north of the country with the opening up of the Indian market. It is estimated that nearly 300,000 tons have already been exported this year, representing 80% of the product.

Boer beans are one of the main dietary staples in India. With growing demand, in 2016 India signed a memorandum of understanding with Mozambique, which initially provided for the supply of 125,000 tons in the 2017-2018 season, and then increased to 200,000 tons per year until 2021.

With a guaranteed market, small and medium-sized farmers, especially in the center and north of the country, have started to invest in this crop, and it is estimated that around one million people are currently involved in the value chain, which runs from the producer to the storekeeper.

The entry of more companies into the agribusiness sector has further increased the value of the bóer bean, from the previous 20 to 28 meticais paid per kilogram to the farmer, to the 30 to 52 meticais currently practiced, representing a price increase of around 24 meticais, taking into account the higher price.

The export of pigeonpeas from Mozambique to India has been through a quota model, where each year a public tender was launched to select companies for quotas to export up to 200,000 tons. As a result, a public tender was launched in April this year, in which 33 companies were selected, including ETG, and others subsequently admitted to the competition.

However, at the end of last year India recorded low production and decided to abolish the quota model, opening up the market to buy all of Mozambique’s produce.

By the 15th of this month, according to the CTA, India had already bought 230,000 tons of bóer beans from Mozambique. At the moment, the volume of exports has increased and it is estimated that 80% of what was produced in the country has already left for India, confirming the release after much controversy.

Governo adquire vinte e dois novos autocarros articulados

O Governo de Moçambique acaba de adquirir vinte e dois novos autocarros articulados para minimizar o problema de transporte público na zona metropolitana do grande Maputo.

As viaturas que entraram no país este sábado através da fronteira de Ressano Garcia, no distrito da Moamba, surgem no âmbito de uma parceria entre o sector dos transportes de Moçambique e o sector privado Sul-africano.

Sem especificar o dinheiro envolvido, o secretário permanente do Ministério dos Transportes e Comunicações, Ambrósio Sitoe, disse que os machimbombos recém-chegados respondem a realidade do país e não eh o fim.

Os autocarros vão começar a operar já em Janeiro em pelo menos seis rotas já definidas, entre as quais: Baixa da Cidade de Maputo a Tchumene, Baixa a Boane e algumas pela estrada Circular de Maputo.

22 novos autocarros articulados para o transporte público de passageiros no grande Maputo, entraram pela fronteira de Ressano Garcia, por onde igualmente vários cidadãos atravessaram para Moçambique a menos de 48 horas do Dia da Família.

Government acquires twenty-two new articulated buses

The Mozambican government has just acquired twenty-two new articulated buses to minimize the problem of public transport in the greater Maputo metropolitan area.

The vehicles, which entered the country this Saturday via the Ressano Garcia border crossing in the Moamba district, are part of a partnership between the Mozambican transport sector and the South African private sector.

Without specifying the amount of money involved, the permanent secretary of the Ministry of Transport and Communications, Ambrósio Sitoe, said that the newly arrived machimbombos respond to the reality of the country and are not the end.

The buses will start operating in January on at least six routes that have already been defined, including: Lower Maputo City to Tchumene, Lower Maputo City to Boane and some along the Maputo ring road.

22 new articulated buses for public passenger transport in greater Maputo entered through the Ressano Garcia border crossing, through which several citizens also crossed into Mozambique less than 48 hours before Family Day.

Eni Rovuma Basin anuncia o início da produção de óleos vegetais em Moçambique

Profile Mozambique

A Eni Rovuma Basin (ERB) anuncia o início da produção de óleo vegetal que será utilizado como matéria-prima no bio refinarias da Eni na Itália. Esta iniciativa enquadra-se na estratégia da Eni de contribuir para a descarbonização do sector dos transportes e inclui Moçambique na cadeia de valor da mobilidade sustentável. Este projecto é apoiado pelo Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER), no âmbito do Acordo Específico assinado em Fevereiro de 2022, para o desenvolvimento e cultivo de culturas oleaginosas.

O óleo vegetal que é extraído de subprodutos de fábricas locais de agro-processamento, está certificado de acordo com os padrões ISCC-EU (International Sustainability Carbon Certification-Eurpean Union), que garantem que os insumos para a produção de bio-combustíveis são produzidos de forma sustentável e permitem a rastreabilidade, o respeito ao meio ambiente e aos direitos humanos.

O desenvolvimento deste projecto em Moçambique, vai envolver milhares de agricultores locais e
vai permitir a criação de uma plataforma industrial para a produção de matérias-primas agrícolas
no país, promovendo o desenvolvimento socioeconómico nas áreas rurais e a regeneração das
terras agrícolas degradadas. Por outro lado, a ERB pretende também apoiar os agricultores através
da transferência de conhecimentos e da introdução da mecanização e de melhores práticas, por
forma a desenvolver e reforçar ainda mais as capacidades locais.

Sobre a Eni

A Eni está presente em Moçambique desde 2006, é o operador delegado do projecto Coral Sul que
foi o primeiro a produzir gás na Bacia do Rovuma, em Moçambique. Para além das actividades
Upstream, a Eni está comprometida em desempenhar um papel decisivo no processo de transição
energética para um futuro de baixas emissões de carbono, com o objectivo de alcançar a
neutralidade líquida de carbono até 2030.

Moçambique desempenha um papel fundamental na estratégia de descarbonização da Eni, graças aos programas de produção de matérias-primas agrícolas, projectos agroflorestais e outras iniciativas de compensação de carbono, que visam neutralizar as emissões residuais da Eni e ao mesmo criar impacto positivo nas comunidades locais em termos de desenvolvimento socioeconómico.

Eni Rovuma Basin announces start of vegetable oil production in Mozambique

Profile Mozambique

Eni Rovuma Basin (ERB) announces the start of production of vegetable oil that will be used as a raw material in Eni’s bio-refineries in Italy. This initiative is part of Eni’s strategy to contribute to the decarbonization of the transport sector and includes Mozambique in the sustainable mobility value chain. This project is supported by the Ministry of Agriculture and Rural Development (MADER) under the Specific Agreement signed in February 2022 for the development and cultivation of oilseed crops. crops.

The vegetable oil, which is extracted from by-products of local agro-processing plants, is certified according to the ISCC-EU (International Sustainability Carbon Certification-European Union) standards, which guarantee that the inputs for the production of bio-fuels are produced sustainably and allow for traceability, respect for the environment and human rights. human rights.

The development of this project in Mozambique will involve thousands of local farmers and will enable the creation of an industrial platform for the production of agricultural raw materials in the country, promoting socio-economic development in rural areas and the regeneration of degraded agricultural land. On the other hand, ERB also intends to support farmers through the transfer of knowledge and the introduction of mechanization and best practices, in order to develop and strengthen the agricultural sector.

About Eni

Eni has been present in Mozambique since 2006 and is the delegated operator of the Coral Sul project, which was the first to produce gas in Mozambique’s Rovuma Basin. In addition to its activities, Eni is committed to playing a decisive role in the process of energy transition towards a to a low-carbon future, with the aim of achieving net carbon neutrality by 2030.

Mozambique plays a key role in Eni’s decarbonization strategy, thanks to programs for the production of agricultural raw materials, agroforestry projects and production programs, agroforestry projects and other carbon offsetting initiatives, which aim to neutralize Eni’s residual emissions and at the same time create a positive impact on local communities in terms of socio-economic development.

COP28: Africa50 vai avançar com projectos de energia solar e de transmissão em Moçambique

COP28: Africa50 vai avançar com projectos de energia solar e de transmissão em Moçambique

Africa50, a plataforma pan-africana de investimento em infra-estruturas, assinou um Memorando de Entendimento (MdE) com a Electricidade de Moçambique (EDM), a empresa de serviços públicos moçambicana, para colaborar em projectos transformadores de energia limpa em Moçambique, no sentido de colmatar a lacuna de acesso à energia no país.

  • 3 projectos de centrais solares com uma capacidade de produção total de 260 MW, com Sistemas de Armazenamento de Energia em Bateria (BESS) de última geração, incluindo o primeiro projecto de energia fotovoltaica solar flutuante de 100 MW, a ser desenvolvido em Moçambique.
  • As PPP irão fornecer 400 km de novas linhas de transmissão e a infra-estrutura associada, que será uma das primeiras no continente.

O MdE estabelece um quadro de colaboração entre a Africa50 e a EDM para desenvolver três centrais solares, incluindo uma central solar flutuante, bem como projectos de PPP para linhas de transmissão. Os projectos são concebidos para permitir e aumentar a capacidade de produção de energia verde – fornecendo energia limpa segura, fiável e mais económica onde é mais necessária.

Africa50 espera desenvolver projectos ao abrigo da iniciativa Africa Green Investment, no valor de 4,5 mil milhões de dólares, anunciada pela Presidência da COP28, da qual a Africa50 foi seleccionada como parceiro estratégico. A iniciativa visa ajudar a acelerar e a ampliar os projectos verdes em África, promovendo a mitigação e a adaptação às alterações climáticas, enquanto fomenta o crescimento económico em África.

Os projectos incluem a central de energia solar de Montepuez, com 100 MW, na província de Cabo Delgado, e a central de energia solar de Angoche, com 60 MW, na província de Nampula, que incluirá um Sistema de Armazenamento de Energia em Bateria, bem como o projecto solar fotovoltaico flutuante de 100 MW na província ocidental de Manica, concebido para utilizar a superfície da albufeira da central hidroeléctrica de Chicamba para a produção de energia.

Para além destes projectos de produção, a Africa50 e a EDM também assinaram MdE para PPP para linhas de transmissão, com um conjunto inicial de linhas de alta tensão de cerca de 400 km identificadas para desenvolvimento. A Africa50 contribuirá com a experiência adquirida no desenvolvimento da primeira PPP de transporte no continente, no Quénia, actualmente numa fase avançada de desenvolvimento, para permitir uma rápida execução destes projectos. Estas linhas fazem parte de um corredor verde, permitindo a transferência de energia verde para os centros de consumo. 

«Moçambique tem um enorme potencial de energias renováveis e a Africa50 tem o prazer de formar uma parceria com o país para ajudar a transformar esse potencial em projectos de energia concretos e impactantes, incluindo a tecnologia solar flutuante pioneira. Estamos ansiosos por unir forças com a EDM para acelerar a implementação de infra-estruturas de energia verde na produção e na transmissão, aproveitando o capital do sector privado e a nossa parceria com a iniciativa Africa Green Investment dos EAU para realizar estes investimentos significativos em Moçambique.» Alain Ebobissé, CEO da Africa50.

A assinatura dos projectos de energia limpa transformadora teve lugar à margem da COP28 EAU, na presença de Filipe Nyusi, Presidente de Moçambique, Akinwumi Adesina, Presidente do Banco Africano de Desenvolvimento e Tony Blair, ex-Primeiro-Ministro do Reino Unido.

COP28: Africa50 to move forward with solar and transmission projects in Mozambique

COP28: Africa50 vai avançar com projectos de energia solar e de transmissão em Moçambique

Africa50, the pan-African infrastructure investment platform, has signed a Memorandum of Understanding (MoU) with Electricidade de Moçambique (EDM), the Mozambican utility company, to collaborate on transformative clean energy projects in Mozambique to bridge the energy access gap in the country.

  • 3 solar power plant projects with a total production capacity of 260 MW, with state-of-the-art Battery Energy Storage Systems (BESS), including the first 100 MW floating solar photovoltaic power project to be developed in Mozambique.
  • The PPPs will provide 400 km of new transmission lines and the associated infrastructure, which will be one of the first on the continent.

The MoU establishes a framework for collaboration between Africa50 and EDM to develop three solar power plants, including a floating solar power plant, as well as PPP projects for transmission lines. The projects are designed to enable and increase green energy production capacity – providing safe, reliable and more affordable clean energy where it is needed most.

Africa50 hopes to develop projects under the 4.5 billion dollar Africa Green Investment initiative announced by the COP28 Presidency, of which Africa50 has been selected as a strategic partner. The initiative aims to help accelerate and scale up green projects in Africa, promoting mitigation and adaptation to climate change, while at the same time helping to improve the quality of life.

The projects include the 100 MW Montepuez solar power plant in Cabo Delgado province and the 60 MW Angoche solar power plant in Nampula province, which will include a Battery Energy Storage System, as well as the 100 MW floating solar photovoltaic project in the western province of Manica, designed to use the surface of the Chicamba hydroelectric plant reservoir for power generation.

In addition to these generation projects, Africa50 and EDM have also signed MoUs for PPPs for transmission lines, with an initial set of high-voltage lines of around 400 km identified for development. Africa50 will bring the experience gained in developing the continent’s first transmission PPP, in Kenya, which is currently at an advanced stage of development, to enable the rapid execution of these projects. These lines form part of a green corridor, enabling the transfer of green energy to consumption centers.

“Mozambique has enormous renewable energy potential and Africa50 is pleased to partner with the country to help turn that potential into concrete and impactful energy projects, including pioneering floating solar technology. We look forward to joining forces with EDM to accelerate the deployment of green energy infrastructure in generation and transmission, leveraging private sector capital and our partnership with the UAE’s Africa Green Investment initiative to realize these significant investments in Mozambique.” Alain Ebobissé, CEO of Africa50.

The signing of the transformative clean energy projects took place on the sidelines of COP28 UAE, in the presence of Filipe Nyusi, President of Mozambique, Akinwumi Adesina, President of the African Development Bank and Tony Blair, former Prime Minister of the United Kingdom.