Wednesday, April 15, 2026
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CCM e CCIJ realizam amanhã Conferência Provincial da Mullher

A Câmara de Comércio de Moçambique (CCM) em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria Juvenil (CCIJ), celebram a mulher em conferência no dia 18 de Março, das 08h30 às 13h00, com actividades programadas na província de Maputo, no Complexo Chinonanquila.

A iniciativa surge no âmbito das celebrações do Dia Internacional da Mulher marcado anualmente a oito de Março, com o intuito de enaltecer as conquistas femininas ao longo dos últimos anos.

Para a efeméride, está prevista uma Feira de empreendedoras de diversas áreas como artesanato, confeitaria, gastronomia, entre outras.

No evento serão discutidas temáticas como o impacto da mulher na liderança, seus desafios no empreendedorismo, processo de formalização dos negócios, seguros e protecção das actividades.

A Vice-Presidente da CCM, Módi Maleiane, considera  importante a adesão das mulheres neste movimento, não só pela consciência das competências da mulher, mas também pela abertura da sociedade para aceitar as iniciativas femininas. “Este é o caminho. Devemos fazer mais e buscar mais parcerias para formar e formalizar as actividades das nossas mulheres”.

Por seu turno, para a Secretária Geral da CCM, Teresa Muenda, este dia serve para transmitir que a emancipação da mulher não passa apenas pela luta pela igualdade de direitos, mas também pela mudança cultural, em especial das novas gerações. “É preciso continuar a conscientizar que a mulher também é capaz de gerar renda familiar e dividir responsabilidades, e nós devemo-nos apoiar umas às outras”, frisou.

O evento contará com a presença da esposa do Governador da Província de Maputo, Naide Parruque, da Administradora do Distrito de Boane, do Presidente do Conselho Autárquico, Presidente e Vice-Presidente da CCM e Presidentes dos Pelouros do Sector Informal, Género e Responsabilidade Social da CCM.

Fitch Solutions: Nigéria e Moçambique devem aumentar venda de Gás à Europa

De acordo com a nota enviada aos investidores,  “os novos projectos de gás natural liquefeito em Moçambique e na Nigéria vão liderar o crescimento da produção na África subsaariana, com muitos acordos de longo prazo a já estarem assinados com compradores fora da Europa, principalmente na Ásia.

No comentário desta consultora detida pelos mesmos donos da agência de notação financeira Fitch Ratings, os analistas escrevem que “a crise energética europeia deu um renovado otimismo” para os grandes projectos africanos, como na Tanzânia ou em Moçambique, já que “os mercados na Europa estão urgentemente a procurar diversificar as suas fontes de energia face à dependência do gás russo, cujos preços subiram significativamente nos últimos meses”.

Em 2020, a russa Gazprom forneceu mais de 174 mil milhões de metros cúbicos (bcm) de gás à Europa, o que equivale a mais de 15% da procura gasista nesse ano, com a Alemanha, Itália e Áustria a serem dos maiores importadores de gás russo.

A produção de gás na África subsaariana “deverá aumentar nos próximos anos e passar de 79 bvm, em 2021, para 149 bcm em 2031, com Moçambique e Nigéria a contribuírem com aproximadamente 78,6% da produção regional no final desta década”, salientam os analistas.

Moçambique está a preparar-se para ser um dos principais exportadores de gás a nível mundial, quando o projecto Coral FNLG arrancar, provavelmente no segundo semestre deste ano, mas a produção moçambicana só deverá aumentar exponencialmente a partir de 2026, partindo do princípio de a situação de segurança no norte do país se estabiliza.

A Rússia lançou em 24 de Fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já causou pelo menos 691 mortos e mais de 1 140 feridos, incluindo algumas dezenas de crianças, e provocou a fuga de cerca de 4,8 milhões de pessoas, entre as quais três milhões para os países vizinhos, segundo os mais recentes dados da ONU.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas a Moscovo.

Moçambique tem três projectos de desenvolvimento aprovados para exploração das reservas de gás natural da bacia do Rovuma, classificadas entre as maiores do mundo, ao largo da costa de Cabo Delgado.

Dois desses projetos têm maior dimensão e preveem canalizar o gás do fundo do mar para terra, arrefecendo-o numa fábrica para o exportar por via marítima em estado líquido. 

Um é liderado pela TotalEnergies (consórcio da Área 1) e as obras avançaram até à suspensão por tempo indeterminado, após um ataque armado a Palma, em Março.

O outro é o investimento ainda sem anúncio à vista liderado pela ExxonMobil e Eni (consórcio da Área 4).

Um terceiro projecto quase concluído e de menor dimensão pertence também ao consórcio da Área 4 e consiste numa plataforma flutuante que vai captar e processar o gás para exportação, diretamente no mar, com arranque marcado para 2022.

A plataforma flutuante deverá produzir 3,4 mtpa (milhões de toneladas por ano) de gás natural liquefeito, a Área 1 aponta para 13,12 mtpa e o plano em terra da Área 4 prevê 15 mtpa.

A partir de hoje: Preço da gasolina aumenta de 69,04 para 77,39 MNZ

O Governo, através da Autoridade Reguladora de Energia (ARENE), anunciou ontem o reajuste dos preços dos combustíveis com efeitos a partir de hoje, em linha com a tendência dos últimos meses no mercado mundial de crude.

Assim, a gasolina que, antes era comercializada a 69,04 meticais, passa a custar 77,39 meticais o litro; o gasóleo sobe de 61,71 para 70,97 meticais; o petróleo de iluminação passa de 47,95 para 50,16 meticais o litro; o gás de cozinha ou Gás de Petróleo Liquefeito (GPL) passou de 71,02 para 80,49 meticais o quilo; e o Gás Natural Comprimido ou Veicular (GNV) passou de 32,69 para 37,09 meticais o quilograma.

Falando a jornalistas em Maputo, Paulo da Graça, Presidente do Conselho de Administração da ARENE, explicou que, nos últimos tempos, o preço internacional de crude tem estado a subir no mercado, uma situação agravada pela guerra entre a Rússia e a Ucrânia e a retoma das actividades a nível global, cenário que não é acompanhado pelo aumento da oferta.

Referiu que, como importador de combustíveis, Moçambique viu-se na contingência de ter de procurar mecanismos para garantir a sustentabilidade no abastecimento de combustíveis, facto que levou o Governo a rever, na terça-feira, as regras para a importação e comercialização dos derivados de petróleo como forma de mitigar o impacto do comportamento do mercado internacional.

Dentre as medidas tomadas neste contexto de volatilidade, consta um diploma que prevê a redução, em cinco por cento, das taxas de manuseamento portuário para o gasóleo e gasolina e o custo de infra-estruturas logísticas dos combustíveis destinados aos postos de abastecimento em 60 por cento.

O documento reviu também em baixa as margens para os distribuidores e retalhistas de gasóleo, gasolina e outros combustíveis derivados do petróleo bruto, em 15 por cento.

Baixaram igualmente os custos para o Fundo de Estabilização, em 50 por cento, e o valor das margens de instalações centrais de armazenamento para determinados combustíveis e produtos petrolíferos, em 30 por cento.

Paulo da Graça não precisou o peso percentual destas medidas tomadas pelo Governo, mas assegura que sem elas o preço real da gasolina seria 81,78 meticais o litro, o gasóleo 74,48 meticais, o petróleo de iluminação 63,83 meticais, o gás de cozinha 106,48 meticais o quilo e o gás veicular 39,06 meticais.

Produção de arroz pode atingir 239 mil toneladas

Moçambique pode atingir a auto-suficiência alimentar no arroz, caso mantenha os níveis de crescimento da produção que vem registando nos últimos anos. Para a presente campanha 2021-2022, a produção do cereal deverá atingir cerca de 239 mil toneladas, o correspondente a um crescimento na ordem de 15 por cento, comparativamente à campanha anterior.

Estes dados foram revelados pelo Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Celso Correia quando falava esta segunda-feira, em Gaza, na cerimónia oficial que marcou o início formal da ceifa deste cereal na presente época.

Na ocasião, Correia lembrou que o resultado de 207.821 toneladas de arroz na última campanha agrária, representou, na altura, um crescimento na ordem de 19 por cento comparativamente à época anterior (2020) que foi de 175.322 toneladas.

“Estamos a marcar o início da ceifa de arroz 2021-2022 e a nossa projecção é que possamos atingir uma produção de cerca de 239 mil toneladas, o que significa um crescimento em 15 por cento. No ano passado, atingimos 19 por cento”, disse. Correia acrescentou que o sector quis marcar a abertura da época, assinalando o uso da tecnologia que permite eficiência na colheita e menos perda, para além de cobrir maior campo possível e reduzir o esforço humano na colheita do arroz.

De acordo com o dirigente, o crescimento do ano passado e a projecção deste, sendo concretizada, estão em linha com a procura de auto-suficiência no arroz. “Se o país continuar com os níveis de crescimento de 15 por cento por ano, até 2030, Moçambique será auto-suficiente na produção de arroz”, sublinhou.

O governante reconheceu que, neste momento, a ambição do país é grande porque é o único na região que tem condições para produzir não só para o consumo doméstico, como também para exportação.

Para Correia, este é o caminho que está a ser percorrido e com persistência e cuidado para se optimizar os recursos que não são infinitos.

Observou, entretanto, que não obstante estes resultados positivos, na campanha 2020-2021, devido ao aumento do consumo, a importação de cereais custou cerca 600 milhões de dólares ao país e o arroz contribuiu com 50 por cento, o equivalente a 300 milhões.

Actualmente, Moçambique consome cerca de 500 mil toneladas de arroz por ano, dos quais 60 por cento advém das importações.  

Correia assegurou que o Executivo continuará a fazer o necessário para que as medidas de adaptação aos eventos externos possam ser tomadas pela classe produtiva de modo que os efeitos devastadores da crise provocada pelas mudanças climáticas, incluindo a insegurança alimentar, possam ser cada vez menores, dada a vulnerabilidade geográfica do país.

Moçambique anuncia redução de taxas associadas aos combustíveis

As medidas fazem parte de um diploma conjunto dos ministros da Economia e Finanças, Max Tonela, e dos Recursos Minerais e Energia, Carlos Zacarias, “para atenuar o impacto do comportamento dos preços a nível internacional sobre a economia nacional”, lê-se em comunicado.

O documento diz que “as medidas vigoram enquanto a situação de extrema subida dos preços no mercado internacional se mantiver”, mas não indica quais serão os novos valores de venda ao público em Moçambique.

O comunicado anuncia seis reduções percentuais: menos 5% nas taxas de manuseamento portuário para o gasóleo e a gasolina, recuo de 60% nos custos de infraestrutura logística de combustível destinada aos postos de abastecimento e corte pela metade nos custos para o Fundo de Estabilização.

Há ainda uma redução de 30% do valor das margens de instalações centrais de armazenagem para determinados combustíveis e produtos petrolíferos, em 30%, corte de 15% das margens de distribuidor de 15% nas margens de retalhista.

Fica por esclarecer qual o peso na fatura e quanto é que o consumidor vai passar a pagar.

A última mexida nos preços dos combustíveis em Moçambique aconteceu em outubro de 2021, quando a Autoridade Reguladora de Energia (Arene) anunciou subidas entre 7% a 22%, refletindo a subida do preço do barril de crude que já se verificava na altura e que, entretanto, disparou com a ofensiva militar russa na Ucrânia.

A cotação do barril de petróleo Brent estava na altura a 85 dólares, enquanto hoje encerrou a negociação a 99 dólares no mercado de futuros de Londres, para entrega em maio, depois de duas semanas acima dos 100 dólares.

No comunicado de hoje, o Governo assinala que, “com o atual cenário, os operadores nacionais [de combustíveis] já registam prejuízos, o que pode colocar em causa a capacidade de reposição e continuidade no fornecimento”.

Já em outubro, o então ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, dizia no parlamento que o aumento dos produtos petrolíferos feito na altura estava abaixo do que as regras de cálculo previam.

O preço da gasolina “podia ser 75 [meticais por litro]” em vez do aumento para 69, em vigor, caso fosse aplicado o que estava na lei, referiu.

Os produtos petrolíferos à venda em Moçambique são importados por via marítima em cargueiros especiais, através de um processo centralizado por lei numa única entidade pública, a Imopetro, detida pelas distribuidoras de produtos petrolíferos que operam no país. 

Depois, compete à Arene determinar os preços de venda ao público a praticar em todo território moçambicano de acordo com cálculos estabelecidos na lei.

Moçambique já tem dinheiro para financiar empresários afectados pelo terrorismo em Cabo Delgado

Trinta e cinco milhões de meticais estão disponíveis para o financiamento das pequenas e médias empresas e negócios das populações afectadas pelo terrorismo em Cabo Delgado.

A linha de crédito, lançada pelo governo, vai revitalizar a actividade económica e comercial nas zonas recuperadas pelas Forças de Defesa e Segurança.

O Primeiro-ministro, Adriano Maleane, disse esta quarta-feira no parlamento que no contexto do apoio às vítimas do terrorismo foi já retomado o pagamento de subsídio social básico às famílias deslocadas.

Maleane falava na sessão parlamentar de informações do governo onde as bancadas colocaram questões ligadas a situação das infra-estruturas no país, qualidade do ensino e colocação de portagens na estrada circular de Maputo.

Os debates foram marcados por divergências das bancadas parlamentares.

O deputado Alberto Djumulate, da Frelimo, diz que mesmo sem fundos o governo está a investir na construção e reabilitação de infra-estruturas.

Já o deputado Fernando Lavieque, da Renamo diz que o sector da educação enfrenta enormes problemas.

O deputado do MDM, Elias Mpuiri, voltou a dizer que as portagens sufocam o bolso do cidadão.

O governo volta esta quinta-feira ao parlamento para questões de insistência. 

Moçambique Acolhe Primeira Feira Internacional das PME’s

Associação de Pequenas e Médias Empresas (APME), entidade interlocutora e defensora dos deveres e direitos das Pequenas e Médias Empresas de Moçambique, anunciou, num evento realizado na semana passada, o lançamento da Primeira Feira Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas, (FIMPME).

Segundo um comunicado de imprensa, trata-se de um evento que se realizará nos dias 25 e 26 de Maio de 2022, em Maputo, com o objectivo central de promover a troca de práticas, experiências e gerar novas oportunidades a nível nacional e internacional no sector empresarial.

O documento avança ainda que se pretende com esta feira, “a criação de uma visão nacional das PME’s com vista a alinhar os passos que vão conduzir a um sector empresarial robusto e pronto para promover a indústria nacional através dos próprios moçambicanos e permitir a capacitação das PME’s locais a tomarem vantagens das oportunidades de que a região e o continente dispõem com a abertura do mercado livre.”

Bacia do Rovuma poderá mostrar resultados da exploração gás a partir de Outubro

Mais 138 hectares adicionais vão ser concessionados à Companhia de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC), com vista a responder à demanda de serviços de manuseio de carga e infra-estruturas portuárias por parte dos operadores nacionais e da região.

Com efeito, o Governo aprovou esta terça-feira os termos da terceira adenda do contrato de concessão do Porto de Maputo, o que permitirá o incremento da capacidade do recinto dos actuais 140 para 278 hectares.

Apesar da incidência da pandemia da Covid 19, o manuseamento de carga no Porto de Maputo tem vindo a registar, nos últimos anos, uma tendência crescente o que reflecte, em certa medida, os investimentos massivos que têm vindo a ser realizados, concretamente na componente da dragagem, ampliação da capacidade de manuseamento portuário e escoamento de mercadoria ferroviária, através da reabilitação das infra-estruturas existentes.

Também tem sido adquirido novos equipamento, tais como guindastes, carruagens, vagões e locomotivas, o que atesta o comprometimento de Moçambique no cumprimento do seu papel na logística da região.

Falando no final VI Sessão do Conselho de Ministro, o porta-voz do Governo e vice-ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Filimão Suaze, explicou que o processo de desenvolvimento e demanda de manuseio de carga justificam o aumento da área concessionada ao MPDC, ao mesmo tempo que se pretende que o Porto de Maputo seja mais competitivo em relação a outras infraestruturas portuárias da região.

“Há um conjunto de processos de desenvolvimento que foram acontecendo nesta área, que justificam este aumento. Até porque se trata de um sector que pretende ser competitivo. Não só com algum tipo de negócio, mas também a nível regional e demanda em termos de serviços na área”, acrescentou.

Refira-se que o MPDC tem os direitos de concessão para exploração do Porto de Maputo, incluindo uma parte do Porto da Matola, até 2033, com opção de prorrogação por mais 10 anos.

A concessão foi aprovada pelo Decreto n.o 22/2000 e posteriormente estendida por mais 15 anos, em 2010. A extensão do contrato foi feita com base num plano director de expansão do Porto aprovado pelo Governo, com intuito de garantir que iniciativas de crescimento sejam planeadas e estruturadas, prevendo-se um aumento da capacidade de manuseio de carga para 50 milhões de toneladas.

Manica conclui planta de processamento de Ouro

Encontram-se na fase conclusiva, as obras de montagem de uma planta de processamento de ouro, na localidade de Mariza, no posto administrativo de Machipanda, no distrito de Manica.

As obras estão avaliadas em mais de três milhões de dólares norte-americanos, equivalentes a cerca de cento e noventa milhões de meticais.

A infra-estrutura implantada no povoado de Nhamachato, com capacidade de processar, diariamente, cento e cinquenta toneladas de rocha dura, está a oitenta por cento de execução.

A planta, pertencente a um consórcio de quatro empresas, está na fase de testes que terminará em Maio do ano em curso, segundo o gestor mineiro, que falava à Rádio Moçambique.

Ao atingir a capacidade máxima de produção, a planta de processamento de ouro vai permitir a criação de mais de duzentos postos de trabalho.

Vendas de África Aos EUA Subiram 59% em 2021 Para 6,7 Mil Milhões de Dólares

As importações norte-americanas de produtos africanos ao abrigo da Lei de Crescimento e Oportunidades subiram 59% no ano passado, crescendo de 4,2 mil milhões de dólares, em 2020, para 6,7 mil milhões, em 2021.

De acordo com a agência de informação financeira Bloomberg, o volume de vendas de África para os Estados Unidos da América ao abrigo desta lei, conhecida pelo acrónimo AGOA, cresceu de 4,2 mil milhões de dólares, para 6,7 mil milhões de dólares no ano passado, recuperando face à quebra originada pelas medidas de confinamento para combater a pandemia de covid-19.

Os carregamentos de petróleo mais do que duplicaram entre 2020 e 2021, passando de 703 milhões de dólares para 1,9 mil milhões de dólares, enquanto o comércio não petrolífero subiu 41%, passando de 3,4 para 4,8 mil milhões de dólares.