Sunday, September 27, 2026
spot_img
Home Blog Page 224

MozParks: Investir em Moçambique é investir no futuro da juventude

Desde 2018, a MozParks tem liderado esforços para abordar o desemprego juvenil, destacando-se pelo lançamento bem-sucedido do programa de estágios.

Com a inauguração da sua nova sede, localizada na Cidade de Maputo, Bairro Triunfo, para o corpo directivo, este marco significativo sublinha o papel central da MozParks na liderança do crescimento industrial sustentável em Moçambique. O Parque Industrial de Beluluane tem atraído consistentemente investimentos substanciais, promovendo assim o desenvolvimento económico e criando inúmeras oportunidades de emprego.

Desde a sua criação em 1999, o P.I.B atraiu cerca $2.5 biliões em investimento e criou mais de 10.000 postos de trabalho, mostrando dedicação ao crescimento económico de Moçambique.

Com mais de 1.000 jovens beneficiados com a sua primeira oportunidade de trabalho, a MozParks demonstra um compromisso real em transformar intenções em acções concretas. Este feito exemplar não só beneficiou a juventude, mas também inspirou outras instituições privadas, como a Hollard Seguros e o FNB Moçambique, a unirem-se na criação da Fundação MozYouth em 2023.

De realçar que a MozParks reafirma o seu compromisso em trabalhar com indústrias âncora como a MOZAL, S.A. e a Kenmare Moma Processing (Mauritius) Ltd para criar rendimentos para um milhão de pessoas em Moçambique.

Este acto destaca não apenas a inauguração da nova sede da MozParks, mas também celebra o progresso significativo na luta contra o desemprego juvenil em Moçambique e na região. É um testemunho do poder da colaboração e do compromisso com o desenvolvimento da juventude e da comunidade em geral.

CTA defende a promoção do trabalho digno no sector de segurança privada

A CTA defendeu, na I Sessão Plenária Ordinária da Comissão Consultiva do Trabalho (CCT), a necessidade deste órgão tripartido discutir, ainda este ano, a proposta de Lei de Segurança Privada, que o sector privado vem advogando há quase 10 anos.

Falando na sessão de abertura, o Presidente da CTA, Agostinho Vuma, transmitiu a preocupação do sector privado por esta demora na apreciação desta matéria, visto que a segurança privada é um dos sectores de actividades que mais emprega, e, infelizmente, tem sido caracterizado pela precaridade na relação laboral.

A CTA defende que a introdução da Lei de Segurança Privada, este cenário de precariedade das relações laborais que se vive actualmente, poderá melhorar significativamente.
Sobre os pontos elencados para este ano, o Presidente da CTA apelou à CCT a calendarizar as sessões tendo em conta o facto deste ano ser atípico, de forma a garantir que os temas submetidos pelos parceiros sociais sejam debatidos e harmonizados, atendendo que alguns deles vêem transitados dos anos anteriores.

Agostinho Vuma enalteceu as acções em curso com vista à regulamentação da nova Lei do Trabalho, nomeadamente, a revisão da Proposta de Regulamento de Contratação da Mão-de-Obra Estrangeira, a Proposta de Regulamento de Trabalho Rural, a Proposta de Regulamento de Trabalho Doméstico, dentre outros, o que demostra o compromisso do Governo na busca de um quadro regulatório favorável ao desenvolvimento de negócios e, com isso, propício à geração de renda e emprego.

Sobre a proposta do Ministério dos Transportes e Comunicações, de Escalonamento de Horários de Serviços, o Presidente da CTA realçou o mérito da proposta e os benefícios que esta pode trazer, para a fluidez da mobilidade urbana, mas é necessário que, para a sua materialização, o proponente harmonize-a com as recomendações emanadas das Subcomissões Técnicas Especializadas da Comissão Consultiva do Trabalho, no que se refere à sua conformidade com as normas vigentes, com destaque para a Lei do Trabalho.

Em relação ao processo de negociação de salário mínimo, recomendou aos parceiros sociais o pragmatismo na hora de interpretação dos dados macroeconómicos que serão apresentados pelo Ministério da Economia e Finanças. “Todos temos a noção da realidade do país em que vivemos”, elucidou.

CTA defends the promotion of decent work in the private security sector

At the 1st Ordinary Plenary Session of the Labor Consultative Commission (CCT), the CTA defended the need for this tripartite body to discuss the proposed Private Security Law, which the private sector has been advocating for almost 10 years.

Speaking at the opening session, the President of the CTA, Agostinho Vuma, conveyed the private sector’s concern at the delay in examining this matter, given that private security is one of the sectors that employs the most people and, unfortunately, has been characterized by precarious employment relationships.

The CTA argues that the introduction of the Private Security Law could significantly improve this scenario of precarious labor relations.
Regarding the points listed for this year, the President of the CTA called on the CCT to schedule the sessions taking into account the fact that this year is atypical, in order to ensure that the topics submitted by the social partners are debated and harmonized, given that some of them have been carried over from previous years.

Agostinho Vuma praised the actions underway with a view to regulating the new Labor Law, namely the revision of the Proposal for Regulations on Hiring Foreign Labor, the Proposal for Regulations on Rural Labor, the Proposal for Regulations on Domestic Labor, among others, which demonstrate the government’s commitment to seeking a regulatory framework that is favorable to business development and, therefore, conducive to generating income and employment.

With regard to the Ministry of Transport and Communications’ proposal for the Staggering of Service Hours, the President of the CTA highlighted the merits of the proposal and the benefits it could bring to the fluidity of urban mobility, but it is necessary that, in order to implement it, the proposer harmonizes it with the recommendations issued by the Specialized Technical Subcommittees of the Labour Consultative Commission, with regard to its compliance with current regulations, especially the Labour Law.

With regard to the minimum wage negotiation process, he recommended that the social partners be pragmatic when interpreting the macroeconomic data that will be presented by the Ministry of Economy and Finance. “We all have a sense of the reality of the country we live in,” he said.

Kenmare Resources obtém financiamento de 200 milhões de dólares no Rand Merchant Bank

Kenmare Resources obtém financiamento de 200 milhões de dólares no Rand Merchant Bank

A Kenmare Resources, empresa operadora da mina de minerais de titânio de Moma, no Norte de Moçambique, anunciou recentemente a obtenção de um pacote de financiamento no valor de 200 milhões de dólares através do Rand Merchant Bank (RMB). Esta linha de crédito visa refinanciar uma facilidade de crédito rotativo com vencimento e uma facilidade de empréstimo a prazo de cinco anos, proporcionando à Kenmare a flexibilidade financeira necessária para seus objectivos estratégicos.

O RMB actuou como o Initial Mandated Lead Arranger (IMLA) no negócio, além de ser um dos bancos credores, demonstrando uma sólida compreensão das prioridades estratégicas da Kenmare.

Com um histórico comprovado na execução de projectos de crescimento e melhoria de negócios, a Kenmare investiu significativamente na mina de Moma ao longo dos anos. Este investimento não só fortaleceu a posição da empresa no mercado, mas também contribuiu positivamente para a economia local, sendo a maior empregadora da província de Nampula e tendo contribuído com mais de 200 milhões de dólares em impostos e royalties.

Além disso, a Kenmare tem desempenhado um papel activo no desenvolvimento das comunidades, por meio da Kenmare Moma Development Association (KMAD), implementando programas de desenvolvimento com um investimento significativo até à data.

A transacção representa não apenas um marco para a Kenmare Resources, mas também destaca o compromisso do RMB com o sector de recursos em África.

Kenmare Resources obtains financing of 200 million dollars from the Rand Merchant Ban

Kenmare Resources obtém financiamento de 200 milhões de dólares no Rand Merchant Bank

Kenmare Resources, the operator of the Moma titanium minerals mine in northern Mozambique, recently announced that it has obtained a 200 million dollar financing package from Rand Merchant Bank (RMB). This credit facility aims to refinance a maturing revolving credit facility and a five-year term loan facility, providing Kenmare with the financial flexibility needed for its strategic objectives.

RMB acted as the Initial Mandated Lead Arranger (IMLA) on the deal, as well as being one of the lender banks, demonstrating a solid understanding of Kenmare’s strategic priorities.

With a proven track record in executing growth and business improvement projects, Kenmare has invested significantly in the Moma mine over the years. This investment has not only strengthened the company’s position in the market, but has also contributed positively to the local economy, being the largest employer in Nampula province and contributing more than 200 million dollars in taxes and royalties.

In addition, Kenmare has played an active role in community development through the Kenmare Moma Development Association (KMAD), implementing development programs with significant investment to date.

The transaction not only represents a milestone for Kenmare Resources, but also highlights RMB’s commitment to the resources sector in Africa.

Inclusão Financeira: Pilar fundamental para o desenvolvimento equitativo em Moçambique

“Sem inclusão financeira, dificilmente teremos um desenvolvimento equitativo, sustentável e inclusivo” afirmou o Governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, quando dissertva sobre a “Importância da Inclusão Financeira na Dinamização do Desenvolvimento Económico”, na abertura do ano académico da universidade Unizambeze, na Cidade da Beira, Província de Sofala.

Para o Governador, sem inclusão financeira não haverá “um desenvolvimento que sirva os interesses e as necessidades dos mais desfavorecidos na nossa sociedade, o que pode fomentar graves desigualdades sociais que podem desaguar em convulsões sociais”.

Na sua dissertação, Rogério Zandamela colocou em evidência, o papel da inclusão financeira no impulso ao desenvolvimento económico. Considerou que no contexto moçambicano, o tema ganha realce importância em virtude da sua ligação ao processo de desenvolvimento económico, “principalmente, porque o país apresenta altos níveis de pobreza”.

A convicção do Governador é que as deficiências socioeconómicas de Moçambique, só podem ser ultrapassadas com o grande contributo da inclusão financeira, onde a população menos privilegiada tem cada vez mais acesso e uso dos produtos e serviços financeiros.

Nesses termos, considera Rogério Zandamela, “o papel da inclusão financeira é de facilitador-chave na promoção do crescimento económico e na redução das desigualdades e da pobreza, porque com inclusão financeira, as famílias e as empresas têm acesso aos serviços financeiros formais, e com isso várias janelas de oportunidade abrem-se e gera-se um ciclo de inúmeros benefícios para toda sociedade”

“Na verdade, as experiências internacionais reforçam o papel dinamizador da inclusão financeira no crescimento e no desenvolvimento económico”. Afirmou

O Governador referiu que como resultado de uma serie de reformas visando promover a inclusão financeira, muitas delas implementadas no contexto da Estratégia Nacional de Inclusão Financeira, que vigorou ate 2022, os níveis de inclusão financeira no País estão a melhorar.

Hoje, em Moçambique, todos os distritos têm pelo menos um ponto de acesso aos serviços financeiros. Um terço da população tem acesso aos serviços bancários, e 93% da população tem acesso aos serviços das instituições de moeda electrónica.

Existem em todo País, mais de 90 mil contas de moeda electrónica, por cada 100 mil adultos, estando em funcionamento mais de 1250 agentes de moeda electrónica, por cada 100 mil adultos.

Financial Inclusion: A fundamental pillar for equitable development in Mozambique

“Without financial inclusion, it will be difficult to achieve equitable, sustainable and inclusive development,” said the Governor of the Bank of Mozambique, Rogério Zandamela, while speaking on the “Importance of Financial Inclusion in Boosting Economic Development”, at the opening of the academic year at Unizambeze University, in the city of Beira, Sofala province.

For the Governor, without financial inclusion there will be “no development that serves the interests and needs of the most disadvantaged in our society, which can foster serious social inequalities that can lead to social upheaval”.

In his dissertation, Rogério Zandamela highlighted the role of financial inclusion in boosting economic development. He considered that in the Mozambican context, the issue is of great importance because of its link to the process of economic development, “mainly because the country has high levels of poverty”.

The Governor’s conviction is that Mozambique’s socio-economic deficiencies can only be overcome with the great contribution of financial inclusion, where the less privileged population has increasing access to and use of financial products and services.

In these terms, says Rogério Zandamela, “the role of financial inclusion is that of a key facilitator in promoting economic growth and reducing inequalities and poverty, because with financial inclusion, families and companies have access to formal financial services, and with this several windows of opportunity open up and a cycle of countless benefits for society as a whole is generated”

“In fact, international experiences reinforce the dynamic role of financial inclusion in economic growth and development.” He said

The Governor said that as a result of a series of reforms aimed at promoting financial inclusion, many of them implemented in the context of the National Financial Inclusion Strategy, which was in force until 2022, the levels of financial inclusion in the country are improving.

Today, every district in Mozambique has at least one point of access to financial services. A third of the population has access to banking services, and 93% of the population has access to the services of electronic money institutions.

Throughout the country, there are more than 90,000 e-money accounts for every 100,000 adults, and more than 1,250 e-money agents are in operation for every 100,000 adults.

CTA reforça parceria com ITA em preparação a 19ª edição da CASP

CTA reforça parceria com ITA em preparação a 19ª edição da CASP

A Confederação das Associações Económicas (CTA) reuniu-se recentemente com a ITA (Agência Italiana do Comércio) para discutir a preparação da sessão bilateral Moçambique-Itália na 19ª edição da CASP e explorar novas oportunidades de colaboração empresarial entre os dois países.

De acordo com o comunicado divulgado pela CTA, a ITA expressou seu apoio à realização da 19ª edição da CASP, confirmando sua colaboração e promoção do evento entre a comunidade italiana. “A ITA tem oferecido apoio a empresas italianas e moçambicanas que buscam oportunidades de negócios bilaterais”, explicou o documento.

Além da CASP, as duas instituições concordaram em promover iniciativas para aumentar a empregabilidade dos jovens na comunidade empresarial italiana e em suas respectivas agências.

Durante a CASP, a ITA vai apresentar oportunidades de negócios, tendo solicitado o apoio da CTA para facilitar a entrada de empresas italianas na FACIM.

CTA strengthens partnership with ITA in preparation for 19th edition of CASP

CTA reforça parceria com ITA em preparação a 19ª edição da CASP

The Confederation of Economic Associations (CTA) recently met with the ITA (Italian Trade Agency) to discuss the preparation of the Mozambique-Italy bilateral session at the 19th edition of CASP and to explore new opportunities for business collaboration between the two countries.

According to the statement released by the CTA, the ITA expressed its support for the holding of the 19th edition of CASP, confirming its collaboration and promotion of the event among the Italian community. “ITA has offered support to Italian and Mozambican companies seeking bilateral business opportunities,” the document explained.

In addition to CASP, the two institutions have agreed to promote initiatives to increase the employability of young people in the Italian business community and in their respective agencies.

During CASP, ITA will present business opportunities and has asked for CTA’s support in facilitating the entry of Italian companies to FACIM.

Conclusão da fábrica de gás em Temane prevista para Setembro

A Sasol, revelou que a construção da fábrica de produção de gás no distrito de Temane está actualmente em 80% de conclusão e deve ser finalizada até setembro deste ano. A nota foi divulgada pelo director de Relações Corporativas da Sasol, Mateus Mosse, destacando que a infra-estrutura está sendo erguida no âmbito do Acordo de Partilha de Produção (PSA) entre o governo e a empresa.

“A produção de 30 mil toneladas anuais de gás de cozinha está prevista para atender a 75% da demanda interna, com início previsto entre Novembro e Dezembro deste ano”, explicou Mosse. O gás será direccionado para abastecer a Central Térmica de Temane (CTT) e a refinaria de petróleo leve para a obtenção do gás de cozinha (GPL), contribuindo para a geração de 450 MW de energia pela CTT.

O responsável pelo PSA, Avin Maharaj, destacou que a implementação do projecto está a seguir o cronograma, com a conclusão das obras civis e o início dos trabalhos de instalação de estruturas metálicas e tubagem. Além disso, o projecto inclui o reassentamento de comunidades impactadas, com a construção de uma vila que conta com habitações e a requalificação da Escola Primária Joaquim Marra.

O projecto PSA está impulsionando o mercado de oportunidades de emprego na província de Inhambane e no país como um todo, actualmente empregando cerca de 2600 trabalhadores moçambicanos e 537 estrangeiros. A expectativa é que esse número comece a reduzir a partir do segundo trimestre de 2024, com a conclusão das obras de maior intensidade laboral.