Sunday, June 7, 2026
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EDM perdeu mais de 27 mil milhões de meticais em cinco anos devido ao roubo de energia

EDM perde mais de 27 mil milhões de meticais devido ao roubo de energia

A empresa Electricidade de Moçambique (EDM) enfrenta um prejuízo financeiro significativo devido à vandalização de equipamentos, furto de energia e ligações clandestinas em todo o país. Segundo a Agência de Informação de Moçambique (AIM), nos últimos cinco anos, a EDM registou um prejuízo calculado em 27,6 mil milhões de meticais (cerca de 433 milhões de dólares) devido a esses problemas.

Marcelina Sambo Chaúque, chefe do Departamento Comercial e Técnico na EDM, destacou que as perdas têm sido especialmente alarmantes nas áreas urbanas, como as cidades de Maputo e Matola, além de zonas fronteiriças e isoladas. Nos anos de 2022 e 2023, os prejuízos decorrentes desses fenómenos totalizaram 12,6 mil milhões de meticais. Em 2023, a empresa perdeu 5,8 mil milhões de meticais devido ao furto de energia e ligações clandestinas, comparado com os 6,7 mil milhões de meticais perdidos em 2022.

Chaúque também revelou que os prejuízos resultantes da vandalização em 2023 foram avaliados em 80,9 milhões de meticais. Apesar disso, a empresa registou uma redução global dos prejuízos, com uma redução de 23%, sendo 22,4% relacionados ao roubo de energia e ligações clandestinas, e uma redução de 68,5% na vandalização de equipamentos eléctricos.

As cidades e províncias de Maputo e Tete foram apontadas como locais com elevado índice de furto e ligações clandestinas, enquanto a vandalização foi mais intensa em Nampula.

A EDM está tomando medidas para combater esses problemas, incluindo a abertura de autos de denúncia nas esquadras contra cidadãos envolvidos em ligações clandestinas e vandalismo, além da cobrança de retroactivos da energia furtada ou facturada. A empresa também pretende implementar uma estratégia regional, envolvendo o engajamento das comunidades e a cooperação com outras instituições nacionais, como Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM), Tmcel, Vodacom, Aeroportos de Moçambique, Municípios e Administração Nacional de Estradas, além de realizar inspecções em áreas com elevado índice de perdas.

EDM has lost more than 27 billion meticais due to energy theft

EDM perde mais de 27 mil milhões de meticais devido ao roubo de energia

The company Electricidade de Moçambique (EDM) is facing significant financial losses due to the vandalization of equipment, energy theft and clandestine connections throughout the country. According to the Mozambican Information Agency (AIM), in the last five years EDM has recorded an estimated loss of 27.6 billion meticais (around 433 million dollars) due to these problems.

Marcelina Sambo Chaúque, head of the Commercial and Technical Department at EDM, pointed out that the losses have been especially alarming in urban areas, such as the cities of Maputo and Matola, as well as border and isolated areas. In 2022 and 2023, losses from these phenomena totaled 12.6 billion meticais. In 2023, the company lost 5.8 billion meticais due to energy theft and clandestine connections, compared to the 6.7 billion meticais lost in 2022.

Chaúque also revealed that the losses resulting from vandalization in 2023 were estimated at 80.9 million meticais. Despite this, the company recorded an overall reduction in losses, with a reduction of 23%, of which 22.4% was related to energy theft and clandestine connections, and a reduction of 68.5% in the vandalizing of electrical equipment.

The cities and provinces of Maputo and Tete were singled out as places with a high rate of theft and clandestine connections, while vandalization was more intense in Nampula.

EDM is taking measures to combat these problems, including opening reports at police stations against citizens involved in clandestine connections and vandalism, as well as charging back for stolen or billed energy. The company also intends to implement a regional strategy, involving the engagement of communities and cooperation with other national institutions, such as Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM), Tmcel, Vodacom, Mozambique Airports, Municipalities and the National Roads Administration, as well as carrying out inspections in areas with a high rate of losses.

ONU: Moçambique é um dos países que menos canaliza receitas da indústria extractiva às comunidades

ONU: Moçambique destaca-se entre os países com menor devolução de receitas da indústria extractiva às Comunidades

Segundo dados do Instituto de Pesquisa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Social, partilhados pela Sasol, Moçambique é um dos países que menos devolvem o dinheiro proveniente da extracção de recursos minerais às comunidades hospedeiras dos projectos. Segundo a análise comparativa feita pelo organismo das Nações Unidas, o Estado moçambicano concentra 90% das receitas provenientes da indústria extractiva nos órgãos de nível central, destinando apenas 7,25% para a província de origem e 2,75% para as comunidades hospedeiras.

Comparativamente a outros países, a política moçambicana de descentralização das receitas da indústria extractiva fica abaixo da implementada no Brasil, Peru, Bolívia, Indonésia e Nigéria. Por exemplo, no Brasil, o Estado devolve 66% das receitas às zonas de origem dos recursos, enquanto no Peru são devolvidos 55% das receitas. A Bolívia devolve 41%, superando a Indonésia que devolve 15% e a Nigéria que devolve 13% das receitas geradas pela exploração do petróleo.

Na comparação partilhada pela multinacional sul-africana, Moçambique iguala-se à política de devolução do dinheiro da indústria extractiva à Colômbia (10%) e supera apenas o Gana (7%), Papua Nova Guiné (5%) e Equador (2%).

Além de ser um dos países que menos devolvem o dinheiro às comunidades hospedeiras, Moçambique é dos países que calculam o valor a devolver apenas a partir das receitas provenientes do Imposto de Produção, ignorando outros impostos cobrados nesta indústria, como o IVA, IRPC e IRPS.

Segundo o Instituto de Pesquisa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Social, o Brasil e o Peru calculam o valor a devolver às comunidades a partir das receitas do imposto de produção e de sua participação. A Nigéria, México, Equador e Indonésia calculam a partir da totalidade dos impostos do sector.

A análise destaca ainda que o Governo moçambicano não inclui as receitas geradas com base nos impostos pagos em espécie pela Sasol (através do gás natural), e que o país é dos que cobram menor percentagem de imposto de produção (6%). A Colômbia, por exemplo, cobra entre 20% a 25%, enquanto o Gana cobra 10%.

Em 2022, o Governo transferiu um total de 44,7 milhões de meticais a 22 comunidades afectadas pela indústria extractiva em todo o país, contra 73,9 milhões de meticais transferidos em 2021. As comunidades de Pande (Govuro) e Temane (Inhassoro), na província de Inhambane, onde opera a Sasol, receberam cada 6,2 milhões de meticais.

UN: Mozambique stands out among the countries with the lowest return of revenues from the extractive industry to communities

ONU: Moçambique destaca-se entre os países com menor devolução de receitas da indústria extractiva às Comunidades

According to data from the United Nations Research Institute for Social Development, shared by Sasol, Mozambique is one of the countries that least returns the money from the extraction of mineral resources to the communities hosting the projects. According to the comparative analysis carried out by the United Nations organization, the Mozambican state concentrates 90% of the revenue from the extractive industry in central bodies, with only 7.25% going to the province of origin and 2.75% to the host communities.

Compared to other countries, Mozambique’s policy of decentralizing revenues from the extractive industry is below that implemented in Brazil, Peru, Bolivia, Indonesia and Nigeria. For example, in Brazil, the state returns 66% of revenues to the areas where the resources originate, while in Peru 55% of revenues are returned. Bolivia returns 41%, surpassing Indonesia which returns 15% and Nigeria which returns 13% of the revenues generated by oil exploitation.

In the comparison shared by the South African multinational, Mozambique matches Colombia’s policy of returning money from the extractive industry (10%) and only surpasses Ghana (7%), Papua New Guinea (5%) and Ecuador (2%).

As well as being one of the countries that gives the least amount of money back to host communities, Mozambique is one of the countries that calculates the amount to be given back based only on revenue from production tax, ignoring other taxes levied in this industry, such as VAT, IRPC and IRPS.

According to the United Nations Research Institute for Social Development, Brazil and Peru calculate the amount to be returned to communities based on production tax revenues and their participation. Nigeria, Mexico, Ecuador and Indonesia calculate it based on all the sector’s taxes.

The analysis also points out that the Mozambican government does not include revenue generated from taxes paid in kind by Sasol (through natural gas), and that the country is one of those that charges the lowest percentage of production tax (6%). Colombia, for example, charges between 20% and 25%, while Ghana charges 10%.

In 2022, the government transferred a total of 44.7 million meticais to 22 communities affected by the extractive industry across the country, compared to 73.9 million meticais transferred in 2021. The communities of Pande (Govuro) and Temane (Inhassoro), in Inhambane province, where Sasol operates, each received 6.2 million meticais.

UN: Mozambique is one of the countries that least channels revenues from the extractive industry to communities

ONU: Moçambique destaca-se entre os países com menor devolução de receitas da indústria extractiva às Comunidades

According to data from the United Nations Research Institute for Social Development, shared by Sasol, Mozambique is one of the countries that least returns the money from the extraction of mineral resources to the communities hosting the projects. According to the comparative analysis carried out by the United Nations organization, the Mozambican state concentrates 90% of the revenue from the extractive industry in central bodies, with only 7.25% going to the province of origin and 2.75% to the host communities.

Compared to other countries, Mozambique’s policy of decentralizing revenues from the extractive industry is below that implemented in Brazil, Peru, Bolivia, Indonesia and Nigeria. For example, in Brazil, the state returns 66% of revenues to the areas where the resources originate, while in Peru 55% of revenues are returned. Bolivia returns 41%, surpassing Indonesia which returns 15% and Nigeria which returns 13% of the revenues generated by oil exploitation.

In the comparison shared by the South African multinational, Mozambique matches Colombia’s policy of returning money from the extractive industry (10%) and only surpasses Ghana (7%), Papua New Guinea (5%) and Ecuador (2%).

As well as being one of the countries that gives the least amount of money back to host communities, Mozambique is one of the countries that calculates the amount to be given back based only on revenue from production tax, ignoring other taxes levied in this industry, such as VAT, IRPC and IRPS.

According to the United Nations Research Institute for Social Development, Brazil and Peru calculate the amount to be returned to communities based on production tax revenues and their participation. Nigeria, Mexico, Ecuador and Indonesia calculate it based on all the sector’s taxes.

The analysis also points out that the Mozambican government does not include revenue generated from taxes paid in kind by Sasol (through natural gas), and that the country is one of those that charges the lowest percentage of production tax (6%). Colombia, for example, charges between 20% and 25%, while Ghana charges 10%.

In 2022, the government transferred a total of 44.7 million meticais to 22 communities affected by the extractive industry across the country, compared to 73.9 million meticais transferred in 2021. The communities of Pande (Govuro) and Temane (Inhassoro), in Inhambane province, where Sasol operates, each received 6.2 million meticais.

Crédito à economia em Moçambique mantém tendência decrescente

Crédito à economia em Moçambique mantém tendência de queda

O crédito concedido pelas instituições financeiras à economia moçambicana continua em declínio, com um valor recente de 277.9 milhões de meticais, de acordo com o mais recente relatório estatístico do Banco de Moçambique (BdM). Esta tendência de queda tem sido observada desde Maio do ano anterior, quando o crédito estava em torno de 291.1 milhões de meticais.

Entre Setembro e Outubro, houve uma diminuição, embora em menor escala. Em Setembro, os empréstimos totalizaram 281.9 milhões de meticais, enquanto em Outubro esse número caiu para 279.9 milhões de meticais.

O relatório do BdM mostra que em Junho o crédito era de 289.3 milhões de meticais e em Julho de 288.2 milhões de meticais.

Quanto à distribuição do crédito por sector de actividade, os particulares, os transportes e comunicações, o comércio e outros sectores não identificados foram os mais destacados. Por exemplo, os sectores não identificados absorveram 75 milhões de meticais em Novembro, enquanto os particulares receberam 85.2 milhões, os transportes e comunicações 28.3 milhões e o comércio 27.6 milhões de meticais.

Por outro lado, as taxas de juro médias sobre novas operações de empréstimos com menos de um ano para as empresas ficaram em 22,85% em Novembro, sendo que a cifra mais alta foi registada em Maio, com 26,09%.

A maioria do crédito à economia em Setembro continuou sendo para os particulares, totalizando 83.370 milhões de meticais, um aumento de 22,6% em relação a Setembro de 2022, quando era de 67.979 milhões de meticais.

Segundo dados do Banco Central, Moçambique possui 15 bancos comerciais, 12 micro-bancos, além de cooperativas de crédito e organizações de poupança e crédito, entre outras instituições financeiras.

Credit to the economy in Mozambique continues to fall

Crédito à economia em Moçambique mantém tendência de queda

Credit granted by financial institutions to the Mozambican economy continues to decline, with a recent figure of 277.9 million meticais, according to the latest statistical report from the Bank of Mozambique (BdM). This downward trend has been observed since May of the previous year, when credit stood at around 291.1 million meticais.

Between September and October, there was a decrease, albeit on a smaller scale. In September, loans totaled 281.9 million meticais, while in October the figure fell to 279.9 million meticais.

The BdM report shows that in June credit was 289.3 million meticais and in July 288.2 million meticais.

As for the distribution of credit by sector of activity, individuals, transport and communications, commerce and other unidentified sectors were the most prominent. For example, the unidentified sectors absorbed 75 million meticais in November, while private individuals received 85.2 million, transport and communications 28.3 million and commerce 27.6 million meticais.

On the other hand, average interest rates on new loan operations of less than a year for companies stood at 22.85% in November, the highest figure having been recorded in May, at 26.09%.

The majority of credit to the economy in September continued to be to private individuals, totaling 83.370 billion meticais, an increase of 22.6% compared to September 2022, when it was 67.979 billion meticais.

According to data from the Central Bank, Mozambique has 15 commercial banks, 12 micro-banks, as well as credit cooperatives and savings and credit organizations, among other financial institutions.

Governo moçambicano apoia utilização de grafite para produção de baterias

Governo moçambicano apoia utilização de grafite para produção de baterias

O ministro dos Recursos Minerais e Energia, Carlos Zacarias, defendeu o uso da grafite localmente extraída para impulsionar a produção de baterias para veículos, uma demanda crescente no mercado internacional.

Durante uma visita à fábrica de produção de grafite da empresa Twigg Exploration & Mining, Zacarias destacou a importância de processar a grafite localmente, afirmando que isso incentivaria a produção de baterias em Moçambique, criando empregos e impulsionando o desenvolvimento socioeconómico.

Ele ressaltou que a empresa está preparada para operar conforme os padrões exigidos nacional e internacionalmente, após a impressão positiva obtida durante a visita.

A grafite produzida na fábrica é exportada para a China, e há planos de expansão para os Estados Unidos da América. A Twigg Exploration & Mining é subsidiária do grupo australiano Syrah Resources, que explora grafites na mina de Balama, na província de Cabo Delgado. A empresa já investiu cerca de 494 milhões de dólares até o momento.

A mina de Balama iniciou a produção comercial há mais de cinco anos e foi destaque em Dezembro de 2021, quando a Syrah anunciou um acordo com a multinacional de veículos eléctricos Tesla.

Mozambican government supports use of graphite for battery production

Governo moçambicano apoia utilização de grafite para produção de baterias

The Minister of Mineral Resources and Energy, Carlos Zacarias, defended the use of locally mined graphite to boost the production of vehicle batteries, a growing demand in the international market.

During a visit to the graphite production plant of the Twigg Exploration & Mining company, Zacarias highlighted the importance of processing graphite locally, saying that this would encourage battery production in Mozambique, creating jobs and boosting socio-economic development.

He stressed that the company is prepared to operate to the standards required nationally and internationally, following the positive impression gained during the visit.

The graphite produced at the plant is exported to China, and there are plans to expand to the United States of America. Twigg Exploration & Mining is a subsidiary of the Australian group Syrah Resources, which explores graphite at the Balama mine in Cabo Delgado province. The company has invested around 494 million dollars to date.

The Balama mine began commercial production more than five years ago and was highlighted in December 2021, when Syrah announced an agreement with electric vehicle multinational Tesla.

Lucro da Toyota duplicou entre Abril e Dezembro para 24,7 mil milhões de euros

Lucro da Toyota duplicou entre Abril e Dezembro para 24,7 mil milhões de euros

A Toyota Motor anunciou resultados financeiros do período de Abril a Dezembro de 2023, com um lucro líquido que mais do que duplicou em relação ao ano anterior, atingindo 3,94 biliões de ienes (cerca de 24,7 mil milhões de euros). Este aumento foi acompanhado por um lucro operacional de 4,24 biliões de ienes (aproximadamente 26,6 mil milhões de euros), representando um crescimento de 102,1%.

Estes resultados são reflexo do número de vendas da empresa em 2023, com 11,23 milhões de veículos vendidos, o que a mantém como líder mundial de vendas pelo quarto ano consecutivo. A rival alemã Volkswagen vendeu 9,24 milhões de veículos no ano passado (mais 12%), enquanto a sul-coreana Hyundai-Kia manteve o terceiro lugar, com 7,3 milhões de unidades vendidas em 2023 (mais 6,7%).

Apesar destes números positivos, a Toyota enfrentou desafios, como as irregularidades nas medições de potência de motores a gasóleo em alguns modelos. A empresa suspendeu temporariamente as exportações dos motores e dos modelos equipados com os mesmos componentes e interrompeu a produção em quatro fábricas japonesas. Além disso, em Dezembro, a subsidiária Daihatsu suspendeu todas as entregas de veículos dentro e fora do Japão, após descobrir manipulações nos testes de segurança e emissões.

Apesar destes contratempos, a Toyota está confiante nas suas previsões para o actual ano fiscal, com expectativas de um aumento de 17,1% nas receitas de vendas de automóveis, para 43,5 biliões de ienes (cerca de 272,7 mil milhões de euros), e um crescimento de 79,8% no lucro operacional, para 4,9 biliões de ienes (cerca de 30,7 mil milhões de euros).

A Toyota Motor continua a ser uma força dominante no mercado automóvel global, enfrentando desafios com resiliência e mantendo uma posição de liderança através de inovação e excelência operacional.

Nota: Na matéria anteriormente publicada sobre Toyota, cometemos um erro ao atribuir os lucros acumulados à Toyota Moçambique. Na realidade, os lucros referem-se à Toyota a nível mundial. Pedimos sinceras desculpas pelos transtornos e apresentamos a notícia devidamente revista.

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